Minha mãe, minha irmã e a festa de 7 anos

Minha mãe, minha irmã e a festa de aniversário

TODOS OS PERSONAGENS SÃO MAIORES DE IDADE E ESTA HISTÓRIA NÃO É MINHA, SÓ QUERO COMPARTILHAR COM A COMUNIDADE PORINGERACAPÍTULO ANTERIOR:http://www.poringa.net/posts/relatos/2969763/Mi-madre-mi-hermana-y-la-fiesta-de-cumpleanos-6.html

CAPÍTULO 6 (Com gosto de pouco)




Continuo deitado na minha cama, pelado, relembrando as imagens que me marcaram tanto nesse dia tão maravilhoso e estranho, o dia do meu décimo oitavo aniversário!

Olhando pro teto, vejo passando aquelas cenas tão difíceis de esquecer e tão impensáveis apenas um dia atrás. Lembro vividamente dos momentos de descobrir aquelas roupas tão sexys das minhas garotas, seus vestidos que nunca tinha visto nelas antes ou aquela lingerie tão gostosa, sem falar quando elas se despiraram na minha frente ou o momento em que eu me despi diante delas, as oportunidades gloriosas de acariciar seus corpos magníficos, poder beijar suas respectivas bocas, sentir finalmente o corpo dos sonhos da minha irmã abraçado em mim, aquele momento inesquecível de ter as duas ajoelhadas aos meus pés me fazendo um boquete dos sonhos ou, sem dúvida, o mais forte, quando tive a chance de foder a mamãe. Porra, não acredito que meu pau revive de novo depois de tanto desgaste, mas é inevitável ficar duro de novo lembrando de cada um desses momentos.

Fico assim por mais de uma hora, incapaz de pegar no sono, e então lembro que a mamãe deve ter o celular carregando na mesa da sala. Aproveito que as duas já devem estar dormindo e vou verificar. Levanto silenciosamente, sem me vestir, andando devagar até chegar na sala. E lá está o celular da mamãe, com a carga completa. Sento numa das cadeiras e começo a ver as fotos, são incríveis, mesmo tendo vivido aquilo, tudo parece uma loucura ou um sonho. Em algumas, eu apareço em primeiro plano, pelado; em outras, os peitos perfeitos da Carla, ou a bucetinha da mamãe quando estou chupando ela; depois tem vídeos incrivelmente eróticos, ou melhor, de caráter pornô, com cenas impossíveis, nas quais nem parece que eu fui o protagonista de todas elas... Volto para trás, para curtir cada imagem, podendo aproveitar o melhor dessa noite, como aquela ppk da minha irmã em primeiro plano que a mamãe filmou quando eu tava... metia o consolador prateado. O corpo da Carla é incrível. Amplio a foto com meus dedos para apreciar cada centímetro, cada cantinho, especialmente a rachinha dela, que ainda inexplorada, vai ser a delícia da primeira rola que entrar ali. Agora que percebo, a câmera do celular da mamãe tem uma resolução incrível, porque ampliando a buceta da Carla dá pra ver claramente o clitóris dela, a abertura gostosa e os fluidos brilhando ao redor. É inevitável que enquanto com uma mão passo as imagens na tela, com a outra comece a bater uma pra esse show tão impressionante.

De repente, levo um susto do caralho porque sinto alguém me dar um peteleco na cabeça por trás. Viro a cabeça. É minha irmã Carla, que veio na surdina e agora está atrás de mim. Ela tá usando uma camiseta regata curta e justa que marca os bicos dos peitos e uma calcinha branca tipo fio dental.

— O que você tá fazendo? — ela pergunta.

— Nada. — respondo, admirando de novo o corpo dela com essa roupa que acho tão provocante.

— Nada? Então aquilo parece minha buceta em close... — diz, me dando outro tapinha na cabeça.

— Bom, sim, tava só revisando as fotos de hoje à noite de boa.

— E pelado! — exclama, olhando pra minha rola que já tá dura de novo.

— Porra, não pensei que você ia me pegar.

— E se masturbando! — completa, reparando na minha mão que balança suavemente meu pau. — E se a mamãe acordar? Hein? — acrescenta.

— Também acho que ela não vai se assustar de me ver pelado, depois do que rolou hoje à noite.

Me viro o suficiente pra ver ela de novo. É realmente alucinante. Ela percebe que tô besta, sorri pra mim e dessa vez não me dá um peteleco, mas um beijo leve na minha cabeça.

— Que gostosa você tá, Carla! — falo, olhando o corpo dela de cima a baixo.

— Cala a boca, idiota! — diz, passando o braço no meu pescoço e encostando a cabeça dela na minha pra ver as fotos junto comigo.

Porra, sinto o cheiro dela, o O arrepio do cabelo dela no meu rosto me dá uma vontade imensa de beijá-la.

– Relembrando o que viveu? – ela me diz.

– Sim. Você também não conseguia dormir?

– Na verdade, não, não consigo tirar da cabeça tudo o que aconteceu.

Passo outra foto onde meu pau aparece em primeiro plano.

– Que forte! – ela diz ao ver, e depois admira ao vivo lá embaixo.

– Xiiiu, cala a boca ou vai acordar a mamãe! – aviso, vendo que ela está falando alto demais.

– É verdade. – ela diz e dá de ombros, tapando a boca.

– Espero que ela não tenha te ouvido, porque aí a gente se ferra.

– Vamos pra outro lugar ver elas?

– Pra onde?

– Vamos pro meu quarto. – ela diz, arrancando o celular da minha mão e me dando a outra pra eu acompanhá-la até lá.

Salto como uma mola da cadeira, puxado pela mão dela. Já disse que observar a Carla é um exercício do qual ninguém se cansa, mas vê-la andar na minha frente com aquela camiseta pequena que ela usa pra dormir e a calcinha minúscula naquela bunda que é a perfeição máxima, é algo que me supera. Ela se vira um instante pra ver como eu vou atrás dela, alucinado, completamente pelado e com meu pau balançando.

Chegamos no quarto dela e ela manda eu fechar a porta com cuidado. Em seguida, ficamos um na frente do outro, nos olhando. Eu não perco um detalhe, mas ela também não, me examinando inteiro, devagar, explorando com mais atenção meu pau duro que fica bem na frente dos olhos dela.

– Como a gente faz pra ver elas? – ela pergunta com uma certa inocência, sem tirar os olhos da minha pica enorme.

Acende uma luz na minha cabeça e, sentando na cama, agora sou eu quem estende a mão pra convidá-la.

– Vem, senta em cima de mim. – eu digo.

– Nacho! – ela protesta, como se aquilo fosse uma loucura, o que de certa forma é, mas depois do que rolou essa noite, até parece inocente.

– Qual é? A gente não vai... vamos assustar por isso agora, Carla.
- Já, mas…
- Eu me comporto, fica tranquila. – confirmo pra ela, caso ainda tenha dúvida se quero quebrar o trato com a mamãe.

Poderia ter me dito não, que sentava do meu lado pra ver as fotos, mas não, o que acontece em seguida me surpreende de novo, mesmo já tendo vivido isso antes, mas o corpo lindo da minha irmã se coloca na minha frente, me oferecendo de novo um close daquela raba de dez, quase descoberta pela tirinha fina da calcinha fio-dental. Lembro das várias vezes que fui vê-la jogar vôlei com meus amigos e todo mundo fica maluco quando a vê enfiada naqueles shortinhos pretos de lycra tão justos que formam aquelas curvas perfeitas da bunda dela. Agora tenho essa bunda na minha frente e nem acredito. Ela se inclina levemente pra frente e eu posso ver por baixo o desenho da sua fresta aparecendo entre os glúteos. Que maravilha! Ela vira a cabeça e sorri pra mim, sabe que tô alucinando.

- Vamos, me arruma um lugar! – ela me diz sorrindo, abrindo mais as pernas e descendo a bunda devagar até sentar no meu colo de novo. Poderia ter feito isso também nos meus joelhos, mas não, ela senta colocando a virilha dela bem em cima do meu pau.

- Porra! – falo num suspiro longo ao sentir ela.
- Cala a boca agora ou você vai acordar a mamãe!
- Carla, isso é uma loucura!
- Não se iluda que você já sabe que a mamãe disse que tudo tinha acabado. – ela fala fazendo biquinho, me olhando nos olhos.

Não sei se é isso que ela realmente quer, porque senão não teria colocado o corpo maravilhoso dela sobre o meu, mas prefiro não falar nada, só sentir essa sensação de novo. Me fascina de novo o fato de ter aquele calor sobre meu corpo nu e como o tecido da calcinha dela mal consegue cobrir o contato dos nossos sexos. Me agarro na cintura fina dela e é ela quem começa a passar as fotos, enquanto eu continuo admirando suas costas, sua cintura fina, sua bunda, sua... coxas e, principalmente, o calor que sai da sua bucetinha no meu pau duro. Quase o que menos me importa são as fotos do celular.

− Você já tá com ele durão de novo! – ela me avisa em voz baixa, com a boca bem perto da minha.

− Sim. – respondo entrecortado.

− Você se recupera muito mais rápido do que a mamãe tinha me dito.

− Com você é fácil ficar pronto de novo.

− Jeje… Minha buceta te inspira? – ela pergunta safada, enquanto se balança em cima do meu pau várias vezes, fazendo a bundinha dela roçar todo o comprimento do meu membro.

− Você toda me inspira! – falo suspirando, enquanto belisco os bicos dos peitos dela por cima da camiseta fina.

− Ei, não exagera! – ela reclama, como se isso fosse um atrevimento da minha parte, considerando que já passamos de todos os limites.

− Desculpa – falo, tirando a mão dos peitos dela.

− Foi tudo incrível, né? – ela diz em voz baixa.

− Demais! – respondo, sem parar de acariciar a cintura e o quadril dela. Não ouso voltar pros peitos, embora esteja morrendo de vontade.

− Não acredito em tudo que a gente fez, Nacho. – ela comenta enquanto vai vendo as fotos.

− Foi maravilhoso, Carla! – repito, e meu pau dá um pulo sob aquele calor que sai da sua bucetinha. Posso sentir a umidade da calcinha pequenininha dela.

− E uma loucura!

− Demais!

− O que você mais gostou, Nacho?

− Você quer dizer o que eu não gostei, porque tudo me pareceu foda, irmãzinha. Desde o começo, poder ver vocês peladas, acariciar seus corpos, chupar essa sua bucetinha… que tem um gosto delicioso.

− Sério que você gostou de me chupar lá?

− Porra, eu passaria horas.

− Você fez muito bem.

− Você gostou?

Carla confirma balançando a cabeça e mordendo o lábio inferior. Depois solta a risadinha nervosa que me encanta, lisonjeada e excitada, sem dúvida, porque se vira para me dar um beijo na bochecha.

− Eu também. Também adorei chupar teu pau. Tem um gosto muito gostoso. – ela acrescenta.

− Pena que essa noite durou tão pouco. – eu acrescento, beijando o ombro dela.

− É, mas a verdade é que foi muito intenso, tudo era fora do normal.

− O quê?

− Nacho, ué, tudo…! Não acha muito pesado?

− Pois é, a verdade é que tudo é incrível.

− Nem eu mesma acredito, e olha que eu estava mais consciente que você.

− E eu continuo sem acreditar! – afirmo animado.

− Cala a boca, fala baixo! – ela me adverte.

− Foi a melhor experiência da minha vida. – eu acrescento.

− Pra mim também foi tudo muito mais intenso do que o planejado, mas chegou um momento em que me senti muito estranha, como se estivéssemos fazendo algo muito errado. Algo me dizia que a gente tinha que parar…

− Não sei por quê, Carla…

− Porra, você comeu a mamãe!

Naquele momento, a imagem do telefone mostra a cena da transa na cadeira com minha mãe e, sinceramente, mesmo vendo, ainda não acredito. Mamãe se move na imagem, ritmada em cima de mim, fazendo toda a minha virilidade penetrá-la, algo que foi prodigioso pra mim, mesmo vendo agora, mas pela cara da nossa mãe, também não parece que ela estava se divertindo nada mal.

− E você porque não me deixou. – falo brincando com o cabelo dela.

− Idiota!

− É a verdade.

− Você teria gostado? – ela pergunta e faz um movimento que faz eu sentir mais a bunda dela contra minha pélvis.

− Porra, sabe que sim, maninha, teria dado tudo. – falo, voltando a acariciar os peitos dela por cima da blusa, mas dessa vez ela não tira minhas mãos.

− Bom, você enfiou o consolo em mim, era quase como me foder, né? – comenta ela, meio ronronando.

− É, quase, hehe… mas não é a mesma coisa. Depois de foder com a mamãe, vi que não é igual a nada. Não nego que adorei enfiar esse troço na sua buceta ou gozar no seu corpo.

− É, verdade, você me deixou toda melada. Você sempre solta tanta porra assim?

− Bom, depende, mas sim, eu Me recupero rápido e agora poderia te dar outro banho de porra, se quiser" – falo brincando, sem parar de acariciar os peitos dela e apertar minha pélvis contra a bunda dela.

– Idiota! – ela fala, tirando minhas mãos dos seios dela.

– Mas teria adorado gozar dentro de você. – completo.

Carla fica em silêncio por uns instantes, parece pensativa, mas eu não paro de curtir o corpo dela, os quadris, a cintura... Tê-la assim por cima é coisa pra ficar pra sempre.

– Bom, a parte de foder não nego que teria adorado, mas tinha algo que me impedia. Desculpa, Nacho, não tô preparada. – ela fala, virando a carinha triste, me encarando nos olhos.

– Já sei. Não se preocupa. Mamãe me ensinou a maravilha que é foder.

– Preferi que você fizesse com meu brinquedo. Gostei muito mais do que fazer sozinha. – ela me interrompe.

– Imagino, mas acho que não é igual a ter uma rola dentro.

– Suponho... O que você sentiu ao foder a mamãe? – ela pergunta, olhando de novo pra tela a cena dos dois metendo gostoso na cadeira.

– Bufff, não sei explicar. Foi algo único. Sempre sonhei com aquele momento e não tem nada a ver com o que imaginei.

– Comer ela?

– Sim, e você.

– Sério? Você já pensou antes de hoje em me comer?

– Tá brincando, Carla? Milhões de vezes!

Adoro ver o sorriso dela, aquele que deixa o rosto ainda mais gostoso quando ilumina a cara com os dentes branquinhos. Além disso, a timidez dela, não sei se de propósito, faz ela parecer ainda mais sensual.

– Não acredito em você. – ela fala, desafiadora.

– Juro, Carla. Bato umas mil punhetas pensando em você desde mó tempão. Sempre sonhando em poder te foder e hoje estive tão perto...

– Mas sou sua irmã, Nacho, como você pode pensar nisso?

– E daí? Por acaso você nunca pensou numa parada assim?

Tem um momento em que Carla cala a boca e continua passando as fotos em silêncio, acho que matutando, mas Me parece que ele não se atreve a admitir. Tenho certeza de que ele já pensou nisso.

— De qualquer forma, o de hoje também não é muito normal — acrescento, querendo ficar do lado dela e apoiar sua incerteza.

— É verdade, é uma noite especial, só isso. Não devemos pensar em nada além desta noite. Você sabe que mamãe não quer que isso se repita.

— E você? — ouso perguntar.

— Eu, o quê?

— Você quer que se repita?

— Também não, Nacho, já não somos crianças pra ficar brincando ou continuar transando entre nós. Acho que tudo isso serviu como primeira experiência, pelo menos é o que mamãe vem me instruindo e formando, estar preparada pro meu futuro parceiro, mas não levar isso adiante.

— Menos foda, você não fez isso.

— Nacho! — ela me repreende, porque parece se sentir mal ao repetir tantas vezes esse fato e não ter tido coragem.

— Tá bom, desculpa, maninha, mas eu teria adorado tanto…

— Eu sei, eu também.

Há outro silêncio longo em que ambos continuamos vendo fotos e minhas mãos seguem avançando por suas coxas finas e robustas. De vez em quando subo até os peitos dela e os acaricio com calma, sabendo que ela não parece se incomodar com isso. Aperto seus mamilos que estão duros, acaricio seu umbigo, a parte interna das coxas…

— Vamos, Carla, você já pensou alguma vez em fazer isso comigo? — pergunto.

— Em foder com você?

— Sim, claro que já pensei.

Novamente pensativa, ela demora a reagir ou quer encontrar um jeito de admitir. Até que finalmente confessa:

— Confesso que ultimamente sim. Desde que mamãe me propôs a tal da festa e foi me dando os detalhes, eu me transformei. Nunca tinha te olhado de um jeito que não fosse de irmãos.

— Continuamos sendo irmãos — digo rindo.

— Eu sei, mas apareceu um componente sexual estranho desde que começamos o plano com a mamãe. Comecei a te achar mais gostoso, reparava mais em você. No seu corpo, você é muito gostoso e, quando minha mãe me dizia como você ia me comer lá embaixo ou como eu tinha que chupar seu pau… e todo o resto, aí eu senti desejo e fiquei com muita vontade de você me acariciar…

— Buff, se continuar assim, vou gozar debaixo de você. — falo animado, acariciando um peito de novo.

— Cala a boca! — ela me repreende, dando uma cotovelada para eu falar mais baixo.

— Bom, e o que mais você sentiu esses dias com a mãe pensando na minha festa?

— Isso, poder me preparar para chupar um pau pela primeira vez, quando a mãe me ajudava com o consolo e tal.

— E não é a mesma coisa, claro.

— Pois não, com certeza, é muito melhor chupar um de carne e osso.

— O meu é tudo carne! — respondo rindo.

— Kkkk… Que idiota você é!

— E me diz, o que era diferente do consolo? — insisto.

— Tudo, a maciez, o formato, o calor que você solta, o sabor… tudo. Te juro que no começo pensei que ia achar nojento.

— E não foi assim?

— De jeito nenhum. Pelo contrário.

Volto a pensar no boquete que minha irmã me deu, comparando com algumas fotos onde ela tenta engolir meu pau com dificuldade.

— E o consolo? Como você perdeu a virgindade? — pergunto.

— Bom, ainda sou virgem.

— Já sei, Carla… mas quero dizer se doeu na primeira vez.

— Bom, na base de tentar e tentar, doeu menos do que eu achava. A verdade é que a mãe cuidou para não doer, foi me dando massagens, cremes, e eu ia relaxando muito, até que aquela pelinha rompeu. Ela me confessou que não teve essa chance e, na primeira vez com o namorado inexperiente, passou um pouco mal, por isso queria me preparar e deixar minha buceta pronta para receber um pênis pela primeira vez sem ser desconfortável e aproveitando completamente.

— Porra, que merda não ter completado! — falo, beliscando os mamilos dela de novo.

Carla me Olha de novo, e sinto que minha insistência incomoda ela, mas é que é até frustrante ter estado tão perto e não ter conseguido. Acho que pra ela também é estranho e, de certa forma, ela tem sentimentos confusos. Eu entendo ela.

– E você com a mamãe? O que sentiu quando gozou dentro? – ela me pergunta, enquanto continua passando as fotos, parando numa em que a mamãe está de boca aberta e olhos fechados.

– Ah, foi maravilhoso. Eu também não achava que seria assim, mas o calor que a buceta dela emite é incrível, dá pra sentir cada textura, como um abraço bem diferente de uma mão ou de qualquer outra coisa, mas gozar dentro foi algo surreal. Nunca imaginei que a mamãe me deixaria fazer isso.

– A mamãe toma pílula, então por isso não tem problema, além disso, acho que ela queria te dar esse presente.

– E você? Teria me deixado gozar dentro de você?

Carla fica em silêncio, até para com o movimento involuntário do corpo dela sobre o meu, acho que ela ainda está chateada com a minha insistência, mas não ligo:

– Já sei, irmãzinha, me desculpa, não é pra te encher o saco, só queria saber se, no caso de me deixar entrar na sua buceta preciosa, você teria me deixado encher ela de porra.

Ao dizer isso, nem acredito que falei, e só esse fato já faz meu corpo tremer, e acho que o dela também, sinto ela estremecer.

– Nesse caso, acho que sim, na verdade eu me preparei pra isso.

– Então você também toma pílula?

– Claro. Também tomo há uns meses, me preparei pra hoje.

– Pra ontem, você quis dizer.

– Isso, hehe.

Aproveito pra acariciar as coxas dela de novo, enquanto empurro com a pélvis, enterrando ainda mais meu pau inchado debaixo dela. Adoro sentir o corpo dela, que não pesa nada em cima de mim. Quando levanto o olhar, percebo que na frente dá pra ver nossos corpos refletidos no espelho do guarda-roupa dela. Carla, você reparou no nosso reflexo?

– O quê? – ela pergunta e sorri ao descobrir nossa imagem no espelho.

– É verdade! Parece que a gente tá transando!

– Bom, pra isso você também teria que estar pelada... – acrescento com toda confiança, beijando seu pescoço macio.

Minha irmã vira o rosto e me encara como se eu tivesse dito a maior besteira do mundo, e talvez seja.

– A gente ia ficar uma foto gostosa aqui, nós dois pelados! – falo eufórico.

– Não podemos, Nacho! – responde sem hesitar, diante dessa alternativa, mas a recusa dela me parece tão absurda...

– Não, só tava falando pra gente tirar um selfie no espelho pra ver como fica, com certeza a foto vai ficar dahora – acrescento, tentando soar natural num pedido doido.

– Um selfie? Com o celular da mamãe?

– Claro, é pra gente se ver, depois a gente apaga.

– Mas, se eu ficar nua...

– Vamos, não vou te penetrar, Carla, quero te respeitar, é só uma foto. – interrompo sério.

– Porra, Nacho! – protesta, mas sem muita vontade.

– Por favor!

Nesse momento, incrivelmente, Carla se levanta entre minhas pernas, de costas pra mim, me oferecendo aquela bunda linda a poucos centímetros, mal coberta pela tira da calcinha fio dental que se enfia entre os glúteos. Ela se vira, diante do meu aturdimento, e me diz:

– Vamos! O que você tá esperando? – pergunta num claro convite pra eu puxar a calcinha dela pra baixo.

Porra, isso sim é forte. Antes que ela se arrependa, pego a calcinha pelas laterais e puxo de uma vez, ficando pasmo mais uma vez ao ter aquela bunda ao vivo e a cores bem na minha cara. Enquanto isso, Carla se apoia no meu ombro e termina de tirar a calcinha. Ela se vira devagar, me dando um close total da buceta dela depilada. É uma visão do caralho, mesmo já tendo visto mais de uma vez nessa noite fantástica.

– O top também? – pergunta inocente, sabendo que meus olhos estão grudados na rachinha dela. Claro! – falo todo animado.

Ela faz exatamente isso, de um jeito extremamente sensual, tirando a camiseta pela cabeça e me mostrando o corpo completamente nu. Nem preciso dizer que meu pau dá um pulo. Ela me lança outro sorriso sedutor e devagar se vira, ficando de costas pra mim de novo. Seguro seus quadris e ajudo ela a sentar no meu pau outra vez, agora os dois completamente pelados. Por um momento, meu Deus, parece que vou meter nela!

– Ah! – gememos juntos quando nossas partes se encostam.

Fecho os olhos por uns segundos, sentindo com todos os meus sentidos essa sensação incrível de tê-la por cima.

– Como você tá duro! – ela fala, mexendo a bacia de leve, fazendo a bucetinha dela abraçar meu tronco.

– E você tá toda molhada! – ela completa.

– Porra, também não sou de pedra! – ela afirma.

Dessa vez não falo nada, mas a gente se olha nos olhos por uns segundos através do reflexo no espelho. Começo a tirar fotos, e ela faz um movimento pra cima e pra baixo como se a gente realmente estivesse transando. Que sensação maravilhosa!

Minha irmã me olha de canto, sabendo o quanto eu tô excitado, embora meu pau fale por mim – meu corpo inteiro treme ao sentir ela. As bochechas dela estão rosadas e os mamilos mais duros, então aproveito pra beliscá-los, ouvindo outro gemido sair da garganta dela.

– Já tirou as fotos?

– Sim – respondo com a voz trêmula, sentindo a buceta da minha irmã lambuzar com os fluidos dela todo o comprimento do meu pau.

– Deixa eu ver – ela fala, arrancando o telefone da minha mão e admirando as fotos, momento que aproveito pra acariciar os peitos nus dela com as duas mãos.

– Bom, já deu! Apaga elas! – ela fala de repente, se levantando do meu corpo, que fica órfão quando paro de sentir ela.

– Mas, Carla!

– Nada, já deixamos claro. – ela afirma, arrependida. Sim, mas olha como eu tô. – falo com cara de pena, acariciando a dureza do meu pau entre os dedos.

Por um momento, Carla fica ali parada, olhando fixamente, como hipnotizada pela visão, e é aí que aproveito pra provocar, sabendo que ela também tá morrendo de tesão. Eu olho pra bucetinha dela, que tá molhada, uma mistura dos nossos lubrificantes naturais.

– Chupa ele, Carla! – falo de repente, cheio de coragem.

– O que você disse?

– Vamos, não posso ficar assim!

– Eu também tô excitada, Nacho, mas não posso fazer isso.

– Já fez.

– Mas era só aquela noite.

– Então por isso, uma chupadinha e a gente sai feliz, sei que você tá afim…

É verdade, nem precisa mais que ver o brilho nos olhos dela. Ela tá puta que só o caralho.

– Queria que você fizesse de novo. – completo.

– Não posso chupar teu pau, Nacho! – ela fala séria.

– Por que não?

– Você sabe que a gente não pode fazer isso, Nacho. Prometemos pra mãe. É um acordo.

– Vamos, uma última vez. – imploro, espalhando carícias por todo lado.

– Mas, mãe…

– Mãe tá dormindo. Não vai saber de nada.

Puxo a mão dela e obrigo ela a se ajoelhar entre minhas pernas. Eu continuo sentado na cama dela, esperando ansioso que a boca dela abrace meu membro.

– Isso não tava no plano.

– Eu sei, mas é o último favor que peço.

– Nacho…

– Vamos, Carla, pela foda que a gente não conseguiu. Chupa ele, pelo menos. – imploro com cara de menino bonzinho.

Ela me observa de novo e agarra meu pau, que tá durasso. Amo sentir a mão dela e os dedos longos rodeando minha cabeça.

– Tem certeza que não vai pedir mais nada? – ela pergunta, mordendo o lábio inferior sem parar de me masturbar devagar.

– Não. – respondo com a voz trêmula.

– Vou fazer, mas abaixa a voz, não quero que mãe entre e…

– Tá falando sério, Carla? Vai chupar ele? chupar? – pergunto animado, sem acreditar que convenci ela tão rápido.

– Se continuar perguntando, vou me arrepender.

Não insisto mais, acaricio o cabelo dela e ela faz o mesmo com minha glande, fazendo um primeiro líquido pré-seminal escorrer alguns centímetros da ponta. Não acredito que ela estica a língua e colhe esse néctar pra saborear. Olha nos meus olhos, sorri pra mim e, pegando meu pau duro com a mão, bate uma punheta bem mais rápido. Adoro ver a cara linda dela lá embaixo, enquanto de vez em quando me olha e sorri. Faço um gesto com a cabeça pra ela meter na boca. Depois de umedecer os lábios, encosta eles de leve na minha glande e aquele calor me embriaga, sinto a respiração dela na ponta e como ela vai enfiando a cabecinha toda, pra depois me olhar de novo, encaixar a língua por baixo e continuar engolindo. Chega na metade e não vai além, porque deve ter batido no limite. Sei que ela adoraria engolir inteiro igual a mãe dela, mas não posso pedir mais nada. Tô no paraíso!

– Meu Deus, Carla! – consigo falar quando sinto a língua e os lábios dela apertando meu pedaço de carne ardente.

É inacreditável, mas minha irmã tá me chupando a pica pela segunda vez essa noite e agora fora do roteiro. Ela abre a boca quando tira ele inteiro e parte pra outra, apertando os lábios, seguindo as instruções que a mamãe deu. Depois de várias enfiadas e tiradas dentro da boca dela, ela tira, admira e brinca com ele usando os lábios, dando beijinhos, mordiscadas leves, batendo de leve na cara dela. Descobri o sexo várias vezes hoje e continuo revivendo como se fosse a primeira.

– Carla, que maravilha!

Ela sorri de novo, lisonjeada pelo bom trabalho, e continua na tarefa, enfiando a pica até mais da metade, tira, chupa e faz uma coisa que também copiou da mamãe: quando chega na ponta, suga com força pra apertar minha cabecinha entre os lábios. lábios.

— Que gostosa você é, mana! Adoro!
— Valeu. Eu também adoro fazer isso. Me deixa com um tesão danado.

Não vou aguentar muito com essa boquinha da minha irmã apertando na minha vara, vou explodir a qualquer momento e tô me esforçando ao máximo pra evitar, tentando aguentar as sugadas dela o máximo que der, mas ela capricha cada vez mais, se dedicando de corpo e alma nesse aprendizado que já domina perfeitamente e eu sei que ela também tá curtindo conforme avança.

— Carla, vou gozar! — aviso porque não aguento mais.
— Goza na minha boca. — ela fala e eu mal acredito.

Ela coloca a cabecinha entre os lábios e com a mão começa a me punhetar cada vez mais rápido. O primeiro jato sai com força e ela fecha os olhos ao sentir ele entrar até a garganta, mas faz um esforço pra não se afastar. Uma lágrima escorre de um dos olhos lindos dela, mas ela continua chupando e me masturbando enquanto eu solto jorros de porra que invadem a garganta dela até minhas pernas tremerem.

Ela me encara bem nos olhos e abre a boca, mostrando todo o meu leite na língua. Brinca com aquele líquido branco que balança por toda a boca dela, molhando cada cantinho e me dando um show digno do filme pornô mais incrível que eu poderia viver, mas não é filme, é minha irmã brincando com minha porra na boca. Fecha os lábios e engole até a última gota, enquanto continua acariciando meu pau que ficou bem molinho depois da descarga.

— Carla, você é demais!
— Valeu. — ela fala, se levantando e me dando um beijo na boca.

Adoro sentir a boca dela de novo e também o fato de perceber o gosto do meu néctar misturado com a saliva dela.

— Valeu você. Não sei como te pagar. — falo.

Ela me olha e vê quais são minhas intenções, mas responde na lata.

— Não, Nacho. Combinamos que só uma. mamada.

— Vamos, maninha, te pago o mesmo favor e ficamos quites. Te dou uma chupadinha e você fica novinha. Com certeza ia apagar esse calor que você tá sentindo.

— Não, já é demais. — ela diz, resistindo a si mesma e se jogando na cama, olhando pro teto como se pedisse clemência ao céu.

Acaricio o peito dela, desço pela cintura e roço o sexo pulsante da minha irmã com meus dedos. Abraço o corpo dela com força pra continuar beijando ela, brincando com nossas línguas, descendo minha mão até o peito dela, enfiando meus dedos na buraquinha dela. Ela não se afasta, sei que tá a mil.

— Você tá muito quente, maninha, tem que apagar isso. Vai se masturbar sozinha?

— Porra, Nacho, não faz isso comigo!

— Não quer que eu coma essa buceta de novo? Você tá morrendo de vontade.

Sinto que a buceta dela e o corpo inteiro tão no auge do tesão. Faço ela sentar na beira da cama e, empurrando, a buceta dela fica exposta com as pernas abertas. Ela continua deitada, tapa os olhos com as mãos, não acredita que tá fazendo isso de novo… eu também não.

Me ajoelho entre as coxas dela e começo a brincar com meus dedos nesses lábios molhados que rodeiam a rachinha linda dela, me distraio com eles, fazendo círculos ao redor, enquanto vejo ela morder os dedos, sinal do tesão enorme que tá sentindo. Em seguida, beijo a pele da parte interna das coxas dela, que é extremamente macia, como se fosse veludo, aspiro o cheiro que sai da buceta dela e por um momento paro pra olhar a rachinha dela, agora tão perto que fico alucinando de novo, duvidando se isso tá realmente acontecendo. Carla abre os olhos e nossos olhares se cruzam por uns segundos. Então começo a passar os lábios na virilha dela, me aproximando cada vez mais daquela buceta que tá esperando ser recompensada. Os gemidos da minha irmã ficam cada vez mais fortes e eu não aguento mais sem passar a língua naquela rachinha molhada que me chama. Dou uma boa lambida e ela geme muito mais alto. Estico minha mão e aviso que ela está fazendo muito barulho, que a mamãe pode nos ouvir. Ela está alheia a tudo e só geme colocando o dorso da mão na boca, mas é inevitável que seus gemidos fiquem cada vez mais altos, principalmente quando minha língua continua trabalhando nesses lábios maiores, nos menores e se introduzindo de vez em quando no seu buraquinho virgem. Ela continua de olhos fechados e aproveito para acariciar seus peitos, até que minha língua chega ao seu clitóris e é aí que ela solta um gemido bem profundo e agudo. Me assusto e me levanto, ficando por cima dela e tapando sua boca com a mão.

- Schssss, Carla, você está fazendo muito barulho! - falo enquanto ela ainda está de olhos virados, presa do prazer.

Ela morde meus dedos, está descontrolada e fecha os olhos de novo quando minhas mãos beliscam seus bicos duros, mas não tiro a mão da boca dela, porque ela continua gemendo e não quero que a mamãe nos descubra.

Num movimento das pernas dela, do meu corpo sobre o dela, minha glande pousa acidentalmente sobre sua rachinha e me parece um instante incrível, poder sentir aquele abraço da rachinha dela, como quando ela sentou em cima de mim, mas dessa vez minha glande está apoiada na entrada da sua caverna. Um único movimento poderia levar minha glande para dentro.

Carla abre os olhos assustada e eu paro, podendo sentir as pulsações do coração dela bombeando sobre meu broto. A buceta dela está molhada e ardendo. Meu pau prestes a estourar de novo.

- Nacho, não faz isso! - ela fala, tirando minha mão da boca dela.

- Não, fica tranquila, não vou meter, mas gosto de te sentir assim, você está ardendo lá embaixo.

- Você também, sinto seu pau, mas não mete, por favor.

- Não, pode deixar. Deixa eu brincar um pouco só...

Apoio minha mão esquerda no colchão e nossos corpos se separam levemente, porque quero ver. Esse contato do meu pau na buceta dela. É uma visão linda, os lábios maiores dela estão acariciando como pétalas de uma flor, todo o comprimento do meu pau. Ela também olha pra baixo, levantando a cabeça, e depois se joga pra trás, quando eu passo minha glande por toda essa rachinha molhada. Nós dois gememos e já não sei se o volume das nossas respirações tá alto ou baixo, mas o que eu sei é que é maravilhoso. Carla morde o lábio quando minha glande bate pela primeira vez no clitóris dela, e no segundo impacto o gemido dela é prolongado e os olhos dela viram de novo.

− Ai, que delícia, caralho! – ela fala.
− É foda, Carla! – respondo enquanto continuo apertando com meus dedos meu pau contra essa pista que os lábios da buceta dela formam, e todo o comprimento do meu membro é como uma faca quente deslizando na manteiga.

Minha glande brinca com essa entrada ardente e também se beijando direto com a bolinha dela, o clitóris, quando de repente escuto:

− Mete em mim, Nacho!

Fico parado por uns segundos e nós dois nos olhamos. Não entendo direito o que ela disse, embora não pareça ter dúvida.

− O quê? – pergunto com a respiração ofegante.
− Mete em mim!
− Tem certeza?
− Me fode, Nacho! – ela fala quase gritando.

Pra evitar barulho, coloco de novo minha mão na boca dela e, ao fazer isso, minha glande entra direto na racha dela. É impressionante esse momento e nós dois estamos de novo de olhos abertos, sentindo esse primeiro contato que já é uma pré-entrada no paraíso, só preciso de um empurrão. Carla tira minha mão da boca dela e meus lábios tomam conta dos dela, como visto prévio pra cruzar a fronteira. Nossas línguas brincam enquanto nossos sexos também querem participar.

Então as mãos de Carla tomam conta da minha bunda e ela me arranha e aperta forte, fazendo com que o primeiro impulso seja me jogar um pouco pra trás e a glande sair. De leve, então ela me agarra pelo pescoço, não quer que eu escape. Agora tenho certeza de que não tem volta e ela quer com toda força ser penetrada, e eu louco pra fazer isso.

— Me fode, pelo amor de Deus! — exige em voz alta.

Com toda a vontade, investo contra minha irmã, fazendo toda a minha pica entrar na buceta dela, que está queimando por dentro. Nós dois gememos naquele abraço maravilhoso. Sinto as paredes da vagina apertando minha pica, o caminho foi muito estreito, muito mais do que quando enfiei na mamãe. Por um momento ficamos completamente empalados e não consigo reagir, só vejo o tremor da boca da minha irmã e fico preocupado.

— Doeu? — pergunto.

Ela balança a cabeça, parece que aconteceu o mesmo com ela. Estávamos tão preparados pra esse momento que nem conseguimos acreditar, é o momento mais maravilhoso que podemos imaginar. Então eu retiro o caminho percorrido da minha pica e adoro a sensação de estar preso naquele buraco que se aperta com força enquanto eu saio. Aí eu investo de novo e cravo com a mesma força, fazendo nós dois balançarmos e soltarmos outro gemido. Assim começo a entrar e sair, vendo o rostinho lindo da minha irmã totalmente descomposto, soltando suspiros e gemidos cada vez que minha pica crava no fundo do útero dela. Quando as mãos dela apertam minha bunda de novo, percebo que ela chega ao orgasmo de um jeito alucinante. Me sinto feliz por estar fazendo ela gozar assim, sou feliz bombando sem parar e ela continua suspirando longamente num gemido intenso, abre a boca e acaricia minhas costas e braços. Eu não paro de meter na buceta dela, que continua apertando minha pica, sinto os músculos dela agarrados, me fazendo sentir aquela estreiteza quente, macia mas firme ao mesmo tempo. A buceta dela é incrível, porque tem muito mais força que a da mamãe, que já era maravilhosa, mas essa é muito mais apertada. Acho que o fato dela malhar Isso faz com que os músculos fiquem mais desenvolvidos, ou por ser virgem ser mais apertadinha, sei lá, mas é uma maravilha e eu continuo metendo e tirando meu pau desse lugar magnífico.

Ver minha irmã debaixo de mim, gemendo sem parar numa gozada que parece não ter fim, a boca dela aberta, os olhos fechados, o tremor, os peitos dela completamente durinhos, fazem meu orgasmo não demorar. É inacreditável que eu ainda tenha algo pra soltar depois de tudo e que meu pau tenha se recuperado de novo, mas minha irmã é muita mulher pra mim e essa ocasião é tão maravilhosa...

Beijo ela de novo, sentir esses lábios nos meus enquanto a gente tá fodendo é algo único também. Não quero que acabe, mas não aguento mais e de repente dou mais quatro estocadas dentro dessa buceta incrível, até que eu me tensione e com meu pau todo enfiado, gozo dentro dela, sentindo como invado o interior dela com todo meu esperma pela primeira vez. Meus gemidos também são intensos e ficam mais fortes quando ela me beija e me acaricia ao mesmo tempo.

Ficamos juntinhos por um bom tempo, sem dizer nada, com nossos sexos encaixados e curtindo o momento sem querer sair desse aconchego gostoso. Quando me afasto, meu pau já amoleceu bastante e me sinto vazio ao tirar ele por completo. Imagino que com ela seja a mesma coisa.

Fico olhando a buceta inchada da minha irmã, de onde sai um fio branco, enquanto ela continua lá deitada, exausta.

De repente, ouve-se uma voz atrás da gente.

− Filhos, pelo amor de Deus!

Me viro e fico de joelhos no chão, percebendo a presença da mamãe que está ali parada nos observando. Sem dúvida, nossos gemidos e praticamente gritos acordaram ela. Olho pra ela e ela está linda ali de pé, com os braços cruzados e aquela camisola branca tão fininha, quase transparente, onde dá pra ver os bicos dos peitos dela... Quando tento sorrir pra ela, ela me corta.

− A gente tinha combinado que isso terminava às doze e vocês não O pacto foi desrespeitado.

Carla e eu nos olhamos, e minha irmã se senta na cama. Agora é ela quem fala.

— Desculpa, mãe, a gente não conseguiu evitar.

— Sim, conseguiram sim, só não quiseram. Isso não era o que estava combinado.

— Bom, depois do que aconteceu hoje, acho que isso é só mais do mesmo… e a Carla tinha uma conta pendente — eu falo, meio brincando, tentando amenizar a situação.

— Cala a boca, Nacho! — ela responde, firme.

Percebo a raiva da minha mãe e, em parte, entendo que ela esteja chateada, porque é verdade que a gente tinha prometido que a noite ia ficar só naquilo, numa festa especial, e que não devíamos continuar com algo que era excepcional, mas ela também precisa entender que nós dois estávamos muito sem controle.

— Nacho, vai pro teu quarto! — ela ordena, mantendo a cara séria.

— Mãe! — tento pedir clemência.

— Anda, quero falar com a tua irmã.

— Desculpa… — falo, finalmente saindo pelado e preocupado por ter decepcionado nossa mãe, porque não achei que aquilo fosse afetá-la tanto, depois de tanta loucura acumulada.

Da porta, vejo de novo o corpo pelado da Carla, que me sorri, mas com um sorriso forçado, sabendo que nós dois erramos, algo que nossa mãe não esperava e que a preocupa que isso saia do controle.

— Mãe… eu… — começo a dizer antes de sair do quarto.

— O quê? — ela responde, seca.

— Me perdoa, não vai acontecer de novo.

— Tomara. — ela completa e senta do lado da minha irmã, fazendo um gesto pra eu fechar a porta atrás de mim.

Vou pro meu quarto e não consigo entender tudo o que aconteceu, como a gente transou sem pensar, tentando dar um pouco de sanidade pra tudo, mas não consigo, assim como não entendo por que nossa mãe ficou tão brava, já que foi ela quem nos meteu nessa confusão toda, por mais que insistisse em deixar pra lá. Numa noite única e especial. Talvez ela não esperasse que tanto eu quanto a Carla pudéssemos ter outros surtos fora das doze da noite e nos deixássemos levar pela paixão e pelo desejo.

Me sinto mal e tenho dificuldade pra pegar no sono, de um lado lembrando do momento maravilhoso que vivi com minha irmã, revivendo cada cena… do outro, vendo a raiva da mamãe ao nos descobrir, mas é que tudo aconteceu tão rápido, tão sem querer… será que foi mesmo sem querer?
PRÓXIMO CAPÍTULO:http://www.poringa.net/posts/relatos/2972973/Mi-madre-mi-hermana-y-la-fiesta-de-cumpleanos-8.htmlCONTINUA…

2 comentários - Minha mãe, minha irmã e a festa de 7 anos

Te daria los 10 puntos, pero ahora me dieron ganas de ver fotos de Carla
excelente, ya solo me queda por el leer el 8vo.