Fala, galera! Tô de volta depois de um tempo sumida. Fiquei com um pendência de como continuei minha história no inverno das nações aqui em Buenos Aires. A noite tinha terminado com minha boquinha cheia de porra num restaurante de sushi em Puerto Madero.
Depois de sair do sushi club bem alterada, o Gaby me levou pra tomar uns drinks num pub lá no baixo. A gente conversou um pouco sobre o irmão dele e sobre minha vida em San Luis. Contei um pouco do meu namorado, nada demais. Depois fomos pra uma balada de música eletrônica. Na real, eu curto mais rock, mas o lugar era foda. Ele disse que era muito amigo do filho do dono. Chegamos na balada e o Gaby fala: "Rainha, abre a boca". Ele pega um comprimido, parte e me dá. Eu achei que era ecstasy, pensei "foda-se, vamos testar". A gente dançou, dançou e dançou, e de repente bateu um calor único. Senti a música na barriga, o sorriso não saía do meu rosto. O Gaby, que tem um dos sorrisos mais lindos que já vi, tava igual. A gente se abraçou, se enchendo de carinho.
Depois de um tempo de chamego e dança, ele falou com um segurança e com mais alguém, e me levou pra uma sala privada. A gente se jogou no sofá que tinha lá, e ele começou a passar a mão em mim, levantou minha saia. Lembrando que eu tava sem calcinha. Ele começou a acariciar minha bunda enquanto a gente se beijava. Eu desci a mão e senti o pau dele duro igual pedra. Amava os carinhos e os beijos dele. O ecstasy tinha me deixado super sensível, cada poro da minha pele sentia o calor da mão dele. Meu pescoço, minhas costas tremiam de prazer ao sentir a língua dele. Ele foi descendo, e quando eu tava de costas, senti a língua dele descer mais ainda. Senti ele começar a chupar minha bunda, a língua no meu cuzinho. Levantei a bunda pra facilitar, e ele com a outra mão desceu e começou a tocar minha buceta toda molhada. Senti o hálito dele na minha bunda, a língua me abrindo. Cada vez mais molhada, me virei. Queria sentir a boca dele na minha buceta, grito: "chupa, filho da puta!" Sinto a porta abrindo e vejo dois caras nos olhando.
José – Então essa é a famosa puta puntana.
Axel – Gaby, que joia você trouxe.
Gaby – Levanta a cabeça e me diz: "Moni, te apresento, são meus amigos de infância."
Olho pra ele e, com a tesão que tava, não ligava pra nada. Agarrei a cabeça dele pra continuar me chupando.
Os caras se olharam, tiraram a calça e colocaram os paus meio duros perto da minha boca. Comecei a chupar os dois paus enquanto o Gaby continuava chupando minha buceta. Os dois paus tavam mais que duros; enquanto chupava um, pegava o outro e masturbava, ou acariciava os ovos.
Gaby – Quer sentir meu pau, amor?
Eu – Sim! Fiquei tensa igual uma louca. Ayyy, sinto que vou explodir, quero sentir os paus de vocês!
Gaby – Galera, já ouviram a dama? Quer sentir nossos paus.
Eles me levantam. (Os amigos do Gaby se chamavam José, 1,65m, corpo bonito e proporcionado, e um pau bem bonito; o outro, Axel, mais feinho, 1,87m e muito magro, pau bonito também.)
José se deita no sofá, eu subo no pau lindo dele. Entrei muito fácil, tava tão molhada que escorregava pra dentro, sem nenhuma resistência. Ayyy, que prazer sentir um pau lindo dentro de mim. Esfreguei meu clitóris um pouquinho.
Gaby – Moni, não seja mal-educada, faltamos dois.
Eles me deitam em cima do José, que tava se mexendo. E sinto um jato de lubrificante no meu cuzinho. Ufff... tava tão sensível que aquele jato frio fez minha pele arrepiar. Sinto um dedo, outro dedinho e mais um entrando no meu cuzinho.
Gaby – Falei pra vocês, galera, que a Moni é incrível! Olha como em dois minutos ela dilata o cuzinho.
Gaby – Você vai comer dois paus, minha vida.
Eu – Fala, vagabundo, fode meu cuzinho, por favor.
Sinto o pau do Gaby começando a fazer pressão e, pluf, tudo pra dentro. Ah, essa sensação eu não sentia desde o verão: dois paus dentro de mim, a sensação multiplicada pelo êxtase. Mal senti o... Pau de Gaby já todo dentro, comecei a sentir que não aguentava mais, comecei a gritar e enfiar a mão pra masturbar meu clitóris.
De repente sinto outra pica, a do Axel, que enfia na minha boca enquanto eu gemia.
Pego nos ovos dele enquanto ele literalmente comia minha boca, eu mexia minha língua sem parar.
Era demais o que eu sentia, comecei a gozar e ao mesmo tempo o Axel, que tinha ficado a mil olhando a cena e com minha boca à disposição dele, começou a encher minha boca de porra, era uma quantidade enorme de porra que esse cara tinha acumulado (era bem mais que o Afeúcho, pra ser sincera, dava pra ver que fazia tempo que ele não punhetava).
Axel – Isso, bebê, engole tudo, siiiim.
Eu não sei se engoli ou não, porque tava tendo um super orgasmo, mas lembro do gosto gostoso e salgado.
Não parava de gemer e gritar.
Gaby – Isso, meu amor, goza, vai.
Eu – Continua arrombando minha bunda, não para.
Era lindo sentir duas picas dentro de mim.
José – Gaby, deixa eu provar essa bunda?
Gaby – Fica à vontade, amigo, é toda sua.
Me esvaziam de uma vez.
Vai, se apressa que eu quero maaais (só pra avisar, depois que eu gozo, consigo gozar mais umas quantas vezes).
Gaby senta no braço do sofá, me olha, e eu já entendi que queria que eu chupasse a pica dele. Fico de quatro no sofá, levantando a bundinha.
José – Uiii, meu amor, que bunda linda que você tem. Gaby, a gente devia meter duas picas de uma vez nessa bunda.
Gaby – Ei, calma, também não vamos arrebentar ela, que ainda vai ficar uma semana aqui e quero tirar o máximo de proveito.
Eu – Meu amor, olha o suco que você tira de mim, não para de me molhar a noite toda.
Gaby – Vem cá que vou te dar mais suquinho pra sua boquinha.
Me aproximo e começo a devorar a pica dele, lambendo bem os ovos, bem devagar. Sinto minha bunda começando a receber a pica do José, bem de pouquinho. Acho que tinha subido o efeito do comprimido de novo, porque a sensação foi super estranha, pra caralho de prazerosa, sentia cada parte do meu buraquinho pulsando e se abrindo, o interior da minha bunda queimando de tesão. prazer. E enquanto minha boca não parava de chupar e chupar e chupar e com minha mão eu tocava os ovos dele e num momento eu resolvi meter um dedo no cu do Gabriel enquanto ele gritava de prazer e de novo me presenteava com todo o esperma dele que eu engolia enquanto eu gritava como possuída e José acelerava cada vez mais o ritmo
José vou encher esse seu cu de porra, sua puta
E ele me comia com uma força incrível, eu com a outra mão me esfregava sem parar
Isso tudo acontecia enquanto eu recebia a porra do Gaby na boca, eu chupando e limpando tudo pra não deixar escapar nem uma gotinha
Eu - isso, me arrebenta, caralho, aiiiiii sim
José - toma, cadelaaaaa
A gente gritava enquanto ele enchia meu interior de porra
Eu sentia uma viscosidade quente percorrendo meu interior, aiiii meu deus que prazer que eu tava sentindo, incrível
Vou gozar e sinto duas mãos me segurando
Axel - quero ver como sai a porra do seu cuzinho gostoso, amor
Sinto a porra do José escorrendo pela minha bunda, Axel pega com dois dedos, mete a mão na minha bunda e coloca a mão na minha boca
Axel - toma, bebe, prova a porra do meu amigo, tenho certeza que você vai gostar, sua puta que você é
Eu devoro os dedos com vontade de sentir a mistura dos sabores da porra do Gaby com a do José e meu cuzinho quente e gostoso
Vou descer e ele me agarra de novo, os outros dois estavam acabados, José largado no tapete e Gaby do lado do José
Axel - você ainda não provou meu pau
Eu - não aguento mais, me deixaram em pedaços
Axel - não seja má, só mais um pouco, com o tesão que me deu ver vocês arrebentando essa bunda linda, vai
Eu que não sei dizer muito não
Me jogo de costas na borda do sofá
Axel - ei, quero o cuzinho
Eu - me come por frente primeiro, amor
Ele começa a me penetrar, eu começo a me masturbar e rapidamente já tava toda molhada e com tesão de novo, a verdade é que apesar de ser feio, ele comia muito bem, o cara tinha um ritmo gostoso e boa pegada, rapidamente eu tava à beira do orgasmo, depois de uns minutos me comendo, ele me levanta Booty e ela coloca um travesseiro embaixo de mim, se ajoelha de novo e começa a colocar a ponta no meu buraquinho, pressiona e rapidamente meu cuzinho se abre, era a terceira pica que eu recebia em menos de uma hora.
Aiii sim, papai, faz meu cuzinho, sim, meu amor. O cara colocou a pontinha e me deu um jato de porra lá dentro, claramente tava muito excitado, chegamos juntos a mais um orgasmo…
Depois de meia hora, começamos a nos espreguiçar.
Gaby: — Moni, cada dia você tá mais puta, juro que um dia vou organizar uma orgia pra você, no mínimo 6 paus!
Eu: — Uii, não sei se dou conta de tantos.
Gaby: — Você aguenta 10, meu amor!
José: — Meu Deus, que puta gostosa que você é.
Gaby: — Bom, agora você vai abrir a boquinha de novo, mas não vou gozar em você, toma mais meio.
Abro obedientemente.
Gaby: — Agora vamos dançar, quero terminar em casa e com uma amiga que a gente conheça. Eu te dei várias picas, agora é minha vez!
Eu: — Vou ficar com ciúmes, falei rindo.
(E o pior é que eu realmente tava ficando com ciúmes de imaginar a Gaby com uma novinha, e era absurdo porque eu tinha acabado de dar pros dois amigos dela, não ia deixar qualquer puta pegar ele na minha frente… continua…)
Depois de sair do sushi club bem alterada, o Gaby me levou pra tomar uns drinks num pub lá no baixo. A gente conversou um pouco sobre o irmão dele e sobre minha vida em San Luis. Contei um pouco do meu namorado, nada demais. Depois fomos pra uma balada de música eletrônica. Na real, eu curto mais rock, mas o lugar era foda. Ele disse que era muito amigo do filho do dono. Chegamos na balada e o Gaby fala: "Rainha, abre a boca". Ele pega um comprimido, parte e me dá. Eu achei que era ecstasy, pensei "foda-se, vamos testar". A gente dançou, dançou e dançou, e de repente bateu um calor único. Senti a música na barriga, o sorriso não saía do meu rosto. O Gaby, que tem um dos sorrisos mais lindos que já vi, tava igual. A gente se abraçou, se enchendo de carinho.
Depois de um tempo de chamego e dança, ele falou com um segurança e com mais alguém, e me levou pra uma sala privada. A gente se jogou no sofá que tinha lá, e ele começou a passar a mão em mim, levantou minha saia. Lembrando que eu tava sem calcinha. Ele começou a acariciar minha bunda enquanto a gente se beijava. Eu desci a mão e senti o pau dele duro igual pedra. Amava os carinhos e os beijos dele. O ecstasy tinha me deixado super sensível, cada poro da minha pele sentia o calor da mão dele. Meu pescoço, minhas costas tremiam de prazer ao sentir a língua dele. Ele foi descendo, e quando eu tava de costas, senti a língua dele descer mais ainda. Senti ele começar a chupar minha bunda, a língua no meu cuzinho. Levantei a bunda pra facilitar, e ele com a outra mão desceu e começou a tocar minha buceta toda molhada. Senti o hálito dele na minha bunda, a língua me abrindo. Cada vez mais molhada, me virei. Queria sentir a boca dele na minha buceta, grito: "chupa, filho da puta!" Sinto a porta abrindo e vejo dois caras nos olhando.
José – Então essa é a famosa puta puntana.
Axel – Gaby, que joia você trouxe.
Gaby – Levanta a cabeça e me diz: "Moni, te apresento, são meus amigos de infância."
Olho pra ele e, com a tesão que tava, não ligava pra nada. Agarrei a cabeça dele pra continuar me chupando.
Os caras se olharam, tiraram a calça e colocaram os paus meio duros perto da minha boca. Comecei a chupar os dois paus enquanto o Gaby continuava chupando minha buceta. Os dois paus tavam mais que duros; enquanto chupava um, pegava o outro e masturbava, ou acariciava os ovos.
Gaby – Quer sentir meu pau, amor?
Eu – Sim! Fiquei tensa igual uma louca. Ayyy, sinto que vou explodir, quero sentir os paus de vocês!
Gaby – Galera, já ouviram a dama? Quer sentir nossos paus.
Eles me levantam. (Os amigos do Gaby se chamavam José, 1,65m, corpo bonito e proporcionado, e um pau bem bonito; o outro, Axel, mais feinho, 1,87m e muito magro, pau bonito também.)
José se deita no sofá, eu subo no pau lindo dele. Entrei muito fácil, tava tão molhada que escorregava pra dentro, sem nenhuma resistência. Ayyy, que prazer sentir um pau lindo dentro de mim. Esfreguei meu clitóris um pouquinho.
Gaby – Moni, não seja mal-educada, faltamos dois.
Eles me deitam em cima do José, que tava se mexendo. E sinto um jato de lubrificante no meu cuzinho. Ufff... tava tão sensível que aquele jato frio fez minha pele arrepiar. Sinto um dedo, outro dedinho e mais um entrando no meu cuzinho.
Gaby – Falei pra vocês, galera, que a Moni é incrível! Olha como em dois minutos ela dilata o cuzinho.
Gaby – Você vai comer dois paus, minha vida.
Eu – Fala, vagabundo, fode meu cuzinho, por favor.
Sinto o pau do Gaby começando a fazer pressão e, pluf, tudo pra dentro. Ah, essa sensação eu não sentia desde o verão: dois paus dentro de mim, a sensação multiplicada pelo êxtase. Mal senti o... Pau de Gaby já todo dentro, comecei a sentir que não aguentava mais, comecei a gritar e enfiar a mão pra masturbar meu clitóris.
De repente sinto outra pica, a do Axel, que enfia na minha boca enquanto eu gemia.
Pego nos ovos dele enquanto ele literalmente comia minha boca, eu mexia minha língua sem parar.
Era demais o que eu sentia, comecei a gozar e ao mesmo tempo o Axel, que tinha ficado a mil olhando a cena e com minha boca à disposição dele, começou a encher minha boca de porra, era uma quantidade enorme de porra que esse cara tinha acumulado (era bem mais que o Afeúcho, pra ser sincera, dava pra ver que fazia tempo que ele não punhetava).
Axel – Isso, bebê, engole tudo, siiiim.
Eu não sei se engoli ou não, porque tava tendo um super orgasmo, mas lembro do gosto gostoso e salgado.
Não parava de gemer e gritar.
Gaby – Isso, meu amor, goza, vai.
Eu – Continua arrombando minha bunda, não para.
Era lindo sentir duas picas dentro de mim.
José – Gaby, deixa eu provar essa bunda?
Gaby – Fica à vontade, amigo, é toda sua.
Me esvaziam de uma vez.
Vai, se apressa que eu quero maaais (só pra avisar, depois que eu gozo, consigo gozar mais umas quantas vezes).
Gaby senta no braço do sofá, me olha, e eu já entendi que queria que eu chupasse a pica dele. Fico de quatro no sofá, levantando a bundinha.
José – Uiii, meu amor, que bunda linda que você tem. Gaby, a gente devia meter duas picas de uma vez nessa bunda.
Gaby – Ei, calma, também não vamos arrebentar ela, que ainda vai ficar uma semana aqui e quero tirar o máximo de proveito.
Eu – Meu amor, olha o suco que você tira de mim, não para de me molhar a noite toda.
Gaby – Vem cá que vou te dar mais suquinho pra sua boquinha.
Me aproximo e começo a devorar a pica dele, lambendo bem os ovos, bem devagar. Sinto minha bunda começando a receber a pica do José, bem de pouquinho. Acho que tinha subido o efeito do comprimido de novo, porque a sensação foi super estranha, pra caralho de prazerosa, sentia cada parte do meu buraquinho pulsando e se abrindo, o interior da minha bunda queimando de tesão. prazer. E enquanto minha boca não parava de chupar e chupar e chupar e com minha mão eu tocava os ovos dele e num momento eu resolvi meter um dedo no cu do Gabriel enquanto ele gritava de prazer e de novo me presenteava com todo o esperma dele que eu engolia enquanto eu gritava como possuída e José acelerava cada vez mais o ritmo
José vou encher esse seu cu de porra, sua puta
E ele me comia com uma força incrível, eu com a outra mão me esfregava sem parar
Isso tudo acontecia enquanto eu recebia a porra do Gaby na boca, eu chupando e limpando tudo pra não deixar escapar nem uma gotinha
Eu - isso, me arrebenta, caralho, aiiiiii sim
José - toma, cadelaaaaa
A gente gritava enquanto ele enchia meu interior de porra
Eu sentia uma viscosidade quente percorrendo meu interior, aiiii meu deus que prazer que eu tava sentindo, incrível
Vou gozar e sinto duas mãos me segurando
Axel - quero ver como sai a porra do seu cuzinho gostoso, amor
Sinto a porra do José escorrendo pela minha bunda, Axel pega com dois dedos, mete a mão na minha bunda e coloca a mão na minha boca
Axel - toma, bebe, prova a porra do meu amigo, tenho certeza que você vai gostar, sua puta que você é
Eu devoro os dedos com vontade de sentir a mistura dos sabores da porra do Gaby com a do José e meu cuzinho quente e gostoso
Vou descer e ele me agarra de novo, os outros dois estavam acabados, José largado no tapete e Gaby do lado do José
Axel - você ainda não provou meu pau
Eu - não aguento mais, me deixaram em pedaços
Axel - não seja má, só mais um pouco, com o tesão que me deu ver vocês arrebentando essa bunda linda, vai
Eu que não sei dizer muito não
Me jogo de costas na borda do sofá
Axel - ei, quero o cuzinho
Eu - me come por frente primeiro, amor
Ele começa a me penetrar, eu começo a me masturbar e rapidamente já tava toda molhada e com tesão de novo, a verdade é que apesar de ser feio, ele comia muito bem, o cara tinha um ritmo gostoso e boa pegada, rapidamente eu tava à beira do orgasmo, depois de uns minutos me comendo, ele me levanta Booty e ela coloca um travesseiro embaixo de mim, se ajoelha de novo e começa a colocar a ponta no meu buraquinho, pressiona e rapidamente meu cuzinho se abre, era a terceira pica que eu recebia em menos de uma hora.
Aiii sim, papai, faz meu cuzinho, sim, meu amor. O cara colocou a pontinha e me deu um jato de porra lá dentro, claramente tava muito excitado, chegamos juntos a mais um orgasmo…
Depois de meia hora, começamos a nos espreguiçar.
Gaby: — Moni, cada dia você tá mais puta, juro que um dia vou organizar uma orgia pra você, no mínimo 6 paus!
Eu: — Uii, não sei se dou conta de tantos.
Gaby: — Você aguenta 10, meu amor!
José: — Meu Deus, que puta gostosa que você é.
Gaby: — Bom, agora você vai abrir a boquinha de novo, mas não vou gozar em você, toma mais meio.
Abro obedientemente.
Gaby: — Agora vamos dançar, quero terminar em casa e com uma amiga que a gente conheça. Eu te dei várias picas, agora é minha vez!
Eu: — Vou ficar com ciúmes, falei rindo.
(E o pior é que eu realmente tava ficando com ciúmes de imaginar a Gaby com uma novinha, e era absurdo porque eu tinha acabado de dar pros dois amigos dela, não ia deixar qualquer puta pegar ele na minha frente… continua…)
0 comentários - Noite de balada e reencontro com a Gaby 2ª parte