Às vezes a gente acaba negligenciando umas coisas que já considera garantidas, e aí vem um estalo onde a realidade aparece e te dá um tapa na cara que você nunca esperava. Com a Ana, a gente formava um casal ideal — ou pelo menos foi o que achei por muitos anos. Eu, no meu trampo full time, tentando manter e sustentar uma vida a dois com toda a bagunça que isso envolve. Nosso relacionamento era muito bom e fluido, e no sexo a gente tava mais que satisfeito. Deve ser por isso que é tão real aquela história de que o corno é o último a saber. Preocupações demais, e como se não bastasse, ainda tinha o trampo de técnico de um grupo de moleques do futebol de várzea no clube do bairro, onde a gente colaborava junto. Isso não impedia a gente de manter uma relação excelente. A gente contava tudo um pro outro e consultava o parceiro antes de qualquer passo que queria dar. No bairro, eu era um cara respeitado e querido pelo meu trabalho com os guris, e ela era muito admirada pelo corpo e também por isso. Um dia ela me disse que queria ir pra academia do clube malhar, que queria manter o corpo e que tava se achando meio gordinha. Falei que ela era doida, que a silhueta dela era ideal, mas que se isso fizesse ela se sentir melhor, eu apoiava. Mais ainda: no clube tinha inaugurado uma academia fazia poucas semanas e já tava quase lotada, e eu pessoalmente me virei pra conseguir uma vaga pra ela. Foi assim que ela começou a ir pra academia. Era normal pra mim ver ela animada com a nova atividade, e por outro lado me dava um tesão danado ver ela de legging nova — a ponto de, mais de uma vez, eu agarrar ela na cozinha, encostar ela e a gente acabar transando ali mesmo. A Ana era muito safada, mas a gente fazia o tempo todo, inventava posições, fazia joguinhos, transava em qualquer lugar da casa e em qualquer horário. A gente não tinha filhos — ela não podia ter —, e isso dava liberdade pra gente curtir o sexo sem preocupação. Talvez por isso minha adição ao clube. Eu tinha uma oficina que me permitia controlar meus horários, e isso fazia com que eu pudesse me dedicar ao futebol de várzea, minha paixão, e de quebra ter contato com os adolescentes. Muito raramente eu cruzava com... Ana no clube, já que nossos horários eram diferentes, mas todo mundo nos conhecia lá. Tudo era normal até aquela tarde. Como eu disse, era feliz com minha mulher e minha vida, apesar dos problemas NORMAIS que qualquer cristão tem. O negócio é que terminamos o treino com o time e mandei os caras tomarem banho. Fiquei analisando a estratégia pro próximo jogo, já que se a gente ganhasse, passava pra semi-final. Normalmente, eles tomavam banho primeiro e depois eu tomava mais tarde. Percebi que no meu bolso tinha deixado o celular e subi pra pegar. Pensei em pedir pro Sérgio me alcançar quando ouvi o seguinte:
SÉRGIO: Pô, como a esposa do Daniel é gostosa!
FABRY: É, Sérgio, tô doido pra comer ela também.
MARIO: Simmm, viu que o Pedro comeu ela ontem? Daqui dava pra ouvir os gemidos dela.
HERNAN: A puta da mãe, véi. O Daniel não merece isso, ele é um cara foda. Ela é uma filha da puta.
SÉRGIO: Sim, eu sei, mas ela é muito gostosa.
HERNAN: Sei, sei. Também me dá tesão, ainda mais sabendo que meu velho comeu ela duas vezes seguidas. Mas eu gosto do Daniel como um pai e me dói muito o que essa puta de merda tá fazendo com ele.
MARIO: Sabe que você tem razão, Hernan? Percebeu que por baixo da legging ela não tá usando nada?
HERNAN: Sim, eu sei. Meu velho me contou tudo.
SÉRGIO: O que ele te contou? Fala logo, seu salame.
HERNAN: Vocês tão muito afim dessa puta e nem pensam no Daniel?
FABRY: Não, Hernan, não é assim. Mas a Ana já é a puta oficial do clube. Não tem quem não tenha comido ela. E não entendo como um cara tão esperto como o Daniel ainda não percebeu. Ou será que ele gosta de ser corno?
SÉRGIO: Fala, Hernan, conta como essa puta transa.
HERNAN: Vocês querem bater uma pensando na Ana? Tudo que vocês imaginam é pouco. O que eu digo é: ela não dá a bunda e pronto. Já tamo muito excitados. Vamos pro chuveiro.
Entrei em pânico. Um balde de água gelada tinha caído em cima de mim. Desci e me sentei no banco de reservas. Da quadra, as palavras ecoavam na minha cabeça. Um por um, os caras foram saindo, passavam por mim e falavam "ATÉ AMANHÃ, DANY", sem eu responder. Comecei a ligar os pontos, agora entendia por que o sexo entre a gente tinha caído tanto depois da academia. Eu, feito um otário, achava que era cansaço, mesmo ficando satisfeito com a bimbada quase toda noite. Não entrava na minha cabeça o PORQUÊ, se ela tinha tudo, eu amava ela e sempre mostrava, tratava de não deixar faltar nada, quase nunca brigávamos, e, mesmo não sendo um super dotado, minha pica não é nada desprezível — 22 de comprimento por 5 de largura não é pouca bosta. Em vez de raiva, senti uma frustração gigantesca. Eu tinha fracassado como marido e como amante. O que eu fiz de errado? Me perguntava. Talvez ela precisasse de alguém que tivesse botado chifre nela direto, e não eu, que só tinha olhos pra ela. Cheguei em casa assim, nem tomei banho no clube.
ANA: Oi, amor, como foi?
EU: Oi, Ana, vou tomar banho.
Dei um beijo na bochecha dela e fui reto pro banheiro.
ANA: O que houve? Por que não tomou banho no clube?
EU: De dentro do banheiro: Quis tomar banho em casa, só isso.
ANA: Vou preparar um mate.
EU: Como quiser.
Enquanto me duchava, minha cabeça tava a mil. Não sabia o que fazer: sair e matar ela ou deixar tudo como estava e descobrir na frente de todo mundo. Como ela tinha virado uma piranha daquele jeito? Não dava pra acreditar. Como eu tinha sido tão cego? Que baita idiota que eu sou. De repente, a raiva virou contra mim mesmo. Fechei a água quente e deixei a água fria me acalmar. Saí do chuveiro mais tranquilo e fui pelado pro quarto.
ANA: Ai, papai, que vejo?
Não respondi. Comecei a me trocar e aí me veio a ideia de dar um castigo nela. Então saí de cueca pra cozinha. Ela tava de costas e apoiei, sem cerimônia nenhuma, minha rola na racha da bunda dela.
ANA: Ai, papaiiiii!
EU: Agarrando os peitos dela: Vou te castigar aqui mesmo.
ANA: Não, papai, nãoooo, tô morta!
EU: Tô pouco me fodendo.
Ela que... com certeza ela tava morrendo de porrada que algum filho da puta tinha dado nela, ela ficou muito excitada e eu sabia como deixar ela mais quente
ANA aiiii papai aiiiiii assimmmmm que gostosoooo papaiiiii quer minha colinhaaaa seu malvadooooo
EU nãooooo quero sua buceta suculenta que já tá toda molhadinhaaaaa
ANA nãooooo papai daleeeeee aproveitaaaaa quero na colinhaaaa
EU vem pra cáaaaaa
Minha cueca em segundos já tava no chão e ela tava inclinada sobre a mesa, baixei a legging dela até os tornozelos, abri as pernas dela e tenho certeza que ela achava que viria o de sempre quando a gente fodía na cozinha, mas não, enfiei dedos na buceta dela e com a outra mão amassava um peitão brincando com o mamilo, ela gemia e gemia e eu só esfregava a pica no cu dela
ANA dale vagabundo mete logo mete de uma vezzzz
EU como você tá gostosa sua putinhaaaaa, quer ela?
ANA simmmm papai simmm arrebenta meu cuzãooooo papaiiiii
Senti na minha mão o primeiro orgasmo dela, tirei minha mão escorrendo e enfiei no cu dela pra depois enfiar a cabeça e de um empurrão só enterrar minha pica até o fundo
ANA aiiiiii besta me matassssssssss
Sim com certeza tava matando ela porque assim que entrei até o fundo comecei a montar nela com tudo, não sei se por raiva do que tinha descoberto ou pra mostrar que eu também posso ser bem filho da puta mas o negócio é que tava matando ela de verdade enquanto ela só pedia mais devagar e se contorcia apoiada na mesa aguentando minhas estocadas só com gemidos, assim enchi o cu dela de porra, gozei como há tempos não gozava, tirei e me afastei dela pra ver como tinha ficado o cu dela, era impressionante ver ele assim vermelho e escorrendo porra que caía no chão da cozinha, ela tentou se levantar e custou até conseguir, se virou e sem falar nada entrou no banheiro, enquanto isso eu já tava planejando minha vingança
CONTINUA
Seus comentários serão muito bem recebidos, desde já obrigado por terem me lido
SÉRGIO: Pô, como a esposa do Daniel é gostosa!
FABRY: É, Sérgio, tô doido pra comer ela também.
MARIO: Simmm, viu que o Pedro comeu ela ontem? Daqui dava pra ouvir os gemidos dela.
HERNAN: A puta da mãe, véi. O Daniel não merece isso, ele é um cara foda. Ela é uma filha da puta.
SÉRGIO: Sim, eu sei, mas ela é muito gostosa.
HERNAN: Sei, sei. Também me dá tesão, ainda mais sabendo que meu velho comeu ela duas vezes seguidas. Mas eu gosto do Daniel como um pai e me dói muito o que essa puta de merda tá fazendo com ele.
MARIO: Sabe que você tem razão, Hernan? Percebeu que por baixo da legging ela não tá usando nada?
HERNAN: Sim, eu sei. Meu velho me contou tudo.
SÉRGIO: O que ele te contou? Fala logo, seu salame.
HERNAN: Vocês tão muito afim dessa puta e nem pensam no Daniel?
FABRY: Não, Hernan, não é assim. Mas a Ana já é a puta oficial do clube. Não tem quem não tenha comido ela. E não entendo como um cara tão esperto como o Daniel ainda não percebeu. Ou será que ele gosta de ser corno?
SÉRGIO: Fala, Hernan, conta como essa puta transa.
HERNAN: Vocês querem bater uma pensando na Ana? Tudo que vocês imaginam é pouco. O que eu digo é: ela não dá a bunda e pronto. Já tamo muito excitados. Vamos pro chuveiro.
Entrei em pânico. Um balde de água gelada tinha caído em cima de mim. Desci e me sentei no banco de reservas. Da quadra, as palavras ecoavam na minha cabeça. Um por um, os caras foram saindo, passavam por mim e falavam "ATÉ AMANHÃ, DANY", sem eu responder. Comecei a ligar os pontos, agora entendia por que o sexo entre a gente tinha caído tanto depois da academia. Eu, feito um otário, achava que era cansaço, mesmo ficando satisfeito com a bimbada quase toda noite. Não entrava na minha cabeça o PORQUÊ, se ela tinha tudo, eu amava ela e sempre mostrava, tratava de não deixar faltar nada, quase nunca brigávamos, e, mesmo não sendo um super dotado, minha pica não é nada desprezível — 22 de comprimento por 5 de largura não é pouca bosta. Em vez de raiva, senti uma frustração gigantesca. Eu tinha fracassado como marido e como amante. O que eu fiz de errado? Me perguntava. Talvez ela precisasse de alguém que tivesse botado chifre nela direto, e não eu, que só tinha olhos pra ela. Cheguei em casa assim, nem tomei banho no clube.
ANA: Oi, amor, como foi?
EU: Oi, Ana, vou tomar banho.
Dei um beijo na bochecha dela e fui reto pro banheiro.
ANA: O que houve? Por que não tomou banho no clube?
EU: De dentro do banheiro: Quis tomar banho em casa, só isso.
ANA: Vou preparar um mate.
EU: Como quiser.
Enquanto me duchava, minha cabeça tava a mil. Não sabia o que fazer: sair e matar ela ou deixar tudo como estava e descobrir na frente de todo mundo. Como ela tinha virado uma piranha daquele jeito? Não dava pra acreditar. Como eu tinha sido tão cego? Que baita idiota que eu sou. De repente, a raiva virou contra mim mesmo. Fechei a água quente e deixei a água fria me acalmar. Saí do chuveiro mais tranquilo e fui pelado pro quarto.
ANA: Ai, papai, que vejo?
Não respondi. Comecei a me trocar e aí me veio a ideia de dar um castigo nela. Então saí de cueca pra cozinha. Ela tava de costas e apoiei, sem cerimônia nenhuma, minha rola na racha da bunda dela.
ANA: Ai, papaiiiii!
EU: Agarrando os peitos dela: Vou te castigar aqui mesmo.
ANA: Não, papai, nãoooo, tô morta!
EU: Tô pouco me fodendo.
Ela que... com certeza ela tava morrendo de porrada que algum filho da puta tinha dado nela, ela ficou muito excitada e eu sabia como deixar ela mais quente
ANA aiiii papai aiiiiii assimmmmm que gostosoooo papaiiiii quer minha colinhaaaa seu malvadooooo
EU nãooooo quero sua buceta suculenta que já tá toda molhadinhaaaaa
ANA nãooooo papai daleeeeee aproveitaaaaa quero na colinhaaaa
EU vem pra cáaaaaa
Minha cueca em segundos já tava no chão e ela tava inclinada sobre a mesa, baixei a legging dela até os tornozelos, abri as pernas dela e tenho certeza que ela achava que viria o de sempre quando a gente fodía na cozinha, mas não, enfiei dedos na buceta dela e com a outra mão amassava um peitão brincando com o mamilo, ela gemia e gemia e eu só esfregava a pica no cu dela
ANA dale vagabundo mete logo mete de uma vezzzz
EU como você tá gostosa sua putinhaaaaa, quer ela?
ANA simmmm papai simmm arrebenta meu cuzãooooo papaiiiii
Senti na minha mão o primeiro orgasmo dela, tirei minha mão escorrendo e enfiei no cu dela pra depois enfiar a cabeça e de um empurrão só enterrar minha pica até o fundo
ANA aiiiiii besta me matassssssssss
Sim com certeza tava matando ela porque assim que entrei até o fundo comecei a montar nela com tudo, não sei se por raiva do que tinha descoberto ou pra mostrar que eu também posso ser bem filho da puta mas o negócio é que tava matando ela de verdade enquanto ela só pedia mais devagar e se contorcia apoiada na mesa aguentando minhas estocadas só com gemidos, assim enchi o cu dela de porra, gozei como há tempos não gozava, tirei e me afastei dela pra ver como tinha ficado o cu dela, era impressionante ver ele assim vermelho e escorrendo porra que caía no chão da cozinha, ela tentou se levantar e custou até conseguir, se virou e sem falar nada entrou no banheiro, enquanto isso eu já tava planejando minha vingança
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8 comentários - ana a puta do bairro minha esposa