Você se levanta da cadeira e vem na direção da minha mesa com um papel na mão, e um sorriso bonito aparece no seu rosto quando percebe que tem toda a minha atenção.
- Dani, tudo bem pra você se a gente definir assim?-
Você diz enquanto se inclina pra frente pra me mostrar o croqui. No movimento, seu decote se abre, deixando na minha frente uma vista linda do seu colo e do sutiã.
- Ana, levanta, por favor, que eu tô quase ficando cego e ninguém é de ferro, haha.
Falo isso sem tirar os olhos do seu decote, e ao me ouvir, você se levanta num pulo, enquanto sua pele fica vermelha na hora e um sorriso nervoso se desenha nos seus lábios.
- Ai, desculpa, desculpa...
- Não tem o que desculpar, é uma vista linda.
Digo, levantando o olhar pro seu rosto e balançando a cabeça de um lado pro outro, fingindo que tô me livrando da imagem gravada na minha retina.
- Que bobo- A gente troca umas risadas enquanto se olha nos olhos.
- Bom, eu tava perguntando se você acha de boa definir assim.
- Acho de boa, mas o mais importante é você marcar como crítico a perpendicularidade com o assento e o paralelismo entre os eixos.
- Ok, então vou terminar e lançar hoje mesmo.
- Perfeito.
Você se vira pra voltar pra sua mesa, enquanto eu, disfarçando, não perco nenhum detalhe da sua bunda.
É engraçado como no começo você nem chamou tanto minha atenção, mas aos poucos foi despertando em mim um sentimento erótico. Você tava de licença maternidade quando eu comecei no trabalho, e só depois de três meses que você voltou.
Na época, você tinha 37 anos, tava na empresa desde os 20, casada e com dois filhos pequenos. Pouco menos de 1,70m e um corpo gostoso, com os sinais normais das gestações recentes, especialmente uns quilinhos a mais e uma barriguinha. Cabelo loiro e um rosto bonito e sorridente, que sempre mostrava um sorriso lindo.
Já faz dois anos desde então, e a gente tem uma química muito boa. Algo que me Gosto de te escrever e-mails de vez em quando e falar umas coisinhas, nada demais, mas adoro olhar de leve do meu lugar a carinha que você faz quando lê, o sorriso que surge no seu rosto e como você fica vermelha com os mais ousados. Depois fico esperando sua resposta como se mal prestasse atenção.
E-mail: -Desculpa se eu fico olhando, é que a rainha do escritório está muito gostosa hoje...
Você lê e um sorrisinho safado se desenha enquanto digita no teclado.
E-mail: -Não tem problema, não me incomoda vindo de você porque tem química, mas quer dizer que você me vê com bons olhos hahaha
E-mail: -Muito, mas muito bons mesmo, tenho uns olhos de primeira haha. Espero que amanhã você venha ainda mais gostosa, um vestidinho cairia bem hehe.
E-mail: -Bom, a gente faz o que dá. Vou buscar os pequenos, até amanhã.
E você sai com suas coisas quase correndo enquanto trocamos sorrisos e eu pisco um olho.
No dia seguinte você não me decepciona. Antes mesmo de te ver, já ouço o barulho dos seus saltos e depois admiro quando passa do meu lado o vestido que você colocou, que chega bem acima dos joelhos.
-Bom dia a todos- Você diz.
-Bom dia.
Imediatamente começo a escrever no computador:
E-mail: -Nossa, Ana, você está demais com esse vestido. Se eu tivesse te conhecido há uns anos, não deixava você escapar 😉
Adoro como você olha pros lados como quem quer garantir que ninguém percebe, como passa a mão no cabelo e coloca atrás da orelha, e como seu sorriso explode quando digita sua resposta no teclado.
E-mail: -Hahaha, que bobo, talvez eu nem tentasse escapar...
E quando leio isso, não consigo evitar sentir a excitação crescendo na minha entreperna.
-Vai um cafezinho?- Falo no meio da manhã.
-Claro, uma pausa sempre cai bem- Você diz enquanto se levanta e a gente segue pro refeitório.
-Esse café é horrível, mas a gente se Acostuma a um veneno e que não tirem depois - Te digo enquanto enfio as moedas na máquina.
- Bom, eu acho que mais do que o café, o que a gente precisa são os cinco minutos de pausa.
- Pois é, isso sem dúvida, e ainda mais com uma companhia tão boa - e pisco o olho pra você enquanto as palavras saem da minha boca.
- Aliás, Ana, tô há um tempão procurando o original da norma do alumínio injetado e não acho em lugar nenhum, o mais longe que chego é na revisão 4. Mas queria ver o original, acho que se perdeu informação pelo caminho.
- Nossa, isso você não vai achar na rede. Só deve estar em papel no arquivo, com todas as cópias da licença original. Depois, se quiser, eu procuro pra você.
- Muito obrigado, eu nesse arquivo não me acho. Ótimo se você me der uma mão, ou melhor, eu te dou uma mão também...
- Pra procurar, né? - Você pergunta levantando uma sobrancelha.
- Claro, claro, pra procurar... Senão, ia ser o quê? Hahaha - E a gente volta pro escritório com o café na mão.
Já é quase meio-dia e alguns colegas começam a se levantar pra ir almoçar.
- Quer dar uma olhada no arquivo pra ver se acha o que precisa, Dani? - Você fala enquanto se levanta.
- Claro, muito obrigado - E te sigo até o quartinho onde guardam a história da empresa desde o começo.
É um cômodo bem comprido e estreito, com estantes dos dois lados e no fundo, gaveteiros menores dividem o espaço em dois corredores. Dois banquinhos pra consultar entre os papéis empoeirados e uma escadinha completam a mobília.
Você acende a luz e os fluorescentes começam a piscar, a maioria num esforço inútil de acender.
- Nossa, que pouca luz, só funciona um fluorescente. Aqui já não vem quase ninguém.
- Bom, mais intimidade, haha - Respondo.
- É, né? Acho que o que a gente procura deve estar no fundo. E te sigo enquanto a gente Entramos no quarto.
Você fica na frente de um arquivo, comigo bem atrás de você, e abre a gaveta acompanhando o movimento com sua bunda que recosta em mim.
- Uish, desculpa hehe - e você afasta sua bunda, que finalmente fica a poucos centímetros de mim enquanto começo a ter uma ereção.
Enquanto você começa a procurar, eu tento olhar por cima do seu ombro, aproximando meu rosto do seu e, disfarçadamente, começo a me esfregar na sua bunda.
- Humm, que cheiro bom, Ana.
- Gostou? Olha, cheira. - E você afasta o cabelo e vira a cabeça, oferecendo seu pescoço.
- Siim, adoro, cheira maravilhosamente bem - digo, aproximando meu nariz e meus lábios do seu pescoço branco - Dá até vontade de provar, posso?
- Ahã, não fique com vontade.
Minha boca se abre e meus lábios se fecham ao redor do seu pescoço, percorrendo-o com minha língua e dando pequenas mordidas que sobem pela sua bochecha até chegar a morder e chupar seu lóbulo da orelha.
- Hummm, você tem o mesmo gosto do cheiro - sussurro no seu ouvido enquanto minhas mãos sobem pela sua cintura em busca dos seus peitos. Você coloca suas mãos sobre as minhas e aperta contra suas tetas, enquanto sua bunda se joga para trás e aumenta o contato com minha piroca dura.
- Parece que você gostou do meu cheiro, pelo que estou sentindo na minha bunda.
Você vira a cabeça para trás, procurando minha boca, que se abre para devorar a sua, e nossas línguas se enroscam num beijo quente e molhado. Nossas bocas se separam enquanto mordemos os lábios um do outro, até que finalmente falo no seu ouvido.
- Você não sabe quantas vezes sonhei em comer essa bunda - digo, apertando forte contra seu traseiro.
- Tá esperando o quê? É sua chance. - E você lambe minha boca mais uma vez.
Eu me agacho atrás de você e enfio minhas mãos por baixo do seu vestido para subir acariciando suas coxas, levanto seu vestido e suas mãos seguram ele, deixando diante dos meus olhos um panorama esplêndido.
As nádegas firmes da sua bunda aparecem a poucos centímetros de mim. Cara, essa tanga deixa tudo exposto pro meu prazer. Depois de amassar com as mãos, minha boca vai direto ao encontro pra morder, lamber e saborear enquanto você empina a raba, deixando tudo exposto pros meus carinhos.
— Mmm, adoro essa bunda — e com as mãos pego sua tanga e começo a puxar até ela cair no chão. Você abre as pernas e aparece na minha frente uma buceta divina, depilada, com lábios carnudos e suculentos que exalam um aroma que embriaga.
— Vem, gostoso, vem — você fala enquanto separa as nádegas pra facilitar o trabalho da minha língua, que começa a percorrer sua rachinha e seu cu, sem saber por qual dos dois decidir.
Minha mão direita sobe até seu púbis e, com o polegar, começo a massagear seu clitóris, já bem inchadinho, enquanto por trás a ponta da minha língua consegue passar pelos lábios da sua buceta e provar seu sexo molhado.
— Essa bucetinha tá pedindo pau, Ana, mmmm.
— Aghhh, dá logo, ela precisa. E eu volto a subir, beijando sua bunda mais uma vez até chegar na altura do seu rosto, onde você me oferece de novo sua boca que tem gosto de mel.
Suas mãos vão pra trás, procurando meu cinto, que você desabotoa com um pouco de esforço. Solto o botão da calça e abaixo junto com a cueca. Meu pau salta feito mola e bate na sua bunda macia. Você pega ele com a mão e esfrega várias vezes.
Abro minhas pernas e dobro levemente os joelhos pra posicionar meu pau na altura da sua bucetinha. Pego ele com a mão e começo a esfregar entre os lábios, que o recebem com gosto, abraçando e molhando minha cabeça com seus sucos.
Você levanta a perna direita e coloca o joelho em um dos banquinhos, abrindo sua xereca pra facilitar a entrada do meu pau. Com uns últimos toques, coloco ele na entrada da sua vulva e, aos poucos, começo a apertar, sentindo como sua bucetinha molhada envolve meu pau com um calor delicioso até eu chegar no fundo. para por uns segundos.
- Aggghh - Geme enquanto sua buceta aperta meu pau - Me fode, me fode de uma vez.
Começo um vai e vem suave pelo seu sexo escorregadio enquanto minha mão direita procura seu peito e consigo tirá-lo do sutiã e vestido para poder amassá-lo e brincar com seu mamilo ereto entre meus dedos. Minha mão esquerda alcança seus lábios para terminar enfiando dois dedos na sua boca, que você chupa e mordisca entre gemidos.
- Que buceta mais gostosa, como ela engole meu pau... Ufff... as vezes que pensei em te ter exatamente assim, mmm.
- Já me tem, agghh.. me tem com tesão há muitos meses, seu safado.. me fode, não para de me foder.
Acelero o ritmo e meu pau entra e sai da sua buceta mais rápido, o barulho do meu corpo batendo nas suas nádegas a cada estocada me deixa ainda mais excitado, então tenho que diminuir o ritmo para não gozar.
- Nãooo, não para, continua mmmm.
- Bufff, se eu continuar assim, vou gozar, Ana - Volto a acelerar o ritmo... chop chop chop...
- Você não para, porra, não para..
- Aghh.. Ana, vou gozar - e faço uma tentativa de tirar ele.
- Nãoooo, não tira... não tira - e você me empurra com sua bunda, impedindo que eu escape.
Seu gesto me dá carta branca para me esvaziar dentro de você, então faço minhas penetrações mais profundas e brutas em busca do clímax.
- Bufff bufff, vou gozar, Ana...
- Siii, me enche, me enche, me dá seu gozo ummmmm.
Com uma última estocada, me enterro o máximo possível em você enquanto descargas elétricas percorrem minhas bolas e começo a gozar na sua bucetinha. As descargas do meu sêmen quente te queimam e, ao senti-las, seu corpo começa a convulsionar e sua buceta aperta meu pau com suas contrações.
- Agggh, agghh siii.. eu precisava, precisava que você me enchesse, Dani ummm - Nossas respirações começam a relaxar e meu pau começa a perder a rigidez dentro da sua xereca.
Você se levanta ainda com meu pau meio mole dentro de você e procura minha boca. Nossas línguas se entrelaçam uma cada vez mais enquanto meu pau termina de sair de dentro de você. Você se vira e, sem separar nossas bocas, e uma vez de frente um para o outro, você se abaixa devagar até ter meu pênis mole na frente do seu rosto.
Você pega ele com a mão e, abrindo a boca, envolve minha glande com seus lábios, dando uma chupada lenta que recolhe as últimas gotas do meu gozo enquanto me encara fixamente nos olhos. Por fim, dá um beijo na ponta e, sorrindo, me diz:
— Não podia deixar de provar. — Não falo uma palavra.
Abaixada como está, você sobe minha cueca e minha calça e abotoa. Se levanta e me oferece sua boca uma última vez.
— Bom, acho melhor você sair primeiro, Dani. Eu vou ficar uns minutinhos aqui tentando me recompor um pouco, hahaha.
— Sim, sim. Se for o caso, a gente continua procurando outro dia, né? — falo sorrindo.
— Claro que sim, o arquivo não vai sair daqui, hehe.
E enquanto saio do quarto, você me olha com sua cara risonha, a calcinha no chão e um peito de fora.
- Dani, tudo bem pra você se a gente definir assim?-
Você diz enquanto se inclina pra frente pra me mostrar o croqui. No movimento, seu decote se abre, deixando na minha frente uma vista linda do seu colo e do sutiã.
- Ana, levanta, por favor, que eu tô quase ficando cego e ninguém é de ferro, haha.
Falo isso sem tirar os olhos do seu decote, e ao me ouvir, você se levanta num pulo, enquanto sua pele fica vermelha na hora e um sorriso nervoso se desenha nos seus lábios.
- Ai, desculpa, desculpa...
- Não tem o que desculpar, é uma vista linda.
Digo, levantando o olhar pro seu rosto e balançando a cabeça de um lado pro outro, fingindo que tô me livrando da imagem gravada na minha retina.
- Que bobo- A gente troca umas risadas enquanto se olha nos olhos.
- Bom, eu tava perguntando se você acha de boa definir assim.
- Acho de boa, mas o mais importante é você marcar como crítico a perpendicularidade com o assento e o paralelismo entre os eixos.
- Ok, então vou terminar e lançar hoje mesmo.
- Perfeito.
Você se vira pra voltar pra sua mesa, enquanto eu, disfarçando, não perco nenhum detalhe da sua bunda.
É engraçado como no começo você nem chamou tanto minha atenção, mas aos poucos foi despertando em mim um sentimento erótico. Você tava de licença maternidade quando eu comecei no trabalho, e só depois de três meses que você voltou.
Na época, você tinha 37 anos, tava na empresa desde os 20, casada e com dois filhos pequenos. Pouco menos de 1,70m e um corpo gostoso, com os sinais normais das gestações recentes, especialmente uns quilinhos a mais e uma barriguinha. Cabelo loiro e um rosto bonito e sorridente, que sempre mostrava um sorriso lindo.
Já faz dois anos desde então, e a gente tem uma química muito boa. Algo que me Gosto de te escrever e-mails de vez em quando e falar umas coisinhas, nada demais, mas adoro olhar de leve do meu lugar a carinha que você faz quando lê, o sorriso que surge no seu rosto e como você fica vermelha com os mais ousados. Depois fico esperando sua resposta como se mal prestasse atenção.
E-mail: -Desculpa se eu fico olhando, é que a rainha do escritório está muito gostosa hoje...
Você lê e um sorrisinho safado se desenha enquanto digita no teclado.
E-mail: -Não tem problema, não me incomoda vindo de você porque tem química, mas quer dizer que você me vê com bons olhos hahaha
E-mail: -Muito, mas muito bons mesmo, tenho uns olhos de primeira haha. Espero que amanhã você venha ainda mais gostosa, um vestidinho cairia bem hehe.
E-mail: -Bom, a gente faz o que dá. Vou buscar os pequenos, até amanhã.
E você sai com suas coisas quase correndo enquanto trocamos sorrisos e eu pisco um olho.
No dia seguinte você não me decepciona. Antes mesmo de te ver, já ouço o barulho dos seus saltos e depois admiro quando passa do meu lado o vestido que você colocou, que chega bem acima dos joelhos.
-Bom dia a todos- Você diz.
-Bom dia.
Imediatamente começo a escrever no computador:
E-mail: -Nossa, Ana, você está demais com esse vestido. Se eu tivesse te conhecido há uns anos, não deixava você escapar 😉
Adoro como você olha pros lados como quem quer garantir que ninguém percebe, como passa a mão no cabelo e coloca atrás da orelha, e como seu sorriso explode quando digita sua resposta no teclado.
E-mail: -Hahaha, que bobo, talvez eu nem tentasse escapar...
E quando leio isso, não consigo evitar sentir a excitação crescendo na minha entreperna.
-Vai um cafezinho?- Falo no meio da manhã.
-Claro, uma pausa sempre cai bem- Você diz enquanto se levanta e a gente segue pro refeitório.
-Esse café é horrível, mas a gente se Acostuma a um veneno e que não tirem depois - Te digo enquanto enfio as moedas na máquina.
- Bom, eu acho que mais do que o café, o que a gente precisa são os cinco minutos de pausa.
- Pois é, isso sem dúvida, e ainda mais com uma companhia tão boa - e pisco o olho pra você enquanto as palavras saem da minha boca.
- Aliás, Ana, tô há um tempão procurando o original da norma do alumínio injetado e não acho em lugar nenhum, o mais longe que chego é na revisão 4. Mas queria ver o original, acho que se perdeu informação pelo caminho.
- Nossa, isso você não vai achar na rede. Só deve estar em papel no arquivo, com todas as cópias da licença original. Depois, se quiser, eu procuro pra você.
- Muito obrigado, eu nesse arquivo não me acho. Ótimo se você me der uma mão, ou melhor, eu te dou uma mão também...
- Pra procurar, né? - Você pergunta levantando uma sobrancelha.
- Claro, claro, pra procurar... Senão, ia ser o quê? Hahaha - E a gente volta pro escritório com o café na mão.
Já é quase meio-dia e alguns colegas começam a se levantar pra ir almoçar.
- Quer dar uma olhada no arquivo pra ver se acha o que precisa, Dani? - Você fala enquanto se levanta.
- Claro, muito obrigado - E te sigo até o quartinho onde guardam a história da empresa desde o começo.
É um cômodo bem comprido e estreito, com estantes dos dois lados e no fundo, gaveteiros menores dividem o espaço em dois corredores. Dois banquinhos pra consultar entre os papéis empoeirados e uma escadinha completam a mobília.
Você acende a luz e os fluorescentes começam a piscar, a maioria num esforço inútil de acender.
- Nossa, que pouca luz, só funciona um fluorescente. Aqui já não vem quase ninguém.
- Bom, mais intimidade, haha - Respondo.
- É, né? Acho que o que a gente procura deve estar no fundo. E te sigo enquanto a gente Entramos no quarto.
Você fica na frente de um arquivo, comigo bem atrás de você, e abre a gaveta acompanhando o movimento com sua bunda que recosta em mim.
- Uish, desculpa hehe - e você afasta sua bunda, que finalmente fica a poucos centímetros de mim enquanto começo a ter uma ereção.
Enquanto você começa a procurar, eu tento olhar por cima do seu ombro, aproximando meu rosto do seu e, disfarçadamente, começo a me esfregar na sua bunda.
- Humm, que cheiro bom, Ana.
- Gostou? Olha, cheira. - E você afasta o cabelo e vira a cabeça, oferecendo seu pescoço.
- Siim, adoro, cheira maravilhosamente bem - digo, aproximando meu nariz e meus lábios do seu pescoço branco - Dá até vontade de provar, posso?
- Ahã, não fique com vontade.
Minha boca se abre e meus lábios se fecham ao redor do seu pescoço, percorrendo-o com minha língua e dando pequenas mordidas que sobem pela sua bochecha até chegar a morder e chupar seu lóbulo da orelha.
- Hummm, você tem o mesmo gosto do cheiro - sussurro no seu ouvido enquanto minhas mãos sobem pela sua cintura em busca dos seus peitos. Você coloca suas mãos sobre as minhas e aperta contra suas tetas, enquanto sua bunda se joga para trás e aumenta o contato com minha piroca dura.
- Parece que você gostou do meu cheiro, pelo que estou sentindo na minha bunda.
Você vira a cabeça para trás, procurando minha boca, que se abre para devorar a sua, e nossas línguas se enroscam num beijo quente e molhado. Nossas bocas se separam enquanto mordemos os lábios um do outro, até que finalmente falo no seu ouvido.
- Você não sabe quantas vezes sonhei em comer essa bunda - digo, apertando forte contra seu traseiro.
- Tá esperando o quê? É sua chance. - E você lambe minha boca mais uma vez.
Eu me agacho atrás de você e enfio minhas mãos por baixo do seu vestido para subir acariciando suas coxas, levanto seu vestido e suas mãos seguram ele, deixando diante dos meus olhos um panorama esplêndido.
As nádegas firmes da sua bunda aparecem a poucos centímetros de mim. Cara, essa tanga deixa tudo exposto pro meu prazer. Depois de amassar com as mãos, minha boca vai direto ao encontro pra morder, lamber e saborear enquanto você empina a raba, deixando tudo exposto pros meus carinhos.
— Mmm, adoro essa bunda — e com as mãos pego sua tanga e começo a puxar até ela cair no chão. Você abre as pernas e aparece na minha frente uma buceta divina, depilada, com lábios carnudos e suculentos que exalam um aroma que embriaga.
— Vem, gostoso, vem — você fala enquanto separa as nádegas pra facilitar o trabalho da minha língua, que começa a percorrer sua rachinha e seu cu, sem saber por qual dos dois decidir.
Minha mão direita sobe até seu púbis e, com o polegar, começo a massagear seu clitóris, já bem inchadinho, enquanto por trás a ponta da minha língua consegue passar pelos lábios da sua buceta e provar seu sexo molhado.
— Essa bucetinha tá pedindo pau, Ana, mmmm.
— Aghhh, dá logo, ela precisa. E eu volto a subir, beijando sua bunda mais uma vez até chegar na altura do seu rosto, onde você me oferece de novo sua boca que tem gosto de mel.
Suas mãos vão pra trás, procurando meu cinto, que você desabotoa com um pouco de esforço. Solto o botão da calça e abaixo junto com a cueca. Meu pau salta feito mola e bate na sua bunda macia. Você pega ele com a mão e esfrega várias vezes.
Abro minhas pernas e dobro levemente os joelhos pra posicionar meu pau na altura da sua bucetinha. Pego ele com a mão e começo a esfregar entre os lábios, que o recebem com gosto, abraçando e molhando minha cabeça com seus sucos.
Você levanta a perna direita e coloca o joelho em um dos banquinhos, abrindo sua xereca pra facilitar a entrada do meu pau. Com uns últimos toques, coloco ele na entrada da sua vulva e, aos poucos, começo a apertar, sentindo como sua bucetinha molhada envolve meu pau com um calor delicioso até eu chegar no fundo. para por uns segundos.
- Aggghh - Geme enquanto sua buceta aperta meu pau - Me fode, me fode de uma vez.
Começo um vai e vem suave pelo seu sexo escorregadio enquanto minha mão direita procura seu peito e consigo tirá-lo do sutiã e vestido para poder amassá-lo e brincar com seu mamilo ereto entre meus dedos. Minha mão esquerda alcança seus lábios para terminar enfiando dois dedos na sua boca, que você chupa e mordisca entre gemidos.
- Que buceta mais gostosa, como ela engole meu pau... Ufff... as vezes que pensei em te ter exatamente assim, mmm.
- Já me tem, agghh.. me tem com tesão há muitos meses, seu safado.. me fode, não para de me foder.
Acelero o ritmo e meu pau entra e sai da sua buceta mais rápido, o barulho do meu corpo batendo nas suas nádegas a cada estocada me deixa ainda mais excitado, então tenho que diminuir o ritmo para não gozar.
- Nãooo, não para, continua mmmm.
- Bufff, se eu continuar assim, vou gozar, Ana - Volto a acelerar o ritmo... chop chop chop...
- Você não para, porra, não para..
- Aghh.. Ana, vou gozar - e faço uma tentativa de tirar ele.
- Nãoooo, não tira... não tira - e você me empurra com sua bunda, impedindo que eu escape.
Seu gesto me dá carta branca para me esvaziar dentro de você, então faço minhas penetrações mais profundas e brutas em busca do clímax.
- Bufff bufff, vou gozar, Ana...
- Siii, me enche, me enche, me dá seu gozo ummmmm.
Com uma última estocada, me enterro o máximo possível em você enquanto descargas elétricas percorrem minhas bolas e começo a gozar na sua bucetinha. As descargas do meu sêmen quente te queimam e, ao senti-las, seu corpo começa a convulsionar e sua buceta aperta meu pau com suas contrações.
- Agggh, agghh siii.. eu precisava, precisava que você me enchesse, Dani ummm - Nossas respirações começam a relaxar e meu pau começa a perder a rigidez dentro da sua xereca.
Você se levanta ainda com meu pau meio mole dentro de você e procura minha boca. Nossas línguas se entrelaçam uma cada vez mais enquanto meu pau termina de sair de dentro de você. Você se vira e, sem separar nossas bocas, e uma vez de frente um para o outro, você se abaixa devagar até ter meu pênis mole na frente do seu rosto.
Você pega ele com a mão e, abrindo a boca, envolve minha glande com seus lábios, dando uma chupada lenta que recolhe as últimas gotas do meu gozo enquanto me encara fixamente nos olhos. Por fim, dá um beijo na ponta e, sorrindo, me diz:
— Não podia deixar de provar. — Não falo uma palavra.
Abaixada como está, você sobe minha cueca e minha calça e abotoa. Se levanta e me oferece sua boca uma última vez.
— Bom, acho melhor você sair primeiro, Dani. Eu vou ficar uns minutinhos aqui tentando me recompor um pouco, hahaha.
— Sim, sim. Se for o caso, a gente continua procurando outro dia, né? — falo sorrindo.
— Claro que sim, o arquivo não vai sair daqui, hehe.
E enquanto saio do quarto, você me olha com sua cara risonha, a calcinha no chão e um peito de fora.
5 comentários - Polvo no trabalho
Saludetes.
Y no les des Hola a los que critican tu manera de expresarte. Siempre hay algún boludo!
Y tranquilos que no me molestan esos comentarios, antes me provocan una sonrisa al pensar en el gran intelecto de quien los hace. En fin en todos los paises tenemos gente así de simple.