Olá, essa história aconteceu comigo em maio de 2008. Vou trocar os nomes e lugares, caso essa pessoa um dia leia — não acho que vá, mas quero garantir. Me chamo (Facundo), na época tinha 26 anos, e isso rolou no bairro de Paternal.

Minha mãe, como toda mãe, vive falando dos filhos: "meu filho isso, meu filho aquilo". Dessa vez, ela tava conversando com uma vizinha do bairro que tem uma perfumaria, chamada Verônica. A vizinha comentou que tava com um problema no computador de casa e que o técnico que ela chamava sempre cobrava caro e, pouco tempo depois, o PC voltava a dar defeito. Minha mãe, como sempre, disse: "meu filho pode arrumar pra você, ele é técnico" (nada a ver). Eu me viro, monto e conserto um ou outro computador, mas nada muito avançado. Claro que ela me comprometeu a ir na casa da vizinha pra ver o que eu podia fazer.
Combinamos pra uma quinta-feira bem cedo, porque ela abria o local às 10 e eu entrava no trabalho às 9. Naquele dia, devo ter chegado umas 8h10. Claro que o marido dela não estava, senão minha história terminava ali. Ela é loira, baixinha, mede no máximo 1,55 ou 1,60, tem olhos verdes, é muito linda, doce e simpática. Tava vestida com uma regata turquesa, óbvio que bem justinha, e uma calça rosa, daquelas que grávidas usam, meio transparente, dava pra ver a tanguinha bem enfiada na bunda dela. Cada vez que ela ia pegar alguma coisa, eu olhava fixamente, sentia meu pau começando a acordar, mas tentava pensar em outra coisa porque tava de calça social e ia aparecer fácil. Fiquei uns minutos analisando o PC e percebi que o problema era a memória, então falei que não era nada grave e que, se ela quisesse, eu comprava uma perto do meu trabalho e instalava no dia seguinte. Ela me olhava com aqueles olhinhos que me matavam, e pensamentos muito sujos passavam pela minha cabeça, eu tava explodindo. Quando fui me despedir, nem pensei, não sei o que deu em mim — sou tímido, nunca faria isso nem com minha namorada —, apertei o peito direito dela com a mão. Ela pulou pra trás, baixou o olhar e ficou uns segundos em silêncio. Eu comecei a gaguejar, sem saber o que falar, ela tava com o rosto vermelho de explodir, eu também. Tentei sair correndo, mas pensei: é conhecida da minha mãe, o que vou dizer? Pedi desculpas de qualquer jeito, falei que ela era uma mulher gostosa, que tinha me excitado muito e tal. Ela começou a rir e disse "tudo bem, não foi nada", era uma risada nervosa, mas me deu confiança e roubei um beijo. Comecei a beijar ela, enfiando a língua até a garganta enquanto acariciava o corpo todo, mas principalmente a bunda dela, que me deixava louco. Ela demorou pra pegar confiança, mas em alguns minutos começou a acariciar meu pau, e eu acabei gozando na calça em poucos minutos.
Apoiei ela num sofá, tirei a calça dela e depois a calcinha fio dental, que também tava molhada. Peguei meu pau e meti na buceta dilatada dela uma vez atrás da outra. Gozei duas vezes até começar a me sentir cansado e fui afrouxando. Ela tava muito quente e gozava como uma puta, o que me deixava ainda mais excitado, vendo uma grávida com cara de anjo. Fomos pro quarto dela, ela colocou uma música e deitamos, conversando sobre coisas enquanto nos acariciávamos. Ela me disse que o marido não comia ela há meses, porque ficava com receio de transar com ela grávida. Ela tava agradecida e falou: "Me pede o que você quiser." Eu fiz o difícil: "Por favor, obrigado a você..." E ela disse, na seca: "Quer que eu te dê a bunda?" Vi como você amassou ela a manhã toda. Perguntei se não incomodava, e ela respondeu: "Pode ir." Salivei bem o cu dela e meu pau. Ela ficou de quatro, e comecei a meter a cabeça devagar. Fiquei uns 10 minutos colocando a ponta aos poucos, porque não queria machucar, até que a cabeça do pau entrou toda. Ela deu um grito de dor e pediu pra esperar um pouco, que tava doendo. Perguntei se queria parar, mas ela disse que não, só pra esperar uns momentos. Enquanto isso, acariciava os peitos dela, as costas e as nádegas. Ela mandou continuar devagar. Ficamos uns 20 minutos naquela posição até que consegui meter tudo. Era tão apertado que a cada metida eu sentia que ia gozar. Comecei a acelerar, e ela gemia (mais dor do que prazer), mas já não tava ligando. Bombeava uma vez atrás da outra e apertava as nádegas dela com força. Peguei confiança e comecei a puxar o cabelo dela, jogando pra trás. Me acabava. Tinha transformado um anjo numa puta tremenda. Até que gozei, enchi o cu dela todo de porra e fiquei morto na cama. Ela me olhou docemente e disse: "Preciso ir abrir o negócio." Já eram quase 11. Tomamos banho juntos, nos vestimos e fomos embora. Ela pro trabalho, eu pra casa. Naquele dia, liguei pro meu trabalho e falei que tive um problema com um familiar. que não ia ir.
Eu vi ela de novo, mas a gente só se cumprimentava de passagem, nunca mais falamos sobre o assunto, é como se tivesse sido só um sonho. Ainda tô esperando ela me chamar pra outro serviço técnico. Espero que vocês tenham gostado da minha primeira vez com uma grávida e do meu primeiro anal.

Minha mãe, como toda mãe, vive falando dos filhos: "meu filho isso, meu filho aquilo". Dessa vez, ela tava conversando com uma vizinha do bairro que tem uma perfumaria, chamada Verônica. A vizinha comentou que tava com um problema no computador de casa e que o técnico que ela chamava sempre cobrava caro e, pouco tempo depois, o PC voltava a dar defeito. Minha mãe, como sempre, disse: "meu filho pode arrumar pra você, ele é técnico" (nada a ver). Eu me viro, monto e conserto um ou outro computador, mas nada muito avançado. Claro que ela me comprometeu a ir na casa da vizinha pra ver o que eu podia fazer.
Combinamos pra uma quinta-feira bem cedo, porque ela abria o local às 10 e eu entrava no trabalho às 9. Naquele dia, devo ter chegado umas 8h10. Claro que o marido dela não estava, senão minha história terminava ali. Ela é loira, baixinha, mede no máximo 1,55 ou 1,60, tem olhos verdes, é muito linda, doce e simpática. Tava vestida com uma regata turquesa, óbvio que bem justinha, e uma calça rosa, daquelas que grávidas usam, meio transparente, dava pra ver a tanguinha bem enfiada na bunda dela. Cada vez que ela ia pegar alguma coisa, eu olhava fixamente, sentia meu pau começando a acordar, mas tentava pensar em outra coisa porque tava de calça social e ia aparecer fácil. Fiquei uns minutos analisando o PC e percebi que o problema era a memória, então falei que não era nada grave e que, se ela quisesse, eu comprava uma perto do meu trabalho e instalava no dia seguinte. Ela me olhava com aqueles olhinhos que me matavam, e pensamentos muito sujos passavam pela minha cabeça, eu tava explodindo. Quando fui me despedir, nem pensei, não sei o que deu em mim — sou tímido, nunca faria isso nem com minha namorada —, apertei o peito direito dela com a mão. Ela pulou pra trás, baixou o olhar e ficou uns segundos em silêncio. Eu comecei a gaguejar, sem saber o que falar, ela tava com o rosto vermelho de explodir, eu também. Tentei sair correndo, mas pensei: é conhecida da minha mãe, o que vou dizer? Pedi desculpas de qualquer jeito, falei que ela era uma mulher gostosa, que tinha me excitado muito e tal. Ela começou a rir e disse "tudo bem, não foi nada", era uma risada nervosa, mas me deu confiança e roubei um beijo. Comecei a beijar ela, enfiando a língua até a garganta enquanto acariciava o corpo todo, mas principalmente a bunda dela, que me deixava louco. Ela demorou pra pegar confiança, mas em alguns minutos começou a acariciar meu pau, e eu acabei gozando na calça em poucos minutos.
Apoiei ela num sofá, tirei a calça dela e depois a calcinha fio dental, que também tava molhada. Peguei meu pau e meti na buceta dilatada dela uma vez atrás da outra. Gozei duas vezes até começar a me sentir cansado e fui afrouxando. Ela tava muito quente e gozava como uma puta, o que me deixava ainda mais excitado, vendo uma grávida com cara de anjo. Fomos pro quarto dela, ela colocou uma música e deitamos, conversando sobre coisas enquanto nos acariciávamos. Ela me disse que o marido não comia ela há meses, porque ficava com receio de transar com ela grávida. Ela tava agradecida e falou: "Me pede o que você quiser." Eu fiz o difícil: "Por favor, obrigado a você..." E ela disse, na seca: "Quer que eu te dê a bunda?" Vi como você amassou ela a manhã toda. Perguntei se não incomodava, e ela respondeu: "Pode ir." Salivei bem o cu dela e meu pau. Ela ficou de quatro, e comecei a meter a cabeça devagar. Fiquei uns 10 minutos colocando a ponta aos poucos, porque não queria machucar, até que a cabeça do pau entrou toda. Ela deu um grito de dor e pediu pra esperar um pouco, que tava doendo. Perguntei se queria parar, mas ela disse que não, só pra esperar uns momentos. Enquanto isso, acariciava os peitos dela, as costas e as nádegas. Ela mandou continuar devagar. Ficamos uns 20 minutos naquela posição até que consegui meter tudo. Era tão apertado que a cada metida eu sentia que ia gozar. Comecei a acelerar, e ela gemia (mais dor do que prazer), mas já não tava ligando. Bombeava uma vez atrás da outra e apertava as nádegas dela com força. Peguei confiança e comecei a puxar o cabelo dela, jogando pra trás. Me acabava. Tinha transformado um anjo numa puta tremenda. Até que gozei, enchi o cu dela todo de porra e fiquei morto na cama. Ela me olhou docemente e disse: "Preciso ir abrir o negócio." Já eram quase 11. Tomamos banho juntos, nos vestimos e fomos embora. Ela pro trabalho, eu pra casa. Naquele dia, liguei pro meu trabalho e falei que tive um problema com um familiar. que não ia ir.
Eu vi ela de novo, mas a gente só se cumprimentava de passagem, nunca mais falamos sobre o assunto, é como se tivesse sido só um sonho. Ainda tô esperando ela me chamar pra outro serviço técnico. Espero que vocês tenham gostado da minha primeira vez com uma grávida e do meu primeiro anal.
4 comentários - Minha primeira vez com uma grávida gostosa
Buen relato, van ocho puntos