Os dias seguintes foram bem tranquilos, porque meu tio tava cheio de serviço na oficina e não vinha almoçar. À noite, depois da janta e de fumar o cigarro dele, ele ia se deitar e chamava minha tia pra acompanhar. Ele deixava a porta aberta de propósito pra eu ouvir com todos os detalhes como ele comia minha tia e como ela pedia, implorando pra ele encher ela de porra. Enquanto isso, depois de ouvir os dois trepando, eu me masturbava pensando naquela pica enorme que tinha me feito ver estrelas.
Já tinham se passado quase duas semanas, quando uma manhã meus tios saíram e daí a pouco chegou uma mensagem no meu celular, dizendo: "se prepara que vou almoçar". Só de receber aquela mensagem já me molhou toda a buceta, mesmo assim respondi com um simples "ok", mas a verdade é que eu tava muito excitada com a notícia. Quando ele chegou, me beijou com um beijo doce nos lábios, comeu e, depois de tirar os pratos da mesa, me disse: "outro dia te comi pela buceta e pelo cu, mas você não provou, então vem e me dá uma chupada". Me ajoelhei, desabotoei a calça dele e tirei a pica pra fora. Não tava dura, mas já inchada e imensa. Ele acendeu o cigarro e eu comecei a beijar aquela pica, primeiro passava a língua suave. Não tava suja, mas também não tava limpa; o cheiro, sem ser forte e desagradável, também não me agradava muito, mas continuei sem reclamar. Aos poucos foi crescendo, e aí sim eu tentava chupar, só entrava metade. E foi naquele momento que os sucos dele começaram a escorrer, e aquele sabor me agradou, era meio doce e levemente viscoso. Comecei a ficar com tesão e a chupar com mais vontade, tanto que ele teve que me segurar. Foi quando comentou: "você é mais boqueteira que sua tia, mas quero é te comer". Ele se levantou e me fez levantar, baixou minha calça até os joelhos, me deitou sobre a mesa, fiquei com a raba exposta. Depois arrancou a calcinha fio dental que eu tava e se abaixou pra chupar minha buceta e minha raba alternadamente. Me fez gozar. Virei a cabeça e falei: "tio, por favor, me come". Aí ele enfiou até o talo de uma vez só. Gritei alto e ele me deu um tapa na raba, dizendo: "não grita, puta". E começou a meter com força, entrando e saindo. Toda vez que meus gemidos ficavam mais altos do que ele queria, vinha a palmada. A verdade é que eu tava gostando, e quando ia gozar, pedia pra ele me bater. Ele me deu um monte de palmadas enquanto eu gozava como nunca. Ele tava explodindo, e eu implorei pra ele gozar na minha boca. Ele ficou de pé e eu me enchi toda. A boca na carne dela e sem tirar, começou a gozar na minha boca, era muito. Engoli tudo que consegui, depois fiquei limpando a rola dela até deixar bem limpinha.
Depois disso, ele pediu um café e falou que a gente precisava conversar. Começou dizendo que não ia mais poder continuar comendo minha tia, mas que eles já tinham combinado que ela ia dar boquete nele todo dia. Só que ele precisava transar, e pra isso ia ser comigo. Aí explicou que minha tia ia parar de trabalhar, então já tinham conversado e eu teria que ir umas horinhas na oficina pra organizar os papéis. Continuou falando que nos fundos da oficina tinha um quartinho e que era lá que ele ia me comer, do jeito que ele quisesse.
Depois da conversa, ela foi tomar banho e me mandou acompanhar. Entramos juntos no chuveiro, ela me ensaboou toda e começou a enfiar os dedos na minha buceta e no meu cuzinho. Me fez gozar de novo, quase a ponto de me derrubar se não tivesse me segurado nos braços dela. Ao sair do chuveiro, nos secamos. A pica dela estava durinha, dei uns beijinhos, mas ela me parou de novo, dizendo: "Tem que estar cheia pra sua tia". Então fiquei na vontade.
Uma hora depois, minha tia chegou. Preparei algo pra ela comer enquanto ela ia deitar um pouco. Fiquei na cozinha e, de novo, meu tio apareceu, enfiou a mão dentro da minha calça e meteu os dedos de novo. Pedi pra ele parar, mas ele não parou, continuou sem parar. Meu rosto ficou vermelho de tesão com as carícias dele, e tive que abafar meus gemidos num novo orgasmo. Depois, ele tirou os dedos e os levou à boca, saboreando meus sucos.
Já tinham se passado quase duas semanas, quando uma manhã meus tios saíram e daí a pouco chegou uma mensagem no meu celular, dizendo: "se prepara que vou almoçar". Só de receber aquela mensagem já me molhou toda a buceta, mesmo assim respondi com um simples "ok", mas a verdade é que eu tava muito excitada com a notícia. Quando ele chegou, me beijou com um beijo doce nos lábios, comeu e, depois de tirar os pratos da mesa, me disse: "outro dia te comi pela buceta e pelo cu, mas você não provou, então vem e me dá uma chupada". Me ajoelhei, desabotoei a calça dele e tirei a pica pra fora. Não tava dura, mas já inchada e imensa. Ele acendeu o cigarro e eu comecei a beijar aquela pica, primeiro passava a língua suave. Não tava suja, mas também não tava limpa; o cheiro, sem ser forte e desagradável, também não me agradava muito, mas continuei sem reclamar. Aos poucos foi crescendo, e aí sim eu tentava chupar, só entrava metade. E foi naquele momento que os sucos dele começaram a escorrer, e aquele sabor me agradou, era meio doce e levemente viscoso. Comecei a ficar com tesão e a chupar com mais vontade, tanto que ele teve que me segurar. Foi quando comentou: "você é mais boqueteira que sua tia, mas quero é te comer". Ele se levantou e me fez levantar, baixou minha calça até os joelhos, me deitou sobre a mesa, fiquei com a raba exposta. Depois arrancou a calcinha fio dental que eu tava e se abaixou pra chupar minha buceta e minha raba alternadamente. Me fez gozar. Virei a cabeça e falei: "tio, por favor, me come". Aí ele enfiou até o talo de uma vez só. Gritei alto e ele me deu um tapa na raba, dizendo: "não grita, puta". E começou a meter com força, entrando e saindo. Toda vez que meus gemidos ficavam mais altos do que ele queria, vinha a palmada. A verdade é que eu tava gostando, e quando ia gozar, pedia pra ele me bater. Ele me deu um monte de palmadas enquanto eu gozava como nunca. Ele tava explodindo, e eu implorei pra ele gozar na minha boca. Ele ficou de pé e eu me enchi toda. A boca na carne dela e sem tirar, começou a gozar na minha boca, era muito. Engoli tudo que consegui, depois fiquei limpando a rola dela até deixar bem limpinha.
Depois disso, ele pediu um café e falou que a gente precisava conversar. Começou dizendo que não ia mais poder continuar comendo minha tia, mas que eles já tinham combinado que ela ia dar boquete nele todo dia. Só que ele precisava transar, e pra isso ia ser comigo. Aí explicou que minha tia ia parar de trabalhar, então já tinham conversado e eu teria que ir umas horinhas na oficina pra organizar os papéis. Continuou falando que nos fundos da oficina tinha um quartinho e que era lá que ele ia me comer, do jeito que ele quisesse.
Depois da conversa, ela foi tomar banho e me mandou acompanhar. Entramos juntos no chuveiro, ela me ensaboou toda e começou a enfiar os dedos na minha buceta e no meu cuzinho. Me fez gozar de novo, quase a ponto de me derrubar se não tivesse me segurado nos braços dela. Ao sair do chuveiro, nos secamos. A pica dela estava durinha, dei uns beijinhos, mas ela me parou de novo, dizendo: "Tem que estar cheia pra sua tia". Então fiquei na vontade.
Uma hora depois, minha tia chegou. Preparei algo pra ela comer enquanto ela ia deitar um pouco. Fiquei na cozinha e, de novo, meu tio apareceu, enfiou a mão dentro da minha calça e meteu os dedos de novo. Pedi pra ele parar, mas ele não parou, continuou sem parar. Meu rosto ficou vermelho de tesão com as carícias dele, e tive que abafar meus gemidos num novo orgasmo. Depois, ele tirou os dedos e os levou à boca, saboreando meus sucos.
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