Tínhamos 6 meses de namoro e 5 transando toda semana.
Eu 25 anos, ela 22. Trabalhávamos no mesmo lugar, nos víamos quase todo dia.
Era dezembro e eu já tinha minhas férias marcadas, e ela as dela.
Coincidimos em 1 das 2 semanas que ambos tínhamos e decidimos ir pra Córdoba.
Eu viajei primeiro, 1 semana antes de encontrar minha namorada. Fui com uns amigos pra um camping em Entre Ríos, foi legal, mas eu queria estar com ela e, principalmente, foder pra caralho.
De Entre Ríos fui direto pra Carlos Paz me encontrar com ela.
Quando nos encontramos, percebi que ela estava estranha. Algo estava errado.
Como já tínhamos o hotel reservado, fomos pra lá e, mesmo ela não querendo muito, convenci ela a tomar banho junto. Minha pica tava explodindo e ela, sempre safada, se deixou levar.
Fomos pra cama molhados e de uma vez ela já se agarrou pra chupar minha pica.
Pedi pra ela parar porque quase gozava na hora.
Ela se deitou de costas e pediu pra eu chupar a buceta dela (sempre me elogiou como o melhor que já chupou a buceta dela de todos os caras que ela teve).
Passei um bom tempo comendo a buceta dela e aproveitando todo o fluxo de tesão que engoli.
Ela teve uns dois orgasmos na minha boca e quando eu quis penetrar ela, a filha da puta virou e pediu pra eu fazer o cuzinho dela!!!
Eu sempre amei e amo mais o anal do que o vaginal. Gosto tanto de dar o cu que, como quem lê meus relatos já sabe, eu também entrego minha bunda hahaha.
Questão que, com todo o tesão que eu tava, coloquei minha pica no cu dela enquanto ela se masturbava e, quase na hora, deixei uma cachoeira de porra no reto dela.
Era tanto tesão que minha pica nunca amoleceu e a mina, me vendo assim, tirou minha pica do cu dela e começou a chupar de uma vez. Do cu pra boca!!! É uma das coisas mais nojentas que eu gosto que façam comigo.
Ela chupou por um bom tempo e de repente tirou da boca, deitou do meu lado, me beijou de língua com o gosto amargo do cu dela na língua enquanto me masturbava.
No ouvido Ela me pediu pra enfiar os dedos na bunda dela (nunca tinha visto ela tão entregue assim com a bunda. Embora nunca tivesse negado, eu sabia que ela preferia mais pela buceta, mas naquela tarde a mina tava diferente, como eu disse, estranha, e tava me dando o que eu mais gostava. Por algum motivo era!!).
Enquanto eu fazia um toque retal com 3 dedos e ela me batia uma punheta, ela disse que precisava me contar uma coisa e me pediu pra não ficar bravo.
Mesmo estando com tesão, as palavras dela me broxaram um pouco e, meio sem convicção, prometi não ficar bravo.
Direto e sem anestesia, ela me "confessou" que naquela semana que eu tava no camping, ela tinha transado com um colega de trabalho, conhecido nosso. Jorge se chamava o filho da puta, e lembrei que uma vez, enquanto a gente transava, a gente contava as fantasias que tínhamos e ela, quando perguntei com quem ela transaria dos conhecidos, me falou o tal do Jorge.
Naquele momento, fiquei gelado. Tirei meus dedos do cu dela e ela soltou meu pau.
Ela me lembrou que prometi não ficar bravo e tentou se justificar, dizendo que naquela semana que eu não tava, ela se sentia sozinha e que o Jorge, vendo ela assim "triste", convidou ela pra tomar um café e conversar, e que uma coisa levou à outra e terminaram num motel.
"Você vai me largar?" perguntou inocente.
"Me dá um momento", respondi. "Preciso processar isso", falei e fui pro banheiro.
Acendi um cigarro, sentei no vaso e na minha cabeça uma tempestade de imagens passava como num videoclipe. Em todas, o Jorge tava pelado, com um pau enorme, e em todas o filho da puta metia o pau na minha namorada pela boca, na buceta e no cu, e ela "feliz" recebendo o pau do meu comedor.
O estranho da situação é que quanto mais eu pensava em como ele tinha comido ela, mais duro ficava meu pau e eu não conseguia evitar de me masturbar e sentir cada vez mais intensa uma tesão que me invadia por completo.
Terminei o cigarro e voltei pra cama. Ela me olhou e notou minha ereção. Pude ver nos olhos dela algo parecido com um "alívio". A safada percebeu na hora que a sua infidelidade, mesmo que me incomodasse mais ou menos, também me excitava, e isso era algo que a deixava mais perto do "perdão".
"Vem", ela disse. "Me abraça e me conta o que você acha do que eu fiz e de mim."
Eu me aproximei dela e, antes de me deitar, a safada pegou na minha pica e chupou com gosto.
"Essa garota parece que gostou de ouvir o que eu contei, né?", disse sorrindo.
A filha da puta passou a dominar a situação e, sem me deixar reagir, me fez deitar de costas, montou em mim e colocou minha pica na sua buceta encharcada e, no meu ouvido, disse: "Quer que eu conte tudo o que fiz com o Jorge e o que ele fez comigo?"
Você é uma filha da puta, puta do caralho, quase gritei enquanto segurava a bunda dela com as mãos e enfiava minha pica até o útero.
"Sim", ela gritava, "me fode assim bem bruto, filha da puta, sou muito puta e sou SUA puta, mesmo que outros me comam."
Foram alguns minutos de sexo selvagem, onde minha pica afundava fundo na buceta daquela garota que tinha me feito de corno. Uma mistura de raiva e tesão misturada com os pensamentos mais obscenos e as imagens da minha "namorada" sendo comida por aquele arrombado e gozando com a pica de outro.
A garota desmontou e desceu para chupar minha pica desesperada.
Eu a fiz montar de novo e, de novo, minha pica estava na buceta dela banhada.
Sem pensar, gritei para ela contar tudo o que tinham feito no hotel.
Uma rajada de perguntas obscenas saía da minha boca sem que eu conseguisse reprimir.
Ele tem a pica grande? Engoliu a porra? Comeu seu cu? Chupou sua buceta? Quantas gozadas ele deu? Quantas vezes você gozou, filha da puta? enquanto eu bombava frenético.
Naquela tarde, a gente transou muito, ela tirou 3 gozadas minhas e ela teve mais de 3 orgasmos.
Eu comi o cu dela de novo e chupei a buceta dela. Tudo enquanto minha amada namorada me contava desde o tamanho ("Grande") da pica do meu touro até o gosto do sêmen dele (salgadinho e um pouco ácido), passando pela fodida de cu que ele deu (doeu quando ele colocou, porque ela gosta de meter tudo de uma vez, mas fiz uma punheta gostosa enquanto arrombava minha bunda), e outros detalhes do tesão que o Jorge, esse puto, tem de chupar minha rola depois que ele fodeu minha buceta.
Naquela tarde, tanto ela quanto eu soubemos que nossa relação ia ser assim. Eu, corno consciente e satisfeito, e ela, puta de todos que quisesse.
A partir daquele momento, começamos a nos libertar das repressões e prometemos compartilhar sexo com outras pessoas, contando tudo (ou quase, já que na época não tive coragem de contar minhas experiências com caras, incluindo os menages com Marta e Eduardo; daria tempo mais pra frente, se rolasse).
Eu 25 anos, ela 22. Trabalhávamos no mesmo lugar, nos víamos quase todo dia.
Era dezembro e eu já tinha minhas férias marcadas, e ela as dela.
Coincidimos em 1 das 2 semanas que ambos tínhamos e decidimos ir pra Córdoba.
Eu viajei primeiro, 1 semana antes de encontrar minha namorada. Fui com uns amigos pra um camping em Entre Ríos, foi legal, mas eu queria estar com ela e, principalmente, foder pra caralho.
De Entre Ríos fui direto pra Carlos Paz me encontrar com ela.
Quando nos encontramos, percebi que ela estava estranha. Algo estava errado.
Como já tínhamos o hotel reservado, fomos pra lá e, mesmo ela não querendo muito, convenci ela a tomar banho junto. Minha pica tava explodindo e ela, sempre safada, se deixou levar.
Fomos pra cama molhados e de uma vez ela já se agarrou pra chupar minha pica.
Pedi pra ela parar porque quase gozava na hora.
Ela se deitou de costas e pediu pra eu chupar a buceta dela (sempre me elogiou como o melhor que já chupou a buceta dela de todos os caras que ela teve).
Passei um bom tempo comendo a buceta dela e aproveitando todo o fluxo de tesão que engoli.
Ela teve uns dois orgasmos na minha boca e quando eu quis penetrar ela, a filha da puta virou e pediu pra eu fazer o cuzinho dela!!!
Eu sempre amei e amo mais o anal do que o vaginal. Gosto tanto de dar o cu que, como quem lê meus relatos já sabe, eu também entrego minha bunda hahaha.
Questão que, com todo o tesão que eu tava, coloquei minha pica no cu dela enquanto ela se masturbava e, quase na hora, deixei uma cachoeira de porra no reto dela.
Era tanto tesão que minha pica nunca amoleceu e a mina, me vendo assim, tirou minha pica do cu dela e começou a chupar de uma vez. Do cu pra boca!!! É uma das coisas mais nojentas que eu gosto que façam comigo.
Ela chupou por um bom tempo e de repente tirou da boca, deitou do meu lado, me beijou de língua com o gosto amargo do cu dela na língua enquanto me masturbava.
No ouvido Ela me pediu pra enfiar os dedos na bunda dela (nunca tinha visto ela tão entregue assim com a bunda. Embora nunca tivesse negado, eu sabia que ela preferia mais pela buceta, mas naquela tarde a mina tava diferente, como eu disse, estranha, e tava me dando o que eu mais gostava. Por algum motivo era!!).
Enquanto eu fazia um toque retal com 3 dedos e ela me batia uma punheta, ela disse que precisava me contar uma coisa e me pediu pra não ficar bravo.
Mesmo estando com tesão, as palavras dela me broxaram um pouco e, meio sem convicção, prometi não ficar bravo.
Direto e sem anestesia, ela me "confessou" que naquela semana que eu tava no camping, ela tinha transado com um colega de trabalho, conhecido nosso. Jorge se chamava o filho da puta, e lembrei que uma vez, enquanto a gente transava, a gente contava as fantasias que tínhamos e ela, quando perguntei com quem ela transaria dos conhecidos, me falou o tal do Jorge.
Naquele momento, fiquei gelado. Tirei meus dedos do cu dela e ela soltou meu pau.
Ela me lembrou que prometi não ficar bravo e tentou se justificar, dizendo que naquela semana que eu não tava, ela se sentia sozinha e que o Jorge, vendo ela assim "triste", convidou ela pra tomar um café e conversar, e que uma coisa levou à outra e terminaram num motel.
"Você vai me largar?" perguntou inocente.
"Me dá um momento", respondi. "Preciso processar isso", falei e fui pro banheiro.
Acendi um cigarro, sentei no vaso e na minha cabeça uma tempestade de imagens passava como num videoclipe. Em todas, o Jorge tava pelado, com um pau enorme, e em todas o filho da puta metia o pau na minha namorada pela boca, na buceta e no cu, e ela "feliz" recebendo o pau do meu comedor.
O estranho da situação é que quanto mais eu pensava em como ele tinha comido ela, mais duro ficava meu pau e eu não conseguia evitar de me masturbar e sentir cada vez mais intensa uma tesão que me invadia por completo.
Terminei o cigarro e voltei pra cama. Ela me olhou e notou minha ereção. Pude ver nos olhos dela algo parecido com um "alívio". A safada percebeu na hora que a sua infidelidade, mesmo que me incomodasse mais ou menos, também me excitava, e isso era algo que a deixava mais perto do "perdão".
"Vem", ela disse. "Me abraça e me conta o que você acha do que eu fiz e de mim."
Eu me aproximei dela e, antes de me deitar, a safada pegou na minha pica e chupou com gosto.
"Essa garota parece que gostou de ouvir o que eu contei, né?", disse sorrindo.
A filha da puta passou a dominar a situação e, sem me deixar reagir, me fez deitar de costas, montou em mim e colocou minha pica na sua buceta encharcada e, no meu ouvido, disse: "Quer que eu conte tudo o que fiz com o Jorge e o que ele fez comigo?"
Você é uma filha da puta, puta do caralho, quase gritei enquanto segurava a bunda dela com as mãos e enfiava minha pica até o útero.
"Sim", ela gritava, "me fode assim bem bruto, filha da puta, sou muito puta e sou SUA puta, mesmo que outros me comam."
Foram alguns minutos de sexo selvagem, onde minha pica afundava fundo na buceta daquela garota que tinha me feito de corno. Uma mistura de raiva e tesão misturada com os pensamentos mais obscenos e as imagens da minha "namorada" sendo comida por aquele arrombado e gozando com a pica de outro.
A garota desmontou e desceu para chupar minha pica desesperada.
Eu a fiz montar de novo e, de novo, minha pica estava na buceta dela banhada.
Sem pensar, gritei para ela contar tudo o que tinham feito no hotel.
Uma rajada de perguntas obscenas saía da minha boca sem que eu conseguisse reprimir.
Ele tem a pica grande? Engoliu a porra? Comeu seu cu? Chupou sua buceta? Quantas gozadas ele deu? Quantas vezes você gozou, filha da puta? enquanto eu bombava frenético.
Naquela tarde, a gente transou muito, ela tirou 3 gozadas minhas e ela teve mais de 3 orgasmos.
Eu comi o cu dela de novo e chupei a buceta dela. Tudo enquanto minha amada namorada me contava desde o tamanho ("Grande") da pica do meu touro até o gosto do sêmen dele (salgadinho e um pouco ácido), passando pela fodida de cu que ele deu (doeu quando ele colocou, porque ela gosta de meter tudo de uma vez, mas fiz uma punheta gostosa enquanto arrombava minha bunda), e outros detalhes do tesão que o Jorge, esse puto, tem de chupar minha rola depois que ele fodeu minha buceta.
Naquela tarde, tanto ela quanto eu soubemos que nossa relação ia ser assim. Eu, corno consciente e satisfeito, e ela, puta de todos que quisesse.
A partir daquele momento, começamos a nos libertar das repressões e prometemos compartilhar sexo com outras pessoas, contando tudo (ou quase, já que na época não tive coragem de contar minhas experiências com caras, incluindo os menages com Marta e Eduardo; daria tempo mais pra frente, se rolasse).
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