Oi, me chamo Jesy, sou do D.F. e faz uns dois meses que conheci uma mina que me contou várias experiências com o vizinho comedor dela. Na quinta passada, a Bere me falou que tava feliz porque a cara dela não tinha mais espinhas, aí perguntei que creme ela usava e ela respondeu, de brincadeira, que era "Verguitrim" e, como toda otária, eu questionava se era de catálogo ou de farmácia e ela respondia que era de um banco de esperma, de onde fazia saques com um amigo da mãe dela.
Depois de rir um pouco, ela me disse que tinha acabado de transar com um vizinho, que gostava que ele fosse educado e atencioso, além de aguentar por um bom tempo e causar de três a seis orgasmos em cada trepada. Eu tava ficando com tesão e corada, aí a gente se despediu e eu convidei ela pra tomar um café no sábado seguinte.
Naquele sábado à tarde, a Bere chegou na minha casa, trouxe umas rosquinhas e uns churros pra comer, aí a gente conversou sobre várias coisas e, como tava com meus tios também, quando o tempo fechou e sentiu a ameaça de chuva, eles foram embora porque precisavam estar em casa antes de chover. Assim, a Bere ficou conversando comigo e a gente continuava naquela papo divertido quando perguntei sobre aquele creme de Palotrim, ou algo assim, eu achei que ela passava o esperma no rosto, mas ela disse que não, que o fato de transar já bastava pra tirar as espinhas. Num tom de zoeira, ela continuou me contando e eu tava cada vez mais excitada e envergonhada até que ela me perguntou se eu gostava de transar muito ou pouco, respondi que muito, e ela disse que também, e que apesar de na quinta ter recebido o dela, já tava ansiosa pra ser comida de novo.
Na hora, me surpreendi perguntando "sério mesmo?, já tão cedo?", ela me contou que tinha um cara, amante da mãe dela, que ela também gostava e um dia, se jogou pra cima dele e foi na casa dele, pra trepar com ele; desde então, visita ele escondido da mãe. Ao ouvir isso, minha bucetinha já tava bem molhada e eu esfregava minhas pernas pra pressionar meu clitóris, e a Bere também me disse que já estava com tesão e que ia ligar pro Memo pra saber se ele tava disponível pra transar.
Rápido, ela ligou no celular dele e se cumprimentaram, ele falou que tinha visitas e que não teria lugar pra atender ela naquela tarde, mas mesmo assim, Bere insistiu pra ele se animar, que esperava ele no estacionamento pra ir pra algum outro lugar e combinaram de se ligar em 30 minutos; verdade, também bateu uma vontade de conhecer o tal do Memo. Depois, Bere foi pro banheiro e eu aproveitei pra pegar o celular dela e copiar o número que ela tinha ligado, aí coloquei de volta do jeito que tava e ela voltou, me dizendo que tava escorrendo de tão quente e me perguntando se eu não tava, confessei que não muito.
Em seguida, ela fez que ia levantar as xícaras da mesa, mas eu falei pra deixar assim, que eu faria depois e que sentasse, mas ela juntou tudo e levou pra cozinha, então eu fui atrás e num descuido, ela se jogou pra trás e a gente colidiu de leve, o suficiente pra cair uma xícara no chão. Rápido, ela pediu desculpas e se ajoelhou pra pegar a xícara, eu fiz o mesmo e consegui ver as pernas dela pela abertura da saia, eram bonitas e de dar vontade de agarrar, aí levantei o olhar e ela tava vendo meu decote, mas na hora desviou o olhar, mas aquela sensação de ser atraída por uma mina me despertou a vontade de ir mais longe.
Em seguida, a gente se levantou e jogou os cacos no lixo enquanto ela continuava se desculpando e eu falei que não tinha problema, que era culpa minha por andar tão perto atrás dela, aí ela me perguntou se eu já tinha tocado nos peitos de uma mulher, respondi "sim, uma vez", na hora ela me perguntou como foi, eu falei que é igual ao meu. Depois, detalhei: "quando eu era pequena, tipo uns 14 anos, saí pra passear com meus tios, que acabaram de ir embora, a gente ficou num hotel e eu dormi com minha prima Gaby numa cama, meus tios noutra e minha avó noutro quarto com meus outros tios".
Continuei contando pra ela: "meia hora Certa noite, acordei e ouvi meus tios se mexendo na cama. De relance, vi que os cobertores subiam e desciam, e também dava pra ouvir gemidos baixinhos e respirações ofegantes. Minha tia soltava uns gemidos e, num instante, vi que ela se descobriu pra ver se a gente tava dormindo.” Continuei: “Eu fiquei paralisada. Depois, ela sentou em cima do meu tio e rebolava a cintura pra cima e pra baixo enquanto ele chupava os peitos dela. Eles ficaram cobertos com as cobertas, mas foi a primeira vez que entendi como se transa. Obviamente, fiquei com tesão e, depois de um tempinho, eles pararam e dormiram.”
Depois, comentei: “Minha bucetinha tava quente e molhada, e eu passava os dedos na minha ppk, tirando eles bem molhados. Além disso, sentia vontade de ser penetrada, mas não sabia com quê. Aí, minha prima se mexeu dormindo e deixou o braço cair no meu peito. Na hora, estiquei a mão e consegui tocar os peitos dela, que eram um pouco maiores que os meus.” Depois, completei: “Ela tinha 15 anos, então dormia profundamente. Toquei os peitos dela por cima do pijama, depois desabotoei, abri e deslizei os dedos dentro do sutiã dela. Como não era muito apertado, foi fácil levantar e deixar os peitos dela de fora. Foi ali que acariciei os primeiros peitos de uma mulher, com mamilos pequenos e macios. Fiquei acariciando até ela se mexer e eu não conseguir continuar. Só me masturbei um pouco e, quando senti um formigamento na minha xereca, acabei dormindo.”
De repente, percebi que a Bere tava mais tarada do que antes e me perguntou se naquela vez eu não tinha tocado a bucetinha dela. Respondi que tentei, mas não consegui. Ela então disse que eu já tinha alguma experiência com mulheres, mas comentei que não, que aquilo foi o mais longe que cheguei. Acrescentei que, depois disso, meu vício em me masturbar cresceu até que transei com um amigo da escola, em casa, quando ele veio fazer um trabalho. Nesse momento, vi que a Bere mexia as pernas igual a mim. Eu observava ela disfarçadamente e sugeri que chamasse o Memo pra ver se ele ia. atender ou não. Na hora, ela ligou pra ele, mas ele ainda tava ocupado com as visitas, então perguntei pra Bere se aquela visita não era a mãe dele, ela respondeu que imaginava que sim, aí ligou pra ela, pra saber onde tava e contou que ainda tava longe de casa e que chegaria mais tarde.
Logo depois, Bere me disse que era possível sim que o Memo tivesse com a mãe dele e, conhecendo eles, iam demorar mais duas horas, completando “mas tô nem aí, ele que me atenda, tem que me atender hoje mesmo”. Na sequência, comentei “coitado do Memo, você vai deixar ele desmaiado”, ela só sorriu e falou que ia passar no meu banheiro de novo e quando fechou a porta do banheiro, me aproximei pra espiar ela por uma fresta que conheço, vendo que ela levantava a saia e abaixava a calcinha; verdade seja dita, mesmo sendo cheinha, ela tem um corpo gostoso, a bunda dela é grande e redondinha.
Também vi que ela tava se masturbando com os dedos, depois chupava eles e continuava se acariciando por mais uns minutos, aí se secou com papel e deu descarga, rapidão me afastei pra sala e ela saiu em segundos, me dizendo que precisava ir, agradecendo pelo café e pelo chocolate, completando “vou pegar meu atolzinho”. Nós duas rimos igual umas doidas, mas ela continuava olhando pro meu decote até que me perguntou se podia tocar meus peitos, pra saber qual era a sensação porque e se eu tivesse contado pra alguém, óbvio que fiquei vermelha, mas antes de eu falar qualquer coisa, ela esticou a mão e tocou neles por cima da minha roupa.
Na hora, soltei um “ai!” e ela continuava me apalpando, então fiquei com um tesão danado, aí estiquei minha mão e toquei nos dela, pra ficar quites. Assim começamos a nos acariciar e a respiração dela acelerava, além de ela lamber os próprios lábios, como se estivesse saboreando meus peitos, depois perguntei se ela queria ver e desabotoei a blusa, abaixei o sutiã e deixei ela ver à vontade. Em seguida, ela fez o mesmo e se inclinou pra chupar meus peitos de um jeito delicado, depois me pegou pela cintura e puxou minha saia pra cima, pra descobrir minhas pernas, enquanto as acariciava e se sentou no sofá, beijando minha barriga até terminar de levantar minha saia e ao descobrir minha calcinha, viu que estava encharcada dos meus fluidos, comentando que assim imaginava que eu estaria.
Imediatamente, ela afastou minha calcinha de lado e esticou a língua pra me dar um boquete delicioso, e eu tava tão tesuda que meu orgasmo veio em cinco minutos dessa linguada. Depois, me ajoelhei e levantei a saia dela, descobrindo a calcinha, e fiz o mesmo, passando minha língua na buceta dela, que tava salgadinha e gostosa. Logo, ela deixou escapar o orgasmo, mas longe de estarmos satisfeitas, queríamos mais, me dizendo que foi delicioso mas que ainda queria pica de homem, e eu comentei que também queria. Então ela me perguntou se eu queria comer o Memo.
Eu não sabia o que dizer, mas naquele momento ela ligou pra ele, dizendo pro Memo que tava com uma amiga, tentando esfriar a cabeça, e perguntando se ele queria dar pica, que esperava ele em 20 minutos. Nessa altura, já tava chovendo, e em dez minutos, o celular da Bere tocou, era o Memo dizendo que já tava lá no condomínio. Ela logo indicou pra qual apartamento subir, e ele chegou. Na hora, a Bere nos apresentou e eu servi um refrigerante enquanto ela reclamava que por ele estar comendo outra, teve que saciar a vontade comigo e que a gente tava pilhada. Da minha parte, expliquei que eu só tinha levado linguada. Logo o Memo sugeriu que a gente continuasse e ele entraria quando a gente quisesse, mas eu disse que não, que já távamos prontas e que ele se despisse pra nós.
Timidamente, ele começou a desabotoar a camisa, mas a Bere mandava ele dançar. Ele fez isso, e como não podíamos gritar muito pra não acordar os vizinhos, só fingíamos que não távamos vendo a cena até que a Bere se levantou e beijou ele na boca de um jeito safado. Depois, ela pediu pra eu chegar perto e me servir, que ia dividir a janta dela. comigo. Depois, o Memo despiu a Bere deixando ela só de calcinha, aí ela me ajudou a tirar a roupa, mas como eu já tinha tirado a calcinha antes, fiquei totalmente pelada e a gente já tava se acariciando os três quando convidei eles pra ficar mais confortáveis no quarto.
A gente foi rapidinho e já lá, deitamos o Memo na cama e beijamos o peito e a barriga dele, mas na hora, a Bere colocou a buceta dela na cara dele pra fazer um "69", então eu me aproximei pra ver como ela chupava a piroca dele, depois vi ela engolindo aquela rola escorregadia. Depois de um tempo, ela se levantou e pediu minha xereca pra chupar também, aí ela lambeu minha buceta até eu sentir um orgasmo delicioso; nessa hora, ainda tava chovendo muito forte e a chuva abafava nossos gemidos e nossos gritos de tesão.
Depois, a Bere pediu pra gente trocar de lugar, então coloquei minha xereca na boca do Memo e ele lambia deliciosamente até meu cuzinho, além de apertar minha bunda gostoso, aí ela montou na rola dele e começou a subir e descer com ela dentro e eu chupava os peitos dela e ele me dava linguada nos meus buraquinhos. Depois eu e a Bere trocamos de posição, agora eu enfiei aquela rola babada na minha bucetinha molhada, enquanto ela chupava meus peitos e eu continuei cavalgando o Memo com movimentos fortes e aproveitando muito.
Depois de um tempo, a Bere falou que agora era a vez dela e se ajoelhou de quatro na cama, na hora vi ele enfiando a rola nela e ouvia aquele barulho da batida da pélvis dele na bunda da Bere. Depois, o Memo disse que agora era eu, então fiquei igual, de quatro e senti que ele teve dificuldade pra entrar na minha bucetinha, mas quando conseguiu, ele metia cada vez mais rápido e até o fundo; enquanto ele me comia, a Bere pedia pra ele dedar o cuzinho dela. A gente ficou assim por um tempo e a Bere reclamou que ele enfiasse o dedo mais devagar, ele tava dedando ela com o dedo e passou mais um tempinho até ela me perguntar se eu gostava pelo cuzinho, eu respondi que sim, mas dessa vez eu não queria por ali, só pela minha buceta.
Memo continuou me comendo de quatro até me dar dois orgasmos e eu cair na cama, mas como a Bere já estava com o cu dilatado, ela disse que queria mais. Então me levantei pra ver o Memo metendo nela pelo cuzinho, até peguei na piroca dele e masturbei um pouco, depois passei saliva e guiei pra entrada do cuzinho da Bere. Devagarzinho ele foi entrando até chegar no fundo dela, depois tirava e metia de novo devagar, dava pra ver o cuzinho dela esticando a cada metida de pau; sinceramente, me deu vontade de estar igual ela, mas minha vontade já tinha passado depois dos meus cinco orgasmos.
Enquanto isso, eu acariciava os peitos da Bere enquanto ela era comida gostoso, quando de repente ela gemeu ao ter o sexto orgasmo da tarde, também mordia os lábios e gemia satisfeita, porque o Memo gozou dentro do cu dela. No final, os dois se jogaram na cama e nós três deitamos, pelados e satisfeitos. Pouco depois, vi que a Bere tinha esperma escorrendo pela perna toda, então passei a mão espalhando a porra e cheguei até o cuzinho dela, onde enfiei o dedo e entrou fácil, de tão dilatado que tava.
Convidei eles pra virem me visitar quando quisessem, depois se vestiram pra ir embora e a Bere perguntou pro Memo se ele tava com a mãe quando ligou. Ele respondeu que os primos estavam visitando e que não via ela há uma semana, aí ela disse que acreditava, pela gozada rápida e pela quantidade de porra. Nisso, o Memo explicou que tava há sete dias sem transar e por isso gozou rápido, e logo foi embora porque ainda tinha visita na casa dele. Então pedi se ele me convidava pra ver os primos, mas ele respondeu que não porque eram muito vulgares. Na hora a gente riu e a Bere sugeriu se a gente ia pra ver se pegava alguém da família dele pra violentar, mas eu decidi que não. Ela comentou que já tinha passado a vontade, que só Tava brincando.
Depois, a Bere foi pra casa dela e eu fiquei relembrando cada momento vivido com minha amiga e suas putarias. A chuva continuava muito forte e eu vi no jornal da noite que tinha problemas de enchente pela cidade toda. Pouco tempo depois, ela voltou e me disse que a mãe dela não tinha chegado da rua, que provavelmente chegaria mais tarde por causa da tempestade e, como não tinha chave, queria saber se podia esperar na minha casa. Pedi pra ela entrar e, como eu ia tomar um banho, convidei ela pra vir junto e ela topou.
Ela entrou no banho primeiro, depois entrei eu e, em pouco tempo, senti que ela tava comigo, me olhando tomar banho. Aí ela veio pra baixo do chuveiro e começamos outra pegação gostosa que nos levou a nos acariciar mais até gozar de novo na cama. Que noite deliciosa a gente passou! Quando acordei, ela já não tava mais lá, era 23:45 da noite de sábado e ainda tava chovendo lá fora. Assim, dormi e descansei gostosamente.
Essa foi minha primeira vez num ménage com uma mulher. Já tive outro com dois homens, mas essa experiência foi uma delícia, embora, sinceramente, eu tenha gostado mais de ter dois paus só pra mim. Então, espero repetir um ménage com dois paus bem em breve, pra sentir eles nos meus dois buraquinhos e espremer até esvaziar dentro de mim. E se forem três, melhor ainda. Memo, você decide se me ajuda...
Saudações pra todo mundo e desejo orgasmos felizes a todos.
Depois de rir um pouco, ela me disse que tinha acabado de transar com um vizinho, que gostava que ele fosse educado e atencioso, além de aguentar por um bom tempo e causar de três a seis orgasmos em cada trepada. Eu tava ficando com tesão e corada, aí a gente se despediu e eu convidei ela pra tomar um café no sábado seguinte.
Naquele sábado à tarde, a Bere chegou na minha casa, trouxe umas rosquinhas e uns churros pra comer, aí a gente conversou sobre várias coisas e, como tava com meus tios também, quando o tempo fechou e sentiu a ameaça de chuva, eles foram embora porque precisavam estar em casa antes de chover. Assim, a Bere ficou conversando comigo e a gente continuava naquela papo divertido quando perguntei sobre aquele creme de Palotrim, ou algo assim, eu achei que ela passava o esperma no rosto, mas ela disse que não, que o fato de transar já bastava pra tirar as espinhas. Num tom de zoeira, ela continuou me contando e eu tava cada vez mais excitada e envergonhada até que ela me perguntou se eu gostava de transar muito ou pouco, respondi que muito, e ela disse que também, e que apesar de na quinta ter recebido o dela, já tava ansiosa pra ser comida de novo.
Na hora, me surpreendi perguntando "sério mesmo?, já tão cedo?", ela me contou que tinha um cara, amante da mãe dela, que ela também gostava e um dia, se jogou pra cima dele e foi na casa dele, pra trepar com ele; desde então, visita ele escondido da mãe. Ao ouvir isso, minha bucetinha já tava bem molhada e eu esfregava minhas pernas pra pressionar meu clitóris, e a Bere também me disse que já estava com tesão e que ia ligar pro Memo pra saber se ele tava disponível pra transar.
Rápido, ela ligou no celular dele e se cumprimentaram, ele falou que tinha visitas e que não teria lugar pra atender ela naquela tarde, mas mesmo assim, Bere insistiu pra ele se animar, que esperava ele no estacionamento pra ir pra algum outro lugar e combinaram de se ligar em 30 minutos; verdade, também bateu uma vontade de conhecer o tal do Memo. Depois, Bere foi pro banheiro e eu aproveitei pra pegar o celular dela e copiar o número que ela tinha ligado, aí coloquei de volta do jeito que tava e ela voltou, me dizendo que tava escorrendo de tão quente e me perguntando se eu não tava, confessei que não muito.
Em seguida, ela fez que ia levantar as xícaras da mesa, mas eu falei pra deixar assim, que eu faria depois e que sentasse, mas ela juntou tudo e levou pra cozinha, então eu fui atrás e num descuido, ela se jogou pra trás e a gente colidiu de leve, o suficiente pra cair uma xícara no chão. Rápido, ela pediu desculpas e se ajoelhou pra pegar a xícara, eu fiz o mesmo e consegui ver as pernas dela pela abertura da saia, eram bonitas e de dar vontade de agarrar, aí levantei o olhar e ela tava vendo meu decote, mas na hora desviou o olhar, mas aquela sensação de ser atraída por uma mina me despertou a vontade de ir mais longe.
Em seguida, a gente se levantou e jogou os cacos no lixo enquanto ela continuava se desculpando e eu falei que não tinha problema, que era culpa minha por andar tão perto atrás dela, aí ela me perguntou se eu já tinha tocado nos peitos de uma mulher, respondi "sim, uma vez", na hora ela me perguntou como foi, eu falei que é igual ao meu. Depois, detalhei: "quando eu era pequena, tipo uns 14 anos, saí pra passear com meus tios, que acabaram de ir embora, a gente ficou num hotel e eu dormi com minha prima Gaby numa cama, meus tios noutra e minha avó noutro quarto com meus outros tios".
Continuei contando pra ela: "meia hora Certa noite, acordei e ouvi meus tios se mexendo na cama. De relance, vi que os cobertores subiam e desciam, e também dava pra ouvir gemidos baixinhos e respirações ofegantes. Minha tia soltava uns gemidos e, num instante, vi que ela se descobriu pra ver se a gente tava dormindo.” Continuei: “Eu fiquei paralisada. Depois, ela sentou em cima do meu tio e rebolava a cintura pra cima e pra baixo enquanto ele chupava os peitos dela. Eles ficaram cobertos com as cobertas, mas foi a primeira vez que entendi como se transa. Obviamente, fiquei com tesão e, depois de um tempinho, eles pararam e dormiram.”
Depois, comentei: “Minha bucetinha tava quente e molhada, e eu passava os dedos na minha ppk, tirando eles bem molhados. Além disso, sentia vontade de ser penetrada, mas não sabia com quê. Aí, minha prima se mexeu dormindo e deixou o braço cair no meu peito. Na hora, estiquei a mão e consegui tocar os peitos dela, que eram um pouco maiores que os meus.” Depois, completei: “Ela tinha 15 anos, então dormia profundamente. Toquei os peitos dela por cima do pijama, depois desabotoei, abri e deslizei os dedos dentro do sutiã dela. Como não era muito apertado, foi fácil levantar e deixar os peitos dela de fora. Foi ali que acariciei os primeiros peitos de uma mulher, com mamilos pequenos e macios. Fiquei acariciando até ela se mexer e eu não conseguir continuar. Só me masturbei um pouco e, quando senti um formigamento na minha xereca, acabei dormindo.”
De repente, percebi que a Bere tava mais tarada do que antes e me perguntou se naquela vez eu não tinha tocado a bucetinha dela. Respondi que tentei, mas não consegui. Ela então disse que eu já tinha alguma experiência com mulheres, mas comentei que não, que aquilo foi o mais longe que cheguei. Acrescentei que, depois disso, meu vício em me masturbar cresceu até que transei com um amigo da escola, em casa, quando ele veio fazer um trabalho. Nesse momento, vi que a Bere mexia as pernas igual a mim. Eu observava ela disfarçadamente e sugeri que chamasse o Memo pra ver se ele ia. atender ou não. Na hora, ela ligou pra ele, mas ele ainda tava ocupado com as visitas, então perguntei pra Bere se aquela visita não era a mãe dele, ela respondeu que imaginava que sim, aí ligou pra ela, pra saber onde tava e contou que ainda tava longe de casa e que chegaria mais tarde.
Logo depois, Bere me disse que era possível sim que o Memo tivesse com a mãe dele e, conhecendo eles, iam demorar mais duas horas, completando “mas tô nem aí, ele que me atenda, tem que me atender hoje mesmo”. Na sequência, comentei “coitado do Memo, você vai deixar ele desmaiado”, ela só sorriu e falou que ia passar no meu banheiro de novo e quando fechou a porta do banheiro, me aproximei pra espiar ela por uma fresta que conheço, vendo que ela levantava a saia e abaixava a calcinha; verdade seja dita, mesmo sendo cheinha, ela tem um corpo gostoso, a bunda dela é grande e redondinha.
Também vi que ela tava se masturbando com os dedos, depois chupava eles e continuava se acariciando por mais uns minutos, aí se secou com papel e deu descarga, rapidão me afastei pra sala e ela saiu em segundos, me dizendo que precisava ir, agradecendo pelo café e pelo chocolate, completando “vou pegar meu atolzinho”. Nós duas rimos igual umas doidas, mas ela continuava olhando pro meu decote até que me perguntou se podia tocar meus peitos, pra saber qual era a sensação porque e se eu tivesse contado pra alguém, óbvio que fiquei vermelha, mas antes de eu falar qualquer coisa, ela esticou a mão e tocou neles por cima da minha roupa.
Na hora, soltei um “ai!” e ela continuava me apalpando, então fiquei com um tesão danado, aí estiquei minha mão e toquei nos dela, pra ficar quites. Assim começamos a nos acariciar e a respiração dela acelerava, além de ela lamber os próprios lábios, como se estivesse saboreando meus peitos, depois perguntei se ela queria ver e desabotoei a blusa, abaixei o sutiã e deixei ela ver à vontade. Em seguida, ela fez o mesmo e se inclinou pra chupar meus peitos de um jeito delicado, depois me pegou pela cintura e puxou minha saia pra cima, pra descobrir minhas pernas, enquanto as acariciava e se sentou no sofá, beijando minha barriga até terminar de levantar minha saia e ao descobrir minha calcinha, viu que estava encharcada dos meus fluidos, comentando que assim imaginava que eu estaria.
Imediatamente, ela afastou minha calcinha de lado e esticou a língua pra me dar um boquete delicioso, e eu tava tão tesuda que meu orgasmo veio em cinco minutos dessa linguada. Depois, me ajoelhei e levantei a saia dela, descobrindo a calcinha, e fiz o mesmo, passando minha língua na buceta dela, que tava salgadinha e gostosa. Logo, ela deixou escapar o orgasmo, mas longe de estarmos satisfeitas, queríamos mais, me dizendo que foi delicioso mas que ainda queria pica de homem, e eu comentei que também queria. Então ela me perguntou se eu queria comer o Memo.
Eu não sabia o que dizer, mas naquele momento ela ligou pra ele, dizendo pro Memo que tava com uma amiga, tentando esfriar a cabeça, e perguntando se ele queria dar pica, que esperava ele em 20 minutos. Nessa altura, já tava chovendo, e em dez minutos, o celular da Bere tocou, era o Memo dizendo que já tava lá no condomínio. Ela logo indicou pra qual apartamento subir, e ele chegou. Na hora, a Bere nos apresentou e eu servi um refrigerante enquanto ela reclamava que por ele estar comendo outra, teve que saciar a vontade comigo e que a gente tava pilhada. Da minha parte, expliquei que eu só tinha levado linguada. Logo o Memo sugeriu que a gente continuasse e ele entraria quando a gente quisesse, mas eu disse que não, que já távamos prontas e que ele se despisse pra nós.
Timidamente, ele começou a desabotoar a camisa, mas a Bere mandava ele dançar. Ele fez isso, e como não podíamos gritar muito pra não acordar os vizinhos, só fingíamos que não távamos vendo a cena até que a Bere se levantou e beijou ele na boca de um jeito safado. Depois, ela pediu pra eu chegar perto e me servir, que ia dividir a janta dela. comigo. Depois, o Memo despiu a Bere deixando ela só de calcinha, aí ela me ajudou a tirar a roupa, mas como eu já tinha tirado a calcinha antes, fiquei totalmente pelada e a gente já tava se acariciando os três quando convidei eles pra ficar mais confortáveis no quarto.
A gente foi rapidinho e já lá, deitamos o Memo na cama e beijamos o peito e a barriga dele, mas na hora, a Bere colocou a buceta dela na cara dele pra fazer um "69", então eu me aproximei pra ver como ela chupava a piroca dele, depois vi ela engolindo aquela rola escorregadia. Depois de um tempo, ela se levantou e pediu minha xereca pra chupar também, aí ela lambeu minha buceta até eu sentir um orgasmo delicioso; nessa hora, ainda tava chovendo muito forte e a chuva abafava nossos gemidos e nossos gritos de tesão.
Depois, a Bere pediu pra gente trocar de lugar, então coloquei minha xereca na boca do Memo e ele lambia deliciosamente até meu cuzinho, além de apertar minha bunda gostoso, aí ela montou na rola dele e começou a subir e descer com ela dentro e eu chupava os peitos dela e ele me dava linguada nos meus buraquinhos. Depois eu e a Bere trocamos de posição, agora eu enfiei aquela rola babada na minha bucetinha molhada, enquanto ela chupava meus peitos e eu continuei cavalgando o Memo com movimentos fortes e aproveitando muito.
Depois de um tempo, a Bere falou que agora era a vez dela e se ajoelhou de quatro na cama, na hora vi ele enfiando a rola nela e ouvia aquele barulho da batida da pélvis dele na bunda da Bere. Depois, o Memo disse que agora era eu, então fiquei igual, de quatro e senti que ele teve dificuldade pra entrar na minha bucetinha, mas quando conseguiu, ele metia cada vez mais rápido e até o fundo; enquanto ele me comia, a Bere pedia pra ele dedar o cuzinho dela. A gente ficou assim por um tempo e a Bere reclamou que ele enfiasse o dedo mais devagar, ele tava dedando ela com o dedo e passou mais um tempinho até ela me perguntar se eu gostava pelo cuzinho, eu respondi que sim, mas dessa vez eu não queria por ali, só pela minha buceta.
Memo continuou me comendo de quatro até me dar dois orgasmos e eu cair na cama, mas como a Bere já estava com o cu dilatado, ela disse que queria mais. Então me levantei pra ver o Memo metendo nela pelo cuzinho, até peguei na piroca dele e masturbei um pouco, depois passei saliva e guiei pra entrada do cuzinho da Bere. Devagarzinho ele foi entrando até chegar no fundo dela, depois tirava e metia de novo devagar, dava pra ver o cuzinho dela esticando a cada metida de pau; sinceramente, me deu vontade de estar igual ela, mas minha vontade já tinha passado depois dos meus cinco orgasmos.
Enquanto isso, eu acariciava os peitos da Bere enquanto ela era comida gostoso, quando de repente ela gemeu ao ter o sexto orgasmo da tarde, também mordia os lábios e gemia satisfeita, porque o Memo gozou dentro do cu dela. No final, os dois se jogaram na cama e nós três deitamos, pelados e satisfeitos. Pouco depois, vi que a Bere tinha esperma escorrendo pela perna toda, então passei a mão espalhando a porra e cheguei até o cuzinho dela, onde enfiei o dedo e entrou fácil, de tão dilatado que tava.
Convidei eles pra virem me visitar quando quisessem, depois se vestiram pra ir embora e a Bere perguntou pro Memo se ele tava com a mãe quando ligou. Ele respondeu que os primos estavam visitando e que não via ela há uma semana, aí ela disse que acreditava, pela gozada rápida e pela quantidade de porra. Nisso, o Memo explicou que tava há sete dias sem transar e por isso gozou rápido, e logo foi embora porque ainda tinha visita na casa dele. Então pedi se ele me convidava pra ver os primos, mas ele respondeu que não porque eram muito vulgares. Na hora a gente riu e a Bere sugeriu se a gente ia pra ver se pegava alguém da família dele pra violentar, mas eu decidi que não. Ela comentou que já tinha passado a vontade, que só Tava brincando.
Depois, a Bere foi pra casa dela e eu fiquei relembrando cada momento vivido com minha amiga e suas putarias. A chuva continuava muito forte e eu vi no jornal da noite que tinha problemas de enchente pela cidade toda. Pouco tempo depois, ela voltou e me disse que a mãe dela não tinha chegado da rua, que provavelmente chegaria mais tarde por causa da tempestade e, como não tinha chave, queria saber se podia esperar na minha casa. Pedi pra ela entrar e, como eu ia tomar um banho, convidei ela pra vir junto e ela topou.
Ela entrou no banho primeiro, depois entrei eu e, em pouco tempo, senti que ela tava comigo, me olhando tomar banho. Aí ela veio pra baixo do chuveiro e começamos outra pegação gostosa que nos levou a nos acariciar mais até gozar de novo na cama. Que noite deliciosa a gente passou! Quando acordei, ela já não tava mais lá, era 23:45 da noite de sábado e ainda tava chovendo lá fora. Assim, dormi e descansei gostosamente.
Essa foi minha primeira vez num ménage com uma mulher. Já tive outro com dois homens, mas essa experiência foi uma delícia, embora, sinceramente, eu tenha gostado mais de ter dois paus só pra mim. Então, espero repetir um ménage com dois paus bem em breve, pra sentir eles nos meus dois buraquinhos e espremer até esvaziar dentro de mim. E se forem três, melhor ainda. Memo, você decide se me ajuda...
Saudações pra todo mundo e desejo orgasmos felizes a todos.
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