Minha namorada e a irmã dela (Capítulo 1)

Este relato, assim como os próximos capítulos, é uma história que aconteceu de verdade. Não tem ficção. Não tem imaginação. Só vontade de compartilhar com vocês umas experiências que espero que te deixem com tesão. E por favor, comentem, que não custa nada! 😀 Valeu.

Capítulo 1
O Chalé

Minha namorada e eu estamos juntos há cinco anos (faz uma semana que comemoramos nosso aniversário), mas durante esse tempo tive a sorte de viver certas experiências pelas quais, direta ou indiretamente, não poderia ser mais grato.

Marta (esse é o nome da minha namorada) acabou de fazer vinte e um anos, e eu, com cinco anos a mais que ela, me sinto muito sortudo por poder dizer que foi comigo que ela perdeu a virgindade. A verdade é que no começo ela era bem tímida nesse sentido. Não curtia muito a ideia de fazer boquete, nem de eu fazer oral nela, e também não gostava de sexo anal; pode-se dizer, no geral, que a única ideia de sexo que ela tinha era a do coito vaginal. Bem conservadora, sabe. Mas não demorou pra mudar de ideia, principalmente depois que uma tarde, quando estávamos juntos há três meses, foi ela mesma quem me perguntou se eu tava a fim de que ela me chupasse. Obviamente topei, e ela gostou. E gostou pra caralho. Lembro como os lábios dela, inexperientes e apressados, assim como a língua, brincavam com cada centímetro do meu pau, com vontade de aprender. Era uma exploradora, e eu queria que ela descobrisse tudo, e a primeira coisa que encontrou foi meu gozo na garganta dela. Isso foi uma surpresa pra ela, mas longe de se assustar ou ficar brava, ela pediu mais. Sempre mais.

Desde aquele dia, nossa vida sexual foi expandindo os horizontes. Depois de um tempo, ela deixou eu comer a buceta dela. Ainda lembro o gosto do melado dela na primeira vez, como as pernas dela tremiam, roçando nas minhas bochechas, e ela se abrindo cada vez mais pra minha língua entrar e sair, assim como meus dedos. Os gemidos dela eram música, e mais ainda quando logo depois ela virou de bruços e me deixou brincar com o cu dela. Aquilo foi do caralho, porque sempre fui um fetichista de bundas, e adorava a ideia de passar minha língua no cu dela. E foi assim. E ela também adorou. A verdade é que ela ficava cada vez mais e mais safada. A ponto de começarmos a foder em público. Num parque, na praia, no carro… Parece clichê, mas pra gente era a coisa mais excitante do mundo, embora não fosse todo dia, só de vez em quando, mas quando a ocasião surgia, era putaria pura. Foi assim que descobrimos o quanto a gente curtia exibicionismo; tenho umas fotos dela em público, mas isso é outra história.

Enfim, o que quero dizer com isso é que a Marta foi ficando cada vez mais e mais promíscua, safada, quase ninfomaníaca. Faltou o "quase", mas acho que já tá bom assim (meu pau também precisa de uma folga, porra).

A Marta tem uma irmã. O nome dela é Paloma, e tem vinte e quatro anos, dois a menos que eu. Conheci ela quando eu e minha namorada tínhamos só dois meses de namoro. Naquela época, a Paloma tinha namorado, e por algum motivo que até hoje não entendo, ela me odiou de cara. Lembro que a atitude dela comigo nas vezes que eu ia na casa dela era sempre bem ácida. Ela mantinha as aparências, fingia ser simpática, mas quando surgia a menor chance, me dava uma patada, uma indireta. Eu levava na esportiva, minha namorada falava pra eu não ligar, e eu obedecia. Mas o que eu não deixava de notar era o quanto ela era gostosa. E não que minha namorada não seja, hein! A Marta é de comer com os olhos, com os peitões dela, a bunda deliciosa e a carinha de santinha. Mas quando vi a Paloma, pensei: caralho, eu comia ela sem parar. As duas são de matar, tenho que admitir.

Os meses passaram e, quando a gente viu, chegou nosso segundo aniversário. E isso, curiosamente, coincidiu com a Paloma ter terminado com o namorado — que, pra ser sincero, era um porco do caralho, mas esses detalhes não vêm ao caso. O fato é que a partir daí, alguma coisa começou a mudar entre A irmã da minha namorada e eu.

Lembro de algumas vezes em que a Paloma jogava charme pra mim de um jeito descarado quando a irmã dela não estava, ou eu pegava ela me olhando mais de uma vez quando eu virava o olhar pra ela. Ela ria bastante comigo, algo que antigamente seria impensável. Também me lembro de uma vez que, ao subir com minha namorada na casa dela, a Paloma estava de pijama e ficou puta da vida com a Marta por não ter avisado que eu vinha. Ela saiu correndo pro quarto e, quando voltou, tava com uma camisola transparente que deixava quase tudo à mostra, o que não fez a menor graça pra minha namorada. Outras vezes, ela vestia um minishort que deixava metade da bunda de fora; uma vez que eu tava sentado no sofá, ela se inclinou pra frente e quase enfiou a bunda na minha cara. Como eu ficava louco de tesão naquela época com o jeito que ela me provocava. Depois chegava em casa e não conseguia evitar de bater uma pensando na bunda dela, nos peitos dela e naquela carinha de puta que ela fazia quando me via.

Chegou o verão, mais precisamente no fim de julho. A Marta me convidou pra passar quatro dias no chalé que a família dela tem pra passar as épocas festivas, fins de semana, meses de verão e tal. Eu topei na hora, e quem não toparia? Quatro dias com minha namorada e com a gostosa da irmã dela me esquentando o tempo todo? Só de pensar eu já ficava doido.

E então chegou o dia marcado e eu fui com ela. E como era de esperar, a irmã dela não parava de me deixar com tesão com uma sutileza que eu adorava. Teve uma vez que nós três estávamos brincando na piscina, elas duas de biquíni, as duas uma delícia. Eu tava com uma sunga bem apertada e curta, tipo boxer, então qualquer ereção ia me colocar numa situação bem constrangedora. Mas não tava nem aí, principalmente depois de todas as vezes que os olhos da Paloma ficavam grudados no meu pau. O negócio é que teve um momento em que a Marta teve que sair da piscina por uns minutos pra atender a ligação dos pais dela, e Paloma soube aproveitar bem. Ela jogou a bola que estávamos usando e, quando peguei, se aproximou pra tentar tirá-la de mim (tudo parte da brincadeira, claro). Mas era uma desculpa. Eu, tentando segurar a bola, fiz um movimento brusco que a aproximou das minhas partes íntimas, e falei:

– Duvido que você tenha coragem de tentar tirar agora.

Claro que ela teve, mas foi direto na minha piroca, e nem tentou fingir que foi sem querer. As mãos dela ficaram ali e sentiram eu endurecer e crescer. Ela olhou nos meus olhos, passou a língua no lábio inferior e sussurrou:

– Mas o que temos aqui?

Admito que fiquei paralisado, sem saber o que fazer, mas adorando a situação. Minha namorada podia voltar a qualquer momento, mas nem pensei nisso na hora. Só sentia as mãos dela acariciando minha piroca e os peitos dela colados no meu peito. Quase soltei a bola quando uma das mãos dela entrou por baixo do meu sungão e começou a me masturbar devagar.

– Relaxa… – ela ordenou. E eu obedeci. A ponto de fechar os olhos e, por um instante, quase perder a cabeça.

Mas me recuperei a tempo de me afastar, bem na hora que ouvi os passos da minha namorada se aproximando pelo jardim. A única coisa que ela viu foi eu chapinhando na água atrás de uma bola de plástico. Escapei por um triz, mas desde então não conseguia esquecer a Paloma. Não tinha jeito de tirá-la da cabeça e cada vez dava mais vontade de foder ela. Mas não de qualquer jeito, e sim de forma selvagem e prolongada.

Como falei no começo, tem muitas experiências pelas quais, direta ou indiretamente, sou profundamente grato à minha namorada. Acho que agora vocês entenderam o indiretamente. Sim, a irmã dela me faria gozar muito no futuro.

Os outros dias passaram com relativa tranquilidade. Eu continuava sofrendo com meu sungão apertado e gozando ao mesmo tempo. E foi assim que Como chegou a última noite, a noite antes de eu ir embora de lá.

Acontece que aquele chalé tem dois andares, o térreo e o andar de cima. No de cima é onde tem tudo: a cozinha, os quartos, a sala de jantar... No térreo tem uma sala, um quarto de hóspedes e um banheiro. Eu dormia no térreo. Tinha ele todo só pra mim. E vocês devem estar pensando: você não comeu sua namorada em nenhuma dessas noites? Ou é que não quer dar detalhes sobre isso, safado? Lamento dizer que foi impossível. A vigilância apertada do pai dela impediu. E não só isso, mas à noite, ao nos despedirmos, ela me trancava com chave e ia dormir lá em cima, então não houve chance nenhuma. Pelo menos não com a Marta, claro. Digamos que faltou a malícia que a irmã mais velha dela tinha.

Como eu disse, era minha última noite. Adormeci na hora, estava cansado. Em certo momento da madrugada, acordei e senti alguém me acariciando (e eu estava dormindo só de cueca, completamente descoberto, sem lençol, por causa do calor). Ainda meio dormindo, e com o quarto totalmente escuro, puxei ela pra mim e beijei. Achei que era a Marta, porque quem mais poderia ser? Minha mente sonolenta não tava lúcida pra raciocinar, e querendo aproveitar aquela oportunidade pra finalmente comer minha namorada, apertei ela nos meus braços e beijei com mais tesão. Senti que ela estava completamente pelada, e logo pude acariciar os peitos dela, e foi nesse instante que percebi que algo não batia. Aqueles peitos pareciam um pouco maiores que os da Marta, e não só isso. O jeito dela beijar... Era meio estranho, então abri os olhos e falei o nome da minha namorada. Não houve resposta. Chamei de novo com o mesmo resultado, então empurrei ela de lado, sentei com os pés no chão e acendi a luz.

Qual não foi minha surpresa quando vi que era a Paloma! Já tava excitado e com a pica dura como uma pedra só de pensar em dar uma boa Pau com a minha namorada, mas quando vi o corpo pelado da irmã dela... Caralho, que peitões, que gostosa ela era (e é)! Ela me olhava com uma certa perplexidade e ao mesmo tempo com um jeito de quem quer dar. Não tava usando nada de roupa, nem uma peça sequer, nem calcinha. Tinha a buceta toda raspada, e abriu as pernas pra me oferecer o fruto dela.

Eu não tirava os olhos daquela buceta molhada e quente, e muito menos quando ela começou a se tocar. Sentia que tava diante da oportunidade perfeita. Mas, por um lado, me bateu o remorso. Não queria trair minha namorada, me sentiria um merda pro resto da vida. Mas é que ela era tão gostosa, e fazia tanto tempo que eu a desejava...

Passei por um conflito interno violento. Assim como na piscina dias antes, fiquei paralisado, então ela tomou a iniciativa. Chegou perto de mim e me beijou de novo. A língua dela tinha um gosto tão bom, e meus dedos percorriam toda a pele macia e quente dela. Foi o empurrão que eu precisava pra me decidir, ela sabia bem disso. E aí a gente não parou mais.

Apoiei as costas no travesseiro e ela aproximou os peitos da minha boca. Juntei eles com as duas mãos, como dois melões bem doces, e comecei a chupar enquanto ela abafava os próprios gemidos pra ninguém no andar de cima ouvir. Os bicos dos peitos dela estavam duros desde o começo, e era um prazer lamber e chupar eles. Mas senti mais prazer ainda quando ela se afastou e começou a chupar meu pau. Porra, como ela chupou! Minha namorada faz uns boquetes bons, mas o da Paloma é de outro mundo. Que comedora! Ela tava faminta e segurou meu pau na boca por um bom tempo. O bom dessa experiência foi que finalmente realizei uma fantasia. O ruim é que pareceu muito curta. Ou será que perdi a noção do tempo, não sei. A verdade é que quando chupei a buceta dela, esqueci de tudo. Porra, que buceta gostosa. Ela adorou quando enfiei um dedo no cu dela enquanto fazia um cunnilingus. Senti ela gozar na minha boca, e ela levou o travesseiro pra boca pra seus gemidos ficaram abafados. Mas o melhor foi quando enfiei até o fundo. Aquela buceta tava bem lubrificada, e ardia. Embora não sei se tanto quanto meu pau, que a cada estocada entendia que a espera tinha valido a pena.

Ela sussurrava no meu ouvido pra eu não parar, que pelo amor de Deus, queria que eu gozasse dentro (eu sabia que ela tomava pílula anticoncepcional, então não ia hesitar em obedecer). Eu não parava de meter forte, exatamente como tinha imaginado tantas vezes, e ela enfiava a língua até o fundo da minha garganta. Quando parecia que tudo ia acabar, ela me empurrou pra eu tirar meu pau da buceta dela, o que me deixou meio confuso, mas logo entendi. Ela queria chupar de novo, e eu não impedi.

A boca dela subia e descia, e tava muito molhada. A língua dela girava e fazia um trabalho excelente. Eu me disse que tinha que aguentar, que queria penetrar ela de novo, por trás e pela frente, por todos os lados, mas ela pediu, quase implorou pra eu gozar na boca dela. E não pude negar esse presente. Enchi a boca dela com meu esperma, que ela engoliu com tanta naturalidade que quando tirou o pau já não tinha nenhuma gota do líquido branco. E é que ela tinha sugado tudo e deixado bem limpinho.

Depois disso, e como se fosse uma névoa matinal, ela foi embora, quase com o mesmo sigilo com que tinha vindo, não sem antes piscar um olho pra mim e prometer que aquela não seria a última vez e me garantir que tinha ficado com vontade de mais, mas que queria voltar logo antes que os pais percebessem a ausência dela.

Naquela noite dormi melhor do que nunca e na manhã seguinte a Paloma agiu com a mesma naturalidade de sempre, sem deixar nenhum deslize na atuação dela que pudesse nos delatar. A despedida foi uma merda, mas durante o caminho de volta pra casa eu pensava sem parar nas últimas palavras dela:

— Fica tranquilo, essa não vai ser a última vez…

9 comentários - Minha namorada e a irmã dela (Capítulo 1)

Impresionante! Mis 10 puntos van para esta obra de arte, espero la continuación!
ya está disponible, puedes leerla cuando quieras 😀 gracias por los 10 puntos, me alegro de que te haya gustado, saludos
estrie +1
Me encantó cómo has narrado esta historia...pude imaginarme todo con tal exactitud!
Gracias estrie! escribo novelas y relatos de todo tipo, es por eso que tengo práctica jeje pero no suelo escribir relatos eróticos (estos son más bien pornográficos xD), aunque en este caso me resulta fácil porque no tengo que inventar nada 😉 sigue disfrutando con los próximos capítulos, un saludo
Muchas gracias por traerme recuerdos... muchas partes de tus historia son exactamente inguales a cosas q me pasaron con mi ex y su hermana... edades, q a mi ex la desvirgue yo... haciamos cosas similares (solo q incluiamos hombres)... hablamos por privado y cambiamos fotos?
envíame un privado y hablamos
ld_beck +1
Excelente relato...!!
Muchas gracias! Solo intento que la gente pase un buen rato con mis recuerdos 😃
Muy buen relato espero saber como siguió con tu cuñada
Acabo de publicar el segundo capítulo. Gracias por tu comentario, me alegra de que te guste:p
me gusto tu relato, comersela a la cuñada es algo especial, transgresor, van puntos amigo