A casa convida (parte 2)

Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.https://www.youtube.com/watch?v=UzWHE32IxUc
A casa convida (parte 2)
A casa convida (parte dois)

Naty subiu na moto do Juan.
—Vou seguir vocês de táxi — falei.
—É perto, sobe aí que a gente chega rapidinho — nunca gostei de moto, mas a bunda da Naty apoiada no banco foi decisiva. Assim que arrancamos, já fiquei de pau duro só de encostar nela.
—Segura firme, mano, fica à vontade — ela disse, e minhas mãos deslizaram por baixo da camisa dela. E claro que segurei firme… nos peitos dela, enquanto ela também se apoiava bem firme. Não dava pra ver, mas imaginava de onde…
Quando chegamos, ao levantar, dava pra ver o volume.
—Epa — o Juan falou — isso promete ficar bom — fiquei vermelho de vergonha igual um otário. Por sorte, ela me puxou pra um corredor e a gente se pegou enquanto ele guardava a moto. Depois ele parou atrás e começou a apalpar ela enquanto beijava o pescoço dela. De repente, tudo era saliva, suspiros e mãos apertando carne.
O Juan, por trás, abriu a camisa dela e puxou o sutiã.
—Chupa os peitos dela que ela fica louca — me chamaram pro jogo. Ele juntava os peitos e eu metia na boca, apertava entre os lábios a textura delicada dos bicos. Ela já não suspirava, gemia… até que ouviu um barulho de porta no corredor. A gente se ajeitou um pouco e entrou rápido no apartamento.
—Vamo dar uma acalmada. Naty, vai colocar uma coisa linda e a gente prepara algo pra beber, beleza? — concordamos. O Juan preparou Fernet e bolou um baseado. Sentamos no sofá e enquanto fumava, ele me mostrou o vídeo da churrasqueira: era estranho me ver gozando na cara da namorada do cara que tava do meu lado e que eu quase não conhecia, mas o álcool e a boa vibe dele me relaxaram. Antes da porta do quarto abrir e a Naty aparecer, eu já tava de pau duro de novo… quando vi ela entrar de salto alto, corset e chapéu de cowboy, quase parei o coração.
—Ah, tá bom, você tá de matar! — o namorado dela falou — dança um pouco pra gente, dá? — e colocou uma música do Lenny Kravitz que vou lembrar pra sempre com carinho. A Naty começou a se mexer devagar, mostrando como os quadris dela são largos. balançando-se sensual e olhava entre safada e tarada. A pica do Juan saiu da calça dele e ela, se aproximando devagar, se ajoelhou e começou uma masturbação lenta com uma mão, com a outra abriu minha braguilha e liberou minha pica da pressão do jeans
—vão me comer muito muito? olha que me deixaram a mil— depois a boca dela se encheu de carne dura, se revezava pra chupar a gente enquanto batia punheta pro outro
—levantem, quero os dois— foi épico: o Juan ajudava empurrando a nuca dela e ela abrindo a boca o máximo que podia se engasgava com nossos sexos, ele pegou ela pelo cabelo e começou a soltar a porra... eu gozei o mais rápido que pude. Eu curti o espetáculo e a Naty de engolir tudo... quando terminou de limpar até a última gota, se comeram de boca apaixonadamente
—come ela— ele disse enquanto a acomodava no sofá e enfiava dois dedos dentro da buceta —tá no ponto caramelo— terminei de lutar com a calça e me ajeitei ajoelhado de frente, apoiei a cabeça dela, ela empurrou pra entrar, tava encharcada então foi deslizando bem suave, subi as pernas dela nos meus ombros e meti devagar e fundo. O Juan filmava a gente, a Naty olhava pra câmera e sussurrava:
—tá me cravando, negro, me parte ao meio a filha da puta...— tive que parar pra não gozar, a Naty reclamou
—não tira de mim pelo amor de deeeeus— sem responder desci e chupei a buceta dela, isso deixou ela louca, os quadris dela voavam, minha língua também... ela gozou me apertando entre as pernas e tapando a boca pra não gritar
—para, deixa ele respirar— interferiu o Juan, ela ficou tremendo e aproveitei pra enterrar violentamente a pica
—me mataaaa— gritou no começo mas foi se acostumando com as sacudidas, ele largou a câmera, puxou ela pra borda do sofá e se jogou por cima pra um 69, ela se contorcia embaixo, eu continuava metendo e ele lambia o clitóris dela... senti ela gozar, os músculos da buceta se contraíam violentamente e escorriam líquidos pelas minhas bolas
—parem —alcançou a pedir pra gente, a gente deixou ela respirar (tava vermelha que nem um tomate).
Juan alcançou um copo d’água pra ela, ela tomou um pouco e jogou o resto na cabeça.
—vamo pra cama, assim a gente fica mais confortável, né?

No quarto, uma gata que tava dormindo no edredom viu a bagunça chegando e se escondeu debaixo da cama. Juan deitou de barriga pra cima e ela montou nele. Eu fiquei olhando de perto como a cock entrava nela, com o embalo da cavalgada as bandas do culo balançavam como se estivessem batendo palma, um espetáculo que me deixou doido. Me ajeitei por trás e falei:
—vai me dar o ass, slut?

Ela, de olhos fechados, concentrada no fuck, pediu:
—mete na pussy, quero sentir vocês dois.

Ela parou o bum o máximo que conseguiu. Eu encostei a cock na do Juan, mas tava difícil de entrar.
—cês têm cock muito grande, guachos, vão me abrir no meio.

Se ajeitando nas bordas, conseguiu enfiar as duas.
—tão me partindo, tão me partindo — repetiu que nem um mantra enquanto a gente sincronizava os movimentos pra meter bruto.
—tão me partindo — e era ela mesma que abria as bandas pra receber a gente.
—tão me partindo — Juan ficou tenso, adivinhei que ia cum e entrei no trem da putaria. O movimento dos três desacelerou e ficou mais profundo.
—tão me partindo — e quase ao mesmo tempo a gente gozou dentro dela.
—filhos da puta, slut.

Em chamas, ela caiu na cama e se punhetou freneticamente. Do sexo inchado dela escorriam rios de cum. Juan acariciou ela, eu lambi um pé dela e admirei aquela capacidade enorme de gozar.
Naty brilhou incandescente e gozou na nossa cara. É um dos espetáculos que tem que ver antes de morrer, sem dúvida.
link primeira parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/2960802/La-casa-invita-parte-1.html

8 comentários - A casa convida (parte 2)

Un trío antológico !
Es puro fuego !!!!
+ 10 y Reco !!!
Gracias por compartir.


trio
La escena de la moto... ufff
Casi como para ponerse el casco en el sexo y el forro en la cabeza...
¡¡¡ Grande don Invisible....Candente relato....Naty nos pone a mil a todos....Felicitaciones por su crónica y gracias por compartirla...!!!!
" … cuando la vi entrar en tacos altos, corset y sombrero de campo casi se me para el corazón "
Ahijuna dijo la lobuna ! !
Muy bueno capo !