Até que consegui gozar




Sou Jeancarlos, tenho 22 anos, sou dominicano, e o que vou contar aconteceu na vida real há exatamente 6 meses. Acontece que moro na região central, e por aqui tem muitos shoppings, dá pra dizer que todos os mais importantes. Como sou um cara que adora fazer compras e estar sempre na vanguarda da moda, tinha que ir direto nas lojas. Foi aí que conheci Angie, uma mulher esplêndida de 38 anos, mãe divorciada, loira, olhos castanhos claros e um corpo de cinema. O que mais aprecio nela são os peitos e o quadril, e claro, umas pernas e uns pés que só de olhar já me excitam. Bom, aqui começa a realização do meu grande sonho.


No primeiro dia que vi ela, foi na loja dela, mas não sabia que era a dona. Eu ia direto comprar jeans e camisas lá, e via ela chegando, sentando e conversando. Mas toda vez que eu olhava pra ela, ela nem percebia a minha atração. E cada vez que eu tinha chance de ver ela, tava mais gostosa e mais sexy. O que mais me dava tesão era que ela não notava nada, nunca parava pra falar com cliente, algo que achava estranho nela. Porque, sendo dona da loja, devia ter um tratamento especial com a gente, mas por isso mesmo que não dava pra perceber que era a dona — talvez pra confundir o inimigo, como dizem por aí. Um dia, vou lá e vejo que ela é a dona do lugar, ou pelo menos a gerente, alguém com autoridade na loja, quando tava dando ordens pra uma das funcionárias. Na hora pensei: daqui ninguém me tira pra comprar em outra loja. Já na minha terceira visita em menos de um mês, ela chegou perto de mim e disse que eu gostava muito da mercadoria da loja. Eu confirmei, falei que adorava a seleção de moda e que tinha certeza de que quem escolhia era um gênio de bom gosto, e que tava ansioso pra conhecer essa pessoa, já que devia ser alguém esplêndido (fiz isso de segunda intenção, porque sabia que era ela). Ela sorriu e disse, de forma provocante, que era ela. Eu só sorri e falei: "Viu, não tava enganado". Nada mais aconteceu, fui embora, lembrando direitinho daquela mulher gostosa que me deixava pensando nela, naquela boca, nos olhos, no corpo, nas pernas e naquele busto extremamente chamativo pelo tamanho e forma. Dava pra ver que tava melhor que qualquer novinha de 20 anos. Foi aí que decidi jogar tudo pra ganhar tudo ou perder tudo. Não tava nem aí, o tesão que sentia por ela me cegou completamente, e só queria transar com ela, não importava o preço que tivesse que pagar.


No dia seguinte, vou até a loja, mas sem dinheiro suficiente pra gastar em roupa. Vou só com a intenção de adiantar alguma coisa pra ficar com ela, ou melhor ainda, se eu conseguisse levá-la comigo — algo que eu nem sabia se podia rolar. Quando chego na loja, tá tudo normal. Ela tava falando no telefone e me mandou pra uma das vendedoras dela, que, por sinal, era bem gostosa. Mas eu nem tava reparando na beleza de outra mulher, porque tava com toda a minha vontade focada na Angie. Só que não, eu não sabia o que ia fazer, já que não tinha grana nem pra comprar uma camiseta. Mas segui na maior cara de pau. O que eu queria era um jeito de falar com a Angie, só que ela tava no telefone, parecendo ter problemas com uma mercadoria que não tinha chegado. Foi aí que acendeu uma luz na minha cabeça e perguntei: "Vai chegar mercadoria nova?" A vendedora respondeu que sim, provavelmente naquela noite. Eu, felizão, falei que era melhor esperar pra ver as novidades que elas iam trazer e depois comprava. Ela, como toda vendedora, ficou de boa. Saí, me despedi, e senti que ia ser muito difícil ficar a sós com a Angie. Mas eu ia jogar tudo, porque tava morrendo de vontade de ficar com ela, ainda mais quando vi ela naquele dia: uma blusinha branca, uma calça creme bem justinha que marcava toda a calcinha fio dental que ela tava usando, e umas sandálias da mesma cor da calça, combinando. E aqueles pés lindos e bem cuidados. Já tava saindo do lugar e não sabia o que fazer. Até pensei em seguir ela e até estuprar, mas caí na real e falei: "Não, não sou nenhum estuprador, sou um bom conquistador." E tava esperando a hora certa pra conquistar aquele monumento de mulher.


Me veio uma ideia muito inteligente, bom, eu fui às 7:30 PM, sabendo que às 8 PM eles fechavam, mas as vendedoras sempre saem uns minutos mais cedo. Aí pensei que ela ia estar lá pra receber alguma mercadoria ou algo assim. Fui pra lá porque não tinha outra alternativa, já me contentava só em vê-la de novo. Cheguei lá e ela estava, tão gostosa e igualzinha de manhã quando eu vi, mas tava tão radiante e linda como sempre. Cheguei no lugar: "Boa noite, ainda tá aberto?", e ela, como sempre, respondeu que sim.


Mas eu não sabia que ia vender porque tinha uma mercadoria que ainda não tinha passado pelo inventário e por isso não tinha colocado preço em nada. Aí vi que uma vendedora disse "até amanhã" pra ela e ela se despediu de mim normalmente. Ok, fiquei sozinho com a minha caça, e não ia desperdiçar nem um segundo. O momento estava a meu favor e eu já tinha o terreno ganho. Sendo um cara bonito, de boa aparência e com boa desenvoltura na conversa, comecei a falar com ela sobre roupas. Perguntei de onde ela trazia uma coleção de moda tão boa, e ela disse que era de Milão. Eu perguntei quem a assessorava com aquelas roupas, se era o marido dela. Fiz isso com segundas intenções, e era assim que eu tinha que agir porque não queria que ela se assustasse. Ela disse que não era ninguém, que era ela mesma. Mas ainda não tinha tirado a dúvida se ela tinha marido ou não, e continuei questionando enquanto ela organizava o caixa. Perguntei: "Mas com certeza ele deve amar essas roupas", apontando para algumas mercadorias. Ela disse: "Não, não pode gostar porque eu não tenho", e falou isso de forma fria. Eu pedi desculpas, disse que não queria ser invasivo. Ela respondeu que não era nada, que desde que as perguntas fossem do agrado dela, ela respondia, e as que não fossem, ela não dizia nada. E eu fiquei de boa, porque via que estava ganhando pontos, mas queria que aquela fosse minha noite. Quando ela terminou de organizar, disse: "Quer ver a mercadoria que chegou? Mas só pra olhar." Eu respondi: "Ok, pra ter uma ideia do que vou comprar e falar pros meus amigos virem também." Ela sorriu e fomos pro depósito. Tava tudo fechado, ela acendeu as luzes e eu pude ver a mercadoria. Era de última, umas camisas que eu só tinha visto na internet. Fiquei impressionado com tanta variedade e disse que ninguém me tirava daquela loja pra comprar em outra. Ela sorriu de novo, e foi aí que decidi começar a investir. Falei que ela tinha a melhor mercadoria e a Dona mais gostosa de todas as lojas, e ela ficou impressionada, de boca semiaberta, e me perguntou de onde eu tinha tirado aquilo. Respondi, cheio de tesão, que se ela não percebia que era maravilhosa, que eu sempre ia lá só pra vê-la, porque há muito tempo tava afim dela. Aí ela respondeu que eu não devia pensar assim, que se era por isso, era melhor eu tirar essa ideia da cabeça. Eu já tava me sentindo impotente e comecei minha caçada, mas de um jeito mais agressivo. Falei: "Pois é, mas não devia se sentir assim. Eu só me deixei levar pela sua beleza, me encantei, porque sei que sou muito pouco pra você." Ela respondeu pra eu não me menosprezar tanto, e eu falei: "Não me menosprezo, não; você é que me menospreza." Ela disse que não tinha falado nada daquilo, só que não podia ficar com um cara tão novo e que o povo ia falar. Eu falei: "Aqui ninguém nos vê, e não vou contar nada", convidando ela a ser desejada comigo. Ela perguntou o que eu tava querendo dizer com aquilo, e eu não falei mais nada. Aí me aproximei dela e tentei beijá-la, mas ela se afastou. Quando ela tentou sair, segurei ela pela cintura e puxei pra perto de mim. Senti as bundas dela, duras e lindas, coladinhas no meu pau duro.


Me sentia maravilhoso, mas não tinha certeza se ela estava gostando do que tava rolando. Eu falei: "Angie, por favor, não seja tão ruim comigo, realiza meu sonho e minha fantasia", e ela não disse nada. Fiquei sem saber o que fazer com aquela reação, mas não podia perder tempo e comecei a beijar o pescoço dela e a apalpar os peitos e a entreperna. Ela foi ficando calma, e meu desejo de possuí-la tava se realizando. Aí virei ela pra beijar, mas ela não correspondeu ao beijo. Foi quando eu segurei ela com toda força, carreguei e beijei ela totalmente à força. Parecia um estupro, mas pelo que eu via, ela tava gostando. Foi aí que ela decidiu quebrar o gelo e disse: "Ok, você venceu. Tira a roupa." Eu tirei a minha mais rápido do que nunca na vida, e despi ela em 30 segundos, rapidão. Comecei a beijar os mamilos e os peitos dela, uns peitos lindos com mamilos rosadinhos, e fiquei até eles ficarem durinhos. Foi aí que ela começou a chupar meu pau — uau, parecia uma leoa, engolia ele inteirinho, entrava e saía sem piedade. Foi incrível, tive o maior orgasmo da minha vida na boca sensual dela. Depois, começamos a transar em cima da mercadoria nova no chão. Eu metia e tirava em todas as posições, entrava e saía. Foi a noite mais maravilhosa da minha vida, tive 2 orgasmos fantásticos. Quando percebemos, já eram 11:43 da noite.


Nós fomos cada um pra um lado diferente. Dois dias depois, voltei na loja, mas ela não tava lá. Aí, no terceiro dia, recebi uma ligação e a gente transou de novo, de um jeito muito mais selvagem. De vez em quando a gente se liga e mete, mas já faz quase um mês que não transamos. Vou tentar ligar pra ela mais tarde, porque só de lembrar já fiquei excitado de novo.


Espero que você tenha gostado.


2 comentários - Até que consegui gozar

Que rico para tocarme la pija, me acordé del local de ropas de mi barrio y la veterana hermosa re perra que vive al lado.. Manda fotos de esa madura!!