Um dia, a Lolita foi convidada por uma amiga pra ir num bar, onde iam encontrar o namorado da amiga e um amigo dele.
A Lolita era uma esposa jovem, casada desde os 16 anos com um vendedor que tinha uma lábia danada pra convencer, muito mulherengo, mas que tratava ela como uma bonequinha mimada em casa, só que não dava o que ela realmente precisava: um sexo bom.
A Lolita era uma gatinha linda, com cara de anjo, uns peitões enormes e um corpão que fazia todo mundo virar pra olhar. Com os luxos que o marido dava, ela se vestia bem putinha, porque o marido adorava exibir ela como um troféu — por ser jovem, gostosa e voluptuosa, a mulher em que a Lolita tava se transformando, agora que tinha acabado de fazer 18 anos.
A verdade é que aquela saída (aproveitando o abandono constante do marido, que vivia viajando a negócios e se entregando a outros prazeres, o que gerava em Lolita aquele vazio de estar sempre sozinha, de ter tudo mas não ter ninguém pra conversar ou aproveitar tanta abundância) foi o que deu um novo rumo na vida de Lolita.
Foram buscá-la perto das 22h. Lolita usava um vestidinho que colava no corpo, deixando à mostra o corpo monstruoso que ela tinha — era uma deusa jovem e suculenta, louca pra experimentar de tudo.
Aquela noite era exatamente o aniversário de 18 anos dela, quando uma amiga a convidou pra comemorar junto com o namorado e um amigo tão grande acontecimento. No carro, todos se apresentaram, e tanto o namorado da amiga quanto o amigo chamado Xavier, ao vê-la, não conseguiam parar de olhar. Estrategicamente, pediram coquetéis concentrados pra disfarçar a quantidade de álcool e ficaram fazendo perguntas pra ela. Xavier, aproveitando que estava de casal, sentou bem pertinho, abraçava ela e, com os dedos safados, percorria o ombro e o pescoço dela, enquanto a outra mão estava no joelho, também acariciando e deslizando os dedos do tornozelo até o começo do vestido — o que excitava muito Lolita. Ela adorava ser o centro das atenções, comemorar a maioridade com gente bonita, relativamente jovem, diferente do que estava acostumada: só velhos amigos do marido, que eram puramente tarados. Mas Xavier acariciava ela de um jeito muito gostoso, e ela gostava daquilo, dava pra perceber.
Xavier aproveitou que ela não recusava os carinhos e a chamou pra dançar. Já meio tonta, por não estar acostumada a beber, na pista ela se soltou. Os movimentos dela no ritmo da música, com aquele rebolado, provocaram uma ereção imediata não só em Xavier, mas em quem quer que estivesse admirando. Situação que Xavier aproveitou pra apalpar e tocar ela de forma mais descarada, e ela adorava — tinha uma carinha de satisfeita ao ver como todos a desejavam, ao sentir aquelas mãos alheias acariciando seu corpo. Costas e bundas, simular que tava comendo ela de quatro, apertar os quadris dela e sentir o pau dele ereto e durão batendo e quicando na bunda dela era a glória. Lolita queria que ele tivesse metendo de verdade naquele momento, sem se importar com os novos admiradores que estavam na pista. Xavier tava tão excitado que teve que se segurar pra não gozar na hora, e o que ele fez foi virar ela pra dar um beijo apaixonado, que teve uma resposta lógica da Lolita. Todo mundo olhava pra novinha e como ele apalpava ela enquanto devorava ela de beijos, que iam da boca dela ao pescoço, e aquelas mãos que percorriam todo o corpo lindo dela. Que sensação enorme de desejo puro e sem limites se transmitia pra todos que viam.
Lá longe dava pra ver a amiga e o namorado, que discretamente também estavam vendo o que rolava com a Lolita e a transformação dela.
Xavier já não aguentava mais, então pegou a mão de Lolita e tirou ela do bar, indo pro estacionamento. Ele encurralou ela contra um carro e beijou ela, agora sim sem nenhuma restrição, e com a inveja dos olhares do bar. Sem dizer nada, nem ele nem Lolita eram um par de loucos querendo se devorar. Enquanto beija ela, aperta aquelas tetas deliciosas atrás dos bicos, que estavam durões e loucos pra mamar. Ele aperta e belisca, arrancando uns suspiros gostosos da Lolita que quebram o silêncio da noite e mostram que ela curte muito essa parte. Então, bruscamente, ele tira as tetas do vestidinho dela e começa a chupar e morder o bico, e ela começa a gemer mais alto.
Xavier, com a outra mão, começa a abaixar a calça dele e a levantar o vestidinho dela até a cintura. E Lolita, gemendo de prazer e paixão fora desse mundo, não consegue reagir e sair daquela situação. Ela tava louca de prazer e não conseguia pensar em outra coisa a não ser naquele momento. Lolita gemia, e os lábios da buceta dela não poderiam estar mais lubrificados e molhados do que naquele momento. Quando Xavier levanta o vestido dela e toca a calcinha, ele nota... Tão molhada que ela tá, e ele não hesita em penetrá-la de uma só vez. Enfiou com violência, e isso excitava ainda mais a Lolita, que delícia que ela sentiu finalmente ter uma rola tão forte e vigorosa entre as pernas, uma rola violenta e cheia de vontade de foder ela. Com que voracidade ele dava as estocadas quando os sinos da meia-noite soaram e oficialmente ela já era maior de idade, e enquanto Xavier enchia a buceta dela de porra, ironicamente sussurrava no ouvido dela: FELIZ ANIVERSÁRIO, e quero te comer de cu quando ela deu o sinal com a cabeça. Ele tirou a rola ainda dura e ela chupou na hora, tanta era a vontade que Xavier ainda tava de pau duro. Lá longe, o namorado da amiga dela tava procurando os dois pra desejar feliz aniversário e se depara com um espetáculo pornográfico do caralho, mas muito melhor que nos filmes, mais real e ao vivo. Ele continuou observando. Enquanto isso, Xavier colocou ela de quatro e começou a foder ela de cu também até gozar dentro dela. CONTINUA
A Lolita era uma esposa jovem, casada desde os 16 anos com um vendedor que tinha uma lábia danada pra convencer, muito mulherengo, mas que tratava ela como uma bonequinha mimada em casa, só que não dava o que ela realmente precisava: um sexo bom.
A Lolita era uma gatinha linda, com cara de anjo, uns peitões enormes e um corpão que fazia todo mundo virar pra olhar. Com os luxos que o marido dava, ela se vestia bem putinha, porque o marido adorava exibir ela como um troféu — por ser jovem, gostosa e voluptuosa, a mulher em que a Lolita tava se transformando, agora que tinha acabado de fazer 18 anos.
A verdade é que aquela saída (aproveitando o abandono constante do marido, que vivia viajando a negócios e se entregando a outros prazeres, o que gerava em Lolita aquele vazio de estar sempre sozinha, de ter tudo mas não ter ninguém pra conversar ou aproveitar tanta abundância) foi o que deu um novo rumo na vida de Lolita.Foram buscá-la perto das 22h. Lolita usava um vestidinho que colava no corpo, deixando à mostra o corpo monstruoso que ela tinha — era uma deusa jovem e suculenta, louca pra experimentar de tudo.
Aquela noite era exatamente o aniversário de 18 anos dela, quando uma amiga a convidou pra comemorar junto com o namorado e um amigo tão grande acontecimento. No carro, todos se apresentaram, e tanto o namorado da amiga quanto o amigo chamado Xavier, ao vê-la, não conseguiam parar de olhar. Estrategicamente, pediram coquetéis concentrados pra disfarçar a quantidade de álcool e ficaram fazendo perguntas pra ela. Xavier, aproveitando que estava de casal, sentou bem pertinho, abraçava ela e, com os dedos safados, percorria o ombro e o pescoço dela, enquanto a outra mão estava no joelho, também acariciando e deslizando os dedos do tornozelo até o começo do vestido — o que excitava muito Lolita. Ela adorava ser o centro das atenções, comemorar a maioridade com gente bonita, relativamente jovem, diferente do que estava acostumada: só velhos amigos do marido, que eram puramente tarados. Mas Xavier acariciava ela de um jeito muito gostoso, e ela gostava daquilo, dava pra perceber.
Xavier aproveitou que ela não recusava os carinhos e a chamou pra dançar. Já meio tonta, por não estar acostumada a beber, na pista ela se soltou. Os movimentos dela no ritmo da música, com aquele rebolado, provocaram uma ereção imediata não só em Xavier, mas em quem quer que estivesse admirando. Situação que Xavier aproveitou pra apalpar e tocar ela de forma mais descarada, e ela adorava — tinha uma carinha de satisfeita ao ver como todos a desejavam, ao sentir aquelas mãos alheias acariciando seu corpo. Costas e bundas, simular que tava comendo ela de quatro, apertar os quadris dela e sentir o pau dele ereto e durão batendo e quicando na bunda dela era a glória. Lolita queria que ele tivesse metendo de verdade naquele momento, sem se importar com os novos admiradores que estavam na pista. Xavier tava tão excitado que teve que se segurar pra não gozar na hora, e o que ele fez foi virar ela pra dar um beijo apaixonado, que teve uma resposta lógica da Lolita. Todo mundo olhava pra novinha e como ele apalpava ela enquanto devorava ela de beijos, que iam da boca dela ao pescoço, e aquelas mãos que percorriam todo o corpo lindo dela. Que sensação enorme de desejo puro e sem limites se transmitia pra todos que viam.
Lá longe dava pra ver a amiga e o namorado, que discretamente também estavam vendo o que rolava com a Lolita e a transformação dela.
Xavier já não aguentava mais, então pegou a mão de Lolita e tirou ela do bar, indo pro estacionamento. Ele encurralou ela contra um carro e beijou ela, agora sim sem nenhuma restrição, e com a inveja dos olhares do bar. Sem dizer nada, nem ele nem Lolita eram um par de loucos querendo se devorar. Enquanto beija ela, aperta aquelas tetas deliciosas atrás dos bicos, que estavam durões e loucos pra mamar. Ele aperta e belisca, arrancando uns suspiros gostosos da Lolita que quebram o silêncio da noite e mostram que ela curte muito essa parte. Então, bruscamente, ele tira as tetas do vestidinho dela e começa a chupar e morder o bico, e ela começa a gemer mais alto.
Xavier, com a outra mão, começa a abaixar a calça dele e a levantar o vestidinho dela até a cintura. E Lolita, gemendo de prazer e paixão fora desse mundo, não consegue reagir e sair daquela situação. Ela tava louca de prazer e não conseguia pensar em outra coisa a não ser naquele momento. Lolita gemia, e os lábios da buceta dela não poderiam estar mais lubrificados e molhados do que naquele momento. Quando Xavier levanta o vestido dela e toca a calcinha, ele nota... Tão molhada que ela tá, e ele não hesita em penetrá-la de uma só vez. Enfiou com violência, e isso excitava ainda mais a Lolita, que delícia que ela sentiu finalmente ter uma rola tão forte e vigorosa entre as pernas, uma rola violenta e cheia de vontade de foder ela. Com que voracidade ele dava as estocadas quando os sinos da meia-noite soaram e oficialmente ela já era maior de idade, e enquanto Xavier enchia a buceta dela de porra, ironicamente sussurrava no ouvido dela: FELIZ ANIVERSÁRIO, e quero te comer de cu quando ela deu o sinal com a cabeça. Ele tirou a rola ainda dura e ela chupou na hora, tanta era a vontade que Xavier ainda tava de pau duro. Lá longe, o namorado da amiga dela tava procurando os dois pra desejar feliz aniversário e se depara com um espetáculo pornográfico do caralho, mas muito melhor que nos filmes, mais real e ao vivo. Ele continuou observando. Enquanto isso, Xavier colocou ela de quatro e começou a foder ela de cu também até gozar dentro dela. CONTINUA
0 comentários - Lolita, sus inicios