Mais uma vez, peço desculpas pela demora, mas vários motivos me mantiveram longe da página todo esse tempo. Alguns são muito pessoais e não posso compartilhá-los com vocês, mas outros sim, principalmente aqueles que se referem àquilo que tanto nos tira o sono e fascina: a foda.
Também não pensem que fiquei só na putaria e por isso não pude escrever, os motivos que eu comentei me limitaram um pouco na livre expressão da minha sexualidade, mas mesmo assim tive meus bons trepinhos.
Para me atualizar, vou contar o que rolou no meu aniversário, uma história que já estava escrita mas que por esses mesmos motivos demorei para postar, e sobre o próximo..., bom, o próximo prefiro deixar em suspense, mas como spoiler vou dizer só uma coisa: o Pablo voltou.
E agora sim, o relato do que aconteceu alguns dias antes de completar 35 anos...
Para comemorar meus recém-chegados 35, na semana antes do meu aniversário fomos com umas amigas ao Verne Club, onde curtimos uma ampla variedade de drinks. Opium Fashioned, Jazmín Blanco, Tormenta Misionera, San Francisco, o que tivesse no cardápio de cocktails, a gente provava. Meu favorito acabou sendo o Menta Cooler, seguido de perto pelo Love Amargo. Também demos conta dos saborosos Panchos Gourmet, e de sobremesa uma delícia chamada El Globo.
Éramos sete no total, entre colegas de trabalho e amigas de longa data, mas mesmo formando um grupo divertido de mulheres relativamente jovens e muito, mas muito gostosas, o tédio começou a me dominar depois de um tempo.
Não me interpretem mal, eu amo minhas amigas e adoro passar tempo com elas, mas elas são umas santas e, já chegando aos 35, mais perto dos 40 do que dos 30, minha ideia de comemoração era bem diferente.
Num certo momento eu me levanto da mesa para ir ao banheiro, mais para me distrair do que por necessidade. Quando volto, passo no balcão para pedir uma nova rodada de drinks, por sugestão do bartender, e é aí que eu os vejo de novo. Já os tinha visto antes, sempre olhando pro nosso grupo. Eram dois, uns quarenta e poucos anos, bem vestidos, obviamente caras casados em busca de alguma aventura.
Dessa vez, ao me sentir observado, um deles, careca e com uma barbicha cavanhaque, me cumprimenta com uma piscadela eloquente. Isso foi mais que suficiente para bagunçar todas as minhas prioridades. Retribuo o cumprimento com um leve aceno de cabeça e volto imediatamente para a mesa, com apenas uma coisa em mente.
Eu falo pras minhas amigas que a festa tá muito legal, mas que já tá tarde, que tô me sentindo meio tonta e que a gente devia ir encerrando. Por sorte a maioria concorda, todas são casadas e têm filhos, então já perderam o hábito de virar a noite. Então um último brinde e a gente vai se despedindo.
A gente toda saiu pra rua e bem na porta do Club fomos pegando os táxis que havíamos pedido um tempinho antes. O meu foi um dos primeiros a chegar, então me despeço de todas, agradeço pela comemoração e entro pra ir, supostamente, pra casa. E digo supostamente porque depois de poucas quadras eu peço pro taxista dar meia-volta, que esqueci uma coisa.
Quando voltamos ao Verne Club não tem mais nenhuma das minhas amigas, então pago a corrida completa pro taxista e digo pra ele não esperar, que vou ficar mais um tempinho. Desço do carro e com a pressa lógica de quem não quer desperdiçar nenhuma oportunidade, entro no local e procuro os caras com o olhar. Suspiro aliviada quando os vejo no mesmo lugar, com seus drinks, avaliando o material que tem disponível, sem nem imaginar que estão prestes a ter sua noite de sorte.
Peço ao bartender um Menta Cooler e também me sento no balcão, sendo agora eu quem os observa, provocante e descontraída. Eles comentam algo entre si, decidindo talvez quem deveria dar o primeiro passo. O que sai vitorioso é o careca, que já tinha me piscado antes, e ele se aproxima decidido e confiante.
- Você aceitaria que eu te convide para esse drink? - me pergunta, se referindo ao que o bartender acabou de me servir.
-Com todo prazer- aceito, sorrindo de um jeito que deixa claro que estou disposta a aceitar muito mais que um simples gole.
Ele se senta ao meu lado e se apresenta como Daniel, um nome certamente inventado, para essas noites de pirataria em que tudo vale para seduzir.
- Eu e meu amigo estávamos há um tempão discutindo qual de nós dois devia chegar em você para puxar papo - ele me confessa.
- E por que tanto debate? Os dois poderiam ter se aproximado - digo, como se fosse a coisa mais natural do mundo.
Abra os olhos, surpreso, tentando vislumbrar através dos meus gestos
se estou me referindo ao que ele imagina.
- Quer que eu te conte uma coisa? Hoje é meu aniversário, tô fazendo 35 anos, e eu queria comemorar de um jeito especial, algo que... (pausa dramática) saia do comum, entende?
Claro que você entendeu. Se ainda restava alguma dúvida, minhas palavras tiraram ela completamente.
Foi pelo amigo dele, falou no ouvido, pra dizer talvez algo tipo: "A Lamina quer festa", e dessa vez os dois se aproximaram. O outro se chamava Abel, cabelo castanho, olhos claros e uma barba bem feita de três dias.
Obrigado por me deixar entrar no grupo de vocês - ele me diz depois de se apresentar.
Você sabe o que dizem, dois é companhia, mas três é muito melhor - confirmei, bebendo sensualemente um gole do meu drink.
Eles pedem outra rodada, mas eu já não quero mais álcool, o que eu quero escolher, quero que me comam entre os dois, porque é assim que desejo comemorar meu aniversário, fazendo um trio com dois desconhecidos.
- Não sei se vocês perceberam, mas acabei de praticamente expulsar minhas amigas porque queria que vocês se aproximassem de mim. Então, se vamos fazer alguma coisa, melhor fazer agora, porque amanhã tenho que levar meu filho à escola e preparar o café da manhã pro meu marido antes de ir trabalhar.
O que eu disse saiu das minhas entranhas, dessa chama que sempre queima em mim, inflamável e voluptuosa, mas foram as palavras certas na hora certa.
Bebemos aquele último gole e saímos do Verne Club com um único destino em comum: a cama de um hotel.
Já na rua, enquanto eles avaliam diferentes alternativas, sugiro irmos ao Pelícano, que é perto e deixa entrar de três em três.
Vamos andando, conversando animadamente, como três bons amigos que se reencontram depois de um tempo, embora na verdade nem mesmo nos conheçamos, mal sabemos nossos nomes e pouco mais, e mesmo assim vamos dispostos a meter em grupo.
Entramos no hotel sem problemas, só tivemos que pagar um extra pela pessoa a mais, uma ninharia se considerarmos a relação custo/benefício.
Enquanto avançamos pelo corredor, os caras já estão saindo da casinha pra me passar a mão, o que eu mesma me encarrego de incentivar, já que vou caminhando só um pouquinho na frente deles, balançando sensualmente meu bumbum pequeno.
Ao entrar no quarto, elas se jogam em cima de mim, me cercando uma de cada lado e agora sim deixando suas mãos deslizarem por cada curva do meu corpo.
- Esse é o presente que eu queria! - digo num suspiro, beijando um e outro com intensidade arrebatadora.
Caio de joelhos no chão e agarro a braguilha dela, apertando e massageando o que lateja por dentro.
- O melhor presente que ganhei neste aniversário! - garanti, já balançando em minhas mãos umas tetas que, apesar de não serem nada fora do comum, naquele momento para mim eram lindas e impressionantes.
Não sei em quem eu chupo primeiro, mas tento não deixar nenhum dos dois de lado, indo de um para o outro com a mesma vontade e avidez.
Os suspiros e gemidos que ambos soltam servem ao mesmo tempo de estímulo e acompanhamento. Uma sensual e agonizante ladainha que envolve a infinidade de beijos, lambidas e chupadas que lhes ofereço.
Por sorte não nos apressamos. Depois daquele começo frenético, baixamos a bola, e tacitamente decidimos curtir uma noite que promete ser inesquecível.
Nus nos estendemos na cama, eu no meio dos dois, aproveitando os beijos e carícias com que percorrem meu corpo, concentrando a atenção especialmente nos meus seios e na minha buceta, que se abre generosa e submissa para eles.
Já estou molhada, comecei a me molhar desde que os vi no balcão do bar,então seus dedos, os dedos de ambos, deslizam suavemente por toda a minha parte de dentro,enquanto suas línguas brigam com a minha, molhadas, quentes, macias.
Nos beijamos, nos chupamos, até nos mordemos, reacendendo aos poucos essa paixão que ameaça nos fazer explodir em mil pedaços.
Enquanto um fica me chupando a buceta, o outro se diverte com meus peitos, trocando depois de um tempo para que os dois possam me saborear sem restrições, mas mesmo eu adorando horrores suas línguas e lábios, eu também preciso chupar. É isso que eu digo pra eles:
-Quero chupar vocês- sem especificar a qual dos dois me refiro.
Logo em seguida, enquanto um continua chupando meu clitóris e lambendo meus lábios, o outro enfia o pau quase até minha garganta. Seguro um engasgo e, respirando pelo nariz, começo a chupar, engolindo até as bolas a cada sucada.
Nós três nos divertimos formando uma corrente humana cujos elos brilham de paixão. Um me chupa e eu chupo o outro, que por sua vez parece decidido a deixar as marcas de todos os dedos nos meus seios.
Tô chupando até morrer, quando sinto que o primeiro solta meu clitóris e se afasta, mas só momentaneamente, porque logo ele põe uma camisinha e volta a se posicionar entre minhas pernas, o pau bem empinado, com aquela cor característica das tesão mais intensa e brutal.
Mas, apesar da tesão, ele me mete de um jeito suave e delicado, o que eu agradeço porque gosto de sentir assim, invadindo aos poucos, sentindo como ele vai preenchendo cada cantinho com a virilidade dele.
Tiro a pica que tava na minha boca e solto um suspiro, longo, plácido, satisfeito.
Ele fica um instante dentro, me fazendo sentir, para então começar a se mover, entrando e saindo, ganhando velocidade a cada empurrão. Assim, enquanto um me fode, volto a chupar o outro, imaginando que é uma pica longa e infinita que me penetra, entrando pela minha buceta e saindo pela minha boca, ou vice-versa, como se meu sexo fosse um único canal que atravessa todo o meu corpo.
Daqui a pouco eles trocam, e quem estava me chupando agora me fode, e quem estava me comendo me dá pra minha boca sempre gulosa ter com o que se entreter. O prazer que sinto se traduz em suspiros e gemidos cada vez mais intensos.
- Mmmmhhhh..., chupa..., chupa..., chupa..., mmmmhhhhh..., mmmmhhh...!
Entre os dois, eles dividem meu corpo igualmente, sem ciúmes ou egoísmo, sabendo que tudo está disponível para que eles aproveitem, assim como eu aproveito eles.
Eu engasgo com pau e bolas quase sem fôlego, enquanto continuam me enchendo sem parar, incansáveis, ambos com ereções que parecem endurecer mais a cada instante.
Fico de quatro, levantando bem a bunda pra que me comam de revezamento, sentindo meu corpo já se preparando para o estardalhaço supremo. Primeiro um e depois o outro me enfiam no ritmo deles, cada um com seu jeito único de me foder.
Estou quase quase gozando, com o orgasmo pulsando nas portas da buceta, quando um dos meus amantes ocasionais, na hora não sei quem, mas depois descobri que foi o Daniel, me enfia pelo cu. Foi só sentir ela abrindo caminho entre minhas nádegas que eu acabo escandalosamente, soltando uns verdadeiros uivos de prazer e satisfação.
Os caras devem ter pensado que eu não transava há um tempão, pelo jeito que gozei, tão urgente e precisada, mas a verdade é que eu estava com um tesão da porra.
Mesmo estando acabada como uma gostosa, os caras continuam me comendo, já que depois do Daniel veio o Abel, todo animado para aproveitar esse novo acesso ao meu corpo.
Então enquanto um, o Abel, continua me comendo por trás, o outro, o Daniel, se joga na minha frente pra que eu chupe o pau dele, oferecendo ele em toda a sua dureza exultante.
Eu gosto dessa sensação, de ser atravessada pelas duas pontas, como se fossem necessárias duas picas gostosas pra me encher por completo.
Sem parar de sentir atrás de mim a batida incessante da pélvis do Abel, passo a língua por toda a largura do Daniel, subindo e descendo, me deliciando com aquela meladinha que escorre da ponta.
Sempre com o mesmo entusiasmo eu chupo os ovos dele, comendo eles com pelos e tudo, me divertindo um bom tempo com aquele par de bolas completamente carregadas de testosterona.
Quando Abel tira do meu cu, provavelmente pra não gozar tão rápido, eu subo engatinhando em cima do Daniel, que ainda tá deitado de costas, e botando outra camisinha, mais uma das várias que a gente usaria naquela noite, eu mesma enfio a rola dele e fodo tudo, subindo e descendo com flexões aceleradas das pernas.
De repente eu paro e, com toda a pica dele ainda dentro, arqueio as costas e me inclino para frente, oferecendo novamente ao outro meu receptivo cuzinho apertado.
Com meu amigo ainda dentro, ele me enfia na bunda, fazendo as lágrimas saltarem quando os dois começam a se mover ao mesmo tempo, um por trás, o outro pela frente, ambos atingindo o ponto mais profundo da minha anatomia.
Juro que dava pra sentir eles se esfregando lá dentro, tirando faísca com aquela fricção acelerada que os dois usavam pra me perfurar.
Que delícia, meu Deus. Foi a Glória Absoluta. Ter dois caralhos dentro, um em cada buraco, me enchendo, me enlouquecendo, me submetendo a uma dupla penetração terrivelmente profunda e acelerada. O que mais eu poderia pedir no meu aniversário?
Acabei de novo com eles, assim, enfiada no meio dos dois, sentindo, apesar da camisinha, como cada um se esvaziava dentro de mim.
Depois veio o relax, a calma depois da tempestade. De novo nos deitamos na cama, obviamente eu no meio, pra tomar alguma coisa do frigobar e eles fumarem um cigarro.
Aproveito a pausa para ligar pro meu marido e dizer que tive que acompanhar uma das minhas amigas até a casa dela.
Ela tá muito bêbada, sabe? Não posso deixar ela na mão nesse estado.
Com meus novos amigos já tínhamos decidido que ficaríamos para pernoitar em Pelícano, então a desculpa da amiga bêbada me caiu como uma luva.
-Não se preocupa, ela mora sozinha, então fico com ela e amanhã vou direto da casa dela pro escritório... E sim, com a mesma roupa, o que eu posso fazer?
Meu marido me garantiu que cuidaria do Ro, de dar o café da manhã e levá-lo à escolinha, me pedindo para ligar pra ele a qualquer momento, até mesmo se eu quisesse que ele passasse pra me buscar.
-Não acho que seja necessário, além do mais já está tarde, é mais seguro assim-
Por sorte ela concordou. Desejamos boa noite um ao outro e nos despedimos com um mútuo "eu te amo".
Quando deixo o celular, os caras estouram em gargalhadas, me parabenizando, segundo eles, por saber fazer direito.
Imagino que a partir de agora vocês vão controlar melhor suas esposas – digo a eles.
Da próxima vez que você me der uma desculpa dessas, eu vou correndo atrás de você - brinca Daniel.
E assim, entre brincadeiras de chifres, vamos nos animando de novo. Minhas mãos passeiam pela sua virilha, enquanto eles começam a me beijar e acariciar.
Beijos, chupões, lambidas...
Volto a chupar elas em dueto, cuspindo saliva pra todo lado, engasgando com esse belo par de paus, preparando eles, endurecendo pra que voltem a me perfurar.
Eles me comem revezando, competindo entre si pra ver quem me faz gritar mais. E mesmo que se esforcem pra caramba, acho que chegam num empate.
Claro que naquele segundo round eles não iam deixar de fazer outro duplo, então eu viro de costas em cima do Daniel, e enfiando o pau dele na minha bunda, abro as pernas, entregando minha buceta pro Abel, que já está colocando outra camisinha.
Ele mete em mim e os dois me dão uma boa esfregada, me comendo e me fodendo sem parar, alargando ainda mais meus buracos, até que eu gozo de novo, embora dizer que gozei seja mero formalismo, já que praticamente me desintegre entre aqueles corpos quentes e suados.
- Isso...! - consegui exclamar enquanto me desmancho em espasmos de prazer - Isso... é o melhor presente que já me deram!
Solto uns suspiros e então digo pra eles:
Me peçam o que quiserem, qualquer coisa, um último desejo que vocês tenham
Eu já tinha dado tudo a eles, mas ainda me sentia em dívida. Precisava retribuir aquele presente desinteressado que estavam me dando.
Elas se olham, sorriem e me pedem. E eu não consegui dizer não, mesmo que o que elas queiram seja gozar na minha boca.
Fico de joelhos no chão, eles ficam de pé ao meu lado, um de cada lado, e segurando bem forte nas bolas deles, eu chupo com fervor e entusiasmo. Devoro os paus deles até onde conseguem entrar, saboreando, mastigando, até sentir que estão prestes a explodir. Então eu punheteio, um com cada mão, forte, violentamente, de boca aberta e língua para fora, esperando a descarga, venha de onde vier.
E vem do lado do Daniel, que, entre tremores de prazer, dispara algumas rajadas de esperma direto no meu céu da boca. Engulo o que consigo e o que não, deixo escorrer pelos meus peitos.
Ainda estou saboreando aquela primeira porra, quando o Abel também goza.
O leite dele é bem mais abundante que o do amigo, um verdadeiro jato cremoso,
quente e grosso, que logo encontra o caminho da minha garganta. Também
engulo tudo, ou o máximo que consigo, retribuindo com esse gole generoso de porra
a atenção que os dois tiveram comigo.
Quase de madrugada, a gente transa de novo, mas dessa vez, talvez pelo cansaço, já não me fazem sanduíche.
Eles me fodem na posição clássica do missionário, metendo entre minhas pernas, até gozarem cada um na sua vez, colocando assim o ponto final em um aniversário inesquecível.
Já eram mais de sete horas quando saímos do hotel. Eles se oferecem para me levar até algum lugar, o que eu agradeço, já que não eram obrigados, mas digo que não, que estou bem assim. Nos despedimos então até nos encontrarmos de novo alguma outra noite no Verne Club e, enquanto eles pegam um táxi na esquina, eu vou tomar café da manhã num daqueles cafezinhos que nunca fecham.
Já na mesa e enquanto saboreio um croissant, ligo pro meu marido pra avisar que já saí da casa da minha amiga.
Não dá mais tempo de ir até em casa, então vou tomar café da manhã por aqui e depois vou pro escritório.
Você devia ter pedido pra sua amiga preparar um café da manhã decente pra você, era o mínimo que ela podia fazer - ela me recrimina.
Deixei ela em coma 4, com a ressaca que ela vai ter, essa hoje não vai trabalhar - eu digo.
Me conta como está o Ro, que não deu nenhum problema nem pra levantar nem pra gozar.
Olha só – fiquei surpreso – Acho que vou me ausentar mais vezes.
-Não seja boba, a gente sente sua falta - ele me garante.
Nos despedimos até a noite, nos mandando muitos beijos e prometendo recuperar o tempo perdido o mais rápido possível.
Por sorte sou uma das primeiras a chegar na empresa, assim posso colocar o uniforme para que minhas colegas que estiveram comigo na noite anterior não percebam que estou com a mesma roupa.
Como se eu não tivesse dormido em casa!
E mesmo que eu contasse, acho que nenhuma acreditaria que passei a noite num hotel com dois caras. Isso é coisa de puta, e antes de tudo eu sou uma Senhora... uma Senhora puta, claro.
Também não pensem que fiquei só na putaria e por isso não pude escrever, os motivos que eu comentei me limitaram um pouco na livre expressão da minha sexualidade, mas mesmo assim tive meus bons trepinhos.
Para me atualizar, vou contar o que rolou no meu aniversário, uma história que já estava escrita mas que por esses mesmos motivos demorei para postar, e sobre o próximo..., bom, o próximo prefiro deixar em suspense, mas como spoiler vou dizer só uma coisa: o Pablo voltou.
E agora sim, o relato do que aconteceu alguns dias antes de completar 35 anos...
Para comemorar meus recém-chegados 35, na semana antes do meu aniversário fomos com umas amigas ao Verne Club, onde curtimos uma ampla variedade de drinks. Opium Fashioned, Jazmín Blanco, Tormenta Misionera, San Francisco, o que tivesse no cardápio de cocktails, a gente provava. Meu favorito acabou sendo o Menta Cooler, seguido de perto pelo Love Amargo. Também demos conta dos saborosos Panchos Gourmet, e de sobremesa uma delícia chamada El Globo.
Éramos sete no total, entre colegas de trabalho e amigas de longa data, mas mesmo formando um grupo divertido de mulheres relativamente jovens e muito, mas muito gostosas, o tédio começou a me dominar depois de um tempo.
Não me interpretem mal, eu amo minhas amigas e adoro passar tempo com elas, mas elas são umas santas e, já chegando aos 35, mais perto dos 40 do que dos 30, minha ideia de comemoração era bem diferente.
Num certo momento eu me levanto da mesa para ir ao banheiro, mais para me distrair do que por necessidade. Quando volto, passo no balcão para pedir uma nova rodada de drinks, por sugestão do bartender, e é aí que eu os vejo de novo. Já os tinha visto antes, sempre olhando pro nosso grupo. Eram dois, uns quarenta e poucos anos, bem vestidos, obviamente caras casados em busca de alguma aventura.
Dessa vez, ao me sentir observado, um deles, careca e com uma barbicha cavanhaque, me cumprimenta com uma piscadela eloquente. Isso foi mais que suficiente para bagunçar todas as minhas prioridades. Retribuo o cumprimento com um leve aceno de cabeça e volto imediatamente para a mesa, com apenas uma coisa em mente.
Eu falo pras minhas amigas que a festa tá muito legal, mas que já tá tarde, que tô me sentindo meio tonta e que a gente devia ir encerrando. Por sorte a maioria concorda, todas são casadas e têm filhos, então já perderam o hábito de virar a noite. Então um último brinde e a gente vai se despedindo.
A gente toda saiu pra rua e bem na porta do Club fomos pegando os táxis que havíamos pedido um tempinho antes. O meu foi um dos primeiros a chegar, então me despeço de todas, agradeço pela comemoração e entro pra ir, supostamente, pra casa. E digo supostamente porque depois de poucas quadras eu peço pro taxista dar meia-volta, que esqueci uma coisa.
Quando voltamos ao Verne Club não tem mais nenhuma das minhas amigas, então pago a corrida completa pro taxista e digo pra ele não esperar, que vou ficar mais um tempinho. Desço do carro e com a pressa lógica de quem não quer desperdiçar nenhuma oportunidade, entro no local e procuro os caras com o olhar. Suspiro aliviada quando os vejo no mesmo lugar, com seus drinks, avaliando o material que tem disponível, sem nem imaginar que estão prestes a ter sua noite de sorte.
Peço ao bartender um Menta Cooler e também me sento no balcão, sendo agora eu quem os observa, provocante e descontraída. Eles comentam algo entre si, decidindo talvez quem deveria dar o primeiro passo. O que sai vitorioso é o careca, que já tinha me piscado antes, e ele se aproxima decidido e confiante.
- Você aceitaria que eu te convide para esse drink? - me pergunta, se referindo ao que o bartender acabou de me servir.
-Com todo prazer- aceito, sorrindo de um jeito que deixa claro que estou disposta a aceitar muito mais que um simples gole.
Ele se senta ao meu lado e se apresenta como Daniel, um nome certamente inventado, para essas noites de pirataria em que tudo vale para seduzir.
- Eu e meu amigo estávamos há um tempão discutindo qual de nós dois devia chegar em você para puxar papo - ele me confessa.
- E por que tanto debate? Os dois poderiam ter se aproximado - digo, como se fosse a coisa mais natural do mundo.
Abra os olhos, surpreso, tentando vislumbrar através dos meus gestos
se estou me referindo ao que ele imagina.
- Quer que eu te conte uma coisa? Hoje é meu aniversário, tô fazendo 35 anos, e eu queria comemorar de um jeito especial, algo que... (pausa dramática) saia do comum, entende?
Claro que você entendeu. Se ainda restava alguma dúvida, minhas palavras tiraram ela completamente.
Foi pelo amigo dele, falou no ouvido, pra dizer talvez algo tipo: "A Lamina quer festa", e dessa vez os dois se aproximaram. O outro se chamava Abel, cabelo castanho, olhos claros e uma barba bem feita de três dias.
Obrigado por me deixar entrar no grupo de vocês - ele me diz depois de se apresentar.
Você sabe o que dizem, dois é companhia, mas três é muito melhor - confirmei, bebendo sensualemente um gole do meu drink.
Eles pedem outra rodada, mas eu já não quero mais álcool, o que eu quero escolher, quero que me comam entre os dois, porque é assim que desejo comemorar meu aniversário, fazendo um trio com dois desconhecidos.
- Não sei se vocês perceberam, mas acabei de praticamente expulsar minhas amigas porque queria que vocês se aproximassem de mim. Então, se vamos fazer alguma coisa, melhor fazer agora, porque amanhã tenho que levar meu filho à escola e preparar o café da manhã pro meu marido antes de ir trabalhar.
O que eu disse saiu das minhas entranhas, dessa chama que sempre queima em mim, inflamável e voluptuosa, mas foram as palavras certas na hora certa.
Bebemos aquele último gole e saímos do Verne Club com um único destino em comum: a cama de um hotel.
Já na rua, enquanto eles avaliam diferentes alternativas, sugiro irmos ao Pelícano, que é perto e deixa entrar de três em três.
Vamos andando, conversando animadamente, como três bons amigos que se reencontram depois de um tempo, embora na verdade nem mesmo nos conheçamos, mal sabemos nossos nomes e pouco mais, e mesmo assim vamos dispostos a meter em grupo.
Entramos no hotel sem problemas, só tivemos que pagar um extra pela pessoa a mais, uma ninharia se considerarmos a relação custo/benefício.
Enquanto avançamos pelo corredor, os caras já estão saindo da casinha pra me passar a mão, o que eu mesma me encarrego de incentivar, já que vou caminhando só um pouquinho na frente deles, balançando sensualmente meu bumbum pequeno.
Ao entrar no quarto, elas se jogam em cima de mim, me cercando uma de cada lado e agora sim deixando suas mãos deslizarem por cada curva do meu corpo.
- Esse é o presente que eu queria! - digo num suspiro, beijando um e outro com intensidade arrebatadora.
Caio de joelhos no chão e agarro a braguilha dela, apertando e massageando o que lateja por dentro.
- O melhor presente que ganhei neste aniversário! - garanti, já balançando em minhas mãos umas tetas que, apesar de não serem nada fora do comum, naquele momento para mim eram lindas e impressionantes.
Não sei em quem eu chupo primeiro, mas tento não deixar nenhum dos dois de lado, indo de um para o outro com a mesma vontade e avidez.
Os suspiros e gemidos que ambos soltam servem ao mesmo tempo de estímulo e acompanhamento. Uma sensual e agonizante ladainha que envolve a infinidade de beijos, lambidas e chupadas que lhes ofereço.
Por sorte não nos apressamos. Depois daquele começo frenético, baixamos a bola, e tacitamente decidimos curtir uma noite que promete ser inesquecível.
Nus nos estendemos na cama, eu no meio dos dois, aproveitando os beijos e carícias com que percorrem meu corpo, concentrando a atenção especialmente nos meus seios e na minha buceta, que se abre generosa e submissa para eles.
Já estou molhada, comecei a me molhar desde que os vi no balcão do bar,então seus dedos, os dedos de ambos, deslizam suavemente por toda a minha parte de dentro,enquanto suas línguas brigam com a minha, molhadas, quentes, macias.
Nos beijamos, nos chupamos, até nos mordemos, reacendendo aos poucos essa paixão que ameaça nos fazer explodir em mil pedaços.
Enquanto um fica me chupando a buceta, o outro se diverte com meus peitos, trocando depois de um tempo para que os dois possam me saborear sem restrições, mas mesmo eu adorando horrores suas línguas e lábios, eu também preciso chupar. É isso que eu digo pra eles:
-Quero chupar vocês- sem especificar a qual dos dois me refiro.
Logo em seguida, enquanto um continua chupando meu clitóris e lambendo meus lábios, o outro enfia o pau quase até minha garganta. Seguro um engasgo e, respirando pelo nariz, começo a chupar, engolindo até as bolas a cada sucada.
Nós três nos divertimos formando uma corrente humana cujos elos brilham de paixão. Um me chupa e eu chupo o outro, que por sua vez parece decidido a deixar as marcas de todos os dedos nos meus seios.
Tô chupando até morrer, quando sinto que o primeiro solta meu clitóris e se afasta, mas só momentaneamente, porque logo ele põe uma camisinha e volta a se posicionar entre minhas pernas, o pau bem empinado, com aquela cor característica das tesão mais intensa e brutal.
Mas, apesar da tesão, ele me mete de um jeito suave e delicado, o que eu agradeço porque gosto de sentir assim, invadindo aos poucos, sentindo como ele vai preenchendo cada cantinho com a virilidade dele.
Tiro a pica que tava na minha boca e solto um suspiro, longo, plácido, satisfeito.
Ele fica um instante dentro, me fazendo sentir, para então começar a se mover, entrando e saindo, ganhando velocidade a cada empurrão. Assim, enquanto um me fode, volto a chupar o outro, imaginando que é uma pica longa e infinita que me penetra, entrando pela minha buceta e saindo pela minha boca, ou vice-versa, como se meu sexo fosse um único canal que atravessa todo o meu corpo.
Daqui a pouco eles trocam, e quem estava me chupando agora me fode, e quem estava me comendo me dá pra minha boca sempre gulosa ter com o que se entreter. O prazer que sinto se traduz em suspiros e gemidos cada vez mais intensos.
- Mmmmhhhh..., chupa..., chupa..., chupa..., mmmmhhhhh..., mmmmhhh...!
Entre os dois, eles dividem meu corpo igualmente, sem ciúmes ou egoísmo, sabendo que tudo está disponível para que eles aproveitem, assim como eu aproveito eles.
Eu engasgo com pau e bolas quase sem fôlego, enquanto continuam me enchendo sem parar, incansáveis, ambos com ereções que parecem endurecer mais a cada instante.
Fico de quatro, levantando bem a bunda pra que me comam de revezamento, sentindo meu corpo já se preparando para o estardalhaço supremo. Primeiro um e depois o outro me enfiam no ritmo deles, cada um com seu jeito único de me foder.
Estou quase quase gozando, com o orgasmo pulsando nas portas da buceta, quando um dos meus amantes ocasionais, na hora não sei quem, mas depois descobri que foi o Daniel, me enfia pelo cu. Foi só sentir ela abrindo caminho entre minhas nádegas que eu acabo escandalosamente, soltando uns verdadeiros uivos de prazer e satisfação.
Os caras devem ter pensado que eu não transava há um tempão, pelo jeito que gozei, tão urgente e precisada, mas a verdade é que eu estava com um tesão da porra.
Mesmo estando acabada como uma gostosa, os caras continuam me comendo, já que depois do Daniel veio o Abel, todo animado para aproveitar esse novo acesso ao meu corpo.
Então enquanto um, o Abel, continua me comendo por trás, o outro, o Daniel, se joga na minha frente pra que eu chupe o pau dele, oferecendo ele em toda a sua dureza exultante.
Eu gosto dessa sensação, de ser atravessada pelas duas pontas, como se fossem necessárias duas picas gostosas pra me encher por completo.
Sem parar de sentir atrás de mim a batida incessante da pélvis do Abel, passo a língua por toda a largura do Daniel, subindo e descendo, me deliciando com aquela meladinha que escorre da ponta.
Sempre com o mesmo entusiasmo eu chupo os ovos dele, comendo eles com pelos e tudo, me divertindo um bom tempo com aquele par de bolas completamente carregadas de testosterona.
Quando Abel tira do meu cu, provavelmente pra não gozar tão rápido, eu subo engatinhando em cima do Daniel, que ainda tá deitado de costas, e botando outra camisinha, mais uma das várias que a gente usaria naquela noite, eu mesma enfio a rola dele e fodo tudo, subindo e descendo com flexões aceleradas das pernas.
De repente eu paro e, com toda a pica dele ainda dentro, arqueio as costas e me inclino para frente, oferecendo novamente ao outro meu receptivo cuzinho apertado.
Com meu amigo ainda dentro, ele me enfia na bunda, fazendo as lágrimas saltarem quando os dois começam a se mover ao mesmo tempo, um por trás, o outro pela frente, ambos atingindo o ponto mais profundo da minha anatomia.
Juro que dava pra sentir eles se esfregando lá dentro, tirando faísca com aquela fricção acelerada que os dois usavam pra me perfurar.
Que delícia, meu Deus. Foi a Glória Absoluta. Ter dois caralhos dentro, um em cada buraco, me enchendo, me enlouquecendo, me submetendo a uma dupla penetração terrivelmente profunda e acelerada. O que mais eu poderia pedir no meu aniversário?
Acabei de novo com eles, assim, enfiada no meio dos dois, sentindo, apesar da camisinha, como cada um se esvaziava dentro de mim.
Depois veio o relax, a calma depois da tempestade. De novo nos deitamos na cama, obviamente eu no meio, pra tomar alguma coisa do frigobar e eles fumarem um cigarro.
Aproveito a pausa para ligar pro meu marido e dizer que tive que acompanhar uma das minhas amigas até a casa dela.
Ela tá muito bêbada, sabe? Não posso deixar ela na mão nesse estado.
Com meus novos amigos já tínhamos decidido que ficaríamos para pernoitar em Pelícano, então a desculpa da amiga bêbada me caiu como uma luva.
-Não se preocupa, ela mora sozinha, então fico com ela e amanhã vou direto da casa dela pro escritório... E sim, com a mesma roupa, o que eu posso fazer?
Meu marido me garantiu que cuidaria do Ro, de dar o café da manhã e levá-lo à escolinha, me pedindo para ligar pra ele a qualquer momento, até mesmo se eu quisesse que ele passasse pra me buscar.
-Não acho que seja necessário, além do mais já está tarde, é mais seguro assim-
Por sorte ela concordou. Desejamos boa noite um ao outro e nos despedimos com um mútuo "eu te amo".
Quando deixo o celular, os caras estouram em gargalhadas, me parabenizando, segundo eles, por saber fazer direito.
Imagino que a partir de agora vocês vão controlar melhor suas esposas – digo a eles.
Da próxima vez que você me der uma desculpa dessas, eu vou correndo atrás de você - brinca Daniel.
E assim, entre brincadeiras de chifres, vamos nos animando de novo. Minhas mãos passeiam pela sua virilha, enquanto eles começam a me beijar e acariciar.
Beijos, chupões, lambidas...
Volto a chupar elas em dueto, cuspindo saliva pra todo lado, engasgando com esse belo par de paus, preparando eles, endurecendo pra que voltem a me perfurar.
Eles me comem revezando, competindo entre si pra ver quem me faz gritar mais. E mesmo que se esforcem pra caramba, acho que chegam num empate.
Claro que naquele segundo round eles não iam deixar de fazer outro duplo, então eu viro de costas em cima do Daniel, e enfiando o pau dele na minha bunda, abro as pernas, entregando minha buceta pro Abel, que já está colocando outra camisinha.
Ele mete em mim e os dois me dão uma boa esfregada, me comendo e me fodendo sem parar, alargando ainda mais meus buracos, até que eu gozo de novo, embora dizer que gozei seja mero formalismo, já que praticamente me desintegre entre aqueles corpos quentes e suados.
- Isso...! - consegui exclamar enquanto me desmancho em espasmos de prazer - Isso... é o melhor presente que já me deram!
Solto uns suspiros e então digo pra eles:
Me peçam o que quiserem, qualquer coisa, um último desejo que vocês tenham
Eu já tinha dado tudo a eles, mas ainda me sentia em dívida. Precisava retribuir aquele presente desinteressado que estavam me dando.
Elas se olham, sorriem e me pedem. E eu não consegui dizer não, mesmo que o que elas queiram seja gozar na minha boca.
Fico de joelhos no chão, eles ficam de pé ao meu lado, um de cada lado, e segurando bem forte nas bolas deles, eu chupo com fervor e entusiasmo. Devoro os paus deles até onde conseguem entrar, saboreando, mastigando, até sentir que estão prestes a explodir. Então eu punheteio, um com cada mão, forte, violentamente, de boca aberta e língua para fora, esperando a descarga, venha de onde vier.
E vem do lado do Daniel, que, entre tremores de prazer, dispara algumas rajadas de esperma direto no meu céu da boca. Engulo o que consigo e o que não, deixo escorrer pelos meus peitos.
Ainda estou saboreando aquela primeira porra, quando o Abel também goza.
O leite dele é bem mais abundante que o do amigo, um verdadeiro jato cremoso,
quente e grosso, que logo encontra o caminho da minha garganta. Também
engulo tudo, ou o máximo que consigo, retribuindo com esse gole generoso de porra
a atenção que os dois tiveram comigo.
Quase de madrugada, a gente transa de novo, mas dessa vez, talvez pelo cansaço, já não me fazem sanduíche.
Eles me fodem na posição clássica do missionário, metendo entre minhas pernas, até gozarem cada um na sua vez, colocando assim o ponto final em um aniversário inesquecível.
Já eram mais de sete horas quando saímos do hotel. Eles se oferecem para me levar até algum lugar, o que eu agradeço, já que não eram obrigados, mas digo que não, que estou bem assim. Nos despedimos então até nos encontrarmos de novo alguma outra noite no Verne Club e, enquanto eles pegam um táxi na esquina, eu vou tomar café da manhã num daqueles cafezinhos que nunca fecham.
Já na mesa e enquanto saboreio um croissant, ligo pro meu marido pra avisar que já saí da casa da minha amiga.
Não dá mais tempo de ir até em casa, então vou tomar café da manhã por aqui e depois vou pro escritório.
Você devia ter pedido pra sua amiga preparar um café da manhã decente pra você, era o mínimo que ela podia fazer - ela me recrimina.
Deixei ela em coma 4, com a ressaca que ela vai ter, essa hoje não vai trabalhar - eu digo.
Me conta como está o Ro, que não deu nenhum problema nem pra levantar nem pra gozar.
Olha só – fiquei surpreso – Acho que vou me ausentar mais vezes.
-Não seja boba, a gente sente sua falta - ele me garante.
Nos despedimos até a noite, nos mandando muitos beijos e prometendo recuperar o tempo perdido o mais rápido possível.
Por sorte sou uma das primeiras a chegar na empresa, assim posso colocar o uniforme para que minhas colegas que estiveram comigo na noite anterior não percebam que estou com a mesma roupa.
Como se eu não tivesse dormido em casa!
E mesmo que eu contasse, acho que nenhuma acreditaria que passei a noite num hotel com dois caras. Isso é coisa de puta, e antes de tudo eu sou uma Senhora... uma Senhora puta, claro.
21 comentários - Un cumple de a tres...
muy buen relato como siempre besos Misko
feliz cumpleaños!
Se nota que andas muy "apurada" por asi decirlo , algunas palabras se te pegaron , pero como te lei casi todos los relatos , se que se debe a lo que comentas al principio .
La de la imagen de perfil sos vos? De ser asi, me doy cuenta que no chamuyas cuando hablas de tu pechos. Precioso, como no cometer pecado ante todo eso ! Saludos!
Unico problema... te sigo desde hace mucho, pero las ultimas veces no me saltó el aviso de que publicaste un relato
Me gusta esa sensación, la de sentirme atravesada por los dos extremos,como si fueran necesarias dos buenas chotas para llenarme por completo.
Con su amigo todavía adentro, me la pone en el ojete, haciéndome saltarlas lágrimas cuando los dos empiezan a moverse al mismo tiempo, uno por detrás,el otro por delante,
Que delicia, por Dios. Era la Gloria Absoluta. Tener dos pijas adentro,una en cada agujero, llenándome, desquiciándome, sometiéndome a una doble penetraciónterriblemente profunda y acelerada. ¿Que más podía pedir en mi cumpleaños?[/i]
Veo que una de tus poses favoritas es el "choque de espadas", y tus "amigos" te dieron en el gusto varias veces!!
Ah, muy FELIZ CUMPLEAÑOS 🎂querida Mary, y se ve que lo disfrutaste al máximo amiga, FELICITACIONES!! +10
Besitos linda💋
LEON