Desde crianças

Como o título já diz, tudo começou quando eu era só um moleque, uns anos antes da famosa adolescência. Até aquele momento, nunca tinha reparado em meninas da minha idade como objeto de desejo, mas isso porque toda minha atenção era roubada por uma pessoa só. Ela se chamava Belén e, graças a Deus, a gente tinha uma relação bem próxima. Pra ser sincero, não lembro exatamente quando comecei a vê-la como objeto do meu desejo mais profundo. O que lembro direitinho eram minhas tentativas constantes de fazer nossos corpos se encostarem, geralmente conseguindo isso com brincadeiras de mão e força, onde eu levava vantagem.

Essas brincadeiras rolavam em todo canto, desde o jardim lá de casa até no meu quarto. A gente era criança, não tinha nada de suspeito pros parentes. E um desses incontáveis jogos aconteceu um dia em que estávamos no meu quarto, deitados na cama, esperando meu primo mais novo largar o computador pra gente poder usar.

Na hora, comecei a falar que o próximo a usar o PC seria eu, a menos que ela me vencesse "na luta". Ela tava de saia, que não era particularmente curta, muito pelo contrário. Começamos o agarra-agarra entre risadas e gritos, enquanto eu me esforçava pra levantar a saia dela e conseguir tocar na bunda dela, que já era parte das minhas fantasias. E finalmente consegui: tinha minhas duas mãos debaixo da saia dela, apertando com força aquela bunda linda. Ela, inocente, não ligou ou achou que era parte da brincadeira, e a gente continuou por um bom tempo na mesma. Minha ereção tava evidente, e ela conseguia sentir, mas não falava nada — afinal, era só um jogo.

Situações parecidas rolaram por anos. Cada vez eu ia mais longe. Em certas ocasiões, nessas brincadeiras, eu chegava a tirar o pau da calça e encostar na bunda dela, depois de levantar a saia quando ela tava de costas pra mim. Obviamente, ela não via, mas sentia a pressão da minha cabeça. sobre a bunda dela coberta só pela calcinha dela.

Mas nada se compara ao verão, que era minha época favorita do ano, porque na minha casa tem uma piscina grande onde ela ia com frequência. Nessa época, a gente já tinha perdido boa parte da inocência. Da minha parte, eu tava namorando e, embora ela não, era óbvio que não era mais a mesma menina de anos atrás. Na piscina, eu aproveitava descaradamente pra tocar a bunda firme e redonda dela enquanto carregava ela no colo até a parte funda. Ela é uma pessoa magra, atlética, com uma bunda incrivelmente perfeita, redonda e firme, um sonho mesmo. Nessa época, os peitos dela não eram tão desenvolvidos como agora, eram mais de tamanho médio, e com 1,60 de altura, ela não batia o pé na parte funda e pedia minha ajuda pra levar ela.

Numa dessas idas pra parte funda da piscina, eu carregava ela levantada nos meus braços, enquanto ela se segurava no meu pescoço, eu segurava bem forte a bunda dela e, ao mesmo tempo, fazia ela sentir meu pau (que debaixo d'água, sempre que tava perto dela, ficava pra fora da sunga) nas coxas e na bunda dela. Isso parece que deixou ela meio inquieta.
- Ai, sinto uma coisa na bunda! - Ela me disse como se desculpando por sentir meu pau na bundinha dela
- O que você tá sentindo? - Falei, não me veio outra coisa na hora
- Não sei, mas tá doendo minha bunda! - Respondeu meio confusa
- Não se preocupa, vamos pro fundo da piscina e eu faço massagem na sua bundinha, quer? - Falei todo excitado
- Haha, acho que não seria certo - Respondeu com a inocência do passado
Fui com ela pra parte rasa da piscina pra me dar o gosto não só de agarrar a bunda dela, mas também de massagear e apalpar do jeito certo. Assim que ela pisou no fundo, saiu dos meus braços e se afastou um pouco.
- Valeu por me levar e evitar que eu me afogasse kkkk - Ela disse, como que encerrando o assunto
- De nada, agora vou te dar aquela massagem hehe - Falei na brincadeira pra ver se ela caía na dela
Naquele momento, minha namorada Florencia e minha irmã Nadia apareceram de biquíni. As duas já eram amigas antes mesmo de eu e a Flor começarmos a ficar, então era normal vê-la lá em casa. Quanto ao corpo, minha irmã era muito parecida com a Belén, só que com um peitão impressionante que ela não tinha vergonha de exibir sempre que podia. Já minha namorada Flor era menos voluptuosa, magrinha e bem reta na frente, mas tinha uma bunda gostosa que não ficava devendo nada pra Belén, mesmo sendo um pouco menor.
— Como é que tá a água? — perguntou Flor, quebrando o silêncio.
— Tá uma delícia, podem pular — consegui falar, Belém.
— Eu quero pegar um sol primeiro, tô com a bunda muito branca, haja — disse minha irmã, virando-se e mostrando a diferença de cor entre as pernas e a bunda dela, que parecia realmente enorme naquele biquíni minúsculo que era engolido pelas montanhas de carne dela. Todo mundo riu ao ver ela, haja.
— Vem cá, Belém, passa protetor nas minhas costas. Vamos deixar os pombinhos um pouco sozinhos, hehe — disse minha irmã, toda soltinha, com uma personalidade muito parecida com a minha, era direta e sem vergonha.
Flor entrou na piscina, se aproximou e me beijou, não sem antes sentir meu pau batendo contra a barriga dela. Com as mãos delicadas, ela segurou e continuou me beijando enquanto fazia uma punheta sutil debaixo d'água, sem que Belén ou minha irmã percebessem. Eu puxei o biquíni dela pela parte da frente e toquei na buceta depilada dela. Infelizmente, como vocês sabem, a água não é um bom lubrificante, o que dificultava fazer as coisas com discrição. Então ela se afastou e me perguntou em voz baixa, com uma expressão de puta incrível.
- Será que parei sua pica por minha causa? - Achando que era a responsável pela minha ereção
- Sim, te vejo e quero te comer, você não pode ser tão puta.
- Puta só da sua pica, ela é tão grossa! - Disse enquanto descia as duas mãos para tocar minha pica, que, embora eu não seja um superdotado, sempre elogiaram a grossura dela.
- A gente fica mais um pouco e depois vai pro meu quarto, não tem ninguém em casa, amor, só nós.
- Sim, bora, tô com frio, quero que você aqueça minha buceta, olha como ela tá - Disse enquanto levava a mão que antes estava tocando a própria bucetinha.
Esperamos um tempo, umas meia hora, onde ficamos de boa conversando os quatro sobre qualquer merda e rindo de outras coisas, porque éramos muito unidos. Essa meia hora pareceu uma eternidade, o tesão do contato com a Belém me deixava a mil, até que finalmente a Flor soltou as palavras mágicas: "Amor, tô com sede, o que você tem pra me dar?" Ela falou com um puta duplo sentido, mas me fiz de besta e respondi que fôssemos pra casa, que já tinha me cansado da piscina. Quando chegamos, fomos direto pro meu quarto, nos secamos um pouco e começamos a nos beijar encostados na porta.

Devo dizer que a Flor adorava sexo quando tava afim, não ligava pra hora, nem pra lugar, só queria uma pica bem enfiada dentro dela. Mas, ao contrário disso, ela era bem submissa, sexualmente falando, adorava ser dominada, e eu adorava dominar. E, mesmo que naquela época eu não tivesse muita experiência sexual, tentava satisfazer ela por completo.
- Chega de beijos, ajoelha e come bem meu pau! - Ordenei
- Ai, como você fala isso, sou pequenininha! - Respondeu, se mantendo no personagem de adolescente inocente
- Tá bom, pequenininha, me escuta, agora você vai aprender a chupar um pau! - Ajoelhei ela na minha frente e abaixei minha sunga, fazendo meu pau bater no queixo dela.
- Hummm, não vai caber na minha boquinha, é muito grosso!
- Vai, sua putinha, faz isso, chupa meu pau assim, caralho, te dou algo pra beber!
- Hummm, assim? - Perguntou do chão, segurando meu pau e passando a língua na ponta
- Sim, assim, engole ele todo, chupa essas bolas do jeito que você gosta, sua puta, pra depois eu te foder gostoso!
Depois de dizer isso, ela começou a chupar minha pica de um jeito impressionante, do jeito que ela sabe fazer. Enfiou ela inteira na boca, eu tava encostado na porta, olhando pro teto e com uma mão guiando o ritmo do boquete. Fiz ela engasgar com minha pica, ela teve ânsia, mas continuou. Cada centímetro da minha pica tava na boquinha dela, e pelo canto dos lábios escorria saliva. Ela tava com os olhos cheios de lágrimas. Afastei ela um pouco e perguntei:
- Aprendeu a chupar pau? Quer mais, putinha? - Olhando nos meus olhos, ele disse
- Mmm sim, adoro seu pau, adoro ser sua putinha, quero mais! - Ela implorou
- Sua buceta também vai chupar meu pau tão bem quanto sua boca?
- Não sei, minha buceta tá bem fechadinha, vai doer se eu meter isso - Ela disse, dando um beijo na ponta do meu pau
Deitei ela na cama, tirei o biquíni dela e deixei meu pau bem lubrificado descansando sobre os lábios da buceta dela enquanto a beijava, esfregando meu membro contra a vulva brilhante dela. De tanto esfregar, foi se abrindo caminho lá dentro da Flor, e ela começou a gemer e a arranhar minhas costas.
- Ahhh ahhhhh assim mesmo, abre minha buceta, vagabunda! - Disse ela, fora de si.
- Cê gosta do meu pau? Como ele entra, cê tava bem molhadinha, puta! - Já tava com vontade de encher ela de porra, mas não dava porque tava sem camisinha, mesmo ela se cuidando, geralmente eu tentava não inundar a buceta dela de leite.
- Mmm siiiim, seu pau me abre toda, ahhhh continua siiiiii - Ela se agarrava nos peitos e puxava, tava perto do orgasmo dela e eu do meu.
Ficamos assim por um bom tempo, queríamos prolongar ao máximo. Eu a coloquei por cima de mim e disse que ela aprenderia a cavalgar um pau. Ela fez isso maravilhosamente bem. Nessa posição, pude chupar os peitos dela, que, embora não fossem grande coisa, me deixavam louco, e com um dedo eu brincava na bundinha dela.
- Ai, ai, ai, ai, ai, teu dedo tá abrindo meu cuzinho.
- Ah, ah, que cú gostoso, quero chupar ele todo e arrebentar ele!
- Ai, sim, sim, ahhh, ahhh, o que mais você quer, safado? Quer me dar seu leitinho? - Ela disse chegando quase no orgasmo.
- Sim, onde você quer, puta de porra? - Me excitava demais ela falar daquele jeito.
- Dentro, por favor, me dá o leitinho quentinho dentro da minha buceta!!!
- Sim, toma seu leitinho, puta! - Embora por precaução eu não costumasse gozar dentro, naquela vez abri uma exceção por causa do tesão que vinha desde a piscina com a Belen.
- Ahhhhhhh, que leitinho gostoso, sim, ahhhhhhh - Ela parou de segurar o orgasmo ao sentir minha porra no fundo do seu ser, seus gritos deviam ter sido ouvidos até no quintal da minha casa, onde estavam Belen e minha irmã.
Depois que terminamos, tomamos banho juntos e continuamos com as brincadeiras sexuais no chuveiro. Eu queria continuar transando, mas meus pais podiam chegar a qualquer momento, sem contar que não estávamos completamente sozinhos, já que minha irmã e a Belén estavam por perto. Por isso, a gente parou e foi pro jardim com as meninas. Antes de chegar lá, lembrei a Flor que ela ainda me devia aquela bundinha gostosa dela, e ela respondeu que sim. Nos meses que estávamos namorando, ainda não tínhamos feito anal. Éramos adolescentes e não tínhamos muita experiência no assunto, embora ela adorasse quando eu brincava com a bunda dela, a gente ainda não tinha feito. Mas ela era bem aberta e meio submissa, então era só questão de tempo.
Quando as minas chegaram, elas nos olharam com uma cara de safadeza, óbvio que ouviram tudo. Já não estavam mais na piscina, só sentadas na borda, batendo papo sobre coisas de mulher. A Flor entrou na conversa rapidinho, sentando do lado da Nadia. Eu aproveitei e sentei do lado da Belu.
- Ainda te dói a bunda pequena -Comentei no ouvido dela
- Hahaha, por quê? -Não consegui esconder o riso na resposta
- Porque ainda te devo a massagem na bunda pequena! -De novo no ouvido
- A Flor vai ficar brava se você tocar na minha bunda pequena, seu bobo! -Agora sim ela baixou o tom de voz
- Ela não precisa saber, além disso, não tem nada de errado. Fui eu que te machuquei hoje, é o mínimo que posso fazer pela sua bunda linda. -Sempre fui considerado um grande manipulador e extremamente persuasivo, essas qualidades me ajudam a conseguir o que quero quase sempre
- Haha, como você vem me falar essas coisas? Além disso, isso é errado, seu bobo haha -Ela riu nervosa
- O que tem de errado? Tô cuidando de você porque te quero!
- Você não pode fazer massagem na minha bunda pequena, lembra que você é meu priminho!
Minha priminha seria difícil de convencer, mas com o tempo, tudo chegaria...

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