Fodo minha prima de segundo grau e te conto

Já tava de olho nela fazia um tempo, admirando aquele decote foda de mulherão madura, imaginando como deviam cheirar, como deviam ter gosto aqueles peitos de mel, ter eles na boca e brincar por horas, apalpar devagar essas tetas com a ponta dos dedos pra sentir os bicos endurecendo e meter eles na boca pra lamber aos poucos até mordiscar de leve. Tentei afastar esses pensamentos incestuosos porque a gente ainda era quase família, mas isso só me esquentava mais, não consegui evitar olhar de novo, dessa vez me perdi naqueles lábios experientes pintados de vermelho, será que tinham gosto de açúcar pra eu beijar ela por horas até a gente ficar sem saliva?
e como lamberia a ponta do meu pau, chuparia minhas bolas e passaria a língua desde o tronco até a abertura da glande.
Foi aí que senti que ia explodir. Fui até o banheiro com a pica dura, tentando disfarçar, tampando com um moletom que caiu bem na hora que passei do lado dela. Tentei me apressar pra não dar tempo do meu rosto ficar vermelho, mas tive a sensação de que ela me olhou com um sorrisinho safado, como se tivesse achado uma distração naquela conversa chata. Quando cheguei no banheiro e entrei no cubículo pra me tocar na privacidade, senti alguém abrir a porta e ficar nos mictórios, andando ansiosa, fazendo barulho com os saltos. Fiquei pensando se eu tinha entrado no banheiro errado ou se essa mulher tinha feito isso. Depois de um silêncio prolongado, com o coração e a pica na mão, ouvi a voz da Susana: — Te vi, Daniel. Fica tranquilo, não vou te dar bronca. — Eu retruquei: — Bronca? Quantos anos você acha que eu tenho?
Susana respondeu: "O suficiente pra aguentar uma sentada na buceta.
Engasguei com minha própria saliva e quase caí do assento do vaso por pisar errado.
- Que filho da puta, você tá se masturbando enquanto eu falo com você, vai, me deixa passar que eu te ajudo
- Kkkkk pra quê? se eu não caio-
- ai não, que cara, quero sacudir essa pica promíscua
- hahahaha não acredito, já foi, mas tô meio gordinho, não vai rir das minhas dobrinhas
- Não vou te pedir duas vezes, a única coisa que me importa nesse gordo é aquela pica que você esconde - Susana empurra a porta.
- era assim que eu queria te encontrar, todo só pra mim, vai, deixa eu ver essa pica, ahh que grossa, que gostoso sentir ela crescer nas minhas mãos, pica linda hein, acho que você não liga se eu cuspir nela, ahh como essa saliva escorre, opa temos uma cabecinha tímida, melhor eu ajeitar com a língua, ahh que delícia, Daniel
Me chupa a pica até o talo, e quando sente a cabecinha, ela se afasta e eu gozo pra todo lado, sujando minha roupa.




— Vem comigo, cara, vou deixar suas bolinhas secas — ele fala pra ela com um olhar provocante.
— Tá, mas o que a gente fala pra esses caras? — ela responde meio hesitante.
— Sei não, gato, depois a gente inventa uma desculpa. Primeiro eu saio e te espero no carro pra ir me aquecendo, e fico sem calcinha pra você, meu bebê. Daqui a 10 minutos você sai dizendo que, sei lá, precisa se trocar porque teve um acidente — bom, isso é meio verdade, hehe — ela pisca o olho direito. Ele sorri safado e responde:
— Pode zoar à vontade, mas eu me recupero em menos de 5, hahaha, é sério! Não sei se você vai aguentar o ritmo, senhora.
Ela se empolga e completa:
— Olha aqui, cara, não se empolga, vou deixar suas pernas bambas, promíscuo. Melhor eu ir me preparando porque tô molhada já. Anda logo, senão eu começo e termino sem você, hehehe.

Quando saí pra encontrar a Susana no carro, vejo que não tem ninguém, olho pra todo lado e alguém sai de trás e tapa meus olhos.
- Quem sou eu, querido? - (como se aquele waskaso acidental tivesse rejuvenescido ela)
- Sua? Quero que me chame de tia hoje, me entendeu, sobrinho? (Ela me beija com gosto e pega na minha bunda) Nossa, que durinha que tá essa bunda, do jeito que a tia gosta.
- O que cê tá fazendo? Vão nos ver!
- Não tem problema, sobrinho, tão brincando com a piñata, vem, sobe no carro, quero que você estoure a piñata em mim.
Subimos no carro, ela começa a dirigir e eu vou de carona. Vamos pela rua, ela tira os sapatos, fica só de meia soquete e me pergunta se eu quero dirigir. Falo que não sei muito bem, e ela diz: "Eu te ensino". Então ela passa pro banco do carona e fica sentada em cima de mim por um tempo. Começo a dirigir e ela coloca aqueles pés lindos dela cobertos na meia em cima da minha rola e pergunta: "Cê gosta, sobrinho? Anda logo, que vou te comer bem comido.
Chegamos em casa e jogo ela no sofá, tiro a calcinha dela e faço uma boa massagem nos pés, chupo a sola do pé e o dedão com esmalte vermelho.
- Ahh, que gostoso você faz sem cócegas, sobrinho, posso continuar chupando bem essa pica?
- Não, tia, tenho que te retribuir o favor.
- Quer comer minha buceta? ela sugere levantando as sobrancelhas
- quero te deixar seca, quero engolir seus sucos, goza na minha boca
- Vou sentar na sua cara, gostoso
Me acomodo no sofá e espero a comida. Ela fica em cima de mim enquanto vejo que tira a tanga e deixa cair nos meus olhos, me deixando cego. A buceta da tia chegava na minha boca, passei a língua do clitóris até o cu, chupei a buceta dela enquanto os lábios se abriam sozinhos, senti a buceta gostosa e salgada de uma coroa e as nádegas no meu rosto.
Eu engolia os sucos da buceta dela e meu pau aparecia de tão duro que ficou. Ela se levanta, tira a calça e fica de sutiã com uma das tetonas de fora. Me beija, lambe minha cara e continuamos nos pegando. Nós dois roçamos as línguas e as enrolamos numa só. Eu tava tirando o sutiã dela e ela pede pra eu arrancar com os dentes. Ela vira de costas, afasta o cabelo e diz: "Você quer chupar meus peitos? Eles são seus. Enfia a cara nessas meninas, vai. Vou te afogar, gato." Eu vou beijando desde a racha até o pescoço enquanto sinto a Susana fervendo de tesão. Ela se vira e os peitos já estavam soltos. Meto a cara nos seios dela e me esbaldo, fazendo BRGRBRBGBR. Pego os peitos por baixo e começo a chupar um por um até ela suspirar de prazer.
- Vai sobrinho, continua chupando minha buceta
Completamente pelada, ela se deita no sofá com as pernas abertas.
Pego os pés dela e vou massageando suavemente, fazendo carinho com a ponta dos dedos, enquanto vou abrindo as pernas dela e me arrastando em direção à sua buceta, enquanto me agarrava nas coxas grossas dela.










Ao descansar depois de gozar na cara e nos peitos dela, ela me pede pra chupar a bunda dela. Abro as nádegas e enfio a cara na rabeta, beijando suavemente o cu e metendo a língua pra preparar pra minha pica entrar. Deito e ela senta em cima de mim pra enfiar a pica no cu dela. Senti a pressão quando entrou tudo e como ela gemeu de ódio, e depois começou a cavalgar descontroladamente, fazendo a pica escapar sem querer. Rimos pra caralho, e ela fica de quatro, apoiando o torso na cama, e me pede pra cuspir no cu dela. Eu faço isso, mas continuo chupando porque tá gostoso e salgado, com um gostinho de merdinha, mas não ligo, ainda tinha gosto de pussy gostosa. Enfio a pica no cu dela de uma vez só, e ela grita de dor e prazer, e me fala: "Vai, me grita MAIS FORTE, SOBRINHO, ARREBENTA MEU CU, VAI MAIS FORTE, ENCHE MEU CU DE PORRA!
nossas pernas se esbarravam sem parar, se roçando

2 comentários - Fodo minha prima de segundo grau e te conto

y luego tu mama te levantó para tomar la leche AJAJAJAJAJA