Explorando a buceta

Tenho 31 anos e me considero uma pessoa de sexualidade totalmente ampla, e isso fez com que eu sempre me visse como alguém liberal e sem preconceitos. Digamos que tudo começou com minha primeira namorada, e não sei como aconteceu, aos meus 16 anos. Um dia ela enfiou um dedo no meu cu, e não deve ter sido uma cara de raiva que eu fiz na hora, porque desde então sempre incluíamos os dedinhos da minha namorada nas nossas relações. Comecei a investigar mais sobre o assunto: se as mulheres sentem prazer quando sentem um pedaço de carne entrando e saindo, por que os homens não poderiam sentir o mesmo, mesmo que seja por outro buraco? Com minha segunda namorada, que virou minha esposa na época, a coisa passou dos dedos para ela enfiar uma cenoura e até o consolo dela, mas raramente, porque ela dizia que tinha medo de eu gostar demais e passar para o outro lado.

Mas foi depois que me separei dela e encontrei minha nova parceira que tudo saiu como eu queria. Com essa mulher, que é da região do Caribe e é muito apaixonada e fogosa, a gente se entendia na cama e compartilhava nossos gostos sexuais. Fui descobrindo a fantasia dela: ela queria que outro cara comesse ela na minha frente, que rolasse um ménage, que ela fosse penetrada por todos os lados e fosse tipo uma escrava sexual.

A gente falava muito sobre o assunto, mas não era algo concreto de querer fazer. Fui dando a ideia de fazermos uma troca de casais, já tinha até contatado um casal e trocávamos fotos. Ela queria saber como era a parada e começou a conversar com eles, e eu só olhava o que escreviam e via como minha esposa ganhava coragem para concretizar. Marcamos de nos encontrar numa balada Swinger, e pra mim esse foi o erro, porque o ambiente não era exatamente para um casal que ia estrear nisso. Tinha casais pelados por todo lado, dançarinos nus, cheiro de sexo pra todo lado, e acho que o melhor era ter marcado em outro lugar. Nos encontramos as Dois casais numa mesa, mas tanto eu quanto minha esposa percebemos que nem loucos a gente ia ficar com aquele casal. Só falavam que o melhor pra relacionamento é um pouco de droga, umas paradas de couro e umas coisas estranhas. Além disso, a gata do cara era muito feia, mas tinha um corpão, só que não sei se isso justificava. A gente fingiu que ia no banheiro e aproveitou pra vazar do lugar. Já na porta, percebemos que era umas 11 da noite de sábado e que os dois estavam muito tarados. Falei pra ela: "Por que a gente não vai pra um motel dos mais caros e mete uns bons ejaculations a noite toda?" Ela concordou e a gente partiu pra um hotel que tem fama de ser o melhor. Chegamos e pedi um quarto com cama de 2 metros por 2, espelhos por todo lado, uma banheira de hidromassagem, uma TV boa, dois ambientes, ou seja, era de primeira. A primeira coisa que fiz foi pedir um champanhe e, quando descobri na lista de preços que eles tinham serviço de realizar suas fantasias, liguei pro código. Me disseram que eles ofereciam serviço de mulheres ou homens pra você fazer o que quiser. Perguntei pra minha esposa se ela topava a gente fazer algo com alguém profissional, e ela disse: "Melhor, assim não fica dúvida e não cria nenhum vínculo, só sexo essa noite e pronto."

A gente decidiu pedir o catálogo que eles tinham. Entre tudo que vimos, escolhemos um homem chamado Facundo, 25 anos, 1,90m, corpo escultural, olhos azuis, cabelo preto, pele morena e o mais chamativo era o pacote dele: 23 x 5 reais. Quando minha esposa viu aquilo, ficou dura, porque ela nunca tinha sido penetrada por algo tão grande, e eu menos ainda, que continuava virgem de rola no meu cu. Decidimos que ele era o cara certo e chamamos. Ele demorou uns 20 minutos pra chegar. Enquanto isso, eu e minha esposa entramos no chuveiro, tomamos uma ducha gostosa e fizemos uns enemas com bastante água pra limpar nossos intestinos. Mas ela já tinha deixado claro que aquele macho era só para ela, que nem sonhasse em fazer algo estranho com ele, e eu disse que tinha limpado meu cu pra sentir melhor os dedos dela.

Vou contar que eu tenho 1,80m, cabelo castanho claro comprido, olhos verdes, e uma rola normal de uns 16 ou 17 cm. Minha esposa tem um metro e sessenta, tem os melhores peitos que já vi na vida e não cabem na mão de um homem, usa 44 de sutiã, tem 22 anos, uma bundinha bem grande e uma buceta que tá sempre molhada e quente, além de ser muito bonita de rosto.

Quando ouvimos a batida na porta anunciando que era nosso amigo, nossos corações batiam mais rápido. A gente tava vendo vídeos pornôs pelados e nos cobrimos com dois roupões pra receber ele.

Abri a porta e fiquei paralisado porque ele era ainda melhor ao vivo do que nas fotos. Ele me cumprimentou com um aperto de mão e deu um beijo no rosto dela, e sentamos na sala pra tomar uns drinks. Ele disse que tinha coisas pra conversar antes, que o serviço era pra noite toda, que era bissexual, só ativo, nada de porrada, drogas, sexo seguro e limpo, e que se adaptava às nossas necessidades, mas dentro do que ele já tinha falado. E o mais importante: cobrava adiantado, porque já tinha caso de gente que desistia na hora H e ele ficava sem receber. Falamos que queríamos realizar uma fantasia: minha esposa queria ser comida por outro homem na minha frente com uma boa rola, e depois eu entrar pra fazer um menage, com ela sendo penetrada de todos os lados. Ele disse que essa era a fantasia mais pedida entre casais e que a gente começasse logo, porque o tempo tava passando.

Ele foi no banheiro se trocar, a gente colocou uma música suave e baixou as luzes, e tava tudo pronto pra ação.

Ele saiu do banheiro só de sunga azul brilhante, que já deixava ver o pauzão que escondia, e foi direto pra minha esposa pra dançarem na cama. Ela, graças ao álcool e a tesão não se opuseram a nada e dançavam uma dança bem colados os dois, e começaram a se beijar loucamente, enquanto ele tirava o roupão de banho dela e ela ficou totalmente nua. Eu me joguei numa poltrona ao lado da cama contemplando tudo aquilo e meu pau estava endurecendo. Ele acariciava a bunda dela, os peitos e esfregava a buceta que eu pude ver que estava bem molhada, eles se deitaram na cama e eu aumentei as luzes sobre a cama para poder ver tudo bem. Ele tirou a sunga e deixou à mostra um pau excepcional que estava começando a endurecer, era um pau com uma cabeça bem grande e bem vermelha e o pau cheio de veias bem grossas, ele estava completamente depilado até o cu dele que era bem redondinho. Ele se abaixou e beijava os peitos dela e foi descendo até chegar na buceta dela e mordia devagar o clitóris e enfiava a língua na buceta e no cu, ela só suspirava do prazer recebido, eu me levantei e fiquei na beira da cama e via como ele estava meio de cócoras chupando e balançava o pesado mastruço. Eles foram se movendo até que ela se acomodou em cima dele e formaram um 69. Ela enfiou aquele pau até onde dava na garganta enquanto me olhava com cara de puta, passava a língua por todos os lados, e chupava os ovos dele, enquanto ele começava a intercalar a língua com os dedos na buceta dela. Ficaram um bom tempo assim, trocando de posições, até que ela não aguentou mais e implorou para ele meter, que não aguentava mais, acho que até aquele momento ela já tinha tido uns 2 orgasmos. Ele colocou uma camisinha transparente e abriu as pernas dela para passar um creme bem líquido que ele trouxe, passou na buceta e no cu também. Ela com as pernas totalmente abertas e ele aproximando aquele pau enorme, me dava um pouco de medo que aquela cabeça doesse ao tentar entrar, mas o cara era um profissional, foi enfiando aos poucos, e ela gritava de prazer-dor que estava sentindo. propinando, depois de um tempo percebi que minha esposa tinha enfiado aquele pau todo e só os ovos dele batiam na porta da buceta dela, era incrível a cara de prazer que ela tinha, não parava de gemer e gozar, eu me acariciava o pau e saiu muito líquido pré-seminal, depois de um bom tempo bombando nela, ele tirou e virou ela de frente pra mim na posição de quatro. Ele meteu de uma vez, arrancando um grito da minha esposa, e dava duro no vai e vem, ela só me olhava e fechava os olhos, ele tirava tudo e metia de novo, era incrível ver aquilo, nunca pensei que minha esposa aguentasse aquilo, entrava e saía como se fosse a vida toda.

Ficaram assim por um bom tempo, e ela me pediu pra aproximar meu pau da boca dela pra chupar. Ela meteu de uma vez e fez desaparecer enquanto ele metia cada vez mais rápido, até que gozou dentro dela quase ao mesmo tempo que eu na boca dela. Ver a cara dela de dor e prazer, com meu gozo escorrendo pelos lábios e o pau ainda duro do meu amigo com a camisinha cheia de porra, era uma cena muito louca. Nós três deitamos pra descansar na cama, ela ficou no meio. Assistindo TV pornô, eu e meu amigo Facundo começamos a ter outra ereção, ela tirou a camisinha usada dele e o pau ficou com um pouco de gozo. Não sei de onde ela tirou coragem, mas meteu ele assim mesmo na boca dela de novo, enquanto massageava meu pau, ele se acomodou no meio da cama e ela, aos poucos, pegou minha mão pra eu tocar o pau dele, ela fez que não queria, e ele só me olhou com um olhar cúmplice, como se soubesse da minha vontade. Peguei o pau dele e percebi que minha mão quase não fechava naquela vara, ela começou a me beijar com restos de gozo dele, e a gente misturava nossos fluidos. Foi aí que ele me pegou pela cabeça e foi me empurrando pro pau dele totalmente duro, comecei a imitar os movimentos dela, e devo dizer que tinha um gosto muito Gostosa, em pouquinho tempo eu e minha esposa já estávamos brigando pra saborear aquela pica, ela me dizia coisas tipo: "você gosta da pica, sua promíscua, agora vai saber o que ela sente sempre, quero te ver empalado, quero que você sinta o mesmo que eu quando você arrebenta meu cu, hoje você vai ser uma puta total". Ouvindo tudo aquilo, eu ficava cada vez mais louco. Não sei em que momento estávamos fazendo um lindo triângulo: o Facundo lambendo a buceta e o cu da minha esposa, ela saboreando minha pica e chupando meu cu e enfiando os dedos, e eu chupando aquela pica como se fosse a última da minha vida, chupava os ovos dele, e cheguei com minha língua até o buraco daquele rabo lindo dele. Devemos ter ficado um bom tempo nisso, até que nós três paramos na frente de um espelho grande pra nos beijar e nos tocar. Ele começou a meter um dedão no meu cu apertado, mas esse cara estava dilatando ele. Me fez ficar de quatro numa cadeira grande, deixando meu rabo bem empinado e aberto. Ele passou a mão no lubrificante anal e massageava com os dedos, enfiava e tirava e passava mais creme. Minha esposa estava louca chupando a pica dele e nem ligava pro que estavam fazendo comigo. Acho que recebi uns quatro dedos gigantes dele entrando nas minhas entranhas. Ele disse pra minha esposa que eu estava pronto pra ter o cu arrombado, e ela falou pra começarmos.

Ela se deitou de bruços na cama, olhando de frente pro espelho. Eu comecei a enfiar no cu dela, que chupou minha pica rapidinho. Comecei a me mexer até sentir uma mão pesada nos meus ombros, era pra eu ficar parado. Sentia a respiração dele na minha nuca, e ela estava mais concentrada em me olhar do que na pica que tinha no cu. Ele começou a aproximar aquela cabeçona da entrada do meu cu e começou a empurrar. No começo, eu não aguentava aquela dor, sentia que minha pele ia rasgar, mas quando ele tentava tirar, doía ainda mais. Então eu assenti pra ele continuar. Continuou, eu não sentia prazer, só dor, e num momento pedi pra ele tirar, tava me matando. Ele não me deu bola e continuou. Depois de um tempo, senti um alívio quando aquela cabeça já tinha passado, mas faltava aquele tronco cheio de veias e bem grosso. Ele ficou um tempão na porta do meu cu com a pica ali, começou a se mexer só com aquilo entrado, e aí eu sentia mais prazer do que dor, até que ele tirou pra fora e se encheu de creme na cabeça da pica e no meu cu de novo. Dessa vez, na segunda tentativa, entrou mais fácil e sem tanta dor. Minha esposa só curtia como eu tava sendo penetrado, e eu comecei a querer me mexer dentro dela, mas percebia que doía mais por trás, por isso ficava parado, só me deixava levar. Ele, com muita maestria e paciência, metia tudo, até que num momento senti que ia sair pela boca. Ele disse que já tinha entrado tudo, e mandou eu colocar a mão na porta do meu cu pra sentir que só os ovos dele estavam pra fora. Não podia acreditar, estar empalado com uma pica daquelas dentro de mim. A dor já tinha sumido pra dar lugar ao prazer. Ele começou a se mover devagar e eu sentia aquela cabeça querendo sair, mas meus esfíncters não deixavam. Já tava bem lubrificado e começamos a nos mover os três, mas com as investidas da minha esposa pra trás e as dele pra frente, eu me sentia um sanduíche. Era mais o prazer que eu sentia no meu cu naquele momento do que na minha pica. Ele, com os movimentos, só balançava nós dois. Num momento, ele encheu o cu da minha esposa de porra, e gozou vendo litros de sêmen escorrendo do cu dela, mas ela não tava nem aí, só queria me ver sendo penetrado, e foi ela a espectadora por um bom tempo.

Ele me fez sair de lá, e se deitou de barriga pra cima, e mandou eu sentar na pica dele e começar a cavalgar de costas pra ele. Obedeci as ordens dele e me sentei devagar, já sem sentir tanta dor, deixando minha pica ao alcance da minha esposa pra que tentou me chupar, mas depois de uns 5 minutos ele gozou dentro de mim, sentindo aquele mastro pulsar. Eu levantei na hora e, com minha esposa, tiramos a camisinha pra limpar a pica dele.

Era incrível esse garanhão, não murchava, e agora eu entendia quando falam em "dois sem tirar". Ele tava limpo de novo, bem limpinho. Ela também queria sentir aquela pica no cu e se animou sem muita enrolação, então foi sentando nele, e também gemia de dor e prazer, mas enfiou tudo e começou a cavalgar nele de um jeito profissional. Depois de um tempo metendo forte, ele tirou e a gente se ajeitou na cama: eu de barriga pra cima com minha pica dura de novo, ela deitou de barriga pra cima em cima da minha pica e enfiou no cu dela, que depois de ter levado aquela pica enorme entrou super fácil, e ele se ajeitou abrindo as pernas dela pra meter de uma vez na buceta. A gente transou um bom tempo até eu encher os intestinos dela com umas gotas de porra, e quando ele ia gozar, tirou e arrancou a camisinha pra gozar entre os peitos dela, e chegou até no rosto dela. Era incrível ver a força com que ele jorrava porra. Ela passou aquele semen quente pelo corpo todo, e eu lambia o rosto dela com minha língua, pra depois, nós dois, deixar bem limpa a pica do nosso garanhão.

Depois a gente relaxou, ele se trocou, se despediu da gente, deixou um cartão com o celular dele e foi embora.

A gente tomou banho juntos pra aliviar e tirar aquele cheiro de sexo dos nossos corpos, e ela começou a me ensaboar tudo. Quando passou o sabão no meu cu, enfiou uns quatro dedos que entraram super fácil, e automaticamente minha pica endureceu de novo. Ela ainda queria guerra, e a gente trepou ali mesmo em cima do vaso, de cócoras, até eu gozar nas costas dela.

Depois dessa foda do caralho que a gente tinha dado, a gente se trocou e foi pra casa dormir até tarde, pra depois, de noitinha, se juntar e conversar sobre o que a gente tinha se animado a fazer. a fazer. Com o tempo, a gente percebeu como era a nossa sexualidade, mas também tenho que contar pra vocês minha experiência com dois caras só, onde me senti violado mas feliz, mas isso fica pra outra ocasião.

0 comentários - Explorando a buceta