Bom, essa é a parte 3 desse post. Minha prima não deixa eu tirar foto dela, mas quando ela descuidar, eu mostro pra vocês. Vou deixar vocês com o post, não vou me alongar mais:
tudo começou numa tarde de primavera, a família toda estava no sítio curtindo um dia lindo,
comendo, tomando cerveja, etc., a típica reunião de família.Minha prima insistiu pra gente subir numa roda-gigante antiga, de onde dava pra ver a cidade inteira.Ficamos um tempão lá, nos beijando com paixão. O clima esquentou de vez e minha prima queria fazer ali mesmo em cima.
Eu falei que não tinha camisinha e que ainda estávamos no topo da roda-gigante, podíamos cair e nos matar.
— Que covarde você é, priminho! — ela disse. — A roda-gigante é estável e não vamos cair.
O barulho que a cabine fazia, aberta em cima, não era nada bom e não passava confiança nenhuma na estabilidade, além de estar toda enferrujada.
Ela sobe em cima de mim e se esfrega.
— Olha, já te falei que não trouxe camisinha.
— Mas eu trouxe, olha. E me mostrou uma camisinha texturizada. — Olha, — ela disse — para estimulação total do homem e da mulher. Assim a gente goza mais, priminho.
— Não tô seguro de fazer aqui. Isso é instável demais.
— Melhor com o balanço. Ela tira meu pau e me chupa mais devagar que das outras vezes. Ela se delicia em cada chupada e logo fico duro.
Ela continua me chupando e eu gozo na boca dela rapidinho. Ela se lambe toda, igual uma putinha. Falo pra ela me deixar fazer algo nela.
Chupo a buceta dela como nunca fiz, e ela ainda está com meu gozo na boca. Fica louca enquanto eu como ela. Os sucos escorrem pelo meu rosto e gememos como dois animais no cio. A cabine balançava de um lado pro outro e depois de um tempo estabiliza, e minha prima fode e coloca a camisinha texturizada e enfia meu pau e começamos a transar meio vestidos do jeito que estamos.
A camisinha faz efeito e me dá muito prazer, minha prima geme como uma louca, embora não fale nada, nem primo nem nada. Continuamos assim por um bom tempo, com minha prima me montando como uma doida, e então ela sai e vira de costas, do jeito que sabe que eu gosto, e eu inclino ela pra frente.
Um ventinho começa a soprar no meu rosto e naquele instante eu gozo com força. Aaaaaaahhhh!
Enquanto minha prima continua me montando, porque a camisinha tá deixando ela louca. Depois de meia hora ela goza e eu tô exausto.
— Primo, uffa, vamos fazer sempre com camisinha texturizada, hahaha.
—Cê tá louca, vamo descer daqui.
A roda-gigante tem um mecanismo que ainda funciona e vai descendo devagar, mas a gente chega lá embaixo. Minha prima insistiu em passar a tarde toda lá e fazer em todos os brinquedos que desse. O próximo é o polvo, uma atração que funcionava como um polvo com tentáculos que giravam em volta de si mesmos. Parecia menos perigoso que a roda-gigante, à primeira vista, e minha priminha começou a subir. Mas, apesar da vista da bunda dela subindo ser muito gostosa, eu não tava com energia pra mais um round.
Logo a gente tava lá em cima e minha prima, tão tarada quanto antes, começa a fazer carinho em mim e um striptease insinuante. Mesmo assim, eu ainda tava mole, meu pau não subia e logo ela cansou de dançar.
— Ei, primo, o que que cê tem? Já não te excito mais?
— Claro que sim, Lucia. Me excita pra caralho e agora a gente é namorado.
— Então anima, sou toda sua.
Eu abraço ela forte e beijo na boca, ela me beija atrás das orelhas e eu começo a reagir. Tiro a blusa dela e o sutiã e chupo os peitos dela. Primeiro um, depois o outro, alternando. Ela já tava muito molhada e eu também, com uma ereção que ia furar minha calça, quando percebi que não tínhamos mais camisinha.
Falei pra ela, mas ela não parecia se importar, tava tão tarada que tava nem aí. Mas eu me importava, não queria ser pai tão cedo e tão novo. A gente já tinha feito sem camisinha antes, mas dessa vez podia engravidar ela.
Ela continuava insistindo em fazer e me disse pra gente gozar fora.
— Como? Cê sabe que gozar fora não adianta nada, né?
— Ah, mas agora eu tô igual uma puta no cio. Vamos tentar algo novo, ela fala. Sexo anal.
— Comoooo? Cê já me propôs uma vez e eu não quis.
— Vai, gostoso, não me deixa assim, que me deixa louca. Agora não pode me deixar na mão. Olha, minha bunda é toda sua.
Ela tira a calça e a calcinha e coloca a bunda na minha cara, abre as nádegas e mostra o buraquinho. — Olha, ela tá te chamando: cê tá ouvindo?
— Kkkkk, comecei a rir, naquela posição era meio ridículo, mas depois pensei, por que não? Soltei meu pau e, com uma cuspida no dedo, enfiei no cu dela e comecei a dilatar.
Meu pau tava ardendo e depois de um tempo ela já tava pronta. Passei saliva no meu pau também e me preparei pra penetrar ela.
Fui devagar, minha cabeça entrava fácil, mas o resto doeu nela.
— Aaaagh.
— Viu? Tá doendo, vamos parar.
— Não, primo, continua devagar, por favor.
Ela me olhou com uma cara que eu não resisti e fiz o que ela pediu. Daí a pouco o cu dela já tava bem dilatado e meu pau bombava num ritmo bom. Nós dois gemíamos que nem loucos e a cabine do polvo balançava pra frente e pra trás. Minha prima se agarrava na barra de apoio e na hora gozou que nem uma doida. Eu segurei um pouco mais e depois gozei também com um grito, enchendo o cu dela com meu leite.
Saí com cuidado e minha prima ficou ali, olhando pro horizonte.
— Cê gostou?
— Sim, gostei pra caralho. Depois vou ter que cagar teu leite, kkkk, ela fala. Vamo embora pra casa, que eu tô exausta.
Saímos já de noite do parque e fomos pra casa. Esther tava meio forçada. O cu dela devia doer, mas ela não falou nada. Chegamos em casa e, depois de um banho, ela ficou lá pra jantar. Não sabia se ia dormir comigo ou na casa dela.
Jantamos pra caramba e conversamos sobre tudo um pouco, e meu pai brincou sobre quando a gente ia casar.
— Casar? É muito cedo, falamos quase ao mesmo tempo.
O jantar acabou e minha prima decidiu dormir na nossa casa. Meus pais nos olharam com malícia, mas minha prima se adiantou aos pensamentos deles dizendo que tava exausta do passeio e que não ia fazer nada comigo.
Dormimos cada um numa cama e lá pela uma da manhã, os roncos dela me acordaram. Ela tinha ficado descoberta e a visão do cu dela empinado me excitou, e já acordado, comecei a bater uma.
Ela se virou, dormindo, e ficou de frente pra mim. A visão nesse caso da sua virilha, com aquela calcinha rosa, que eu tanto gostava, fez com que eu fosse até ela e gozasse na calcinha dela.
Quando ela acordasse no dia seguinte, perceberia que eu tinha gozado na calcinha dela. Não achei que ela se importaria.
Levantei cedo e ela já estava tomando banho. Entrei no chuveiro com ela, mas ela me rejeitou.
— Sai, porco! Não tô a fim. Tô com o cu doendo.
— Você quis fazer assim.
— Sim, e gostei pra caralho, mas tá doendo. Anda, me deixa, depois você toma banho.
Quando ela saiu, tomei banho e me masturbei de novo, dessa vez pensando na cara de safada dela enquanto a gente transava.
Limpo e perfumado, desci pra tomar café. Ela tinha se sentado do outro lado da mesa, quando antes sempre queria sentar do meu lado. O que será que tava rolando?
Depois do café, tive minha resposta. Agora tinham decidido largar o jogo da roleta e, embora soubessem do nosso love, queriam continuar com nossa relação incestuosa, então minha mãe e minha tia, e não sei se minha prima também, queriam me testar de novo.
Meu pai e meu tio esperariam a vez deles e me perguntaram se eu tava a fim de comer elas, depois do café.
— Claro, falei. Se a Lúcia não se importar de me dividir agora, claro.
— Claro que não, priminho, quando você quiser.
Então fomos pro quarto e nos preparamos pra isso.
Beijo as três e a gente se pelou. Logo ficam excitadas e se agacham.
Tenho minhas três mulheres agachadas na minha frente: minha tia, minha mãe e minha prima. Eu me ajoelho na frente delas.
Duro do jeito que tô, coloco uma camisinha e penetro primeiro minha mãe, que tá no meio, e começo a comer ela. Quando ela tá quase gozando, passo pra minha tia e como ela também. Quando minha tia também tá quase lá, passo pra minha prima e deixo ela no ponto também.
Agora tenho as três no limite, loucas pelo meu pau e com a bunda empinada. O que eu faço? me pergunto. Com qual das três eu termino primeiro? Decido penetrar minha mãe de novo. Meto bem forte e, enquanto bombeio, masturbo com a mão esquerda minha tia e com a direita na minha prima.
Enquanto como minha mãe, minha tia chupa a boca dela de um lado e minha prima do outro. Depois, passam a chupar os peitos dela, minha tia o esquerdo e minha prima, claro, o direito. Minha mãe não aguenta mais, entre a chupada de peitos que tão dando nela e eu comendo ela, ela tá quase gozando.
Eu seguro mais um pouco, mesmo com a visão da minha bunda empurrando a bunda da minha mãe e as três se comendo mutuamente, me deixando a 200 por hora. Daqui a pouco, eu gozo com um grito: ungggggg!!!! aaaaahh!!!
Saio dela e as três tão extasiadas. Deito um pouco pra me recuperar e depois coloco outra camisinha e vou comer minha tia. Penetro ela bem forte e seguro na cintura dela, puf, puf, puf, começo a ofegar. Minha mãe então chupa a boca da minha tia como antes, e minha prima chupa a boca da mãe dela.
Agora eu masturbo minha mãe e minha prima, enquanto elas chupam os peitos uma da outra, igual antes, só trocando as posições.
Como gozei faz pouco, não aguento muito e gozo de novo rápido. Tô cansado e deito pra descansar, mas claro, ainda falta minha prima pra comer e não vou deixar ela na mão.
Elas continuam na delas, agora as três se esfregam e se beijam mutuamente, esqueceram as regras de que a gente era casal hétero.
Depois de um tempo, eu tô um pouco recuperado e vou finalizar com minha prima. Como ela de mão e a gente se beija, meu pau reage um pouco, mas não fica duro de vez. Minha prima, compreensiva, se abaixa e faz um boquete gostoso, que termina de recuperar meu pau e já tô pronto pra comer ela.
Ela pede pra eu comer ela de frente, e eu obedeço. Enquanto meto nela, ela continua tocando minha mãe e minha tia. Coloco ela contra o espelho que tem no quarto e destruo ela nele. Finalmente vai ter minha gozada dentro. O ruim é que depois de duas gozadas, a terceira é pouca, sinto pouco prazer, embora minha prima goze igual uma louca.
Saio dela e tiro a camisinha.
— Que tal, priminho? Muito cansado?
— Sim, buf, já não tenho nem uma gota de... Porra. Tiraram tudo de mim, hehe.
Beijo as três, que tão doidas por mim. Minha mãe sorri e me olha com tesão, sei que não quer falar nada porque as duas tão perto dela, mas adora que eu coma ela, dá pra ver no olhar. Sou o filhinho mimado dela.
Resolvemos beliscar algo, enquanto meu pai e meu tio estavam fora — tinham saído pra comprar coisas enquanto a gente trepava. Rimos enquanto comíamos, cúmplices da nossa safadeza. Também brincamos um pouco com a comida.
Depois de umas duas horas, meu pai e meu tio chegaram. Tinham comprado o jantar. Preparamos tudo juntos e fomos jantar. Depois do jantar, uma coisa levou à outra e lá fomos nós foder de novo.
Minha prima adorou o que eu e meu pai fizemos com minha mãe, e quis experimentar a dupla penetração, como a gente tinha contado que fez.
— Tem certeza? — perguntou meu pai.
— Sim, tio. Quero que seja você quem meta no meu cu. Meu primo na frente.
Sem mais delongas, eu e meu pai tiramos a roupa. Minha prima também. Minha mãe trouxe o óleo lubrificante que minha prima pediu e ela se besuntou toda.
Minha prima começou a masturbar nós dois, nossos paus ficaram duros na hora. Meu pai explicou pra minha prima como iam fazer. Ele sentaria na cama e ela de costas pra ele. Eu de frente pra ela, com as pernas abertas.
Meu pai começou a dilatar o cu da minha prima com o dedo e óleo lubrificante. Quando ficou no ponto, ele colocou uma camisinha grossa e foi guiando minha prima pra sentar no pau dele, até enfiar tudo.
— Ufa, tio. — ela disse.
Ainda devia doer um pouco o cu dela.
Eu fiquei na frente dos dois e meti na buceta dela, como combinamos. Aí começou a parte boa: minha prima subia e descia, ajudada pelo meu tio que segurava os ombros dela, enquanto eu bombava forte.
Minha prima fazia uma cara de prazer que era a coisa mais linda de ver. Nós dois comíamos ela ao mesmo tempo e, pouco depois, ela gozou com um grito.
Eu e meu pai aguentamos firme. Por um bom tempo, minha prima continuou sentando em cima da gente, embora eu já notasse que ela tava meio cansada. Meu pai disse pra ela que ele já tava empurrando e que ela não precisava se preocupar com nada, só em aproveitar. Meia hora depois, meu pai gozou dentro do cu da minha prima, grunhindo que nem um louco, igual tinha feito daquela vez com minha mãe. Eu queria segurar um pouco mais, mas não consegui e gozei na hora. Me apoiei nos peitos da minha prima, depois que meu pai saiu dela. Aí olhei pra cara dela e ela sorriu pra mim, e a gente se beijou que nem uns malucos. — Priminho, foi a melhor coisa. Ufa, tô cansada mas super satisfeita. — Que bom que você gostou. Falei. Meu tio, minha tia e minha mãe também se pelaram. Minha tia quer experimentar a dupla penetração também. Ela é a única que falta pra testar. Meu tio quer comer ela pelo cu, mas falta quem meta na frente. Meu pai me incentiva a ser eu. Afinal, não tem mais homem na família. Meu tio se abaixa e come o cu da minha tia. Ele segura as nádegas dela com as mãos e lambe o ânus dela com gosto. Eu chego perto e, enquanto chupo os peitos dela, masturbo ela com meus dedos. Minha tia diz que quer meu pau dentro dela agora mesmo. Eu falo pra ela ficar calma, que já já ela vai ter. Como sou o terceiro na parada, tenho que me encaixar de novo entre os dois, porque meu tio vai penetrar ela pelo cu e a gente volta pra aquela posição de antes. Enquanto a gente tá metendo, minha mãe se masturba olhando pra gente, enquanto meu pai não faz nada no começo. Nisso, minha prima chega e começa a chupar o pau do meu pai, ele segura a cabeça dela enquanto ela chupa. Eu consigo ver, enquanto como minha tia, que minha mãe também quer um pouco. Então meu pai beija minha mãe e masturba ela, enquanto minha prima continua chupando o pau dele. Meu pai goza logo na cara da minha prima e ela engole um pouco de porra. Ela passa a língua nos lábios de tão gostosa que é. Aí ela levanta e minha mãe e minha prima beijam meu pai. Ele fica doido e começa a chupar os peitos delas alternadamente.
Os três estão super tarados, enquanto a gente continua fodendo minha tia. Meu pai não aguenta mais e deita na cama de barriga pra cima, enquanto minha mãe se prepara pra ser penetrada por ele e minha prima coloca a buceta dela ao alcance da boca dele. Enquanto ele come ela, minha mãe enfia o pau meio ereto do meu pai — lembrem que ele acabou de gozar — e começa a cavalgar.
O espetáculo é o máximo. Três pessoas ao mesmo tempo, em grupos de três, fodendo que nem bichos, sem se importar com nada. Somos uma família incestuosa e nossos gritos e gemidos tomam conta de tudo, sem nada, como eu disse, que importe.
Demoramos um pouco pra gozar. Eu gozo antes do meu tio, enchendo a buceta da minha tia de porra, dessa vez não usei camisinha. Meu tio dá umas últimas estocadas e também termina gozando no cu da minha tia.
Olho pro trio que formam meu pai, minha mãe e minha prima. Minha mãe continua cavalgando meu pai num ritmo bom, enquanto ele masturba minha prima, que ele parou de chupar. Os fluidos da minha prima molharam a cara do meu pai. Ele vira a cabeça pra trás. Vejo que o orgasmo dele tá próximo e minha mãe segura as mãos dele. Ele não aguenta mais e goza também com um grito.
Enquanto minha tia limpa o cu — meu tio também não usou camisinha —, minha mãe sai de cima do meu pai e fala que ele não pode deixar minha prima assim.
Ele olha pra ela e vê a cara de safada que minha prima tem. Ela abre os lábios e fala que quer o pau dele dentro. Meu pai fica parado um momento, mas logo reage e, depois de beijar ela, penetra sem camisinha, mesmo com o pau ainda mole.
— Tá sentindo, filha?
— Não, tio, tá muito mole. Mas não se preocupa, você acabou de gozar na tia e é normal que fique assim.
Minha prima olha pra ele com paixão e começa a apertar o pau dele com a buceta, igual fez comigo uma vez.
— Assim, vai ver que é bom, tio. Tá sentindo?
— Tô, sobrinha, muito bom, tá endurecendo mais.
— Agora vou apertar mais. Tira um pouco. Momento.
Meu pai tira ela e minha prima fode, enfia só a ponta e deixa ela parada ali. Aperta a base da glande e o pau do meu pai volta ao tamanho normal.
— Agora já pode meter tudo.
Ele empurra e, de uma só vez, penetra ela por completo.
— Vamos, vai fundo. — Ela incentiva.
Meu pai começa a bombar, mas para logo depois. Olha pra mim e pede pra eu passar o óleo lubrificante. Dou pra ele, e ele espalha na minha prima e também passa no próprio corpo. Agora os corpos deles estão oleosos e ele volta a bombar.
Os corpos escorregadios se esfregam na transa, e minha prima começa a gemer que nem uma louca. Meu pai tá no limite, e com o pau já recuperado da ereção, tá metendo como um desesperado. As molas rangem, enquanto minha prima goza com um grito, como sempre, arranhando as costas do meu pai.
Como ele gozou faz pouco, meu pai aguenta como um campeão e continua metendo forte na minha prima.
Ela já não aguenta mais e goza pela segunda vez. Parece que vai desmaiar de tanto prazer. Num instante, ela olha pra mim e depois pro meu pai.
Aí geme o nome dele e continua arranhando as costas. Meu pai aguenta mais um minuto e goza. Fica um tempo dentro dela e depois sai. Os dois estão oleosos e decidem tomar um banho juntos.
Minha prima chama ele pra tomar banho junto, mas meu pai diz que tá acabado e que não consegue mais ter outra ereção, e que desculpa, porque não vai poder foder ela de novo hoje.
Ela diz que não tem problema, que foi bom por hoje, mas que precisava gozar mais uma vez.
— E você, papai? Quer me foder?
— Sim, filha, mas tô moído, pergunta pro seu primo.
— Primo, o que acha? Vai me foder?
— Ufa, prima, a oferta é tentadora, mas tô cansado igual os outros.
— Ah, vai, mais uma rapidinha, só por hoje.
Ela abre os lábios e mostra a bucetinha rosada. Não consigo resistir à tentação e, mesmo exausto, falo que posso tentar dar pra ela.
— Vamos pro chuveiro então.
Eu sigo ela, e enquanto ela vai em direção ao chuveiro, olho pra Culo balançando e meu pau começa a se animar de novo.
Ela entra no chuveiro e abre a torneira. Vira as costas pra mim, como se me ignorasse, e se abaixa pra pegar o sabonete. A visão da bunda dela empinada faz meu pau endurecer na hora, e eu meto a mão na cintura dela.
— Prima, como você me deixa, falo.
— Você também, mas seu pai e o meu me comem superbem, você é o melhor, priminho.
— Valeu.
Me abaixo e abro as coxas dela, enquanto a água cai sobre nós, chupo a buceta da minha prima e ela treme. Igual daquela vez que a gente fez no chuveiro, a sensação é maravilhosa. Eu chupando tudo, enquanto ela se apoia na parede e a água cai sobre nós.
Eu continuo chupando e logo ela goza.
— Aaaah, primo! Aaaaah! Geme.
Dessa vez, não ligamos se nos ouvirem. Olho meu pau molhado e, sem mais enrolação, meto com força.
— Uf, primo. Com calma.
— Não tô a fim de fazer devagar. Respondo. Já gozei várias vezes hoje, mas ainda tô muito excitado e quero dar o melhor pra minha priminha.
Começamos com ela de costas, apoiada na parede. Peço pra ela se inclinar um pouco pra uma penetração melhor e assim estimular melhor o ponto G dela.
Continuamos assim por mais um tempo, mas eu acabo gozando. A verdade é que não tenho mais muito sêmen hoje.
Agora ela pede pra fazer igual daquela vez, com ela por cima de mim. Eu obedeço, embora avise que tô acabado e não tenho mais sêmen.
— Nada, fica tranquilo, relaxa e curte, eu cuido de tudo. Ela diz.
Sobe em cima de mim e, com meu pau meia-bomba, já não consigo mais endurecer hoje, ela enfia e quica um pouco em cima de mim e, depois de alguns minutos, goza de novo. Eu sinto um gostinho, mas sem sair sêmen. Mesmo assim, ela fica satisfeita e, depois de nos lavarmos, a gente termina a foda por hoje.
tudo começou numa tarde de primavera, a família toda estava no sítio curtindo um dia lindo,
comendo, tomando cerveja, etc., a típica reunião de família.Minha prima insistiu pra gente subir numa roda-gigante antiga, de onde dava pra ver a cidade inteira.Ficamos um tempão lá, nos beijando com paixão. O clima esquentou de vez e minha prima queria fazer ali mesmo em cima.
Eu falei que não tinha camisinha e que ainda estávamos no topo da roda-gigante, podíamos cair e nos matar.
— Que covarde você é, priminho! — ela disse. — A roda-gigante é estável e não vamos cair.
O barulho que a cabine fazia, aberta em cima, não era nada bom e não passava confiança nenhuma na estabilidade, além de estar toda enferrujada.
Ela sobe em cima de mim e se esfrega.
— Olha, já te falei que não trouxe camisinha.
— Mas eu trouxe, olha. E me mostrou uma camisinha texturizada. — Olha, — ela disse — para estimulação total do homem e da mulher. Assim a gente goza mais, priminho.
— Não tô seguro de fazer aqui. Isso é instável demais.
— Melhor com o balanço. Ela tira meu pau e me chupa mais devagar que das outras vezes. Ela se delicia em cada chupada e logo fico duro.
Ela continua me chupando e eu gozo na boca dela rapidinho. Ela se lambe toda, igual uma putinha. Falo pra ela me deixar fazer algo nela.
Chupo a buceta dela como nunca fiz, e ela ainda está com meu gozo na boca. Fica louca enquanto eu como ela. Os sucos escorrem pelo meu rosto e gememos como dois animais no cio. A cabine balançava de um lado pro outro e depois de um tempo estabiliza, e minha prima fode e coloca a camisinha texturizada e enfia meu pau e começamos a transar meio vestidos do jeito que estamos.
A camisinha faz efeito e me dá muito prazer, minha prima geme como uma louca, embora não fale nada, nem primo nem nada. Continuamos assim por um bom tempo, com minha prima me montando como uma doida, e então ela sai e vira de costas, do jeito que sabe que eu gosto, e eu inclino ela pra frente.
Um ventinho começa a soprar no meu rosto e naquele instante eu gozo com força. Aaaaaaahhhh!
Enquanto minha prima continua me montando, porque a camisinha tá deixando ela louca. Depois de meia hora ela goza e eu tô exausto.
— Primo, uffa, vamos fazer sempre com camisinha texturizada, hahaha.
—Cê tá louca, vamo descer daqui.
A roda-gigante tem um mecanismo que ainda funciona e vai descendo devagar, mas a gente chega lá embaixo. Minha prima insistiu em passar a tarde toda lá e fazer em todos os brinquedos que desse. O próximo é o polvo, uma atração que funcionava como um polvo com tentáculos que giravam em volta de si mesmos. Parecia menos perigoso que a roda-gigante, à primeira vista, e minha priminha começou a subir. Mas, apesar da vista da bunda dela subindo ser muito gostosa, eu não tava com energia pra mais um round.
Logo a gente tava lá em cima e minha prima, tão tarada quanto antes, começa a fazer carinho em mim e um striptease insinuante. Mesmo assim, eu ainda tava mole, meu pau não subia e logo ela cansou de dançar.
— Ei, primo, o que que cê tem? Já não te excito mais?
— Claro que sim, Lucia. Me excita pra caralho e agora a gente é namorado.
— Então anima, sou toda sua.
Eu abraço ela forte e beijo na boca, ela me beija atrás das orelhas e eu começo a reagir. Tiro a blusa dela e o sutiã e chupo os peitos dela. Primeiro um, depois o outro, alternando. Ela já tava muito molhada e eu também, com uma ereção que ia furar minha calça, quando percebi que não tínhamos mais camisinha.
Falei pra ela, mas ela não parecia se importar, tava tão tarada que tava nem aí. Mas eu me importava, não queria ser pai tão cedo e tão novo. A gente já tinha feito sem camisinha antes, mas dessa vez podia engravidar ela.
Ela continuava insistindo em fazer e me disse pra gente gozar fora.
— Como? Cê sabe que gozar fora não adianta nada, né?
— Ah, mas agora eu tô igual uma puta no cio. Vamos tentar algo novo, ela fala. Sexo anal.
— Comoooo? Cê já me propôs uma vez e eu não quis.
— Vai, gostoso, não me deixa assim, que me deixa louca. Agora não pode me deixar na mão. Olha, minha bunda é toda sua.
Ela tira a calça e a calcinha e coloca a bunda na minha cara, abre as nádegas e mostra o buraquinho. — Olha, ela tá te chamando: cê tá ouvindo?
— Kkkkk, comecei a rir, naquela posição era meio ridículo, mas depois pensei, por que não? Soltei meu pau e, com uma cuspida no dedo, enfiei no cu dela e comecei a dilatar.
Meu pau tava ardendo e depois de um tempo ela já tava pronta. Passei saliva no meu pau também e me preparei pra penetrar ela.
Fui devagar, minha cabeça entrava fácil, mas o resto doeu nela.
— Aaaagh.
— Viu? Tá doendo, vamos parar.
— Não, primo, continua devagar, por favor.
Ela me olhou com uma cara que eu não resisti e fiz o que ela pediu. Daí a pouco o cu dela já tava bem dilatado e meu pau bombava num ritmo bom. Nós dois gemíamos que nem loucos e a cabine do polvo balançava pra frente e pra trás. Minha prima se agarrava na barra de apoio e na hora gozou que nem uma doida. Eu segurei um pouco mais e depois gozei também com um grito, enchendo o cu dela com meu leite.
Saí com cuidado e minha prima ficou ali, olhando pro horizonte.
— Cê gostou?
— Sim, gostei pra caralho. Depois vou ter que cagar teu leite, kkkk, ela fala. Vamo embora pra casa, que eu tô exausta.
Saímos já de noite do parque e fomos pra casa. Esther tava meio forçada. O cu dela devia doer, mas ela não falou nada. Chegamos em casa e, depois de um banho, ela ficou lá pra jantar. Não sabia se ia dormir comigo ou na casa dela.
Jantamos pra caramba e conversamos sobre tudo um pouco, e meu pai brincou sobre quando a gente ia casar.
— Casar? É muito cedo, falamos quase ao mesmo tempo.
O jantar acabou e minha prima decidiu dormir na nossa casa. Meus pais nos olharam com malícia, mas minha prima se adiantou aos pensamentos deles dizendo que tava exausta do passeio e que não ia fazer nada comigo.
Dormimos cada um numa cama e lá pela uma da manhã, os roncos dela me acordaram. Ela tinha ficado descoberta e a visão do cu dela empinado me excitou, e já acordado, comecei a bater uma.
Ela se virou, dormindo, e ficou de frente pra mim. A visão nesse caso da sua virilha, com aquela calcinha rosa, que eu tanto gostava, fez com que eu fosse até ela e gozasse na calcinha dela.
Quando ela acordasse no dia seguinte, perceberia que eu tinha gozado na calcinha dela. Não achei que ela se importaria.
Levantei cedo e ela já estava tomando banho. Entrei no chuveiro com ela, mas ela me rejeitou.
— Sai, porco! Não tô a fim. Tô com o cu doendo.
— Você quis fazer assim.
— Sim, e gostei pra caralho, mas tá doendo. Anda, me deixa, depois você toma banho.
Quando ela saiu, tomei banho e me masturbei de novo, dessa vez pensando na cara de safada dela enquanto a gente transava.
Limpo e perfumado, desci pra tomar café. Ela tinha se sentado do outro lado da mesa, quando antes sempre queria sentar do meu lado. O que será que tava rolando?
Depois do café, tive minha resposta. Agora tinham decidido largar o jogo da roleta e, embora soubessem do nosso love, queriam continuar com nossa relação incestuosa, então minha mãe e minha tia, e não sei se minha prima também, queriam me testar de novo.
Meu pai e meu tio esperariam a vez deles e me perguntaram se eu tava a fim de comer elas, depois do café.
— Claro, falei. Se a Lúcia não se importar de me dividir agora, claro.
— Claro que não, priminho, quando você quiser.
Então fomos pro quarto e nos preparamos pra isso.
Beijo as três e a gente se pelou. Logo ficam excitadas e se agacham.
Tenho minhas três mulheres agachadas na minha frente: minha tia, minha mãe e minha prima. Eu me ajoelho na frente delas.
Duro do jeito que tô, coloco uma camisinha e penetro primeiro minha mãe, que tá no meio, e começo a comer ela. Quando ela tá quase gozando, passo pra minha tia e como ela também. Quando minha tia também tá quase lá, passo pra minha prima e deixo ela no ponto também.
Agora tenho as três no limite, loucas pelo meu pau e com a bunda empinada. O que eu faço? me pergunto. Com qual das três eu termino primeiro? Decido penetrar minha mãe de novo. Meto bem forte e, enquanto bombeio, masturbo com a mão esquerda minha tia e com a direita na minha prima.
Enquanto como minha mãe, minha tia chupa a boca dela de um lado e minha prima do outro. Depois, passam a chupar os peitos dela, minha tia o esquerdo e minha prima, claro, o direito. Minha mãe não aguenta mais, entre a chupada de peitos que tão dando nela e eu comendo ela, ela tá quase gozando.
Eu seguro mais um pouco, mesmo com a visão da minha bunda empurrando a bunda da minha mãe e as três se comendo mutuamente, me deixando a 200 por hora. Daqui a pouco, eu gozo com um grito: ungggggg!!!! aaaaahh!!!
Saio dela e as três tão extasiadas. Deito um pouco pra me recuperar e depois coloco outra camisinha e vou comer minha tia. Penetro ela bem forte e seguro na cintura dela, puf, puf, puf, começo a ofegar. Minha mãe então chupa a boca da minha tia como antes, e minha prima chupa a boca da mãe dela.
Agora eu masturbo minha mãe e minha prima, enquanto elas chupam os peitos uma da outra, igual antes, só trocando as posições.
Como gozei faz pouco, não aguento muito e gozo de novo rápido. Tô cansado e deito pra descansar, mas claro, ainda falta minha prima pra comer e não vou deixar ela na mão.
Elas continuam na delas, agora as três se esfregam e se beijam mutuamente, esqueceram as regras de que a gente era casal hétero.
Depois de um tempo, eu tô um pouco recuperado e vou finalizar com minha prima. Como ela de mão e a gente se beija, meu pau reage um pouco, mas não fica duro de vez. Minha prima, compreensiva, se abaixa e faz um boquete gostoso, que termina de recuperar meu pau e já tô pronto pra comer ela.
Ela pede pra eu comer ela de frente, e eu obedeço. Enquanto meto nela, ela continua tocando minha mãe e minha tia. Coloco ela contra o espelho que tem no quarto e destruo ela nele. Finalmente vai ter minha gozada dentro. O ruim é que depois de duas gozadas, a terceira é pouca, sinto pouco prazer, embora minha prima goze igual uma louca.
Saio dela e tiro a camisinha.
— Que tal, priminho? Muito cansado?
— Sim, buf, já não tenho nem uma gota de... Porra. Tiraram tudo de mim, hehe.
Beijo as três, que tão doidas por mim. Minha mãe sorri e me olha com tesão, sei que não quer falar nada porque as duas tão perto dela, mas adora que eu coma ela, dá pra ver no olhar. Sou o filhinho mimado dela.
Resolvemos beliscar algo, enquanto meu pai e meu tio estavam fora — tinham saído pra comprar coisas enquanto a gente trepava. Rimos enquanto comíamos, cúmplices da nossa safadeza. Também brincamos um pouco com a comida.
Depois de umas duas horas, meu pai e meu tio chegaram. Tinham comprado o jantar. Preparamos tudo juntos e fomos jantar. Depois do jantar, uma coisa levou à outra e lá fomos nós foder de novo.
Minha prima adorou o que eu e meu pai fizemos com minha mãe, e quis experimentar a dupla penetração, como a gente tinha contado que fez.
— Tem certeza? — perguntou meu pai.
— Sim, tio. Quero que seja você quem meta no meu cu. Meu primo na frente.
Sem mais delongas, eu e meu pai tiramos a roupa. Minha prima também. Minha mãe trouxe o óleo lubrificante que minha prima pediu e ela se besuntou toda.
Minha prima começou a masturbar nós dois, nossos paus ficaram duros na hora. Meu pai explicou pra minha prima como iam fazer. Ele sentaria na cama e ela de costas pra ele. Eu de frente pra ela, com as pernas abertas.
Meu pai começou a dilatar o cu da minha prima com o dedo e óleo lubrificante. Quando ficou no ponto, ele colocou uma camisinha grossa e foi guiando minha prima pra sentar no pau dele, até enfiar tudo.
— Ufa, tio. — ela disse.
Ainda devia doer um pouco o cu dela.
Eu fiquei na frente dos dois e meti na buceta dela, como combinamos. Aí começou a parte boa: minha prima subia e descia, ajudada pelo meu tio que segurava os ombros dela, enquanto eu bombava forte.
Minha prima fazia uma cara de prazer que era a coisa mais linda de ver. Nós dois comíamos ela ao mesmo tempo e, pouco depois, ela gozou com um grito.
Eu e meu pai aguentamos firme. Por um bom tempo, minha prima continuou sentando em cima da gente, embora eu já notasse que ela tava meio cansada. Meu pai disse pra ela que ele já tava empurrando e que ela não precisava se preocupar com nada, só em aproveitar. Meia hora depois, meu pai gozou dentro do cu da minha prima, grunhindo que nem um louco, igual tinha feito daquela vez com minha mãe. Eu queria segurar um pouco mais, mas não consegui e gozei na hora. Me apoiei nos peitos da minha prima, depois que meu pai saiu dela. Aí olhei pra cara dela e ela sorriu pra mim, e a gente se beijou que nem uns malucos. — Priminho, foi a melhor coisa. Ufa, tô cansada mas super satisfeita. — Que bom que você gostou. Falei. Meu tio, minha tia e minha mãe também se pelaram. Minha tia quer experimentar a dupla penetração também. Ela é a única que falta pra testar. Meu tio quer comer ela pelo cu, mas falta quem meta na frente. Meu pai me incentiva a ser eu. Afinal, não tem mais homem na família. Meu tio se abaixa e come o cu da minha tia. Ele segura as nádegas dela com as mãos e lambe o ânus dela com gosto. Eu chego perto e, enquanto chupo os peitos dela, masturbo ela com meus dedos. Minha tia diz que quer meu pau dentro dela agora mesmo. Eu falo pra ela ficar calma, que já já ela vai ter. Como sou o terceiro na parada, tenho que me encaixar de novo entre os dois, porque meu tio vai penetrar ela pelo cu e a gente volta pra aquela posição de antes. Enquanto a gente tá metendo, minha mãe se masturba olhando pra gente, enquanto meu pai não faz nada no começo. Nisso, minha prima chega e começa a chupar o pau do meu pai, ele segura a cabeça dela enquanto ela chupa. Eu consigo ver, enquanto como minha tia, que minha mãe também quer um pouco. Então meu pai beija minha mãe e masturba ela, enquanto minha prima continua chupando o pau dele. Meu pai goza logo na cara da minha prima e ela engole um pouco de porra. Ela passa a língua nos lábios de tão gostosa que é. Aí ela levanta e minha mãe e minha prima beijam meu pai. Ele fica doido e começa a chupar os peitos delas alternadamente.
Os três estão super tarados, enquanto a gente continua fodendo minha tia. Meu pai não aguenta mais e deita na cama de barriga pra cima, enquanto minha mãe se prepara pra ser penetrada por ele e minha prima coloca a buceta dela ao alcance da boca dele. Enquanto ele come ela, minha mãe enfia o pau meio ereto do meu pai — lembrem que ele acabou de gozar — e começa a cavalgar.
O espetáculo é o máximo. Três pessoas ao mesmo tempo, em grupos de três, fodendo que nem bichos, sem se importar com nada. Somos uma família incestuosa e nossos gritos e gemidos tomam conta de tudo, sem nada, como eu disse, que importe.
Demoramos um pouco pra gozar. Eu gozo antes do meu tio, enchendo a buceta da minha tia de porra, dessa vez não usei camisinha. Meu tio dá umas últimas estocadas e também termina gozando no cu da minha tia.
Olho pro trio que formam meu pai, minha mãe e minha prima. Minha mãe continua cavalgando meu pai num ritmo bom, enquanto ele masturba minha prima, que ele parou de chupar. Os fluidos da minha prima molharam a cara do meu pai. Ele vira a cabeça pra trás. Vejo que o orgasmo dele tá próximo e minha mãe segura as mãos dele. Ele não aguenta mais e goza também com um grito.
Enquanto minha tia limpa o cu — meu tio também não usou camisinha —, minha mãe sai de cima do meu pai e fala que ele não pode deixar minha prima assim.
Ele olha pra ela e vê a cara de safada que minha prima tem. Ela abre os lábios e fala que quer o pau dele dentro. Meu pai fica parado um momento, mas logo reage e, depois de beijar ela, penetra sem camisinha, mesmo com o pau ainda mole.
— Tá sentindo, filha?
— Não, tio, tá muito mole. Mas não se preocupa, você acabou de gozar na tia e é normal que fique assim.
Minha prima olha pra ele com paixão e começa a apertar o pau dele com a buceta, igual fez comigo uma vez.
— Assim, vai ver que é bom, tio. Tá sentindo?
— Tô, sobrinha, muito bom, tá endurecendo mais.
— Agora vou apertar mais. Tira um pouco. Momento.
Meu pai tira ela e minha prima fode, enfia só a ponta e deixa ela parada ali. Aperta a base da glande e o pau do meu pai volta ao tamanho normal.
— Agora já pode meter tudo.
Ele empurra e, de uma só vez, penetra ela por completo.
— Vamos, vai fundo. — Ela incentiva.
Meu pai começa a bombar, mas para logo depois. Olha pra mim e pede pra eu passar o óleo lubrificante. Dou pra ele, e ele espalha na minha prima e também passa no próprio corpo. Agora os corpos deles estão oleosos e ele volta a bombar.
Os corpos escorregadios se esfregam na transa, e minha prima começa a gemer que nem uma louca. Meu pai tá no limite, e com o pau já recuperado da ereção, tá metendo como um desesperado. As molas rangem, enquanto minha prima goza com um grito, como sempre, arranhando as costas do meu pai.
Como ele gozou faz pouco, meu pai aguenta como um campeão e continua metendo forte na minha prima.
Ela já não aguenta mais e goza pela segunda vez. Parece que vai desmaiar de tanto prazer. Num instante, ela olha pra mim e depois pro meu pai.
Aí geme o nome dele e continua arranhando as costas. Meu pai aguenta mais um minuto e goza. Fica um tempo dentro dela e depois sai. Os dois estão oleosos e decidem tomar um banho juntos.
Minha prima chama ele pra tomar banho junto, mas meu pai diz que tá acabado e que não consegue mais ter outra ereção, e que desculpa, porque não vai poder foder ela de novo hoje.
Ela diz que não tem problema, que foi bom por hoje, mas que precisava gozar mais uma vez.
— E você, papai? Quer me foder?
— Sim, filha, mas tô moído, pergunta pro seu primo.
— Primo, o que acha? Vai me foder?
— Ufa, prima, a oferta é tentadora, mas tô cansado igual os outros.
— Ah, vai, mais uma rapidinha, só por hoje.
Ela abre os lábios e mostra a bucetinha rosada. Não consigo resistir à tentação e, mesmo exausto, falo que posso tentar dar pra ela.
— Vamos pro chuveiro então.
Eu sigo ela, e enquanto ela vai em direção ao chuveiro, olho pra Culo balançando e meu pau começa a se animar de novo.
Ela entra no chuveiro e abre a torneira. Vira as costas pra mim, como se me ignorasse, e se abaixa pra pegar o sabonete. A visão da bunda dela empinada faz meu pau endurecer na hora, e eu meto a mão na cintura dela.
— Prima, como você me deixa, falo.
— Você também, mas seu pai e o meu me comem superbem, você é o melhor, priminho.
— Valeu.
Me abaixo e abro as coxas dela, enquanto a água cai sobre nós, chupo a buceta da minha prima e ela treme. Igual daquela vez que a gente fez no chuveiro, a sensação é maravilhosa. Eu chupando tudo, enquanto ela se apoia na parede e a água cai sobre nós.
Eu continuo chupando e logo ela goza.
— Aaaah, primo! Aaaaah! Geme.
Dessa vez, não ligamos se nos ouvirem. Olho meu pau molhado e, sem mais enrolação, meto com força.
— Uf, primo. Com calma.
— Não tô a fim de fazer devagar. Respondo. Já gozei várias vezes hoje, mas ainda tô muito excitado e quero dar o melhor pra minha priminha.
Começamos com ela de costas, apoiada na parede. Peço pra ela se inclinar um pouco pra uma penetração melhor e assim estimular melhor o ponto G dela.
Continuamos assim por mais um tempo, mas eu acabo gozando. A verdade é que não tenho mais muito sêmen hoje.
Agora ela pede pra fazer igual daquela vez, com ela por cima de mim. Eu obedeço, embora avise que tô acabado e não tenho mais sêmen.
— Nada, fica tranquilo, relaxa e curte, eu cuido de tudo. Ela diz.
Sobe em cima de mim e, com meu pau meia-bomba, já não consigo mais endurecer hoje, ela enfia e quica um pouco em cima de mim e, depois de alguns minutos, goza de novo. Eu sinto um gostinho, mas sem sair sêmen. Mesmo assim, ela fica satisfeita e, depois de nos lavarmos, a gente termina a foda por hoje.
2 comentários - Minha prima e eu parte 3