Vou contar uma historinha real, tô cansado desses relatos que começo lendo "oi, sou o Martín de Santa Fé, isso é real..." e três linhas depois usam palavras tipo "chava", "pussy", "guapo" e um monte de termo que argentino não usa... Se vão copiar e colar relato, é melhor assumir logo. Bom... aqui vai minha pequena anedota 100% real e argentina... Nas últimas eleições presidenciais (não o segundo turno Macri-Scioli, as gerais), eu tava mal de grana e uma amiga me ofereceu ser fiscal de mesa de um partido X por 900 pesos (não sou partidário de nenhum, por grana o macaco dança). Aceitei na hora... Chegou o dia, me apresentei pontual na escola que me tocou (Caballito, Buenos Aires). Me deram um cartazinho que tinha que deixar visível me identificando como um otário. Fui pra minha mesa me apresentar pros outros fiscais e, PUTA QUE PARIU, A PRESIDENTE DA MESA!!! Vou descrever ela... 26 anos, quase arquiteta, cabelo castanho, olhos verdes, 1,65, branquinha, maquiada com boca bem vermelha, peito zero, rabo que parecia perfeito. Patricinha... Vamos chamar ela de... LUCIA. As eleições começaram... Vinha pouca gente na mesa e tudo classe média alta, não teve nenhum problema do que me falaram que ia ter (não roubaram cédula nem xingaram nada). Os outros fiscais levavam tudo muito a sério, parecia que nossa mesa ia definir a eleição. A cada 3 eleitores, eles entravam pra conferir se não faltava cédula, um mais otário que o outro. Lucia se cagava de rir de que eu nem entrava pra conferir e tava vidrado no celular. Uma hora ela me fala: "Você não liga muito se o X perder, né?" - "Nada... por mim, que ganhe o Menem, meu avô diz que graças a ele conheceu a Disney." - "Nãão, você falou o nome dele. Bate na madeira" (e Lucia pega no peito dela). - "Nunca é demais bater na madeira, né" (Ela se acaba de rir, e os fiscais otários aparecem discutindo de novo). Assim foi passando o dia, cada momento sozinhos que a gente tinha, fazíamos piadas, criou-se uma intimidade. Almoço e lanche juntos, risadas, mano... Me contou que mora em Caballito, que os pais compraram um apartamento novo na Pedro Goyena (caríssimo), e que tava namorando há 3 anos com um oficial do exército que mandaram pro Chaco, e ela vê ele 1 vez por mês... Me confessou que já não aguenta mais essa situação... Que perdeu a paixão e blá blá... Consolê-la com besteiras... Eram 17h e eu ainda não tinha dado em cima dela de verdade, tava me desesperando... Criei coragem, levantei e falei no ouvido dela: já volto, vou me inscrever no colégio militar pra ver se assim você me dá bola... (E fui pro banheiro sem ver a reação dela). Voltei 5 minutos depois e ela tava me olhando morrendo de rir... Funcionou! Sentei... A fiscal que tava do lado dela levantou e foi pra algum lugar, aproveitei pra ocupar o lugar dela e falei: - pronto, amanhã me entregam o uniforme. E ela respondeu - Ah, que pena, porque eu ia te convidar pra jantar hoje à noite... Vou direto ao ponto... Terminou a eleição, umas 20h saímos... Ela falou que queria tomar banho, trocar de roupa e blá blá, combinamos que às 22h eu tocaria a campainha. Tomei banho, passei perfume e fui. Toquei a campainha... Ela tava impressionante... Maquiada... Vestido tipo justinho rosa com flores... Deusa... Ela abre a porta e fala "não me cumprimenta, me segue". Entramos no elevador, a porta fechou e ela me comeu de boca, só conseguiu falar "amo que você seja ousado". Chegamos no apartamento... Impressionante, apê novo... Tudo grande... A questão é que ela mentiu... Não tinha jantar... Nos beijamos com muita língua, sem parar... Comecei a chupar o pescoço e as orelhas dela, e ela gemia que nem uma louca... Me deixou louco... Passei a mão naquela bunda maravilhosa e dali cheguei na buceta dela já molhada... Como ela gritava com cada dedo... Impressionante... Ela tirou tudo, ficou nua... linda... (Tudo isso na sala). Me obrigou a tirar tudo... Nós dois pelados... Ela começou a me bater uma... (Não quis me chupar, disse que na primeira vez não, blá blá, também não deixou eu chupar ela). Ela falou "me come agora", assim mesmo virou de costas contra a parede, em pé, e eu meti sem camisinha... Ela gemeu Uns gritos exagerados... "Siiiiii, me dá forte, me arrebenta toda..." "Te excita comer a mulher de um militar, né? Olha como você tá me comendo toda." Uffff, me levou às nuvens... Daí fomos pro quarto dela... Ela ficou de quatro na cama e pediu pra eu massajar ela... Dei uns tapas nela... "Siiim, bate na sua putinha, vai"... Devia ter dado uns 30 minutos até que não aguentei mais, ela percebeu... Pediu pra eu gozar na bunda dela e passar a porra pelo buraco do cu... (Ela não deixou eu fazer isso). O melhor foi que tava claríssimo pra nós dois que foi uma experiência de uma vez só e acabou... Não teve segunda transa, também não tava afim porque me deixa muito puto quando ela não quer me chupar e fica enrolando... Mas foi maravilhoso enquanto durou. A gente se despediu como namorados e eu fui embora... Os dois acordaram cedo no dia seguinte. Nunca mais falei nem vi ela... Pássaros de passagem.
6 comentários - Presidenta de mesa (real)