Detrás de la puerta Pt. 4 (Relato)

Atrás da porta
Atrás da porta Pt 2
Atrás da Porta Pt 3

Minha casa estava vazia, mas pra minha cama me chamar e meus dedos — ou aquele pedaço de borracha de 19 cm escondido no meu armário — me tentarem, faltava minha prima: sem ela, nada mais tinha a excitação e o prazer. A masturbação, até o sexo, ficavam sem graça sem ela. É que nossos encontros tinham algo especial, tinham sua magia. Talvez fosse a beleza dela, talvez a tentação de provar o proibido, sei lá, mas eu precisava dela.

Mandei chamá-la com nervosismo, nosso último encontro foi maravilhoso e a simples ideia de subir mais um nível na minha fantasia me deixava ansiosa. Mas pensar numa rejeição me fazia corar sozinha.

Meia hora depois, ela chega. Vestia uma camisa solta e de verão, amarrada no lado esquerdo da cintura, que deixava transparecer o sutiã, com um short esportivo que marcava sua bela bunda e mostrava que ela não tava usando nada por baixo.

A noite era jovem, tudo ainda estava pela frente, mas quando a vi, o tempo pareceu congelar; me pareceu mais gostosa do que nunca. Com certeza porque eu já tinha um pressentimento de como tudo isso ia acabar.

Quase automaticamente, ela tira a camisa e começa a dançar, sem parar de sorrir e me olhar. Devagar, vai tirando a roupa e, em segundos, já está de peitos de fora, dançando e marcando o ritmo com a cintura.

Eu fiquei paralisada, mas sentia minha calcinha ficando molhada, e acho que não tem palavras pra descrever o que senti quando ela se vira e, se abaixando, deixando a bunda o mais alta que podia, lentamente puxou o short pra baixo, me mostrando aquelas nádegas tão perfeitas, com uma buceta que se via em todo seu esplendor.

Minha teoria na época era que, como minhas experiências lésbicas não eram muitas, eu não tinha muito pra comparar, mas hoje posso dizer com certeza: nunca vi uma buceta tão carnuda, rosada, grande. Tão tentadora. Linda por onde se olha.

Sem parar de dançar, ela vai pro sofá da sala e, deitada de pernas abertas, começa a se tocar. Eu a acompanho, bem do outro lado do de um jeito que nossas pernas se roçavam, uma de frente pra outra.
Depois de alguns minutos, com nossos dedos entrando e saindo juntos e devagar, ela se senta e eu vejo de novo aquilo que a faz mulher e, sem hesitar, falo: "Que buceta linda que você tem". "Você gosta?" ela pergunta, e eu, me aproximando dela, levando minha mão até a vulva dela e sussurrando no ouvido, digo: "Adoro".

Naquele momento, ela leva a mão ao meu clitóris e enfia os dedos médio e indicador, mexendo rápido e frenético enquanto me dá o beijo mais lindo e sensual que já recebi. Ela mordia de leve minha língua, meus lábios. Nossos pescoços foram o lugar perfeito para nossas línguas e nossos beijos que não paravam, enquanto eu tocava os peitos dela, a pussy, a pele dela.

Ela não deixava um lugar no meu corpo sem tocar, enquanto me masturbava, parecia que tinha estudado todos os meus movimentos, porque sabia exatamente do que eu gostava, o que eu queria, sabia tudo.

Era a primeira vez que eu a sentia do jeito que queria. Tantas masturbações juntas, tanto prazer, tantos orgasmos... o momento finalmente tinha chegado e vocês não têm ideia de como meu peito batia de emoção.

Daí, fomos para a cama, e o que fizemos lá prefiro guardar pra mim.
Fizemos coisas tão difíceis de explicar quanto de repetir de novo, e se houvesse um jeito, o turbilhão de emoções, prazer e coisas indizíveis ficariam pra sempre entre aquelas quatro paredes... entre aqueles lençóis... entre nossas pernas entrelaçadas.


Baseado em um fato realContinua...
Detrás de la puerta Pt. 4 (Relato)

2 comentários - Detrás de la puerta Pt. 4 (Relato)

lindo..espero ver pronto esa conchita carnosa y rica!!
Wow! Muy bien relató espero poder conversar contigo sobre algunas cosas, saludos
Cuando quieras 😘