Candy… Kim… e mais uma.
A parte mais legal de ir morar sozinha é que eu não teria mais que aturar as frescuras dos meus pais e as brigas idiotas deles com meus tios pela herança da minha avó, então sim, mudar de ares estava me fazendo muito bem. Além disso, eu precisava da solidão que um bom apartamento dá pra me concentrar nos meus estudos de arquitetura, que, aliás, meu pai foi totalmente contra eu escolher esse curso porque achava que as garotas nunca seriam tão boas nisso quanto os homens. Besteira do caralho.
Me apressei pra tirar minhas coisas do táxi. Alguns dos poucos móveis que mandei a mudança trazer já estavam me esperando no meu quarto, então comigo eu só tinha trazido uns trecos, tipo caixas cheias de lembranças, livros, fotos e meus cadernos de histórias, que eu costumava escrever desde o ensino médio. Sempre tive uma imaginação boa pra ficar viajando em coisas sem importância.
Quando era criança, sonhava com unicórnios e castelos cheios de príncipes corajosos e gatos. No começo da adolescência, esses príncipes viraram princesas e em algum ponto eu me vi rodeada de um monte de contos onde as protagonistas principais eram duas mulheres se amando. E percebi que eu gostava daquilo e que era normal sentir essa atração pelo mesmo sexo, algo tão mal aceito na sociedade. Por sorte (ou nem tanta), todas essas fantasias nunca saíram do papel.
— Oi, preciso de ajuda?
Levantei a cabeça. Era uma mina super gostosa, universitária, se eu calculasse bem. Ela usava uma blusa fina e um short jeans. Tinha umas pernas brancas, meio finas mas com um formato bonito pra caralho, e me mostrava um sorriso super amigável, completado por lábios carnudos e olhos castanhos.
— Ah… sim. Valeu.
— Me chamo Kim, e você?
— Noah.
— Nossa, que nome bonito.
Pronto. Já tinha feito uma amiga gata pra começar. A tal Kim me ajudou a subir todas as minhas caixas até o apartamento. Ela era muito Também é uma boa conversadora, porque passou o tempo todo me perguntando sobre minha vida pessoal.
—Você tem namorado? Deve ser difícil deixar seus amigos pra trás. Que escola você vai? O que vai estudar? Esse prédio é lindo, né? Ah, adoro a cor dos seus olhos, seu cabelo tem um tom muito bonito.
Eu mal conseguia responder no ritmo que ela me entrevistava, como se ela fosse a proprietária e estivesse garantindo que nenhuma maníaca homicida ou algo do tipo fosse morar no prédio. Mas a companhia dela não estava sendo nada ruim, porque eu podia apreciar aquele corpinho gostoso. Eu era apaixonada por mulheres, embora fosse tímida demais pra chegar em uma e pedir pra sair. Sim, claro, às vezes tinha pensamentos pervertidos, mas no geral a ideia de ter uma namorada me atraía muito. Minha mãe já tinha dito que a mulher é o símbolo por excelência do amor, da maternidade e da delicadeza, então por que não ter uma assim do meu lado?
—Ufa! Finalmente terminamos, Noah. Bem-vinda ao prédio. Espero que se sinta confortável e…
—Kim! Cheguei!
Olhamos pro mesmo lugar. Subindo as escadas vinha uma garota ruiva linda. Quase caí dura, porque ela era muito gostosa. A pele leitosa, os olhos de um âmbar profundo e os peitos mais firmes e avantajados que eu já tinha visto, e pelo jeito que os biquinhos se marcavam contra o tecido fino da blusa dela, tive a impressão de que não estava usando sutiã. Não a culpava. O calor aqui era terrível pra ficar usando mais roupa do que o necessário.
—Ah, Candy! —sorriu efusivamente a Kim —. Olha, temos uma vizinha nova.
—Oi, eu sou a Noah.
—Candance, mas me chamam de Candy. Acham que sou tão doce quanto um caramelo ou algo assim.
Quando apertamos as mãos, talvez tenha sido só minha imaginação, mas senti que ela apertou meus dedos com mais força do que o normal.
—Bom, bem-vinda. Eu moro aqui do lado, com a Kim.
—Ah, é? São colegas de apê ou algo assim?
As duas garotas se riram, nervosas.
—Mais ou menos. Se precisar de algo, é só pedir, tá?
—Sim, claro —ri, meio sem graça—. Um copo de açúcar, quem sabe mais tarde.
—Ah, beleza.
—Tchau, Noah —disse Kim, passando um braço nas costas de Candy, e as duas saíram bem juntinhas pro apartamento delas. Eu tinha ficado suando, pensando que tinha caído direto no paraíso.
Mais tarde, depois de um banho, saí do apartamento pra explorar o prédio e ver onde ficavam a lavanderia, o correio, e tentar fazer amizade com os outros vizinhos que encontrasse. Não que eu fosse carente de atenção, mas era melhor conhecer o ambiente e talvez conseguir mais um amigo além da Kim.
Encontrei com ela uns andares abaixo, na lavanderia, e pra minha surpresa, ela não tava sozinha. Quis cumprimentar, mas congelei ao ver que ela tava sentada em cima de uma das máquinas de lavar, com os braços enlaçando o pescoço da Candy. As duas se beijavam como se não houvesse amanhã, e até os estalos dos lábios delas soavam escandalosamente deliciosos pra mim. Não era a primeira vez que via mulheres se beijando, mas de perto, com duas minas tão gostosas, com certeza era um espetáculo que não me deixou dar meia-volta. Então fiquei parada na porta, vendo as mãos da Kim descerem do pescoço pra cintura da namorada, e depois puxarem a blusa dela um pouco pra cima, como se tentasse tirar. A curvatura da Candy era incrivelmente definida e perfeita. Aí Kim enfiou as mãos por dentro da roupa e, pela posição em que tava, percebi que devia estar acariciando os peitos da ruiva. Ela riu.
—Para, meu amor. Calma. Tamo no meio do caminho, qualquer um pode ver.
—Desculpa. Tô com um pouco de vontade de você.
—Sim, mas a gente faz mais tarde.
Elas se deram mais um beijo e continuaram com o que estavam fazendo. Eu engoli seco. O que eu podia fazer? Esperei passar um tempinho e então saí do meu esconderijo, fingindo que nada tinha acontecido. —Oi, meninas. Lavando roupa?
—Ah, e aí, Noah? —foi o que Kim respondeu, me dando um beijo safado na bochecha.
—Explorando o prédio, novata?
—Sim, Candy. Só tava dando uma volta pra ver o que tem por aqui.
—Mais tarde a gente vai jantar comida tailandesa. Vem?
—Mmm… —olhei pra Kim como quem busca aprovação. Não que eu me importasse, mas fazer merda em trio não era minha praia.
—Vem, sim. Assim a gente se conhece melhor —sugeriu a pequena da Kim.
—Tá bom, já que tão insistindo, eu vou. Vejo vocês mais tarde. Vou subir pra… fazer alguma coisa.
E saí de lá pensando no que tinha visto, me divertindo com a imagem daquelas duas se comendo de beijo, e achei a coisa mais romântica. Olhei o relógio várias vezes, esperando a hora de me encontrar com elas, porque queria saber se pelo menos um beijo pra mim rolava. Talvez eu perguntasse sobre a relação delas, ou soltasse o assunto aos poucos.
Depois me acalmei. Tava pensando rápido demais. O que tava rolando comigo?
Quando deu a hora do jantar, fui no apartamento delas. Quem abriu foi a linda da Candy, que tava usando uns shorts esportivos bem curtos e uma blusa colada no peito perfeito dela. Não deu pra evitar, e parecendo um moleque, meu olhar foi direto pro canalzinho que se formava entre os peitos dela. Ela riu, inocente.
—Entra, para de olhar pras minhas tetas.
—Ah… desculpa —falei, toda vermelha.
O apartamento dela era muito bonito, bem feminino comparado com o meu, com as paredes pintadas de um amarelo alegre, piso de cerâmica bem limpo e um clima gostoso por causa do ar condicionado. Candy ia me guiando, e de costas eu vi que na lombar ela tinha uma tatuagem de borboleta decorada com cores verdes e laranja brilhantes. Na pele leitosa dela, destacava muito bem.
Quando vi a Kim, suspirei de encanto. Ela tava de saia curta e uma blusa branca meio transparente, que deixava ver o sutiã preto. Tinha acabado de tomar banho, porque o cabelo ainda molhado colava no rosto dela. Tava colocando os pratos na mesa e Quando ela nos viu chegar, me cumprimentou com um beijo gostoso na bochecha.
—Bom, vamos jantar, que a comida já chegou.
Por um tempo fiquei na defensiva, esperando que qualquer uma das duas puxasse algum assunto estranho. Não aconteceu. Depois de meia hora, as minas não passavam de umas vizinhas amigáveis convidando a novata pra jantar. Kim era a mais sociável das três, enquanto Candy, um pouco mais reservada, só bebia o suco dela, me dava um sorriso e respondia aos nossos comentários de um jeito sutil e elegante. Parecia uma mocinha refinada da realeza.
—E... bem —disse Kim —. Você tem sorte de ir pra escola de arquitetos. Ouvi das minhas amigas que tem uns caras muito gatos lá.
—Sério?
—Só se você tiver interesse neles —comentou Candy, e eu percebi que ela tava sondando o terreno, então fiz uma pergunta escandalosa pra elas.
—Vocês têm namorado?
As duas se olharam e riram de um jeito encantador. Eu só consegui ficar vermelha, não de vergonha, mas por causa da beleza delas.
—Hum. A gente tem parceiro, mas não do jeito que você tá pensando. —brincou Kim.
—A gente mora junto porque somos... parceiras —. O sorriso da Candy ficou mais cauteloso e ela me encarou como se avaliasse minha reação. Já que não consegui esconder minhas bochechas coradas, levantei meu copo e brindei.
—Pelo lesbianismo.
Isso fez a Candy relaxar.
—Você não tem problema, né? Sendo suas... futuras amigas, claro, se você quiser.
—Ah? Fiquem tranquilas —e lá fui eu —. Na verdade, eu também sou.
Kim ficou super interessada, pelo que pude ver na linguagem corporal dela. Ela se endireitou e alisou o cabelo. A namorada dela inclinou a cabeça com uma expressão duvidosa.
—Sério?
—Sim. Embora nunca tenha tido namorada, eu sinto muita atração por garotas.
—Alguma de nós te atrai? —se atreveu a perguntar a gata da Kim com um sorriso provocante. Já que as duas me olhavam com interesse, não consegui mentir.
—Bom, sim. Acho que vocês duas são lindas por igual.
A Candy gostou da resposta. Kim piscou pra mim. Tava me dando em cima, e na frente da namorada dela isso podia ser meio perigoso.
—E... você já experimentou com alguma garota, mesmo que não fosse sua namorada? Uma coisa de uma noite ou algo assim — se arriscou Candance, colocando um fio de cabelo atrás da orelha.
—Não. Só fantasiei, mas não tive a sorte de dividir a cama com uma garota. Queria, mas sou meio tímida pra tomar a iniciativa e meter a buceta.
As duas ficaram em silêncio por um tempo, e nesse intervalo eu me afundei na cadeira e me arrependi de ter contado um segredo desses. Podia ter dito que era a mulher mais sapatão do mundo e que tinha um monte de conquistas no currículo. Mas parece que não ligaram. Candy se levantou. Tocou o ombro da namorada e as duas foram pra um quarto. Depois de uns minutos, Kim espiou a cabeça.
—Vem.
—O quê?
—Vem. Queremos falar com você.
Meu coração deu um pulo. Será que...? Levantei. Minhas pernas tremiam. Quando entrei, vi que Candy tava sentada na cama, com as pernas fabulosas cruzadas num gesto sexy. A namorada sentou do lado.
—O que foi?
—Bom... já que você é como a gente, e não vai se ofender, mas conversei com a Kim e... a gente se perguntou se você toparia... se tiver vontade, quando quiser, claro, de participar com a gente num menage.
—Menage de quê?
Kim soltou uma gargalhada.
—Sexo entre as três.
Engasguei com minha própria saliva. Agora sim minhas pernas iam desabar.
—As... três?
—Bom, não vou te deixar com a Candy, e também não quero fazer sozinha. Então, se você topar... se não, a gente nunca mais toca no assunto.
Mordi o lábio e olhei em volta. Tudo que a gente precisava tava ali: a cama, os travesseiros, duas mulheres lindas prontas pra me dar minha primeira vez. Eu... eu como recusar? Quer dizer, eu tava desejando isso, né? Mas... elas eram um casal. Namoradas. Se amavam. Será que tava certo eu me meter na relação? Tudo bem que sexo é sexo, mas... não. sim.
—Você pode pensar com calma — disse a gostosa da Candy e descruzou as pernas. Depois se aproximou tanto de mim que os peitos dela encostaram nos meus. Foi um contato delicioso —. Podemos ouvir sua resposta depois. Se quiser, claro. A gente tá junto há três anos e… bem, achamos que seria legal se divertir com mais alguém. Não é que a gente vá trair ou algo assim. Só que todas as outras garotas que conhecemos são muito… duronas. Você é tipo um pãozinho.
Isso me lisonjeou e me confundiu ao mesmo tempo. Suspirei.
— Tá considerando? — perguntou Candance e encostou o rosto na minha bochecha. Só com isso, só com o toque dela e a promessa de ver aqueles peitos incríveis e tê-los só pra mim… já foi o suficiente.
— Qui… quero fazer.
— Agora?
— Dá… pra ser?
Isso a deixou muito satisfeita. Ela me pegou pela mão e me levou até a cama. Como talvez tivesse sido a ideia dela, pensou que seria bom ser a primeira a tomar a iniciativa, então se deitou confortavelmente. Eu me sentei. Kim, do meu lado, se inclinou e deu um beijo carinhoso na boca da namorada. As duas sorriram tão apaixonadas que me senti profundamente tocada por me deixarem participar.
— Me dá a mão, Noah.
— Tá, aqui.
— Inclina um pouco sobre a Candy.
Ela guiou minha mão pra colocar entre as pernas da ruiva, por cima da roupa. Deitada, Candy parecia tão linda quanto um anjo. Me inclinei sobre ela bem devagar. Os braços dela envolveram meu pescoço e me puxaram pros lábios dela. Quando beijei, meu corpo inteiro se encheu de endorfina e adrenalina. Era a primeira garota que eu beijava de verdade, e a invasão da língua dela me fez tremer.
— Esfrega um pouco — pediu Kim e moveu minha mão, que tava fazendo pressão na buceta da namorada dela. Engoli seco e comecei a fazer devagar. Enquanto os lábios da Candy continuavam brincando com os meus.
— Assim… devagar.
Me afastei um pouco, só pra ver a Kim se despir. Primeiro ela desabotoou a saia, que caiu suavemente. Depois tirou da blusa e do sutiã. Os peitos dela eram lindos, não tão grandes quanto os da Candy, mas com mamilos rosados, e a buceta dela parecia igualmente deliciosa. Eu engoli saliva de novo, e nesse momento a Candy me puxou de volta pra boca dela. Esqueci de mexer minha mão, então me forcei e arranquei o primeiro suspiro de verdade. Não conseguia parar de beijá-la. Era uma sensação incrível. Me concentrei nisso até quase sentir que éramos só nós duas. Mas me assustei um pouco quando alguém tentou tirar minha calça. Era a Kim.
— Você tem que se despir também.
— Claro.
Mais rápido do que imaginei, comecei a tirar o cinto. A Kim estava sentadinha, mordendo o lábio com um jeito provocante. A Candy me olhava com um sorriso de diversão pela minha falta de jeito. Fiquei só de calcinha. Elas riram porque tinha estampa da Hello Kitty.
— Ué? Não sou uma criancinha.
— Nunca dissemos que era —. Candy lambeu os lábios e tirou a blusa. Os peitos dela, meu deus, eram espetaculares, com os biquinhos um pouco mais escuros que os da namorada dela — por que você não prova?
— Será um… prazer — foi tudo que consegui dizer e, com muito cuidado, quase com medo, passei a língua pela superfície do busto dela. Era a pele mais macia e quente que já tinha provado. Fechei os olhos quando levei um dos mamilos dela à boca e chupei, como tinha visto nos filmes eróticos que uma vez assisti na TV.
Enquanto isso, a Kim saiu do meu lado e senti ela começando a tirar minha calcinha. Apertei os olhos. Que vergonha!
— Mm. Tive uma ideia melhor — disse a garota, deixando minha calcinha no meio do caminho. Ela se posicionou ao lado da namorada e começou a provocar com a ponta da língua o outro peito. Por um tempo, nós duas ficamos grudadas nos atributos da Candy, cada uma brincando com um biquinho diferente, mordiscando e chupando. Às vezes juntávamos as línguas e passávamos tão perto uma da outra que eu me fundia com ela num beijo molhado. —Vou terminar de te despir —Candy se levantou. Agora foi Kim quem se deitou com as pernas levemente abertas e começou a tocar os próprios peitos com muito cuidado. Enquanto isso, eu apoiei as costas na parede e tirei a blusa e o sutiã. Candance cuidou de tirar o que restava da minha meia-calça, e quando me deixou nua, não fez nenhum comentário e me beijou. Depois, apontou para Kim com o olhar — Já provou uma buceta?
— Nunca.
— Prova a da Kim. Já está molhada o suficiente.
— Tá tudo bem? Quer dizer… é sua…
— Ei, relaxa. A gente tá fazendo isso por acordo, certo?
— Sim, claro. Desculpa.
Me posicionei com um pouco de vergonha. Kim não teve nenhum e, com um sorriso, abriu as pernas completamente. Do meu lado, Candy passou meu cabelo para trás das orelhas e empurrou minha cabeça suavemente. Eu segui o movimento. Fechei os olhos e afundei a boca na buceta que me ofereciam, e nem preciso dizer que, assim que senti as dobras com minha língua, uma onda de prazer me embriagou e não consegui parar de lamber, de recolher a quantidade enorme de sucos que jorravam. Me senti excitada e levada por um prazer tão intenso que quase poderia ter gozado só por estar fazendo aquilo. Me afastei um pouco para ver melhor e procurei o clitóris dela. Ali, mordi de leve, tocando só com a ponta dos dentes e depois engolindo com a boca. Busquei a entrada e, como possessa, tentei tocar o interior dela com minha língua. Isso fez Kim gemer com uma vozinha tão fofa que encheu meu coração de felicidade.
Era a primeira vez. Minha primeira vez e eu estava aproveitando tanto que não queria parar até agradecer com um orgasmo fantástico. Olhei para Candy. Ela estava deitada ao lado da namorada, que a masturbava e beijava ao mesmo tempo. Porra! Eu tinha as duas bucetas para mim. Mudei então para a de Candy e também provei. Tinha um gosto um pouco diferente. Não soube dizer o quê. Talvez o sabor variasse, mas era igualmente deliciosa.
— Você não está fazendo Tão ruim assim pra ser uma novata" —disse Candy entre um gemido.
Kim se levantou. Pegou minha mão e, com cuidado, fez eu enfiar dois dedos dentro da buceta da Candance. Como é que não tinha pensado nisso? Por dentro ela fervia, com a paixão correndo nas veias, e uma sensação molhada ao sentir como ela se encharcava mais com a entrada dos meus dedos. Coloquei eles em forma de gancho e puxei devagar, arrancando estragos de prazer, levando ela a um gozo tão espetacular que a ruiva começou a rebolar o quadril, fazendo com que a entrada dela se esfregasse mais na minha boca.
—Ah… sim, assim tá bom, Noah. Mais fundo, dá?
—Assim?
—Sim. Tá bom. Tá gostando? A gente pode parar se…
Eu ri.
—Parar? Não, valeu.
As namoradas se olharam, sorrindo.
—Vem cá, meu amor —obedecendo ao chamado da ruiva, Kim se apressou em colocar a bunda ao alcance da boca da outra mulher. Era o primeiro 69 que eu via ao vivo, e a carinha de gatinha que Kim fez quando a namorada dela invadiu entre as pregas foi tão deliciosa que me inclinei pra beijá-la com o gosto dos próprios sucos da Candance.
—E se a gente lamber ela juntas? —sugeriu, e na mesma hora tanto a língua dela quanto a minha estavam comendo do mesmo lugar, limpando os doces néctares que lubrificavam a Candy. Eu era quem tinha o prazer de penetrá-la com os dedos, mas num instante a namorada dela também enfiou um, o que aumentou a pressão lá dentro e fez a ruiva soltar uns gemidos misturando dor e prazer. Safadas, nós duas rimos e trocamos um beijo de língua bem molhado.
—Quer tentar?
—Claro. Adoraria.
—Quem você quer?
—Mmm. A… Candy.
Ela pareceu feliz com isso. Eu me deitei e abri as pernas. Num piscar de olhos, a Candance deixou cair a vagina formidável dela na minha cara. Juro que nunca tinha vivido algo mais erótico na vida, então quando ela ficou ao meu alcance, comecei a lamber com força renovada. Enquanto isso, dava pra sentir os dedos dele na minha própria buceta.
—Kim, você afasta um pouco.
—Ela é virgem — disse a garota.
—Porque nunca transou, bobinha. Claro que é virgem.
—Virgindade… — murmurou Kim, sonhadora —. Tinha esquecido o que é isso.
Eu ri, mas não dei muita bola e me concentrei no que tava fazendo. Parei de chupar um tempo depois, só pra ver como a buceta da Candy voltava a ficar molhadinha aos poucos. Aí, com mais força do que antes, me enfiei nela.
—Mete uns dedos se quiser, querida.
—Claro — ela não precisou repetir, e eu me deliciei de novo com aquele calorzinho tão especial que se espalhava de dentro dela até meus nervos e levava meu cérebro a um mar de prazer. Até sorri quando senti duas línguas diferentes percorrendo as dobras da minha buceta, brincando com meu clitóris e pressionando de leve meu hímen, que guardava meu último tesouro virginal.
—Quer que alguma de nós te desvirgue? — perguntou Kim.
—Não seja boba — de repente a voz da Candy ficou séria —. Escuta, Noah. Isso aqui é só diversão pra gente e uma experiência nova pra você, mas tirar sua virgindade não é nossa função, entendeu? Você tem que encontrar alguém que ame. Poucas garotas ainda são virgens na sua idade.
Não soube se levar aquilo como um elogio ou não. O ponto é que, no fundo, ela tinha razão. Embora o sexo estivesse indo muito bem, toda a minha família me ensinou que a virgindade só se perde uma vez, e a verdade é que eu era meio sentimental e adorava primeiras vezes. Por exemplo, meu primeiro beijo foi com meu melhor amigo, e meu primeiro bichinho foi uma vadia que encontrei na rua. O ponto é que eu queria ser desvirgada pelo amor da minha vida. Não por elas. Assenti, orgulhosa. Pelo menos eu tinha alguns princípios, né?
Voltei à minha tarefa de chupar a buceta da Candy.
Pouco depois ela saiu, e Kim tomou o lugar dela. Enquanto isso, a língua da Candance fazia maravilhas.
—Quer provar meus peitos?
—Sim.
Kim se virou e montou em cima de mim. Seus lindos Os mamilos ficaram ao meu alcance, e não hesitei nem um segundo em pegá-los, apertá-los e enfiá-los na boca pra sentir aquela textura dura de tesão. Candy abriu mais minhas pernas e lambeu com força renovada, me masturbando com toda a energia que tinha. Foi aí que senti chegando. Meu primeiro orgasmo. Sem dúvida.
— Ela vai gozar! — exclamou Kim e foi direto pra minha virilha. Lá, as duas meninas colaram a boca na minha buceta.
Sério. Duas línguas lambendo o mesmo ponto foi tipo jogar um fósforo num tanque de gasolina. Tive um orgasmo de proporções apocalípticas, como se o mundo tivesse partido ao meio. Arqueei as costas. Gemi e até chorei de prazer quando toda aquela descarga elétrica percorreu meus nervos uma, duas, várias vezes. Vi estrelas, galáxias, planetas, porra! Que sensação fabulosa! E mesmo depois de eu ter gozado, elas continuaram um tempinho entre minhas pernas.
Acariciavam minhas coxas, beijavam meus joelhos. As duas subiram com as línguas pelo meu abdômen e cada uma se dedicou aos meus peitos de um jeito selvagemente delicioso. Duas bocas mordendo meus mamilos era algo antinatural, tão estranho e prazeroso que eu ofegava de puro tesão. Depois, as três juntamos nossas bocas num beijo tão diferente, sexy, quase sujo, falando em termos sexuais. Senti meu gosto nos lábios delas, e adorei.
Aí as duas meninas ficaram deitadas ao meu lado. Candy à minha direita, passando a língua nos meus peitos e me masturbando com uma mão, e Kim, mais meiga que uma gatinha, parecia dormir com um sorriso suave.
Em algum momento, no meio das carícias vaginais da Candance, acabei dormindo.
Quando acordei, as duas meninas ainda estavam ao meu lado.
— Não foi um sonho... — murmurei, e antes que alguma delas acordasse, me virei pra Candy e comecei a beijá-la até ela abrir os olhos.
— Gostou?
— Amei, obrigada.
Ela sorriu feito uma coelhinha feliz.
— Pra isso que servem as vizinhas.
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Sou nova aqui, então se vocês gostaram, comentem pra mais xD Saudações!
A parte mais legal de ir morar sozinha é que eu não teria mais que aturar as frescuras dos meus pais e as brigas idiotas deles com meus tios pela herança da minha avó, então sim, mudar de ares estava me fazendo muito bem. Além disso, eu precisava da solidão que um bom apartamento dá pra me concentrar nos meus estudos de arquitetura, que, aliás, meu pai foi totalmente contra eu escolher esse curso porque achava que as garotas nunca seriam tão boas nisso quanto os homens. Besteira do caralho.
Me apressei pra tirar minhas coisas do táxi. Alguns dos poucos móveis que mandei a mudança trazer já estavam me esperando no meu quarto, então comigo eu só tinha trazido uns trecos, tipo caixas cheias de lembranças, livros, fotos e meus cadernos de histórias, que eu costumava escrever desde o ensino médio. Sempre tive uma imaginação boa pra ficar viajando em coisas sem importância.
Quando era criança, sonhava com unicórnios e castelos cheios de príncipes corajosos e gatos. No começo da adolescência, esses príncipes viraram princesas e em algum ponto eu me vi rodeada de um monte de contos onde as protagonistas principais eram duas mulheres se amando. E percebi que eu gostava daquilo e que era normal sentir essa atração pelo mesmo sexo, algo tão mal aceito na sociedade. Por sorte (ou nem tanta), todas essas fantasias nunca saíram do papel.
— Oi, preciso de ajuda?
Levantei a cabeça. Era uma mina super gostosa, universitária, se eu calculasse bem. Ela usava uma blusa fina e um short jeans. Tinha umas pernas brancas, meio finas mas com um formato bonito pra caralho, e me mostrava um sorriso super amigável, completado por lábios carnudos e olhos castanhos.
— Ah… sim. Valeu.
— Me chamo Kim, e você?
— Noah.
— Nossa, que nome bonito.
Pronto. Já tinha feito uma amiga gata pra começar. A tal Kim me ajudou a subir todas as minhas caixas até o apartamento. Ela era muito Também é uma boa conversadora, porque passou o tempo todo me perguntando sobre minha vida pessoal.
—Você tem namorado? Deve ser difícil deixar seus amigos pra trás. Que escola você vai? O que vai estudar? Esse prédio é lindo, né? Ah, adoro a cor dos seus olhos, seu cabelo tem um tom muito bonito.
Eu mal conseguia responder no ritmo que ela me entrevistava, como se ela fosse a proprietária e estivesse garantindo que nenhuma maníaca homicida ou algo do tipo fosse morar no prédio. Mas a companhia dela não estava sendo nada ruim, porque eu podia apreciar aquele corpinho gostoso. Eu era apaixonada por mulheres, embora fosse tímida demais pra chegar em uma e pedir pra sair. Sim, claro, às vezes tinha pensamentos pervertidos, mas no geral a ideia de ter uma namorada me atraía muito. Minha mãe já tinha dito que a mulher é o símbolo por excelência do amor, da maternidade e da delicadeza, então por que não ter uma assim do meu lado?
—Ufa! Finalmente terminamos, Noah. Bem-vinda ao prédio. Espero que se sinta confortável e…
—Kim! Cheguei!
Olhamos pro mesmo lugar. Subindo as escadas vinha uma garota ruiva linda. Quase caí dura, porque ela era muito gostosa. A pele leitosa, os olhos de um âmbar profundo e os peitos mais firmes e avantajados que eu já tinha visto, e pelo jeito que os biquinhos se marcavam contra o tecido fino da blusa dela, tive a impressão de que não estava usando sutiã. Não a culpava. O calor aqui era terrível pra ficar usando mais roupa do que o necessário.
—Ah, Candy! —sorriu efusivamente a Kim —. Olha, temos uma vizinha nova.
—Oi, eu sou a Noah.
—Candance, mas me chamam de Candy. Acham que sou tão doce quanto um caramelo ou algo assim.
Quando apertamos as mãos, talvez tenha sido só minha imaginação, mas senti que ela apertou meus dedos com mais força do que o normal.
—Bom, bem-vinda. Eu moro aqui do lado, com a Kim.
—Ah, é? São colegas de apê ou algo assim?
As duas garotas se riram, nervosas.
—Mais ou menos. Se precisar de algo, é só pedir, tá?
—Sim, claro —ri, meio sem graça—. Um copo de açúcar, quem sabe mais tarde.
—Ah, beleza.
—Tchau, Noah —disse Kim, passando um braço nas costas de Candy, e as duas saíram bem juntinhas pro apartamento delas. Eu tinha ficado suando, pensando que tinha caído direto no paraíso.
Mais tarde, depois de um banho, saí do apartamento pra explorar o prédio e ver onde ficavam a lavanderia, o correio, e tentar fazer amizade com os outros vizinhos que encontrasse. Não que eu fosse carente de atenção, mas era melhor conhecer o ambiente e talvez conseguir mais um amigo além da Kim.
Encontrei com ela uns andares abaixo, na lavanderia, e pra minha surpresa, ela não tava sozinha. Quis cumprimentar, mas congelei ao ver que ela tava sentada em cima de uma das máquinas de lavar, com os braços enlaçando o pescoço da Candy. As duas se beijavam como se não houvesse amanhã, e até os estalos dos lábios delas soavam escandalosamente deliciosos pra mim. Não era a primeira vez que via mulheres se beijando, mas de perto, com duas minas tão gostosas, com certeza era um espetáculo que não me deixou dar meia-volta. Então fiquei parada na porta, vendo as mãos da Kim descerem do pescoço pra cintura da namorada, e depois puxarem a blusa dela um pouco pra cima, como se tentasse tirar. A curvatura da Candy era incrivelmente definida e perfeita. Aí Kim enfiou as mãos por dentro da roupa e, pela posição em que tava, percebi que devia estar acariciando os peitos da ruiva. Ela riu.
—Para, meu amor. Calma. Tamo no meio do caminho, qualquer um pode ver.
—Desculpa. Tô com um pouco de vontade de você.
—Sim, mas a gente faz mais tarde.
Elas se deram mais um beijo e continuaram com o que estavam fazendo. Eu engoli seco. O que eu podia fazer? Esperei passar um tempinho e então saí do meu esconderijo, fingindo que nada tinha acontecido. —Oi, meninas. Lavando roupa?
—Ah, e aí, Noah? —foi o que Kim respondeu, me dando um beijo safado na bochecha.
—Explorando o prédio, novata?
—Sim, Candy. Só tava dando uma volta pra ver o que tem por aqui.
—Mais tarde a gente vai jantar comida tailandesa. Vem?
—Mmm… —olhei pra Kim como quem busca aprovação. Não que eu me importasse, mas fazer merda em trio não era minha praia.
—Vem, sim. Assim a gente se conhece melhor —sugeriu a pequena da Kim.
—Tá bom, já que tão insistindo, eu vou. Vejo vocês mais tarde. Vou subir pra… fazer alguma coisa.
E saí de lá pensando no que tinha visto, me divertindo com a imagem daquelas duas se comendo de beijo, e achei a coisa mais romântica. Olhei o relógio várias vezes, esperando a hora de me encontrar com elas, porque queria saber se pelo menos um beijo pra mim rolava. Talvez eu perguntasse sobre a relação delas, ou soltasse o assunto aos poucos.
Depois me acalmei. Tava pensando rápido demais. O que tava rolando comigo?
Quando deu a hora do jantar, fui no apartamento delas. Quem abriu foi a linda da Candy, que tava usando uns shorts esportivos bem curtos e uma blusa colada no peito perfeito dela. Não deu pra evitar, e parecendo um moleque, meu olhar foi direto pro canalzinho que se formava entre os peitos dela. Ela riu, inocente.
—Entra, para de olhar pras minhas tetas.
—Ah… desculpa —falei, toda vermelha.
O apartamento dela era muito bonito, bem feminino comparado com o meu, com as paredes pintadas de um amarelo alegre, piso de cerâmica bem limpo e um clima gostoso por causa do ar condicionado. Candy ia me guiando, e de costas eu vi que na lombar ela tinha uma tatuagem de borboleta decorada com cores verdes e laranja brilhantes. Na pele leitosa dela, destacava muito bem.
Quando vi a Kim, suspirei de encanto. Ela tava de saia curta e uma blusa branca meio transparente, que deixava ver o sutiã preto. Tinha acabado de tomar banho, porque o cabelo ainda molhado colava no rosto dela. Tava colocando os pratos na mesa e Quando ela nos viu chegar, me cumprimentou com um beijo gostoso na bochecha.
—Bom, vamos jantar, que a comida já chegou.
Por um tempo fiquei na defensiva, esperando que qualquer uma das duas puxasse algum assunto estranho. Não aconteceu. Depois de meia hora, as minas não passavam de umas vizinhas amigáveis convidando a novata pra jantar. Kim era a mais sociável das três, enquanto Candy, um pouco mais reservada, só bebia o suco dela, me dava um sorriso e respondia aos nossos comentários de um jeito sutil e elegante. Parecia uma mocinha refinada da realeza.
—E... bem —disse Kim —. Você tem sorte de ir pra escola de arquitetos. Ouvi das minhas amigas que tem uns caras muito gatos lá.
—Sério?
—Só se você tiver interesse neles —comentou Candy, e eu percebi que ela tava sondando o terreno, então fiz uma pergunta escandalosa pra elas.
—Vocês têm namorado?
As duas se olharam e riram de um jeito encantador. Eu só consegui ficar vermelha, não de vergonha, mas por causa da beleza delas.
—Hum. A gente tem parceiro, mas não do jeito que você tá pensando. —brincou Kim.
—A gente mora junto porque somos... parceiras —. O sorriso da Candy ficou mais cauteloso e ela me encarou como se avaliasse minha reação. Já que não consegui esconder minhas bochechas coradas, levantei meu copo e brindei.
—Pelo lesbianismo.
Isso fez a Candy relaxar.
—Você não tem problema, né? Sendo suas... futuras amigas, claro, se você quiser.
—Ah? Fiquem tranquilas —e lá fui eu —. Na verdade, eu também sou.
Kim ficou super interessada, pelo que pude ver na linguagem corporal dela. Ela se endireitou e alisou o cabelo. A namorada dela inclinou a cabeça com uma expressão duvidosa.
—Sério?
—Sim. Embora nunca tenha tido namorada, eu sinto muita atração por garotas.
—Alguma de nós te atrai? —se atreveu a perguntar a gata da Kim com um sorriso provocante. Já que as duas me olhavam com interesse, não consegui mentir.
—Bom, sim. Acho que vocês duas são lindas por igual.
A Candy gostou da resposta. Kim piscou pra mim. Tava me dando em cima, e na frente da namorada dela isso podia ser meio perigoso.
—E... você já experimentou com alguma garota, mesmo que não fosse sua namorada? Uma coisa de uma noite ou algo assim — se arriscou Candance, colocando um fio de cabelo atrás da orelha.
—Não. Só fantasiei, mas não tive a sorte de dividir a cama com uma garota. Queria, mas sou meio tímida pra tomar a iniciativa e meter a buceta.
As duas ficaram em silêncio por um tempo, e nesse intervalo eu me afundei na cadeira e me arrependi de ter contado um segredo desses. Podia ter dito que era a mulher mais sapatão do mundo e que tinha um monte de conquistas no currículo. Mas parece que não ligaram. Candy se levantou. Tocou o ombro da namorada e as duas foram pra um quarto. Depois de uns minutos, Kim espiou a cabeça.
—Vem.
—O quê?
—Vem. Queremos falar com você.
Meu coração deu um pulo. Será que...? Levantei. Minhas pernas tremiam. Quando entrei, vi que Candy tava sentada na cama, com as pernas fabulosas cruzadas num gesto sexy. A namorada sentou do lado.
—O que foi?
—Bom... já que você é como a gente, e não vai se ofender, mas conversei com a Kim e... a gente se perguntou se você toparia... se tiver vontade, quando quiser, claro, de participar com a gente num menage.
—Menage de quê?
Kim soltou uma gargalhada.
—Sexo entre as três.
Engasguei com minha própria saliva. Agora sim minhas pernas iam desabar.
—As... três?
—Bom, não vou te deixar com a Candy, e também não quero fazer sozinha. Então, se você topar... se não, a gente nunca mais toca no assunto.
Mordi o lábio e olhei em volta. Tudo que a gente precisava tava ali: a cama, os travesseiros, duas mulheres lindas prontas pra me dar minha primeira vez. Eu... eu como recusar? Quer dizer, eu tava desejando isso, né? Mas... elas eram um casal. Namoradas. Se amavam. Será que tava certo eu me meter na relação? Tudo bem que sexo é sexo, mas... não. sim.
—Você pode pensar com calma — disse a gostosa da Candy e descruzou as pernas. Depois se aproximou tanto de mim que os peitos dela encostaram nos meus. Foi um contato delicioso —. Podemos ouvir sua resposta depois. Se quiser, claro. A gente tá junto há três anos e… bem, achamos que seria legal se divertir com mais alguém. Não é que a gente vá trair ou algo assim. Só que todas as outras garotas que conhecemos são muito… duronas. Você é tipo um pãozinho.
Isso me lisonjeou e me confundiu ao mesmo tempo. Suspirei.
— Tá considerando? — perguntou Candance e encostou o rosto na minha bochecha. Só com isso, só com o toque dela e a promessa de ver aqueles peitos incríveis e tê-los só pra mim… já foi o suficiente.
— Qui… quero fazer.
— Agora?
— Dá… pra ser?
Isso a deixou muito satisfeita. Ela me pegou pela mão e me levou até a cama. Como talvez tivesse sido a ideia dela, pensou que seria bom ser a primeira a tomar a iniciativa, então se deitou confortavelmente. Eu me sentei. Kim, do meu lado, se inclinou e deu um beijo carinhoso na boca da namorada. As duas sorriram tão apaixonadas que me senti profundamente tocada por me deixarem participar.
— Me dá a mão, Noah.
— Tá, aqui.
— Inclina um pouco sobre a Candy.
Ela guiou minha mão pra colocar entre as pernas da ruiva, por cima da roupa. Deitada, Candy parecia tão linda quanto um anjo. Me inclinei sobre ela bem devagar. Os braços dela envolveram meu pescoço e me puxaram pros lábios dela. Quando beijei, meu corpo inteiro se encheu de endorfina e adrenalina. Era a primeira garota que eu beijava de verdade, e a invasão da língua dela me fez tremer.
— Esfrega um pouco — pediu Kim e moveu minha mão, que tava fazendo pressão na buceta da namorada dela. Engoli seco e comecei a fazer devagar. Enquanto os lábios da Candy continuavam brincando com os meus.
— Assim… devagar.
Me afastei um pouco, só pra ver a Kim se despir. Primeiro ela desabotoou a saia, que caiu suavemente. Depois tirou da blusa e do sutiã. Os peitos dela eram lindos, não tão grandes quanto os da Candy, mas com mamilos rosados, e a buceta dela parecia igualmente deliciosa. Eu engoli saliva de novo, e nesse momento a Candy me puxou de volta pra boca dela. Esqueci de mexer minha mão, então me forcei e arranquei o primeiro suspiro de verdade. Não conseguia parar de beijá-la. Era uma sensação incrível. Me concentrei nisso até quase sentir que éramos só nós duas. Mas me assustei um pouco quando alguém tentou tirar minha calça. Era a Kim.
— Você tem que se despir também.
— Claro.
Mais rápido do que imaginei, comecei a tirar o cinto. A Kim estava sentadinha, mordendo o lábio com um jeito provocante. A Candy me olhava com um sorriso de diversão pela minha falta de jeito. Fiquei só de calcinha. Elas riram porque tinha estampa da Hello Kitty.
— Ué? Não sou uma criancinha.
— Nunca dissemos que era —. Candy lambeu os lábios e tirou a blusa. Os peitos dela, meu deus, eram espetaculares, com os biquinhos um pouco mais escuros que os da namorada dela — por que você não prova?
— Será um… prazer — foi tudo que consegui dizer e, com muito cuidado, quase com medo, passei a língua pela superfície do busto dela. Era a pele mais macia e quente que já tinha provado. Fechei os olhos quando levei um dos mamilos dela à boca e chupei, como tinha visto nos filmes eróticos que uma vez assisti na TV.
Enquanto isso, a Kim saiu do meu lado e senti ela começando a tirar minha calcinha. Apertei os olhos. Que vergonha!
— Mm. Tive uma ideia melhor — disse a garota, deixando minha calcinha no meio do caminho. Ela se posicionou ao lado da namorada e começou a provocar com a ponta da língua o outro peito. Por um tempo, nós duas ficamos grudadas nos atributos da Candy, cada uma brincando com um biquinho diferente, mordiscando e chupando. Às vezes juntávamos as línguas e passávamos tão perto uma da outra que eu me fundia com ela num beijo molhado. —Vou terminar de te despir —Candy se levantou. Agora foi Kim quem se deitou com as pernas levemente abertas e começou a tocar os próprios peitos com muito cuidado. Enquanto isso, eu apoiei as costas na parede e tirei a blusa e o sutiã. Candance cuidou de tirar o que restava da minha meia-calça, e quando me deixou nua, não fez nenhum comentário e me beijou. Depois, apontou para Kim com o olhar — Já provou uma buceta?
— Nunca.
— Prova a da Kim. Já está molhada o suficiente.
— Tá tudo bem? Quer dizer… é sua…
— Ei, relaxa. A gente tá fazendo isso por acordo, certo?
— Sim, claro. Desculpa.
Me posicionei com um pouco de vergonha. Kim não teve nenhum e, com um sorriso, abriu as pernas completamente. Do meu lado, Candy passou meu cabelo para trás das orelhas e empurrou minha cabeça suavemente. Eu segui o movimento. Fechei os olhos e afundei a boca na buceta que me ofereciam, e nem preciso dizer que, assim que senti as dobras com minha língua, uma onda de prazer me embriagou e não consegui parar de lamber, de recolher a quantidade enorme de sucos que jorravam. Me senti excitada e levada por um prazer tão intenso que quase poderia ter gozado só por estar fazendo aquilo. Me afastei um pouco para ver melhor e procurei o clitóris dela. Ali, mordi de leve, tocando só com a ponta dos dentes e depois engolindo com a boca. Busquei a entrada e, como possessa, tentei tocar o interior dela com minha língua. Isso fez Kim gemer com uma vozinha tão fofa que encheu meu coração de felicidade.
Era a primeira vez. Minha primeira vez e eu estava aproveitando tanto que não queria parar até agradecer com um orgasmo fantástico. Olhei para Candy. Ela estava deitada ao lado da namorada, que a masturbava e beijava ao mesmo tempo. Porra! Eu tinha as duas bucetas para mim. Mudei então para a de Candy e também provei. Tinha um gosto um pouco diferente. Não soube dizer o quê. Talvez o sabor variasse, mas era igualmente deliciosa.
— Você não está fazendo Tão ruim assim pra ser uma novata" —disse Candy entre um gemido.
Kim se levantou. Pegou minha mão e, com cuidado, fez eu enfiar dois dedos dentro da buceta da Candance. Como é que não tinha pensado nisso? Por dentro ela fervia, com a paixão correndo nas veias, e uma sensação molhada ao sentir como ela se encharcava mais com a entrada dos meus dedos. Coloquei eles em forma de gancho e puxei devagar, arrancando estragos de prazer, levando ela a um gozo tão espetacular que a ruiva começou a rebolar o quadril, fazendo com que a entrada dela se esfregasse mais na minha boca.
—Ah… sim, assim tá bom, Noah. Mais fundo, dá?
—Assim?
—Sim. Tá bom. Tá gostando? A gente pode parar se…
Eu ri.
—Parar? Não, valeu.
As namoradas se olharam, sorrindo.
—Vem cá, meu amor —obedecendo ao chamado da ruiva, Kim se apressou em colocar a bunda ao alcance da boca da outra mulher. Era o primeiro 69 que eu via ao vivo, e a carinha de gatinha que Kim fez quando a namorada dela invadiu entre as pregas foi tão deliciosa que me inclinei pra beijá-la com o gosto dos próprios sucos da Candance.
—E se a gente lamber ela juntas? —sugeriu, e na mesma hora tanto a língua dela quanto a minha estavam comendo do mesmo lugar, limpando os doces néctares que lubrificavam a Candy. Eu era quem tinha o prazer de penetrá-la com os dedos, mas num instante a namorada dela também enfiou um, o que aumentou a pressão lá dentro e fez a ruiva soltar uns gemidos misturando dor e prazer. Safadas, nós duas rimos e trocamos um beijo de língua bem molhado.
—Quer tentar?
—Claro. Adoraria.
—Quem você quer?
—Mmm. A… Candy.
Ela pareceu feliz com isso. Eu me deitei e abri as pernas. Num piscar de olhos, a Candance deixou cair a vagina formidável dela na minha cara. Juro que nunca tinha vivido algo mais erótico na vida, então quando ela ficou ao meu alcance, comecei a lamber com força renovada. Enquanto isso, dava pra sentir os dedos dele na minha própria buceta.
—Kim, você afasta um pouco.
—Ela é virgem — disse a garota.
—Porque nunca transou, bobinha. Claro que é virgem.
—Virgindade… — murmurou Kim, sonhadora —. Tinha esquecido o que é isso.
Eu ri, mas não dei muita bola e me concentrei no que tava fazendo. Parei de chupar um tempo depois, só pra ver como a buceta da Candy voltava a ficar molhadinha aos poucos. Aí, com mais força do que antes, me enfiei nela.
—Mete uns dedos se quiser, querida.
—Claro — ela não precisou repetir, e eu me deliciei de novo com aquele calorzinho tão especial que se espalhava de dentro dela até meus nervos e levava meu cérebro a um mar de prazer. Até sorri quando senti duas línguas diferentes percorrendo as dobras da minha buceta, brincando com meu clitóris e pressionando de leve meu hímen, que guardava meu último tesouro virginal.
—Quer que alguma de nós te desvirgue? — perguntou Kim.
—Não seja boba — de repente a voz da Candy ficou séria —. Escuta, Noah. Isso aqui é só diversão pra gente e uma experiência nova pra você, mas tirar sua virgindade não é nossa função, entendeu? Você tem que encontrar alguém que ame. Poucas garotas ainda são virgens na sua idade.
Não soube se levar aquilo como um elogio ou não. O ponto é que, no fundo, ela tinha razão. Embora o sexo estivesse indo muito bem, toda a minha família me ensinou que a virgindade só se perde uma vez, e a verdade é que eu era meio sentimental e adorava primeiras vezes. Por exemplo, meu primeiro beijo foi com meu melhor amigo, e meu primeiro bichinho foi uma vadia que encontrei na rua. O ponto é que eu queria ser desvirgada pelo amor da minha vida. Não por elas. Assenti, orgulhosa. Pelo menos eu tinha alguns princípios, né?
Voltei à minha tarefa de chupar a buceta da Candy.
Pouco depois ela saiu, e Kim tomou o lugar dela. Enquanto isso, a língua da Candance fazia maravilhas.
—Quer provar meus peitos?
—Sim.
Kim se virou e montou em cima de mim. Seus lindos Os mamilos ficaram ao meu alcance, e não hesitei nem um segundo em pegá-los, apertá-los e enfiá-los na boca pra sentir aquela textura dura de tesão. Candy abriu mais minhas pernas e lambeu com força renovada, me masturbando com toda a energia que tinha. Foi aí que senti chegando. Meu primeiro orgasmo. Sem dúvida.
— Ela vai gozar! — exclamou Kim e foi direto pra minha virilha. Lá, as duas meninas colaram a boca na minha buceta.
Sério. Duas línguas lambendo o mesmo ponto foi tipo jogar um fósforo num tanque de gasolina. Tive um orgasmo de proporções apocalípticas, como se o mundo tivesse partido ao meio. Arqueei as costas. Gemi e até chorei de prazer quando toda aquela descarga elétrica percorreu meus nervos uma, duas, várias vezes. Vi estrelas, galáxias, planetas, porra! Que sensação fabulosa! E mesmo depois de eu ter gozado, elas continuaram um tempinho entre minhas pernas.
Acariciavam minhas coxas, beijavam meus joelhos. As duas subiram com as línguas pelo meu abdômen e cada uma se dedicou aos meus peitos de um jeito selvagemente delicioso. Duas bocas mordendo meus mamilos era algo antinatural, tão estranho e prazeroso que eu ofegava de puro tesão. Depois, as três juntamos nossas bocas num beijo tão diferente, sexy, quase sujo, falando em termos sexuais. Senti meu gosto nos lábios delas, e adorei.
Aí as duas meninas ficaram deitadas ao meu lado. Candy à minha direita, passando a língua nos meus peitos e me masturbando com uma mão, e Kim, mais meiga que uma gatinha, parecia dormir com um sorriso suave.
Em algum momento, no meio das carícias vaginais da Candance, acabei dormindo.
Quando acordei, as duas meninas ainda estavam ao meu lado.
— Não foi um sonho... — murmurei, e antes que alguma delas acordasse, me virei pra Candy e comecei a beijá-la até ela abrir os olhos.
— Gostou?
— Amei, obrigada.
Ela sorriu feito uma coelhinha feliz.
— Pra isso que servem as vizinhas.
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Sou nova aqui, então se vocês gostaram, comentem pra mais xD Saudações!
6 comentários - Trio com minhas vizinhas - lésbico
Quiza a Candace lactando 😛🤭