Pra começar, preciso deixar claro que sou divorciado e tenho dois filhos com minha ex-esposa, um menino e uma menina, além de ter outra filha com a moça com quem moro atualmente.
Aconteceu num desses dias de setembro que tava chovendo há vários dias. Tava voltando do trabalho, já no fim da tarde, umas 6h30 da noite. Chovia forte, vinha na minha caminhonete quando vi um caminhão que ia em alta velocidade pela orla na minha frente, molhando sem vergonha nenhuma uma garota vestida com um macaquinho branco e uma blusa verde florida. De longe, vi a silhueta linda e escultural daquela garota, e no fundo pensei como ela tava gostosa toda molhada, porque dava pra ver a cor e o formato da roupa íntima dela. Mas quando fui me aproximando, percebi que aquela garota era a Karen, a namorada do meu filho. Aqui preciso esclarecer que, mesmo não morando com meus filhos, ele já tinha me apresentado a namorada e eu já tinha tido o prazer de conversar com ela algumas vezes.
Sem pensar, encostei, abaixei o vidro e perguntei se ela tava indo pra casa dela. Ela respondeu que sim, e eu falei pra ela entrar, que daria uma carona. Sem hesitar, ela entrou na caminhonete, me agradeceu na hora e disse que já tava parada ali há um tempão e que não passava nem caminhão nem ônibus. Sorri pra ela e, ao olhar, pude ver através do macaquinho a calcinha azul celeste e um sutiã meia-taça da mesma cor, o que me deu uma ereção daquelas que ela nem notou, porque tava falando um monte de coisas que tinham acontecido com ela naquela tarde. Confirmava o que já tinha reparado nela: ela era meio tagarela, ainda mais quando tava à vontade com alguém.
Seguimos pela orla em direção à Colosio, mas quando chegamos na base, demos de cara com viaturas que bloqueavam a passagem pras Brisas. Parei o carro, desci e perguntei pro policial: "O que houve?" Ele respondeu que tinha deslizamentos, então a estrada tava bloqueada, e a outra rota também tava na mesma, além de estar alagada. Como o bulevar, entrada da Colosio.
A chuva tava forte, entrei na caminhonete e contei pra Karen o que tinha acontecido. Ela me pediu o celular pra ligar pra mãe dela e dizer que tava bem, nisso a ligação caiu.
Dava pra ver a preocupação na "minha nora pequena". Falei que a gente ia se abrigar num motel, já que não dava pra ficar ali e muito menos na rua, porque as enxurradas tavam fortes, além de já serem quase 8 da noite. Ela aceitou, preocupada. Peguei o caminho pro Farallón e entrei num dos motéis da região. Estacionei a caminhonete, a moça da recepção veio, falei que ia pagar a noite inteira porque não pretendia sair e nos arriscar. Fechei a cortina e falei pra Karen subirmos. Ela, quieta, obedeceu. Tava tremendo de frio, porque tava ensopada, igual a mim. Ela subiu as escadas na minha frente. Olhei pras bundas lindas, redondas e bem feitas dela, e pra calcinha azul, a cintura fina e as pernas torneadas, enquanto pensava no bom gosto do meu filho.
Já dentro do quarto, falei que ela tinha que tomar banho pra lavar a água suja que o caminhão tinha jogado nela e encharcado ela. Ela me olhou meio sem graça:
— Mas e o que vou vestir? — perguntou.
— Você se enrola numa toalha, porque não pode ficar assim, além de poder ficar doente, você tá ensopada de água suja. — respondi, olhando pela janela a chuva forte que caía.
Depois de uns minutos de silêncio, vi que ela não tava me ouvindo, então cheguei perto dela.
— Vai, menina, toma banho. — falei, segurando ela pelos ombros. Ela, quieta, baixou a cabeça.
— Olha, se você não confia, eu tomo banho primeiro e desço pra caminhonete. Você toma banho e se tranca, ok? — falei pra deixar ela mais tranquila.
— Não, melhor o senhor ficar aqui. — respondeu.
— OK! Olha, vou ficar no sofá, combinado?
— OK! — respondeu.
Ela entrou no banheiro, demorou um pouco. Quando finalmente Terminou, saiu enrolada numa toalha, que mal dava pra cobrir as belas nádegas dela, as pernas e os peitos lindos. Tentei disfarçar minha excitação, então fui logo tomar banho. Ao entrar no banheiro, vi as roupas dela estendidas no toalheiro: o short, a blusa, o sutiã e a calcinha — roupas que claramente tinham sido enxaguadas. Minha excitação aumentou e meu pau ficou completamente duro e ereto; com água fria, tentei baixar o tesão.
Quando terminei de me banhar, ao sair enrolado numa toalha da cintura pra baixo, Karen estava sentada na cama, coberta com um edredom.
— Você tá com frio? — perguntei, enquanto procurava a toalha dela.
— Ainda tá com a toalha? — perguntei, sentando ao lado dela e abraçando-a pra aquecê-la.
— Tô! — respondeu, tremendo de frio.
— Tira ela, senão vai sentir mais frio ainda. — falei.
Sem se descobrir, ela tirou a toalha; pedi e estendi no sofá.
— Deita e se cobre bem. — disse, tentando disfarçar minha ereção que ameaçava aparecer por baixo da toalha. Virei de costas e fui até o interruptor pra apagar a luz, e depois pensei em sentar no sofá.
— Brrrrrrrr!
Ela tava com frio, dava pra ver. Decidi me aproximar, sentei na cama e abracei ela por cima do edredom. O cheiro delicioso da pele dela tava me embriagando, minha excitação só aumentava. É a namorada do meu filho, pensava, mas por outro lado, era uma mulherzinha deliciosa e gostosa, nua, só coberta por um edredom, e sozinhos eu e ela — quem ia ficar sabendo do que podia rolar naquela noite entre nós dois?
— Desculpa! Te incomoda? — perguntei enquanto abraçava ela.
— Não! — respondeu, se agarrando mais ao edredom. Me acomodei na cama e abracei ela pra dar mais calor, só que meu pau empurrava as nádegas dela, já que ela tava de costas pra mim.
O cabelo molhado dela, longo, preto e ondulado, cheirava a perfume, assim como o aroma da pele jovem. Ela tremia de frio, mas ao mesmo tempo eu ouvia a respiração dela... Respiração forte e ofegante. Nenhum dos dois dizia nada, lá fora a chuva forte dizia tudo, íamos ficar ali a noite toda.
Porra, eu tava enlouquecendo, tava completamente embriagado por ela. O que podia acontecer? Que ela me rejeitasse, que fizesse escândalo, que eu acabasse pedindo desculpa e descesse pra caminhonete?
A sorte já estava lançada. Dei um beijo no cabelo dela e aspirei de leve, Karen sentiu, mas não disse nada. Meu nariz buscou a pele do pescoço dela entre os cabelos, aspirei e dei um beijo no pescoço quente e aveludado dela, ela continuou calada, só um suspiro suave e quase inaudível se ouviu. Senti ela virar um pouco o pescoço quando eu ia dar outro beijo, com minha mão comecei a acariciar o ombro direito dela, fui descendo pelo braço devagar até o quadril, que acariciei até a coxa, depois a bundinha dela sem que ela se opusesse.
Me livrei da toalha e joguei no chão, levantei o cobertor e me cobri com ele, abracei Karen devagar, encostando minha piroca dura e ereta entre as bundinhas dela, onde ela se acomodou na hora. "Minha norinha" continuava calada enquanto eu curtia o contato com a pele quente e aveludada dela.
Dei um beijo no ombro dela, depois outro, continuei beijando devagar assim como as costas dela, enquanto minha mão acariciava o ombro, o braço, a cintura fina, o quadril dela. Os gemidos dela começaram a ficar mais claros quando minha mão acariciou a cintura dela e subiu até os peitos duros e redondos.
Acariciei suavemente com a ponta dos dedos todo o contorno deles até chegar no biquinho pequeno, que apertei devagar e de leve, ela gemeu mais forte terminando num suspiro longo. Passei pra outra teta igualmente linda e curti cada centímetro do mesmo jeito.
Karen não dizia nada, não se opunha. Medo? Acho que não. O que sei é que aos poucos ela ia afrouxando a pouca ou nenhuma resistência dela. Com meus beijos percorrendo as costas dela, fui descendo e me metendo entre os lençóis até chegar no quadril dela, coloquei ela quase de bruços. pra poder beijar suas nádegas duras e aveludadas que eram um manjar. Lambi cada milímetro delas, beijando e chupando.
Será que já tinha estado com outro homem? Será que já não era mais virgem? E se fosse, meu filho saberia? pensava comigo mesmo, enquanto não parava de percorrer aquela fruta deliciosa e tenra que já não oferecia resistência alguma.
Desci minhas mãos e acariciei suas nádegas redondas e duras em todo o contorno, suas pernas de cima a baixo. Apertei suas nádegas, as separei e lambi toda a sua rachinha, "minha nora gostosa" já não disfarçava sua excitação ao gemer com força. Ela mesma abriu um pouco mais as pernas, me dando mais liberdade para poder aproveitar dela e ela para aproveitar minhas carícias. Com minha língua percorri toda a sua rachinha, de cima a baixo, uma e outra vez, e bem quando com a ponta fiz pressão na entrada do seu cuzinho, um gemido forte escapou dos seus lábios, levantando mais os quadris em direção ao meu rosto. Uma, duas, três vezes mais pressionei seu cuzinho e cada vez ela gemia com mais ansiedade, assim como ela mesma abrindo mais as pernas.
Desci um pouco mais e beijei suas coxas, uma, depois a outra, para terminar dando uma lambida de cima a baixo em toda a sua rachinha, chegando até sua bucetinha que lambi com mais força ao voltar. "Minha nora gostosa" gemeu com força, então a peguei pela cintura e a virei de barriga para cima. Ao fazer isso, seus braços ficaram separados do corpo, ela arqueava as costas e gemia docemente.
Me inclinei e beijei seus seios um a um, primeiro o direito, depois o esquerdo, percorrendo-os centímetro por centímetro, chupando seus pequenos biquinhos e arrancando a cada carícia minha um gemido suave. Desci beijando sua barriga, lambendo devagar, cheguei aos seus quadris, os beijei enquanto suas mãos agarravam minha cabeça e a acariciavam. Queria comer sua fruta tenra, cheirava deliciosamente, mas queria fazer devagar, aproveitar e que ela gozasse. Devagar me aproximei do seu monte de Vênus, aspirei, soprei devagar, Karen levantou os quadris na hora Ela gemia baixinho. Lambi seus delicados e ralos pelinhos pubianos uma, duas vezes, depois desci um pouco mais e lambi de baixo pra cima toda a bucetinha quente dela, que derramava todo o seu doce mel. A buceta da Karen estava encharcada, a excitação brotava por cada poro dela.
Continuei lambendo, pressionando cada vez mais entre seus lábios íntimos até encontrar seu delicado botãozinho, que brinquei uma e outra vez, fazendo com que ela empurrasse minha cabeça com mais força entre suas pernas enquanto não parava de gemer e ofegar. Chupei seu botãozinho, suguei devagar, pressionei, era uma delícia. Desci um pouco mais e enfiei devagar minha língua na sua caverninha, estava apertada, quente e encharcada, que manjar delicioso, enfiei até onde dava, até onde conseguia alcançar pra saborear aquela caverninha. Mas eu já não aguentava mais e estava decidido, ia comer "minha nora" naquela mesma noite.
Parei de comer aquela frutinha, subi devagar beijando sua barriga, voltei a chupar seus peitos e, pela primeira vez, beijei seus lábios, aqueles lábios doces com gosto de morango. Mas ela estava ansiosa, e aquele beijo terno se tornou apaixonado, lascivo. Peguei minha rola dura e ereta, centralizei na entrada da sua caverninha quente e, devagar, fui empurrando. Levantei minha mão e a abracei com força, assim como ela me abraçou. Dei um empurrão forte e entrei mais da metade. Naquele momento, um gemido forte escapou dos doces lábios de Karen, que cravou as unhas nas minhas costas como se quisesse arrancar minha pele. Seus lábios se agarraram aos meus, então dei um segundo empurrão e terminei enfiando toda a minha rola na sua caverninha, tocando finalmente o fundo dela. Naquele momento, senti ela rasgando minhas costas com força.
Fiquei parado por um momento, a bucetinha dela estava docemente apertada e eu super excitado com a ação selvagem dela. Ela levantou as pernas e envolveu minha cintura, então, devagar, comecei a bombar enquanto não parávamos de nos beijar. Aos poucos, fui aumentando as estocadas. Quis me levantar e mudar de posição, mas ela Ela não quis, então continuei metendo nela com mais força enquanto ela não parava de gemer. Finalmente chegou o clímax e gozamos juntos, enchi a bucetinha gostosa dela com meu esperma enquanto ela ofegava no fim do orgasmo.
Ficamos assim por um tempo, abraçados e nos beijando, até que eu falei que a gente precisava se lavar. Aí levantei ela e carreguei até o banheiro. Estávamos tomando banho quando vi uns fiapos de sangue descendo pelas pernas dela. Olhei pra ela, e ela baixou a cara, começou a chorar baixinho. Abracei ela, sequei e voltamos pra cama. Ninguém disse nada. Deitamos e nos abraçamos, e assim dormimos. De manhã, nem sabíamos que horas eram, ainda chovia. Olhei pra ela, tava linda. Ela abriu os olhos, me olhou e a gente se beijou docemente até se excitar de novo, e acabamos transando mais uma vez.
Saímos do motel umas 10 da manhã. Tentei levar ela pra casa dela, mas ainda não dava pra passar. A entrada da avenida tava alagada, a marinha guardava o acesso. Não teve jeito, tive que levar ela pro meu apartamento, já que eu tava sozinho porque minha mulher tinha ido com a mãe dela passar as festas da pátria com a minha filha. As comunicações estavam caídas. Já no apartamento, lavei a roupa dela e a gente transou de novo com paixão. No dia seguinte, com dificuldade já dava pra passar, finalmente levei ela pra casa dela. Entre lágrimas, ela se abraçou com os pais. A Karen disse pra eles que tinha ficado desde o começo com minha mulher, minha filha e eu. Nunca falou da gente. Os pais dela me agradeceram, e quando fui embora, ela chegou perto e me deu um beijo na bochecha. Durante vários dias, não soube nada dela, nem do meu filho quis saber.
Exatamente um mês depois, ela me ligou numa manhã de sábado. Disse que tava com saudade e que precisava de mim. Combinamos de nos ver à tarde. No fim, fomos pro mesmo motel, nos entregamos de novo à luxúria. Quando tava levando ela de volta pra casa, ela me disse que iam se mudar pra Cidade do México no domingo, mas que queria continuar me vendo, além de que a mãe dele suspeitava que algo tinha rolado entre a gente. Faz uma semana que ela foi embora, me ligou várias vezes e a gente já marcou de se ver em breve. Meu filho eu vi faz 3 dias e ele me contou que tinha terminado com a namorada porque ela tinha se mudado, claro, não falei nada do que aconteceu, embora me sinta culpado por ter tirado a virgindade da namorada dele.
Aconteceu num desses dias de setembro que tava chovendo há vários dias. Tava voltando do trabalho, já no fim da tarde, umas 6h30 da noite. Chovia forte, vinha na minha caminhonete quando vi um caminhão que ia em alta velocidade pela orla na minha frente, molhando sem vergonha nenhuma uma garota vestida com um macaquinho branco e uma blusa verde florida. De longe, vi a silhueta linda e escultural daquela garota, e no fundo pensei como ela tava gostosa toda molhada, porque dava pra ver a cor e o formato da roupa íntima dela. Mas quando fui me aproximando, percebi que aquela garota era a Karen, a namorada do meu filho. Aqui preciso esclarecer que, mesmo não morando com meus filhos, ele já tinha me apresentado a namorada e eu já tinha tido o prazer de conversar com ela algumas vezes.
Sem pensar, encostei, abaixei o vidro e perguntei se ela tava indo pra casa dela. Ela respondeu que sim, e eu falei pra ela entrar, que daria uma carona. Sem hesitar, ela entrou na caminhonete, me agradeceu na hora e disse que já tava parada ali há um tempão e que não passava nem caminhão nem ônibus. Sorri pra ela e, ao olhar, pude ver através do macaquinho a calcinha azul celeste e um sutiã meia-taça da mesma cor, o que me deu uma ereção daquelas que ela nem notou, porque tava falando um monte de coisas que tinham acontecido com ela naquela tarde. Confirmava o que já tinha reparado nela: ela era meio tagarela, ainda mais quando tava à vontade com alguém.
Seguimos pela orla em direção à Colosio, mas quando chegamos na base, demos de cara com viaturas que bloqueavam a passagem pras Brisas. Parei o carro, desci e perguntei pro policial: "O que houve?" Ele respondeu que tinha deslizamentos, então a estrada tava bloqueada, e a outra rota também tava na mesma, além de estar alagada. Como o bulevar, entrada da Colosio.
A chuva tava forte, entrei na caminhonete e contei pra Karen o que tinha acontecido. Ela me pediu o celular pra ligar pra mãe dela e dizer que tava bem, nisso a ligação caiu.
Dava pra ver a preocupação na "minha nora pequena". Falei que a gente ia se abrigar num motel, já que não dava pra ficar ali e muito menos na rua, porque as enxurradas tavam fortes, além de já serem quase 8 da noite. Ela aceitou, preocupada. Peguei o caminho pro Farallón e entrei num dos motéis da região. Estacionei a caminhonete, a moça da recepção veio, falei que ia pagar a noite inteira porque não pretendia sair e nos arriscar. Fechei a cortina e falei pra Karen subirmos. Ela, quieta, obedeceu. Tava tremendo de frio, porque tava ensopada, igual a mim. Ela subiu as escadas na minha frente. Olhei pras bundas lindas, redondas e bem feitas dela, e pra calcinha azul, a cintura fina e as pernas torneadas, enquanto pensava no bom gosto do meu filho.
Já dentro do quarto, falei que ela tinha que tomar banho pra lavar a água suja que o caminhão tinha jogado nela e encharcado ela. Ela me olhou meio sem graça:
— Mas e o que vou vestir? — perguntou.
— Você se enrola numa toalha, porque não pode ficar assim, além de poder ficar doente, você tá ensopada de água suja. — respondi, olhando pela janela a chuva forte que caía.
Depois de uns minutos de silêncio, vi que ela não tava me ouvindo, então cheguei perto dela.
— Vai, menina, toma banho. — falei, segurando ela pelos ombros. Ela, quieta, baixou a cabeça.
— Olha, se você não confia, eu tomo banho primeiro e desço pra caminhonete. Você toma banho e se tranca, ok? — falei pra deixar ela mais tranquila.
— Não, melhor o senhor ficar aqui. — respondeu.
— OK! Olha, vou ficar no sofá, combinado?
— OK! — respondeu.
Ela entrou no banheiro, demorou um pouco. Quando finalmente Terminou, saiu enrolada numa toalha, que mal dava pra cobrir as belas nádegas dela, as pernas e os peitos lindos. Tentei disfarçar minha excitação, então fui logo tomar banho. Ao entrar no banheiro, vi as roupas dela estendidas no toalheiro: o short, a blusa, o sutiã e a calcinha — roupas que claramente tinham sido enxaguadas. Minha excitação aumentou e meu pau ficou completamente duro e ereto; com água fria, tentei baixar o tesão.
Quando terminei de me banhar, ao sair enrolado numa toalha da cintura pra baixo, Karen estava sentada na cama, coberta com um edredom.
— Você tá com frio? — perguntei, enquanto procurava a toalha dela.
— Ainda tá com a toalha? — perguntei, sentando ao lado dela e abraçando-a pra aquecê-la.
— Tô! — respondeu, tremendo de frio.
— Tira ela, senão vai sentir mais frio ainda. — falei.
Sem se descobrir, ela tirou a toalha; pedi e estendi no sofá.
— Deita e se cobre bem. — disse, tentando disfarçar minha ereção que ameaçava aparecer por baixo da toalha. Virei de costas e fui até o interruptor pra apagar a luz, e depois pensei em sentar no sofá.
— Brrrrrrrr!
Ela tava com frio, dava pra ver. Decidi me aproximar, sentei na cama e abracei ela por cima do edredom. O cheiro delicioso da pele dela tava me embriagando, minha excitação só aumentava. É a namorada do meu filho, pensava, mas por outro lado, era uma mulherzinha deliciosa e gostosa, nua, só coberta por um edredom, e sozinhos eu e ela — quem ia ficar sabendo do que podia rolar naquela noite entre nós dois?
— Desculpa! Te incomoda? — perguntei enquanto abraçava ela.
— Não! — respondeu, se agarrando mais ao edredom. Me acomodei na cama e abracei ela pra dar mais calor, só que meu pau empurrava as nádegas dela, já que ela tava de costas pra mim.
O cabelo molhado dela, longo, preto e ondulado, cheirava a perfume, assim como o aroma da pele jovem. Ela tremia de frio, mas ao mesmo tempo eu ouvia a respiração dela... Respiração forte e ofegante. Nenhum dos dois dizia nada, lá fora a chuva forte dizia tudo, íamos ficar ali a noite toda.
Porra, eu tava enlouquecendo, tava completamente embriagado por ela. O que podia acontecer? Que ela me rejeitasse, que fizesse escândalo, que eu acabasse pedindo desculpa e descesse pra caminhonete?
A sorte já estava lançada. Dei um beijo no cabelo dela e aspirei de leve, Karen sentiu, mas não disse nada. Meu nariz buscou a pele do pescoço dela entre os cabelos, aspirei e dei um beijo no pescoço quente e aveludado dela, ela continuou calada, só um suspiro suave e quase inaudível se ouviu. Senti ela virar um pouco o pescoço quando eu ia dar outro beijo, com minha mão comecei a acariciar o ombro direito dela, fui descendo pelo braço devagar até o quadril, que acariciei até a coxa, depois a bundinha dela sem que ela se opusesse.
Me livrei da toalha e joguei no chão, levantei o cobertor e me cobri com ele, abracei Karen devagar, encostando minha piroca dura e ereta entre as bundinhas dela, onde ela se acomodou na hora. "Minha norinha" continuava calada enquanto eu curtia o contato com a pele quente e aveludada dela.
Dei um beijo no ombro dela, depois outro, continuei beijando devagar assim como as costas dela, enquanto minha mão acariciava o ombro, o braço, a cintura fina, o quadril dela. Os gemidos dela começaram a ficar mais claros quando minha mão acariciou a cintura dela e subiu até os peitos duros e redondos.
Acariciei suavemente com a ponta dos dedos todo o contorno deles até chegar no biquinho pequeno, que apertei devagar e de leve, ela gemeu mais forte terminando num suspiro longo. Passei pra outra teta igualmente linda e curti cada centímetro do mesmo jeito.
Karen não dizia nada, não se opunha. Medo? Acho que não. O que sei é que aos poucos ela ia afrouxando a pouca ou nenhuma resistência dela. Com meus beijos percorrendo as costas dela, fui descendo e me metendo entre os lençóis até chegar no quadril dela, coloquei ela quase de bruços. pra poder beijar suas nádegas duras e aveludadas que eram um manjar. Lambi cada milímetro delas, beijando e chupando.
Será que já tinha estado com outro homem? Será que já não era mais virgem? E se fosse, meu filho saberia? pensava comigo mesmo, enquanto não parava de percorrer aquela fruta deliciosa e tenra que já não oferecia resistência alguma.
Desci minhas mãos e acariciei suas nádegas redondas e duras em todo o contorno, suas pernas de cima a baixo. Apertei suas nádegas, as separei e lambi toda a sua rachinha, "minha nora gostosa" já não disfarçava sua excitação ao gemer com força. Ela mesma abriu um pouco mais as pernas, me dando mais liberdade para poder aproveitar dela e ela para aproveitar minhas carícias. Com minha língua percorri toda a sua rachinha, de cima a baixo, uma e outra vez, e bem quando com a ponta fiz pressão na entrada do seu cuzinho, um gemido forte escapou dos seus lábios, levantando mais os quadris em direção ao meu rosto. Uma, duas, três vezes mais pressionei seu cuzinho e cada vez ela gemia com mais ansiedade, assim como ela mesma abrindo mais as pernas.
Desci um pouco mais e beijei suas coxas, uma, depois a outra, para terminar dando uma lambida de cima a baixo em toda a sua rachinha, chegando até sua bucetinha que lambi com mais força ao voltar. "Minha nora gostosa" gemeu com força, então a peguei pela cintura e a virei de barriga para cima. Ao fazer isso, seus braços ficaram separados do corpo, ela arqueava as costas e gemia docemente.
Me inclinei e beijei seus seios um a um, primeiro o direito, depois o esquerdo, percorrendo-os centímetro por centímetro, chupando seus pequenos biquinhos e arrancando a cada carícia minha um gemido suave. Desci beijando sua barriga, lambendo devagar, cheguei aos seus quadris, os beijei enquanto suas mãos agarravam minha cabeça e a acariciavam. Queria comer sua fruta tenra, cheirava deliciosamente, mas queria fazer devagar, aproveitar e que ela gozasse. Devagar me aproximei do seu monte de Vênus, aspirei, soprei devagar, Karen levantou os quadris na hora Ela gemia baixinho. Lambi seus delicados e ralos pelinhos pubianos uma, duas vezes, depois desci um pouco mais e lambi de baixo pra cima toda a bucetinha quente dela, que derramava todo o seu doce mel. A buceta da Karen estava encharcada, a excitação brotava por cada poro dela.
Continuei lambendo, pressionando cada vez mais entre seus lábios íntimos até encontrar seu delicado botãozinho, que brinquei uma e outra vez, fazendo com que ela empurrasse minha cabeça com mais força entre suas pernas enquanto não parava de gemer e ofegar. Chupei seu botãozinho, suguei devagar, pressionei, era uma delícia. Desci um pouco mais e enfiei devagar minha língua na sua caverninha, estava apertada, quente e encharcada, que manjar delicioso, enfiei até onde dava, até onde conseguia alcançar pra saborear aquela caverninha. Mas eu já não aguentava mais e estava decidido, ia comer "minha nora" naquela mesma noite.
Parei de comer aquela frutinha, subi devagar beijando sua barriga, voltei a chupar seus peitos e, pela primeira vez, beijei seus lábios, aqueles lábios doces com gosto de morango. Mas ela estava ansiosa, e aquele beijo terno se tornou apaixonado, lascivo. Peguei minha rola dura e ereta, centralizei na entrada da sua caverninha quente e, devagar, fui empurrando. Levantei minha mão e a abracei com força, assim como ela me abraçou. Dei um empurrão forte e entrei mais da metade. Naquele momento, um gemido forte escapou dos doces lábios de Karen, que cravou as unhas nas minhas costas como se quisesse arrancar minha pele. Seus lábios se agarraram aos meus, então dei um segundo empurrão e terminei enfiando toda a minha rola na sua caverninha, tocando finalmente o fundo dela. Naquele momento, senti ela rasgando minhas costas com força.
Fiquei parado por um momento, a bucetinha dela estava docemente apertada e eu super excitado com a ação selvagem dela. Ela levantou as pernas e envolveu minha cintura, então, devagar, comecei a bombar enquanto não parávamos de nos beijar. Aos poucos, fui aumentando as estocadas. Quis me levantar e mudar de posição, mas ela Ela não quis, então continuei metendo nela com mais força enquanto ela não parava de gemer. Finalmente chegou o clímax e gozamos juntos, enchi a bucetinha gostosa dela com meu esperma enquanto ela ofegava no fim do orgasmo.
Ficamos assim por um tempo, abraçados e nos beijando, até que eu falei que a gente precisava se lavar. Aí levantei ela e carreguei até o banheiro. Estávamos tomando banho quando vi uns fiapos de sangue descendo pelas pernas dela. Olhei pra ela, e ela baixou a cara, começou a chorar baixinho. Abracei ela, sequei e voltamos pra cama. Ninguém disse nada. Deitamos e nos abraçamos, e assim dormimos. De manhã, nem sabíamos que horas eram, ainda chovia. Olhei pra ela, tava linda. Ela abriu os olhos, me olhou e a gente se beijou docemente até se excitar de novo, e acabamos transando mais uma vez.
Saímos do motel umas 10 da manhã. Tentei levar ela pra casa dela, mas ainda não dava pra passar. A entrada da avenida tava alagada, a marinha guardava o acesso. Não teve jeito, tive que levar ela pro meu apartamento, já que eu tava sozinho porque minha mulher tinha ido com a mãe dela passar as festas da pátria com a minha filha. As comunicações estavam caídas. Já no apartamento, lavei a roupa dela e a gente transou de novo com paixão. No dia seguinte, com dificuldade já dava pra passar, finalmente levei ela pra casa dela. Entre lágrimas, ela se abraçou com os pais. A Karen disse pra eles que tinha ficado desde o começo com minha mulher, minha filha e eu. Nunca falou da gente. Os pais dela me agradeceram, e quando fui embora, ela chegou perto e me deu um beijo na bochecha. Durante vários dias, não soube nada dela, nem do meu filho quis saber.
Exatamente um mês depois, ela me ligou numa manhã de sábado. Disse que tava com saudade e que precisava de mim. Combinamos de nos ver à tarde. No fim, fomos pro mesmo motel, nos entregamos de novo à luxúria. Quando tava levando ela de volta pra casa, ela me disse que iam se mudar pra Cidade do México no domingo, mas que queria continuar me vendo, além de que a mãe dele suspeitava que algo tinha rolado entre a gente. Faz uma semana que ela foi embora, me ligou várias vezes e a gente já marcou de se ver em breve. Meu filho eu vi faz 3 dias e ele me contou que tinha terminado com a namorada porque ela tinha se mudado, claro, não falei nada do que aconteceu, embora me sinta culpado por ter tirado a virgindade da namorada dele.
9 comentários - Desvirguei a Noiva do Meu Filho
te lo digo con todas sus letras viejo, es una canallada eso. La familia esta siempre por sobre todo!
Me transportó me imagine todo lo sucedido