Atrás da Porta Pt 2 (Relato)

Esta é a segunda parte do conto.Atrás da porta".Espero que vocês gostem e fiquem excitados, beijos!Eu era quatro anos mais velha que ela, minha prima, e há dois anos a gente usa qualquer desculpa de estarmos sozinhas, na privacidade de qualquer uma das nossas casas, para nos masturbar juntas, de frente uma pra outra, nos olhando, sem nos tocar pra respeitar nossa sexualidade, já que as duas éramos hétero. Mas eu já começava a guardar meus segredos sobre isso.

Sem internet e com cenas sexuais esporádicas em alguns filmes de madrugada, nada era mais excitante do que ver nossos corpos nus, nos tocando com os dedos que brincavam lá dentro das nossas bucetas.

Eu já fazia um tempo que tinha percebido que gostava de mulheres e já tinha tido alguma experiência lésbica, então ver minha priminha, mexendo sem parar o dedo do meio, enquanto respirava rápido como se fosse dar à luz, misturado com gemidos e expressões de prazer saindo dos lábios dela, não tinha como não me excitar. E saber que ela estava tão perto, e ao mesmo tempo tão longe... muito mais. Como tocar ela, né? É minha prima! E como fazer isso se eu sei muito bem que ela é hétero e ela não sabe que eu já não sou mais? Essa proibição, essa tentação pelo proibido me excitava ainda mais, e eu não parava de gozar várias vezes, mesmo só me limitando a olhar ela.

Às vezes ela acariciava o clitóris dela, embora eu saiba muito bem que ela gosta de penetrar com os dedos, e com a outra mão tocava os peitos lindos dela, enquanto me olhava e sorria... aquele sorriso, que gostosa! Os olhos dela eram tão lindos quanto os lábios. Nada me excitava tanto, e eu não conseguia evitar de jorrar fluido em tudo que estivesse ao meu alcance, inclusive nela, que quando era respingada ria como se fosse uma piada.

Agora ela está do outro lado da porta, no meu quarto, no aniversário da minha mãe, rebolando a cintura em círculos enquanto é penetrada por um convidado que conheceu hoje. Mas eu tô feliz por ela, ela merece, e eu sei muito bem que ele também, porque eu sei que ele é um cara legal. cara.

Consigo imaginar ela gemendo de prazer enquanto morde o lábio inferior, sentada em cima do homem mais sortudo da noite, encarando ele lá de cima com aquele sorriso angelical que é a marca registrada dela.

Depois de duas horas, saem do quarto, sorrindo e apaixonados, abraçadinhos, e na sala ninguém pareceu notar a ausência deles, muito menos desconfiar de algo. A festa já estava acabando e os dois se despediram: "A gente se vê", disseram, mas não foi um 'jeito de falar', uma forma qualquer de se despedir de alguém, era literal, e eles já tinham planejado se ver de novo até enquanto transavam.

Ela tava de barriga pra cima com as pernas abertas e ele em cima dela, quando ele sussurrou "Quero te comer de novo" e ela respondeu, beijando o pescoço dele, "Quero que você me coma de volta".

Quando fui dormir naquela noite, senti o cheiro dela e não consegui evitar de me masturbar, imaginando que enfiava minha língua dentro da buceta dela e que a gente dormia juntinha.

A partir daí, e pelos dois meses seguintes, eu fui a responsável por esse love adolescente: cobria eles, emprestava minha casa, inventava desculpas convincentes pra eles explicarem pros pais por que não iam dormir em casa naquela noite, dava conselhos, etc, etc.

Os gemidos da minha prima ecoavam pela casa inteira quando só tinha eu e ela de joelhos com um cara atrás metendo tão forte como ninguém, e eu não conseguia evitar de ficar excitada e me tocar pensando nela no quarto ao lado.

Nossos encontros continuavam rolando, e quando a gente se masturbava juntas (às vezes com consolos), ela me contava as experiências dela com o cara, com uma voz sensual, pausada, quase sussurrada. E claro, eu ficava louca de prazer.

Mas uma coisa me deixava mais louca ainda: continuar sendo só uma espectadora nessa relação. Não, eu quero me envolver, quero um papel principal.


Baseado em fatos reais.Continua...Atrás da Porta Pt 2 (Relato)

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