Os raios de luz começam a atravessar as frestas da persiana, iluminando o quarto na penumbra. Tento me refugiar me enrolando no edredom e enfiando a cabeça no travesseiro.
— Porra, é sábado! Ainda não chegou a hora de levantar pra mim — penso, ainda num estado de semi-inconsciência.
Sinto uma sensação incômoda no baixo ventre que se junta ao sol na tentativa de me fazer abandonar o refúgio noturno. Minha bexiga tá cheia pra caralho e por alguns minutos luto contra a necessidade fisiológica, tentando ignorar que tô me mijando. O desconforto aumenta quando meu pau acaba reagindo ao estímulo com uma tremenda, mas ao mesmo tempo típica, ereção matinal, me impedindo de encontrar uma posição confortável entre os lençóis.
Finalmente derrotado pela fraqueza da carne, abandono a cama e, com olhos remelentos e semiabertos, saio do quarto e atravesso a sala em direção ao corredor. As persianas ainda estão abaixadas e mal tem luz, não devem ser mais de oito da manhã.
Quando chego na porta do banheiro, minha mão já tá puxando o elástico da calça do pijama pra liberar meu pau duro, que pula como uma mola em busca de alívio. Instintivamente e com os olhos fechados, me posiciono na frente do vaso e me preparo pra esvaziar a bexiga.
— Vai me mijar em cima?
— PORRA, QUE SUSTO! — falo, quase pulando pra trás — O que cê tá fazendo aqui no escuro?
— Bom, eu não preciso de luz, aqui sentada eu acerto de olhos fechados — você responde enquanto acende a luz do espelho.
— É, já imagino que sentada é mais fácil.
— Com certeza eu não tenho seus problemas de pontaria, você sempre deixa tudo respingado, seu porco. Um dia desses eu corto essa porra... Mas, pensando bem, seria um puta desperdício fazer isso.
Isso último você fala com um sorriso enquanto não perde um detalhe do meu pau, que meio duro, se ergue a poucos centímetros da sua cara. Seu comentário termina de me acordar e, tomando consciência da tento esconder minha ereção com as mãos.
—Porra, Mãe—
—Nessa altura tu vai se esconder?— Você pergunta rindo enquanto levanta o olhar na direção do meu rosto — Ha ha, mas se não vou ver nada que já não tenha visto antes.
Reparo então em você, no seu corpo, a camisola semi transparente me deixa adivinhar as formas do seu corpo e os botões desabotoados permitem contemplar um enorme decote junto com boa parte das suas grandes e suculentas tetas que balançam livremente sob o tecido fino. Com certeza, olhando pra isso, minha rola vai subir.
—Emm, porra, mas já faz muito tempo e além disso agora eu tô… bom, você já viu como eu tô.
—De pau duro?
—Sim, de pau duro, preciso falar tudo?
—Ha ha ha, não vai ser por ver essa velha, né? Meus olhos estão aqui, aliás— Você diz apontando pro seu rosto.
—Emm, claro que não, é que eu tô morrendo de vontade de mijar, sua esperta— Respondo desviando o olhar das suas tetas e devolvendo a mirada.
—Ah, então nada, cara, não se acanhe e se alivie, que isso é muito ruim pra próstata.
—Daria pra fazer se você se afastasse, não acha?
—Me afastar pra quê? Se com o porco que você já é normalmente você deixa tudo perdido, imagina controlar seu jato assim agora ha ha ha, com certeza nem uma gota cai dentro. Passo, eu fico aqui sentada. E depois de dizer isso você faz cara de total passividade e cruza os braços debaixo das tetas que respondem se levantando ao encontrar um apoio.
—Ah, para com essas bobagens que eu vou mijar, Mãe, ou você se afasta ou eu faço em cima de você.
—Ai que medo… O neném vai fazer xixi em cima da Mamãe?
—Então é contigo, eu já não aguento mais—
Respondo tirando as mãos do meu membro que aparece de novo ameaçador, a um palmo escasso do seu rosto, e mostrando já uma ereção de campeonato.
Você desvia o olhar do meu rosto e seus olhos descem pra contemplar meu pau enquanto um sorriso insolente se desenha na sua boca.
—Tu não tem coragem— Diz com um gesto provocador e se virando pra mim. Olhando nos olhos.
—Tô te avisando, Mãe, não me provoca mais.
—Não tem coragem, seu covarde.
—Tenho sim.
—QUE NÃO!
—QUE SIM!
—Vamos, mostra se é tão valente assim — E com uma última provocação, você pega suas tetonas enormes, junta elas e me oferece um decote apoteótico pra eu praticar minha pontaria, sem tirar os olhos dos meus, com um sorriso que me parece bem safado.
—Tá bom, você quem pediu.
Pego meu pau com a mão direita e, forçando ela a descer, aponto o melhor que posso entre suas tetas.
—Porra, assim duro é mais difícil do que parece — Penso enquanto tento relaxar.
—Tô esperando, algum problema? — Você pergunta isso enquanto esfrega suas tetas trêmulas uma na outra, destacando ainda mais a presença delas.
—Hum, é que tô meio tenso, espera, já já.
—Ok, calma, não vou a lugar nenhum — Em nenhum momento você perde o contato visual com meus olhos, ignorando a ação que está prestes a começar lá embaixo.
—Já, já sai... já sai...
O jato de urina acerta seu peito e você reage primeiro com um pequeno recuo involuntário, do qual se recupera rápido depois de dar uma olhada fugaz pro meu pau.
—Hum, que quentinho — Você diz com um sorrisão e recuperando meu olhar enquanto mexe suas tetas debaixo do jato, que começa a encharcar a camisola fina, fazendo o tecido ficar transparente e grudar no seu corpo.
As curvas do seu corpo aparecem com toda clareza sob o tecido molhado, suas tetas se mostram praticamente como se nada as cobrisse, e os bicos durinhos aparecem diante dos meus olhos, totalmente colados na roupa que os cobre.
Você não para de mexer suas tetas, junta elas deixando uma poça se formar no meio, depois separa e deixa o líquido escorrer pela sua barriga, esfrega elas e finalmente termina tirando elas pra fora da camisola. Assim, molhadas e brilhantes, ficam ainda mais gostosas.
Você continua com seu brincando, deixando que se formem lagos efêmeros entre seus peitos e você belisca com os dedos seus mamilos inchados enquanto eu, com um leve rebolado de quadril, distribuo o jato o melhor que posso, encharcando você por completo. O líquido escorre pela sua barriga, você abre as pernas e eu posso ver como chega até seu púbis, molhando sua pelagem preta e espessa antes de finalmente cair no que desde o início deveria ter sido seu destino final.
— Parece que o neném realmente estava fazendo xixi de verdade.
— Já te digo, uffa, que alívio — respondo, soltando as últimas gotas sobre seus peitos lustrosos.
— Suponho que agora que você aliviou sua coisinha, ela já pode descer.
— Ehh, bom, não sei, é que... Nem fodendo, tá tão dura que se você descuidar, te fura um olho — penso comigo mesmo.
Você abaixa o olhar na direção do meu pau e, depois de contemplá-lo por alguns segundos, exclama:
— Eu diria que você não se esvaziou completamente, isso aí parece que não desce.
Você solta seus peitos, que, vencidos pela força da gravidade, caem até a posição natural, e estendendo sua mão esquerda, pega meu pau com força para puxá-lo e me obrigar a avançar o meio passo que nos separa.
— Vamos ver o que temos por aqui — você diz enquanto leva sua mão direita até minhas bolas para pesar o conteúdo. — Eu diria que você tem mais coisas para aliviar, aqui parece que tem muita porra acumulada. Vamos aliviar também?
— Ehh, Mamãe, o sêmen não fica armazenado nas bolas.
— Lá vem o sabichão — você diz me olhando com uma careta de desgosto e soltando meu membro. — Então nada, se não quer, não vou ajudar.
— Nãooo, não foi isso que eu disse.
— Você quer que a Mamãe te ajude a se aliviar completamente? — você pergunta, melosa.
— Sim, sim, por favor.
Você pega meu pau de novo, desta vez envolvendo-o com sua mão direita, que começa a subir e descer suavemente, enquanto com a esquerda massageia minhas bolas.
— Ufff.
— Você está gostando?
— Muito.
— Você tem uma piroca muito linda, querido, gosto de como sua cabecinha parece. Circunciso, é diferente do do teu pai.
Você continua me massageando enquanto inclina a cabeça pra esquerda e, esticando a língua, dá uma lambidinha na minha cabecinha antes de dar um beijo nela. Afasto o cabelo do seu rosto com a mão pra poder ver sua cara sem obstáculos, e você me sorri de forma safada antes de abrir a boca e envolver minha glande com os lábios, me deixando sentir a umidade da sua boca. Você faz vácuo com a boca e recua até soltar a cabecinha com um pequeno estalo de rolha, ela aparecendo molhada pela sua saliva.
– Hum, que salgadinha e que yummy – Você sorri pra mim com um brilho especial nos olhos e começa a deslizar a ponta da língua ao longo do tronco, me fazendo tremer de prazer.
– Adoro o que você faz comigo, Mãe.
– Você gosta muito do que sua Mami faz? Quer que a Mami tire seu leite, querido?
– Porra, até a última gota, siiiim.
– Mmmm, que yummy – Você diz antes de engolir de novo, descendo dessa vez pelo tronco numa mamada profunda e aguentando por alguns segundos com todo o meu pau dentro antes de se retirar.
Adoro a sensação de frescor da sua baba lambuzando meu pau. As carícias da sua boca se transformam numa mamada cadenciada que sobe e desce no meu pau enquanto sinto sua língua experiente fazendo maldades com minha glande.
– Uff, dá vontade de morder – Você me fala, tirando ele por um momento e em seguida mordendo suavemente a cabecinha, mostrando todos os seus dentes.
Você levanta meu pau com a mão esquerda contra minha barriga e com a mão direita forma um laço que prende o saco escrotal entre seus dedos polegar e indicador, aumentando a pressão nas minhas bolas que se marcam contra a pele fina.
– Adoro que você seja totalmente depilado, fica tão yummy.
Você começa a lamber minhas bolas e chupá-las com força, molhando elas com sua saliva enquanto me bate uma punheta com a mão esquerda. O prazer que eu sinto é indescritível.
– Hum, Mãe…
– Quer gozar?
– Sim. — Quer gozar pra Mamãe?
— Sim, por favor.
— Vamos! O que tá esperando? Fode minha boca.
Você solta meu pau e minhas bolas e, com a cabeça inclinada e sempre me olhando nos olhos, envolve mais uma vez minha glande com seus lábios, mas dessa vez sou eu quem começo a me mover, fodendo sua boca com movimentos rápidos e superficiais, alternados, às vezes, com outros lentos e muito mais profundos. A saliva grossa escorre pelo canto dos seus lábios cada vez que eu tiro meu pau.
Devo estar louco, mas te vendo agora, você me parece a mulher mais gostosa do mundo. Acelero minhas estocadas na sua boca enquanto agarro seu cabelo com a mão direita pra segurar sua cabeça contra meu pau.
— Porra, acho que vou gozar.
— Mmmmm — é tudo que você consegue responder.
— Sim, sim... vou gozaaar.
Invado sua boca com uma última e profunda estocada, e você corresponde enfiando meu pau até o fundo da sua garganta. E ali, começo a gozar pra caralho. Minhas pernas tremem a cada jato de porra que sai do meu pau, sem que você recue nem por um momento; pelo contrário, você aperta como toda uma expert, esfregando seus lábios na base do meu pênis.
Termino de me contorcer e me derramo dentro de você. Você tá realmente linda com o rosto meio vermelho e congestionado pelo esforço. Uma tossinha surge, agora sim, pela presença do corpo estranho na sua garganta, e você começa a se afastar devagar, deslizando seus lábios pelo tronco, que fica totalmente molhado e encharcado pela sua baba. Finalmente, você larga a glande com uma chupada magistral, recolhendo o último resto de sêmen e deixando um fio de saliva que vai dos seus lábios até meu pau.
— Umm, que pena, mal consegui sentir o gosto, foi tudo direto pra garganta. Outro dia você joga na minha língua pra eu poder te saborear bem, tá? — você diz, piscando um olho risonho.
— Porra, Mamãe. Sério que é você?
— Quem você queria que fosse?
Você se ajeita. Um último beijo no broto da minha já meio murcha rola e você se levanta do vaso, esfregando suas tetas no meu pau. Tira os braços da camisola e deixa ela escorregar até o chão, deixando seu corpo totalmente nu.
Fico te admirando com prazer e penso que adoraria lamber cada dobra do seu corpo, comer cada um desses quilinhos extras que você tanto reclama, mas que pra mim são extremamente sexy.
— Não tem vergonha de ter deixado tudo assim, seu porco? — Você fala agora com um tom de bronca e me dá um cascudo que me tira do transe em que eu tava.
— Ai, porra, Mãe, tô estudando.
— Nem porra nem nada, vai pro chuveiro agora.
Pá, outro cascudo.
— Essa sim, essa sim é a mãe que eu conheço — Penso enquanto, sem reclamar, abro o box e entro no chuveiro.
Talvez sejam a mesma mulher, talvez sejam só duas facetas diferentes da mesma mulher e até agora eu só conhecia uma. Deve ser isso, deve ser isso, porque agora sim é a sargenta que eu conhecia. Por outro lado, também não lembro a última vez que tomei banho com a minha mãe me ensaboando — Porra, se continuar ensaboando minhas bolas assim, vou ficar duro num instante — Penso isso enquanto fico besta olhando o balanço tremedor das suas tetas reagindo aos seus movimentos. Quantas coisas tenho que aprender com a minha mãe.
— Quantas coisas tenho que aprender com você, Mãe.
PÁ, cascudo.
— Cala a boca, idiota!
— Porra, é sábado! Ainda não chegou a hora de levantar pra mim — penso, ainda num estado de semi-inconsciência.
Sinto uma sensação incômoda no baixo ventre que se junta ao sol na tentativa de me fazer abandonar o refúgio noturno. Minha bexiga tá cheia pra caralho e por alguns minutos luto contra a necessidade fisiológica, tentando ignorar que tô me mijando. O desconforto aumenta quando meu pau acaba reagindo ao estímulo com uma tremenda, mas ao mesmo tempo típica, ereção matinal, me impedindo de encontrar uma posição confortável entre os lençóis.
Finalmente derrotado pela fraqueza da carne, abandono a cama e, com olhos remelentos e semiabertos, saio do quarto e atravesso a sala em direção ao corredor. As persianas ainda estão abaixadas e mal tem luz, não devem ser mais de oito da manhã.
Quando chego na porta do banheiro, minha mão já tá puxando o elástico da calça do pijama pra liberar meu pau duro, que pula como uma mola em busca de alívio. Instintivamente e com os olhos fechados, me posiciono na frente do vaso e me preparo pra esvaziar a bexiga.
— Vai me mijar em cima?
— PORRA, QUE SUSTO! — falo, quase pulando pra trás — O que cê tá fazendo aqui no escuro?
— Bom, eu não preciso de luz, aqui sentada eu acerto de olhos fechados — você responde enquanto acende a luz do espelho.
— É, já imagino que sentada é mais fácil.
— Com certeza eu não tenho seus problemas de pontaria, você sempre deixa tudo respingado, seu porco. Um dia desses eu corto essa porra... Mas, pensando bem, seria um puta desperdício fazer isso.
Isso último você fala com um sorriso enquanto não perde um detalhe do meu pau, que meio duro, se ergue a poucos centímetros da sua cara. Seu comentário termina de me acordar e, tomando consciência da tento esconder minha ereção com as mãos.
—Porra, Mãe—
—Nessa altura tu vai se esconder?— Você pergunta rindo enquanto levanta o olhar na direção do meu rosto — Ha ha, mas se não vou ver nada que já não tenha visto antes.
Reparo então em você, no seu corpo, a camisola semi transparente me deixa adivinhar as formas do seu corpo e os botões desabotoados permitem contemplar um enorme decote junto com boa parte das suas grandes e suculentas tetas que balançam livremente sob o tecido fino. Com certeza, olhando pra isso, minha rola vai subir.
—Emm, porra, mas já faz muito tempo e além disso agora eu tô… bom, você já viu como eu tô.
—De pau duro?
—Sim, de pau duro, preciso falar tudo?
—Ha ha ha, não vai ser por ver essa velha, né? Meus olhos estão aqui, aliás— Você diz apontando pro seu rosto.
—Emm, claro que não, é que eu tô morrendo de vontade de mijar, sua esperta— Respondo desviando o olhar das suas tetas e devolvendo a mirada.
—Ah, então nada, cara, não se acanhe e se alivie, que isso é muito ruim pra próstata.
—Daria pra fazer se você se afastasse, não acha?
—Me afastar pra quê? Se com o porco que você já é normalmente você deixa tudo perdido, imagina controlar seu jato assim agora ha ha ha, com certeza nem uma gota cai dentro. Passo, eu fico aqui sentada. E depois de dizer isso você faz cara de total passividade e cruza os braços debaixo das tetas que respondem se levantando ao encontrar um apoio.
—Ah, para com essas bobagens que eu vou mijar, Mãe, ou você se afasta ou eu faço em cima de você.
—Ai que medo… O neném vai fazer xixi em cima da Mamãe?
—Então é contigo, eu já não aguento mais—
Respondo tirando as mãos do meu membro que aparece de novo ameaçador, a um palmo escasso do seu rosto, e mostrando já uma ereção de campeonato.
Você desvia o olhar do meu rosto e seus olhos descem pra contemplar meu pau enquanto um sorriso insolente se desenha na sua boca.
—Tu não tem coragem— Diz com um gesto provocador e se virando pra mim. Olhando nos olhos.
—Tô te avisando, Mãe, não me provoca mais.
—Não tem coragem, seu covarde.
—Tenho sim.
—QUE NÃO!
—QUE SIM!
—Vamos, mostra se é tão valente assim — E com uma última provocação, você pega suas tetonas enormes, junta elas e me oferece um decote apoteótico pra eu praticar minha pontaria, sem tirar os olhos dos meus, com um sorriso que me parece bem safado.
—Tá bom, você quem pediu.
Pego meu pau com a mão direita e, forçando ela a descer, aponto o melhor que posso entre suas tetas.
—Porra, assim duro é mais difícil do que parece — Penso enquanto tento relaxar.
—Tô esperando, algum problema? — Você pergunta isso enquanto esfrega suas tetas trêmulas uma na outra, destacando ainda mais a presença delas.
—Hum, é que tô meio tenso, espera, já já.
—Ok, calma, não vou a lugar nenhum — Em nenhum momento você perde o contato visual com meus olhos, ignorando a ação que está prestes a começar lá embaixo.
—Já, já sai... já sai...
O jato de urina acerta seu peito e você reage primeiro com um pequeno recuo involuntário, do qual se recupera rápido depois de dar uma olhada fugaz pro meu pau.
—Hum, que quentinho — Você diz com um sorrisão e recuperando meu olhar enquanto mexe suas tetas debaixo do jato, que começa a encharcar a camisola fina, fazendo o tecido ficar transparente e grudar no seu corpo.
As curvas do seu corpo aparecem com toda clareza sob o tecido molhado, suas tetas se mostram praticamente como se nada as cobrisse, e os bicos durinhos aparecem diante dos meus olhos, totalmente colados na roupa que os cobre.
Você não para de mexer suas tetas, junta elas deixando uma poça se formar no meio, depois separa e deixa o líquido escorrer pela sua barriga, esfrega elas e finalmente termina tirando elas pra fora da camisola. Assim, molhadas e brilhantes, ficam ainda mais gostosas.
Você continua com seu brincando, deixando que se formem lagos efêmeros entre seus peitos e você belisca com os dedos seus mamilos inchados enquanto eu, com um leve rebolado de quadril, distribuo o jato o melhor que posso, encharcando você por completo. O líquido escorre pela sua barriga, você abre as pernas e eu posso ver como chega até seu púbis, molhando sua pelagem preta e espessa antes de finalmente cair no que desde o início deveria ter sido seu destino final.
— Parece que o neném realmente estava fazendo xixi de verdade.
— Já te digo, uffa, que alívio — respondo, soltando as últimas gotas sobre seus peitos lustrosos.
— Suponho que agora que você aliviou sua coisinha, ela já pode descer.
— Ehh, bom, não sei, é que... Nem fodendo, tá tão dura que se você descuidar, te fura um olho — penso comigo mesmo.
Você abaixa o olhar na direção do meu pau e, depois de contemplá-lo por alguns segundos, exclama:
— Eu diria que você não se esvaziou completamente, isso aí parece que não desce.
Você solta seus peitos, que, vencidos pela força da gravidade, caem até a posição natural, e estendendo sua mão esquerda, pega meu pau com força para puxá-lo e me obrigar a avançar o meio passo que nos separa.
— Vamos ver o que temos por aqui — você diz enquanto leva sua mão direita até minhas bolas para pesar o conteúdo. — Eu diria que você tem mais coisas para aliviar, aqui parece que tem muita porra acumulada. Vamos aliviar também?
— Ehh, Mamãe, o sêmen não fica armazenado nas bolas.
— Lá vem o sabichão — você diz me olhando com uma careta de desgosto e soltando meu membro. — Então nada, se não quer, não vou ajudar.
— Nãooo, não foi isso que eu disse.
— Você quer que a Mamãe te ajude a se aliviar completamente? — você pergunta, melosa.
— Sim, sim, por favor.
Você pega meu pau de novo, desta vez envolvendo-o com sua mão direita, que começa a subir e descer suavemente, enquanto com a esquerda massageia minhas bolas.
— Ufff.
— Você está gostando?
— Muito.
— Você tem uma piroca muito linda, querido, gosto de como sua cabecinha parece. Circunciso, é diferente do do teu pai.
Você continua me massageando enquanto inclina a cabeça pra esquerda e, esticando a língua, dá uma lambidinha na minha cabecinha antes de dar um beijo nela. Afasto o cabelo do seu rosto com a mão pra poder ver sua cara sem obstáculos, e você me sorri de forma safada antes de abrir a boca e envolver minha glande com os lábios, me deixando sentir a umidade da sua boca. Você faz vácuo com a boca e recua até soltar a cabecinha com um pequeno estalo de rolha, ela aparecendo molhada pela sua saliva.
– Hum, que salgadinha e que yummy – Você sorri pra mim com um brilho especial nos olhos e começa a deslizar a ponta da língua ao longo do tronco, me fazendo tremer de prazer.
– Adoro o que você faz comigo, Mãe.
– Você gosta muito do que sua Mami faz? Quer que a Mami tire seu leite, querido?
– Porra, até a última gota, siiiim.
– Mmmm, que yummy – Você diz antes de engolir de novo, descendo dessa vez pelo tronco numa mamada profunda e aguentando por alguns segundos com todo o meu pau dentro antes de se retirar.
Adoro a sensação de frescor da sua baba lambuzando meu pau. As carícias da sua boca se transformam numa mamada cadenciada que sobe e desce no meu pau enquanto sinto sua língua experiente fazendo maldades com minha glande.
– Uff, dá vontade de morder – Você me fala, tirando ele por um momento e em seguida mordendo suavemente a cabecinha, mostrando todos os seus dentes.
Você levanta meu pau com a mão esquerda contra minha barriga e com a mão direita forma um laço que prende o saco escrotal entre seus dedos polegar e indicador, aumentando a pressão nas minhas bolas que se marcam contra a pele fina.
– Adoro que você seja totalmente depilado, fica tão yummy.
Você começa a lamber minhas bolas e chupá-las com força, molhando elas com sua saliva enquanto me bate uma punheta com a mão esquerda. O prazer que eu sinto é indescritível.
– Hum, Mãe…
– Quer gozar?
– Sim. — Quer gozar pra Mamãe?
— Sim, por favor.
— Vamos! O que tá esperando? Fode minha boca.
Você solta meu pau e minhas bolas e, com a cabeça inclinada e sempre me olhando nos olhos, envolve mais uma vez minha glande com seus lábios, mas dessa vez sou eu quem começo a me mover, fodendo sua boca com movimentos rápidos e superficiais, alternados, às vezes, com outros lentos e muito mais profundos. A saliva grossa escorre pelo canto dos seus lábios cada vez que eu tiro meu pau.
Devo estar louco, mas te vendo agora, você me parece a mulher mais gostosa do mundo. Acelero minhas estocadas na sua boca enquanto agarro seu cabelo com a mão direita pra segurar sua cabeça contra meu pau.
— Porra, acho que vou gozar.
— Mmmmm — é tudo que você consegue responder.
— Sim, sim... vou gozaaar.
Invado sua boca com uma última e profunda estocada, e você corresponde enfiando meu pau até o fundo da sua garganta. E ali, começo a gozar pra caralho. Minhas pernas tremem a cada jato de porra que sai do meu pau, sem que você recue nem por um momento; pelo contrário, você aperta como toda uma expert, esfregando seus lábios na base do meu pênis.
Termino de me contorcer e me derramo dentro de você. Você tá realmente linda com o rosto meio vermelho e congestionado pelo esforço. Uma tossinha surge, agora sim, pela presença do corpo estranho na sua garganta, e você começa a se afastar devagar, deslizando seus lábios pelo tronco, que fica totalmente molhado e encharcado pela sua baba. Finalmente, você larga a glande com uma chupada magistral, recolhendo o último resto de sêmen e deixando um fio de saliva que vai dos seus lábios até meu pau.
— Umm, que pena, mal consegui sentir o gosto, foi tudo direto pra garganta. Outro dia você joga na minha língua pra eu poder te saborear bem, tá? — você diz, piscando um olho risonho.
— Porra, Mamãe. Sério que é você?
— Quem você queria que fosse?
Você se ajeita. Um último beijo no broto da minha já meio murcha rola e você se levanta do vaso, esfregando suas tetas no meu pau. Tira os braços da camisola e deixa ela escorregar até o chão, deixando seu corpo totalmente nu.
Fico te admirando com prazer e penso que adoraria lamber cada dobra do seu corpo, comer cada um desses quilinhos extras que você tanto reclama, mas que pra mim são extremamente sexy.
— Não tem vergonha de ter deixado tudo assim, seu porco? — Você fala agora com um tom de bronca e me dá um cascudo que me tira do transe em que eu tava.
— Ai, porra, Mãe, tô estudando.
— Nem porra nem nada, vai pro chuveiro agora.
Pá, outro cascudo.
— Essa sim, essa sim é a mãe que eu conheço — Penso enquanto, sem reclamar, abro o box e entro no chuveiro.
Talvez sejam a mesma mulher, talvez sejam só duas facetas diferentes da mesma mulher e até agora eu só conhecia uma. Deve ser isso, deve ser isso, porque agora sim é a sargenta que eu conhecia. Por outro lado, também não lembro a última vez que tomei banho com a minha mãe me ensaboando — Porra, se continuar ensaboando minhas bolas assim, vou ficar duro num instante — Penso isso enquanto fico besta olhando o balanço tremedor das suas tetas reagindo aos seus movimentos. Quantas coisas tenho que aprender com a minha mãe.
— Quantas coisas tenho que aprender com você, Mãe.
PÁ, cascudo.
— Cala a boca, idiota!
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