A mãe do meu amigo quer que eu abuse dela. Fazia 3 anos desde a última vez que a vi. Do nada, numa sexta à noite em que eu tinha combinado exatamente com o filho dela e outros amigos pra jantar no centro. Estacionei bem longe do restaurante e tava atrasado, como sempre, então tava quase correndo. Ao virar numa rua, dei de cara com ela falando no telefone, era a Teresa, sem dúvida, não dava pra esquecer aquele olhar que anos atrás se fixava nos meus olhos enquanto ela se esforçava pra satisfazer meus desejos sexuais.
Pra quem não sabe, Teresa é a mãe do meu melhor amigo. Tem a história em outros contos no meu perfil, mas resumindo, ela trabalhava na empresa da minha família e a pegamos roubando. No fim, ela se ofereceu pra ser meu brinquedo sexual em troca do meu silêncio, e sem dúvida ela também curtia aquilo.
Ela tinha envelhecido um pouco, mas ainda me deixava muito doido. Agora o cabelo dela era castanho-avermelhado, comprido e ondulado. Vestia uma blusa sem mangas e de gola alta, bem justa, marcando aqueles peitos gloriosos. Parecia que tinha engordado uns quilinhos, mas isso só deixava mais gostoso, porque eu ficava louco imaginando como estariam aqueles peitos que me proporcionaram momentos tão bons.
A gente se olhou, e eu instintivamente pisquei um olho pra ela e segui meu caminho. Ela, sem parar de falar no telefone, disse:
— Tchau, hein!
Eu me virei, acenei pra ela e continuei andando pro restaurante. Tava com pressa e, além disso, me sentia estranho em falar com ela depois de tanto tempo. Depois do nosso último encontro, eu conheci uma mina com quem fiquei dois anos e meio, e obviamente durante esse período parei de chamar ela. Com esses pensamentos, cheguei no restaurante onde meus amigos já estavam me esperando pra jantar.
Durante o jantar, chegou um WhatsApp no meu celular, que tava em cima da mesa. Era da Glória, o nome que eu tinha dado pro número da Teresa nos meus contatos.
"Gostei de te ver antes. Instintivamente, quem estava sentado perto de mim olhou e viu a mensagem. Jorge era um deles e, curiosamente, foi quem mais fez piada sobre isso. Eu disfarcei e inventei a desculpa de que era uma amiga antiga, sem mais, e guardei o celular no bolso. Poucos minutos depois, senti que vibrou duas vezes e, não sei por quê, sabia que era ela. Levantei da mesa e fui ao banheiro, buscando privacidade para ler o que ela tinha me mandado. Era uma mensagem e uma foto. "Estou sozinha em casa, você vem?" Na foto, ela aparecia lambendo os lábios e apertando os peitos um contra o outro, sem sutiã. A legenda era: "Abusa de mim." Aquilo me enlouqueceu. Os peitos dela pareciam maiores do que eu lembrava e, mesmo estando mais caídos, eram totalmente irresistíveis. Meu pau não demorou a reagir, apertando contra minha calça jeans, me indicando que queria estar de novo no meio daqueles prodígios da natureza, e naquela hora meu cérebro tinha se mudado pra minha cabeça do pau.
Pulo de página
"Demoro 15 min, se prepara" — respondi eu, saindo do banheiro.
"Se apressa, que meu marido chega em uma hora e tô com muita vontade de te saborear."
Eu não respondi. Simplesmente saí do banheiro, me despedi dos meus amigos, me desculpando dizendo que tinha encontrado minha amiga antiga, e saí do bar aguentando as gozações dos meus amigos. "Manda ver com força, campeão!" Foi o que Jorge me disse bem na hora de sair pela porta. Se você soubesse...
Dirigi até a casa dela num trajeto que pareceu eterno, principalmente por causa da dificuldade de estacionar naquela área. Acabei deixando o carro bem longe da casa dela, teria que caminhar uns bons 5 minutos.
"Chego em 5 min. Tá pronta? 😏" — escrevi eu, enquanto caminhava rápido em direção ao meu precioso destino.
A resposta dela foi uma foto e uma legenda. Na imagem, ela aparecia vestindo um vestido escuro, justo e curto, com flores coloridas, que mal cobria a bunda e tinha um decote profundo amarrado com cordas que apertava um dos peitos. contra a outra, fazendo aquela corda estar prestes a estourar. "Quero que me castigue, que me use como quiser, como antes", dizia a legenda. Isso fez meu pau reagir dentro da calça e minha imaginação ferver na mente. Acelerei o passo sem tirar os olhos da foto o caminho todo.
Quando finalmente cheguei, ela me abriu na hora com o mesmo vestido da foto. Os peitos dela pareciam ainda maiores pessoalmente, e principalmente maiores do que da última vez que eu os fodi. Teresa tinha envelhecido um pouco, mas ainda mantinha aquele olhar safado que ativava meus desejos mais putos. Ela me fazia sentir que com ela tudo valia e que o prazer era mútuo. O corpo dela, com uns quilinhos a mais, continuava firme e cheio de curvas, principalmente por causa dos peitos imperiais que nunca paravam de me maravilhar com o passar dos anos.
"Finalmente chegou, só temos meia hora", ela disse fechando a porta atrás de mim e jogando a mão no meu volume. "Então vamos deixar de recepção." Peguei os peitos dela com as duas mãos e comecei a apertar e amassar, colocando aquele decote de corda em apuros. Eram deliciosamente moldáveis, e apesar dos anos, continuava irresistível vê-los apertados um contra o outro. Tirei rapidamente as alças do vestido enquanto ela já tinha desabotoado minha calça e procurava ansiosa pelo meu pau já duro dentro da cueca.
"Chupa um pouco pra mim, Teresa, quero ver você engasgar de novo", falei, fazendo ela se ajoelhar e se apoiar na porta de entrada do apartamento.
Ela puxou minha calça e cueca para baixo, e eu tirei tudo com um chute, voltando minha atenção para ela rapidamente. Meu pau pendia cada vez mais grosso na frente do rosto dela, e ela não parava de olhar, lambendo os lábios pressentindo o que ia rolar. Estendi a mão direita e afastei suavemente a franja do rosto dela, depois agarrei com força a parte de cima da cabeça dela, puxando levemente para cima. pra que ela abrisse bem a boca, com minha outra mão eu enfiei meu pau crescente até a garganta dela. Ela me segurou pelas minhas nádegas fazendo força pra que eu enfiasse mais fundo. Sentia meu pau crescer e crescer dentro da boca dela e rapidamente se esticou no máximo esplendor e se enterrava cada vez mais fundo na garganta dela. A cabeça dela apoiada contra a porta recebia minhas investidas cada vez mais fortes. Minha mão direita continuava no cabelo dela enquanto a minha mão esquerda apalpava as tetas dela balançando já liberadas do vestido. A baba dela escorria da boca, que ela cuspia nas poucas vezes que eu tirava ele do pescoço dela. Precisava fazer isso pra poder respirar de vez em quando, coisa que eu aproveitava pra esfregar com força meu pau duro e molhado nas bochechas macias e no nariz dela. A cara dela se deformava deliciosamente cada vez que minha cabeça batia no rosto dela. Ela gemia sem parar tentando tirar o excesso de saliva que caía no colo dela lubrificando ele. Depois de um tempo assim, a rímel dela tinha escorrido dos olhos e meu pau reinava à vontade na garganta dela. Ela tava engolindo ele inteiro e eu sentia os lábios dela na minha barriga e minhas bolas no queixo dela cada vez que meu pau estuprava a boca dela. Não tava percebendo que a cada investida meus nós dos dedos da mão direita batiam violentamente na porta fazendo um barulho alto demais, então tirei ele devagar da boca dela e me afastei um pouco dela.
Vem aqui — falei pra ela a um metro de distância balançando meu pau ereto pra cima e pra baixo.
Sim, senhor — ela disse obedecendo e se aproximando de mim de quatro.
Eu rodeei ela por trás e peguei nas tetas dela pelas costas apertando uma contra a outra e sentindo o peso delas cada vez que fazia elas balançarem. Meu pau ficava na altura da bochecha dela, sem eu falar nada ela pegou ele e começou a me punhetar com a ajuda do rosto esfregando a pele macia dela na minha cabeça. Aquilo me deixava louco porque bem na frente tinha um espelho que me dava uma imagem épica daquelas tetas caindo. majestuosamente enquanto meu pau percorria toda a bochecha dela até gozar deformando a ponta do nariz dela. Cuspi na minha mão, afastei a dela e então apertei bem meu pau contra o rosto dela. Era delicioso, as bochechas dela se amassavam oferecendo uma resistência gostosa. Através do espelho vi como ela se tocava na bucetinha com as duas mãos fazendo com que os peitos dela se apertassem muito mais. Fiquei obcecado com o buraco que se formava entre os peitos e os braços dela, então me lubrifiquei de novo e introduzi meu pau por trás, fodendo a axila dela e afundando minha cabeça no peito direito dela. Com a mão direita apertava ela contra o braço e fazia ela tremer pra cima e pra baixo. Com a mão esquerda coloquei a cabeça dela pra lamber minha cabecinha toda vez que visse. Ela continuava enfiando os dedinhos enquanto gemia no ritmo das minhas estocadas.
"Tava com saudade do meu pau?" - eu disse pra ela
"Sim, adoro" - ela disse virando a boca rapidamente
"Quer sentir ele dentro de você?"
"Faço o que você mandar" - disse ela, bem metida no papel de escrava sexual
Peguei ela pelo braço e levei pro sofá, fazendo ela se esticar de barriga pra cima e abrir as pernas. Ela levantou o vestido que já só cobria a barriga e me deixou ver uma buceta raspada e completamente molhada. Com os dedos ela brincava com ela e abria, me convidando a enfiar bem fundo enquanto os peitos dela se espalhavam entre os braços. Eu me aproximei e com a mão esquerda guiei meu pau duro até o fundo da buceta dela. Tava muito quente e foi se abrindo devagar com minha penetração. Ela gemeu bem alto, virando os olhos. Assim que me equilibrei, comecei a bombar cada vez mais rápido e mais fundo enquanto com a mão direita pegava um peito dela e apertava bem forte. Sentia como ela tremia cada vez que minha barriga batia na buceta dela.
"Oooh me fode! Me dá bem forte!"
Eu não respondi, só enfiei dois dedos na boca dela pra ela chupar e calar a boca. Cada vez minhas estocadas eram mais selvagens e Os peitos dela se moviam em círculos, cada vez mais rápido. Depois de um tempo, eu me sentei no sofá e me afoguei entre os peitos dela, que não me deixavam ver mais nada. Ela não parava de se contorcer e arranhar minha barriga toda vez que minha cabecinha entrava fundo na buceta dela. Não demorou pra ela gozar, entre mais gemidos. "Quero que você encha minha cara de porra", ela disse quando se recuperou do êxtase. "Fica de joelhos", eu falei, jogando uma almofada aos meus pés. Ela se ajoelhou na frente das minhas pernas abertas e colocou as duas tetonas no meu abdômen, envolvendo meu pau que pulsava no ritmo do meu coração, totalmente duro. "E você tava com saudade das minhas tetas?", ela disse enquanto fazia meu pênis desaparecer ao apertar aquelas maravilhas com os braços. "Tava com saudade de abusar de você." Enfatizei minhas palavras pegando ela pela cabeça e enfiando ela entre os peitos dela até sentir que encontrou minha cabecinha. Ela soltou os peitos, que se espalharam pelo meu abdômen, até conseguir enfiar minha glande inteira na boca. Ela tava me chupando através das tetas dela, enquanto eu começava a bater meu pau contra elas. As bochechas dela tremiam cada vez que cada um dos peitos batia nelas. Ela não parava de chupetear minha glande, gemendo cada vez mais. Senti que tava perto de gozar, então me levantei e coloquei meu pau naquele delicioso canal. Com as mãos, apertei o mais forte que pude os peitos dela, prendendo meu pau entre aquelas massas de carne, e fodi elas violentamente. Minha cabecinha mal conseguia aparecer por cima do canal dela, e os bicos se apertavam um contra o outro, totalmente duros. Ela tava com os peitos bem vermelhos por causa de toda a brincadeira que eu tava dando. "Goza na minha cara, por favor, quero sentir sua porra quente escorrendo pelas minhas bochechas." Eu não disse nada, só continuei dando porrada atrás de porrada naquelas tetas que me deixavam tão louco, até sentir meu sêmen começar a sair. Tirei ele de entre os peitos dela e me masturbei na frente da cara dela enquanto com a outra eu segurava a nuca dela pra ela não se mexer. Vou gozar – falei apressado. Siim, me dá tu– minha gozada interrompeu ela. O primeiro jato inundou o nariz dela de cima a baixo, entrando no olho esquerdo; ela se arrepiou e gemeu surpresa. O segundo jato acertou a bochecha direita e a boca dela; o terceiro, totalmente descontrolado, foi parar na testa e no cabelo. O resto espalhei pelos lábios dela, batendo nas bochechas e enfiando de novo na garganta dela pra ela deixar bem limpinho. Ela me olhava, mal conseguindo abrir os olhos, rindo que nem uma puta, meu pau moreninho, mas cada vez mais mole, recebia os cuidados da língua dela enquanto eu via minha porra escorrendo pela cara toda dela. Agora você vai ser muito safada, quero te castigar mais vezes – falei sem tirar ele da boca dela.
Pra quem não sabe, Teresa é a mãe do meu melhor amigo. Tem a história em outros contos no meu perfil, mas resumindo, ela trabalhava na empresa da minha família e a pegamos roubando. No fim, ela se ofereceu pra ser meu brinquedo sexual em troca do meu silêncio, e sem dúvida ela também curtia aquilo.
Ela tinha envelhecido um pouco, mas ainda me deixava muito doido. Agora o cabelo dela era castanho-avermelhado, comprido e ondulado. Vestia uma blusa sem mangas e de gola alta, bem justa, marcando aqueles peitos gloriosos. Parecia que tinha engordado uns quilinhos, mas isso só deixava mais gostoso, porque eu ficava louco imaginando como estariam aqueles peitos que me proporcionaram momentos tão bons.
A gente se olhou, e eu instintivamente pisquei um olho pra ela e segui meu caminho. Ela, sem parar de falar no telefone, disse:
— Tchau, hein!
Eu me virei, acenei pra ela e continuei andando pro restaurante. Tava com pressa e, além disso, me sentia estranho em falar com ela depois de tanto tempo. Depois do nosso último encontro, eu conheci uma mina com quem fiquei dois anos e meio, e obviamente durante esse período parei de chamar ela. Com esses pensamentos, cheguei no restaurante onde meus amigos já estavam me esperando pra jantar.
Durante o jantar, chegou um WhatsApp no meu celular, que tava em cima da mesa. Era da Glória, o nome que eu tinha dado pro número da Teresa nos meus contatos.
"Gostei de te ver antes. Instintivamente, quem estava sentado perto de mim olhou e viu a mensagem. Jorge era um deles e, curiosamente, foi quem mais fez piada sobre isso. Eu disfarcei e inventei a desculpa de que era uma amiga antiga, sem mais, e guardei o celular no bolso. Poucos minutos depois, senti que vibrou duas vezes e, não sei por quê, sabia que era ela. Levantei da mesa e fui ao banheiro, buscando privacidade para ler o que ela tinha me mandado. Era uma mensagem e uma foto. "Estou sozinha em casa, você vem?" Na foto, ela aparecia lambendo os lábios e apertando os peitos um contra o outro, sem sutiã. A legenda era: "Abusa de mim." Aquilo me enlouqueceu. Os peitos dela pareciam maiores do que eu lembrava e, mesmo estando mais caídos, eram totalmente irresistíveis. Meu pau não demorou a reagir, apertando contra minha calça jeans, me indicando que queria estar de novo no meio daqueles prodígios da natureza, e naquela hora meu cérebro tinha se mudado pra minha cabeça do pau.
Pulo de página
"Demoro 15 min, se prepara" — respondi eu, saindo do banheiro.
"Se apressa, que meu marido chega em uma hora e tô com muita vontade de te saborear."
Eu não respondi. Simplesmente saí do banheiro, me despedi dos meus amigos, me desculpando dizendo que tinha encontrado minha amiga antiga, e saí do bar aguentando as gozações dos meus amigos. "Manda ver com força, campeão!" Foi o que Jorge me disse bem na hora de sair pela porta. Se você soubesse...
Dirigi até a casa dela num trajeto que pareceu eterno, principalmente por causa da dificuldade de estacionar naquela área. Acabei deixando o carro bem longe da casa dela, teria que caminhar uns bons 5 minutos.
"Chego em 5 min. Tá pronta? 😏" — escrevi eu, enquanto caminhava rápido em direção ao meu precioso destino.
A resposta dela foi uma foto e uma legenda. Na imagem, ela aparecia vestindo um vestido escuro, justo e curto, com flores coloridas, que mal cobria a bunda e tinha um decote profundo amarrado com cordas que apertava um dos peitos. contra a outra, fazendo aquela corda estar prestes a estourar. "Quero que me castigue, que me use como quiser, como antes", dizia a legenda. Isso fez meu pau reagir dentro da calça e minha imaginação ferver na mente. Acelerei o passo sem tirar os olhos da foto o caminho todo.
Quando finalmente cheguei, ela me abriu na hora com o mesmo vestido da foto. Os peitos dela pareciam ainda maiores pessoalmente, e principalmente maiores do que da última vez que eu os fodi. Teresa tinha envelhecido um pouco, mas ainda mantinha aquele olhar safado que ativava meus desejos mais putos. Ela me fazia sentir que com ela tudo valia e que o prazer era mútuo. O corpo dela, com uns quilinhos a mais, continuava firme e cheio de curvas, principalmente por causa dos peitos imperiais que nunca paravam de me maravilhar com o passar dos anos.
"Finalmente chegou, só temos meia hora", ela disse fechando a porta atrás de mim e jogando a mão no meu volume. "Então vamos deixar de recepção." Peguei os peitos dela com as duas mãos e comecei a apertar e amassar, colocando aquele decote de corda em apuros. Eram deliciosamente moldáveis, e apesar dos anos, continuava irresistível vê-los apertados um contra o outro. Tirei rapidamente as alças do vestido enquanto ela já tinha desabotoado minha calça e procurava ansiosa pelo meu pau já duro dentro da cueca.
"Chupa um pouco pra mim, Teresa, quero ver você engasgar de novo", falei, fazendo ela se ajoelhar e se apoiar na porta de entrada do apartamento.
Ela puxou minha calça e cueca para baixo, e eu tirei tudo com um chute, voltando minha atenção para ela rapidamente. Meu pau pendia cada vez mais grosso na frente do rosto dela, e ela não parava de olhar, lambendo os lábios pressentindo o que ia rolar. Estendi a mão direita e afastei suavemente a franja do rosto dela, depois agarrei com força a parte de cima da cabeça dela, puxando levemente para cima. pra que ela abrisse bem a boca, com minha outra mão eu enfiei meu pau crescente até a garganta dela. Ela me segurou pelas minhas nádegas fazendo força pra que eu enfiasse mais fundo. Sentia meu pau crescer e crescer dentro da boca dela e rapidamente se esticou no máximo esplendor e se enterrava cada vez mais fundo na garganta dela. A cabeça dela apoiada contra a porta recebia minhas investidas cada vez mais fortes. Minha mão direita continuava no cabelo dela enquanto a minha mão esquerda apalpava as tetas dela balançando já liberadas do vestido. A baba dela escorria da boca, que ela cuspia nas poucas vezes que eu tirava ele do pescoço dela. Precisava fazer isso pra poder respirar de vez em quando, coisa que eu aproveitava pra esfregar com força meu pau duro e molhado nas bochechas macias e no nariz dela. A cara dela se deformava deliciosamente cada vez que minha cabeça batia no rosto dela. Ela gemia sem parar tentando tirar o excesso de saliva que caía no colo dela lubrificando ele. Depois de um tempo assim, a rímel dela tinha escorrido dos olhos e meu pau reinava à vontade na garganta dela. Ela tava engolindo ele inteiro e eu sentia os lábios dela na minha barriga e minhas bolas no queixo dela cada vez que meu pau estuprava a boca dela. Não tava percebendo que a cada investida meus nós dos dedos da mão direita batiam violentamente na porta fazendo um barulho alto demais, então tirei ele devagar da boca dela e me afastei um pouco dela.
Vem aqui — falei pra ela a um metro de distância balançando meu pau ereto pra cima e pra baixo.
Sim, senhor — ela disse obedecendo e se aproximando de mim de quatro.
Eu rodeei ela por trás e peguei nas tetas dela pelas costas apertando uma contra a outra e sentindo o peso delas cada vez que fazia elas balançarem. Meu pau ficava na altura da bochecha dela, sem eu falar nada ela pegou ele e começou a me punhetar com a ajuda do rosto esfregando a pele macia dela na minha cabeça. Aquilo me deixava louco porque bem na frente tinha um espelho que me dava uma imagem épica daquelas tetas caindo. majestuosamente enquanto meu pau percorria toda a bochecha dela até gozar deformando a ponta do nariz dela. Cuspi na minha mão, afastei a dela e então apertei bem meu pau contra o rosto dela. Era delicioso, as bochechas dela se amassavam oferecendo uma resistência gostosa. Através do espelho vi como ela se tocava na bucetinha com as duas mãos fazendo com que os peitos dela se apertassem muito mais. Fiquei obcecado com o buraco que se formava entre os peitos e os braços dela, então me lubrifiquei de novo e introduzi meu pau por trás, fodendo a axila dela e afundando minha cabeça no peito direito dela. Com a mão direita apertava ela contra o braço e fazia ela tremer pra cima e pra baixo. Com a mão esquerda coloquei a cabeça dela pra lamber minha cabecinha toda vez que visse. Ela continuava enfiando os dedinhos enquanto gemia no ritmo das minhas estocadas.
"Tava com saudade do meu pau?" - eu disse pra ela
"Sim, adoro" - ela disse virando a boca rapidamente
"Quer sentir ele dentro de você?"
"Faço o que você mandar" - disse ela, bem metida no papel de escrava sexual
Peguei ela pelo braço e levei pro sofá, fazendo ela se esticar de barriga pra cima e abrir as pernas. Ela levantou o vestido que já só cobria a barriga e me deixou ver uma buceta raspada e completamente molhada. Com os dedos ela brincava com ela e abria, me convidando a enfiar bem fundo enquanto os peitos dela se espalhavam entre os braços. Eu me aproximei e com a mão esquerda guiei meu pau duro até o fundo da buceta dela. Tava muito quente e foi se abrindo devagar com minha penetração. Ela gemeu bem alto, virando os olhos. Assim que me equilibrei, comecei a bombar cada vez mais rápido e mais fundo enquanto com a mão direita pegava um peito dela e apertava bem forte. Sentia como ela tremia cada vez que minha barriga batia na buceta dela.
"Oooh me fode! Me dá bem forte!"
Eu não respondi, só enfiei dois dedos na boca dela pra ela chupar e calar a boca. Cada vez minhas estocadas eram mais selvagens e Os peitos dela se moviam em círculos, cada vez mais rápido. Depois de um tempo, eu me sentei no sofá e me afoguei entre os peitos dela, que não me deixavam ver mais nada. Ela não parava de se contorcer e arranhar minha barriga toda vez que minha cabecinha entrava fundo na buceta dela. Não demorou pra ela gozar, entre mais gemidos. "Quero que você encha minha cara de porra", ela disse quando se recuperou do êxtase. "Fica de joelhos", eu falei, jogando uma almofada aos meus pés. Ela se ajoelhou na frente das minhas pernas abertas e colocou as duas tetonas no meu abdômen, envolvendo meu pau que pulsava no ritmo do meu coração, totalmente duro. "E você tava com saudade das minhas tetas?", ela disse enquanto fazia meu pênis desaparecer ao apertar aquelas maravilhas com os braços. "Tava com saudade de abusar de você." Enfatizei minhas palavras pegando ela pela cabeça e enfiando ela entre os peitos dela até sentir que encontrou minha cabecinha. Ela soltou os peitos, que se espalharam pelo meu abdômen, até conseguir enfiar minha glande inteira na boca. Ela tava me chupando através das tetas dela, enquanto eu começava a bater meu pau contra elas. As bochechas dela tremiam cada vez que cada um dos peitos batia nelas. Ela não parava de chupetear minha glande, gemendo cada vez mais. Senti que tava perto de gozar, então me levantei e coloquei meu pau naquele delicioso canal. Com as mãos, apertei o mais forte que pude os peitos dela, prendendo meu pau entre aquelas massas de carne, e fodi elas violentamente. Minha cabecinha mal conseguia aparecer por cima do canal dela, e os bicos se apertavam um contra o outro, totalmente duros. Ela tava com os peitos bem vermelhos por causa de toda a brincadeira que eu tava dando. "Goza na minha cara, por favor, quero sentir sua porra quente escorrendo pelas minhas bochechas." Eu não disse nada, só continuei dando porrada atrás de porrada naquelas tetas que me deixavam tão louco, até sentir meu sêmen começar a sair. Tirei ele de entre os peitos dela e me masturbei na frente da cara dela enquanto com a outra eu segurava a nuca dela pra ela não se mexer. Vou gozar – falei apressado. Siim, me dá tu– minha gozada interrompeu ela. O primeiro jato inundou o nariz dela de cima a baixo, entrando no olho esquerdo; ela se arrepiou e gemeu surpresa. O segundo jato acertou a bochecha direita e a boca dela; o terceiro, totalmente descontrolado, foi parar na testa e no cabelo. O resto espalhei pelos lábios dela, batendo nas bochechas e enfiando de novo na garganta dela pra ela deixar bem limpinho. Ela me olhava, mal conseguindo abrir os olhos, rindo que nem uma puta, meu pau moreninho, mas cada vez mais mole, recebia os cuidados da língua dela enquanto eu via minha porra escorrendo pela cara toda dela. Agora você vai ser muito safada, quero te castigar mais vezes – falei sem tirar ele da boca dela.
1 comentários - Algo que ley por hay