Precede de:http://www.poringa.net/posts/relatos/2983463/Escapada-de-fin-de-semana.htmlPassaram-se algumas semanas da nossa escapada pra Entre Ríos e tá chegando um casamento em Córdoba. É de dia e ao ar livre, numa chácara dos pais do noivo. Começa de manhã e termina de noite. A estância tem tudo que alguém pode pedir: piscina, jacuzzi, campo de futebol, tênis, polo, salões e várias casinhas pra hospedar um monte de gente, etc.
Era um casamento de alto nível e a gente tinha que estar à altura. Ludmila resolveu seguir meu conselho e marcou um encontro com a Camila, a depiladora.
Foi pra cuidar das pernas, axilas e sobrancelhas.
Ela voltou super satisfeita, mas um pouco ciumenta porque sabia que aquela loira gostosa tinha ficado com o marido dela completamente pelado. Isso foi na terça antes da festa. Na sexta, a gente não se viu até de noite, quando partimos pra Córdoba.
Chegamos depois da meia-noite na chácara onde era o evento e um chalé já tava pronto pra gente. Entramos, nos acomodamos e ela me mandou tomar banho. Obedeci e, depois que saí, ela entrou. Eu sentia que ela tava meio estranha, mas não sabia o que era.
Não tava sabendo do que tinha rolado naquela tarde.
Naquela tarde de sexta, Ludmila marcou outra sessão com a Camila e não me falou nada. Recorreu a ela pelo mesmo motivo que eu: tirar todo o pelo da buceta.
Na hora marcada, ela apareceu na casa dela e a Camila já tava preparada.
C- Oi, Ludmila, como cê tá?
L- Tô ótima! E você?
C- Tudo bem. Já deixei tudo pronto pro seu atendimento. Aliás, reservei a tarde inteira pra cuidar de você com calma.
L- Que bom, obrigada pela atenção.
C- Vai pra sala que já tô contigo. Tira a roupa atrás do biombo. Lá tem uma toalha pra você se cobrir enquanto me espera.
Minha esposa seguiu as instruções e ficou esperando, sem nada da cintura pra baixo. Pra ficar mais confortável, tirou o sutiã e ficou só com a regata de modal.
Camila entrou e começou a trabalhar. Tirou a toalha e se deparou com a buceta da minha esposa à disposição. Percebeu uma certa umidade ali. mas não disse nada. Ludmila estava excitada e não sabia como esconder isso.
C- Vou passar esse creme primeiro pra ir amaciando os pelos e depois a gente passa pro outro que permite tirar eles, ok?
L- Tá bom. Te pergunto, é o mesmo mecanismo pra continuar até a Booty? Assim já tiro de lá também.
C- Sim, continua igual. Quer que a gente faça completo?
L- Sim, por favor.
Camila começou a percorrer a área mais sensível da minha colega com muita precisão. Queria provocá-la pra deixá-la no ponto usando seus vastos conhecimentos sobre anatomia humana.
Tirou a primeira camada e foi pra segunda passada. Esperando o tempo necessário, começou a limpar, deixando sem barreiras o acesso à pele branca dela. A depiladora ficava com água na boca, mas precisava se segurar. Tudo chegaria na hora certa.
Pegou a loção oleosa e começou a se deliciar. Mandou Ludmila flexionar as pernas, levantar os joelhos e ficar quieta. Com a mão esquerda, derramou o óleo e apalpou a buceta por fora, rodeando os lábios externos. Com a direita, encharcada na loção, percorria a racha da Booty dela toda, fazendo um pouco de pressão no buraquinho do cu.
Ludmila começava a se agitar, mas não dizia nada.
C- Tá bem?
L- Sim, continua. Tô ótima.
Camila mordia os lábios e não parava de esfregar com as mãos, cada uma dedicada à parte que lhe cabia, trabalhando com um capricho único.
A temperatura subia cada vez mais e a paciente não conseguia se segurar. Ludmila teve um orgasmo doce, suave e longo.
Levantou a cabeça e a loira olhava pra ela com vontade de mais.
L- Me desculpa ficar assim. Mas você entende que eu também não sou de pedra.
C- Se você tá curtindo tanto quanto eu, significa que tô fazendo bem meu trabalho.
L- Sim, tô muito tesuda! Nunca me senti assim com uma mulher.
C- Então vamos aproveitar.
Camila passou loção nas mãos de novo, mas dessa vez o dedo maior da mão esquerda ela enfiou na buceta da Ludmila, e o maior da mão direita dele enfiou suavemente no anel de couro dela. Os suspiros enchiam o ambiente. Os lençóis se torciam entre as mãos da minha amada.
O dedo indicador da depiladora se juntou ao maior e já eram dois se enfiando naquela pussy recém-trabalhada. O cheiro de sexo tomava conta do quarto e um segundo orgasmo apareceu, muito mais forte que o anterior.
Os espasmos sacudiam o corpo da minha esposa e a Camila só se limitou a manter a posição, penetrando pelos dois lados, mas sem se mexer.
Quando a Ludmila se recompôs, sentou na maca. Achou que já estava tudo feito. Mas não era ela quem controlava a situação, e sim a dona da casa.
Ela a empurrou pra trás e saboreou os mamilos dela por cima da regata de modal. Devagar, começou a descer até a racha dela e se mandou pra fazer sexo oral nela. Acompanhando o trabalho, agora eram dois dedos penetrando a bunda dela. Com um pouco de malícia, mas sem parar, a depiladora ia arrancar até o último suspiro da minha mulher. Ela me disse que ia tentar "amolecer" ela e não pararia até conseguir.
De novo, minha esposa se contorcia de prazer pela atenção que aquela loira de 24 anos tava dando. Cada vez com mais frenesi, ela chupava aquela racha e comia a minha morena.
Não demorou muito até que, ali sim, os gritos de prazer dela ecoaram. Ela abafou a boca da Camila com os fluidos dela e cortou a circulação dos dedos apertando o cu dela. Ela gozou uma e mil vezes num orgasmo tremendo.
Naquele momento, sim, a Camila cedeu e esperou a visita dela recuperar o fôlego. Limpou os fluidos que cobriam ela e aproximou a roupa. A missão dela já tava concluída.
Sem dizer nada, a Ludmila se aproximou da porta de saída pra rua e parou ali.
L - Você sempre faz isso com suas clientes?
C - Com algumas eu sinto uma conexão especial e é muito difícil resistir. Tô sozinha há muito tempo e, assim como você, eu também não sou de pedra. Você é uma mulher muito gostosa e merece o melhor. Se Nota também que você deve ser uma boa gostosa e boa amante, senão seu marido não teria vindo até mim, disposto a sofrer achando que eu faria meu trabalho com cera. Sabe o quanto isso dói, ainda mais numa área tão sensível. Mas ele veio mesmo assim, e veio por você.
L – Aliás, você fez um trabalho muito bom aí, ficou lindo! Ha ha ha! Não conseguia me desgrudar. Não sei por que me deu tanta vontade de ter esse pau perto o dia inteiro! Vontade de chupar, tocar, enfiar! Tudo junto!
C – Fico feliz que você gostou e que está aproveitando. Pensa que você tem uma grande oportunidade aí de curtir o sexo ao máximo, e principalmente com quem você ama! Tem um extra enorme de satisfação ter um parceiro em quem confiar e com quem experimentar coisas novas.
L – Pode ser, talvez você tenha um pouco de razão. Bom, vou indo. A gente se fala.
C – Até mais, linda.
Ela deu um beijão na boca dela e abriu a porta. Minha mulher demorou pra reagir, mas saiu daquela casa de luxúria, e as duas se despediram acenando, como uma depiladora se despedindo de outra cliente.
Em Córdoba, continua...http://www.poringa.net/posts/relatos/2988519/Llegamos-a-Cordoba.html
Era um casamento de alto nível e a gente tinha que estar à altura. Ludmila resolveu seguir meu conselho e marcou um encontro com a Camila, a depiladora.
Foi pra cuidar das pernas, axilas e sobrancelhas.
Ela voltou super satisfeita, mas um pouco ciumenta porque sabia que aquela loira gostosa tinha ficado com o marido dela completamente pelado. Isso foi na terça antes da festa. Na sexta, a gente não se viu até de noite, quando partimos pra Córdoba.
Chegamos depois da meia-noite na chácara onde era o evento e um chalé já tava pronto pra gente. Entramos, nos acomodamos e ela me mandou tomar banho. Obedeci e, depois que saí, ela entrou. Eu sentia que ela tava meio estranha, mas não sabia o que era.
Não tava sabendo do que tinha rolado naquela tarde.
Naquela tarde de sexta, Ludmila marcou outra sessão com a Camila e não me falou nada. Recorreu a ela pelo mesmo motivo que eu: tirar todo o pelo da buceta.
Na hora marcada, ela apareceu na casa dela e a Camila já tava preparada.
C- Oi, Ludmila, como cê tá?
L- Tô ótima! E você?
C- Tudo bem. Já deixei tudo pronto pro seu atendimento. Aliás, reservei a tarde inteira pra cuidar de você com calma.
L- Que bom, obrigada pela atenção.
C- Vai pra sala que já tô contigo. Tira a roupa atrás do biombo. Lá tem uma toalha pra você se cobrir enquanto me espera.
Minha esposa seguiu as instruções e ficou esperando, sem nada da cintura pra baixo. Pra ficar mais confortável, tirou o sutiã e ficou só com a regata de modal.
Camila entrou e começou a trabalhar. Tirou a toalha e se deparou com a buceta da minha esposa à disposição. Percebeu uma certa umidade ali. mas não disse nada. Ludmila estava excitada e não sabia como esconder isso.
C- Vou passar esse creme primeiro pra ir amaciando os pelos e depois a gente passa pro outro que permite tirar eles, ok?
L- Tá bom. Te pergunto, é o mesmo mecanismo pra continuar até a Booty? Assim já tiro de lá também.
C- Sim, continua igual. Quer que a gente faça completo?
L- Sim, por favor.
Camila começou a percorrer a área mais sensível da minha colega com muita precisão. Queria provocá-la pra deixá-la no ponto usando seus vastos conhecimentos sobre anatomia humana.
Tirou a primeira camada e foi pra segunda passada. Esperando o tempo necessário, começou a limpar, deixando sem barreiras o acesso à pele branca dela. A depiladora ficava com água na boca, mas precisava se segurar. Tudo chegaria na hora certa.
Pegou a loção oleosa e começou a se deliciar. Mandou Ludmila flexionar as pernas, levantar os joelhos e ficar quieta. Com a mão esquerda, derramou o óleo e apalpou a buceta por fora, rodeando os lábios externos. Com a direita, encharcada na loção, percorria a racha da Booty dela toda, fazendo um pouco de pressão no buraquinho do cu.
Ludmila começava a se agitar, mas não dizia nada.
C- Tá bem?
L- Sim, continua. Tô ótima.
Camila mordia os lábios e não parava de esfregar com as mãos, cada uma dedicada à parte que lhe cabia, trabalhando com um capricho único.
A temperatura subia cada vez mais e a paciente não conseguia se segurar. Ludmila teve um orgasmo doce, suave e longo.
Levantou a cabeça e a loira olhava pra ela com vontade de mais.
L- Me desculpa ficar assim. Mas você entende que eu também não sou de pedra.
C- Se você tá curtindo tanto quanto eu, significa que tô fazendo bem meu trabalho.
L- Sim, tô muito tesuda! Nunca me senti assim com uma mulher.
C- Então vamos aproveitar.
Camila passou loção nas mãos de novo, mas dessa vez o dedo maior da mão esquerda ela enfiou na buceta da Ludmila, e o maior da mão direita dele enfiou suavemente no anel de couro dela. Os suspiros enchiam o ambiente. Os lençóis se torciam entre as mãos da minha amada.
O dedo indicador da depiladora se juntou ao maior e já eram dois se enfiando naquela pussy recém-trabalhada. O cheiro de sexo tomava conta do quarto e um segundo orgasmo apareceu, muito mais forte que o anterior.
Os espasmos sacudiam o corpo da minha esposa e a Camila só se limitou a manter a posição, penetrando pelos dois lados, mas sem se mexer.
Quando a Ludmila se recompôs, sentou na maca. Achou que já estava tudo feito. Mas não era ela quem controlava a situação, e sim a dona da casa.
Ela a empurrou pra trás e saboreou os mamilos dela por cima da regata de modal. Devagar, começou a descer até a racha dela e se mandou pra fazer sexo oral nela. Acompanhando o trabalho, agora eram dois dedos penetrando a bunda dela. Com um pouco de malícia, mas sem parar, a depiladora ia arrancar até o último suspiro da minha mulher. Ela me disse que ia tentar "amolecer" ela e não pararia até conseguir.
De novo, minha esposa se contorcia de prazer pela atenção que aquela loira de 24 anos tava dando. Cada vez com mais frenesi, ela chupava aquela racha e comia a minha morena.
Não demorou muito até que, ali sim, os gritos de prazer dela ecoaram. Ela abafou a boca da Camila com os fluidos dela e cortou a circulação dos dedos apertando o cu dela. Ela gozou uma e mil vezes num orgasmo tremendo.
Naquele momento, sim, a Camila cedeu e esperou a visita dela recuperar o fôlego. Limpou os fluidos que cobriam ela e aproximou a roupa. A missão dela já tava concluída.
Sem dizer nada, a Ludmila se aproximou da porta de saída pra rua e parou ali.
L - Você sempre faz isso com suas clientes?
C - Com algumas eu sinto uma conexão especial e é muito difícil resistir. Tô sozinha há muito tempo e, assim como você, eu também não sou de pedra. Você é uma mulher muito gostosa e merece o melhor. Se Nota também que você deve ser uma boa gostosa e boa amante, senão seu marido não teria vindo até mim, disposto a sofrer achando que eu faria meu trabalho com cera. Sabe o quanto isso dói, ainda mais numa área tão sensível. Mas ele veio mesmo assim, e veio por você.
L – Aliás, você fez um trabalho muito bom aí, ficou lindo! Ha ha ha! Não conseguia me desgrudar. Não sei por que me deu tanta vontade de ter esse pau perto o dia inteiro! Vontade de chupar, tocar, enfiar! Tudo junto!
C – Fico feliz que você gostou e que está aproveitando. Pensa que você tem uma grande oportunidade aí de curtir o sexo ao máximo, e principalmente com quem você ama! Tem um extra enorme de satisfação ter um parceiro em quem confiar e com quem experimentar coisas novas.
L – Pode ser, talvez você tenha um pouco de razão. Bom, vou indo. A gente se fala.
C – Até mais, linda.
Ela deu um beijão na boca dela e abriu a porta. Minha mulher demorou pra reagir, mas saiu daquela casa de luxúria, e as duas se despediram acenando, como uma depiladora se despedindo de outra cliente.
Em Córdoba, continua...http://www.poringa.net/posts/relatos/2988519/Llegamos-a-Cordoba.html
4 comentários - Minha esposa e a depiladora (III)