tava em casa arrumando umas coisas, tava usando uma regata e uma saia bem curtinha, como tava em casa queria ficar confortável, então não tava de sutiã, a regata marcava demais, deixava meus peitões gigantes.
Já tava no meu segundo Cuba Libre quando a campainha tocou. Era a esposa do meu cunhado, ou seja, minha concunhada. Eu já tava meio alegrinha, cumprimentei ela e ela falou que precisava pegar umas roupas emprestadas pra ir jantar. Ela sempre tão sensual se vestindo, olha a minissaia que você colocou, e eu, já meio alterada, falei: "olha quem fala, olha a raba e os peitões que você tem, se eu fosse seu marido já te comia agora". Ela riu enquanto me olhava com uma cara de puta do caralho, tava usando uma calça social bem justa e uma camisa que os botões quase estouravam por causa dos peitos dela. Essa situação já tinha me deixado toda excitada.
Sirvo uma dose pra ela e, enquanto bebemos, começamos a bater um papo. Conforme os copos foram descendo, a conversa foi indo pro lado do sexo. Ela me pergunta como eu tava com meu marido, e eu falei que tava bem, que a gente transava, mas que sempre ficava com vontade de mais, que ultimamente vivia alçada o dia inteiro, que tinha dado pra ver um monte de vídeo erótico e tal. Aí ela me conta que acontece a mesma coisa com ela, que por causa do filho complicava, que ultimamente tavam transando pouco e que ela se masturba muito durante o dia.
Por dentro eu tava era muito excitada, com o que tinha rolado da outra vez e agora meio bêbadas falando desses assuntos me dava muito tesão. E eu falei: "Não é possível, olha as mulheres que a gente é, você tem uma bunda bárbara e eu na rua os caras olham pros meus peitos como se fossem loucos", e ela riu. E ela falou: "Não é pra menos, olha os peitos que você tem", e com as duas mãos me apalpou por cima da regata. Olhei pra ela e falei: "Olha o que você provocou", meus mamilos estavam muito duros e marcavam demais na camiseta. Eu, com minhas mãos, desabotoei os botões da camisa dela, deixando aberta. Ela tava com um sutiã preto de renda. Falei: "Você também não fica pra trás", e ela riu. Tomamos o último gole. Ela continuava com a camisa aberta, me dava muito tesão ver ela assim. Perguntei que roupa ela precisava e fomos pro meu quarto. Ela tirou a camisa, era muito sexy ver ela de calça social e só de sutiã. Dei umas saias pra ela experimentar. Quando ela tirou a calça, tava com uma calcinha fio dental preta tão pequena que nem dava pra ver. Olhei pra ela e falei: "Que mãe ousada e puta você é, olha a calcinha que você tá usando". Ela falou: "Adoro ser mãe e puta". As duas távamos meio tontas e com tesão.
Ela veste outro vestido e, quando tira o sutiã, eu fico de vez com tesão e falei: "que peitão lindo você tem". "Você também tem uns peitões enormes, quero ver", ela me diz. Então tiro a regata e fico só de peitos, meus mamilos estavam durinhos. Ela se aproxima e pega neles com as duas mãos, fico louca. Eu retribuo a apalpadela. A situação era quente pra caralho: duas mães e esposas se apalpando. Ela apertava meus peitos com as duas mãos e eu fazia o mesmo.
, fomos nos aproximando um pouco mais e começamos a nos beijar, primeiro foi um beijo meio tímido e tranquilo, mas enquanto ela continuava tocando meus peitos, o beijo começou a esquentar mais e tinha muita língua. Eu, com minhas mãos, comecei a tocar aquela bunda que tanto me excitava, brincava com a tanguinha dela e ela começou a levantar minha saia até deixar minha bunda exposta. Por Deus, como eu estava tesuda, tirei a saia e as duas estávamos de tanguinha, tocando peito com peito, adorava sentir os peitos dela contra os meus. Fomos para minha cama e ela subiu em cima de mim, adorava sentir os peitos dela no meu corpo, a língua quente dela na minha boca. Eu não parava de tocar a bunda e os peitos dela, estávamos muito tesudas e putas, as duas tiramos as tanguinhas e começamos a nos tocar lá embaixo, passávamos a língua por todo o corpo uma da outra, começamos a nos beijar de novo enquanto nos masturbávamos uma à outra. Quando estávamos quase gozando, eu falei: "quero ver você se tocando e gozando", e ela me disse: "eu também". Então ela se sentou numa ponta da cama e eu na outra, era muito tesão ver a mãe do meu sobrinho nessa situação. Ela me olha e diz: "pra você não ficar de olho, seus peitos são enormes", isso me excitou mais e comecei a me tocar enquanto apertava meus peitos, enfiava uns dois dedos dentro de mim, estava toda molhada e ela também. Quando estava quase gozando, me aproximei e falei: "vamos juntar nossos peitos e gozar juntas", e enquanto roçávamos nossos mamilos e continuávamos nos tocando, gozamos com um gemido muito excitante e com um beijo de língua muito quente. Ela me olha e diz: "que esposas mais putas e tesudas nós somos".
Já tava no meu segundo Cuba Libre quando a campainha tocou. Era a esposa do meu cunhado, ou seja, minha concunhada. Eu já tava meio alegrinha, cumprimentei ela e ela falou que precisava pegar umas roupas emprestadas pra ir jantar. Ela sempre tão sensual se vestindo, olha a minissaia que você colocou, e eu, já meio alterada, falei: "olha quem fala, olha a raba e os peitões que você tem, se eu fosse seu marido já te comia agora". Ela riu enquanto me olhava com uma cara de puta do caralho, tava usando uma calça social bem justa e uma camisa que os botões quase estouravam por causa dos peitos dela. Essa situação já tinha me deixado toda excitada.
Sirvo uma dose pra ela e, enquanto bebemos, começamos a bater um papo. Conforme os copos foram descendo, a conversa foi indo pro lado do sexo. Ela me pergunta como eu tava com meu marido, e eu falei que tava bem, que a gente transava, mas que sempre ficava com vontade de mais, que ultimamente vivia alçada o dia inteiro, que tinha dado pra ver um monte de vídeo erótico e tal. Aí ela me conta que acontece a mesma coisa com ela, que por causa do filho complicava, que ultimamente tavam transando pouco e que ela se masturba muito durante o dia.
Por dentro eu tava era muito excitada, com o que tinha rolado da outra vez e agora meio bêbadas falando desses assuntos me dava muito tesão. E eu falei: "Não é possível, olha as mulheres que a gente é, você tem uma bunda bárbara e eu na rua os caras olham pros meus peitos como se fossem loucos", e ela riu. E ela falou: "Não é pra menos, olha os peitos que você tem", e com as duas mãos me apalpou por cima da regata. Olhei pra ela e falei: "Olha o que você provocou", meus mamilos estavam muito duros e marcavam demais na camiseta. Eu, com minhas mãos, desabotoei os botões da camisa dela, deixando aberta. Ela tava com um sutiã preto de renda. Falei: "Você também não fica pra trás", e ela riu. Tomamos o último gole. Ela continuava com a camisa aberta, me dava muito tesão ver ela assim. Perguntei que roupa ela precisava e fomos pro meu quarto. Ela tirou a camisa, era muito sexy ver ela de calça social e só de sutiã. Dei umas saias pra ela experimentar. Quando ela tirou a calça, tava com uma calcinha fio dental preta tão pequena que nem dava pra ver. Olhei pra ela e falei: "Que mãe ousada e puta você é, olha a calcinha que você tá usando". Ela falou: "Adoro ser mãe e puta". As duas távamos meio tontas e com tesão.
Ela veste outro vestido e, quando tira o sutiã, eu fico de vez com tesão e falei: "que peitão lindo você tem". "Você também tem uns peitões enormes, quero ver", ela me diz. Então tiro a regata e fico só de peitos, meus mamilos estavam durinhos. Ela se aproxima e pega neles com as duas mãos, fico louca. Eu retribuo a apalpadela. A situação era quente pra caralho: duas mães e esposas se apalpando. Ela apertava meus peitos com as duas mãos e eu fazia o mesmo.
, fomos nos aproximando um pouco mais e começamos a nos beijar, primeiro foi um beijo meio tímido e tranquilo, mas enquanto ela continuava tocando meus peitos, o beijo começou a esquentar mais e tinha muita língua. Eu, com minhas mãos, comecei a tocar aquela bunda que tanto me excitava, brincava com a tanguinha dela e ela começou a levantar minha saia até deixar minha bunda exposta. Por Deus, como eu estava tesuda, tirei a saia e as duas estávamos de tanguinha, tocando peito com peito, adorava sentir os peitos dela contra os meus. Fomos para minha cama e ela subiu em cima de mim, adorava sentir os peitos dela no meu corpo, a língua quente dela na minha boca. Eu não parava de tocar a bunda e os peitos dela, estávamos muito tesudas e putas, as duas tiramos as tanguinhas e começamos a nos tocar lá embaixo, passávamos a língua por todo o corpo uma da outra, começamos a nos beijar de novo enquanto nos masturbávamos uma à outra. Quando estávamos quase gozando, eu falei: "quero ver você se tocando e gozando", e ela me disse: "eu também". Então ela se sentou numa ponta da cama e eu na outra, era muito tesão ver a mãe do meu sobrinho nessa situação. Ela me olha e diz: "pra você não ficar de olho, seus peitos são enormes", isso me excitou mais e comecei a me tocar enquanto apertava meus peitos, enfiava uns dois dedos dentro de mim, estava toda molhada e ela também. Quando estava quase gozando, me aproximei e falei: "vamos juntar nossos peitos e gozar juntas", e enquanto roçávamos nossos mamilos e continuávamos nos tocando, gozamos com um gemido muito excitante e com um beijo de língua muito quente. Ela me olha e diz: "que esposas mais putas e tesudas nós somos".
11 comentários - Tomando com minha concunhada
gracias por compartirlo , besos a las dos