Há anos, quando minha esposa tinha acabado de se formar na universidade e, talvez seguindo uma lista onde sempre procurava o homem mau, malandro, encrenqueiro, agressivo e folgado, ela teve como namorado um policial — segundo as próprias palavras dela, alguns anos mais velho e com muita experiência de vida.
A história é baseada no fato de que, com certa frequência, quando sou eu quem quer penetrá-la no cu, ela sempre foge com a desculpa de que dói muito e não perde a oportunidade de me lembrar como o ex dela, o policial, arrebentou a bunda dela na companhia de um "compadre" com quem quase sempre saíam pra farrear.
Na verdade, me parece que era o compadre quem bancava o valentão pelo policial, já que ele quase sempre estava em serviço e mandava o amigo "cuidar" da namorada dele, como aconteceu naquela vez em que os dois, depois de uma festa no bairro onde moravam, e com ela bêbada, deram a trepada da vida dela — a ponto de, segundo as próprias palavras dela, ela quase não conseguir andar nem sentar direito por algumas horas.
Tenho plena consciência de que só comigo ela não tem sexo anal. O namorado atual dela — e quem mais sabe-se lá — pode fazer. Eu sei quando ela volta pra casa depois que aconteceu, mas, verdade seja dita, só quero a felicidade dela e que ela seja plena... como sempre foi.
A história é baseada no fato de que, com certa frequência, quando sou eu quem quer penetrá-la no cu, ela sempre foge com a desculpa de que dói muito e não perde a oportunidade de me lembrar como o ex dela, o policial, arrebentou a bunda dela na companhia de um "compadre" com quem quase sempre saíam pra farrear.
Na verdade, me parece que era o compadre quem bancava o valentão pelo policial, já que ele quase sempre estava em serviço e mandava o amigo "cuidar" da namorada dele, como aconteceu naquela vez em que os dois, depois de uma festa no bairro onde moravam, e com ela bêbada, deram a trepada da vida dela — a ponto de, segundo as próprias palavras dela, ela quase não conseguir andar nem sentar direito por algumas horas.
Tenho plena consciência de que só comigo ela não tem sexo anal. O namorado atual dela — e quem mais sabe-se lá — pode fazer. Eu sei quando ela volta pra casa depois que aconteceu, mas, verdade seja dita, só quero a felicidade dela e que ela seja plena... como sempre foi.
1 comentários - A enfermeira e o policial