Qual a coisa mais louca e ousada que você já fez?

Olá:

Continuo com meus contos trazidos da Internet. Dessa vez é sobre um jovem que adorava ficar espiando os militares nas rondas deles, e graças à sua atitude corajosa, conseguiu deixar um deles na mão.

O conto estava em inglês e tive que traduzir. Espero que vocês curtam tanto quanto eu.

Algumas datas e idades foram modificadas por causa das restrições e regras do Poringa.Qual a coisa mais louca e ousada que você já fez?


Qual é a coisa mais corajosa que você já fez? E a mais louca?Esta é uma história real, e eu já gastei dezenas de litros de porra contando ela pra vocês. Por isso que eu curto tanto essas fotos.

A foto que postei me lembra de uma parada que rolou na minha juventude. Sei que essa foto já tá rodando na internet há um tempão. Mas esse cara parece um sujeito do exército que eu me aproveitei quando tinha uns 18 anos.

Cresci em San Diego, perto da Base da Força Aérea de Miramar. Se eu seguisse o desfiladeiro que descia uns cinco quilômetros atrás da minha casa, chegava num lago pequeno. Eu adorava ir pra lá porque era um lugar onde podia ficar sozinho, tirar toda a roupa e andar pelado na natureza. Às vezes, testava o quão longe conseguia ir das minhas roupas. Isso me excitava pra caralho.

Tecnicamente, aquilo era propriedade militar, mas não fazia parte da Base. De vez em quando, a Polícia Militar passava patrulhando. Quando eu ouvia eles vindo, me escondia nos arbustos até eles irem embora. Às vezes, eu tava pelado, e ficava louco pensando no que aconteceria se me pegassem.

Na maioria das vezes, tinha dois Policiais Militares, mas no verão que eu fiz 18 anos, vinha só um. Ele aparecia toda terça e quarta às 14h. Eu sempre esperava por ele e ficava de olho, não porque ele fosse tão bonitão assim. Ele tinha uns 22 ou 23 anos, cabelo meio loiro, igualzinho o cara das fotos. Corpo musculoso e baixinho, tipo lutador, e bem peludo. Pra mim, que tinha 18, ele parecia um homem completamente formado.

Era o que ele fazia que realmente me deixava com tesão. Todo dia, depois que chegava, ele dava a volta completa no lago, checando se tinha alguém por ali ou se algo tava fora do normal. Já que aquilo era propriedade militar, se a Polícia Militar te encontrasse, podia te expulsar ou te levar pra Base.

Depois que ele dava a volta toda no lago, parava numa área Onde tinha umas árvores e uns arbustos, aí ele tirava a roupa toda e nadava no lago. Por umas duas ou três semanas naquele verão, eu me escondia pra ficar espiando ele. Ele nadava o lago inteiro, de um lado pro outro, saía da água e se secava no vento. Nunca vi ele usar toalha. Depois que se vestia, andava mais ou menos um quilômetro e meio de volta até a caminhonete dele. Isso era um material do caralho pra eu me masturbar. Depois que ele ia embora, eu tirava toda a minha roupa, deixava nos arbustos e ia pro lugar exato onde ele tinha entrado na água, fingindo que ele tava ali comigo. Ainda fantasio com isso hoje em dia.naturezaUma vez, durante a terceira semana que eu ficava de olho nele, decidi que precisava conhecê-lo. Talvez ele me deixasse nadar pelado com ele. Armei um plano pra pegar ele pelado assim que saísse da água.

Na terça-feira seguinte, esperei por ele e fiquei observando do meu esconderijo no mato. Depois que ele tirou a roupa e começou a nadar, me esgueirei até onde ele tinha deixado as coisas. Esperei até ele passar da metade do lago, aí corri e peguei tudo — as botas, tudo. Levei tudo pra uns arbustos perto dali e escondi. Depois voltei e me escondi perto de onde ele tinha entrado na água, esperando ele voltar.

Uma puta excitação tomou conta de mim quando vi a cara que ele fez ao perceber que a roupa toda tinha sumido. Ele se cobriu com as mãos, escondendo as bolas enquanto olhava em volta tentando achar as coisas. Depois de uns quatro ou cinco minutos, saí do meu esconderijo. Ele parecia surpreso e envergonhado por um moleque ter pego ele pelado. Ficou tentando se cobrir enquanto voltava pra água pra se esconder. Tentei dizer que tava tudo bem, que eu tinha visto ele nadando nas últimas semanas.

Soando muito envergonhado, ele me perguntou se eu sabia onde estavam as roupas dele, que ele ia precisar pra voltar pra base. A carteira e as chaves da caminhonete estavam nos bolsos da calça. Falei que eu sabia onde as roupas estavam, que na verdade eu era o único que tinha pegado elas.

Aí ele começou a andar na minha direção como se fosse me bater. Eu falei: "Calma, tenho um favor pra te pedir." Ele parou e ficou na minha frente. Ainda tava molhado de ter nadado. O que percebi foi que a gente tinha a mesma altura, só que ele era mais musculoso, e tinha um monte de pelo no peito, enquanto eu não tinha nada. Tava me dando um tesão danado saber que ele tava ali na minha frente, completamente pelado, e eu ainda todo vestido, como se eu fosse tivesse um certo controle sobre ele.**Relato**Ele me pediu por favor se eu podia devolver a roupa dele, e aí ele consideraria me ajudar. Eu disse que não, mas se ele me fizesse aquele favor, eu mostraria onde tinha escondido. Ele perguntou o que eu precisava que ele fizesse por mim. Eu falei: "Você pode, por favor, me ensinar como se masturbar?" Nunca vou esquecer a cara que ele fez quando eu fiz essa pergunta.

Ele disse que não podia fazer isso. Que é algo que um homem só faz em particular. Além disso, eu parecia muito nova e ele podia se meter em encrenca.

Eu falei que ninguém ia saber, só ele e eu, e o quanto eu ia aprender se alguém mais velho me ensinasse.

A gente ficou discutindo por uns quinze ou vinte minutos, ele dizendo que é algo que meu pai ou um irmão mais velho devia me ensinar. E eu implorando pra ele, por favor, me mostrar como se faz. Foi engraçado ficar falando com ele enquanto ele tava pelado e eu completamente vestido. Ele parou de se cobrir e eu pude ver que o pau dele tava ficando cada vez maior com toda aquela conversa sobre sexo. Num momento, ficou num ângulo de 45°. Acho que ele nem percebeu o tamanho que tinha ficado até mexer a mão pra cobrir. Ele parecia envergonhado, mas quanto mais tentava se cobrir, mais duro ficava. No fim, tava bem duro e ereto pra cima, e não tinha muito o que fazer pra esconder.

Eu ouvi ele falar baixinho, "porra", enquanto começava a esfregar.

Ele se encostou numa das árvores na beira do lago e começou a me explicar como se masturbar.

Eu tava tão excitado e hipnotizado por aquele cara gostoso, pelado, de pau duro, se masturbando na minha frente. Sinceramente, não achei que ele fosse fazer. Mas ali estava ele, em toda a sua glória debaixo do sol, batendo uma naquele pedaço de carne.

Eu me aproximei umas duas vezes e tentei tocar, mas ele afastava minha mão toda hora. Depois de várias tentativas, finalmente, ele tirou a mão do pau e eu agarrei ele com o punho fechado. Não podia acreditar como era morno, quase quente. Nunca vou esquecer. Essa sensação, a primeira vez que toquei na pica de outro cara.
Depois de alguns segundos, ele tirou minha mão e continuou no que tava fazendo. Não demorou muito depois disso. Não acredito o quanto e até onde o esperma dele espirrou. Ele tava respirando com dificuldade e meio suado. Parecia bem inquieto e nervoso com aquilo, como se só quisesse pegar a roupa dele e vazar dali. Ele me olhou e perguntou se eu tinha aprendido alguma coisa. Eu disse: "SIM!" Falei muito obrigado, e que ia tentar aquilo quando estivesse sozinho no meu quarto naquela noite. Ele me lembrou que isso normalmente se faz em particular. "Agora, você pode devolver minhas roupas?"

Pedi pra ele me seguir até onde eu tinha escondido elas. Pelado, e agora com esperma escorrendo da pica dele, ele me seguiu pelo caminho que se afastava do lago. Conforme a gente se aproximava da área aberta, ele voltava pra tentar se esconder nos arbustos perto do lago. Me olhou e disse: "Ei, tô pelado aqui! Dá pra pegar minha roupa e trazer pra mim?MasturbacaoMe virei pra olhar pra ele e vi como ele tava envergonhado. Eu tava adorando ter controle sobre aquele sujeito mais velho pelado. E repeti: "Vamos, não tem ninguém por aqui e suas roupas estão do lado desse arbusto".

Na real, elas estavam um pouco mais longe, mas não quis contar, porque tava adorando ver ele andar pelado, sem nada, nem os sapatos, ao ar livre, debaixo do solzão.

Depois que ele terminou de se vestir, me pediu pra nunca contar aquilo pra ninguém porque podia se meter em encrenca. Falei que não contaria, e que adorava ele ter me mostrado como fazer.

Depois daquela tarde, vi ele umas quatro ou cinco vezes patrulhando o lago, mas nunca cheguei perto. Fiquei no meu esconderijo e nunca mais vi ele nadar pelado de novo.

Essa é uma história real, e já derramei centenas de litros de porra revivendo ela. É por isso que sempre curti essa imagem.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Esta é uma história real, e já derramei centenas de litros de porra relembrando ela. Por isso sempre curti essas fotos.

A foto anexada me lembra de algo que aconteceu na minha juventude. Sei que essa imagem já roda na internet há um tempo, mas ele é idêntico a um militar que eu aproveitei quando tinha uns 18 anos.

Cresci em San Diego, perto da Base Aérea de Miramar. Se eu seguisse o desfiladeiro atrás da minha casa por uns 8 quilômetros, chegava a um lago pequeno. Eu adorava ir lá porque era um lugar onde podia ficar sozinho, tirar toda a roupa e andar pelado por aí. Às vezes, via até onde conseguia ir longe das minhas roupas. Isso me dava um tesão danado.

Tecnicamente, era propriedade militar, mas não fazia parte da base. De vez em quando, os PMs faziam ronda por lá. Quando ouvia eles chegando, me escondia no mato até irem embora. Às vezes, eu estava pelado, e isso era uma adrenalina foda, pensando no que aconteceria se me pegassem.

Na maioria das vezes, vinham dois PMs, mas no verão em que fiz 18 anos, tinha um que vinha sozinho. Ele aparecia toda terça e quarta, por volta das 14h. Eu sempre esperava e observava ele, não só porque era bonito. Ele tinha uns 22 ou 23 anos, cabelo loiro claro, igual ao cara dessas fotos. Corpo baixo e musculoso, como um lutador, e peludo. Eu, com só 17 anos, ele parecia um homem feito.

Era o que ele fazia que realmente me excitava. Todo dia, quando chegava, ele dava a volta completa no lago para ver se tinha alguém ou algo fora do lugar. Como era área militar, se os PMs te pegassem, mandavam embora ou te forçavam a voltar para a base com eles.

Depois de dar a volta no lago, ele parava numa área com algumas árvores e arbustos, tirava toda a roupa e nadava pelado. Por duas ou três semanas naquele verão, eu me escondia e Observa ele. Ele nadava o lago inteiro, ida e volta, saía da água e secava ao ar livre. Nunca vi ele com uma toalha. Depois de se vestir, andava uns dois quilômetros de volta até o caminhão dele. Isso era uma puta punheta pra mim. Depois que ele ia embora, eu tirava a roupa, deixava no mato e ia até onde ele entrava na água, fingindo que ele estava lá comigo. Ainda fantasia com isso até hoje.

Lá pela terceira semana de eu espionar ele, decidi que tinha que conhecê-lo. Talvez ele me deixasse nadar pelado com eles. Criei um plano pra tentar pegá-lo pelado depois do mergulho.

Na terça seguinte, esperei e observei ele do meu esconderijo no mato. Depois que ele tirou a roupa e foi nadar, eu me esgueirei por trás dos arbustos até onde ele tinha deixado as roupas. Esperei ele passar da metade do lago, então corri, peguei as coisas dele, botas e tudo. Levei pra uns arbustos mais longe e escondi. Depois voltei e me escondi atrás dos arbustos perto de onde ele entrava na água, esperando ele voltar.

Uma puta adrenalina me tomou quando vi a cara dele ao perceber que todas as roupas tinham sumido. Ele se encolheu, com as mãos cobrindo a buceta, enquanto começava a olhar pra todo lado atrás das coisas. Depois de uns 4 ou 5 minutos, saí do meu esconderijo. Ele ficou chocado e envergonhado por uma pessoa tão jovem pegá-lo pelado. Ele tentava se esconder enquanto recuava em direção à água. Tentei dizer que estava tudo bem. Eu estava observando ele nadar no lago nas últimas semanas.

Soando muito envergonhado, ele me perguntou se eu sabia onde estavam as roupas dele, que ele ia precisar delas pra voltar pra base, a carteira e as chaves do caminhão estavam na calça. Eu disse que sabia sim onde estavam as roupas, na verdade fui eu quem pegou.

Ele começou a vir na minha direção como se fosse me bater. Eu disse: espera, tenho um pedido pra te fazer. Ele parou. e ficou me encarando, ele ainda estava molhado do mergulho. O que eu percebi na hora é que nós dois tínhamos quase a mesma altura, só que ele era muito mais musculoso e tinha um monte de pelo no peito, já que eu não tinha nenhum. Eu estava ficando muito excitado com o fato de ele estar parado na minha frente completamente pelado e eu ainda totalmente vestido, como se eu tivesse algum controle sobre ele.

Ele me perguntou se podia, por favor, pegar as roupas dele de volta, que ele consideraria me ajudar. Eu disse não, mas que se ele me fizesse esse favor, eu mostraria onde escondi elas assim que ele terminasse. Ele me perguntou o que eu precisava que ele fizesse por mim. Eu falei: "Você poderia, por favor, me ensinar como bater uma punheta?" Nunca vou esquecer a cara que ele fez quando eu fiz essa pergunta.

Ele me disse que não podia fazer aquilo. Que isso é algo que um cara faz só na privacidade. Além disso, eu parecia novo e ele podia se meter em uma baita encrenca.

Eu falei pra ele que ninguém ia ficar sabendo, só ele e eu, e como mais eu ia aprender se alguém mais velho não me mostrasse.

A gente discutiu por uns 15 ou 20 minutos, ele dizendo que isso era algo que meu pai ou meu irmão mais velho devia me ensinar. Eu implorei pra ele, por favor, me mostrar como se faz. Era divertido conversar com ele enquanto ele estava completamente pelado e eu totalmente vestido. Ele tinha parado de se cobrir e eu podia ver que o pau dele estava crescendo por causa de toda a conversa de sexo. Em um momento, estava num ângulo de uns 45 graus, acho que ele não percebeu o quanto tinha crescido até passar a mão para se cobrir. Ele ficou meio envergonhado, mas quanto mais tentava se esconder, mais crescia. Finalmente, estava apontando reto pra cima e não tinha muito o que ele fazer pra esconder.

Eu ouvi ele falar baixinho, "porra", enquanto começava a esfregar ele.

Ele se encostou numa das árvores na beira do lago e começou a explicar como bater uma.

Eu estava tão excitado e hipnotizado por aquele gostoso pelado, duro, e batendo uma bem na minha frente. Sinceramente, não achei que ele fosse fazer, mas ali estava ele, em toda a sua glória. A glória dele brilhando no sol, batendo punheta.
Eu me aproximei dele e tentei tocar nele algumas vezes, mas ele ficava empurrando minha mão. Depois de várias tentativas, ele finalmente tirou a mão do pau, então eu estiquei a mão e enrolei meus dedos em volta dele. Não acreditei no quão quente ele estava, quase ardente. Nunca esqueci aquela sensação, a primeira vez tocando a rola de outro cara.

Depois de alguns segundos, ele empurrou minha mão de volta e continuou na dele. Não demorou muito depois disso. Não acredito na quantidade e na distância que o leite dele jorrou. Ele estava respirando pesado e meio suado. Parecia muito desconfortável e nervoso com tudo aquilo, como se só quisesse pegar a roupa de volta e vazar dali.

Ele olhou pra mim e perguntou se eu tinha aprendido alguma coisa. Eu disse: SIM! Muito obrigado, vou tentar isso hoje à noite quando estiver sozinho no meu quarto. Ele me lembrou que normalmente isso só devia ser feito em particular. "Agora, posso pegar minhas roupas de volta?"

Pedi pra ele me seguir até onde eu tinha escondido elas. Pelado, e agora com leite escorrendo do pau, ele me seguiu pela trilha estreita, longe do lago. Quando chegamos numa área aberta, ele começou a recuar de volta pros arbustos perto do lago. Ele olhou pra mim e disse: "Ei, eu tô meio pelado aqui. Dá pra você pegar minhas roupas e trazer pra mim?"

Olhei pra ele e vi o quanto ele estava envergonhado. Eu estava adorando o controle que tinha sobre aquele cara mais velho e pelado. Respondi pra ele: "Vamos, não tem ninguém aqui, e suas coisas estão logo ali naquele arbusto."

A verdade é que estavam um pouco mais longe, mas não quis contar isso porque estava adorando ver ele andar completamente nu, sem nem os sapatos, sob a luz do sol.

Depois que ele se vestiu, me disse pra nunca contar isso pra ninguém porque ele poderia se meter em encrenca. Eu disse que não contaria e que agradecia ele ter me mostrado como fazer.

Depois daquela tarde, só vi ele patrulhando o lago umas quatro ou cinco vezes, mas nunca mais. Me aproximei dele, fiquei no meu esconderijo e nunca mais o vi nadar pelado de novo.
Essa é uma história real, e já derramei centenas de litros de porra revivendo ela. Por isso sempre curti essa foto.
(via extremeexhib)Nudismo

2 comentários - Qual a coisa mais louca e ousada que você já fez?

Hermosa historia.! Se me revento la verga...
Gracias por comentar y por los puntos
ffll22 +1
tremenda historia que ganas de verga