Fala aí, galera de
P!
Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
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Tamo de volta por aqui, trouxe a prometida parte 3 da saga. Peço desculpas pela demora, a real é que foram uns dias complicados e não consegui continuar escrevendo. Espero que vocês curtam, logo sai a parte 4 que, acreditem, vem COM TUDO.
Espero seus comentários!!
IMPORTANTE:
Todos os personagens são fictícios e são maiores de idade.
![A filha do meu chefe [Parte 3] A filha do meu chefe [Parte 3]](http://s2.poringa.net/images/space.gif)
Parte 1 [A filha do meu chefe]

Parte 2 [A filha do meu chefe]

Meu perfil

Saga "Comi a mãe do meu melhor amigo".


Natalia, a filha do meu chefe [Parte 3]
O horário do jantar chegou devagar, mas firme. Comemos quase sem trocar uma palavra, tava tudo muito tenso, não achava um jeito de sair daquela situação, nem com minhas piadas de sempre e muito menos tentando dar uma cantada. Ela rejeitava tudo de forma categórica, a Nati tinha mudado mil por cento em questão de horas.
Depois do jantar, ela disse que ia dormir, eu não tava com sono e ainda precisava pensar um pouco na situação e em como sair dela, além disso o tempo tava começando a me apertar, se eu não saísse vitorioso daquela viagem, era uma derrota certa pro resto da minha vida.
Falei pra ela que ia ficar no bar um pouco e vi ela sumir no corredor que levava ao elevador.
Tomei uns drinques de boa enquanto ouvia a música suave do lugar, trocava umas palavras com o barman que, depois de tanto tempo sentado ali, já era quase um amigo, e bolava um plano de ação. Passei umas horas no lugar até o sono começar a me vencer. O álcool quase não fez efeito em mim, pra falar a verdade, tinha bebido pouco e pensado muito. Aquela mulher realmente me enlouquecia, a atração que ela causava em mim era muito maior do que qualquer coisa que já senti por alguém. Ela merecia completamente, e ainda mais depois do que rolou, no fundo eu sentia que se não conseguisse fazer ela minha, perdia tudo, absolutamente tudo.
Voltei pro quarto, e quando entrei, vi a luz da TV iluminando o cômodo.
Ela tava deitada de barriga pra cima com a mesma camisola da noite anterior, aparentemente dormindo. Do jeito que ela tava, me dava vontade de pular em cima dela e beijar sem parar, mas assim como não me apressei antes, também não queria fazer isso agora.
Acendi a luz do meu criado-mudo, desliguei a TV e me troquei rapidinho com a mesma roupa que tinha usado antes.
Deitei do lado dela e apaguei a luz, me virei de lado na esperança de que dessa vez fosse ela quem estivesse me esperando, fingindo dormir, e se Repeti a atividade da manhã.
Infelizmente, nada disso aconteceu. Fiz um esforço pra ficar acordado, caso algo rolasse, mas não foi assim. Depois de dormir, abri os olhos de novo de repente. Era um pouco mais cedo que na manhã anterior, meu relógio marcava 7h55.
A cama do lado dela estava vazia e fria, não ouvi quando ela acordou. Não tinha nenhum sinal de onde ela poderia estar.
Revirei o quarto e não a encontrei. Me troquei e fui pro refeitório, achando que ia encontrá-la lá. Também não tive sorte.
Não sabia bem por quê, mas tava preocupado com ela. Depois do que aconteceu, a mudança de atitude dela foi muito evidente, e eu não conseguia entender o motivo.
Tava saindo do hotel quando trombei com o David, o cara que tinha me "acompanhado" na noite anterior no bar enquanto eu tomava meus drinks. O turno dele tinha acabado e eu cruzei com ele bem na hora que ele ia embora.
Sem ter alternativa melhor, perguntei pela Natália, descrevi ela um pouco e ele reconheceu na hora. Depois de me parabenizar pela minha "namorada", ele disse que viu ela sair agasalhada bem cedo.
Com essa "pista", fui pro estacionamento ver se o carro ainda tava lá. E, como imaginei, tava estacionado no lugar.
Não me vinham muitas ideias de onde ela poderia estar, ainda mais conhecendo ela tão pouco. Parei pra pensar friamente por um minuto e a única coisa que me veio foi ir pra praia.
A ideia dela sair sozinha a pé de manhã pra explorar a cidade não me parecia viável, mas, tão perto da praia, podia ser uma boa opção pra clarear a mente numa manhã fria, mas limpa, que começava a mostrar um sol radiante.
Depois de me agasalhar e calçar um tênis adequado, fui em direção à praia. A imensidão dela, quase deserta, me desorientou. Não sabia pra que lado ir, em que direção ela poderia ter ido, nem nada. Enquanto tentava decidir, um casal jovem passou correndo na minha frente e Já que não tinha opção, resolvi andar pro mesmo lado que eles. Caminhei por umas 1h sem encontrar ela no caminho que tava fazendo, já tava decidido a voltar pro hotel e só esperar a Natalia voltar, sem ter muito mais o que fazer, quando ouço alguém "chiando". Virei pra onde parecia vir o som, de costas pro mar, e por incrível que pareça, ela tava lá, sentada na areia, sozinha e agasalhada com uma jaqueta que fazia ela parecer gigante. Tentei não demonstrar muita alegria, mas realmente me acalmava e me deixava feliz ter encontrado ela, ainda mais quando já tava decidido a voltar.
Depois do jantar, ela disse que ia dormir, eu não tava com sono e ainda precisava pensar um pouco na situação e em como sair dela, além disso o tempo tava começando a me apertar, se eu não saísse vitorioso daquela viagem, era uma derrota certa pro resto da minha vida.
Falei pra ela que ia ficar no bar um pouco e vi ela sumir no corredor que levava ao elevador.
Tomei uns drinques de boa enquanto ouvia a música suave do lugar, trocava umas palavras com o barman que, depois de tanto tempo sentado ali, já era quase um amigo, e bolava um plano de ação. Passei umas horas no lugar até o sono começar a me vencer. O álcool quase não fez efeito em mim, pra falar a verdade, tinha bebido pouco e pensado muito. Aquela mulher realmente me enlouquecia, a atração que ela causava em mim era muito maior do que qualquer coisa que já senti por alguém. Ela merecia completamente, e ainda mais depois do que rolou, no fundo eu sentia que se não conseguisse fazer ela minha, perdia tudo, absolutamente tudo.
Voltei pro quarto, e quando entrei, vi a luz da TV iluminando o cômodo.
Ela tava deitada de barriga pra cima com a mesma camisola da noite anterior, aparentemente dormindo. Do jeito que ela tava, me dava vontade de pular em cima dela e beijar sem parar, mas assim como não me apressei antes, também não queria fazer isso agora.
Acendi a luz do meu criado-mudo, desliguei a TV e me troquei rapidinho com a mesma roupa que tinha usado antes.
Deitei do lado dela e apaguei a luz, me virei de lado na esperança de que dessa vez fosse ela quem estivesse me esperando, fingindo dormir, e se Repeti a atividade da manhã.
Infelizmente, nada disso aconteceu. Fiz um esforço pra ficar acordado, caso algo rolasse, mas não foi assim. Depois de dormir, abri os olhos de novo de repente. Era um pouco mais cedo que na manhã anterior, meu relógio marcava 7h55.
A cama do lado dela estava vazia e fria, não ouvi quando ela acordou. Não tinha nenhum sinal de onde ela poderia estar.
Revirei o quarto e não a encontrei. Me troquei e fui pro refeitório, achando que ia encontrá-la lá. Também não tive sorte.
Não sabia bem por quê, mas tava preocupado com ela. Depois do que aconteceu, a mudança de atitude dela foi muito evidente, e eu não conseguia entender o motivo.
Tava saindo do hotel quando trombei com o David, o cara que tinha me "acompanhado" na noite anterior no bar enquanto eu tomava meus drinks. O turno dele tinha acabado e eu cruzei com ele bem na hora que ele ia embora.
Sem ter alternativa melhor, perguntei pela Natália, descrevi ela um pouco e ele reconheceu na hora. Depois de me parabenizar pela minha "namorada", ele disse que viu ela sair agasalhada bem cedo.
Com essa "pista", fui pro estacionamento ver se o carro ainda tava lá. E, como imaginei, tava estacionado no lugar.
Não me vinham muitas ideias de onde ela poderia estar, ainda mais conhecendo ela tão pouco. Parei pra pensar friamente por um minuto e a única coisa que me veio foi ir pra praia.
A ideia dela sair sozinha a pé de manhã pra explorar a cidade não me parecia viável, mas, tão perto da praia, podia ser uma boa opção pra clarear a mente numa manhã fria, mas limpa, que começava a mostrar um sol radiante.
Depois de me agasalhar e calçar um tênis adequado, fui em direção à praia. A imensidão dela, quase deserta, me desorientou. Não sabia pra que lado ir, em que direção ela poderia ter ido, nem nada. Enquanto tentava decidir, um casal jovem passou correndo na minha frente e Já que não tinha opção, resolvi andar pro mesmo lado que eles. Caminhei por umas 1h sem encontrar ela no caminho que tava fazendo, já tava decidido a voltar pro hotel e só esperar a Natalia voltar, sem ter muito mais o que fazer, quando ouço alguém "chiando". Virei pra onde parecia vir o som, de costas pro mar, e por incrível que pareça, ela tava lá, sentada na areia, sozinha e agasalhada com uma jaqueta que fazia ela parecer gigante. Tentei não demonstrar muita alegria, mas realmente me acalmava e me deixava feliz ter encontrado ela, ainda mais quando já tava decidido a voltar.
— Ei! O que você tá fazendo por aqui? — disse ela, acenando com a mão de um lado pro outro.
— Vim fazer um pouco de esporte pra manter a forma… e você? — menti.
— Eu vim… pra pensar um pouco — falou com toda seriedade.
— Pensar…?
— É, tenho um monte de coisas pra pensar… Não acha?
— Sei lá, pra ser sincero, não tenho nada em que pensar.
— Você soa tão seguro, garoto, que até assusta…
— Haha, nada a ver… mas me conta… O que te trouxe até aqui com esse frio e nessa hora?
— Olha, preciso ser sincera e direta com você, senão não vou ter coragem… Posso? — Nunca a tinha visto tão séria.
— Claro que pode… O que houve? — Sentei ao lado dela na areia, tava realmente intrigado.
— Vou te contar toda a verdade, mas me promete que não vai contar pra ninguém e que não vai ficar bravo.
— Fica tranquila, somos adultos, tudo fica aqui entre nós — falei com a mesma seriedade.
— Bom, a real é que depois do que aconteceu ontem, me senti muito mal, culpada, a situação meio que me descontrolou, eu esperava, mas me pegou de jeito.
— Esperava?
— Sim, me desculpa se te tratei meio mal, mas tem umas coisas que você ainda não sabe e, junto com a situação, me fez explodir de um jeito ruim.
— Que coisas que eu não sei? Não me assusta, haha — tentei aliviar um pouco o clima.
— Haha, não, bobinho, calma, na verdade são boas notícias.
— Bom… você me deixou super intrigado…
— Acontece que essa viagem é uma invenção, uma mentira, tipo, estamos aqui, óbvio que é real, mas o motivo não existe.
— Não tô entendendo…
— Acontece que o acordo que fechamos com a empresa de gastronomia dessa cidade eu resolvi por e-mail e telefone, nunca foi preciso vir até aqui e não tem nenhuma reunião com ninguém pra “fechar o negócio”.
— Você me deixou completamente perdido… — realmente não entendia nada.
— Bom, vou te contar tudo de uma vez antes que eu me arrependa. A viagem fui eu que montei desde o começo, e quem deu a ideia de você vir foi… Comigo e com meu pai, fui eu mesma.
– Mas não era que você tinha ficado chateada com a decisão do Felipe de vir acompanhada? – Será que isso era real ou eu tava num sonho surreal?
– Isso foi outra mentira, me desculpa. A real é que eu queria que você viesse comigo como uma "recompensa" pela conversa que a gente teve quando você me encontrou chorando.
– Não acredito… Você tá falando sério ou vai aparecer uma câmera escondida me filmando?
– Haha, é tudo verdade. Mas depois, a parada da piscina escapou do meu controle, isso não tava nos meus planos, nunca pensei que fosse rolar algo assim.
– Então aquela parte era mentira? Haha.
– De jeito nenhum, isso eu não consegui controlar. Já que tô falando a verdade, vou ser completamente sincera: desde que te cumprimentei quando te vi depois de tantos anos, senti uma atração por você, e quando você falou tão bem comigo naquele dia que eu tava chorando, sem me julgar e me ouvindo, você acabou me fisgando sem querer. Quando acordei na primeira noite com você me abraçando e com seu… bem… aquilo… encostado em mim, pensei mesmo que você era meu namorado, isso não foi intencional, mas não quer dizer que não tenha gostado.
Mas a parada da piscina foi diferente. Antes de ir pra lá, quando falei que te alcançava, eu liguei pro meu pai e pro meu namorado, uma conversa que, pra variar, terminou em briga e falta de respeito. Depois disso, eu tava cheia de raiva e me sentindo livre, e isso, junto com suas "brincadeiras" e as palmadas constantes, me acendeu de vez, e bom, a gente já sabe como a história continuou.
– P… – ela me interrompeu.
– Deixa eu terminar. Depois, me senti muito mal por "trair" meus princípios, por isso fiquei tão estranha e talvez te tratei mal. E, de novo, peço desculpas, mas eu não tava bem. A real é que meu namorado não me merece, e eu sei como você me olha, além do que já rolou, sei que tem uma química entre a gente, mas, enfim, não menti quando falei que nunca tinha sido infiel.
— Vim fazer um pouco de esporte pra manter a forma… e você? — menti.
— Eu vim… pra pensar um pouco — falou com toda seriedade.
— Pensar…?
— É, tenho um monte de coisas pra pensar… Não acha?
— Sei lá, pra ser sincero, não tenho nada em que pensar.
— Você soa tão seguro, garoto, que até assusta…
— Haha, nada a ver… mas me conta… O que te trouxe até aqui com esse frio e nessa hora?
— Olha, preciso ser sincera e direta com você, senão não vou ter coragem… Posso? — Nunca a tinha visto tão séria.
— Claro que pode… O que houve? — Sentei ao lado dela na areia, tava realmente intrigado.
— Vou te contar toda a verdade, mas me promete que não vai contar pra ninguém e que não vai ficar bravo.
— Fica tranquila, somos adultos, tudo fica aqui entre nós — falei com a mesma seriedade.
— Bom, a real é que depois do que aconteceu ontem, me senti muito mal, culpada, a situação meio que me descontrolou, eu esperava, mas me pegou de jeito.
— Esperava?
— Sim, me desculpa se te tratei meio mal, mas tem umas coisas que você ainda não sabe e, junto com a situação, me fez explodir de um jeito ruim.
— Que coisas que eu não sei? Não me assusta, haha — tentei aliviar um pouco o clima.
— Haha, não, bobinho, calma, na verdade são boas notícias.
— Bom… você me deixou super intrigado…
— Acontece que essa viagem é uma invenção, uma mentira, tipo, estamos aqui, óbvio que é real, mas o motivo não existe.
— Não tô entendendo…
— Acontece que o acordo que fechamos com a empresa de gastronomia dessa cidade eu resolvi por e-mail e telefone, nunca foi preciso vir até aqui e não tem nenhuma reunião com ninguém pra “fechar o negócio”.
— Você me deixou completamente perdido… — realmente não entendia nada.
— Bom, vou te contar tudo de uma vez antes que eu me arrependa. A viagem fui eu que montei desde o começo, e quem deu a ideia de você vir foi… Comigo e com meu pai, fui eu mesma.
– Mas não era que você tinha ficado chateada com a decisão do Felipe de vir acompanhada? – Será que isso era real ou eu tava num sonho surreal?
– Isso foi outra mentira, me desculpa. A real é que eu queria que você viesse comigo como uma "recompensa" pela conversa que a gente teve quando você me encontrou chorando.
– Não acredito… Você tá falando sério ou vai aparecer uma câmera escondida me filmando?
– Haha, é tudo verdade. Mas depois, a parada da piscina escapou do meu controle, isso não tava nos meus planos, nunca pensei que fosse rolar algo assim.
– Então aquela parte era mentira? Haha.
– De jeito nenhum, isso eu não consegui controlar. Já que tô falando a verdade, vou ser completamente sincera: desde que te cumprimentei quando te vi depois de tantos anos, senti uma atração por você, e quando você falou tão bem comigo naquele dia que eu tava chorando, sem me julgar e me ouvindo, você acabou me fisgando sem querer. Quando acordei na primeira noite com você me abraçando e com seu… bem… aquilo… encostado em mim, pensei mesmo que você era meu namorado, isso não foi intencional, mas não quer dizer que não tenha gostado.
Mas a parada da piscina foi diferente. Antes de ir pra lá, quando falei que te alcançava, eu liguei pro meu pai e pro meu namorado, uma conversa que, pra variar, terminou em briga e falta de respeito. Depois disso, eu tava cheia de raiva e me sentindo livre, e isso, junto com suas "brincadeiras" e as palmadas constantes, me acendeu de vez, e bom, a gente já sabe como a história continuou.
– P… – ela me interrompeu.
– Deixa eu terminar. Depois, me senti muito mal por "trair" meus princípios, por isso fiquei tão estranha e talvez te tratei mal. E, de novo, peço desculpas, mas eu não tava bem. A real é que meu namorado não me merece, e eu sei como você me olha, além do que já rolou, sei que tem uma química entre a gente, mas, enfim, não menti quando falei que nunca tinha sido infiel.
<< Não conseguia acreditar no que tava ouvindo, parecia um sonho se tornando realidade. A mulher mais gostosa que já vi na minha vida declarando que sentia atração por mim, era algo que soava completamente irreal >>
Depois de falar tudo o que estava guardado, ela ficou me encarando, como se esperasse uma resposta ou que eu dissesse alguma coisa. A verdade é que tudo o que eu tinha ouvido parecia tão impossível, tão inacreditável, que fiquei paralisado.
Não existiam palavras suficientes nem nada que pudesse expressar naquele momento, então, mais calmos os dois, decidi não falar, mas agir.
Me aproximei dela, que estava sentada com os pés apoiados na areia, fazendo um "V" invertido com as pernas. Fiquei na frente dela de novo, igual no primeiro beijo na piscina, aproximei meu rosto, senti a respiração dela no meu rosto, esperei uns segundos e comi a boca dela num beijo.
Na hora, ela respondeu do mesmo jeito, e a gente se fundiu num beijo apaixonado, cheio de vontade dos dois lados.
A língua dela brincava com a minha, não desgrudava nem um segundo, mexia o rosto de um lado pro outro, mudando um pouco de "posição".
O beijo durou uns segundos, o vento frio que batia na praia parecia ter sumido, de repente, parecia que a praia fria tinha ficado de lado.
Sem perceber, a gente estava abraçado em cima da areia, se beijando com um tesão do caralho, mas parecendo dois adolescentes bobos no primeiro encontro.
Por causa da época do ano, não tinha ninguém na praia, a gente podia ter feito qualquer coisa sem ninguém saber, mas o frio cortou o momento.
Não existiam palavras suficientes nem nada que pudesse expressar naquele momento, então, mais calmos os dois, decidi não falar, mas agir.
Me aproximei dela, que estava sentada com os pés apoiados na areia, fazendo um "V" invertido com as pernas. Fiquei na frente dela de novo, igual no primeiro beijo na piscina, aproximei meu rosto, senti a respiração dela no meu rosto, esperei uns segundos e comi a boca dela num beijo.
Na hora, ela respondeu do mesmo jeito, e a gente se fundiu num beijo apaixonado, cheio de vontade dos dois lados.
A língua dela brincava com a minha, não desgrudava nem um segundo, mexia o rosto de um lado pro outro, mudando um pouco de "posição".
O beijo durou uns segundos, o vento frio que batia na praia parecia ter sumido, de repente, parecia que a praia fria tinha ficado de lado.
Sem perceber, a gente estava abraçado em cima da areia, se beijando com um tesão do caralho, mas parecendo dois adolescentes bobos no primeiro encontro.
Por causa da época do ano, não tinha ninguém na praia, a gente podia ter feito qualquer coisa sem ninguém saber, mas o frio cortou o momento.
– Dami, vamos pro hotel, tá frio demais pra fazer alguma coisa aqui, haha.
– Juro que faz uns minutinhos que perdi toda a sensação de frio, nem lembro que é inverno.
– Acredita que eu também, mas… no fim você não me disse nada… Me perdoa? – ela fez um biquinho com a boca.
– Tá me perguntando de verdade?
– Claro, meu bem, depois que eu falei tudo você ficou mudo e me comeu a boca.
– Bom… então você vai ter que descobrir a resposta.
– Juro que faz uns minutinhos que perdi toda a sensação de frio, nem lembro que é inverno.
– Acredita que eu também, mas… no fim você não me disse nada… Me perdoa? – ela fez um biquinho com a boca.
– Tá me perguntando de verdade?
– Claro, meu bem, depois que eu falei tudo você ficou mudo e me comeu a boca.
– Bom… então você vai ter que descobrir a resposta.
Depois disso, voltei a dar um beijo nela, tava explodindo de tesão, minha pica ia arrebentar o zíper da calça jeans.
Caminhamos o caminho inteiro da praia até o hotel de mãos dadas, a manhã tinha começado com um sol radiante que nos acompanhava, íamos parando o passo pra dar um beijo, trocávamos olhares, risadas, parecíamos um casal apaixonado.
A distância que tinha parecido uma eternidade enquanto procurava por ela, tinha virado só alguns passos na volta, em menos do que eu imaginava já estava vendo o hotel de perto.
Nós dois sabíamos bem o que queríamos, o que faltava, e o que sentíamos. Ela, meio magoada, e eu com um tesão da porra, somado àquela história da piscina e a suposta atração dela por mim, virou um combo difícil de evitar.
Entramos e, direto, como se fosse a última coisa que a gente pudesse fazer, fomos pro quarto.
Tiramos o casaco que estávamos usando e, num movimento rápido, ficamos fundidos num beijo, abraçados na cama.
Ela ficou com o corpo em cima do meu, parei um minuto pra admirar ela de novo, ela tava de jeans e uma camiseta preta naquele momento.
Num movimento rápido, tirei a camiseta dela, deixando à mostra um sutiã de bolinhas que, do meu ângulo, fazia ela parecer linda. Os peitos dela pareciam que iam explodir dentro do sutiã.
Ela subiu um pouco a aposta e, entre beijos e uma brincadeira quase romântica, terminei só de cueca.
Meu pau, obviamente, fazia uma demonstração do seu "potencial", duro como pedra, formando um volume notório por baixo do tecido fino. Ela passava a mão devagar pelo meu corpo quase nu e parava na hora de passar por aquela área, cada carinho me incendiava.
Ela fazia tudo com muita calma, me beijava, me encarava e ria bem sutilmente, e não avançava mais que isso. Sabia que tava em completa vantagem naqueles momentos e tava curtindo.
Não dava mais pra me segurar, num movimento ágil, abracei ela e, suavemente, virei ela, ficando agora ela debaixo de mim.
Soltou o cinto e os botões do jeans dela, e automaticamente tirei tudo e joguei pro lado da cama.
Aquela vista novamente era digna de ser colocada num quadro, ela estava deitada com seu sutiã de bolinhas e uma tanga preta com um triângulo transparente que não conseguia esconder sua imponente pussy.
Eu me joguei em cima dela como se fosse a última coisa que pudesse fazer antes de morrer, beijei ela como nunca beijei ninguém e não demorei nem dois segundos para começar a brincar, dessa vez eu com ela.
Passava delicadamente meu dedo indicador com suavidade por todo o corpo dela, podia sentir como a pele dela se arrepiava ao toque, o que me animou a parar de beijá-la e fazer o mesmo jogo, mas com minha língua, ação que teve resultados muito positivos, já que ao sentir aquilo ela dava pequenos “pulinhos” cada vez que eu fazia.
A respiração dela começou a variar de novo e veio na minha cabeça a cena da piscina, o que me deixou ainda mais tesudo. Não queria perder a oportunidade de vê-la assim “entregue” de peitos, então entre beijo e carícia tirei o sutiã dela.
Evidentemente a gravidade não existia nela, os peitos apontavam para o teto completamente eretos, duros, grandes, suculentos, perfeitos.
Os mamilos dela convidavam a passar horas brincando com eles, estavam tão duros quanto meu pau na cueca, e ela tinha umas aréolas de tamanho médio que me encantavam, uma loucura de mulher.
A tentação era grande demais e não consegui segurar a vontade de brincar com aqueles peitos que convidavam a tantas coisas. Chupei eles bem delicadamente ao mesmo tempo que dava mordidinhas, beliscava os mamilos com cuidado, brincava com minha língua uma e outra vez.
Ela num momento pareceu se surpreender com minha ação, mas em poucos segundos já estava imersa no prazer que estava sentindo, e isso além de me deixar a mil me reconfortava.
Parei de novo para olhar ela, estava com os olhos fechados, o cabelo loiro bagunçado atrás da cabeça, as mãozinhas dela seguravam com força os lençóis da cama, a respiração dela estava ofegante e a barriga lisa acompanhava a respiração num ritmo frenético.
Era o momento de avançar um pouco mais no meu jogo, não dava pra esperar mais um minuto pra brincar com a buceta dela. Deixei os peitos dela em paz e fui percorrendo devagar todo o corpo dela até chegar na área desejada.
Ainda tava com a calcinha fio dental transparente, que no toque antes de tirar já dava pra sentir que tava encharcada, tudo tava saindo do jeito que eu queria.
Assim que tirei a calcinha, voltei a fazer o que tinha feito na piscina, que ela tanto gostava: meus dedos percorreram uma e outra vez a buceta dela, que por sinal era enorme considerando o corpo dela, e com a excitação parecia ainda maior. Devagarzinho, eu ia enfiando um dedo e tirando, entrava com toda facilidade dentro da caverna dela. Se por fora já tava encharcada, imagina por dentro. Ela tava voando de tesão, igual a mim. Eu beijava o pescoço dela, a boca dela, roçava os biquinhos dos peitos dela com a língua.
A respiração ofegante foi mudando aos poucos, e os primeiros suspiros apareceram, gemidinhos baixinhos que eram uma melodia gloriosa pros meus ouvidos.
Devo ter ficado uns 10 minutos nessa brincadeira constante com meus dedos. Já tinha enfiado dois dedos dentro da buceta dela com toda facilidade, e comecei a masturbar ela num ritmo variado mas constante, o que deixava ela louca. Não parava de sair líquido de dentro, e como não podia ser diferente, eu tinha que provar.
Desci com a língua passando do pescoço, peitos, barriga, brinquei um pouco na região do umbigo até chegar na beirada da buceta dela, que era coroada por uma linha bem fina de pelos loiros, claramente aparada de propósito, que dava um plus que me excitava ainda mais.
Quando tava em posição, minha cabeça tava entre as pernas dela. Tão perto assim, dava pra sentir bem o cheiro de mulher dela e ver de perto o fluxo saindo sem parar. Depois de dar beijos ao redor, uns chupões leves e lambidas, era hora do prato principal — pelo menos até aquele momento, era algo infalível e eficaz com toda mulher que eu tinha estado antes dela.
Passei minha língua por toda a extensão da sua buceta, seus lábios vaginais se abriam diante da minha língua, mas antes que eu pudesse começar a "trabalhar", sua voz, junto com uma mão, interrompeu minha ação.
A distância que tinha parecido uma eternidade enquanto procurava por ela, tinha virado só alguns passos na volta, em menos do que eu imaginava já estava vendo o hotel de perto.
Nós dois sabíamos bem o que queríamos, o que faltava, e o que sentíamos. Ela, meio magoada, e eu com um tesão da porra, somado àquela história da piscina e a suposta atração dela por mim, virou um combo difícil de evitar.
Entramos e, direto, como se fosse a última coisa que a gente pudesse fazer, fomos pro quarto.
Tiramos o casaco que estávamos usando e, num movimento rápido, ficamos fundidos num beijo, abraçados na cama.
Ela ficou com o corpo em cima do meu, parei um minuto pra admirar ela de novo, ela tava de jeans e uma camiseta preta naquele momento.
Num movimento rápido, tirei a camiseta dela, deixando à mostra um sutiã de bolinhas que, do meu ângulo, fazia ela parecer linda. Os peitos dela pareciam que iam explodir dentro do sutiã.
Ela subiu um pouco a aposta e, entre beijos e uma brincadeira quase romântica, terminei só de cueca.
Meu pau, obviamente, fazia uma demonstração do seu "potencial", duro como pedra, formando um volume notório por baixo do tecido fino. Ela passava a mão devagar pelo meu corpo quase nu e parava na hora de passar por aquela área, cada carinho me incendiava.
Ela fazia tudo com muita calma, me beijava, me encarava e ria bem sutilmente, e não avançava mais que isso. Sabia que tava em completa vantagem naqueles momentos e tava curtindo.
Não dava mais pra me segurar, num movimento ágil, abracei ela e, suavemente, virei ela, ficando agora ela debaixo de mim.
Soltou o cinto e os botões do jeans dela, e automaticamente tirei tudo e joguei pro lado da cama.
Aquela vista novamente era digna de ser colocada num quadro, ela estava deitada com seu sutiã de bolinhas e uma tanga preta com um triângulo transparente que não conseguia esconder sua imponente pussy.
Eu me joguei em cima dela como se fosse a última coisa que pudesse fazer antes de morrer, beijei ela como nunca beijei ninguém e não demorei nem dois segundos para começar a brincar, dessa vez eu com ela.
Passava delicadamente meu dedo indicador com suavidade por todo o corpo dela, podia sentir como a pele dela se arrepiava ao toque, o que me animou a parar de beijá-la e fazer o mesmo jogo, mas com minha língua, ação que teve resultados muito positivos, já que ao sentir aquilo ela dava pequenos “pulinhos” cada vez que eu fazia.
A respiração dela começou a variar de novo e veio na minha cabeça a cena da piscina, o que me deixou ainda mais tesudo. Não queria perder a oportunidade de vê-la assim “entregue” de peitos, então entre beijo e carícia tirei o sutiã dela.
Evidentemente a gravidade não existia nela, os peitos apontavam para o teto completamente eretos, duros, grandes, suculentos, perfeitos.
Os mamilos dela convidavam a passar horas brincando com eles, estavam tão duros quanto meu pau na cueca, e ela tinha umas aréolas de tamanho médio que me encantavam, uma loucura de mulher.
A tentação era grande demais e não consegui segurar a vontade de brincar com aqueles peitos que convidavam a tantas coisas. Chupei eles bem delicadamente ao mesmo tempo que dava mordidinhas, beliscava os mamilos com cuidado, brincava com minha língua uma e outra vez.
Ela num momento pareceu se surpreender com minha ação, mas em poucos segundos já estava imersa no prazer que estava sentindo, e isso além de me deixar a mil me reconfortava.
Parei de novo para olhar ela, estava com os olhos fechados, o cabelo loiro bagunçado atrás da cabeça, as mãozinhas dela seguravam com força os lençóis da cama, a respiração dela estava ofegante e a barriga lisa acompanhava a respiração num ritmo frenético.
Era o momento de avançar um pouco mais no meu jogo, não dava pra esperar mais um minuto pra brincar com a buceta dela. Deixei os peitos dela em paz e fui percorrendo devagar todo o corpo dela até chegar na área desejada.
Ainda tava com a calcinha fio dental transparente, que no toque antes de tirar já dava pra sentir que tava encharcada, tudo tava saindo do jeito que eu queria.
Assim que tirei a calcinha, voltei a fazer o que tinha feito na piscina, que ela tanto gostava: meus dedos percorreram uma e outra vez a buceta dela, que por sinal era enorme considerando o corpo dela, e com a excitação parecia ainda maior. Devagarzinho, eu ia enfiando um dedo e tirando, entrava com toda facilidade dentro da caverna dela. Se por fora já tava encharcada, imagina por dentro. Ela tava voando de tesão, igual a mim. Eu beijava o pescoço dela, a boca dela, roçava os biquinhos dos peitos dela com a língua.
A respiração ofegante foi mudando aos poucos, e os primeiros suspiros apareceram, gemidinhos baixinhos que eram uma melodia gloriosa pros meus ouvidos.
Devo ter ficado uns 10 minutos nessa brincadeira constante com meus dedos. Já tinha enfiado dois dedos dentro da buceta dela com toda facilidade, e comecei a masturbar ela num ritmo variado mas constante, o que deixava ela louca. Não parava de sair líquido de dentro, e como não podia ser diferente, eu tinha que provar.
Desci com a língua passando do pescoço, peitos, barriga, brinquei um pouco na região do umbigo até chegar na beirada da buceta dela, que era coroada por uma linha bem fina de pelos loiros, claramente aparada de propósito, que dava um plus que me excitava ainda mais.
Quando tava em posição, minha cabeça tava entre as pernas dela. Tão perto assim, dava pra sentir bem o cheiro de mulher dela e ver de perto o fluxo saindo sem parar. Depois de dar beijos ao redor, uns chupões leves e lambidas, era hora do prato principal — pelo menos até aquele momento, era algo infalível e eficaz com toda mulher que eu tinha estado antes dela.
Passei minha língua por toda a extensão da sua buceta, seus lábios vaginais se abriam diante da minha língua, mas antes que eu pudesse começar a "trabalhar", sua voz, junto com uma mão, interrompeu minha ação.
— Para, neném. O que cê tá fazendo? — A voz dela tava trêmula, as bochechas vermelhas.
— O que eu tô fazendo? — Eu tava completamente perdido, excitado e sem reação com a pergunta.
— Ué… O que cê vai fazer?
— Vou fazer você sentir uma das coisas mais gostosas da sua vida… Nunca te…? — E aí apontei pra buceta dela com o dedo.
— Ah… hmm… não… nunca fizeram isso comigo… Cê tem certeza? — Ouvir aquilo foi quase o paraíso.
— Fica tranquila… só aproveita.
— O que eu tô fazendo? — Eu tava completamente perdido, excitado e sem reação com a pergunta.
— Ué… O que cê vai fazer?
— Vou fazer você sentir uma das coisas mais gostosas da sua vida… Nunca te…? — E aí apontei pra buceta dela com o dedo.
— Ah… hmm… não… nunca fizeram isso comigo… Cê tem certeza? — Ouvir aquilo foi quase o paraíso.
— Fica tranquila… só aproveita.
Depois disso, "convidei" ela pra deitar de novo, mas antes dei um beijão nela e brinquei um pouco mais pra retomar o clima.
Após alguns minutos, achei que era a hora certa. Voltei pra área, levantei o olhar e, diferente de antes, ela já estava com a cabeça erguida, o olhar fixo no que eu ia fazer.
Não acreditava que nunca tinham feito sexo oral nela — isso me dava uma vantagem enorme, porque sabia que, se fizesse direito, ela ia pirar completamente.
Dessa vez, comecei a brincar com minha língua na buceta dela num ritmo bem mais calmo, passando de um lado pro outro, parando um pouco pra brincar com os dedos, chupando suavemente cada cantinho, cada pedaço daquela buceta que me enlouquecia.
Ela tinha um gosto estranho, mas gostoso, uma mistura meio agridoce que eu amava. Conforme os minutos passavam, dava pra ver que ela ia relaxando — no começo, me encarava toda tensa, mas isso foi sumindo aos poucos.
De repente, percebi que o olhar dela já não me mirava mais; tava perdido no teto do quarto, e a respiração ficava cada vez mais ofegante.
Eu adorava chupar a buceta de uma mulher, fazer ela sentir prazer, e mais ainda com ela. Com cuidado, comecei a abrir um pouco os lábios vaginais dela pra enfiar minha língua ainda mais fundo, “aspirava” os lábios externos, lambia de uma ponta a outra da buceta dela.
A respiração dela acelerou de novo, o corpo foi ficando tenso — era hora de dar o “golpe final”.
Enfiei de novo dois dedos dentro da buceta dela e comecei a masturbá-la bem devagar, enquanto com a boca brincava junto, acompanhando meus dedos que iam acelerando o ritmo. Ao mesmo tempo, com a mão livre, sem olhar, levei ela até um dos peitos dela, acariciando o mamilo, beliscando de leve e puxando um pouco.
Aumentei o ritmo aos poucos, meus dedos entravam e saíam cada vez mais rápido.
Não acreditava que nunca tinham feito sexo oral nela — isso me dava uma vantagem enorme, porque sabia que, se fizesse direito, ela ia pirar completamente.
Dessa vez, comecei a brincar com minha língua na buceta dela num ritmo bem mais calmo, passando de um lado pro outro, parando um pouco pra brincar com os dedos, chupando suavemente cada cantinho, cada pedaço daquela buceta que me enlouquecia.
Ela tinha um gosto estranho, mas gostoso, uma mistura meio agridoce que eu amava. Conforme os minutos passavam, dava pra ver que ela ia relaxando — no começo, me encarava toda tensa, mas isso foi sumindo aos poucos.
De repente, percebi que o olhar dela já não me mirava mais; tava perdido no teto do quarto, e a respiração ficava cada vez mais ofegante.
Eu adorava chupar a buceta de uma mulher, fazer ela sentir prazer, e mais ainda com ela. Com cuidado, comecei a abrir um pouco os lábios vaginais dela pra enfiar minha língua ainda mais fundo, “aspirava” os lábios externos, lambia de uma ponta a outra da buceta dela.
A respiração dela acelerou de novo, o corpo foi ficando tenso — era hora de dar o “golpe final”.
Enfiei de novo dois dedos dentro da buceta dela e comecei a masturbá-la bem devagar, enquanto com a boca brincava junto, acompanhando meus dedos que iam acelerando o ritmo. Ao mesmo tempo, com a mão livre, sem olhar, levei ela até um dos peitos dela, acariciando o mamilo, beliscando de leve e puxando um pouco.
Aumentei o ritmo aos poucos, meus dedos entravam e saíam cada vez mais rápido.
Não passaram muitos segundos até que eu ouvi ela me pedindo pra parar, perguntando o que eu tava fazendo. Óbvio que ignorei, segui na minha.
O corpo dela se tensionou, ficou dura que nem pedra, as mãos dela esticaram o lençol desmontando a cama toda, deu um gritão e as pernas começaram a tremer. Minha boca continuava colada na buceta dela, então pude sentir como ela acabou jorrando uma quantidade enorme de líquido que eu curti e saboreei.
Tinha alcançado meu primeiro objetivo, ela chegou ao orgasmo, ficando deitada na cama como se tivesse dormindo, enquanto a respiração ofegante dela voltava ao normal.
Não tava nem aí por ainda não ter comido ela, o primeiro round eu tinha vencido por nocaute e isso já era mais que suficiente pra começar.
Ainda era cedo, faltavam muitas horas pro dia acabar e ainda tínhamos mais um último dia de estadia em Mar del Plata, então isso realmente tava só no começo.
O melhor ainda não tinha aparecido.
Tinha alcançado meu primeiro objetivo, ela chegou ao orgasmo, ficando deitada na cama como se tivesse dormindo, enquanto a respiração ofegante dela voltava ao normal.
Não tava nem aí por ainda não ter comido ela, o primeiro round eu tinha vencido por nocaute e isso já era mais que suficiente pra começar.
Ainda era cedo, faltavam muitas horas pro dia acabar e ainda tínhamos mais um último dia de estadia em Mar del Plata, então isso realmente tava só no começo.
O melhor ainda não tinha aparecido.
[Continua...]

Imagem meramente ilustrativa.

Bom, aqui está o fim da terceira parte, em breve essa história continua, com uma parte 4 que vem muito, mas muito boa. De novo, desculpas pela demora. Espero que vocês gostem e, como sempre, críticas e sugestões são bem-vindas. Até a próxima!!!

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13 comentários - A filha do meu chefe [Parte 3]
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