A pequena curiosa - lésbico

Tédio, pra caralho, eu diria, enquanto olhava a chuva cair do outro lado da janela. Me sentia como naqueles filmes de terror onde a mina tá sozinha em casa e de repente recebe a ligação de um assassino perguntando qual era o filme de terror favorito dela. Segundos depois, a tal garota morria do jeito mais bizarro possível.

Tinha planos pra tarde antes de tudo dar merda por causa da tempestade. Decidi ir ver a Mariana, a mina que me deixava louca desde que vi ela pela primeira vez na aula de natação pra iniciantes. Na época, ela tava usando um biquíni bonito que era um pouco pequeno demais e apertava os peitões dela de um jeito que os coitados pareciam que iam pular pra fora. Durante a aula inteira, fiquei colada na silhueta dela, na pele branca das pernas, no pescoço delicado e no cabelo preto que coroava a cabecinha ovalada dela. Um rostinho lindo, meigo e virgem, que olhava com vergonha pras outras minas. Fiquei me perguntando se ela se sentia inferior às outras.

As aulas de natação tinham começado duas semanas antes, então algumas de nós já se conheciam e, como sempre, tinha uma certa rejeição com ela por ser a novata. Sem contar a zoação que fizemos quando ela entrou na piscina, que tava gelada e fez os biquinhos dos peitos dela ficarem durinhos por cima do biquíni. Enquanto a maioria caçoava, eu fiquei quieta, olhando com um tesão do caralho como ela era gostosa. O jeito meigo e inocente dela tornava tudo ainda mais sexy, e foi por isso que, atraída que nem abelha pro pólen, me aproximei e comecei uma amizade que ficou mais íntima, principalmente por causa da minha facilidade de falar e das minhas piadas safadas, tentativas discretas de flerte pra mostrar que tava doida pra ter ela na minha cama e nadar entre as pernas dela. E eu era uma nadadora foda.

Resumo: os planos tinham ido pro caralho por causa da Chuva, e como a luz ia e voltava toda hora, não me atrevia a ligar a televisão. Uma luz fraca do dia se filtrava de manhã e me deixava triste, ressentida com o clima.

Foi então, enquanto brincava com minha gata Pelusa, que ouvi a campainha tocar. Com essa chuva toda, quem teria coragem de vir? Fui abrir e me deparei com a silhueta da Mariana, completamente encharcada, com os fios de cabelo preto escorrendo pelas bochechas, o delineador agora borrado pela água. Ela tremia toda de frio e se abraçava pra se aquecer.
— O que você tá fazendo aqui? Te falei que não dava pra sair por causa da chuva — respondi, puxando ela pra dentro de casa.
— Quando sua mensagem chegou, eu já tava no ônibus. Desci a três quadras daqui e vim andando. Achei que ia me afogar.
— Ah, não fala besteira. Vem, vamos trocar essa roupa.
Peguei ela pela mão, levei até o segundo andar da casa e a coloquei no banheiro. Como ela não tinha trazido outra roupa, fui no meu armário e na hora me veio a ideia de que podia me dar um pouco de prazer. Então, peguei uns shorts esportivos bem curtinhos que não usava há muito tempo, tão curtos que as pernas brancas da Mariana iam ficar bem à mostra. Peguei uma blusa simples, com um tecido tão macio que deixaria os peitos dela bem confortáveis.
— Vou deixar a roupa aqui na pia — falei, espiando pela porta do banheiro.
— Muito obrigada, amiga.
— Por nada — olhei pra ela por um segundo. A silhueta dela aparecia nítida através do box. Ela tava nua, de perfil pra mim, e vi as mãos dela passarem pela curva dos peitos e contornarem a cintura e a bunda.
Suspirei, com o coração batendo a mil.
— Andrea?
— Vou ficar no meu quarto.
Esperei nervosa, fingindo que olhava a chuva com muito interesse. Não precisei esperar muito até a Mariana entrar, secando o cabelo com uma toalha e vestindo a roupa sexy que eu tinha dado. Como imaginei, os shorts não eram do tamanho dela, então grudavam nas coxas bem pernas torneadas e a cintura fina dela. Além disso, pelo jeito que os peitos dela apareciam por baixo da blusa, imaginei que ela não tava usando sutiã. Engoli seco.
—Tá um pouco frio —falei pra ela —. Vem, vou secar teu cabelo.
—Ah, valeu.
Ela sentou na cama e eu, atrás dela, fiquei passando a toalha rápido na cabeça dela. Ela reclamou. Disse que eu tava fazendo muito forte. Eu ri e continuei com a tarefa, sem perder de vista como o pescoço dela tava bonito, com a pele pedindo um beijinho carinhoso. Depois que terminei de secar, abracei ela bem na altura dos peitos e puxei pra perto de mim.
—Hehe! O que cê tá fazendo?
—Tô te esquentando —sussurrei no ouvido dela.
—Mm… é, já tô me sentindo melhor.
—Cê é uma menina safada, Mariana. Falei pra não vir e agora cê tá toda molhada.
—Acabei de tomar banho, ué.
Fiquei assim por um tempão. Se era desconfortável pra ela, não liguei, porque de perto dava pra sentir o cheiro do shampoo e como aquele aroma doce de maçã verde me embriagava.
—Hum-hum!
—Desculpa, só me deixei levar.
Ela virou pra mim. Tava tão gostosa com as pernas dobradas e o olhar sorridente. Talvez tava esperando eu fazer alguma coisa ou algo mais rolar. Passei a língua nos lábios. Ela inclinou a cabecinha.
—O que foi, Andrea? Cê parece nervosa.
—Só tô com um pouco de medo dos trovões —menti —. Acho que a qualquer hora um vai cair em cima de mim.
—Ah, bobinha. Isso não vai acontecer a menos que cê esteja lá fora. Cê precisa assistir umas aulas de física.
—É, acho que sim. Quer conversar sobre algo? A gente ia ao cinema, mas com essa chuva infernal…
—Mmm… sabe? Enquanto vinha pra cá, um cara ficou me encarando e sorrindo. Não era muito bonito, mas gostei do jeito que ele me olhava.
—Com certeza ele tava te comendo com os olhos —zoei, fingindo que tava achando graça.
—Haha! Já me engravidou. Mas não parecia tarado. Era meio fofo, ou pelo menos foi o que eu percebi.
—Ahã, como se cê soubesse diferenciar um olhar fofo de um pervertido.
—Ah, e como é um olhar pervertida.
—Exatamente assim —mostrei, baixando os olhos até os peitos dela. Mariana os cobriu e riu.
—Haha! Do jeito que você olha, parece que gosta dos peitos das garotas. Por acaso você é uma dessas estranhas?
—Não somos estranhas —falei de supetão, e percebi o erro que tinha cometido. Sem querer, tinha me confessado sobre minhas preferências.
O sorriso de Mariana congelou num sorriso sem graça.
—Hmm… Andrea? He! O que você acabou de dizer?
—Bom… nada. Esquece.
—Não, me fala.
—Não, não é nada —respondi. Levantei e fui pra cozinha rapidamente pra beber água. Era um costume que eu tinha toda vez que ficava nervosa, e de repente deu vontade de sair pra me molhar na chuva pra esfriar o calor das bochechas.
Mariana entrou na cozinha, e o fato dela me olhar dos pés à cabeça, com uma expressão meio confusa, me desconcertou.
—O quê?
—É que você me surpreendeu com essa confissão. Não fica mal. Não te julgo pelos seus gostos.
—Sério?
Ela negou com a cabeça. Eu suspirei e me aproximei com cuidado. Ela recuou assustada.
—Porra, menina, não vou te estuprar.
—Eu sei, só também tô meio nervosa. É… como estar com um cara.
Rolei os olhos. Por que sempre achavam que a gente era umas predadoras sexuais? Fim de papo. Toquei no ombro dela e ela deu um pulo.
—Olha, se quiser parar de ser minha amiga, eu entendo.
—Não falei isso, Andrea. Só tô meio desconfortável. Hmm, como é que é gostar de garotas?
—Ué… nada de mais, acho.
Ela suspirou resignada e subimos pro meu quarto. Eu me sentia um pouco mais calma, embora não tanto porque agora que ela sabia dos meus gostos, não parava de pensar se ela toparia um beijo. Sentamos na cama. Lá fora, a chuva batia.
—O que você tem? Parece curiosa.
—Tô sim —respondeu com um sorriso —. E você já fez com uma garota? Tipo, transar…
Fiquei vermelha.
—Sim, uma vez. Foi há um ano com a que era minha namorada.
—E aí, o que você fez com ela? —tinha um brilho safado nos olhos dela e um sorriso animado. Eu me deitei na cama e ela se acomodou do meu lado —Tá com vergonha de me contar?
—Bom… primeiro a gente se despiu uma à outra. A gente se acariciou e tudo que veio depois foi inesquecível.

Ela riu como se eu tivesse contado uma piada.
—E aí? Quanto tempo durou?
—Muito. A tarde inteira. A gente ainda era inexperiente, então ficamos brincando com nossos corpos por um bom tempo. Ela era muito gostosa e tinha uns peitos impressionantes.
—Você gosta grandes?
—Amo.
—Que nem os meus?
Olhei pros peitos dela sem vergonha.
—Já vi melhores.
—Ah! Que malvada. Vocês fizeram tudo que aparece nos vídeos pornô?
—Bom… pera aí —olhei pra ela com atenção —como você sabe disso? Por acaso já viu algum vídeo de meninas?
—É… O quê? Não… cê tá enganada.
Mas o vermelho no rosto dela dizia o contrário.
—Mariana, não me fala que você já viu pornô lésbico. Haha! Você?
—Bom… uma vez. Quer dizer, duas vezes.
Eu ri, incrédula. De repente, eu tinha virado o jogo.
—E como é isso? Tava curiosa? Queria experimentar com uma garota?
—Ai, agora fiquei com vergonha de continuar falando.
—Ah, não. Você já me perguntou. Agora tem que me responder. Ficou curiosa?
—É… hehe! Sim, um pouco. É que minha irmã mais velha tem esses gostos e, sinceramente… me deu curiosidade. Uma vez eu vi o histórico do navegador dela e percebi que ela visitava sites desse tipo. Cliquei em um e apareceu um vídeo bem… erótico, de duas garotas. Depois passou outro com um trio e eu vi todas as coisas que elas faziam e fiquei com um pouco de… curiosidade.
—Você se tocou? —perguntei com todo cuidado. Ela baixou a cabeça, envergonhada.
—Sim.

Quando ela disse isso, minha mente se acendeu com dezenas de imagens dela enfiando a mão por baixo da roupa e se masturbando com tanta força que senti um formigamento no estômago todo.
—Já! Para de me olhar assim. Você se toca, Andrea?
—Quase todo dia.
—Como você faz?
Pelo vermelho evidente no rosto dela, pude ver que até a Mariana estava ficando excitada com nossa conversa. Ficamos em silêncio por um instante.
—Quer ver?
—Sim.
—Tá bom.
Meu coração batia tão rápido que parecia um zumbido. Engoli seco e respirei fundo. Devagar, abri minhas pernas e enfiei a mão por baixo do elástico da minha calça de pijama. Assim que me toquei, o arrepio que me percorreu foi tão gostoso que eu dei um pulinho. Fechei os olhos por um momento e me esfreguei com pressão e força. Ouvi a Mariana rindo.
—Nossa, você sabe mesmo fazer isso.
—Quer ver de pertinho? — perguntei, mas era a safadeza falando. Não eu.
—Que tão pertinho?
Sem abrir os olhos, coloquei as mãos na beirada da calça e deslizei pra baixo. Não tava de calcinha, então fiquei toda aberta na frente dela. Abri os olhos e vi que a Mariana não tava olhando pra mim, mas sim com o olhar fixo bem no meio das minhas pernas.
—Uau… — ela sussurrou.
O calor começou a esquentar o quarto, e tudo tava ficando mais rápido de se ver. Tudo tava ficando mais solto enquanto eu mostrava pra Mariana como eu me masturbava numa velocidade claramente gostosa, e aí o primeiro gemido de prazer de verdade escapou de mim.
Ela riu.
—Você tá gemendo de verdade?
—É tão bom… quer tocar?
—Ah, não.
—Sério? — perguntei com um sorriso safado. Ela cobriu o rosto com as mãos, depois sorriu e me olhou curiosa.
—Só um pouquinho.
—Me dá sua mão.
Peguei a mão dela com cuidado e coloquei bem em cima da minha buceta. A Mariana ficou com as bochechas vermelhas e o sorriso sumiu, substituído por um olhar concentrado, como se na cabeça dela tivesse pensando se o que tava fazendo era certo.
Aí ela começou a mexer os dedos, e os olhos dela iam do meu rosto pra minha virilha, como se quisesse saber que emoções eu tava sentindo. Sorri e exagerei um pouco nos gemidos.
—Você tá ficando molhada.
—Você manda bem.
—Continuo?
—Sim.
De repente, um dedo deslizou pra dentro de mim, e eu dei um pulo. Ela tirou a mão.
—Desculpa!
—Não, relaxa. Faz de novo.
—Tem certeza? Achei que você ainda fosse virgem.
—Não. Perdi a virgindade com minha ex-namorada.
—Ah…

Com mais calma, peguei a mão dela e a guiei de volta à minha entrada. A testa da Mariana ficou coberta de suor e deixei ela se satisfazer, explorar meu interior com muito cuidado.
—Por que você não tira alguma roupa? —sugeri. Naquele momento, tinha decidido dar asas à minha perversão.
—A blusa?
—Sim.

Sem vergonha nem pudor, ela tirou a blusa. Assim que vi os peitos dela, firmes e grandinhos, com as pontinhas rosadas, fiquei ainda mais molhada. Ela tocou neles com as mãos e beliscou os mamilos.
—Você gosta? Ainda vai dizer que já viu melhores?
—São perfeitos. Queria… prová-los, se puder, claro.
—Mmm… tá bom. Mas só um…

Ela nem tinha terminado de falar quando eu me inclinei pra frente como se tivesse uma mola nas costas. Segurei a cintura dela e encostei meu rosto bem no meio dos peitos dela, que cheiravam a sabonete e estavam quentes e macios. Mariana riu quando meu cabelo fez cócegas nela. Dei um beijo bem no meio e, depois, mais ousada ainda, comecei a passar a língua, molhando um caminho de um seio ao outro.
—Uhm… Nunca… pensei que fosse tão bom —ela confessou, e aquilo me deu vontade de fazer algo mais intenso, mais excitante. Quando envolvi com a boca um dos biquinhos rosados dela e mordi, ela soltou o gritinho mais fofo do mundo. Apertei com os lábios. Senti as mãos dela pousarem nas minhas costas e tentarem arrancar minha blusa. Deixei ela fazer.
—Quero… provar.
—O quê? —perguntei com o peito batendo rápido.
—Que… tô curiosa. Vamos fazer direito, que tal, Andrea?
—Sim!
—Hehe! Parece que você tava esperando por isso. Mas… o que a gente fizer não pode sair deste quarto, tá? Vai ser nosso segredo.

Talvez, ainda em algum lugar dentro de mim, eu não conseguisse acreditar no que estava acontecendo. Me senti meio confusa, com vontade de falar não porque tinha medo de que a Mariana só estivesse me enrolando.

Eu já estava pelada, e nervosa. Me joguei pra trás e dei espaço pra ela tirar o short. Quando vi ela sem nada em cima, soube que as coisas iam ser reais e que aquela tarde chuvosa ia me unir a ela de um jeito muito mais… profundo e erótico.
— Cê gosta do que vê? Sim ou não?
— Tô achando fabuloso — falei, passando a língua nos lábios.

Nervosa e com uma vergonha visível, a Mariana se inclinou na minha direção, colocou as mãos nos meus ombros e, com todo cuidado, montou em cima de mim. Ao sentir a buceta dela contra minha barriga, o calor e a umidade que já escorria, um arrepio me percorreu e pensei que ia ter um orgasmo só de excitação pelo momento. Pensei que, se eu fosse um cara, com certeza seria um ejaculador precoce.

Por uns segundos, a Mariana ficou olhando como as mãos dela brincavam com meus peitos, como apertava, juntava e beliscava as pontinhas com diversão. Puxava meus mamilos e soltava.
— Cê tá com muita energia, né? — perguntei.
— Tô meio inibida.

Passei os olhos nela toda, desde o cabelo solto, os peitos, a barriga e a entreperna. Acariciei as coxas dela e arranhei a pele com minhas unhas. Ela riu, sem graça, e depois se inclinou pra frente. Recebi o primeiro beijo dela de lábios abertos, e pra minha surpresa não foi nada tímido, foi selvagem, daquele jeito de quem descobriu algo novo e quer fazer direito. A língua dela e a minha se encontraram numa batalha campal. A umidade da boca dela, o roçar dos nossos dentes e as carícias que ela fazia nos meus ombros estavam me deixando ainda mais excitada, se é que dava pra ficar mais.

Ofeguei. Movi uma mão devagar, procurando o espaço entre a buceta dela e minha barriga. Em seguida, encontrei aquele espacinho e enfiei um dedo lá dentro. Como a Mariana era virgem, a penetração doeu e ela se afastou da minha boca.
— Te machuquei?
— Sim… vai devagar — pediu com uma vozinha meiga e voltou a meus lábios.
Continuei beijando ela com mais delicadeza e optei por não desvirginar ela com meus dedos, mas sim com meu polegar busquei o clitóris dela e a partir daí comecei a esfregar com uma nova intensidade. Dos lábios da Mariana saiu um “uuuuy” muito sexy.
—Continua…
—Claro.
Beijei ela com paixão, esquecendo do carinho e das delicadezas. Ela desceu pelo meu pescoço até meus peitos, que não hesitou um instante em colocar na boca, em chupar meus mamilos como se fosse um bebê. Passava a língua neles e dava mordidinhas que, embora doessem, eu gostava e deixei ela fazer, que se satisfizesse comigo. Eu queria, naquele momento, me tornar o objeto dela para que ela provasse todas as delícias do sexo.
—Senta em mim.
—Como? —ela me perguntou. Os lábios dela estavam molhados com a saliva dos nossos beijos e brilhavam como se tivesse batom.
—Senta na minha cara.
—Hmm… isso pode?
—Hahaha! Faz, não fica com vergonha.
—Tá… tudo bem —ela riu no final.
Com cuidado, ela se moveu. Quase caiu da cama quando se levantou. Se segurou na cabeceira da cama.
—Tem certeza?
—Faz, vamos. Não fica com vergonha.
—Tá bom.
Ela sentou com muito cuidado. Eu segurei ela pelas nádegas pra evitar que caísse. Parei quando a buceta dela ficou ao alcance da minha boca, e então, comecei a dar o meu máximo, com o sexo oral mais perfeito que já tinha feito. Quem me dera eu colocasse na escola o mesmo empenho que colocava em lamber os lábios inferiores dela, que escorriam um mel tão doce que me deu fome.
Sorri por dentro porque a Mariana tinha pequenas convulsões e o corpo dela tremia, principalmente quando eu tentava enfiar a ponta da minha língua até o último cantinho dela. Ela soltava risadinhas misturadas com gemidos. Eu deslizei uma mão até meus peitos e comecei a torturar meus bicos, apertando, beliscando eles de um jeito tão gostoso que me dava um prazer inimaginável.
—Vamos trocar… por favor, Andrea.
—O que você quer fazer?

Ela só se virou. Eu calculei Suas intenções me deixaram ainda mais excitada do que antes. Abri um pouco as pernas pra dar espaço pra cabeça dela, que tava se ajeitando bem entre elas, enquanto ela colocava as mãos nas minhas coxas. De repente, eu soube que o 69 ia virar meu número favorito. Fechei os olhos e respirei devagar, porque, quando, envergonhada e com medo, a Mariana pegou com os lábios aquela fina camada de sucos que eu, na minha gostosa excitação, tava derramando lá de dentro.

No começo, percebi que ela não tava muito segura do que fazia, porque as lambidas dela eram meio atrapalhadas, e ela mais ficava tocando meu clitóris com a ponta da língua. Resolvi dar um empurrãozinho nela, acender de vez a safadeza que ainda restava, e foi aí que me permiti separar os lábios dela com meus dedos e cobrir a buceta dela com a boca toda.

A Mariana soltou um gemido repentino e não conseguiu mais ficar grudada em mim; só ficava ofegante, tremendo o corpo todo e implorando pra eu não parar. Eu não ia parar mesmo. Pretendia ficar ali por um bom tempo, colada nela, bebendo dos sucos que escorriam dela, da minha amada nadadora.

Até que, finalmente, levada pelo desejo mórbido do prazer, a Mariana se aventurou a enfiar os dedos dentro de mim. No começo, mexeu com medo de me machucar, mas depois acelerou todos os movimentos, e eu sentia eles entrando e saindo. Ela tinha as falanges em forma de gancho, e causava um estrago danado em mim enquanto a língua pressionava meu clitóris e mastigava tudo ao redor.

Naquela hora, as coisas ficaram confusas, rápidas demais, e eu soube, pelas batidas do meu peito e pelo jeito que meu corpo tremia, que tava sendo vítima de um orgasmo. Apertei as pernas e prendi a cabeça da Mariana entre minhas coxas. Gozei com a boca dela colada na minha buceta, com os dentes mordendo meu ponto G, e ela ficou ali até depois que a onda de prazer chegou no auge.

— Você gostou? — ela me perguntou. A bobinha, me olhando enquanto limpava a boca. O peito dela suava e eu achei tão gostoso que o máximo que consegui fazer foi pegar nas mãos dela e puxar pra perto de mim.
— Adorei.
— Vi no vídeo.
— Você tem se educado bem — brinquei e dei um beijo nos lábios dela. Depois outro. Ela acariciou minhas bochechas com todo carinho, juntando a língua dela com a minha num beijo molhado, e ficamos assim por um tempão.

Eu tava passando a mão nas costas dela, que estavam quentes como lã e macias como seda. Entre minhas pernas, sentia um calor danado e uma vontade de continuar com ela, de continuar fodendo ela com tanta força até arrancar suspiros de prazer.
— O que você quer que eu faça agora? — perguntei, acariciando a cabeça dela.

Ela balançou a cabeça.
— Só quero ficar do seu lado e repetir isso outras vezes.
— Então quer ser minha namorada?

Ela concordou.
— Não sua namorada. Bom, talvez sim, mas não agora. Só quero… continuar experimentando. Fiquei curiosa.

Não soube se ficava ofendida ou não. Eu queria algo sério de verdade. Mas quando ela se levantou e ficou montada em mim, tão linda com o cabelo molhado de suor grudando nas bochechas, o rosto corado e os peitos marcados pelos meus dentes, percebi que mesmo não sendo minha namorada, dava pra ser feliz curtindo tardes apaixonadas fodendo com ela, minha pequena curiosa que queria se aventurar no mundo do sexo entre garotas.

Me apressei então a ficar de joelhos. Ela se posicionou atrás de mim… e o que aconteceu depois… bom, acho que não preciso mais contar, né?

FIM.

3 comentários - A pequena curiosa - lésbico

Excelente historia! Espero una próxima...
Muy bueno!!! Está escrito muy correctamente y tiene muchas atmosferas de sensualidad.