Bom, quem acompanha a sequência já conhece toda a história e quem não acompanha... leia os posts anteriores.-
Como comentei, recebi uma oferta mais que satisfatória: um menage com minha mulher e a amiga dela. Iam me deixar a pica seca... Mas ainda faltavam alguns dias, e numa dessas noites, acho que a penúltima ou antepenúltima antes do dia em que a promessa da minha esposa se cumpriria e eu ganharia aquele presente gostoso... estávamos vendo TV deitados e, diferente das outras vezes, ela começou:
Eli: Antes de a gente fazer o menage, quero ter certeza de algumas coisas...
eu: (meio sem graça porque surgiu do nada) O quê?
Eli: Primeiro, quero que você concorde que tudo que rolar no menage vai ser com meu consentimento, ou seja, eu vou ditar o que pode e o que não pode, ok?
eu: (totalmente entregue) Bom...
Eli: Também quero que você seja honesto comigo e consigo mesmo, e me diga se realmente curte ser cuck ou se é só a tesão enquanto tá me comendo, porque não quero que você se sinta mal e esconda nada de mim.
eu: Acho que sim, curto pra caralho, fico muito excitado, principalmente quando não tô em casa, começo a imaginar o que você tá fazendo, sei lá...
Eli: Ok, quero testar isso. Vou te contar uma coisa que não te contei, algo que aconteceu antes daquilo com o Mario e que pode mudar ou não as coisas pra você. Isso vai me dar segurança. Mas você só vai ouvir, não pode se tocar, não pode me tocar, só escuta, e assim vou ficar segura.
eu: Ok, me testa, vai (já tava de pau duro, haha).
Eli: Ok, isso pra você se situar no tempo: aconteceu uns dias depois daquilo com o Fran e o Fer, lembra, né? Bom, eu te falei que depois disso fiquei meio nervosa e queria cortar o rolê com o Fer, mas não foi bem assim, não me senti mal nada. Por isso voltei a foder com o Fer, porque tava com muita vontade dele, e hoje em dia o Fer ainda me come de vez em quando, pra você saber. Te incomoda?
eu: Tô ficando excitado, mas acho que me incomoda ficar sabendo aos poucos, ao mesmo tempo acho que é o ideal porque posso aproveitar mais, uma história, uma gozada, haha...
Eli: Bom, mas isso não foi nem com Fer, nem com o Fran nem com o Mario, isso eu fui atrás sozinha e foi com o Fabrício.
(Fabrício é o ex dela, chan!)
Depois de te meter uns chifres várias vezes com o Fer e de chegar a me deixar fuder por dois caras, comecei a me sentir totalmente liberada e me veio o Fabri na cabeça. Como te contei, com ele nunca transei, você foi meu primeiro homem, mas obviamente enquanto foi meu namorado a gente teve uns amassos e apertos dos quais eu escapava a tempo. Mas em casa eu dediquei mais de um orgasmo com minhas mãos, sem ele saber, óbvio. Mas voltando ao presente, me deu um tesão danado de provar o pau dele, ainda mais de alguém que te odeia como você já sabe, e comecei a brincar. Mandei umas mensagens pra ele pelo Facebook, depois passei meu número e a gente seguiu pelo WhatsApp...


Chegou em 10 minutos exatos, recebi ele de camisola, sem sutiã pra meus bicos ficarem bem durinhos e a tanga que você comprou pra eu usar com você, mas que o Fer e o Mario adoram. Ele me perguntou o que tava rolando, que por um lado sempre quis transar comigo, mas que ficou surpreso das coisas acontecerem assim, que não me reconhecia. Falei que tava me descobrindo como mulher e queria aproveitar pra experimentar ele. Batemos um papo e tudo foi esquentando, contei como você é corno e que não sabia de nada, e foi ele quem me convenceu a te contar. Mas então, me diz como você tá lidando até agora?
Eu: Sinceramente, sinto uma raiva ou um incômodo, mas por algum motivo isso se transforma numa ereção do caralho haha, então corta o blá-blá-blá, me entrega essa putaria toda e me conta o que aquele filho da puta fez com você.
Eli: (com um sorriso de orelha a orelha, ficou de quatro, puxou a tanga pro lado) Vem cá, corno, vou te contar o que meu ex fez comigo, bem aqui nessa cama. A gente conversou na sala até ele perguntar o que eu queria que ele me ajudasse a lembrar, aí começamos a nos pegar com muita paixão, ele me acariciava muito e bem devagar, me tratava como quando a gente era namorados, só que dessa vez ele pôde acariciar meu corpo inteiro, tirou minha camisola bem devagar, beijou meu pescoço com calma e foi descendo até os peitos, encheu eles de beijos suaves e foi trocando por chupões nos bicos, que cada vez ficavam mais duros.
Com aquela suavidade, colocou uma mão atrás da minha cabeça, acariciando meu cabelo enquanto empurrava minha nuca, dando a entender que era hora de chupar a rola dela. Beijei o corpo todo dela e, com a mesma suavidade, comecei a provar a rola dela. De bom tamanho, nada descomunal, mas a putaria de ser cuck de novo e poder provar a rola dela me fez sentir ela linda e gostosa pra caralho.
Ele se sentou na poltrona pra continuar curtindo meu dom especial de chupar, a gente tava muito na pira, mas diferente dos meus outros caras, esse era suave, com um outro tipo de sensualidade.
(a essa altura eu já tava enterrando nela, obviamente a bunda dela tava aberta e molhada, com certeza poucas horas depois de ter sido comida por algum dos caras dela, eu bombava e me segurava pra não gozar)
Aos poucos fui subindo de novo, beijando o corpo todo dela e sendo acariciada pelas mãos grandes e macias dela, com muitos beijos de língua ela foi se posicionando por cima de mim e eu abria as pernas pra receber ele, ele me penetrou devagar e sem camisinha, nós dois soltamos um gemido quando o pau dele começou a entrar na minha pussy totalmente molhada
Bombeei um bom tempo, mudava o ritmo, metia forte e devagar, forte e devagar. Aproveitei pra caralho, não parava de gozar. Depois de um tempo, parei, senti que ia gozar e não queria... queria mais... nisso me virei pra ficar de quatro, mas olhei o relógio e pulei assustada... a gente tinha pouco tempo, você devia estar chegando, então falei "se veste!" Ele ficou puto porque não entendia. Começou a me recriminar por todas as vezes que eu deixei ele na mão e que essa seria mais uma, que não tinha nada a perder, me empurrou de novo no sofá, isso me excitou. "Fica de quatro", ele disse, e eu obedeci, mas falei que não tínhamos mais tempo, que não era minha intenção, sei lá... ele começou a meter sem me ouvir, eu gozava mas tremia porque você ia chegar...
Comecei a implorar pra ele terminar e ir embora, ele não respondia, só me comia. De repente, ele parou de repente e segurou firme a piroca. "Você engole e eu vou embora", ele disse... Dei um pulo e caí de joelhos com a boca aberta pra receber a porra dele. Ele soltou a piroca e começou a gozar, eu me encarreguei de espremer e engolir tudo...
Se vestiu e saiu quase correndo de casa gritando "me manda mensagem", eu com um pouco da porra que não tinha entrado na boca e com as pernas tremendo porque até dava pra cruzar na porta... me levantei com medo, coloquei a camisola de novo e espiei pela janela. Aparentemente ele tinha ido embora, então fui me limpar, quando tava entrando no banheiro você abriu a porta da rua, entrou e falou "Boa tarde", eu tava sem chave!
[Esclarecimento: as imagens e gifs não são de nossa propriedade nem autoria.]
Como comentei, recebi uma oferta mais que satisfatória: um menage com minha mulher e a amiga dela. Iam me deixar a pica seca... Mas ainda faltavam alguns dias, e numa dessas noites, acho que a penúltima ou antepenúltima antes do dia em que a promessa da minha esposa se cumpriria e eu ganharia aquele presente gostoso... estávamos vendo TV deitados e, diferente das outras vezes, ela começou:Eli: Antes de a gente fazer o menage, quero ter certeza de algumas coisas...
eu: (meio sem graça porque surgiu do nada) O quê?
Eli: Primeiro, quero que você concorde que tudo que rolar no menage vai ser com meu consentimento, ou seja, eu vou ditar o que pode e o que não pode, ok?
eu: (totalmente entregue) Bom...
Eli: Também quero que você seja honesto comigo e consigo mesmo, e me diga se realmente curte ser cuck ou se é só a tesão enquanto tá me comendo, porque não quero que você se sinta mal e esconda nada de mim.
eu: Acho que sim, curto pra caralho, fico muito excitado, principalmente quando não tô em casa, começo a imaginar o que você tá fazendo, sei lá...
Eli: Ok, quero testar isso. Vou te contar uma coisa que não te contei, algo que aconteceu antes daquilo com o Mario e que pode mudar ou não as coisas pra você. Isso vai me dar segurança. Mas você só vai ouvir, não pode se tocar, não pode me tocar, só escuta, e assim vou ficar segura.
eu: Ok, me testa, vai (já tava de pau duro, haha).
Eli: Ok, isso pra você se situar no tempo: aconteceu uns dias depois daquilo com o Fran e o Fer, lembra, né? Bom, eu te falei que depois disso fiquei meio nervosa e queria cortar o rolê com o Fer, mas não foi bem assim, não me senti mal nada. Por isso voltei a foder com o Fer, porque tava com muita vontade dele, e hoje em dia o Fer ainda me come de vez em quando, pra você saber. Te incomoda?
eu: Tô ficando excitado, mas acho que me incomoda ficar sabendo aos poucos, ao mesmo tempo acho que é o ideal porque posso aproveitar mais, uma história, uma gozada, haha...
Eli: Bom, mas isso não foi nem com Fer, nem com o Fran nem com o Mario, isso eu fui atrás sozinha e foi com o Fabrício.
(Fabrício é o ex dela, chan!)
Depois de te meter uns chifres várias vezes com o Fer e de chegar a me deixar fuder por dois caras, comecei a me sentir totalmente liberada e me veio o Fabri na cabeça. Como te contei, com ele nunca transei, você foi meu primeiro homem, mas obviamente enquanto foi meu namorado a gente teve uns amassos e apertos dos quais eu escapava a tempo. Mas em casa eu dediquei mais de um orgasmo com minhas mãos, sem ele saber, óbvio. Mas voltando ao presente, me deu um tesão danado de provar o pau dele, ainda mais de alguém que te odeia como você já sabe, e comecei a brincar. Mandei umas mensagens pra ele pelo Facebook, depois passei meu número e a gente seguiu pelo WhatsApp...



Chegou em 10 minutos exatos, recebi ele de camisola, sem sutiã pra meus bicos ficarem bem durinhos e a tanga que você comprou pra eu usar com você, mas que o Fer e o Mario adoram. Ele me perguntou o que tava rolando, que por um lado sempre quis transar comigo, mas que ficou surpreso das coisas acontecerem assim, que não me reconhecia. Falei que tava me descobrindo como mulher e queria aproveitar pra experimentar ele. Batemos um papo e tudo foi esquentando, contei como você é corno e que não sabia de nada, e foi ele quem me convenceu a te contar. Mas então, me diz como você tá lidando até agora?Eu: Sinceramente, sinto uma raiva ou um incômodo, mas por algum motivo isso se transforma numa ereção do caralho haha, então corta o blá-blá-blá, me entrega essa putaria toda e me conta o que aquele filho da puta fez com você.
Eli: (com um sorriso de orelha a orelha, ficou de quatro, puxou a tanga pro lado) Vem cá, corno, vou te contar o que meu ex fez comigo, bem aqui nessa cama. A gente conversou na sala até ele perguntar o que eu queria que ele me ajudasse a lembrar, aí começamos a nos pegar com muita paixão, ele me acariciava muito e bem devagar, me tratava como quando a gente era namorados, só que dessa vez ele pôde acariciar meu corpo inteiro, tirou minha camisola bem devagar, beijou meu pescoço com calma e foi descendo até os peitos, encheu eles de beijos suaves e foi trocando por chupões nos bicos, que cada vez ficavam mais duros.
Com aquela suavidade, colocou uma mão atrás da minha cabeça, acariciando meu cabelo enquanto empurrava minha nuca, dando a entender que era hora de chupar a rola dela. Beijei o corpo todo dela e, com a mesma suavidade, comecei a provar a rola dela. De bom tamanho, nada descomunal, mas a putaria de ser cuck de novo e poder provar a rola dela me fez sentir ela linda e gostosa pra caralho.
Ele se sentou na poltrona pra continuar curtindo meu dom especial de chupar, a gente tava muito na pira, mas diferente dos meus outros caras, esse era suave, com um outro tipo de sensualidade.
(a essa altura eu já tava enterrando nela, obviamente a bunda dela tava aberta e molhada, com certeza poucas horas depois de ter sido comida por algum dos caras dela, eu bombava e me segurava pra não gozar)Aos poucos fui subindo de novo, beijando o corpo todo dela e sendo acariciada pelas mãos grandes e macias dela, com muitos beijos de língua ela foi se posicionando por cima de mim e eu abria as pernas pra receber ele, ele me penetrou devagar e sem camisinha, nós dois soltamos um gemido quando o pau dele começou a entrar na minha pussy totalmente molhada
Bombeei um bom tempo, mudava o ritmo, metia forte e devagar, forte e devagar. Aproveitei pra caralho, não parava de gozar. Depois de um tempo, parei, senti que ia gozar e não queria... queria mais... nisso me virei pra ficar de quatro, mas olhei o relógio e pulei assustada... a gente tinha pouco tempo, você devia estar chegando, então falei "se veste!" Ele ficou puto porque não entendia. Começou a me recriminar por todas as vezes que eu deixei ele na mão e que essa seria mais uma, que não tinha nada a perder, me empurrou de novo no sofá, isso me excitou. "Fica de quatro", ele disse, e eu obedeci, mas falei que não tínhamos mais tempo, que não era minha intenção, sei lá... ele começou a meter sem me ouvir, eu gozava mas tremia porque você ia chegar...
Comecei a implorar pra ele terminar e ir embora, ele não respondia, só me comia. De repente, ele parou de repente e segurou firme a piroca. "Você engole e eu vou embora", ele disse... Dei um pulo e caí de joelhos com a boca aberta pra receber a porra dele. Ele soltou a piroca e começou a gozar, eu me encarreguei de espremer e engolir tudo...
Se vestiu e saiu quase correndo de casa gritando "me manda mensagem", eu com um pouco da porra que não tinha entrado na boca e com as pernas tremendo porque até dava pra cruzar na porta... me levantei com medo, coloquei a camisola de novo e espiei pela janela. Aparentemente ele tinha ido embora, então fui me limpar, quando tava entrando no banheiro você abriu a porta da rua, entrou e falou "Boa tarde", eu tava sem chave![Esclarecimento: as imagens e gifs não são de nossa propriedade nem autoria.]
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