O poder do sorriso 2/3

Se ainda não leu, te convido a dar uma olhada naprimeira parte do relato, a partir deste linkNo final do post você vai encontrar mais detalhes sobre a história, mas basicamente é um estilo erótico, bem íntimo e sensitivo, por issoRecomendo que você se deixe levar e me permita te dar um nó na cabeça... essa é a chave pra curtir esse tipo de história.

O poder do sorriso, segunda parte...Acordamos enroscados de pernas, abraçados de frente, com nossas bocetas próximas. De vez em quando, sentia ele se mexer, se ajeitando melhor, e via que timidamente abria os olhos entre o sono, sorria e voltava a descansar. Depois de termos tomado banho juntos, nos ensaboando como numa massagem misturada com dança de sedução.

Com certeza a gente devia parecer um cortejo de dois cisnes, sobre o Danúbio Azul, que num cantinho da natureza faziam das suas entre o cheiro de rosas silvestres, em vez do sabonete perfumado, e dessa vez trocando a plumagem elegante pela maciez da pele ensaboada dela, mas ao mesmo tempo hidratada cuidadosamente todo dia...

Ela sorria, entre sonhos. Não conseguia parar de abraçar ela. Era tipo um ímã e um metal, como um carrapicho, mas mil vezes mais delicado. Era como misturar morangos picados cuidadosamente com uma faca afiada e envoltos em chantilly batido no ponto certo, e nesses movimentos conseguir a integração perfeita do azedo e do doce, num rosa cremoso, homogêneo, gostoso no paladar, suave na boca, embriagante no beijo que vem depois.

Tava com vontade disso. Como pedir com uma língua tão diferente? Será que ela tinha na geladeira? Perguntas que no escuro da noite, com só as luzes ao longe de algum avião passando, algum barco navegando ou letreiro piscando quebrado ou pra chamar atenção; era paz, nos braços dela, no coito depois, nos lençóis de sei lá ela ou quem quer que fosse de quantos fios.

O que mais precisa? Que necessidade tinha de pensar tudo isso, num silêncio tão lindo? O que mais ia precisar, se semi-cerrando os olhos, me aproximando do cabelo dela, e roçando de leve o ombro dela aprofundando o abraço, ela me procurou a boca e voltou a se posicionar buscando com as pernas e a cintura se elevar sobre mim, se deitar no meu corpo. Por acaso não é essa a fantasia que as músicas românticas impõem e a rotina cansativa destrói com o barulho do despertador?O poder do sorriso 2/3Murmurou umDobraía Utra, o que significava que seu dia estava prestes a começar, como o entardecer tardio do outono marcava quase sincronizadamente. Ao mesmo tempo, com um alarme fraco saindo do seu casaco, o celular tocando. Me ofereci para desligá-lo, mas ela me calou com um beijo. Seu dedo indicador cruzou meus lábios e, enrolada numa camisola de gaze fina e transparente, que ela tirou habilmente num pulinho da cama até o guarda-roupa, me pediu para esperar.

Ouvi uma conversa rápida, não consegui bisbilhotar nada, e acho que nem precisava. Escutei uns barulhos na cozinha e reagi levantando, mas ela apareceu na hora, debruçada no batente da porta, e insistiu que eu esperasse. Quando te pedem de um certo jeito, com um sorrisão desses, não tem como resistir ao pedido de uma mulher sensual, quase nua. Aquela pele... se não fosse aquela névoa fina que a cobria, sem se mostrar tão exposta ao olhar que queria desvendar sua sensualidade, eu ainda assim a consideraria pelada.

Ela voltou para a cama e me disse que tinha sonhado com um homem bonito. Um cavalheiro que a entendia, mas, acima de tudo, que a segurava com os braços em volta do corpo dela. E com olhares brincalhões, ela sentada na beirada da cama, e eu pelado entre os lençóis ainda, rimos cúmplices feito pombinhos. Falei que eu quase não tinha dormido. Ela fez cara de preocupação. Mas com um beijo direto e forte, ao mesmo tempo cuidando do contato, esclareci: fiquei acordado de vez em quando, descobrindo imperfeições perfeitas do corpo dela, lembrando como me senti e pensando como tinha conseguido um passe vip para aquele paraíso. Ela me beijou agora, e rindo, escapou quando eu quis abraçá-la.

Cheguei, agora sim, tendo vestido a cueca às pressas, até o chão quentinho da cozinha. Podíamos ficar pelados, tudo aquecido, mesmo vendo pela janela o centro da cidade nevado. A noite inteira não tinha parado, e estava gelado, com alguns flocos e cristais de gelo congelados. sobre as bordas de vidro daquelas janelas de chão ao teto. Ela me perguntou se eu preferia café ou chá, e quando eu disse café com porra, ela me devolveu um sorriso cheio de segundas intenções, mas se segurou. Por reflexo, eu tinha dito em espanhol, e repeti em inglês... Talvez tivesse soado safado pra ela.O poder do sorriso 2/3Sentamos separados pelo espaço que o balcão da cozinha nos dava, mas nossas pernas estavam entrelaçadas, nos aproximando pelos joelhos e pés subidos no banquinho, e ela me olhava, incapaz de conter a vontade de me beijar cada vez que apoiava a xícara quente daquela mistura que tinha uma cor parecida com os olhos dela e o gosto da pele dela.

— Preciso que da próxima vez você me traga aquela parada que comem na Argentina e que nosso presidente tanto falou quando esteve visitando por lá.
— Doce de leite?
— Isso! Esse mesmo, aqui temos algo parecido, mas sei lá. Talvez não seja a mesma coisa.
— Tenho, mas se você for me visitar, não vou poder ficar de mimimi.
— Pode voltar... hoje entro mais tarde no trampo, mas quinta-feira estou de folga. E eu adoraria que você cozinhasse algo típico, algo que seja criação sua, sei lá.
— Adoraria que a gente cozinhasse pelados.
— Meu ex tinha essa fantasia...
— Desculpa, não queria...
— Ele não merecia isso.

As torradas com manteiga e geleia de mirtilo estavam acabando, e eu não queria atrasar ela nos afazeres dela, mesmo que ela entrasse tarde no trabalho.
— Vou tomar banho. E não vou sozinha — disse como se cantasse, zoando as amigas, que ela devia estar imaginando ali — e vou te esperar pelada na banheira...
Ela foi saindo, rebolando a cintura, brincalhona, como um convite pra ir fazer carinho.O poder do sorriso 2/3Entrei no banheiro e o vapor era denso. Ela estava coberta até o pescoço entre água, espuma e pétalas de sabão vermelho. A vista era espetacular, sobre a esquina do prédio, e os laranjas brilhantes se repetiam, em tons parecidos e ao mesmo tempo diferentes da noite. Ela brincava com a espuma, com as mãos, e tirava das bolhas a perna, acariciando-a enquanto cantava e soltava olhares como faíscas apaixonadas, convidando a repetir algum pecado de uma lista inteira. Aquela história de cozinhar nus tinha me deixado na dúvida se era oportuno, mas, como se lesse minha mente com o sexto sentido, ela esclareceu depois do breve intervalo que demorei para me enfiar ao lado do corpo dela.

Começou me ensaboando o peito, se ajeitando de lado para me olhar. E com o joelho habilidoso, buscou minha rola, acariciando delicadamente, subindo mais agora, e beijando meu pescoço.

— Ontem eu tinha planos, improvisados, mas tudo bem...
— Foi ruim adiar eles e se deixar levar pelo que aconteceu?
— Não. Aproveitei muito. Mas é que meu namorado não me deixa fazer nada com ele.
— Como assim?
— A gente é... era. Não sei. Mas já não importa mais. Até você ir embora, você é meu de vez em quando, isso vale mais do que passar mais um ano com ele. São muito diferentes, e ainda acho que não vou entender, por mais que pense, como você me atraiu. Mas sentir você como a gente fez, acho que completa todos os detalhes.

Tentei calar o debate de ideias dela com um beijo, e ao mesmo tempo não nos distrair do jogo, será que era o "preliminar", onde entre a água morna e as carícias dela, eu já estava no clima.

— Com você, sinto que faço amor, mesmo sendo sexo bruto e suave.
— Só vamos aproveitar o jogo, o momento, o corpo...

Nisso, ela enfiou a mão debaixo da espuma e acho que as dúvidas foram embora, ou ela decidiu deixá-las pra depois. Pegou meu pau, envolvendo ele por completo, e com movimentos suaves foi deslizando a pele até deixar a glande descoberta, na mesma ação em que ajeitava o corpo. Sobre o meu, separando as pernas dela, e esticando agora com a outra mão as minhas para trás, como um prisioneiro.

Ela me olhou, como pedindo um sinal de permissão, e roçando a ponta da pica em volta dos lábios suavemente molhados e extremamente depilados, foi buscando um contato já conhecido da noite anterior. Dessa vez sem tecidos que impedissem o contato ou a penetração, mas mais quente e úmido, por causa da água e dos fluidos dela, foi se acomodando entre um olhar fixo, querendo demonstrar força, mas quebrando a expressão quando a cabecinha inchada se abria caminho mais fundo que os lábios dela, e ela, apertadinha, ia recebendo.

O movimento dela era suave, metendo só até a metade da pica pra dentro, assim duas vezes e na terceira até o fundo... e aí mexia a cintura sem tirar, como se estivesse se acomodando melhor, e repetia aquele movimento quase hipnótico. Um braço apoiava no meu peito, o outro na borda da banheira, e a água deixava nossos corpos mais escorregadios, o que dava menos estabilidade na posição, mas mais sensação no roçar.O poder do sorriso 2/3Depois de um instante, pensei que a situação ficava mais excitante se ela ficasse de quatro, olhando pra rua, mesmo que do 42º andar não desse pra ver os carros. Mas eu tava curtindo daquele jeito. Ela tinha me dito que o namorado dela não deixava fazer nada... e quando falou isso, foi como um pedido e uma reclamação. Era uma adrenalina diferente, quase vertigem, e estar na ponta do prédio rodeado de vidro era um céu panorâmico que não te dá o HD de uma TV, mas sim o dos teus olhos. E ali estava ela, levantando a raba, arqueando as costas, abrindo as pernas, mostrando os lábios rosados.

Ela me olhava fixo. Me olhava tão forte que doía. Mas ao mesmo tempo, tinha calor e suavidade. Eu ia roçando a cabeça da piroca entre os lábios dela, enquanto ela fazia caretas de prazer, mordia os lábios de tesão, se mantinha ereta num equilíbrio estranho, e continuava me encarando. Era um olhar tão delicado e intenso que os detalhes contrastavam, como se fizessem foco e estivessem mais perto, como se o espaço entre a gente fosse menor, como se a beleza da paisagem urbana ao redor mudasse o contexto, resumisse o enquadramento e aguçasse mais os sentidos.

Eu distinguia os cílios dela, a pinta característica no rosto, o lábio mordido que começava a ficar vermelho, o cabelo preso com alguns fios soltos por baixo e atrás da orelha, e o pelo arrepiado entre os peitos, mesmo que minúsculos, parecia que estavam a milímetros, como quando você brinca de roçar o queixo neles sem tocar a pele. E foi isso que eu fiz, pegando ela pela cintura, tirei ela daquela pose de equilíbrio e brincadeira, mesmo que de leve ela quisesse resistir, se acomodou no meu corpo. A barriga lisa e dura de tanto malhar servia de apoio pro meu pau, e entre movimentos suaves eu roçava meus lábios entre os peitos dela, duros, túrgidos, empinados, sensíveis, eretos.

Ela começou a respirar forte, aquela sensação que alguns roçados sutis provocam costuma ser muito cruel em lábios, beijos e roçadas certas, de Quem sabe dar isso.
- Não aguento mais. Sofro por te ter. Te imploro.
- Tô aqui, não ia parar de te abraçar.
- Não quero cair... disse ela, talvez se referindo à beirada que dava pra ver atrás de mim.

Me ajustei pra ficar mais sentado, com as costas retas, e juntos nos encaixamos numa posição que ia dar início a um vai e vem ritmado, compassado e persistente. Uma penetração de meia buceta, como quem cuida pra não quebrar nada, como quem tenta abraçar um todo maior, e com o cuidado de ir fazendo aos poucos, sensualmente calculados com base nas sensações e não nos tamanhos.

Queríamos manter o ritmo, quase como se fizéssemos sexo tântrico, mas era mais pelo prazer dos dois do que por um sentido filosófico. Nisso, ela se virou, depois de sussurrar no meu ouvido pra eu me deixar levar, e agora de costas pra mim, começou outro roçar diferente, mas igualmente supremo. As costas ensaboadas dela deslizavam no meu peito, e a penetração por trás era mais funda, apertada e até tinha um gostinho mais obsceno.O poder do sorriso 2/3Talvez por isso mesmo, essa perversão que eu provocava, quando ela desgrudava as costas e se jogava pra frente com o corpo, é que o roçar das minhas mãos nos glúteos dela a motivava ainda mais. Ou também o toque interno do ponto G dela, que era estimulado. E a permanência da penetração junto com essas carícias me animaram a ir aproximando devagar, como em círculos brincalhões, meu polegar no anel de couro dela...

- Mmmmmm... sim...
- Você gosta?
- Sempre foram muito brutos, mas uma hora por amor a gente acaba aceitando um pouquinho.
- Então vamos parar...
- Não!, por favor, que quando tô sozinha e bem tarada, brinco assim e... dessa vez tô relaxada. Eu quero.

Continuei com esse jogo, enquanto ela já mexia a cintura em círculos, como quem muda as regras e move diferentes peças num tabuleiro imaginário, onde sabia que me motivava e podia ser uma aposta pra se sentir finalmente empalada e completa com um cavalheiro.

Quem já viveu isso sabe que a água com sabão é uma enganação, porque se não tem uma boa lubrificação natural, atrapalha o jogo. Tem coisas que enganam no deslize, mas só entre os dedos. Entre esses roçares da ponta do meu dedo, visualizei um óleo corporal e me estiquei pra pegá-lo. Ela me olhou, se exaltou como se assustada, não queria que eu me afastasse. Mas ver que eu voltava com o pote na mão fez ela soltar uma careta de relaxamento, como um bálsamo facial num dia de cansaço.

- Devagarzinho...
- Eu sei fazer, fica tranquila.
- Confio em você, cegamente, aliás, tô de costas e de olhos fechados, exposta, aberta, tarada...
Dei um beijo no ombro dela, enquanto apoiava meu peito nas costas dela, como dando meu apoio e compreensão naquele momento, enquanto com um dedo besuntava com abundância o buraquinho dela.
- Agradeço por me dar esse prazer, e quero que seja mútuo - anunciei com voz calma e buscando tons graves, sedutores, e ela suspirou num relaxamento completo do corpo.
- Faz, pelo amor de Deus, me arrebenta se quiser, mas... me fode pelo cu, usa a palavra: buceta, que filha da puta, o que eu tô sentindo - entre gemidos, e aquela mudança na voz que as gostosas colocam quando tão levando booty ou já meteram o troço inteiro.
- Devagar, com paciência, que a gente acumulou vontade pra aproveitar numa explosão, como uma chuva de beijos, como flocos de neve no rosto, como um cheiro de rosas... - encaixei a ponta do meu dedo nisso, e ela conseguiu empurrar de leve, como um reflexo, os glúteos dela, que abraçaram minha mão na hora.
- Quero que você me coma, filho da puta - como se tivesse virado outra, ela pediu, deixando ainda mais marcada a diferença no tom, mais puta, como uma puta pedindo, como se já precisasse.

Aproximei meu pau entre os glúteos, e roçuei enquanto adicionava lubrificante nos corpos. O contato da cabeça e do tronco entre a booty firme, descendo desde a zona sensível das costas onde dava pra ver os furinhos dela, até roçar, guiado pela mão, os lábios e as coxas, fazia ela tremer e apertar os punhos na borda da banheira.

Ela levantou a cabeça e virou de lado, num esforço pra respirar, como se tivesse se afogando no vapor do banho, no cheiro de amêndoas do óleo e no calor do corpo, e, como se olhasse pro céu numa súplica, relaxou o cu enquanto eu, por coincidência ou energia, senti a necessidade de empurrar.

A pressão constante, mas suave, acima de tudo firme, sempre foi meu segredo e a chave pra fazer um cuzinho virar um momento de suavidade e profundidade sem volta pro prazer que isso causa, quando algo é bem feito. Como um comilão, cheio de desejo e fome, foi entrando centímetro por centímetro, sem parar, até o fundo do reto dela. Aí, quando minhas bolas roçaram os lábios da buceta dela, ela, num reflexo, tocou a própria buceta e se sentiu completa.

Ela ergueu o tronco, ajustou o corpo, e começou sozinha a se mexer, agarrada na torneira do outro lado. A gente se roçava mantendo a posição, e eu tentava fazer resistência com a pélvis contra os movimentos dela. Empurrões e movimentos buscando mais contato. O prazer aumentava, o calor íntimo do corpo vibrante dela, ali me perdendo, preso num caleidoscópio de paisagens, pintas, reflexos da torneira, as bolhas roçando minhas bolas no vai e vem, e a pressão dela crescendo.O poder do sorriso 2/3Estávamos calados, mas não em silêncio. Ela suspirava, gemia tímida quando eu tirava um pouco mais e enterrava de novo fundo. Aí fazia uma pausa de dois suspiros ou uns segundos, e aumentava talvez imperceptivelmente o ritmo ao retomar.

A magia do momento não ia durar muito. Ela apertava espremendo meu pau, e eu tentando ficar quieto, na primeira vez dela com sexo anal completo, entregue ao prazer. Nisso ela parou e virando a cabeça pro lado, me pediu um beijo. Agarrou uma das minhas mãos, e rodeando a barriga, desceu pelas coxas dela pedindo pra eu tocar.

- Tô quase, já já chego lá - disse se queixando, com um fio de voz pré-orgásmico.

Eu beijava o pescoço dela, e mais quente, sentia seguro meu hálito como um gemido abafado no lado da orelha dela. Enrolar o braço nela também me fazia estimular indiretamente o lado de um dos peitos dela, enquanto o outro eu pegava com a mão, suavemente em carícias, pra completar o abraço.

- Só relaxa, aproveita...
- Isso era o que meu namorado não fazia, não faz, e nunca vai fazer...

Ela suspirou mais forte, e fez uma careta de prazer, quando meu dedo foi buscar um contato mais direto por baixo da espuma, expondo o clitóris dela e abrindo os lábios.
- Só você e eu, não tem mais ninguém nesse quarto.O poder do sorriso 2/3Ela começou a se contorcer, a girar os braços, a arquear as costas, e chegou num ponto sem volta quando, com um beijo sentido no lóbulo da orelha, minha respiração ofegante pelo jeito que ela apertava a bunda contra mim, e o abraço mais apertado, nos deixamos levar, gozando juntos no que já era um canto intenso pra algum deus nórdico, do Olimpo ou sei lá o quê, um vizinho fofoqueiro que nos invejasse vendo como os poros transpiram, exalando hormônios, aromas e sentimentos estranhos que se confundem nessa mistura de contatos.Continua...

Desde já agradeço por ter chegado até aqui. Se você leu
a parte anterior (cê pode ver aqui)
, com certeza você notou que publiquei só texto erótico; na real, esqueci de pedir críticas e comentários, porque muitas vezes a gente escreve e escreve, se deixa levar pelas sensações do momento, lembranças e experiências, e acaba errando no estilo.
Suas críticas, comentários, pontos, recomendações, desafios, correções, todos são bem-vindos. Vou agradecer de montão.
Como eu dizia no começo,
É um estilo erótico, bem íntimo e sensitivo, por isso
recomendo que você se deixe levar e me permita te fazer a cabeça...
Diferente do pornô explícito, eu me permito só brincar com o limite em algumas cenas e termos.
, mas ao mesmo tempo, como autor, corro o risco de não agradar todo mundo. Adoraria saber sua opinião sobre isso, pra poder analisar e melhorar a escrita nos próximos capítulos (falta só um, o último!).
A última parte, atrasada um ano:http://www.poringa.net/posts/relatos/3336996/El-poder-de-la-sonrisa-3-3-final.html vale a pena reler os três contos que a compõem.

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