A parada é a seguinte: tive problemas com meu perfil antigo onde postava contos, então desativei aquela conta e agora vou escrever aqui. Espero que minhas palavras sejam do seu agrado. Se é a primeira vez que me lê, seja bem-vindo; se já me leu antes, muito obrigado.Olá, bem-vindos ao meu primeiro relato; espero que seja o primeiro de muitos e que vocês curtam demais com minhas palavras. Todas as histórias que planejo escrever aqui são reais (fica a critério de vocês acreditarem ou não).
Deixem-me dizer que sou um cara normal, na verdade acho que sou bem desfavorecido, sou mexicano, tenho 23 anos, tenho um pau (cock, cock, rabo) de tamanho normal entre 13 e 15 cm, então se esperavam um calibre maior, lamento decepcioná-los; sou magro, não esquelético, mas magro; tenho uns 170 cm (aprox.), cabelo preto um pouco ondulado, olhos castanhos escuros. Em poucas palavras, não sou dos bonitos ou atléticos, não sou grande coisa. No entanto, se tudo isso me aconteceu é porque, embora fisicamente seja um frangote, sei usar muito bem minhas palavras.
Enfim, para começar, deixem-me contar o que aconteceu um dia com minha tia (tia com quem tive mais aventuras).
Isso deve ter acontecido há alguns anos, eu tinha acabado de fazer 18 anos e estava a alguns meses de perder minha virgindade. Tínhamos ido para a casa dos meus avós passar o fim de semana para comemorar o aniversário do meu tio. Minha mãe tem 4 irmãos, dois homens e duas mulheres, ela é a mais velha, depois vem minha tia Edith, depois meu tio Pablo, depois minha tia Estela e por último meu tio Óscar. Na casa da minha avó moram os quatro mais minha prima, a filha da tia Edith. Toda vez que passávamos o fim de semana na casa dos meus avós, eu tinha que dormir com algum dos meus tios, geralmente gostava de dormir com meu tio Óscar (o mais novo), como tínhamos pouca diferença de idade (uns 7 ou 8 aproximadamente), gosto de conversar com ele. No entanto, devido a algumas circunstâncias, não pude dormir com meu tio, então meus avós me mandaram dormir com minha tia Estela. Aceitei de má vontade, não porque não quisesse, mas porque era muito desconfortável para mim, meus hormônios estavam loucos e eu tinha ereções quase automáticas, ficava duro com um comercial de camisinha ou com as cenas gostosas" dos filmes; eu tinha medo e vergonha de ficar de pau duro enquanto dormia com minha tia.
Embora eu já fosse um tarado naquela época, minha tia só colocava mais lenha na fogueira. Das duas irmãs da minha mãe, ela é a que tem o melhor corpo; naquela época ela devia ter uns 29 ou 30 anos, uns 1,60 m de altura, pele morena, uns peitos de bom tamanho, sem exageros, uma bunda bem formada e empinada, cabelo comprido até a metade das costas e umas pernas espetaculares, nem finas nem grossas, bem torneadas sem serem muito musculosas. Eu amo as pernas da minha tia, e a desgraçada sabe o que tem porque sempre a vejo de shorts ou saias; naquela época eu ficava de olho em qualquer descuido dela pra ver a roupa íntima. Como vocês podem imaginar, minha preocupação em ficar duro era enorme.
Na noite de sexta, me apressei pra me trocar (uma calça de flanela folgada e uma camiseta simples de algodão) pra garantir a beirada que ficava encostada na parede. Minha tia dorme no beliche de baixo, num colchão de solteiro. Como cheguei primeiro, me enrolei nas cobertas e virei de frente pra parede, assim, se eu ficasse duro a qualquer momento, ela não perceberia. Meu plano era perfeito.
"Ei, esse é o meu lugar na cama", ela disse assim que chegou no quarto, e eu virei, mas ao vê-la, desejei não ter feito isso. Ela estava recém-banhada, com uma blusa de alcinha e sem sutiã, uma legging curta bem colada que marcava a bunda e deixava ver toda a extensão das pernas. Tive uma ereção na hora que a vi, então só consegui dar um sorriso idiota. "Tá bom, te perdoo só porque você não dormia comigo há muito tempo", ela falou enquanto apagava a luz e se acomodava.
Me virei de novo pra parede com o pau duro como pedra, nervoso; sentia o corpo dela se mexendo do meu lado, cheirava a limpo, dava vontade de me aninhar ao lado dela ou nos peitos dela. Fiquei acordado um tempão, não conseguia tirar a imagem da minha tia da cabeça, tinha Vi os mamilos, marcavam por baixo da blusa. Embora já tivesse visto muitos peitos em pornô e até apalpado (ficado, pegado) várias minas, aqueles mamilos e aqueles peitos me deixavam louco. Dizem que a gente ama mais o que é <>. Aos poucos, comecei a me acalmar e o sono começou a vencer a excitação. Meus olhos se fechavam e, bem antes de cair no sono profundo, sinto o braço e a perna da minha tia caírem sobre mim. Ela estava mais que dormindo, chegou tão perto que eu ouvia a respiração dela. Me abraçou como se eu fosse um bicho de pelúcia, jogou a perna por cima de mim. Sentia os peitos dela contra minhas costas, e isso reviveu minha ereção com mais força. Eu tava na pior das situações.
Me mexi devagar, esperando que ela reagisse e me soltasse daquele abraço excitante, mesmo que inconsciente. Queria afastar os peitos dela das minhas costas, porque senão ia acabar passando a mão. Me virei até ficar de barriga pra cima, mas o resultado foi pior. Ela respirava no meu ouvido, me dando arrepios, e eu ainda sentia os peitos dela apertados no meu braço. Tava com os punhos fechados e, quando estendi os dedos, esbarrei nas pernas dela. Não aguentei mais a excitação e comecei a acariciar a parte de dentro da coxa dela e a panturrilha com a outra mão. Minha mente se perdeu por um momento. Tirei um braço como pude daquela prisão e comecei a mover ele em direção aos peitos dela. Meu coração batia que nem um louco e meu pau pulsava de tesão. Tava prestes a pegar um peito dela quando ela bufou, se virou e me soltou. Pensei que ela tinha percebido. Fiquei imóvel. Ouvi a respiração calma dela de novo. Continuava dormindo. Me virei de novo contra a parede e fiquei assim, esperando o sono chegar.
Na manhã seguinte, quando acordei, ela não estava lá. Aproveitei pra me trocar e sair pra tomar café. Ela tava na cozinha, com uma saia jeans e uma blusa normal. O tratamento comigo era o mesmo, então supus que ela não tinha percebido nada. A manhã passou sem problemas. Minhas tias fizeram comida pra comemorar a Meu tio, eu conversei um pouco com meu tio Oscar. De vez em quando, minha tia Estela sentava em algum lugar e eu aproveitava pra olhar as pernas dela. Tudo normal.
A gente se trocou pra festa do meu tio, a Estela usava um vestido florido com saia rodada e uns saltos que levantavam mais a rabeta dela. Quando ela me viu, perguntou como tava, e deu uma voltinha que levantou um pouco o vestido e deixou ver as pernas; "muito gostosa", respondi. Quando sentamos na mesa do jantar, eu fiquei na frente da tia. Mais por sacanagem do que por necessidade, me abaixei pra "amarrar o cadarço" e aproveitei pra olhar debaixo da mesa. Pra minha alegria, dessa vez consegui ver a calcinha da minha tia; era uma visão maravilhosa, no meio das duas pernas lindas dela dava pra ver um triangulinho preto, tinha renda nas bordas, bolinhas rosa e um lacinho na frente (sim, fiquei um tempão amarrando meu cadarço). Quando voltei pra mesa, mesmo excitado e com o pau duro, consegui disfarçar.
Chegou a comida, cortamos o bolo enquanto cantávamos parabéns e depois começaram a circular as cervejas. Como tinha acabado de fazer 18, meu pai só deixou eu tomar duas cervejas. A tarde passou e virou noite, meus tios já estavam bêbados e minhas tias um pouco tontas. Ficou mais tarde e todo mundo, já servidos, foi dormir. A tia Estela entrou no banho e eu aproveitei pra me trocar. Me acomodei de novo no canto perto da parede, esperando não passar uma noite igual à anterior, mesmo no fundo querendo apalpar pelo menos um peito da minha tia.
"Ah, não, dessa vez você não fica no meu lugar, sai daí que eu vou junto da parede", disse ela assim que entrou no quarto.
"Tia, mas eu..." comecei a me defender.
"Mas nada, eu vou junto da parede, falei", terminou me obrigando a ceder o lugar. Ela se acomodou, estava vestida do mesmo jeito da noite anterior. "Apaga a luz e deita logo que sua tia já tá dormindo".
Apaguei as luzes e me deitei no beira da cama. "Onde você está?" pergunto, movendo a mão na minha direção, "chega mais pra cá que você vai cair".
Me aproximei mais dela, quando a mão dela chegou no meu peito, ela se virou e me abraçou, meu rosto ficou no meio dos peitos dela e ela colocou uma das pernas fabulosas dela em cima de mim. "Quando você era menor, a gente dormia assim, lembra?", sussurrou. Eu comecei a sentir o pau endurecendo.
"Sim, lembro sim", sussurrei enquanto virava o pescoço pra me soltar do braço dela.
"O quê, você tá muito grande pra ganhar abraço da sua tia?", ela falou baixinho.
"Não é isso, tia, é que eu tô me sufocando."
"Mmmm", ela bufou, "então me abraça você", disse virando de costas pra mim, "vai", me incentivou. Eu, tímido, coloquei a mão na cintura dela. "Mmmmm", ela bufou de novo enquanto pegava meu pulso e me puxava contra ela. "Assim...", disse e ficamos colados, mas não o suficiente pra ela perceber minha ereção. "Assim, meu menino, igual a gente dormia antes", disse se ajeitando e me puxando mais pra perto dela, respirou fundo e jogou a bunda pra trás. Quando bateu na minha ereção, o suspiro parou na hora. "O que é isso?", disse e passou a mão na própria bunda.
"Tia, eu..." consegui falar antes dela agarrar meu pau duro e soltar na mesma hora. Ficou um silêncio constrangedor. "Tia, me desculpa, eu..." comecei a sussurrar, envergonhado.
"Calma, é normal, acho", disse ela, e depois mais silêncio. Meu pau amoleceu na hora e, sem graça, tirei devagar o braço, mas minha tia segurou. "Já te mostrei que minha cicatriz quase sumiu?", disse de novo e pegou minha mão, colocou de volta onde estava e enfiou por baixo da blusa, "olha, por aqui que ela tá..." disse enquanto guiava minha mão pro lado onde ela apoiava o peso, ali tinha uma cicatriz pequena de uma cirurgia simples; pra chegar na cicatriz, a gente teve que colar ainda mais, a bunda dela estava na minha pélvis, eu tava duro de novo, mas a sensação de tocar a pele dela e sentir as nádegas macias e fofinhas batendo no meu corpo fez eu esquecer a vergonha. "Viu, já quase sumiu" continuei enquanto deslizava minha mão pela barriga dela. "Esse é meu umbigo" ela disse soltando uma risadinha, "e essas..." continuei enquanto subia minha mão; "essas são minhas tetas" terminei sussurrando, deixando minha mão no começo dos peitos dela. "Você gosta?" ela disse virando o rosto pra trás, eu só consegui balançar a cabeça pra cima e pra baixo. "Toca elas" sussurrou provocante.
Eu já tinha um pouco de experiência acariciando peitos, então com minha mão comecei a acariciar ela, com meus polegares procurei os bicos e estimulei até ficarem durinhos, beliscava de leve, não pode ser bruto numa área tão sensível. "Nossa, já tem experiência" ela disse e cada vez que eu fazia um carinho gostoso, ela por instinto mexia a bunda pra trás. Beijei o pescoço dela, minha tesão tava no talo, pouco me importava se era na casa dos meus avós ou se minha outra tia tava dormindo na cama de cima. Com a outra mão alcancei a bunda dela e apertei as nádegas. "Mmmmm como você cresceu" começou a falar baixinho, eu do jeito que dava baixei a calça; "O que você tá fazendo?", deixei meu pau duro livre, não parei de acariciar os peitos dela, um dedo deslizou pelas costas dela, isso fez ela tremer, desci até bater na legging dela, segui a borda da costura; "para...", comecei a descer devagar a legging dela, dava pra sentir a bunda dela ficando de fora; "não... espera", continuei descendo, faltava pouco, meu pau tava tremendo de tesão, minha outra mão ocupada puxava os bicos dela um pouco mais forte. Meu pau bateu na lombar dela, a ponta tava molhada de lubrificante, quando ela sentiu meu pau duro encostar nela, segurou minhas mãos. A legging tava no meio da bunda e a mão dela bem perto do meu pau, sem pensar peguei a mão dela e coloquei no meu pau, ela abriu a mão e afastou por um momento, se ela achava que eu era um tarado, já não importava mais; a respiração dela ficava mais pesada, ela esticou a mão e pegou no meu pau, apertou um pouco e passou um dedo na ponta; "você tem ele... Bem molhadinha" ela disse.
"É que me excita, tia" respondi, e em seguida comecei a bater uma devagar, e depois ela começou a me punhetar, sentia como ela batia uma pra mim uma e outra vez. A intensidade foi aumentando, minha respiração ficava cada vez mais ofegante, parecia um sonho, minha tia me masturbando debaixo das cobertas.
Ela começou a subir e descer freneticamente, eu estava prestes a explodir, beliscava os mamilos dela e acariciava os peitos com uma mão; sentia que ia gozar a qualquer momento. Me encostei mais nela, já não aguentava mais, minha respiração cortou de repente e comecei a sentir o orgasmo percorrer meu corpo e o esperma começando a sair, "não... não... espera" consegui ouvir no meu êxtase, encostei meu pau na entrada da bunda dela e comecei a jorrar meu leite entre as nádegas, ela conseguiu puxar a legging para cima, prendendo meu orgasmo entre a bunda dela e a lycra.
Foi o orgasmo mais forte que já tinha tido até então, estava ofegante baixinho e me sentia até tonto, a melhor punheta da minha vida. "Corre, vai pro banheiro e me espera lá" interrompeu meus suspiros, parecia irritada; claro, não podia ser tão perfeito, ela estava brava porque eu era um pervertido, tinha batido uma deliciosa pra mim, mas sem dúvida ia dar problema. Levantei a calça, andei até o banheiro, acendi a luz e fiquei lá esperando, pensava em que desculpa dar, mas tudo soava muito patético ou muito estúpido. Esperei uns 10 ou 15 minutos até minha tia entrar.
"Ô, moleque! Você gozou na minha bunda" disse, mostrando a mancha que tinha na legging, isso começou a me excitar.
"Desculpa... eu... é que... você pegou e depois..." gaguejei.
"Sim, mas tinha que me avisar quando fosse gozar" reclamou, "agora vou ter que me trocar"; começou a pegar papel higiênico, "segura aqui pra mim" jogou outra legging pra mim, tirou a que estava usando e com o papel higiênico limpou os restos de porra que tinha na bunda. Eu a via nua pela primeira vez, aquela bunda era estupenda, redonda e bem parado, e os pelos pubianos dela estavam raspados quase rente. De vê-la assim, fiquei duro de novo. "Você me deve uma li..." ela parou ao ver minha ereção por baixo da calça, "Ficou duro de novo?" falou enquanto jogava o papel higiênico no lixo.
"Desculpa, tia, é que..." juntei coragem ou talvez tesão, "é que eu gosto muito, gosto das suas pernas e da sua bunda e..." parei quando vi como ela me olhava.
Ela chegou perto de mim, de frente, "Abaixa a calça" ordenou. Eu abaixei tudo até ficar com o pau pra fora de novo, duro e pulsando; ela pegou nele enquanto se aproximava mais, nossos lábios quase se tocavam; "Você gosta das minhas pernas?" eu assenti com a cabeça; "Você gosta da minha bunda?" assenti de novo; "e... você gosta dos meus peitos?" terminou soltando meu pau de baixo e levantando a blusa. Já tinha acariciado os peitos dela há pouco, mas não tinha conseguido vê-los. Fiquei hipnotizado, a auréola dela era do tamanho perfeito e os mamilos marrom-escuros eram redondos, pareciam deliciosos; "Você é um tarado... sua tia te excita? te deixa duro?", ela tirou a blusa e arrancou minha camiseta, eu estava pelado com minha tia no banheiro, parecia cena de filme pornô ou de algum conto do Poringa. Ela virou de costas pra eu abraçá-la, meu pau que parecia um ferro em brasa bateu na bunda dela e deslizou até entre as pernas dela, minha cabeça sentia os pelinhos da buceta dela, já estava molhada. Ela pegou minhas mãos e colocou sobre os peitos dela, eu comecei a acariciá-los e a beijar o pescoço dela, "mmmm que gostoso", ela falava, jogava a bunda pra trás pra eu sentir as nádegas contra mim, pegou uma das minhas mãos e levou até a virilha dela, comecei a acariciar como um louco e a mexer o quadril, meu pau queria entrar inteiro nela; "Você já comeu alguém antes?" respondi que não, entre gemidos. "Mmmm... que pena" falou e se virou; eu fiquei ali parado, morrendo de vontade de meter na minha tia.
"Eu pensei que..." falei meio desiludido, minha tia chegou mais perto e enfiou minha cara nos peitos dela, eu comecei a mexer meu rosto e a dar lambidas, igual um menino faminto devorando um hambúrguer, com aquela desesperação; minha boca tomou conta dos bicos dos peitos dela, chupei e suguei as tetas da minha tia até cansar.
"Você bate punheta pensando em mim? bate punheta pensando em comer sua tia?" ela falava quase sussurrando, eu concordei com a cabeça; "me mostra, mostra pra sua tia como você bate punheta pensando nela, pensando na bunda dela". Eu me afastei dela e comecei a bater uma, ela sentou no vaso tampado e ficou na minha frente com uma mão nas tetas e a outra na buceta, sério, parecia tirada de um site pornô, uma imagem que nunca vou esquecer. Eu comecei a aproximar meu pau da cara dela, ela entendeu o recado, "Quer que eu te ajude? quer que eu chupe seu pau?" eu nem conseguia falar, ela sentou na borda do vaso e pegou no meu pau duro, começou a me masturbar antes de puxar a pele toda e dar uma lambida, eu me contorcia de prazer, não era a primeira vez que me chupavam, uma mina que eu tava saindo já tinha feito, mas acho que não foi do jeito certo, só enfiou na boca; o que minha tia ia fazer, isso sim era um boquete. Com a ponta da língua ela percorreu dos ovos até a cabeça e depois, como se tivesse puxando um canudinho, foi enfiando meu pau na boca, quando já tava dentro começou a mexer a língua pra todo lado; eu joguei a cabeça pra trás e fechei os olhos com força, tava morrendo de gostoso, quando abri os olhos de novo vi que ela tava me olhando, sorriu do jeito que deu e depois começou a meter e tirar da boca, sempre sugando forte.
"Já tô... quase... vou... gozar..." consegui falar, ela começou a fazer mais rápido e depois parou com meu pau na boca; mesmo já tendo gozado uma vez na bunda dela, saiu muito leite de tão excitado que eu tava (bendita juventude). Ela segurou na boca o quanto deu, mas depois abriu os lábios e meu leite caiu nos peitos dela, passou a língua nos lábios um pouco e depois engoliu. gotas que tinham ficado na boca dela.
“Você gostou do que sua tia fez com você?” balancei a cabeça ofegante, dois orgasmos numa noite, já estava começando a dar sono. “Vista-se e vai dormir, tenho que me limpar”, coloquei a camiseta e subi as calças, meio tonto andei até o quarto da minha tia e me joguei na cama, caí num sono profundo na hora.
Na manhã seguinte, tudo parecia normal e eu estava na dúvida se o que tinha acontecido era real ou só um sonho fantasioso da minha imaginação. Tomamos café da manhã como sempre, e eu sentei de novo na frente da minha tia. Ela estava usando uma saia marrom e uma blusa branca. Eu estava relaxado e feliz, olhava pra minha tia, lembrava do meu sonho e me sentia contente; no meio do café, o guardanapo caiu. Me abaixei debaixo da mesa pra pegar e virei pra onde minha tia estava sentada, ela abriu as pernas pra eu ver a calcinha dela. Perplexo, levantei rápido e bati a cabeça. Todo mundo riu, eu ri todo vermelho de vergonha, virei pra olhar minha tia e ela piscou um olho pra mim. O que aconteceu não foi um sonho, minha tia fez eu gozar duas vezes, minha tia me deu um boquete.
Foi assim que aconteceu, acreditem ou não.
Espero que tenham gostado do meu relato, a história com minha tia ficou mais interessante. Se me permitirem, conto depois essa e muitas outras histórias sexuais que já vivi. Pela atenção e pelo tempo de vocês, muito obrigado.
Em breve:Minha tia, debaixo da saia dela, debaixo da calcinha.eMinha Tia, uma Boa Bebedeira
Deixem-me dizer que sou um cara normal, na verdade acho que sou bem desfavorecido, sou mexicano, tenho 23 anos, tenho um pau (cock, cock, rabo) de tamanho normal entre 13 e 15 cm, então se esperavam um calibre maior, lamento decepcioná-los; sou magro, não esquelético, mas magro; tenho uns 170 cm (aprox.), cabelo preto um pouco ondulado, olhos castanhos escuros. Em poucas palavras, não sou dos bonitos ou atléticos, não sou grande coisa. No entanto, se tudo isso me aconteceu é porque, embora fisicamente seja um frangote, sei usar muito bem minhas palavras.
Enfim, para começar, deixem-me contar o que aconteceu um dia com minha tia (tia com quem tive mais aventuras).
Isso deve ter acontecido há alguns anos, eu tinha acabado de fazer 18 anos e estava a alguns meses de perder minha virgindade. Tínhamos ido para a casa dos meus avós passar o fim de semana para comemorar o aniversário do meu tio. Minha mãe tem 4 irmãos, dois homens e duas mulheres, ela é a mais velha, depois vem minha tia Edith, depois meu tio Pablo, depois minha tia Estela e por último meu tio Óscar. Na casa da minha avó moram os quatro mais minha prima, a filha da tia Edith. Toda vez que passávamos o fim de semana na casa dos meus avós, eu tinha que dormir com algum dos meus tios, geralmente gostava de dormir com meu tio Óscar (o mais novo), como tínhamos pouca diferença de idade (uns 7 ou 8 aproximadamente), gosto de conversar com ele. No entanto, devido a algumas circunstâncias, não pude dormir com meu tio, então meus avós me mandaram dormir com minha tia Estela. Aceitei de má vontade, não porque não quisesse, mas porque era muito desconfortável para mim, meus hormônios estavam loucos e eu tinha ereções quase automáticas, ficava duro com um comercial de camisinha ou com as cenas gostosas" dos filmes; eu tinha medo e vergonha de ficar de pau duro enquanto dormia com minha tia.
Embora eu já fosse um tarado naquela época, minha tia só colocava mais lenha na fogueira. Das duas irmãs da minha mãe, ela é a que tem o melhor corpo; naquela época ela devia ter uns 29 ou 30 anos, uns 1,60 m de altura, pele morena, uns peitos de bom tamanho, sem exageros, uma bunda bem formada e empinada, cabelo comprido até a metade das costas e umas pernas espetaculares, nem finas nem grossas, bem torneadas sem serem muito musculosas. Eu amo as pernas da minha tia, e a desgraçada sabe o que tem porque sempre a vejo de shorts ou saias; naquela época eu ficava de olho em qualquer descuido dela pra ver a roupa íntima. Como vocês podem imaginar, minha preocupação em ficar duro era enorme.
Na noite de sexta, me apressei pra me trocar (uma calça de flanela folgada e uma camiseta simples de algodão) pra garantir a beirada que ficava encostada na parede. Minha tia dorme no beliche de baixo, num colchão de solteiro. Como cheguei primeiro, me enrolei nas cobertas e virei de frente pra parede, assim, se eu ficasse duro a qualquer momento, ela não perceberia. Meu plano era perfeito.
"Ei, esse é o meu lugar na cama", ela disse assim que chegou no quarto, e eu virei, mas ao vê-la, desejei não ter feito isso. Ela estava recém-banhada, com uma blusa de alcinha e sem sutiã, uma legging curta bem colada que marcava a bunda e deixava ver toda a extensão das pernas. Tive uma ereção na hora que a vi, então só consegui dar um sorriso idiota. "Tá bom, te perdoo só porque você não dormia comigo há muito tempo", ela falou enquanto apagava a luz e se acomodava.
Me virei de novo pra parede com o pau duro como pedra, nervoso; sentia o corpo dela se mexendo do meu lado, cheirava a limpo, dava vontade de me aninhar ao lado dela ou nos peitos dela. Fiquei acordado um tempão, não conseguia tirar a imagem da minha tia da cabeça, tinha Vi os mamilos, marcavam por baixo da blusa. Embora já tivesse visto muitos peitos em pornô e até apalpado (ficado, pegado) várias minas, aqueles mamilos e aqueles peitos me deixavam louco. Dizem que a gente ama mais o que é <
Me mexi devagar, esperando que ela reagisse e me soltasse daquele abraço excitante, mesmo que inconsciente. Queria afastar os peitos dela das minhas costas, porque senão ia acabar passando a mão. Me virei até ficar de barriga pra cima, mas o resultado foi pior. Ela respirava no meu ouvido, me dando arrepios, e eu ainda sentia os peitos dela apertados no meu braço. Tava com os punhos fechados e, quando estendi os dedos, esbarrei nas pernas dela. Não aguentei mais a excitação e comecei a acariciar a parte de dentro da coxa dela e a panturrilha com a outra mão. Minha mente se perdeu por um momento. Tirei um braço como pude daquela prisão e comecei a mover ele em direção aos peitos dela. Meu coração batia que nem um louco e meu pau pulsava de tesão. Tava prestes a pegar um peito dela quando ela bufou, se virou e me soltou. Pensei que ela tinha percebido. Fiquei imóvel. Ouvi a respiração calma dela de novo. Continuava dormindo. Me virei de novo contra a parede e fiquei assim, esperando o sono chegar.
Na manhã seguinte, quando acordei, ela não estava lá. Aproveitei pra me trocar e sair pra tomar café. Ela tava na cozinha, com uma saia jeans e uma blusa normal. O tratamento comigo era o mesmo, então supus que ela não tinha percebido nada. A manhã passou sem problemas. Minhas tias fizeram comida pra comemorar a Meu tio, eu conversei um pouco com meu tio Oscar. De vez em quando, minha tia Estela sentava em algum lugar e eu aproveitava pra olhar as pernas dela. Tudo normal.
A gente se trocou pra festa do meu tio, a Estela usava um vestido florido com saia rodada e uns saltos que levantavam mais a rabeta dela. Quando ela me viu, perguntou como tava, e deu uma voltinha que levantou um pouco o vestido e deixou ver as pernas; "muito gostosa", respondi. Quando sentamos na mesa do jantar, eu fiquei na frente da tia. Mais por sacanagem do que por necessidade, me abaixei pra "amarrar o cadarço" e aproveitei pra olhar debaixo da mesa. Pra minha alegria, dessa vez consegui ver a calcinha da minha tia; era uma visão maravilhosa, no meio das duas pernas lindas dela dava pra ver um triangulinho preto, tinha renda nas bordas, bolinhas rosa e um lacinho na frente (sim, fiquei um tempão amarrando meu cadarço). Quando voltei pra mesa, mesmo excitado e com o pau duro, consegui disfarçar.
Chegou a comida, cortamos o bolo enquanto cantávamos parabéns e depois começaram a circular as cervejas. Como tinha acabado de fazer 18, meu pai só deixou eu tomar duas cervejas. A tarde passou e virou noite, meus tios já estavam bêbados e minhas tias um pouco tontas. Ficou mais tarde e todo mundo, já servidos, foi dormir. A tia Estela entrou no banho e eu aproveitei pra me trocar. Me acomodei de novo no canto perto da parede, esperando não passar uma noite igual à anterior, mesmo no fundo querendo apalpar pelo menos um peito da minha tia.
"Ah, não, dessa vez você não fica no meu lugar, sai daí que eu vou junto da parede", disse ela assim que entrou no quarto.
"Tia, mas eu..." comecei a me defender.
"Mas nada, eu vou junto da parede, falei", terminou me obrigando a ceder o lugar. Ela se acomodou, estava vestida do mesmo jeito da noite anterior. "Apaga a luz e deita logo que sua tia já tá dormindo".
Apaguei as luzes e me deitei no beira da cama. "Onde você está?" pergunto, movendo a mão na minha direção, "chega mais pra cá que você vai cair".
Me aproximei mais dela, quando a mão dela chegou no meu peito, ela se virou e me abraçou, meu rosto ficou no meio dos peitos dela e ela colocou uma das pernas fabulosas dela em cima de mim. "Quando você era menor, a gente dormia assim, lembra?", sussurrou. Eu comecei a sentir o pau endurecendo.
"Sim, lembro sim", sussurrei enquanto virava o pescoço pra me soltar do braço dela.
"O quê, você tá muito grande pra ganhar abraço da sua tia?", ela falou baixinho.
"Não é isso, tia, é que eu tô me sufocando."
"Mmmm", ela bufou, "então me abraça você", disse virando de costas pra mim, "vai", me incentivou. Eu, tímido, coloquei a mão na cintura dela. "Mmmmm", ela bufou de novo enquanto pegava meu pulso e me puxava contra ela. "Assim...", disse e ficamos colados, mas não o suficiente pra ela perceber minha ereção. "Assim, meu menino, igual a gente dormia antes", disse se ajeitando e me puxando mais pra perto dela, respirou fundo e jogou a bunda pra trás. Quando bateu na minha ereção, o suspiro parou na hora. "O que é isso?", disse e passou a mão na própria bunda.
"Tia, eu..." consegui falar antes dela agarrar meu pau duro e soltar na mesma hora. Ficou um silêncio constrangedor. "Tia, me desculpa, eu..." comecei a sussurrar, envergonhado.
"Calma, é normal, acho", disse ela, e depois mais silêncio. Meu pau amoleceu na hora e, sem graça, tirei devagar o braço, mas minha tia segurou. "Já te mostrei que minha cicatriz quase sumiu?", disse de novo e pegou minha mão, colocou de volta onde estava e enfiou por baixo da blusa, "olha, por aqui que ela tá..." disse enquanto guiava minha mão pro lado onde ela apoiava o peso, ali tinha uma cicatriz pequena de uma cirurgia simples; pra chegar na cicatriz, a gente teve que colar ainda mais, a bunda dela estava na minha pélvis, eu tava duro de novo, mas a sensação de tocar a pele dela e sentir as nádegas macias e fofinhas batendo no meu corpo fez eu esquecer a vergonha. "Viu, já quase sumiu" continuei enquanto deslizava minha mão pela barriga dela. "Esse é meu umbigo" ela disse soltando uma risadinha, "e essas..." continuei enquanto subia minha mão; "essas são minhas tetas" terminei sussurrando, deixando minha mão no começo dos peitos dela. "Você gosta?" ela disse virando o rosto pra trás, eu só consegui balançar a cabeça pra cima e pra baixo. "Toca elas" sussurrou provocante.
Eu já tinha um pouco de experiência acariciando peitos, então com minha mão comecei a acariciar ela, com meus polegares procurei os bicos e estimulei até ficarem durinhos, beliscava de leve, não pode ser bruto numa área tão sensível. "Nossa, já tem experiência" ela disse e cada vez que eu fazia um carinho gostoso, ela por instinto mexia a bunda pra trás. Beijei o pescoço dela, minha tesão tava no talo, pouco me importava se era na casa dos meus avós ou se minha outra tia tava dormindo na cama de cima. Com a outra mão alcancei a bunda dela e apertei as nádegas. "Mmmmm como você cresceu" começou a falar baixinho, eu do jeito que dava baixei a calça; "O que você tá fazendo?", deixei meu pau duro livre, não parei de acariciar os peitos dela, um dedo deslizou pelas costas dela, isso fez ela tremer, desci até bater na legging dela, segui a borda da costura; "para...", comecei a descer devagar a legging dela, dava pra sentir a bunda dela ficando de fora; "não... espera", continuei descendo, faltava pouco, meu pau tava tremendo de tesão, minha outra mão ocupada puxava os bicos dela um pouco mais forte. Meu pau bateu na lombar dela, a ponta tava molhada de lubrificante, quando ela sentiu meu pau duro encostar nela, segurou minhas mãos. A legging tava no meio da bunda e a mão dela bem perto do meu pau, sem pensar peguei a mão dela e coloquei no meu pau, ela abriu a mão e afastou por um momento, se ela achava que eu era um tarado, já não importava mais; a respiração dela ficava mais pesada, ela esticou a mão e pegou no meu pau, apertou um pouco e passou um dedo na ponta; "você tem ele... Bem molhadinha" ela disse.
"É que me excita, tia" respondi, e em seguida comecei a bater uma devagar, e depois ela começou a me punhetar, sentia como ela batia uma pra mim uma e outra vez. A intensidade foi aumentando, minha respiração ficava cada vez mais ofegante, parecia um sonho, minha tia me masturbando debaixo das cobertas.
Ela começou a subir e descer freneticamente, eu estava prestes a explodir, beliscava os mamilos dela e acariciava os peitos com uma mão; sentia que ia gozar a qualquer momento. Me encostei mais nela, já não aguentava mais, minha respiração cortou de repente e comecei a sentir o orgasmo percorrer meu corpo e o esperma começando a sair, "não... não... espera" consegui ouvir no meu êxtase, encostei meu pau na entrada da bunda dela e comecei a jorrar meu leite entre as nádegas, ela conseguiu puxar a legging para cima, prendendo meu orgasmo entre a bunda dela e a lycra.
Foi o orgasmo mais forte que já tinha tido até então, estava ofegante baixinho e me sentia até tonto, a melhor punheta da minha vida. "Corre, vai pro banheiro e me espera lá" interrompeu meus suspiros, parecia irritada; claro, não podia ser tão perfeito, ela estava brava porque eu era um pervertido, tinha batido uma deliciosa pra mim, mas sem dúvida ia dar problema. Levantei a calça, andei até o banheiro, acendi a luz e fiquei lá esperando, pensava em que desculpa dar, mas tudo soava muito patético ou muito estúpido. Esperei uns 10 ou 15 minutos até minha tia entrar.
"Ô, moleque! Você gozou na minha bunda" disse, mostrando a mancha que tinha na legging, isso começou a me excitar.
"Desculpa... eu... é que... você pegou e depois..." gaguejei.
"Sim, mas tinha que me avisar quando fosse gozar" reclamou, "agora vou ter que me trocar"; começou a pegar papel higiênico, "segura aqui pra mim" jogou outra legging pra mim, tirou a que estava usando e com o papel higiênico limpou os restos de porra que tinha na bunda. Eu a via nua pela primeira vez, aquela bunda era estupenda, redonda e bem parado, e os pelos pubianos dela estavam raspados quase rente. De vê-la assim, fiquei duro de novo. "Você me deve uma li..." ela parou ao ver minha ereção por baixo da calça, "Ficou duro de novo?" falou enquanto jogava o papel higiênico no lixo.
"Desculpa, tia, é que..." juntei coragem ou talvez tesão, "é que eu gosto muito, gosto das suas pernas e da sua bunda e..." parei quando vi como ela me olhava.
Ela chegou perto de mim, de frente, "Abaixa a calça" ordenou. Eu abaixei tudo até ficar com o pau pra fora de novo, duro e pulsando; ela pegou nele enquanto se aproximava mais, nossos lábios quase se tocavam; "Você gosta das minhas pernas?" eu assenti com a cabeça; "Você gosta da minha bunda?" assenti de novo; "e... você gosta dos meus peitos?" terminou soltando meu pau de baixo e levantando a blusa. Já tinha acariciado os peitos dela há pouco, mas não tinha conseguido vê-los. Fiquei hipnotizado, a auréola dela era do tamanho perfeito e os mamilos marrom-escuros eram redondos, pareciam deliciosos; "Você é um tarado... sua tia te excita? te deixa duro?", ela tirou a blusa e arrancou minha camiseta, eu estava pelado com minha tia no banheiro, parecia cena de filme pornô ou de algum conto do Poringa. Ela virou de costas pra eu abraçá-la, meu pau que parecia um ferro em brasa bateu na bunda dela e deslizou até entre as pernas dela, minha cabeça sentia os pelinhos da buceta dela, já estava molhada. Ela pegou minhas mãos e colocou sobre os peitos dela, eu comecei a acariciá-los e a beijar o pescoço dela, "mmmm que gostoso", ela falava, jogava a bunda pra trás pra eu sentir as nádegas contra mim, pegou uma das minhas mãos e levou até a virilha dela, comecei a acariciar como um louco e a mexer o quadril, meu pau queria entrar inteiro nela; "Você já comeu alguém antes?" respondi que não, entre gemidos. "Mmmm... que pena" falou e se virou; eu fiquei ali parado, morrendo de vontade de meter na minha tia.
"Eu pensei que..." falei meio desiludido, minha tia chegou mais perto e enfiou minha cara nos peitos dela, eu comecei a mexer meu rosto e a dar lambidas, igual um menino faminto devorando um hambúrguer, com aquela desesperação; minha boca tomou conta dos bicos dos peitos dela, chupei e suguei as tetas da minha tia até cansar.
"Você bate punheta pensando em mim? bate punheta pensando em comer sua tia?" ela falava quase sussurrando, eu concordei com a cabeça; "me mostra, mostra pra sua tia como você bate punheta pensando nela, pensando na bunda dela". Eu me afastei dela e comecei a bater uma, ela sentou no vaso tampado e ficou na minha frente com uma mão nas tetas e a outra na buceta, sério, parecia tirada de um site pornô, uma imagem que nunca vou esquecer. Eu comecei a aproximar meu pau da cara dela, ela entendeu o recado, "Quer que eu te ajude? quer que eu chupe seu pau?" eu nem conseguia falar, ela sentou na borda do vaso e pegou no meu pau duro, começou a me masturbar antes de puxar a pele toda e dar uma lambida, eu me contorcia de prazer, não era a primeira vez que me chupavam, uma mina que eu tava saindo já tinha feito, mas acho que não foi do jeito certo, só enfiou na boca; o que minha tia ia fazer, isso sim era um boquete. Com a ponta da língua ela percorreu dos ovos até a cabeça e depois, como se tivesse puxando um canudinho, foi enfiando meu pau na boca, quando já tava dentro começou a mexer a língua pra todo lado; eu joguei a cabeça pra trás e fechei os olhos com força, tava morrendo de gostoso, quando abri os olhos de novo vi que ela tava me olhando, sorriu do jeito que deu e depois começou a meter e tirar da boca, sempre sugando forte.
"Já tô... quase... vou... gozar..." consegui falar, ela começou a fazer mais rápido e depois parou com meu pau na boca; mesmo já tendo gozado uma vez na bunda dela, saiu muito leite de tão excitado que eu tava (bendita juventude). Ela segurou na boca o quanto deu, mas depois abriu os lábios e meu leite caiu nos peitos dela, passou a língua nos lábios um pouco e depois engoliu. gotas que tinham ficado na boca dela.
“Você gostou do que sua tia fez com você?” balancei a cabeça ofegante, dois orgasmos numa noite, já estava começando a dar sono. “Vista-se e vai dormir, tenho que me limpar”, coloquei a camiseta e subi as calças, meio tonto andei até o quarto da minha tia e me joguei na cama, caí num sono profundo na hora.
Na manhã seguinte, tudo parecia normal e eu estava na dúvida se o que tinha acontecido era real ou só um sonho fantasioso da minha imaginação. Tomamos café da manhã como sempre, e eu sentei de novo na frente da minha tia. Ela estava usando uma saia marrom e uma blusa branca. Eu estava relaxado e feliz, olhava pra minha tia, lembrava do meu sonho e me sentia contente; no meio do café, o guardanapo caiu. Me abaixei debaixo da mesa pra pegar e virei pra onde minha tia estava sentada, ela abriu as pernas pra eu ver a calcinha dela. Perplexo, levantei rápido e bati a cabeça. Todo mundo riu, eu ri todo vermelho de vergonha, virei pra olhar minha tia e ela piscou um olho pra mim. O que aconteceu não foi um sonho, minha tia fez eu gozar duas vezes, minha tia me deu um boquete.
Foi assim que aconteceu, acreditem ou não.
Espero que tenham gostado do meu relato, a história com minha tia ficou mais interessante. Se me permitirem, conto depois essa e muitas outras histórias sexuais que já vivi. Pela atenção e pelo tempo de vocês, muito obrigado.
Em breve:Minha tia, debaixo da saia dela, debaixo da calcinha.eMinha Tia, uma Boa Bebedeira
6 comentários - Minha Tia na Mesma Cama (Reenviado)
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