Histórias de verdade ou não? Serão verdade ou não, mas imagina só os perrengues que a vida traz quando de repente você acha que tem tudo garantido, mas na real não tem nada. Só pensa: tem alguém que te atrai, mas do nada o destino manda algo ou alguém que atrapalha seus planos.
Vou te contar a história do Ramiro, um moleque de só 19 anos, meio solitário, que mora numa cidadezinha. Não tem namorada, não sai muito, é estudioso, mas por força maior teve que largar os estudos pra sustentar dois irmãos pequenos quando o pai abandonou ele, a mãe e as irmãs de meses. É meio foda, cês não acham?
O pai do Ramiro foi embora faz só uns 2 anos, a idade que os gêmeos pequenos têm. Mas beleza, desses moleques não vou entrar em detalhes, só vou focar no Ramiro, que hoje trabalha no seu povoado. Pois é, ele é feliz e ainda curte uma mina, a garota das fotos, uma gostosa linda de pele branca, com um corpo do caralho e umas tetonas enormes que fazem o coitado do Ramiro gozar toda noite em umas punhetinhas gostosas que ele dedica pra sua paixão platônica!
Lizbeth é o nome da garota que tô te falando, aquela que com os atributos enormes dela deixou o Ramiro completamente bobão. A menina inocente, que acabou de fazer 18 aninhos, sempre vai na casa do Ramiro ajudar a mãe dele e os irmãos, porque adora brincar com os gêmeos pequenos, irmãos do Ramiro. Ela diz que eles são uns meninos lindos, moreninhos, ao contrário do Ramiro, que é clarinho igual a mãe. Já os meninos puxaram o pai irresponsável, que largou tudo por outra. Pra Lizbeth, não tinha nada mais atraente do que um homem de pele morena, por isso ela tava tão encantada com os pequenos.
Tava encantada com dois caras e o Ramiro com ela, porque o Ramiro adorava tanto os peitões enormes dessa mina, aquelas frutas enormes que tiraram o sono dele tantas noites, fazendo ele gozar toda a porra dele por ela, e mesmo assim ela só via ele como amigo. Que terrível, né?
Mas surpresa que, de repente, aparece sem querer o pai do Ramiro. É isso mesmo que tô falando: o pai do Ramiro, arrependido, na frente da mãe dele, sem pensar duas vezes. Perdoa? Pois o senhor sabia muito bem o que fazia na cama, o homem. Gerardo é um homem de apenas 46 anos, de compleição robusta, braços fortes, que vivia carregando caminhões. Tinha um rosto com traços bem masculinos, um abdômen marcado. Quando ele tirava a camisa, fazia muitas mulheres virarem o pescoço pra olhar. É que esse senhor manjava muito na arte das mulheres, ao contrário do filho, que não sabia de nada. Ramiro, ao saber que o pai tinha chegado, não ficou nada contente, porque não perdoava ele ter largado a mãe por uma mulher mais nova antes. Mas o senhor dizia estar arrependido.E aí, que tal? Naquela noite, o senhor chegou e ficou por lá. Na manhã seguinte, como de costume, Lizbet apareceu. A menina usava uns shorts bem curtinhos em casa, por causa do idiota do Ramiro, que não era capaz de fazer nada com ela. Além disso, ela se entediava com ele. No entanto, ele não parava de olhar pras pernonas da mãe da Lizbeth e pras pechuchas enormes que a jovem Lucia exibia descaradamente. Na vila onde moravam, poucos homens eram solteiros, e a jovem tava morrendo de vontade de se sentir mulher de um homem que a pegasse nos braços e fizesse dela sua. Mas, obviamente, esse homem não era o Ramiro. Só que quando o pai do Ramiro viu aquelas tetonas enormes da jovem, o pau dele começou a endurecer que nem ferro. Era óbvio que ele gostava da moça: gostosa, bunduda, pernuda, peituda, branquinha da pele, com uma carinha linda. Era o tipo de mulher que o Gerardo curtia. O senhor Gerardo, na hora que viu as tetonas da Lizbeth, a mente dele começou a imaginar como faria pra comer aqueles manjares.
Mas que surpresa, pois não foi só Gerardo que ficou encantado por ela — Lizbeth, ao ver Dom Gerardo, sentiu um arrepio que nunca tinha sentido na pele, porque na sua bucetinha começou a sentir uma sensação de um formigamento único que ela adorava ao olhar direto nos olhos do homem que tinha gerado aqueles dois moreninhos que tanto agradavam ela. Ela estava diante do macho que fez os pequenos que tanto gostava do tom de pele, que saiu igual ao dele. Os braços fortes dele a cativaram, o olhar do homem mirando os peitões enormes a fez corar e tremer. Algo nasceu entre os dois, inevitavelmente, sob o olhar ciumento do filho de Gerardo, que via o pai se deliciar com os olhos nos peitões de Lizbeth, enquanto ela sorria com as bochechas vermelhas. Era só questão de tempo até o pai do Ramiro devorar os melões de Lizbeth.
Certa tarde, a garota ia levar comida na casa do Ramiro, porque adorava dar de comer pros gêmeos pequenos. Mas pra surpresa dela, quem abriu a porta não foi a mãe do Ramiro, nem as crianças, e sim o pai deles, o Gerardo. O homem saiu só de short, porque tinha acabado de acordar. A mocinha tava com uma blusinha vermelha bem justinha e decotada, mostrando aquelas tetonas gostosas dela — porque no fundo já queria que o Gerardo visse elas. Um shortinho jeans apertado, umas chinelinhas pretas bonitas. Quando ele viu ela assim, o baita volume do Gerardo começou a ficar duro. Lizbeth, safadinha, virou pra olhar e, corada, disse pro senhor: "Pelo visto, o senhor ficou feliz em me ver, né?" Gerardo, olhando pra ela, tava louco de tesão. "Entra, mocinha. Daqui a pouco minha esposa e meus filhos chegam. Se quiser, pode me esperar — eles foram pra cidade e voltam mais ou menos em uma hora ou duas", falou Gerardo, com a intenção safada bem clara. A garota, ao entrar na casa, percebeu que não tinha ninguém. Um tipo de batida forte começou a pulsar no peito dela. Sabia que nome aquilo tinha: uma intenção. Como uma mulher jovem pressente quando um homem mais velho quer pegar ela, quando um homem maduro sente o cio dela. Lizbeth entrou, se oferecendo numa bandeja de prata.
A jovenzinha entrou, deixou a comida na mesa e disse pro senhor: "Aqui está a comidinha quentinha, quando o senhor quiser se servir." Gerardo, olhando fixamente pros peitos dela, respondeu: "Tá com uma cara bem gostosa, queria devorar tudo."Lizbeth começou a se excitar mais, porque a buceta dela já tava bem molhada. Uma novinha dessa idade se molha muito fácil. O senhor se aproximou por trás dela e sussurrou no ouvido: "Meus filhos me contam que você brinca muito com eles. Que bom que trata meus meninos assim, dá pra ver que vai ser uma boa mãe." Ela respondeu: "Pra mim é um prazer cuidar desses meninos tão lindos e moreninhos, com esses olhos tão bonitos, idênticos aos seus." Ao ouvir isso, o ego de Gerardo subiu 100%, porque elogiaram os filhos dele, e o pau dele endureceu ainda mais enquanto ele se aproximava cada vez mais por trás de Lizbeth. Ela sentiu aquele membro cabeçudo roçando nas nádegas dela. Lizbeth tremeu quando sentiu a dureza daquele órgão reprodutor, enquanto o homem acariciava as costas dela com habilidade, o braço dela. A pele dela se arrepiou com tanta força que ela soltou um gemido baixinho e disse: "Nossa, seu Gerardo, que gostoso o senhor me tocou, meu Deus, nunca senti essa sensação." O homem virou ela de frente. O shortinho dela já tava no chão, e a pica enorme dele já tava completamente nua. Ele disse pra ela: "Você acha meus olhos bonitos, né? E pode crer que você não faz ideia das sensações que posso te causar." Levantando a blusa dela e, com jeito, desabotoando o sutiã, deixando os peitões à mostra, ela ficou com o rosto vermelho. "Mas que barbaridade, que peitões enormes você tem! Parecem dois mamões grandes." Lizbeth, corada e envergonhada, disse: "Que vergonha, senhor. O senhor é o pai daqueles dois meninos que brincam comigo, e agora tá me olhando assim. Nenhum homem nunca me viu nua antes." Ao ouvir isso, Gerardo sentiu que ia tocar o céu, porque a jovem que estava com ele era virgem, uma menininha tão linda que nunca tinha sido tocada por ninguém. "Então ninguém nunca... Caralho, essa mamacita tem um corpo do caralho que vejo aqui, nunca foi tocada por ninguém. Que delícia, isso te torna ainda mais interessante." Lizbeth começou a acariciar o pau duro do Gerardo, surpresa com o tamanho dele. Mas o que mais impressionava Lizbeth era que os ovos do senhor estavam enormes, pareciam dois abacates pendurados. Esses frutos enormes a fascinaram completamente, balançando de um jeito tão surpreendente que ela não conseguiu segurar a língua de tesão, ficou com a língua pra fora e a boca aberta, com uma cara de puta que a fazia parecer uma verdadeira rabuda, uma verdadeira vagabunda. Gerardo, ao ver a cara que Lizbeth fez, soube que já tinha ela na mão. "O que foi, pequena? Gostou dos meus ovos? São teus, pode fazer o que quiser com eles.
São tão grandes, parecem os do touro que meu pai tem no fundo de casa, pelo amor de Deus, senhor, o que é isso? Testículos tão grandes que você tem, são tipo dois abacates pendurados!!!" Gerardo começou a se despir aos poucos, ela se deixava levar tranquilamente, mas ao mesmo tempo com um pouco de nervosismo, pois sabia que o homem queria penetrá-la e ela, ao ver o tamanho enorme da pica do senhor, se assustou, mas o susto foi diminuindo quando o homem começou a tocar sua buceta, uma xaninha tão tenra e apertadinha que dava pra ver claramente que nunca tinha sido penetrada por nada. O homem se alterou como uma fera e decidiu acariciá-la com a língua e com a mão na boca dela sabiamente, enquanto a jovem começava a se contorcer de prazer deitada na cama. Depois, o homem disse a ela: "Dá pra ver que você não aguenta mais, mamãe gostosa, te vejo mordendo os lábios e se contorcendo de prazer. Abre as pernas e me deixa entrar nesse paraíso que você guardou." O medo de Lizbeth tinha ido pra merda, e ela já não tinha mais medo, a virgindade dela tava pouco se fodendo, tudo tava pouco se fodendo, ela só queria sentir aquele pedaço enorme dentro dela. O homem, com ela deitada na beirada da cama, começou a introduzir aos poucos a cabeçona enorme, enquanto ela soltava gemidos de dor: "AI, DÓI, DÓI! NÃO, NÃO, POR FAVOR, VAI DOER MUITO!" Gerardo tentava consolá-la: "Calma, gatinha, não vai doer." Gerardo penava pra enfiar a cabeçona gigante dentro da buceta de Lizbeth, que fazia caretas de dor, pois uma pica gigantesca e grossa estava prestes a penetrá-la. Aos poucos, o senhor sentia tanto prazer ao enterrar o membro, pois aquela buceta era muito gostosa e apertadinha: "Minha vida, ai, minha vida, que gostoso que é, como você é apertadinha, como você me aperta, minha vida, como me aperta." E de repente, de uma só enfiada, toda a pica de Gerardo foi engolida pela buceta de Lizbeth, que soltou um puta grito de prazer e de dor ao ser desvirginada. O homem começou a se satisfazer, enfiando e tirando o pau aos poucos. Enquanto Lizbeth parava de sentir dor, porque o que ela já sentia era prazer, um prazer único que jamais pensou que poderia sentir. "Foda-se a dor, foda-se minha virgindade, me faz tua, patinho, me faz tua, melhor ainda, me engravida", disse Lizbeth, consumida pelo prazer, desejo e luxúria que tomavam sua mente ao ver Gerardo penetrá-la sem piedade e sem parar. Ela sentia vontade de ser devorada, enquanto ele sentia um prazer imenso no pau dele, que estava mais que sufocado, apertado pela bucetinha de Lizbeth, que se contraía sem dó contra o pobre membro de Gerardo. O homem a comia tão forte e tão rápido que Lizbeth não gemia mais, gritava de prazer, gritava obscenidades: "Uuuuuuuy, que gostoso! Que delíciaaaa! Aaaaayaaaay, papaiii, que delícia, me faz um bebê, que gostoso que é sentir esse pauzão, que gostoso sentir suas bolas batendo em mim enquanto você me come!! AAAAY, QUE DELÍCIA!" Gerardo já estava consumido pelo prazer de sentir que estava comendo uma bucetinha tão gostosa quanto a de Lizbeth. O senhor, ao ouvir os elogios de Lizbeth ao pau dele, se sentiu ainda maior, era um verdadeiro macho, um garanhão, e atrás dele estava a foto de sua esposa grávida. Ao vê-la, se sentiu ainda mais macho do que já se sentia. E então ele vira para olhar Lizbeth, enquanto dava aqueles empurrões violentos, os peitões dela balançavam e se moviam bruscamente de um lado para o outro. O senhor, um deus, enfiou o rosto no meio daqueles dois peitões enquanto continuava comendo a jovem, lambia e chupava os mamilos dela, fazendo-a gemer e gritar de prazer de um jeito incrível. O homem já não aguentava mais, comia ela com tanta fúria que naquele momento seus filhos não importavam mais, só estava em sua mente a imagem dos peitões de Lizbeth, ele os via balançando enquanto a comia, onde ela estava deitada. E então ele olhava para a cara que ela fazia, pois a garota estava com os olhos completamente virados para cima, a boca totalmente aberta e a língua para fora. um aspecto tão promíscuo no rosto dela que o pobre homem não aguentou mais "oh Lizbeth, vou gozar! meu gozo, Liz! Meu gozo vem!! Eu... EU... VOU... GOZAR... VOU GOZAR!!! AAAAAHHH!!!" soltando um berro tremendo, Gerardo começou a se descarregar sem piedade dentro de Lizbeth, seu pau coitado não aguentava mais tanto prazer que as contrações da bucetinha da Lizbeth causavam. Enquanto esse homem começava a gozar dentro dela, Lizbeth só colocava a língua pra fora de forma promíscua, percebendo de repente que na janela lá fora, Ramiro, o filho de Gerardo, estava vendo tudo na frente dela. O garoto tinha lágrimas nos olhos de raiva. Lizbeth só mostrou a língua ainda mais forte enquanto dizia pra Gerardo "Assim, papai, assim, que delícia de gozo, que gostosaaa!!! Uuuy que delícia, me engravida, faz o que o filho da puta do teu filho não conseguiu"
vocês entendem a impotência que Ramiro sentiu ao ver o pai que ele tanto odiava descarregando o gozo dentro da buceta da jovem que ele tanto gostava. O coração dele, a autoestima, tudo se quebrou naquele instante e ele só queria sair correndo dali e esquecer tudo, mas era impossível esquecer
Bom, essa jovenzinha tão meiga que andava de bicicleta, aquela menininha de peitão que o Ramiro tanto desejava, já tinha entregado o maior tesouro que uma mulher pode guardar pra um homem que não vale nada. E não foi só uma vez, foram várias vezes que o Gerardo comeu a Lizbeth enquanto eram espiados pelo Ramiro, que se masturbava vendo o pai foder a peituda da Lizbeth. Ele curtia de certa forma ver o pai sendo devorado pela buceta da menininha, enquanto ela dava sentadas nele todo dia. O pobre homem quicando, as tetonas dela batendo na cara do velho até ele explodir a masculinidade dele e, à força, descarregar o esperma dentro dela. Foram muitas vezes que o homem esvaziou a carga dele na Lizbeth, aquela carga que os ovos dele carregavam, esses ovos que a Lizbeth adorava fazer ele esvaziar. O homem se satisfez comendo ela uma vez e outra, mas um dia recebeu uma ligação cedo, enquanto o Ramiro ouvia ele falar. Era do trabalho, dizendo que o contrato dele já estava renovado. O senhor respondeu que iria pra lá na hora e, sem deixar rastro, naquela mesma manhã ele foi embora, sob o olhar atônito do Ramiro. Quando o Luis perguntou por ele, ninguém soube responder, ninguém disse nada. 2 meses depois, a menstruação da Lizbeth não tinha vindo. Ela estava grávida daquele homem, que comeu ela com tanta força e usou ela tanto pra se aliviar e aumentar o ego de macho dele.Faz 6 meses que aquele homem foi embora. A barriga da Lizbeth já mostra uma gravidez que o Ramiro sente com toda a alma, uma gravidez que os pais da Lizbeth desonram. A mãe da Lizbeth, sem saber quem é o pai, porque ela nunca contou, nem o Ramiro também, e os irmãos gêmeos do Ramiro acariciam aquela barriga enorme com tanto carinho, porque no fundo eles sentem que o bebê que está ali dentro é sangue do Ramiro. Ramiro, amargurado, triste, puto, solitário, porque por ter viado, o pai dele veio e engravidou a garota que ele gostava e depois foi embora. Então a mãe do Ramiro diz pra ele: que ele cuide do menino e case com a Lizbeth, mas no fundo o que ele sente por ela é nojo.
6 comentários - Mi padre se comio sus chichotas