O hotel do desejo...
Nunca reclamei de ter um corpo ruim, porque sou bem dotada de bunda e peitos, além de sempre ter sido muito fogosa. Tudo começou quando meus pais decidiram passar uns dias numa ilha onde o turismo era a maior fonte de renda. A ideia não me agradava nem um pouco, preferia ficar na minha cidade, que mesmo sendo um pouco quente, não teria que passar as noites sozinha. Então convenci meus pais a me deixarem levar uma amiga junto, pra não morrer de tédio enquanto eles curtiam uns momentos de romance. O voo foi terrivelmente cansativo, achei que ia explodir de desespero, foi curto mas intenso demais.
Quando chegamos no hotel, tive a surpresa de que o quarto dos meus pais ficava cinco andares acima do meu e da Miriam. Isso era bem favorável, já que podíamos sair e voltar a qualquer hora sem ter que dar satisfação pra ninguém.
Assim que chegamos na recepção, demos uma olhada num dos garçons. Na hora, a Miriam decidiu que ele era dela e seria durante toda a estadia naquele hotel maravilhoso.
Pediram alguns dados, e o garçom que a Miriam deu em cima nos acompanhou até o quarto. Fiquei alucinada com o quarto, porque tinha duas camas enormes, quase de casal, e uma sala onde dava pra fazer de tudo. Yeray, que era o nome do garçom, nos informou discretamente que o turno dele terminava às onze da noite. Eu já sabia que naquela hora teria que sair do quarto, porque de jeito nenhum ia atrapalhar a cena. Enquanto a Miriam começava a se acomodar, eu decidi descer pra comprar cigarro. Quase me perdi pelo hotel até chegar no bar, mas encontrei o Yeray e ele me indicou onde era. Quando cheguei, vi um homem de costas, preparando um coquetel, e esperei o máximo que pude até que, meio puta de tanto esperar, falei pra ele quando ia me atender. Ele se virou, e quando o vi, minha raiva sumiu completamente, ele tinha uns olhos Preciosos. Acho que eu também devo ter agradado ele, porque quando fui pagar aquele maço de cigarro e vi que não tinha trocado, ele disse que não tinha troco (eu tinha visto que sim) e pediu o número do meu quarto pra cobrar depois. Quando cheguei, vi a Miriam completamente nua, e ela pediu pra eu me aproximar. Ela estava numa poltrona preta de couro, e eu me aproximei toda tremendo, adivinhando o que ia rolar. Eu nunca tinha tido experiência com nenhuma mulher, e sabia com toda certeza que ela também não, embora ache que me enganei sem dúvida, porque esse jeito de tratar uma mulher não se aprende da noite pro dia.
Miriam, como eu disse antes, estava completamente nua e tinha acabado de sair do chuveiro. Ainda estava toda molhada, e só de ver as gotinhas de água escorrendo pelos mamilos dela, quase molhei minha buceta. — Não tenha medo, as duas sabemos que queremos isso. Ela me agarrou pela nuca, afastou meu cabelo comprido e me beijou ardentemente. Senti o calor da língua dela, os movimentos, e isso me deixou a mil. Ela desceu a mão até um dos meus peitos e começou a bater com a ponta dos dedos no mamilo. Sentir aquelas batidinhas tão suaves e tão intensas ao mesmo tempo foi o que me levou a fazer o que fiz. Desci minha mão direita até a buceta dela, molhada e escorrendo, e não era de água não…
Primeiro, comecei a tocar a virilha dela, a passar meus dedos entre as dobras da buceta, enquanto ela me beijava no pescoço. De repente, sem pensar nem hesitar, enfiei dois dedos de uma vez, sem aviso. Ela sentiu uma dorzinha, mas era uma dor gostosa e não reclamou. Me surpreendi como eu estava tomando as rédeas da situação. Quando meus dedos estavam lá dentro, comecei a mexer pra todos os lados, sentindo o calor das paredes da buceta dela e como ela apertava pra ter mais prazer.
Miriam disse algo que não entendi e me levou até a poltrona de couro que tinha ali. num canto, estava completamente frio, e esse frio ficou evidente nos meus mamilos. Ela, sem dúvida, percebeu isso e voltou a eles, mas dessa vez com lambidas intensas e mordiscadas que me levaram ao paraíso. Colocou cada uma das mãos nos meus joelhos e abriu minhas pernas violentamente, com uma vontade que eu nunca tinha visto nela. Não enrolou, enfiou o rosto entre elas e lambeu toda a minha bucetinha. Desde o clitóris, que ela esfregava com uma intensidade incrível, até o meu cu, passando pelo meu buraquinho. Quando chegava lá, enfiava a língua, e eu via como ela queria meter mais fundo, mas não conseguia porque o instrumento dela tinha um limite, e a minha xota não.
Eu tava ficando louca, achava que ia explodir, mas ela me disse pra não fazer isso, pra não gozar ainda, que ainda tinha muita noite pela frente, mas apesar das minhas tentativas, gozei na boca dela, e percebi que ela adorou, porque pedia mais e mais.
Depois foi a minha vez, e tentei devolver todo o prazer que ela tinha me dado, e até me propus a melhorar o que ela tinha feito. Sentei ela naquela poltrona que a gente tanto tava usando, e coloquei cada uma das pernas dela nos braços da poltrona, pra que ela ficasse bem aberta. Pude contemplar toda a xotinha dela bem aberta, desejando minha língua, mas eu não ia dar tudo tão fácil assim.
Primeiro passei a palma da minha mão aberta sobre a buceta dela, e apertei o máximo que pude, sem machucar, claro, mas parecia que pra Miriam a dor dava prazer e isso era maravilhoso, porque assim eu não tinha medo de nada. Acariciei os pelinhos dela, e fiz com que eles se esfregassem no clitóris dela, o que a fazia se contorcer de prazer. Quando ela pediu aos gritos pra eu chupar a bucetinha dela, eu fiz, porque não queria deixar ela esperando. Então enfiei primeiro um dos meus dedos dentro da boceta dela, e fui abrindo caminho, ela me pediu pra colocar aquele dedo na minha boca, e eu fiz. Tava uma delícia, tinha gosto de mar, de água de praia, de salgado. Quando percebi que realmente gostava daquele sabor, quis provar direto da buceta dela, e foi o que fiz. Aproximei meus lábios e dei um beijo no clitóris dela, primeiro com a boca fechada, e depois aberta, pra poder chupá-lo. Notei que ela estremeceu e deu um espasmo, o que fez eu instintivamente morder o clitóris inchado dela, mas fiz isso sem violência. Ela gemeu. Gemeu com uma força que me assustou. Separei os lábios dela e, quando vi a rachinha bem aberta, tinha tantas possibilidades que não sabia por onde começar. E a primeira coisa que fiz, antecipando o que viria, foi dar uma boa lambida na boceta dela, que estava escorrendo. Quis terminar, mas não consegui porque bateram na porta. Coloquei um roupão e disfarcei minha excitação como pude, caso fossem meus pais. Mas não, eram. Eram o Yeray e o Tomás, que era o nome do garçom. Quase tínhamos esquecido que eles iam nos visitar.
Abri a porta e, sem convidá-los pra entrar, eles entraram, meio dominadores. A Miriam, que ainda não tinha se recuperado dos múltiplos orgasmos, estava sentada no sofá, de pernas abertas, igual eu tinha deixado. O Tomás levou um susto enorme e perguntou se éramos lésbicas, mas a Miriam, pra mostrar que não, se jogou nele e começou a chupar o pau dele de um jeito que eu nunca tinha visto, nem em filme pornô. Fiquei estupefata, porque achei que o Tomás seria meu brinquedo naquela noite, mas parecia que a Miriam tinha me tomado ele.
O Yeray estava sentado num canto da cama se masturbando, mas pedi pra ele parar, pra imitar a Miriam no boquete dela. O pau do Yeray já estava duro, e a glande meio molhada, então foi mais fácil enfiar na boca.
Senti a dureza do pênis dele na minha boca, quase não conseguia respirar, mas me excitava. O que eu queria era lamber só a pontinha e sentir a excitação dele. Foi o que fiz: passei a pontinha da minha língua pela glande dele e notei que ele gostou, porque me Ela agradeceu com um suspiro intenso… e num arroubo de paixão e luxúria, se levantou da cama e me sentou em cima da mesa que tinha no quarto, e ali cravou o pau dele na minha buceta enquanto um dedo tocava meu clitóris, e eu senti que derretia entre as pernas dele. A cada estocada do pau enorme dele, achava que ia estourar minha buceta, e eu adorava aquilo, estava bem lubrificada, e não doía, mas sentir ele lá dentro, toda a glória dele, e como se expandia dentro de mim.
Tomás nos olhou, e eu vi no olhar dele uma certa inveja e receio, por isso o convidei para vir enquanto Miriam se recuperava. Quando ele chegou perto da gente, lambeu meus mamilos meio abandonados pelo Yeray, mas eu queria mais… muito mais.
Instintivamente, e como se fosse um pacto, Yeray me levou até a cama, e me fez montar nele, e eu fiz com gosto. Enquanto isso, Tomás lambia minhas costas e minha bunda. De repente, enfiou um dedo no meu cu, no começo senti um leve incômodo, mas logo me acostumei com aquele dedo mágico e quis que ele enfiasse de vez. Senti o Yeray gozando, gemendo e ofegando de um jeito que me deixava louca de tesão.
Tomás me levantou da cama e me levou de volta até a mesa onde Yeray e eu curtimos nossos sexos, e me apoiou nela de costas para ele. Eu estava completamente curvada pra frente, com a bunda virada pra ele. Ele colocou a cabeça do pau na entrada do meu cu, e foi enfiando devagar, e a cada centímetro que entrava em mim, eu ia curtindo mais e mais. Cada estocada, cada batida das bolas dele na minha bunda só me excitavam e provocavam o que aconteceu segundos depois: gozei de um jeito incrível e muito longo, assim como meu orgasmo estava sendo. Miriam voltou a se masturbar, e Yeray sugeriu que eu fizesse isso com ela, que a masturbasse, e claro, não podia recusar, então fiz como tinha feito antes. E qual não foi minha surpresa quando, ao Me virar, depois de já ter passado um tempinho masturbando a Miriam, vi o Tomás e o Yeray se penetrando com uma puta vontade louca…
Nunca vou esquecer o que rolou naquele quarto...
Nunca reclamei de ter um corpo ruim, porque sou bem dotada de bunda e peitos, além de sempre ter sido muito fogosa. Tudo começou quando meus pais decidiram passar uns dias numa ilha onde o turismo era a maior fonte de renda. A ideia não me agradava nem um pouco, preferia ficar na minha cidade, que mesmo sendo um pouco quente, não teria que passar as noites sozinha. Então convenci meus pais a me deixarem levar uma amiga junto, pra não morrer de tédio enquanto eles curtiam uns momentos de romance. O voo foi terrivelmente cansativo, achei que ia explodir de desespero, foi curto mas intenso demais.Quando chegamos no hotel, tive a surpresa de que o quarto dos meus pais ficava cinco andares acima do meu e da Miriam. Isso era bem favorável, já que podíamos sair e voltar a qualquer hora sem ter que dar satisfação pra ninguém.
Assim que chegamos na recepção, demos uma olhada num dos garçons. Na hora, a Miriam decidiu que ele era dela e seria durante toda a estadia naquele hotel maravilhoso.
Pediram alguns dados, e o garçom que a Miriam deu em cima nos acompanhou até o quarto. Fiquei alucinada com o quarto, porque tinha duas camas enormes, quase de casal, e uma sala onde dava pra fazer de tudo. Yeray, que era o nome do garçom, nos informou discretamente que o turno dele terminava às onze da noite. Eu já sabia que naquela hora teria que sair do quarto, porque de jeito nenhum ia atrapalhar a cena. Enquanto a Miriam começava a se acomodar, eu decidi descer pra comprar cigarro. Quase me perdi pelo hotel até chegar no bar, mas encontrei o Yeray e ele me indicou onde era. Quando cheguei, vi um homem de costas, preparando um coquetel, e esperei o máximo que pude até que, meio puta de tanto esperar, falei pra ele quando ia me atender. Ele se virou, e quando o vi, minha raiva sumiu completamente, ele tinha uns olhos Preciosos. Acho que eu também devo ter agradado ele, porque quando fui pagar aquele maço de cigarro e vi que não tinha trocado, ele disse que não tinha troco (eu tinha visto que sim) e pediu o número do meu quarto pra cobrar depois. Quando cheguei, vi a Miriam completamente nua, e ela pediu pra eu me aproximar. Ela estava numa poltrona preta de couro, e eu me aproximei toda tremendo, adivinhando o que ia rolar. Eu nunca tinha tido experiência com nenhuma mulher, e sabia com toda certeza que ela também não, embora ache que me enganei sem dúvida, porque esse jeito de tratar uma mulher não se aprende da noite pro dia.
Miriam, como eu disse antes, estava completamente nua e tinha acabado de sair do chuveiro. Ainda estava toda molhada, e só de ver as gotinhas de água escorrendo pelos mamilos dela, quase molhei minha buceta. — Não tenha medo, as duas sabemos que queremos isso. Ela me agarrou pela nuca, afastou meu cabelo comprido e me beijou ardentemente. Senti o calor da língua dela, os movimentos, e isso me deixou a mil. Ela desceu a mão até um dos meus peitos e começou a bater com a ponta dos dedos no mamilo. Sentir aquelas batidinhas tão suaves e tão intensas ao mesmo tempo foi o que me levou a fazer o que fiz. Desci minha mão direita até a buceta dela, molhada e escorrendo, e não era de água não…
Primeiro, comecei a tocar a virilha dela, a passar meus dedos entre as dobras da buceta, enquanto ela me beijava no pescoço. De repente, sem pensar nem hesitar, enfiei dois dedos de uma vez, sem aviso. Ela sentiu uma dorzinha, mas era uma dor gostosa e não reclamou. Me surpreendi como eu estava tomando as rédeas da situação. Quando meus dedos estavam lá dentro, comecei a mexer pra todos os lados, sentindo o calor das paredes da buceta dela e como ela apertava pra ter mais prazer.
Miriam disse algo que não entendi e me levou até a poltrona de couro que tinha ali. num canto, estava completamente frio, e esse frio ficou evidente nos meus mamilos. Ela, sem dúvida, percebeu isso e voltou a eles, mas dessa vez com lambidas intensas e mordiscadas que me levaram ao paraíso. Colocou cada uma das mãos nos meus joelhos e abriu minhas pernas violentamente, com uma vontade que eu nunca tinha visto nela. Não enrolou, enfiou o rosto entre elas e lambeu toda a minha bucetinha. Desde o clitóris, que ela esfregava com uma intensidade incrível, até o meu cu, passando pelo meu buraquinho. Quando chegava lá, enfiava a língua, e eu via como ela queria meter mais fundo, mas não conseguia porque o instrumento dela tinha um limite, e a minha xota não.
Eu tava ficando louca, achava que ia explodir, mas ela me disse pra não fazer isso, pra não gozar ainda, que ainda tinha muita noite pela frente, mas apesar das minhas tentativas, gozei na boca dela, e percebi que ela adorou, porque pedia mais e mais.
Depois foi a minha vez, e tentei devolver todo o prazer que ela tinha me dado, e até me propus a melhorar o que ela tinha feito. Sentei ela naquela poltrona que a gente tanto tava usando, e coloquei cada uma das pernas dela nos braços da poltrona, pra que ela ficasse bem aberta. Pude contemplar toda a xotinha dela bem aberta, desejando minha língua, mas eu não ia dar tudo tão fácil assim.
Primeiro passei a palma da minha mão aberta sobre a buceta dela, e apertei o máximo que pude, sem machucar, claro, mas parecia que pra Miriam a dor dava prazer e isso era maravilhoso, porque assim eu não tinha medo de nada. Acariciei os pelinhos dela, e fiz com que eles se esfregassem no clitóris dela, o que a fazia se contorcer de prazer. Quando ela pediu aos gritos pra eu chupar a bucetinha dela, eu fiz, porque não queria deixar ela esperando. Então enfiei primeiro um dos meus dedos dentro da boceta dela, e fui abrindo caminho, ela me pediu pra colocar aquele dedo na minha boca, e eu fiz. Tava uma delícia, tinha gosto de mar, de água de praia, de salgado. Quando percebi que realmente gostava daquele sabor, quis provar direto da buceta dela, e foi o que fiz. Aproximei meus lábios e dei um beijo no clitóris dela, primeiro com a boca fechada, e depois aberta, pra poder chupá-lo. Notei que ela estremeceu e deu um espasmo, o que fez eu instintivamente morder o clitóris inchado dela, mas fiz isso sem violência. Ela gemeu. Gemeu com uma força que me assustou. Separei os lábios dela e, quando vi a rachinha bem aberta, tinha tantas possibilidades que não sabia por onde começar. E a primeira coisa que fiz, antecipando o que viria, foi dar uma boa lambida na boceta dela, que estava escorrendo. Quis terminar, mas não consegui porque bateram na porta. Coloquei um roupão e disfarcei minha excitação como pude, caso fossem meus pais. Mas não, eram. Eram o Yeray e o Tomás, que era o nome do garçom. Quase tínhamos esquecido que eles iam nos visitar.
Abri a porta e, sem convidá-los pra entrar, eles entraram, meio dominadores. A Miriam, que ainda não tinha se recuperado dos múltiplos orgasmos, estava sentada no sofá, de pernas abertas, igual eu tinha deixado. O Tomás levou um susto enorme e perguntou se éramos lésbicas, mas a Miriam, pra mostrar que não, se jogou nele e começou a chupar o pau dele de um jeito que eu nunca tinha visto, nem em filme pornô. Fiquei estupefata, porque achei que o Tomás seria meu brinquedo naquela noite, mas parecia que a Miriam tinha me tomado ele.
O Yeray estava sentado num canto da cama se masturbando, mas pedi pra ele parar, pra imitar a Miriam no boquete dela. O pau do Yeray já estava duro, e a glande meio molhada, então foi mais fácil enfiar na boca.
Senti a dureza do pênis dele na minha boca, quase não conseguia respirar, mas me excitava. O que eu queria era lamber só a pontinha e sentir a excitação dele. Foi o que fiz: passei a pontinha da minha língua pela glande dele e notei que ele gostou, porque me Ela agradeceu com um suspiro intenso… e num arroubo de paixão e luxúria, se levantou da cama e me sentou em cima da mesa que tinha no quarto, e ali cravou o pau dele na minha buceta enquanto um dedo tocava meu clitóris, e eu senti que derretia entre as pernas dele. A cada estocada do pau enorme dele, achava que ia estourar minha buceta, e eu adorava aquilo, estava bem lubrificada, e não doía, mas sentir ele lá dentro, toda a glória dele, e como se expandia dentro de mim.
Tomás nos olhou, e eu vi no olhar dele uma certa inveja e receio, por isso o convidei para vir enquanto Miriam se recuperava. Quando ele chegou perto da gente, lambeu meus mamilos meio abandonados pelo Yeray, mas eu queria mais… muito mais.
Instintivamente, e como se fosse um pacto, Yeray me levou até a cama, e me fez montar nele, e eu fiz com gosto. Enquanto isso, Tomás lambia minhas costas e minha bunda. De repente, enfiou um dedo no meu cu, no começo senti um leve incômodo, mas logo me acostumei com aquele dedo mágico e quis que ele enfiasse de vez. Senti o Yeray gozando, gemendo e ofegando de um jeito que me deixava louca de tesão.
Tomás me levantou da cama e me levou de volta até a mesa onde Yeray e eu curtimos nossos sexos, e me apoiou nela de costas para ele. Eu estava completamente curvada pra frente, com a bunda virada pra ele. Ele colocou a cabeça do pau na entrada do meu cu, e foi enfiando devagar, e a cada centímetro que entrava em mim, eu ia curtindo mais e mais. Cada estocada, cada batida das bolas dele na minha bunda só me excitavam e provocavam o que aconteceu segundos depois: gozei de um jeito incrível e muito longo, assim como meu orgasmo estava sendo. Miriam voltou a se masturbar, e Yeray sugeriu que eu fizesse isso com ela, que a masturbasse, e claro, não podia recusar, então fiz como tinha feito antes. E qual não foi minha surpresa quando, ao Me virar, depois de já ter passado um tempinho masturbando a Miriam, vi o Tomás e o Yeray se penetrando com uma puta vontade louca…
Nunca vou esquecer o que rolou naquele quarto...
3 comentários - Hotel do Desejo
leer e imaginarme en esa situacion me la puso reduraaaaaaaaaaaaa