Um aniversário a três...

Desculpa mais uma vez pela demora, mas vários motivos me mantiveram longe da página todo esse tempo. Alguns são bem pessoais e não posso compartilhar com vocês, mas outros sim, principalmente aqueles que têm a ver com aquilo que tanto nos tira o sono e nos fascina: a foda.
Não pensem que eu passei o tempo todo só transando e por isso não consegui escrever, os motivos que eu tava falando me limitaram um pouco na livre expressão da minha sexualidade, mas mesmo assim eu dei uns bons pegas.
Pra botar vocês em dia, vou contar o que rolou no meu aniversário, um relato que já tava escrito mas por esses mesmos motivos demorei pra postar, e pra próxima... bom, a próxima prefiro deixar no suspense, mas como um adianto vou falar uma coisa só: o Pablo voltou.
E agora sim, o relato do que aconteceu uns dias antes de fazer 35...
 






Pra comemorar meus 35 anos novinhos, na semana anterior ao meu aniversário, fui com umas amigas pro Verne Club, onde a gente se esbaldou com uma variedade de drinks. Opium Fashioned, Jasmim Branco, Tormenta Missioneira, San Francisco, tudo que tinha no cardápio de coquetéis, a gente provava. Meu favorito foi o Menta Cooler, seguido de perto pelo Love Amargo. Também demos conta dos deliciosos Pancho Gourmet, e de sobremesa uma maravilha chamada El Globo.
No total, éramos sete entre colegas de trabalho e amigas da vida, mas mesmo formando um grupo divertido de mulheres relativamente jovens e muito, mas muito comíveis, o tédio começou a me pegar depois de um tempo.
Não me interpretem mal, amo minhas amigas e adoro passar tempo com elas, mas são umas santas e, aos 35, mais perto dos 40 do que dos 30, minha ideia de comemoração era outra.
Num certo momento, levanto da mesa pra ir ao banheiro, mais pra me distrair do que porque tava com vontade. Quando volto, passo no balcão pra pedir mais uma rodada de drinks, por sugestão do barman, e é aí que vejo eles de novo. Já tinha reparado antes, sempre olhando pro nosso grupo. Eram dois, lá pelos quarenta e poucos anos, bem vestidos de terno, obviamente uns caras casados atrás de uma buceta fácil.
Dessa vez, ao se sentir observado, um deles, careca e com barbicha estilo cavanhaque, me cumprimenta com uma piscadela eloqüente. Isso foi mais que suficiente pra virar todas as minhas prioridades de cabeça pra baixo. Devolvo o cumprimento com um leve aceno e volto na hora pra mesa, com só uma coisa na cabeça.
Digo pras minhas amigas que a festa tá muito bonita, mas que já é tarde, que tô me sentindo meio tonta e que a gente devia ir encerrando. Por sorte, a maioria concorda, todas são casadas e têm filhos, então já perderam o costume de virar a noite. Então, um último brinde e a gente vai se despedindo.
Saímos todas pra rua e na porta do clube já pegamos os táxis que pedimos um pouco antes. O meu é um dos primeiros a chegar, então me despeço de todas, agradeço pela festa e entro no carro pra ir, supostamente, pra casa. E digo supostamente porque depois de algumas quadras falo pro taxista dar meia-volta, que esqueci uma coisa.
Quando volto pro Verne Club, já não tem nenhuma das minhas amigas, então pago a corrida inteira pro taxista e falo pra ele não esperar, que vou ficar mais um pouco. Desço do carro e, com a pressa de quem não quer perder nenhuma chance, entro no lugar e procuro os caras com o olhar. Suspiro aliviada quando vejo eles no mesmo lugar, com os drinks deles, conferindo o material que tá na mesa, sem nem imaginar que tão prestes a ter a noite de sorte deles.
Peço ao barman um Menta Cooler e me sento também no balcão, sendo agora eu quem observa eles, provocante e despojada. Eles trocam um comentário entre si, decidindo talvez quem deveria vir na minha direção. Quem sai vitorioso é o careca, que já tinha piscado o olho pra mim antes, e se aproxima decidido e cheio de confiança.
— Aceitaria que eu te pagasse esse drink? — ele me pergunta, se referindo ao que o barman acabou de me servir.
-Com todo prazer- aceito, sorrindo pra ele de um jeito que mostra que tô disposta a aceitar muito mais do que só um drink.
Senta do meu lado e se apresenta como Daniel, um nome com certeza inventado pra essas noites de pirataria onde vale tudo pra seduzir.
— Eu e meu amigo tava discutindo há um tempão sobre quem dos dois devia chegar em você pra conversar — ele me confessa.
— E por que tanto debate? Os dois poderiam ter se aproximado — falo, como se fosse a coisa mais natural do mundo.
Abre os olhos, surpreso, tentando adivinhar pelos meus gestos se eu tô falando daquilo que ele tá imaginando.
—Quer saber de uma coisa? Hoje é meu aniversário, tô fazendo 35, e queria comemorar de um jeito especial, algo que... (pausa dramática) saia do comum, cê me entende?
Claro que ela me entendeu. Se ainda tinha alguma dúvida, minhas palavras esclareceram tudo de vez.
Foi por causa do amigo dele, cochichou no ouvido, pra dizer talvez algo tipo: "A Lamina quer festa", e dessa vez os dois se aproximaram. O outro se chamava Abel, cabelo castanho, olhos claros e uma barba por fazer bem cuidada.
Valeu por deixar eu entrar na roda com vocês" — ela me fala depois de se apresentar.
—Já sabe o que dizem, dois é companhia, mas três é bem melhor — confirmo, bebendo um gole sensual do meu drink.
Pedem mais uma rodada, mas eu já não quero mais bebida, o que quero é escolher, quero ser comida pelos dois, porque é assim que quero comemorar meu aniversário, fazendo um menage com dois desconhecidos.
—Não sei se vocês perceberam, mas acabei de praticamente mandar minhas amigas embora porque queria que vocês se aproximassem de mim. Então, se a gente for fazer alguma coisa, melhor fazer agora, porque amanhã tenho que levar meu filho pra escola e preparar o café do meu marido antes de ir trabalhar.
O que eu disse saiu das entranhas, daquele tesão que arde sempre em mim, inflamável e voluptuosa, mas foram as palavras certas no momento certo.
Tomamos aquele último gole e saímos do Verne Club com um único destino em comum: a cama de um hotel.
Já na rua, enquanto eles avaliam várias opções, sugiro ir no Pelícano, que é perto e deixa entrar de três em três.
Vamos andando, conversando animadamente, como três bons amigos que se reencontram depois de um tempo, mas na real nem nos conhecemos direito, só sabemos nossos nomes e pouco mais, e mesmo assim vamos prontos pra dar uma trepada em grupo.
Entramos no hotel sem problemas, só tivemos que pagar um extra pela pessoa a mais, uma mixaria se considerar a relação custo/benefício.
Enquanto a gente vai andando pelo corredor, os caras já tão loucos pra botar a mão em mim, e eu mesma cuido de provocar, já que vou caminhando só um pouquinho na frente deles, rebolando a bucetinha gostosa.
Ao entrar no quarto, elas se jogam em cima de mim, me flanqueando uma de cada lado e deixando, agora sim, as mãos deslizarem por cada curva do meu corpo.
—Este é o presente que eu queria! — digo num suspiro, beijando um e outro com uma intensidade arrebatadora.
Caio de joelhos no chão de repente e pego no volume da calça dele, apertando e massageando o que pulsa lá dentro.
—O melhor presente que ganhei nesse aniversário! — garanto a elas, já empunhando nas mãos umas pirocas que, apesar de não serem nada fora do comum, naquele momento para mim são lindas e impressionantes.
Não sei em quem vou chupar primeiro, mas tento não deixar nenhum dos dois de lado, indo de um pro outro com o mesmo tesão e vontade.
Os suspiros e gemidos que ambos soltam me servem ao mesmo tempo de estímulo e acompanhamento. Uma litania sensual e agônica que envolve a infinidade de beijos, lambidas e chupadas que eu dou neles.
Por sorte a gente não se apressou. Depois daquele começo frenético, a gente diminuiu o ritmo, e sem nem precisar falar, decidimos curtir uma noite que promete ser inesquecível.
Nus, a gente se deita na cama, eu no meio dos dois, aproveitando os beijos e carícias que percorrem meu corpo, focando a atenção especialmente nos meus peitos e na minha buceta, que se abre generosa e submisa pra eles.
Já tô toda molhada, comecei a ficar assim desde que vi vocês dois no balcão do bar, então os dedos de vocês, os dedos dos dois, deslizam suavemente por todo o meu interior, enquanto as línguas de vocês brigam com a minha, úmidas, quentes, macias.
Nós nos beijamos, nos chupamos, até nos mordemos, intensificando aos poucos essa paixão que ameaça nos explodir em mil pedaços.
Enquanto um começa a chupar minha buceta, o outro se distrai com meus peitos, trocando depois de um tempo pra que os dois possam me saborear sem restrições. Mas, por mais que eu adore as línguas e lábios deles, eu também preciso chupar. É isso que eu falo pra eles.
—Quero chupar você — sem especificar pra qual dos dois tô falando.
Em seguida, enquanto um fica chupando meu clitóris e lambendo meus lábios, o outro enfia a pica quase até a garganta. Seguro um enjoo e, respirando pelo nariz, começo a chupar ele, engolindo até as bolas em cada sugada.
Nós três nos divertimos formando uma corrente humana cujos elos brilham de paixão. Um me chupa e eu chupo o outro, que por sua vez parece decidido a deixar marcados na minha buceta os sinais de todos os seus dedos.
Tô chupando pra caralho, quando sinto que o primeiro solta meu clitóris e se afasta, mas só por um momento, porque logo em seguida ele coloca uma camisinha e volta a se posicionar entre minhas pernas, com a pica bem dura, naquela cor característica das tesões mais intensas e brutais.
Mas, apesar da tesão, ele mete de forma suave e delicada, o que agradeço, já que gosto de sentir assim, me invadindo aos poucos, sentindo como vai preenchendo cada cantinho com a virilidade dele.
Tiro a pica que tenho na boca e solto um suspiro, longo, calmo, satisfeito.
Ele fica um instante lá dentro, fazendo eu sentir ele, pra depois começar a se mover, pra dentro e pra fora, ganhando mais velocidade a cada estocada. Assim, enquanto um me fode, eu volto a chupar o outro, imaginando que é um pau longo e infinito que me penetra, entrando pela minha buceta e saindo pela minha boca, ou vice-versa, como se minha buceta fosse um único canal que atravessa todo o meu corpo.
Depois de um tempo eles trocam, e quem tava chupando agora me fode, e quem eu tava dando me oferece a dela pra minha boca gulosa ter o que se entreter. O prazer que sinto se traduz em suspiros e gemidos cada vez mais intensos.
-Mmmmhhhh..., chup..., chup..., chup..., mmmmhhhhh..., mmmmhhh...!
Entre os dois, repartem meu corpo igualmente, sem ciúmes nem egoísmo, sabendo que tudo está disponível pra eles curtirem, assim como eu curto eles.
Engasgo com pica e bolas quase sem respirar, enquanto continuam me abastecendo à vontade, incansáveis, ambos com umas ereções que parecem endurecer mais a cada instante.
Fico de quatro, levantando bem a raba pra eles me comerem de vez, sentindo meu corpo já se preparando pro estouro supremo. Primeiro um e depois o outro enfiam no seu próprio ritmo, com aquele jeito único que cada um tem de me foder.
Tô quase gozando, o orgasmo já batendo na porta da minha buceta, quando um dos meus amantes casuais, na hora não sei quem, mas depois descobri que era o Daniel, mete no meu cu. Foi só sentir ele abrindo caminho entre minhas nádegas que eu gozo escandalosamente, soltando uns uivos de puro prazer e satisfação.
Os caras devem ter pensado que eu tava há tempos sem dar uma trepada, pelo jeito que gozei, tão na urgência e na necessidade, mas a real é que eu tava com muito tesão acumulado.
Mesmo estando acabando como uma gostosa, os caras continuam me comendo, já que depois do Daniel veio o Abel, todo empolgado por poder aproveitar esse novo acesso ao meu corpo.
Então, enquanto um, o Abel, continua me comendo por trás, o outro, o Daniel, se adianta pra eu chupar a pica dele, me oferecendo toda aquela dureza exultante.
Gosto dessa sensação, de me sentir atravessada pelos dois lados, como se fossem necessárias duas rolas boas pra me preencher por completo.
Sem parar de sentir atrás de mim o incessante bate-estaca da pélvis do Abel, passo a língua no Daniel de uma ponta a outra, subindo e descendo, me deliciando com essa meladinha que escorre da cabecinha.
Sempre com o mesmo entusiasmo, chupo as bolas dele, comendo com pelo e tudo, me divertindo um bom tempo com esse par de balões cheios de testosterona.
Quando o Abel tira a pica do meu cu, de certeza pra não gozar tão cedo, eu subo de quatro em cima do Daniel, que continua deitado de costas, e colocando outra camisinha, uma das várias que a gente ia usar naquela noite, enfio eu mesma a rola dele e meto um fuck you total, subindo e descendo com aceleradas flexões de perna.
De repente eu paro e, com toda a pica dele enfiada, arqueio as costas e, me jogando pra frente, ofereço de novo pro outro a minha bundinha receptiva.
Com o amigo ainda dentro, ele enfia no meu cu, fazendo as lágrimas saltarem quando os dois começam a se mexer ao mesmo tempo, um por trás, o outro pela frente, ambos se encontrando no fundo da minha buceta.
Juro pra vocês que eu sentia eles se roçando lá dentro, se esfregando com aquela fricção acelerada que os dois usavam pra me furar.
Que delícia, meu Deus. Era a Glória Absoluta. Ter duas picas dentro, uma em cada buraco, me enchendo, me enlouquecendo, me submetendo a uma dupla penetração terrivelmente profunda e acelerada. O que mais eu podia pedir no meu aniversário?
Acabei de novo com eles, assim, ensanduichada no meio dos dois, sentindo, apesar da camisinha, como cada um se esvaziava dentro de mim.
Aí veio o relaxamento, a calmaria depois da tempestade. De novo a gente se deitou na cama, obviamente eu no meio, pra pegar uma coisa do frigobar e eles fumarem um cigarro.
Aproveito a pausa pra ligar pro meu marido e falar que tive que acompanhar uma das minhas amigas até a casa dela.
—Tá muito doida, sabe? Não posso deixar ela na mão nesse estado.
Com meus novos amigos já tínhamos decidido que íamos pernoitar em Pelicano, então a desculpa da amiga bêbada caiu como uma luva pra mim.
—Não se preocupa, ela mora sozinha, então vou ficar com ela e amanhã vou direto daqui pro escritório... E sim, com a mesma roupa, fazer o quê.
Meu marido me garantiu que cuidaria do Ro, de dar o café da manhã e levá-lo pra escolinha, pedindo pra eu ligar pra ele pra qualquer coisa, até se quisesse que ele fosse me buscar.
—Acho que não precisa, além disso já é tarde, é mais seguro assim.
Por sorte ela topou. Nos desejamos boa noite e nos despedimos com um mútuo "eu te amo".
Quando eu largo o celular, os caras caem na gargalhada, me parabenizando, segundo eles, por saber dar uma boa.
— Imagino que de agora em diante vocês vão vigiar melhor as suas esposas — falo pra eles.
—A próxima que me der uma desculpa dessas, eu vou correndo atrás dela — brinca Daniel.
E assim, entre piadas de chifre, a gente vai se animando de novo. Minhas mãos passeiam pelas virilhas deles, enquanto eles começam a me beijar e acariciar. Beijos, chupões, lambidas...
Volto a chupar elas em dupla, cuspindo saliva pra todo lado, engasgando com esse belo par de paus, preparando elas, deixando elas duras pra me furar de novo.
Me pegam de um por um, competindo entre si pra ver quem me faz gritar mais. E mesmo se esforçando, parece que chegam num empate.
Claro que nessa segunda rodada eles não iam se privar de outro duplo foda, então eu subo de costas sobre o Daniel, e enfiando o pau dele no meu cu, abro as pernas, entregando minha buceta pro Abel, que já tá colocando outra camisinha.
Enfia em mim e os dois me dão uma boa surra de pau, me comendo e me macetando sem parar, alargando ainda mais meus buracos, até eu gozar de novo, embora dizer que gozei seja só um formalismo, porque praticamente me desintegre no meio daqueles corpos quentes e suados.
—Isso...! — consigo exclamar enquanto me desmancho em espasmos de prazer — Isso... é o melhor presente que já me deram!
Soltou uns suspiros e então falo pra elas:
—Peçam o que quiserem, qualquer coisa, um último desejo que vocês tenham.
Já tinha dado tudo a eles, mas ainda me sentia em dívida. Precisava retribuir aquele presente desinteressado que estavam me dando.
Eles se olham, sorriem e me falam. E eu não pude dizer não pra eles, mesmo que o que eles queiram seja gozar na minha boca.
Eu me ajoelho no chão, eles ficam de pé ao meu lado, um de cada lado, e segurando bem firme nos ovos deles, chupo com fervor e entusiasmo. Devoro as picas deles até onde dá, saboreando, mastigando, até sentir que eles tão prestes a explodir. Aí eu bato uma pra eles, uma com cada mão, forte, violentamente, com a boca aberta e a língua pra fora, esperando a descarga, venha de onde vier.
E vem do lado do Daniel, que, entre tremores gostosos, me manda uns jatos de porra direto no céu da boca. Engulo o que dá e o que não dá, deixo escorrer por cima dos meus peitos.
Ainda estou saboreando aquela primeira porra, quando Abel também goza.
A gozada dele é bem mais generosa que a do amigo, um verdadeiro jorro leitoso,
quente e grosso, que logo encontra o caminho até minha garganta.
Engulo tudo também, ou o máximo que consigo, retribuindo com essa boa engolida de esperma
a atenção que os dois tiveram comigo.

Já quase amanhecendo, a gente trepa de novo, mas dessa vez, talvez pelo cansaço físico, já não fazem mais sanduichinho em mim.
Me pegam na posição clássica do papai e mamãe, enfiando entre minhas pernas, até gozar cada um na sua vez, dando assim o toque final num aniversário inesquecível.
Já passava das sete quando saímos do hotel. Eles se oferecem pra me deixar em algum lugar, o que agradeço, já que não eram obrigados, mas falo que não, que tô bem assim. A gente se despede então até nos encontrarmos de novo alguma outra noite no Verne Club e enquanto eles pegam um táxi na esquina, eu vou tomar café da manhã num daqueles cafezinhos que nunca fecham.
Já na mesa, enquanto saboreio um croissant, ligo pro meu marido pra avisar que já saí da casa da minha amiga.
—Já não dá tempo de ir pra casa, então tomo café da manhã por aqui e depois vou pro escritório.
—Você devia ter pedido pra sua amiga te preparar um café da manhã caprichado, era o mínimo que ela podia fazer — ela me repreende.
—Deixei ela em coma 4, com a ressaca que vai ter, essa hoje não vai trampar — falo.
Me conta como é que o Ro tá, que não deu problema nenhum nem pra levantar nem pra engolir a porra.
-Olha só- me surpreendo - Acho que vou me ausentar mais vezes-
—Não seja bobinha, a gente sente sua falta — ele me garante.
Nos despedimos até a noite, trocando muitos beijos e prometendo recuperar o tempo perdido o mais rápido possível.
Por sorte sou uma das primeiras a chegar na Companhia, assim posso vestir o uniforme pra minhas colegas que estiveram comigo na noite anterior não perceberem que tô com a mesma roupa.
Como se não tivesse dormido em casa!
E mesmo que eu contasse, acho que nenhuma acreditaria que acabei de passar a noite num hotel com dois caras. Isso é coisa de puta, e antes de tudo eu sou uma Senhora..., uma Senhora slut, claro.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
  
 
 
 
 
 
 
 

21 comentários - Um aniversário a três...

feliz cumple jaja si que soplaste la vela

muy buen relato como siempre besos Misko
Feliz cumple. Terrible regalo recibiste .

Se nota que andas muy "apurada" por asi decirlo , algunas palabras se te pegaron , pero como te lei casi todos los relatos , se que se debe a lo que comentas al principio .

La de la imagen de perfil sos vos? De ser asi, me doy cuenta que no chamuyas cuando hablas de tu pechos. Precioso, como no cometer pecado ante todo eso ! Saludos!
maestra! quiero una esposa asi! van 10 puntos señora!
Muy pero muy bueno y que bueno seria tener una mujer así como vos. Te dejo +10
Muy buen relato y vale la espera por tus encuentros
juste
Se te extrañaba, gracias por ser asi jaja
Es la primera vez q te leo y estuvo muy bueno tu relato.
Sublime relato, genia todos mis puntos y ojala algun dia pueda leer un mensaje tuyo en el inbox salud y feliz cumple
Siempre digo lo mismo...... QUE BIEN QUE ESCRIBS, MARITA!!!!!!!! Por supuesto van mis 10 puntines ante cada relato tuyo!!!!
Unico problema... te sigo desde hace mucho, pero las ultimas veces no me saltó el aviso de que publicaste un relato
Estoy a punto casi de venirme, con el orgasmo latiéndome en las puertasde la concha, cuándo uno de mis ocasionales amantes, en ese momento no sé quién,pero luego sabría que fue Daniel, me la mete por el culo.

Me gusta esa sensación, la de sentirme atravesada por los dos extremos,como si fueran necesarias dos buenas chotas para llenarme por completo.

Con su amigo todavía adentro, me la pone en el ojete, haciéndome saltarlas lágrimas cuando los dos empiezan a moverse al mismo tiempo, uno por detrás,el otro por delante,

Que delicia, por Dios. Era la Gloria Absoluta. Tener dos pijas adentro,una en cada agujero, llenándome, desquiciándome, sometiéndome a una doble penetraciónterriblemente profunda y acelerada. ¿Que más podía pedir en mi cumpleaños?
[/i]

Veo que una de tus poses favoritas es el "choque de espadas", y tus "amigos" te dieron en el gusto varias veces!!
Ah, muy FELIZ CUMPLEAÑOS 🎂querida Mary, y se ve que lo disfrutaste al máximo amiga, FELICITACIONES!! +10
Besitos linda💋
LEON

Un cumple de a tres...!!
Excelente relato. Muy caliente como siempre!
Feliz cumpleaños hermosa, ojala el proximo te podamos hacer un regalo entre mis amigos
Feliz cumple Marita, así se pasa una fiestaaaaaa de cumpleaños ,besos Bombón 😘😘🍸🍸
Que relato, me explotaba la cabeza, inferior y superior. Voy a estar atento a tu próximo cumple, en una de esas se me da. Besos y chupaditas