Viciado em pika trans

Capítulos anteriores:
Autoexperimentando
Fantasia: troca de papéis com a minha mina
Recebi ajuda da minha amiga especial.
Trio com casal amigo
Massagem com final mais que feliz
Às ordens da minha amiga travesti.
Tô de putaria com minha ex... e minha mina
Vestido pra minha namorada (transexual)

(os nomes, profissões e demais dados pessoais possíveis foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)Sara e eu estávamos cada vez mais próximos. O sexo era uma parte importante da nossa relação, mas tínhamos começado a fazer mais coisas de casal. Sair pra jantar, ir ao cinema, encontrar com amigos... um monte de coisas que não vêm ao caso contar numa história pornô, que é o que vocês vieram ler.

O negócio é que ultimamente a Sara vivia me provocando quando não estávamos juntos. Eu tinha que tomar cuidado especial no trabalho, já que, dando aula, ela começava a me mandar fotos que me distraíam na hora. Apesar do desconforto, era porra de excitante abrir o telefone e receber um selfie do boquete que ela me fez na noite anterior. Ou estar tomando um café no intervalo e receber uma foto da bunda dela com o texto "tô com fome". Ou estar numa reunião de avaliação e receber uma foto da ereção dela que dizia "essa noite você tem ração dobrada".

Claro, ela também trabalhava, então as fotos ela tinha que ter tirado antes, em algum momento em que não estávamos juntos. Me dava um certo receio que alguém perdesse o celular, e com ele, as imagens, então eu não ousava corresponder às provocações dela.

Mesmo assim, eu ficava louco quando estava com ela. Me enlouquecia, e eu me deixava levar pelo prazer. Além disso, na tranquilidade de casa, eu podia me dar ao luxo de responder às provocações dela. Como eu costumava chegar em casa antes, ficava esperando ela pelado, às vezes fingindo que estava dormindo, às vezes me abaixando por algum motivo absurdo. Ela sorria, e não demorávamos pra ficar pegando fogo.

Uma tarde de quinta-feira (que é sacanagem) a gente tinha ido fazer compras. Eu tinha comprado umas camisas pro trabalho, e ela se animou com um modelito. Deixamos as sacolas no quarto, nos despimos, e fomos pro sofá. Ela se aninhou em cima de mim, e colocamos um filme. Acariciei os quadris dela sem intenção de provocar, e ela ronronou que nem uma putinha. Dei um beijo na bochecha dela. Ela virou a cabeça pra me beijar na boca.

"Eu te amo... Nunca pensei que ia encontrar um Um cara como você".
"Eu também não esperava encontrar uma mulher como você".

Ela se emocionou com aquilo. Eu sabia que ela tinha passado por uma luta difícil (que ainda durava) por ser transexual. Tava ligado nisso, e sempre que podia, reforçava: ela era uma mulher, em todos os sentidos. Não ter feito a cirurgia ainda não significava nada. Ela se virou até ficar encostada no meu peito e começou a beijar meu torso. Eu sabia onde aquilo ia dar. Senti as mãos dela estimulando meu pau, até ele ficar duro. Ela foi descendo a boquinha até alcançar minha ereção, e começou a me chupar.

Não consegui evitar acariciar os cabelos dela, como num filme pornô. Mas ela não se ofendeu. Me olhou nos olhos de onde estava, e continuou me dando prazer com a língua experiente dela no meu glande. Era prazeroso demais. Ver ela assim me deixava com muito tesão, e ainda mais quando ela fez um boquete fundo. Porra. Não dava pra aguentar muito tempo. Ela continuou chupando meu pau até eu avisar que ia gozar... e seguiu até eu esvaziar minha primeira carga da noite na boca dela.

"Gostou?", ela perguntou, sensual.

"Pra caralho. Mas agora é minha vez".

Não fazia isso desde o dia que me vesti de mulher pra ela, umas semanas atrás. Mas tava pouco me fodendo. Queria dar prazer pra ela. Ela sentou no encosto do sofá, e eu fiquei de joelhos nos almofadas. Comecei a beijar ela do joelho pra cima, e aos poucos fui me aproximando do pau dela. Ele tinha endurecido. Com muito cuidado, acariciei. Sei que pra Sara não era necessário, mas queria que ela se sentisse bem.

Passei a língua no glande dela. Tinha um gosto estranho. Dei várias voltas até arrancar um gemido dela. Ela gostou. Sorri e continuei assim por uns momentos. Depois, enfiei devagar, apertando com meus lábios. Fiquei assim por um tempão. Sara tava excitadíssima. Senti o gosto do líquido pré-gozo dela. Não me agradou muito, mas não parei. Senti as mãos de Sara na minha cabeça.

Tentei segurar a respiração, e enfiei o pau dela inteiro comprimento. Tentei olhar para a Sara, mas ela estava de olhos fechados, aproveitando. Tirei o pau dela da boca, respirei de novo, e repeti. Aquilo não era tão ruim assim. Sara gemeu:
"Vou... vou gozar... bota a bunda", ela disse.
Mas eu não ia botar. Da última vez ela tinha ficado na vontade de gozar na minha boca, mas não dessa vez. Continuei chupando, e de repente, senti. Um jato de porra encheu minha boca. Me afastei, e recebi um segundo jato de esperma na cara. O terceiro caiu no meu peito. Tive que abrir a boca, porque era impossível engolir aquilo tudo, e acabei me sujando as pernas.
"Porra... que delícia que você foi", ela disse. Desceu do sofá, e me deu o celular com a câmera frontal. Pude ver meu corpo coberto pelos fluidos dela. Nada mal. Embora não esquecesse o gosto da porra, que não era nada agradável.
No entanto, a Sara tratou de me limpar bem com a língua dela. Eu adorava sentir os lábios dela no meu corpo. Me sentia incrível. Quando terminou, sentei no colo dela. Estava completamente fora de mim. Me entregar pra fazer aquilo tinha me mudado.
"Eu quero você dentro de mim, Sara... me fode a noite toda... sou seu"
Acompanhei minhas palavras com uma esfregada nada discreta da minha bunda no pau dela. Sara sorriu, e concordou. Aquele dia ia ser todo dela. Me levantei um pouco, e movi a ereção dela pra entrar no meu cu. Suspirei. Me mexi devagar, até conseguir que entrasse inteiro. Senti como meu próprio pau ficou duro de prazer. Comecei a cavalgar nela, apoiando bem de leve as mãos no torso dela pra não machucar.
Ela me ajudava a subir e descer, e mexia os quadris, ganhando mais velocidade nas investidas. Eu gemia. Aquilo me dava tanto tesão que não queria que parasse nunca. Tentei apoiar os joelhos no sofá pra mexer os quadris mais rápido, mas era difícil. Embora a Sara desse conta de compensar isso. Molhou os dedos com própria saliva, e usou pra lubrificar meu pau. Porra, isso era a glória. Dose dupla de prazer. Senti ela enchendo meu cu quando gozou, e eu a molhei toda quando terminei aquele segundo round.

Mas eu ainda não tava satisfeito. Ainda queria mais! Não sabia como era possível, mas aquilo ainda tava muito curto pra mim. E tive uma ideia que a Sara não hesitou em aceitar. Mas já chega de sofá. Fomos pro conforto da cama continuar curtindo. Me joguei no colchão e esperei a Sara chegar, que tava procurando algo pra mim. Ela achou e me mostrou. Um dildo. Colocou do lado do meu pau, e com muita maestria, começou a chupar os dois ao mesmo tempo, pra me dar prazer e lubrificar o brinquedo.

Assim que tava perfeitamente pronto pra uso, ela me deu, e sentou no meu peito, com o pau dela apontado pra mim. Chegou mais perto até eu alcançar a cabeça da rola dela com a língua e dei prazer nela, enquanto eu mesmo cuidava do meu cu. Levei o brinquedo até meu ânus, e consegui deslizar ele suavemente de uma vez pra dentro. Porra, como é que eu podia gostar tanto daquilo?

Continuei masturbando meu cu enquanto dava prazer com a língua na Sara, mas logo aquilo ficou pouco pra ela. Ela queria mais. Deixei ela fazer o que quisesse, e de repente, senti minha boca sendo fodida pelas investidas dela. Porra, aquilo era bem pesado... mas aguentei. Eu continuava curtindo enquanto enfiava o dildo no meu cu e ela penetrava minha boca como uma louca. Era delicioso pra caralho.

Dessa vez, a Sara se controlou um pouco mais ao gozar. Senti um leve jato dentro da minha boca, mas ela tirou a tempo, de forma que a segunda metade do primeiro esguicho caiu na minha cara. Foi recuando devagar, se punhetando, até cobrir meu torso de cima a baixo com o esperma dela. Depois, pegou a mão com que eu brincava com meu cu, e ela mesma cuidou de continuar deslizando o brinquedo pra me dar prazer, enquanto meu pau recebia um boquete delicioso da parte dela. Eu tava nas nuvens. Mmm. Eu estava experimentando muito naquela noite, por algum motivo.

Longe de conseguir gozar na boquinha dela, ela fez questão de que eu também molhasse meu próprio corpo com minha própria semente, e ela aproveitou pra me limpar direitinho com a língua. Ela devia gostar pra caralho, e durante aquele tempo, não se esqueceu de continuar dando prazer pro meu cu faminto.

"Hoje você tá muito tarado", ela comentou.

"E vou ficar ainda mais".

E foi assim. Normalmente a gente parava com as sacanagens na hora de comer, mas não daquela vez. Passei a noite inteira com o pau dela enfiado no meu cu, e de vez em quando eu mexia a cintura pra aumentar o prazer. Me torturando, ela garantiu que eu me arrependeria se continuasse, então não pude deixar de mexer mais minhas cadeiras.

Meu castigo ficou claro quando, depois de jantar, ela me amarrou no sofá com as pernas pra cima e se vingou fodendo meu cu numa velocidade inacreditável. Puramente sexual, sem a cumplicidade que costumava nos unir. Doía um pouco, mas insisto que eu tava adorando. Às vezes o ritmo diminuía um pouco, só pra me dar uma estocada bem funda, garantindo que o pau dela encontrasse meu ponto G. E como encontrava. Eu queria me derreter ali mesmo de tanto tesão. Quando ela gozou, como castigo, não deixou que eu gozasse.

"Agora você vai fazer algo mais complicado", ela disse.

Fiquei de quatro na cama como ela mandou, enquanto ela enfiava um vibrador no meu cu. Quando ele ficou lá dentro, ela ligou. Eu pensei que ia gozar só com aquilo, porque já tava excitado há um tempão sem poder gozar. Depois ela se deitou entre minhas pernas.

"Agora fode meus peitos", ela ordenou.

Então terminei com meu pau entre os peitos maravilhosos dela, me masturbando com eles, com a língua dela no meu glande de vez em quando, enquanto meu cu era submetido a uma vibração suave mas constante. Porra, se aquilo não era a vida. Não conseguia me mexer muito rápido por causa do brinquedo no meu cu, então quando Sara se Impaciente, me deu um tapa. Pensei que se desse mais dois, eu gozaria.

Ficou esperando de boquinha aberta pra receber minha porra e eu dei com todo carinho. Ela sorriu enquanto saboreava meus fluidos, e depois tirou o brinquedo do meu cu. Finalmente eu estava satisfeito naquela noite.

"Não, não... ainda não terminamos", ela disse, maliciosa.

Fui levado pro banheiro, onde ela ligou o chuveiro, e voltou a foder minha boca. Com a água caindo na gente, era muito mais safado. Fiz o meu melhor pra dar prazer a ela, usando meus lábios e minha língua pra isso. Sabia que aquilo não era pra mim, mas era pelo prazer dela. Segurou minha cabeça enquanto eu chupava ela, e notei que mexia os quadris de leve. Dessa vez ela se afastou bem antes de gozar, provocando uma fonte curiosa de esperma que sujou nós dois. Mas logo ficamos limpos com a água correndo.

Eu tava cansado, mas a Sara ainda não. Queria mais uma coisa. Me levantou no colo e me encostou na parede do chuveiro. A água quente escorria pelos nossos corpos enquanto, mais uma vez, o pau dela era engolido pelo meu cu e ela me comia. Ela também tava solta. Doía um pouco minha ereção, porque já tava excitado há um tempão e não tinha me tocado. Mas não conseguia parar de pensar no prazer que a Sara tava me dando.

Ela me segurava firme pelos quadris e me penetrava deliciosamente. Juntou os lábios dela nos meus numa troca de saliva que me deixou louco. Porra, o que tinha acontecido comigo naquele dia pra eu perder a cabeça? Até hoje não sei, mas não ligo. Tava aproveitando como nunca. Senti o corpo da Sara tenso. Sabia o que aquilo significava. Senti o esperma quente dela dentro do meu cu...

...e pela primeira vez, aquele tipo de foda fez eu gozar. Não tinha tocado no meu pau, mas o clímax da Sara fez eu gozar também. Ela sorriu de satisfação. Tinha conseguido.

Um tempo depois, a gente tava deitado na Cama. Eu de bruços nela, num 69 completo. Resolvi olhar o relógio e não pude acreditar. Quatro da manhã.

"Porra, Sara... passamos a noite toda transando e amanhã a gente trabalha."

"Você tem razão... quer parar?", ela perguntou antes de enfiar meu pau na boca de novo.

"Por favor, não."

"Mmmmm... você ficou viciado em pica?"

"Claro que não. Fiquei viciado na sua.

2 comentários - Viciado em pika trans

tome sus 10 buen hombre. Yo también quiero una novia así.