Olá, todo mundo! Sou a tia, muitos já devem me conhecer porque dou conselhos e conto as histórias que tenho com meu sobrinho. Hoje vou contar como foi minha primeira vez com meu segundo marido.
Tudo começa comigo, uma mulher separada, com uma filha, morando com minhas irmãs, uma vida normal como qualquer outra: trabalhando, saindo pra dançar com minhas irmãs e amigos. Até que um dia, um vizinho da rua de trás me convida pra um encontro, como se diz hoje em dia. Eu falei: "Tá bom, quando eu der um jeito, um dia a gente sai". E pronto.
Numa sexta-feira, cruzo com ele perto de casa. A gente se cumprimenta: "Oi, tudo bem? Como você tá?" e tal. E eu digo: "Aceito sairmos hoje à noite, se você puder. Minhas irmãs vão sair por conta delas, e minha filha vou deixar com as primas." Combinamos pra noite. Chegou a hora, ele passou pra me buscar, me levou pra comer, depois saímos pra caminhar um pouco, conversamos sobre nós, e ele me deixou em casa.
Os dias foram passando, até que um dia cruzo com ele no carro e ele diz: "Te levo até sua casa." Eu falo: "Tá bom." A gente se cumprimenta, conversa sobre a vida, e umas quadras antes de chegar em casa, ele para e diz: "Preciso te falar uma coisa: eu gosto muito de você e queria que a gente fosse mais que amigos." Eu fiquei muda, sem dizer nada. Ele fala: "Não me diz nada, só me permite isso." E se aproxima da minha boca e me dá um beijo com toda a paixão dele. Depois, quando ele me deixou em casa, pensei: "Agora é minha vez." Dei um beijo melhor do que o que ele me deu.
Uns dias depois, já tendo contado pras minhas irmãs e pra minha filha, ele me propõe morar na casa que ele aluga, e que minha filha também morasse com a gente. Ele gosta muito dela e de vez em quando dá um presente pra ela. Quando ele disse isso, gostei ainda mais. Eu falo: "Deixa eu falar com minhas irmãs e ajeitar tudo."
Passaram uns dias e fomos morar com ele. Era bem perto de casa. Os dias foram passando e a relação ficava cada vez mais forte. Já fazia mais de um mês que a gente morava junto, e um dia vem uma amiga minha e, de conversa em conversa, ela pergunta: "Já fizeram?" E eu respondo... Sim, fizemos aquilo e eles se deitaram, e eu não entendia ela. Ela me diz: "Sexo, querida", e eu respondo: "Tudo tem seu tempo, o dia vai chegar". Ela me diz: "Se não se apressar, arruma outra", e ela riu. Depois de um tempo, ela foi embora, e eu fiquei pensando.
- Chegou o dia. Uma sexta-feira, já eram quase 23h. Eu estava um pouco cansada, sem nada pra fazer em casa, meio entediada, digamos. Nisso, meu marido vem, me dá um beijo na boca e diz: "Mais linda que isso não dá". E nos beijamos bem apaixonadamente. Ele beija meu pescoço e depois me pergunta: "Você quer?" Eu respondo: "Sou toda sua".
- E continuamos nos beijando. Depois, ele tira a camiseta. Em seguida, ele levanta minha camiseta e eu termino de tirar. Enquanto isso, ele tira toda a roupa dele. E quando vejo o pau dele, que inchava cada vez mais, ficando bem grosso e cheio de veias, por dentro eu pensava: "Ele vai usar bem, porque com meu primeiro marido, que foi meu primeiro homem, eu passei mal". Bom, isso é outra história. Vamos continuar o relato. Ele se aproxima e continua me beijando, enquanto com a mão desabotoa minha calça. Depois, me levanta, me pega pelo cabelo e leva meu rosto até o pau dele, e diz: "Brinca com meu pau".
- E eu, que não gostava nada daquilo, queria que ele me comesse e pronto. Não acredito que na primeira vez se faça tudo. Mas enfim, peguei o pau enorme dele com a mão e comecei a masturbá-lo. E aos poucos, fui colocando o pau dele na minha boca. Ele me segura pelo cabelo para não atrapalhar e, com a mão, começa a mover minha cabeça. O pau dele parecia que entrava cada vez mais fundo na minha boca.
- Depois, ele me levanta, me joga na cama, tira minha calça. Fiquei de sutiã e calcinha. Ele beija minha boca, apalpa meus peitos e, aos poucos, vai beijando todo o meu corpo até chegar na minha calcinha fio dental. Ele coloca a mão por dentro da minha calcinha e, com os dedos, começa a meter na minha buceta. Depois, com uma sensualidade, tira minha calcinha, deixando minha buceta à mostra. E aproxima a boca e começa a chupar ela. Eu já começava a gemer, e ele também enfiava um pouco os dedos. —depois vejo ele abrindo a gaveta do criado-mudo e pegando uma camisinha, e eu penso: é o homem perfeito, como me cuida e me respeita, porque se ele me pedisse pra fazer sem proteção, eu mandava ele tomar no cu. enfim, ele coloca a camisinha e vai introduzindo o pau dele na minha buceta devagar, parecia que era a primeira vez dos dois. ele vai metendo e tirando lentamente, eu soltando uns gemidos, e quando peguei confiança, ele foi aumentando a velocidade, e aí gememos os dois.
—a cama fazia barulho e nós dois pegando fogo. depois ele me vira de lado e dessa vez é mais calmo, desabotoa meu sutiã deixando meus peitos meio cobertos, e é aí que ele estoura a camisinha cheia de porra, senti como se tivesse me enchido de leite.
—depois ele tira a camisinha e coloca outra, e aí ele me põe de quatro, e eu pensei: caralho, isso é incrível. aqui ele solta tudo que tem, se ajeita e enfia o pau no meu rabo, começa a se mover devagar, ele segura meus ombros e começa a ir mais rápido, me pergunta: "cê gosta, meu amor?" e dá tapas na minha bunda, eu respondo: "sim, não para, amor", ele diz: "você é minha puta", e cada vez parecia que ele metia o pau mais fundo.
—depois ele levanta, deita na cama, eu sento no pau dele e começo a me mexer pra cima e pra baixo, meio sem jeito por tudo que tava descobrindo sobre sexo, e comecei a me mover mais rápido, ele gemendo de vez em quando, eu parecia que tava destruindo o pau dele, e quando eu fiz ele gozar, foi forte, ele sempre se segurava pra não gozar, mas eu fiz ele gozar.
—depois, pra relaxar, ele vai direto pros meus peitos, começa a acariciar, chupar, parecia um bebê mamando, haha. depois de um tempo, ele pega outra camisinha e coloca, nós dois abraçados, nos beijando, ele se movendo e segurando minha bunda, mexendo pra cima e pra baixo, de vez em quando ele se movia rápido, até que ele gozou e terminamos dormindo abraçados.
—espero que tenham gostado e entendido, em breve conto outra. parte abraços da tia.
Tudo começa comigo, uma mulher separada, com uma filha, morando com minhas irmãs, uma vida normal como qualquer outra: trabalhando, saindo pra dançar com minhas irmãs e amigos. Até que um dia, um vizinho da rua de trás me convida pra um encontro, como se diz hoje em dia. Eu falei: "Tá bom, quando eu der um jeito, um dia a gente sai". E pronto.
Numa sexta-feira, cruzo com ele perto de casa. A gente se cumprimenta: "Oi, tudo bem? Como você tá?" e tal. E eu digo: "Aceito sairmos hoje à noite, se você puder. Minhas irmãs vão sair por conta delas, e minha filha vou deixar com as primas." Combinamos pra noite. Chegou a hora, ele passou pra me buscar, me levou pra comer, depois saímos pra caminhar um pouco, conversamos sobre nós, e ele me deixou em casa.
Os dias foram passando, até que um dia cruzo com ele no carro e ele diz: "Te levo até sua casa." Eu falo: "Tá bom." A gente se cumprimenta, conversa sobre a vida, e umas quadras antes de chegar em casa, ele para e diz: "Preciso te falar uma coisa: eu gosto muito de você e queria que a gente fosse mais que amigos." Eu fiquei muda, sem dizer nada. Ele fala: "Não me diz nada, só me permite isso." E se aproxima da minha boca e me dá um beijo com toda a paixão dele. Depois, quando ele me deixou em casa, pensei: "Agora é minha vez." Dei um beijo melhor do que o que ele me deu.
Uns dias depois, já tendo contado pras minhas irmãs e pra minha filha, ele me propõe morar na casa que ele aluga, e que minha filha também morasse com a gente. Ele gosta muito dela e de vez em quando dá um presente pra ela. Quando ele disse isso, gostei ainda mais. Eu falo: "Deixa eu falar com minhas irmãs e ajeitar tudo."
Passaram uns dias e fomos morar com ele. Era bem perto de casa. Os dias foram passando e a relação ficava cada vez mais forte. Já fazia mais de um mês que a gente morava junto, e um dia vem uma amiga minha e, de conversa em conversa, ela pergunta: "Já fizeram?" E eu respondo... Sim, fizemos aquilo e eles se deitaram, e eu não entendia ela. Ela me diz: "Sexo, querida", e eu respondo: "Tudo tem seu tempo, o dia vai chegar". Ela me diz: "Se não se apressar, arruma outra", e ela riu. Depois de um tempo, ela foi embora, e eu fiquei pensando.
- Chegou o dia. Uma sexta-feira, já eram quase 23h. Eu estava um pouco cansada, sem nada pra fazer em casa, meio entediada, digamos. Nisso, meu marido vem, me dá um beijo na boca e diz: "Mais linda que isso não dá". E nos beijamos bem apaixonadamente. Ele beija meu pescoço e depois me pergunta: "Você quer?" Eu respondo: "Sou toda sua".
- E continuamos nos beijando. Depois, ele tira a camiseta. Em seguida, ele levanta minha camiseta e eu termino de tirar. Enquanto isso, ele tira toda a roupa dele. E quando vejo o pau dele, que inchava cada vez mais, ficando bem grosso e cheio de veias, por dentro eu pensava: "Ele vai usar bem, porque com meu primeiro marido, que foi meu primeiro homem, eu passei mal". Bom, isso é outra história. Vamos continuar o relato. Ele se aproxima e continua me beijando, enquanto com a mão desabotoa minha calça. Depois, me levanta, me pega pelo cabelo e leva meu rosto até o pau dele, e diz: "Brinca com meu pau".
- E eu, que não gostava nada daquilo, queria que ele me comesse e pronto. Não acredito que na primeira vez se faça tudo. Mas enfim, peguei o pau enorme dele com a mão e comecei a masturbá-lo. E aos poucos, fui colocando o pau dele na minha boca. Ele me segura pelo cabelo para não atrapalhar e, com a mão, começa a mover minha cabeça. O pau dele parecia que entrava cada vez mais fundo na minha boca.
- Depois, ele me levanta, me joga na cama, tira minha calça. Fiquei de sutiã e calcinha. Ele beija minha boca, apalpa meus peitos e, aos poucos, vai beijando todo o meu corpo até chegar na minha calcinha fio dental. Ele coloca a mão por dentro da minha calcinha e, com os dedos, começa a meter na minha buceta. Depois, com uma sensualidade, tira minha calcinha, deixando minha buceta à mostra. E aproxima a boca e começa a chupar ela. Eu já começava a gemer, e ele também enfiava um pouco os dedos. —depois vejo ele abrindo a gaveta do criado-mudo e pegando uma camisinha, e eu penso: é o homem perfeito, como me cuida e me respeita, porque se ele me pedisse pra fazer sem proteção, eu mandava ele tomar no cu. enfim, ele coloca a camisinha e vai introduzindo o pau dele na minha buceta devagar, parecia que era a primeira vez dos dois. ele vai metendo e tirando lentamente, eu soltando uns gemidos, e quando peguei confiança, ele foi aumentando a velocidade, e aí gememos os dois.
—a cama fazia barulho e nós dois pegando fogo. depois ele me vira de lado e dessa vez é mais calmo, desabotoa meu sutiã deixando meus peitos meio cobertos, e é aí que ele estoura a camisinha cheia de porra, senti como se tivesse me enchido de leite.
—depois ele tira a camisinha e coloca outra, e aí ele me põe de quatro, e eu pensei: caralho, isso é incrível. aqui ele solta tudo que tem, se ajeita e enfia o pau no meu rabo, começa a se mover devagar, ele segura meus ombros e começa a ir mais rápido, me pergunta: "cê gosta, meu amor?" e dá tapas na minha bunda, eu respondo: "sim, não para, amor", ele diz: "você é minha puta", e cada vez parecia que ele metia o pau mais fundo.
—depois ele levanta, deita na cama, eu sento no pau dele e começo a me mexer pra cima e pra baixo, meio sem jeito por tudo que tava descobrindo sobre sexo, e comecei a me mover mais rápido, ele gemendo de vez em quando, eu parecia que tava destruindo o pau dele, e quando eu fiz ele gozar, foi forte, ele sempre se segurava pra não gozar, mas eu fiz ele gozar.
—depois, pra relaxar, ele vai direto pros meus peitos, começa a acariciar, chupar, parecia um bebê mamando, haha. depois de um tempo, ele pega outra camisinha e coloca, nós dois abraçados, nos beijando, ele se movendo e segurando minha bunda, mexendo pra cima e pra baixo, de vez em quando ele se movia rápido, até que ele gozou e terminamos dormindo abraçados.
—espero que tenham gostado e entendido, em breve conto outra. parte abraços da tia.
1 comentários - Minha primeira vez com meu segundo marido