Os segredos da Amanda. 1. Tudo em família.
Amanda Heyland, de 32 anos, uma chef renomada e filha de um empresário dono de uma bem-sucedida empresa de sorvetes e doces, estava escrevendo seu último livro, relacionado à arte culinária. A apresentação dele seria daqui a alguns meses, e ela estava um pouco atrasada, então tentava terminar o livro o mais rápido possível. Ela era considerada uma verdadeira expert em sabores pelos críticos de gastronomia, e graças a isso devia o sucesso do seu restaurante. Além disso, com a notícia da doença que tinha debilitado seu pai, ela teve que aguçar a criatividade para criar novos e deliciosos produtos para a empresa do pai, conseguindo assim recordes de vendas na empresa. Novos sabores de sorvete feitos com produtos naturais conseguiram aumentar ainda mais a vantagem sobre os principais concorrentes do mercado. O sucesso nas vendas chamou a atenção de empresários internacionais, e ela conseguiu um contrato para vender seus produtos para vários países da Ásia. Entre os empresários mais importantes estava Seun, o presidente de uma empresa coreana.
Enquanto Amanda escrevia no seu laptop, começaram a chegar de novo aqueles e-mails de um "admirador" secreto.
— Adoro ver você praticando ioga de manhã —
Aquele endereço de e-mail já não era mais desconhecido para ela, e ela tinha se acostumado a receber esse tipo de mensagem, embora isso ainda a deixasse um pouco nervosa e incomodada.
— Tenho que ser mais cuidadosa com as janelas — pensou.
As enormes janelas do seu quarto ofereciam uma boa visão para qualquer um que estivesse alguns metros abaixo da sua posição elevada, em qualquer uma das casas vizinhas. O mistério para Amanda era saber como aquele admirador tinha conseguido o e-mail dela. Por um momento, ela se sentiu excitada com a ideia de ser espionada por um completo estranho enquanto fazia suas coisas. Atividades diárias em casa, ela sentiu curiosidade por aquela ideia. Sorriu enquanto fantasiava com situações como as que seu admirador anônimo descrevia em cada e-mail, mas sabia que tudo aquilo podia ser perigoso, principalmente tratando-se de um completo estranho. Tudo isso a fez lembrar, por um momento, da sua adolescência. Precisamente aos 17 anos e do relacionamento que teve com seu primo, 8 anos mais velho que ela, durante seu despertar sexual — algo que ela mantinha em total segredo e nunca revelou a ninguém além do marido. Lembrou daqueles dias e lembrou das suas brincadeiras quentes com aquele que tinha sido o primeiro homem da sua vida. Amanda tinha transado com dois homens em toda a sua vida: Xavier, que atualmente era seu marido, e com seu primo durante a adolescência. Quando Amanda se atrevia a confessar ao marido as experiências sexuais da adolescência e suas fantasias, frequentemente terminavam fazendo amor. É que Xavier ficava extremamente excitado ao ouvir aquelas histórias da boca da esposa, e isso permitia que ele descobrisse aquele lado quente, aquele que Amanda só mostrava ao seu círculo íntimo, já que não era uma mulher que gostasse muito de falar da sua vida íntima e sexual com todo mundo. **** — Meu amor, quero saber mais... me conta tudo. Os dois estavam deitados na cama, enquanto Xavier percorria o pescoço de Amanda dando pequenos beijos que deixavam rastros de saliva por onde passava. Aquela era a forma dele de excitá-la e assim animar a esposa a contar seus segredos sexuais mais profundos. — Naquela época, no começo a gente se beijava escondido dos nossos pais, éramos muito apaixonados... Amanda riu e continuou com seu relato. Meu primo Ivan me incentivou a fazer coisas que de outra forma talvez nunca tivesse feito. Ele provocava em mim um desejo enorme. O jeito que ele me tocava e as coisas que me dizia me acendiam e me faziam sentir desejada. Naquela época eu era mais gostosa, gostava de mostrar um pouco mais o meu corpo e provocar. E com ele eu consegui. O Ivan adorava me tocar o tempo todo, em alguns momentos eu até tinha que pedir pra ele controlar a atitude dele porque ele me tocava até na frente dos nossos pais nas reuniões de família. Nessas reuniões era onde a gente aproveitava pra escapar pra qualquer quarto da casa dele, enquanto os outros estavam, por exemplo, num jantar. — É... uff, lembro bem daquela noite — Amanda ficava excitada só de lembrar daquela experiência. — Naquela noite a gente se beijou apaixonadamente, a língua dele se mexia dentro da minha boca e me fazia voar. As mãos dele apalpavam meus peitos e minha bunda desesperadamente. Nesse ponto, ele já tava totalmente duro. Ele me segurou pelo cabelo pra eu abaixar a cabeça enquanto ele tava de pé naquele quarto, começando a desabotoar o cinto e a abaixar o zíper da calça jeans dele, pra liberar a rola dele dura. Passei minha língua na rola do meu primo suavemente no começo e depois comecei a chupar ele enquanto o tamanho crescia na minha boca, algo que me impressionou naquela época. Era o maior pau que eu já tinha visto, até maior que o seu... Amanda riu, interrompendo o relato. Só conseguia chupar a cabeça da rola dele, nunca coloquei inteiro na boca, era grande demais pro meu gosto. Mesmo assim, curti muito, naquela noite chupei ele como nunca na minha vida, enquanto ele empurrava minha cabeça suavemente e me dizia o quanto me amava e me chamava de sua putinha, algo que me deixava muito excitada. Depois de alguns minutos, percebi que ele ia gozar. — Você engoliu? — interrompeu Xavier. — Sim, engoli — Amanda tinha uma expressão de vergonha pela confissão. — Eu tava com um vestido bonito naquele dia e não queria estragar ele sujando, mas não vou mentir, adorei chupar ele, o que não curti foi engolir o esperma dele — Xavier, ainda incrédulo mas excitado, tava impressionado com o que acabara de ouvir da sua amada esposa. Ele a observava com um sorriso safado no rosto, ansioso pra ouvir mais do relato dela. Depois de Então, a gente deitou pra ver TV enquanto ele acariciava minhas pernas devagar. — Continuo — o contato com a pele dele me fazia tremer e me excitava. Depois vieram os beijos e as mãos dele pousaram nos meus peitos. Ele tava por cima de mim e eu sentia o pau dele duro de novo se esfregando em mim. Começou a me despir, tirou meu vestido e me deixou só de calcinha e sutiã. Eu tava meio nervosa porque sabia que a gente ia transar e seria minha primeira vez. Mesmo assim, tava ansiosa pra sentir ele dentro de mim e feliz que o primeiro homem a me possuir fosse meu primo. Ele era alto, másculo, cabelo raspado e olhos verdes, tinha braços grandes e musculosos por causa do treino no exército, onde serviu por uns anos. Terminei de tirar a roupa íntima, fiquei completamente pelada, ele pegou uma camisinha na mesa de cabeceira, abriu e começou a colocar. Naquele momento, ele tava totalmente duro — Tava muito duro!, era enorme — depois ele se posicionou de novo por cima de mim e eu abri minhas pernas, convidando ele a entrar devagar. Encontrar meu primo escondido dos meus pais era algo muito excitante pra mim e fazia meu coração bater muito forte. Senti coisas que nunca tinha sentido antes, nem com meu ex-namorado. Era uma mistura de emoções. Naquele momento, comecei a sentir ele entrando e saindo cada vez mais rápido dentro de mim. Aproveitei cada instante, cada momento daquela vez, e a gente se amou como nunca antes. Ele percorreu meus lábios com a boca, depois desceu até meu pescoço e beijou tudo. Foi aí que eu gozei de um jeito incrível. Algo tomou conta de mim completamente e senti tipo uma corrente elétrica percorrendo meu corpo. Meus dedos dos pés se curvaram e eu apertei os lençóis da cama com força. Ele abafou meus gemidos com os beijos dele enquanto continuava metendo. A gente ficou assim por mais uns minutos, até ele gozar. Depois disso, a gente se vestiu e desceu pra onde os outros estavam. Demais, pra não levantar suspeitas. Foi minha primeira vez. A gente era dois amantes tentando esconder nossas aventuras. Ele, com certeza o mais experiente, e eu, uma adolescente começando a aprender o que era ficar com um homem. A partir daí, nossos encontros foram ficando cada vez mais frequentes. Eu gostava de estar com ele, porque ele realmente me queria e me tratava bem, pra ele eu não era um objeto sexual. Era tipo a menina mimada dele, além de amante. Ele sempre dizia que era apaixonado pelas minhas pernas. Ficava tocando elas o tempo todo, sempre que não tivesse ninguém por perto olhando. Meu corpo excitava ele pra caralho. Segundo ele, nunca tinha conhecido garotas altas como eu, e isso era algo que atraía ele demais. Lembro que ele falava que meus olhos azuis eram como o oceano, e beijar meus lábios era como beijar um anjo. Era muito fofo comigo. Depois de alguns anos, a gente parou de se ver. Ele teve que se mudar por causa do trabalho pro norte, e eu precisava continuar estudando sem mais distrações. Era algo que mais cedo ou mais tarde ia acabar. Entendi que era o normal e aceitei, mesmo que tenha sido difícil pra mim naquela época. * * * Oi! Convido vocês a visitar meu novo blog, pra ler essa e outras histórias que vou publicar! zonaeroticarelatos.blogspot.com.ar
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