Isso é real, aconteceu comigo em 2001, eu tinha acabado de fazer 30 anos, trabalhava no centro, e quando voltava pra casa, costumava ficar em Ramos Mejía num cibercafé.
Não era uma boa fase pra mim, problemas no trabalho, não tinha namorada e me sentia terrivelmente sozinho, então tava bem pra baixo, e me distraía bastante no ciber.
Entre os clientes habituais tinha uma mulher, mais velha que eu, muito simpática, não era bonita de rosto, pra ser sincero era bem feia, mas tinha uma personalidade muito interessante. Às vezes a gente conversava e, sinceramente, era um prazer bater um papo com ela.
Perguntei a idade dela, ela disse que tinha 43 anos, era enfermeira profissional, bem gordinha, não tinha filhos, adorava crianças mas tinha decidido não ter.
Um dia a gente começou a conversar por um bom tempo, aí convidei ela pra tomar alguma coisa, pra continuar o papo com mais conforto. A gente falava sobre tudo e acabou falando de sexo. A gorda sabia pra caralho e, sinceramente, ouvir ela tava me deixando bem excitado.
Eu comentei que fazia uns meses que não transava, ela meio que não acreditou, mas eu falei que era verdade, que tava com muitos problemas no trabalho e em casa, por isso não me sentia com autoestima pra chegar numa mulher.
A gente continuou conversando... e bebendo cerveja, nós dois já távamos bem bêbados, já era hora de ir embora, então falei que ia acompanhar ela. Ela morava a 5 quarteirões da estação (Ramos Mejía), então não me custava nada.
No caminho ela me perguntou se eu me cuidava quando transava, eu falei que óbvio que sim, que sempre usava camisinha. Ela disse que também se cuidava muito com esse assunto.
Chegamos na casa dela, ela me convidou pra entrar, ela morava sozinha. A gente ficou conversando na sala e aí ela foi direta, disse que tanto falar de sexo tinha deixado ela com tesão... e que se eu não tivesse problema, a gente podia trepar ali mesmo.
Eu fiquei surpreso, pra ser sincero não sentia atração por ela, mas... uma foda era uma foda. Falei que sim, mas que ia ir comprar camisinha, que ela ia me esperar, ela disse que não precisava, que eu passava confiança e que a gente podia transar sem capa.
Não falamos mais, fomos pro quarto dela, cama de casal daquelas antigas, ela apagou a luz e acendeu um abajur, disse que ia no banheiro, apareceu pelada, tinha uns peitos lindos, enormes, como não tinha tido filhos, estavam incrivelmente firmes aos 43 anos dela.
Eu me despi nervoso, ela me ajudou, enquanto me beijava com doçura, como há anos não me beijavam.
Ela me fez deitar, me acariciando e beijando, colocou um peito na minha boca e me fez chupar, deixei ela dominar a situação, começou a me bater uma, eu já tava com o pau duro, ela começou a beijar meu peito, devagar, lambeu meus mamilos, mordiscou eles... foi descendo, mordiscando e beijando todo meu torso até chegar no pau.
Foi o melhor boquete que já tinham me dado na vida, impossível descrever, ela passava a língua no freio, enfiava ele na boca, inteiro, e enquanto tirava chupava com força, isso deixava ele mais duro ainda. Mordia de leve o tronco do pau, lambia minhas bolas, começou a chupar elas com muita suavidade, enquanto me batia uma com uma mão. Sem dúvida era o melhor boquete da minha vida, não sei como não gozei com tudo que ela fazia.
"Agora me fode" ela disse com voz suave mas firme, eu já tinha deixado ela brincar, não queria parecer o otário que não sabe fazer nada. Me ajeitei pra meter mas comecei a chupar os peitos dela, mordiscando os mamilos, isso fez ela gritar, não sei se de dor ou prazer, comecei a morder o pescoço dela, enfiar a língua no ouvido, enquanto perguntava com a voz mais rouca que nunca, se ela queria que eu fodesse ela... ela disse "sim" com voz bem suave, eu falei... "você tem que esperar"
Continuei beijando ela em todos os cantos, mordiscando cada vez mais forte, isso fazia ela tremer, até que desci pra pussy dela, que tinha um cheiro delicioso. Mistura de sabonete Dove com cheiro de mulher, enfiei minha cara de cheio na buceta dela, lambendo o clitóris, enquanto enfiava os dedos na pussy, ela estava encharcada, o fluxo saía pra caralho, eu não parava de lamber o clitóris dela, tava muito excitado, amava o gosto da pussy dela.. saí por um momento e me coloquei do lado, sem parar de enfiar os dedos na pussy, olhei nos olhos dela, tirei os dedos e chupei eles olhando pra ela.. isso deixou ela ainda mais tesuda, ela me pediu por favor pra meter, que não aguentava mais.
Me ajeitei entre as pernas dela, ela levantou elas, enfiei a cock de uma vez só, nós dois suspiramos juntos.. ela me abraçou pelo pescoço, me puxando pra perto do rosto dela e me deu um beijo de língua do caralho, eu comecei a me mover devagar dentro dela, a sensação era linda, fazia muito tempo que não comia no pelo.. já quase não lembrava.
Ela me abraçava, me beijando com cada vez mais desespero, a sensação de toda a pele dela em contato com a minha era algo que eu amava demais, me deixei levar por todas essas sensações, tentando não me desesperar, continuei comendo ela devagar por um bom tempo, aproveitando cada roçada, aproveitando o cheiro da pele dela, do cabelo dela, aquele aroma próprio de cada mulher, o dela era delicioso.
Era uma transa muito romântica, amava como a gente tava fodendo, parecia que já tínhamos transado muitas vezes.
Comecei a acelerar as estocadas, empurrando com mais violência, isso fez ela gemer, então me endireitei um pouco e sem sair, levantei as pernas dela e cruzei elas sobre a barriga, isso deixava a penetração mais profunda. Eu me apoiei nas pernas cruzadas dela, ela era bem elástica pro peso que tinha, tinha muita liberdade de movimento então comecei a bombar como nunca, minha cock fazia barulho quando entrava e saía porque ela tinha a pussy encharcada, num momento ela me disse pra não parar, que por favor não parasse.. eu continuei bombando até a gorda explodir num orgasmo brutal, ela tinha uns espasmos violentos, dava pra sentir como a buceta dela se contraía, me molhando ainda mais, não aguentei mais, comecei a bombar, ofegando igual um cachorro, soltei toda minha porra, que deve ter ido até o fundo do útero porque saiu com muita força e uma quantidade enorme.
Depois do último espasmo, fiquei parado, ela pediu pra eu ficar dentro, que adorava sentir como "dormia".. ela abriu as pernas pra eu me deixar cair sobre ela, ficamos assim um bom tempo.
Meu pau não tinha amolecido ainda quando eu saí, fiquei de barriga pra cima, com o pau ainda duro.. falei pra ela "olha, nunca na vida gozei assim, tão forte.. e também nunca fiquei com o pau duro desse jeito".. ela respondeu "então, já que tá duro, tem que aproveitar" e começou a chupar ele, sem se importar que estivesse encharcado com o próprio fluido dela, me limpou, literalmente.. ela ficou de quatro, mostrando a bunda enorme, que pra ser gorda, não tinha nada de celulite.
Eu fiquei atrás, perguntei se deixava eu meter no cu, ela não respondeu, se abaixou mais e levantou mais a bunda, apoiou a cabeça e deixando as mãos livres, abriu as nádegas.. eu considerei isso como um sim.. então lambi bem a cabeça do pau e encostei no cu dela, não entrava, ela disse que fazia anos que não fazia por trás e que tinha feito só uma vez, que talvez por isso custasse.
Continuei empurrando, firme, não entrava, mas num instante, meu pau simplesmente sumiu dentro do cu dela, doeu segundo ela, mas ela não falou mais nada, eu comecei a comer ela igual um animal desde o começo, o cu dela era muito apertado, não demorei muito pra encher ele de porra.. quando tirei o pau, fiquei olhando o cu dela dilatado com minha porra saindo e caindo na buceta dela, ainda mais dilatada. Ela passou uma mão por baixo e começou a se masturbar, eu me deitei pra olhar ela, aquela trepada tinha me deixado cansado.. ela gozou em poucos minutos, então deitou do meu lado e dormimos abraçados.
Era sábado, então no Outro dia, nenhum dos dois tava trabalhando. Quando acordei, ela tava voltando do banho, acabada de se lavar. Como toda manhã, eu acordei de pau duro. Ela não pensou duas vezes e sentou no meu pau, enfiando tudo na buceta dela. Começou a rebolar, e em uns 5 minutos já tinha gozado, molhando minhas bolas. Mas continuou se mexendo, falou que queria tirar meu leite, que eu não me mexesse. Ficou rebolando por um bom tempo até que eu falei que tava quase lá. Ela começou a rebolar mais forte e eu enchi a buceta dela de novo...
Tomamos café da manhã e fui pra casa, mas a partir daquele dia a gente trepou sempre que dava, por uns 2 anos, até eu começar a namorar.
Não era uma boa fase pra mim, problemas no trabalho, não tinha namorada e me sentia terrivelmente sozinho, então tava bem pra baixo, e me distraía bastante no ciber.
Entre os clientes habituais tinha uma mulher, mais velha que eu, muito simpática, não era bonita de rosto, pra ser sincero era bem feia, mas tinha uma personalidade muito interessante. Às vezes a gente conversava e, sinceramente, era um prazer bater um papo com ela.
Perguntei a idade dela, ela disse que tinha 43 anos, era enfermeira profissional, bem gordinha, não tinha filhos, adorava crianças mas tinha decidido não ter.
Um dia a gente começou a conversar por um bom tempo, aí convidei ela pra tomar alguma coisa, pra continuar o papo com mais conforto. A gente falava sobre tudo e acabou falando de sexo. A gorda sabia pra caralho e, sinceramente, ouvir ela tava me deixando bem excitado.
Eu comentei que fazia uns meses que não transava, ela meio que não acreditou, mas eu falei que era verdade, que tava com muitos problemas no trabalho e em casa, por isso não me sentia com autoestima pra chegar numa mulher.
A gente continuou conversando... e bebendo cerveja, nós dois já távamos bem bêbados, já era hora de ir embora, então falei que ia acompanhar ela. Ela morava a 5 quarteirões da estação (Ramos Mejía), então não me custava nada.
No caminho ela me perguntou se eu me cuidava quando transava, eu falei que óbvio que sim, que sempre usava camisinha. Ela disse que também se cuidava muito com esse assunto.
Chegamos na casa dela, ela me convidou pra entrar, ela morava sozinha. A gente ficou conversando na sala e aí ela foi direta, disse que tanto falar de sexo tinha deixado ela com tesão... e que se eu não tivesse problema, a gente podia trepar ali mesmo.
Eu fiquei surpreso, pra ser sincero não sentia atração por ela, mas... uma foda era uma foda. Falei que sim, mas que ia ir comprar camisinha, que ela ia me esperar, ela disse que não precisava, que eu passava confiança e que a gente podia transar sem capa.
Não falamos mais, fomos pro quarto dela, cama de casal daquelas antigas, ela apagou a luz e acendeu um abajur, disse que ia no banheiro, apareceu pelada, tinha uns peitos lindos, enormes, como não tinha tido filhos, estavam incrivelmente firmes aos 43 anos dela.
Eu me despi nervoso, ela me ajudou, enquanto me beijava com doçura, como há anos não me beijavam.
Ela me fez deitar, me acariciando e beijando, colocou um peito na minha boca e me fez chupar, deixei ela dominar a situação, começou a me bater uma, eu já tava com o pau duro, ela começou a beijar meu peito, devagar, lambeu meus mamilos, mordiscou eles... foi descendo, mordiscando e beijando todo meu torso até chegar no pau.
Foi o melhor boquete que já tinham me dado na vida, impossível descrever, ela passava a língua no freio, enfiava ele na boca, inteiro, e enquanto tirava chupava com força, isso deixava ele mais duro ainda. Mordia de leve o tronco do pau, lambia minhas bolas, começou a chupar elas com muita suavidade, enquanto me batia uma com uma mão. Sem dúvida era o melhor boquete da minha vida, não sei como não gozei com tudo que ela fazia.
"Agora me fode" ela disse com voz suave mas firme, eu já tinha deixado ela brincar, não queria parecer o otário que não sabe fazer nada. Me ajeitei pra meter mas comecei a chupar os peitos dela, mordiscando os mamilos, isso fez ela gritar, não sei se de dor ou prazer, comecei a morder o pescoço dela, enfiar a língua no ouvido, enquanto perguntava com a voz mais rouca que nunca, se ela queria que eu fodesse ela... ela disse "sim" com voz bem suave, eu falei... "você tem que esperar"
Continuei beijando ela em todos os cantos, mordiscando cada vez mais forte, isso fazia ela tremer, até que desci pra pussy dela, que tinha um cheiro delicioso. Mistura de sabonete Dove com cheiro de mulher, enfiei minha cara de cheio na buceta dela, lambendo o clitóris, enquanto enfiava os dedos na pussy, ela estava encharcada, o fluxo saía pra caralho, eu não parava de lamber o clitóris dela, tava muito excitado, amava o gosto da pussy dela.. saí por um momento e me coloquei do lado, sem parar de enfiar os dedos na pussy, olhei nos olhos dela, tirei os dedos e chupei eles olhando pra ela.. isso deixou ela ainda mais tesuda, ela me pediu por favor pra meter, que não aguentava mais.
Me ajeitei entre as pernas dela, ela levantou elas, enfiei a cock de uma vez só, nós dois suspiramos juntos.. ela me abraçou pelo pescoço, me puxando pra perto do rosto dela e me deu um beijo de língua do caralho, eu comecei a me mover devagar dentro dela, a sensação era linda, fazia muito tempo que não comia no pelo.. já quase não lembrava.
Ela me abraçava, me beijando com cada vez mais desespero, a sensação de toda a pele dela em contato com a minha era algo que eu amava demais, me deixei levar por todas essas sensações, tentando não me desesperar, continuei comendo ela devagar por um bom tempo, aproveitando cada roçada, aproveitando o cheiro da pele dela, do cabelo dela, aquele aroma próprio de cada mulher, o dela era delicioso.
Era uma transa muito romântica, amava como a gente tava fodendo, parecia que já tínhamos transado muitas vezes.
Comecei a acelerar as estocadas, empurrando com mais violência, isso fez ela gemer, então me endireitei um pouco e sem sair, levantei as pernas dela e cruzei elas sobre a barriga, isso deixava a penetração mais profunda. Eu me apoiei nas pernas cruzadas dela, ela era bem elástica pro peso que tinha, tinha muita liberdade de movimento então comecei a bombar como nunca, minha cock fazia barulho quando entrava e saía porque ela tinha a pussy encharcada, num momento ela me disse pra não parar, que por favor não parasse.. eu continuei bombando até a gorda explodir num orgasmo brutal, ela tinha uns espasmos violentos, dava pra sentir como a buceta dela se contraía, me molhando ainda mais, não aguentei mais, comecei a bombar, ofegando igual um cachorro, soltei toda minha porra, que deve ter ido até o fundo do útero porque saiu com muita força e uma quantidade enorme.
Depois do último espasmo, fiquei parado, ela pediu pra eu ficar dentro, que adorava sentir como "dormia".. ela abriu as pernas pra eu me deixar cair sobre ela, ficamos assim um bom tempo.
Meu pau não tinha amolecido ainda quando eu saí, fiquei de barriga pra cima, com o pau ainda duro.. falei pra ela "olha, nunca na vida gozei assim, tão forte.. e também nunca fiquei com o pau duro desse jeito".. ela respondeu "então, já que tá duro, tem que aproveitar" e começou a chupar ele, sem se importar que estivesse encharcado com o próprio fluido dela, me limpou, literalmente.. ela ficou de quatro, mostrando a bunda enorme, que pra ser gorda, não tinha nada de celulite.
Eu fiquei atrás, perguntei se deixava eu meter no cu, ela não respondeu, se abaixou mais e levantou mais a bunda, apoiou a cabeça e deixando as mãos livres, abriu as nádegas.. eu considerei isso como um sim.. então lambi bem a cabeça do pau e encostei no cu dela, não entrava, ela disse que fazia anos que não fazia por trás e que tinha feito só uma vez, que talvez por isso custasse.
Continuei empurrando, firme, não entrava, mas num instante, meu pau simplesmente sumiu dentro do cu dela, doeu segundo ela, mas ela não falou mais nada, eu comecei a comer ela igual um animal desde o começo, o cu dela era muito apertado, não demorei muito pra encher ele de porra.. quando tirei o pau, fiquei olhando o cu dela dilatado com minha porra saindo e caindo na buceta dela, ainda mais dilatada. Ela passou uma mão por baixo e começou a se masturbar, eu me deitei pra olhar ela, aquela trepada tinha me deixado cansado.. ela gozou em poucos minutos, então deitou do meu lado e dormimos abraçados.
Era sábado, então no Outro dia, nenhum dos dois tava trabalhando. Quando acordei, ela tava voltando do banho, acabada de se lavar. Como toda manhã, eu acordei de pau duro. Ela não pensou duas vezes e sentou no meu pau, enfiando tudo na buceta dela. Começou a rebolar, e em uns 5 minutos já tinha gozado, molhando minhas bolas. Mas continuou se mexendo, falou que queria tirar meu leite, que eu não me mexesse. Ficou rebolando por um bom tempo até que eu falei que tava quase lá. Ela começou a rebolar mais forte e eu enchi a buceta dela de novo...
Tomamos café da manhã e fui pra casa, mas a partir daquele dia a gente trepou sempre que dava, por uns 2 anos, até eu começar a namorar.



10 comentários - Madura e gordinha, história real.