Olá, leitores. Quero contar um romance que tenho com o porteiro do prédio onde moro com meu namorado.
Sou a Júlia, tenho 23 anos e estou namorando há 5 anos. Sou branca, cabelo castanho claro, tenho 1,70m e, quando adolescente, fiz alguns trabalhos como modelo. Não sou totalmente magra, minhas pernas são longas e sempre gosto de me vestir de forma sexy, bom, sou um pouco provocante.
Moramos num apartamento há uns 14 meses. No prédio tem um porteiro, que faz os reparos e cuida da limpeza do lugar. O cara é alto, com braços e pernas fortes e peludos, o olhar dele é sério, quase não sorri, já tem muitos cabelos brancos no cabelo preto, deve ter mais de 45 anos. Alguns dizem que foi militar, mas ninguém sabe ao certo. Vou chamá-lo de Marcos. Além da boa forma física, um dos maiores atrativos dele são os olhos azuis. Moreno de olhos azuis, uma combinação perigosa.
Eu saio para correr todas as manhãs. Quando voltava, ele estava varrendo ou passando a mangueira na calçada. Quando eu me aproximava, ele parava o que estava fazendo e me olhava fixamente. Eu passava na frente dele e ele me seguia com o olhar. Eu sentia como se o olhar dele tivesse forma e devorasse meu corpo. Isso acontecia quase sempre. No começo, me incomodava, mas depois até me excitava.
De dia, às vezes eu encontrava o Marcos e nos olhávamos, mas não conversávamos. Uma noite, eu voltava de um mercadinho perto que ficava aberto 24 horas. Quase não tinha gente na rua, eram umas 10 da noite. Quando virei uma esquina, vi o Marcos conversando entre uns arbustos com uma vizinha, conhecida minha. Aí os dois entraram no carro dela, que estava estacionado na frente da casa dela. Parei para olhar. Passaram dois minutos e eu me senti uma fofoqueira, mas comecei a ver que o carro balançava, ou seja, se mexia de um lado para o outro. Me aproximei, mas de forma escondida, na direção do carro. Conforme me aproximava, comecei a ouvir... Gemidos, cada vez mais altos, o carro continuava se mexendo, os vidros são fumê, então não dava pra ver nada, mas os gemidos eram de uma mulher transando. Fiquei com medo de ser pega espiando e voltei pra casa, no meu quarto me senti estranha e, quando me toquei, minha buceta tava molhadinha. Enfiei dois dedos na xota imaginando que era eu quem tava sendo comida naquele carro.
Depois, numa reunião que fui com meu namorado, tinha três senhoras casadas falando do Marcos, contando histórias de putaria. Parece que o Marcos já tinha fama no prédio e tinha comido várias mulheres de lá. Longe de me dar nojo, aquilo foi virando uma obsessão, que acabou no seguinte. Naquela manhã, enquanto corria, parei quando vi o Marcos, que como sempre me olhava. Falei que tinha um problema no chuveiro — e verdade, tava vazando há semanas — e que ele passasse lá em uma hora. Ele só balançou a cabeça sem dizer nada.
Cheguei em casa, o coração tava batendo forte, tava nervosa. Pela primeira vez um homem ia estar na minha casa e eu sozinha, além dos pensamentos tarados que me invadiam por causa dos comentários que tinha ouvido. Fui pro quarto e vi o chuveiro, ainda vazando. Tirei a roupa e fiquei só de calcinha, coberta por uma toalha grande que uso. Meu corpo ainda tava suado do exercício e do nervosismo. Nisso, a campainha tocou. Abri a porta e lá estava o Marcos, imponente como sempre, com os braços fortes e peludos, carregando uma caixa de ferramentas. Deixei ele entrar e, enquanto andávamos, fui explicando o negócio do chuveiro, há quanto tempo tava assim, etc. Ele não parava de olhar pra minha toalha e minhas pernas, porque a toalha só batia acima dos joelhos. Entramos no meu quarto e eu fui ficando nervosa, minha voz falhou e fui me entregando. Ele entrou no box do chuveiro e eu fiquei do lado, ele não parava de me olhar, isso me deixou ainda mais nervosa. Marcos deu uma olhada no chuveiro, depois se virou e falou não sei o que tava desgastado, eu já nem lembro, que ia colocar uma parada tipo teflon, acho. Soltou o registro, passou uma coisa branca, encaixou de novo, virou pra mim e disse —agora testa aí!—. Passei na frente dele, deixei sair um pouco de água, mas senti ele se aproximar por trás. Me perguntou se tava bom, mas senti a mão dele na minha bunda, por cima da toalha. Falei que sim. —Já testou direito se ficou?—. A mão dele desceu até a beirada da toalha e tocou minhas coxas. Eu fingia que olhava o chuveiro. A mão dele subiu mais e já tava na minha virilha por trás, a poucos centímetros da minha buceta que pulsava e que eu sentia ficando molhada devagar. Nisso, os dedos dele chegaram na minha calcinha fio-dental e acariciaram minha rachinha. Ao mesmo tempo, Marcos com a outra mão soltou minha toalha, que caiu no chão, me deixando só de calcinha. Senti ele me abraçar por trás —senhora, é isso que a senhora queria, né?—, ele falou esfregando o volume dele dentro da calça contra minhas nádegas. Eu queria falar, mas não saía palavra. Ele me empurrou contra a parede do box e ficou atrás de mim. As mãos dele seguraram minha cintura e depois subiram pros meus peitos. As mãos eram grandes e fortes, apertou meus peitos e depois os bicos, enquanto eu sentia o pau duro dele contra minha bunda.
Eu só conseguia gemer e, às vezes, balbuciava pra ele parar. Aí Marcos baixou as mãos e puxou minha calcinha até o chão. Agora eu tava totalmente pelada. Ele me abraçou de novo e as mãos deslizaram pela minha barriga, sempre ele atrás de mim. Os dedos grossos dele passaram pelos meus lábios da buceta, um por um. Senti um dos dedos procurando o buraco da minha buceta, e não demorou a achar. O dedo dele, já molhado pela minha lubrificação, penetrou minha buceta e naquela hora soltei um gemido forte. Não sei quando ele tirou o pau dele da calça e colocou entre minhas nádegas, continuando a se esfregar. Aquele pedaço de carne... tava duríssimo, parecia que eu tava enfiando um cabo de vassoura entre minhas nádegas e o dedo dele entrava e saía da minha rachinha. Sempre por trás, Marcos desceu o pau dele entre minhas nádegas, senti a cabeça roçar nos meus lábios da buceta, dava pra sentir que a cabeça era enorme e pesada, nisso o pau dele começa a empurrar a entrada do meu cu.
—Que pedaço de raba, sua filha da puta, que mulherão você é! —Marcos se deliciava com meu cu, enquanto enfiava ele me massageava toda, e eu comecei a sentir um formigamento.
—E você, que pedaço de pau você tem…
—Você é mulher demais pro corno do seu namorado. Essa raba precisa de um pau de verdade.
O de Marcos era várias vezes maior que o do meu namorado. E dava pra notar.
—É, essa bunda não é pra corno… Ele nunca fez isso… nunca deixei…
Isso deixou ele mais excitado, me deu umas estocadas fundas, bufou que parecia que ia explodir, e tirou o pau e assim, molhadinha como tava, começou a meter no meu cu.
Era putaria demais pra mim: o porteiro me comendo, o corno trabalhando, e a certeza de que tavam me comendo o cu, que eu tinha proibido mil vezes pro meu próprio namorado. Ele enfiou, e enterrou a cabeça sem nenhuma resistência. O resto, um pouco mais de trabalho, mas nada demais. É que, tirando meu namorado, qualquer um enfiava por trás até o talo. Até os caras que eu pego nas baladas.
Começou uma serrada animal, assim sem lubrificação, sem saliva, sem nada. Mas eu tava tão tesuda que tudo ficava mais fácil.
—Fala “corno” pra ele —pediu num momento o tarado do Marcos, que continuava metendo forte.
—Não consigo… —me fiz de difícil— Não consigo, ele não merece.
—Vai, puta, dá pra ver que essa raba é comida todo dia e não pelo seu namorado…
Saber que o porteiro sabia o quanto eu era puta me excitou de um jeito brutal.
—Sim… ele é um corno! —falei, me balançando contra a parede.
O filho da puta tinha o pau enterrado até o fundo, e tirava até a metade, só, me pegava uma nádega com cada mão, e abria meus cachos e ali me Enfiei fundo, vendo como meu pau se enterrava no meu cu.
Marcos, que não parava de bombar, feito um adolescente, me apertou mais contra a parede, pegou no meu cabelo e sussurrou no meu ouvido:
—Vou te encher de porra, putinha!
Essa frase disparou meu próprio orgasmo. Marcos acelerou a serrada.
—Ahhhhhhhhhhh…! —comecei a gozar.
E Marcos também:
—Ohhhhhh Deeeeeussssss…! Tô gozando em você, filha da puta, tô te enchendo… Ahhhhhhh…!
Senti o calor lá dentro enquanto meu próprio orgasmo explodia.
—Ahhhhhhhhhhhhhhhhh…!!! —continuei gozando.
Marcos seguiu bombando, se esvaziando, cada vez mais devagar.
—Sempre quis comer essa bunda…
Marcos me deixou deitada de bruços, se vestiu e foi embora, mas não sem antes dizer que tinha sido um puta pau, que já tava doido pra eu chamar ele de novo. E olha, já fizemos isso várias vezes, ele até me comeu na portaria, na cama dele, sempre com muita força, e acho que é isso que mais me excita.
Sou a Júlia, tenho 23 anos e estou namorando há 5 anos. Sou branca, cabelo castanho claro, tenho 1,70m e, quando adolescente, fiz alguns trabalhos como modelo. Não sou totalmente magra, minhas pernas são longas e sempre gosto de me vestir de forma sexy, bom, sou um pouco provocante.
Moramos num apartamento há uns 14 meses. No prédio tem um porteiro, que faz os reparos e cuida da limpeza do lugar. O cara é alto, com braços e pernas fortes e peludos, o olhar dele é sério, quase não sorri, já tem muitos cabelos brancos no cabelo preto, deve ter mais de 45 anos. Alguns dizem que foi militar, mas ninguém sabe ao certo. Vou chamá-lo de Marcos. Além da boa forma física, um dos maiores atrativos dele são os olhos azuis. Moreno de olhos azuis, uma combinação perigosa.
Eu saio para correr todas as manhãs. Quando voltava, ele estava varrendo ou passando a mangueira na calçada. Quando eu me aproximava, ele parava o que estava fazendo e me olhava fixamente. Eu passava na frente dele e ele me seguia com o olhar. Eu sentia como se o olhar dele tivesse forma e devorasse meu corpo. Isso acontecia quase sempre. No começo, me incomodava, mas depois até me excitava.
De dia, às vezes eu encontrava o Marcos e nos olhávamos, mas não conversávamos. Uma noite, eu voltava de um mercadinho perto que ficava aberto 24 horas. Quase não tinha gente na rua, eram umas 10 da noite. Quando virei uma esquina, vi o Marcos conversando entre uns arbustos com uma vizinha, conhecida minha. Aí os dois entraram no carro dela, que estava estacionado na frente da casa dela. Parei para olhar. Passaram dois minutos e eu me senti uma fofoqueira, mas comecei a ver que o carro balançava, ou seja, se mexia de um lado para o outro. Me aproximei, mas de forma escondida, na direção do carro. Conforme me aproximava, comecei a ouvir... Gemidos, cada vez mais altos, o carro continuava se mexendo, os vidros são fumê, então não dava pra ver nada, mas os gemidos eram de uma mulher transando. Fiquei com medo de ser pega espiando e voltei pra casa, no meu quarto me senti estranha e, quando me toquei, minha buceta tava molhadinha. Enfiei dois dedos na xota imaginando que era eu quem tava sendo comida naquele carro.
Depois, numa reunião que fui com meu namorado, tinha três senhoras casadas falando do Marcos, contando histórias de putaria. Parece que o Marcos já tinha fama no prédio e tinha comido várias mulheres de lá. Longe de me dar nojo, aquilo foi virando uma obsessão, que acabou no seguinte. Naquela manhã, enquanto corria, parei quando vi o Marcos, que como sempre me olhava. Falei que tinha um problema no chuveiro — e verdade, tava vazando há semanas — e que ele passasse lá em uma hora. Ele só balançou a cabeça sem dizer nada.
Cheguei em casa, o coração tava batendo forte, tava nervosa. Pela primeira vez um homem ia estar na minha casa e eu sozinha, além dos pensamentos tarados que me invadiam por causa dos comentários que tinha ouvido. Fui pro quarto e vi o chuveiro, ainda vazando. Tirei a roupa e fiquei só de calcinha, coberta por uma toalha grande que uso. Meu corpo ainda tava suado do exercício e do nervosismo. Nisso, a campainha tocou. Abri a porta e lá estava o Marcos, imponente como sempre, com os braços fortes e peludos, carregando uma caixa de ferramentas. Deixei ele entrar e, enquanto andávamos, fui explicando o negócio do chuveiro, há quanto tempo tava assim, etc. Ele não parava de olhar pra minha toalha e minhas pernas, porque a toalha só batia acima dos joelhos. Entramos no meu quarto e eu fui ficando nervosa, minha voz falhou e fui me entregando. Ele entrou no box do chuveiro e eu fiquei do lado, ele não parava de me olhar, isso me deixou ainda mais nervosa. Marcos deu uma olhada no chuveiro, depois se virou e falou não sei o que tava desgastado, eu já nem lembro, que ia colocar uma parada tipo teflon, acho. Soltou o registro, passou uma coisa branca, encaixou de novo, virou pra mim e disse —agora testa aí!—. Passei na frente dele, deixei sair um pouco de água, mas senti ele se aproximar por trás. Me perguntou se tava bom, mas senti a mão dele na minha bunda, por cima da toalha. Falei que sim. —Já testou direito se ficou?—. A mão dele desceu até a beirada da toalha e tocou minhas coxas. Eu fingia que olhava o chuveiro. A mão dele subiu mais e já tava na minha virilha por trás, a poucos centímetros da minha buceta que pulsava e que eu sentia ficando molhada devagar. Nisso, os dedos dele chegaram na minha calcinha fio-dental e acariciaram minha rachinha. Ao mesmo tempo, Marcos com a outra mão soltou minha toalha, que caiu no chão, me deixando só de calcinha. Senti ele me abraçar por trás —senhora, é isso que a senhora queria, né?—, ele falou esfregando o volume dele dentro da calça contra minhas nádegas. Eu queria falar, mas não saía palavra. Ele me empurrou contra a parede do box e ficou atrás de mim. As mãos dele seguraram minha cintura e depois subiram pros meus peitos. As mãos eram grandes e fortes, apertou meus peitos e depois os bicos, enquanto eu sentia o pau duro dele contra minha bunda.
Eu só conseguia gemer e, às vezes, balbuciava pra ele parar. Aí Marcos baixou as mãos e puxou minha calcinha até o chão. Agora eu tava totalmente pelada. Ele me abraçou de novo e as mãos deslizaram pela minha barriga, sempre ele atrás de mim. Os dedos grossos dele passaram pelos meus lábios da buceta, um por um. Senti um dos dedos procurando o buraco da minha buceta, e não demorou a achar. O dedo dele, já molhado pela minha lubrificação, penetrou minha buceta e naquela hora soltei um gemido forte. Não sei quando ele tirou o pau dele da calça e colocou entre minhas nádegas, continuando a se esfregar. Aquele pedaço de carne... tava duríssimo, parecia que eu tava enfiando um cabo de vassoura entre minhas nádegas e o dedo dele entrava e saía da minha rachinha. Sempre por trás, Marcos desceu o pau dele entre minhas nádegas, senti a cabeça roçar nos meus lábios da buceta, dava pra sentir que a cabeça era enorme e pesada, nisso o pau dele começa a empurrar a entrada do meu cu.
—Que pedaço de raba, sua filha da puta, que mulherão você é! —Marcos se deliciava com meu cu, enquanto enfiava ele me massageava toda, e eu comecei a sentir um formigamento.
—E você, que pedaço de pau você tem…
—Você é mulher demais pro corno do seu namorado. Essa raba precisa de um pau de verdade.
O de Marcos era várias vezes maior que o do meu namorado. E dava pra notar.
—É, essa bunda não é pra corno… Ele nunca fez isso… nunca deixei…
Isso deixou ele mais excitado, me deu umas estocadas fundas, bufou que parecia que ia explodir, e tirou o pau e assim, molhadinha como tava, começou a meter no meu cu.
Era putaria demais pra mim: o porteiro me comendo, o corno trabalhando, e a certeza de que tavam me comendo o cu, que eu tinha proibido mil vezes pro meu próprio namorado. Ele enfiou, e enterrou a cabeça sem nenhuma resistência. O resto, um pouco mais de trabalho, mas nada demais. É que, tirando meu namorado, qualquer um enfiava por trás até o talo. Até os caras que eu pego nas baladas.
Começou uma serrada animal, assim sem lubrificação, sem saliva, sem nada. Mas eu tava tão tesuda que tudo ficava mais fácil.
—Fala “corno” pra ele —pediu num momento o tarado do Marcos, que continuava metendo forte.
—Não consigo… —me fiz de difícil— Não consigo, ele não merece.
—Vai, puta, dá pra ver que essa raba é comida todo dia e não pelo seu namorado…
Saber que o porteiro sabia o quanto eu era puta me excitou de um jeito brutal.
—Sim… ele é um corno! —falei, me balançando contra a parede.
O filho da puta tinha o pau enterrado até o fundo, e tirava até a metade, só, me pegava uma nádega com cada mão, e abria meus cachos e ali me Enfiei fundo, vendo como meu pau se enterrava no meu cu.
Marcos, que não parava de bombar, feito um adolescente, me apertou mais contra a parede, pegou no meu cabelo e sussurrou no meu ouvido:
—Vou te encher de porra, putinha!
Essa frase disparou meu próprio orgasmo. Marcos acelerou a serrada.
—Ahhhhhhhhhhh…! —comecei a gozar.
E Marcos também:
—Ohhhhhh Deeeeeussssss…! Tô gozando em você, filha da puta, tô te enchendo… Ahhhhhhh…!
Senti o calor lá dentro enquanto meu próprio orgasmo explodia.
—Ahhhhhhhhhhhhhhhhh…!!! —continuei gozando.
Marcos seguiu bombando, se esvaziando, cada vez mais devagar.
—Sempre quis comer essa bunda…
Marcos me deixou deitada de bruços, se vestiu e foi embora, mas não sem antes dizer que tinha sido um puta pau, que já tava doido pra eu chamar ele de novo. E olha, já fizemos isso várias vezes, ele até me comeu na portaria, na cama dele, sempre com muita força, e acho que é isso que mais me excita.
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