Minha mãe, minha irmã e a festa de aniversário
TODOS OS PERSONAGENS SÃO MAIORES DE IDADE E ESTA HISTÓRIA NÃO É MINHA, SÓ QUERO COMPARTILHAR COM A COMUNIDADE PORINGERACAPÍTULO ANTERIOR:http://www.poringa.net/posts/relatos/2962285/Mi-madre-mi-hermana-y-la-fiesta-de-cumpleanos-4.html
CAPÍTULO 4 (Que não pare a festa)
Será que é verdade que isso tudo não passa do começo? Já nem sei se consigo alucinar mais…
Mamãe se aproxima de mim, tira minha mão do meu volume pra me dar prazer diretamente com a dela. Agora não se limita a passar os dedos pelo comprimento, mas agarra aquele pau e esfrega e aperta com toda a vontade. Depois me beija do mesmo jeito que fez com a Carla. Quase caí de costas. Nossas línguas se cruzam, nossos lábios se perseguem e nossas salivas se trocam num amasso delicioso. Eu tenho que me segurar na bunda dela e aproveito também pra amassar aqueles peitões enormes. Sem soltar o abraço, ela diz:
— Agora é a nossa vez de descobrir nosso presente. Passa a câmera pra sua irmã.
Carla, que continua imóvel e completamente pelada no centro do quarto, demora pra reagir. Acho que tá na expectativa do que vai descobrir se eu ficar nu igual a elas. Mamãe coloca as mãos na minha cueca, pronta pra baixar, do mesmo jeito que eu fiz há alguns minutos com as calcinhas delas, e eu me afasto involuntariamente pra trás, ainda meio sem graça.
— Schssss. — Ela coloca o dedo adornado com uma unha compridíssima no centro dos meus lábios e, com certeza, não aceita um não como resposta.
Nesse momento, um monte de pensamentos passa pela minha cabeça, mas o mais óbvio é que minha mãe vai me deixar pelado ali mesmo, na frente dela e da minha irmã, que eu observo e admiro de novo com aquele corpo perfeito. Ela tá sorrindo, sem dúvida quer ver a mamãe em ação e, claro, eu todo nu.
Olho pra minha mãe, pelada na minha frente, pra admirar de novo aquelas curvas e aquele corpo tão bem proporcionado, e alucino mais uma vez. Igual à Carla, que é impressionante vestida, mas pelada é uma deusa. Mamãe agarra minha cueca e, devagar, vai deslizando pelos meus quadris. Viro a cabeça de novo pra Carla, que tá observando atentamente toda a operação. Ela tá intrigada pra ver o que se esconde debaixo da minha única peça. prenda, embora a verdade é que tem pouco pra esconder.
− Caralho! - mamãe pula ao ver que meu pau saltou na frente do nariz dela como uma mola. Tá bem duro, grande e mais ereto do que nunca.
A visão de ter minha mãe ali agachada, com as coxas abertas, a buceta dela enfeitada com uma tirinha de pelinhos bem aparados e esses peitões que roçam levemente minhas pernas fazem meu pau dar um pulo diante do olhar atento dela.
Vejo que a Carla ficou paralisada sem tirar fotos, tapa a boca com a mão, acho que ninguém imaginaria que esse momento chegaria, nem elas mesmas, mesmo tendo planejado tudo nos mínimos detalhes.
Agora mamãe se levanta e observa meu pau que aponta quase quarenta e cinco graus na direção desses peitos lindos que me deixam alucinado. Ela molha os lábios sem tirar os olhos do meu brinquedo duro. Depois dá a volta em mim e examina meu corpo inteiro, reparando em cada detalhe, olhando meus peitorais, minha bunda, meu pau...
− Viu, Carla, como teu irmão é gostoso? - pergunta pra filha, que responde com um aceno de cabeça.
Mamãe fica na minha frente e solta um suspiro de admiração, principalmente pro meu pau pulsando. Ela vai se aproximando devagar. Primeiro os peitos dela batem no meu peito, depois meu pau duro no umbigo dela e em seguida sinto a buceta quente dela mais embaixo, roçando a parte de cima da minha coxa esquerda. Ela me agarra pelo pescoço e me beija, como a gente fez antes, com toda a paixão. Minha mão vai pra bunda dela, adoro estar assim, é como estar no céu, tenho certeza. Meu pau pulsa entre nossos corpos e ela sente a dureza. Ouço ela ronronar enquanto nossas línguas brincam dentro e fora das nossas bocas.
− Meu filho, que pau você tem!, vai enlouquecer mais de uma. - ela sussurra no meu ouvido.
Depois olha pra Carla, que tá segurando o celular com uma mão fazendo um vídeo e com a outra se tocando levemente a bucetinha. Ela tem que estar com o tesão lá em cima, igual a mim.
— Vem cá, filha, chega mais!
Carla larga a câmera de novo e vem na nossa direção. Mamãe pega no meu pau com a mão dela, o que me faz soltar um suspiro baixinho.
— Viu que coisa mais gostosa, Carla? — ela diz.
— Sim. — responde minha irmã sem tirar os olhos do meu pau, que tá durasso.
— Finalmente você vê ele ao vivo. É como você imaginava?
— Acho que é maior — minha irmã completa, e depois me olha nos olhos enquanto eu percorro toda a anatomia linda dela.
Me sinto sortudo por tê-las, mas também orgulhoso por elas verem minha ferramenta grande e bonita… Sempre achei ela bem normal, mas o fato de duas mulheres tão especiais admirarem teu pau assim faz a gente se sentir mais que feliz.
— Então, o que você acha? É bonito, né? — ela pergunta pra minha irmã, puxando a pele pra trás devagar e deixando a cabeça do meu pau aparecer.
— Sim. — Carla responde, molhando os lábios com a língua.
— E o teu irmão parecia que tava esperando esse momento, porque raspou tudo — ela completa, passando os dedos no meu púbis e nas minhas bolas, tudo lisinho, me fazendo tremer.
Carla sorri ao ver meu constrangimento, e mamãe não para de acariciar meu pau com muita suavidade. É tipo uma punheta em câmera lenta que me deixa louco.
— É maior que o de plástico, né? hahaha... — minha mãe fala de repente, sem soltar meu pau.
— Sim, muito maior!… — a outra confirma.
— De plástico? — pergunto confuso.
— Sim, querido, a Carla experimentou um consolo que eu dei pra ela. — mamãe fala com a maior naturalidade do mundo.
— Um consolo?
— Sim, — mamãe continua, sem parar de acariciar minhas bolas e o comprimento do meu pau, que continua dando espasmos. — ela ganhou o presente de aniversário dela, esse foi o adianto, um pau de plástico, que ela já se apegou… hahahaha.
— Mamãe! — Carla protesta, envergonhada, mas sem tirar os olhos do meu pau. Riste.
— É verdade, filha, no começo você teve um pouco de dificuldade, mas desde que conseguimos te desvirginar, agora é seu brinquedo favorito, não é?
Não sei se a mamãe está meio bêbada ou se o bêbado sou eu, porque não acredito no que estou ouvindo da boca dela nem em tudo que está acontecendo nesta noite mágica. Olho pra minha pica e vejo que a mamãe continua agarrada nela, como se não quisesse soltar nunca. Mas ainda é difícil pra mim aceitar que a Carla usou um vibrador pra perder o hímem e que está brincando com esse negócio há um tempão. Acho que minha pica vai explodir a qualquer momento.
— Quer tocar nela? — a mamãe pergunta pra Carla, apontando pra aquela barra de carne que balança entre os dedos dela.
Minha irmã me olha, como se estivesse pedindo permissão, e eu pareço estar implorando pra ela fazer isso logo, não queria nada mais naquele momento. Quando a mamãe solta minha pica, ela quica como se fosse uma catapulta, e a Carla fica perplexa com aquele movimento. Vejo ela pelada na minha frente e ainda não acredito. Minha linda irmã vai me bater uma punheta!
— Pega nela! — incentiva a filha, que ainda está indecisa.
A ordem da mamãe não demora mais, e a mão da minha irmãzinha finalmente envolve minha pica. Porra, que sensação mais alucinante! Adoro sentir os dedos finos dela apertando ela. Sem dúvida, ela deve sentir a pulsação, e eu quero ficar assim pra sempre. Minha mãe sorri vendo minha cara e a da filha dela, que agora balança suavemente meu pau duro. Os dedos da Carla são mais longos e finos que os da minha mãe, e eu adoro esse calor que sinto no meu cilindro ereto.
— E aí, como é que tá? — comenta a mamãe.
Não sei se a pergunta é pra mim ou pra Carla, mas nós dois respondemos ao mesmo tempo.
— Bem!
— Kkkkkk... já vi que não desagrada nenhum dos dois. — completa nossa professora de sexo improvisada.
Nós três pelados no meio da sala, e o celular gravando um vídeo apoiado na mesa. Já tô doido pra ver. Mas não quero me mexer daqui. essa posição. Nesse momento, mamãe pega o pulso de Carla e começa um movimento oscilante que faz meu pau se mexer numa punheta monumental, proporcionada pelas minhas duas garotas.
− Vê como a pele se move pra trás? - ela indica, instruindo-a nessa nova tarefa.
− Sim. Fica mais duro quando eu mexo. - minha irmã acrescenta.
− Claro, já te disse que é isso que excita eles. O que você sente masturbando seu primeiro pau? - ela pergunta de repente.
− Me sinto estranha.
Eu também estou, mas sem acreditar que as duas estão me tocando. Enquanto Carla me bate uma lentamente com seus dedinhos finos, a outra acaricia minhas bolas e as massagens com doçura. Se isso é um sonho, não quero acordar!
− Olha a glande, vê que linda, como brilha. Eles gostam que você acaricie assim com o dedo e roce o freio aqui, tá vendo?
− Sim.
− Depois, você estende os dedos pelo comprimento e também tem que acariciar os ovos deles, isso adoram, né, querido? - ela me pergunta sem parar de acariciá-los.
− Sim! - respondo com dificuldade, extasiado ao sentir a mão de Carla acariciando as partes mais sensíveis do meu membro.
Olho pra ela e vejo que tem as bochechas vermelhas e um brilho nos olhos que me encanta. Suas pernas juntas, tão longas, estão tão perto de mim... O peito dela se move agitado numa respiração acelerada.
− Ahhh! - solto um gemido forte quando Carla pega o ritmo e me bate uma com gosto. Meu coração sai pela boca direto ao sentir os dedos delicados da minha irmã em volta do meu pau, me masturbando cada vez mais rápido. Ela tá gostando desse movimento e eu, nem se fala.
− Sobe e desce, devagar, vai mais devagar ou ele vai gozar num piscar de olhos - mamãe explica.
É verdade, se minha irmã continuar nessa empolgação, eu gozo num segundo. Então ela obedece, me olha nos olhos por uns instantes e depois fica com a vista fixa nessa ferramenta minha que continua cheio de tesão. Ela desvia o olhar de novo pros meus olhos e nós dois curtimos aquele momento porque, inevitavelmente, a gente se sorri.
Mamãe acaricia minhas coxas enquanto continuo sendo punhetado pela minha outra garota, que se esforça nisso mesmo sem ter experiência. A verdade é que ninguém antes, além de mim, tinha tocado na minha pica. Ela faz devagar, observando como minha cabeça aparece e desaparece a cada movimento.
— Finalmente você tem uma pica na mão, o que achou? — pergunta mamãe pra filha dela.
— Tô gostando… muito! — responde nervosa, e as duas riem.
Depois mamãe me olha com aqueles olhões e aquele sorriso, com aquele jeito de mãe e ao mesmo tempo cara de tesão, pelo menos é o que me parece.
— Sabe, filho? Sua irmã tava morrendo de vontade desse momento. Tava tão nervosa pra chegar que agora parece que não acredita. Acho que nem você.
— É.
— Você deve ter notado ela estranha esses dias, bom, eu também, porque tava nervosa com tudo isso. E agora você tá descobrindo o que um homem e uma mulher devem sentir… bom, duas mulheres e um homem, hehe.
— Ainda não tô acreditando. — respondo.
De novo as duas riem, e é verdade, não acredito que tô nessa situação nem que elas tão tão excitadas e nervosas quanto eu naquele momento.
Eu me sinto orgulhoso, claro, e como eu disse, meu pau não é nada demais, é normal, mas acho que pra ver pela primeira vez, ela deve estar alucinando, igual eu vendo esses corpos esculturais nus do meu lado.
— Assim, amor, devagar, você tá indo muito bem — vai instruindo nossa professora do prazer pra filha dela.
Eu tô no paraíso por ter essas mulheres do meu lado participando desse trio mágico, que eu nunca sonhei viver na vida real.
Da ponta da minha pica sai a primeira gota de líquido pré-seminal, que Carla observa atentamente, meio surpresa, depois olha pra mamãe que, com toda naturalidade, aproxima os dedos na minha cabeça pra apertar de leve, e a gota vai crescendo pra virar uma boa porção de líquido transparente que agora se depositou entre os dedos dela. Carla continua descendo e subindo a pele do meu prepúcio bem devagar, sem parar de olhar pro meu pau e pros dedos melados da mãe.
— Olha, isso significa que o homem tá preparado e totalmente lubrificado, igual acontece com você quando fica excitada. — explica a mãe.
Depois ela passa o polegar na ponta e aperta junto com a mão da Carla por baixo da glande, fazendo sair mais daquele líquido transparente. A mãe recolhe com a ponta dos dedos e começa a brincar com aquela meleca viscosa que passa de um dedo pro outro.
Aí, a Carla solta meu membro de repente e ele balança pra cima e pra baixo ao parar de sentir aquela mão doce. O motivo é que ela quer dividir com a mãe o líquido que saiu de mim segundos antes. As duas ficam passando entre os dedos. Aquela visão, pra mim, é maravilhosa.
— Tá vendo que grosso? Prova, vai ver que gostoso. — sugere minha mãe com naturalidade.
Minha irmã fica enrolando no começo, mas quando a mãe chupa um dos dedos dela e faz com tanto tesão, entende que tem que participar e provar aquele fluxo cristalino. Carla aproxima a ponta da língua de um dedo da mãe e chupa devagar, me fazendo tremer ao ver como estavam saboreando daquele jeito tão sensual. De repente se abraçam e compartilham agora aquele elixir entre as bocas, me deixando ainda mais pasmo. Elas chegam bem perto de mim, dá pra sentir o calor delas, e continuam com as línguas brincando pra fora das bocas, transferindo o líquido misturado com a própria saliva, aquilo me enlouquece. Acaricio a cabeça das duas em sinal de agradecimento.
A mãe então segura meu pau e oferece pra filha, que pega o bastão com prazer, enquanto a primeira acaricia minhas bolas me olhando fixo nos olhos. Aproximo minha boca da dela e sinto de novo os lábios da mãe, dessa vez mais quentes e com o gosto misturado da boca dela, da minha, da minha irmã e do Poção que segundos antes compartilharam. Sinto a tensão que mostra que estou excitado demais, quase explodindo. Minha mãe, a professora expert em sexo, percebe na hora e tira a mão da Carla do meu pau. Ela franze a testa como se tivessem tirado um doce dela. Eu também fico na vontade, claro, porque adoraria continuar sentindo os dedos da minha garota divina me acariciando sem parar.
− Temos que parar um instante, querido, senão seu irmão vai gozar - ela avisa pra mamãe.
Porra, era exatamente o que eu queria, mas parece que os planos da mamãe são outros.
− Calma, filho, depois você solta tudo que tem aí dentro - ela completa, acariciando meus ovos com carinho.
Sinto a boca dela de novo na minha e me sinto plenão, esperando que esse momento chegue logo.
− Venham, vamos sentar um pouco no sofá e tomar mais uma dose, assim a gente relaxa. Entendo que vocês estão confusos, excitados, estranhos… e de quebra a bateria do celular carrega.
Carla vai pra cozinha pegar outra garrafa, porque a anterior durou dois assaltos. Acho que bebemos demais. Ver ela andar pelada é um espetáculo, e a música é o som dos saltos dela no assoalho de madeira. Ela vira antes de entrar na cozinha. Parece que sabe que estou olhando.
Mamãe senta do meu lado e eu observo o corpo dela com mais atenção. Essas tetonas, as curvas harmônicas, a buceta tão linda. Ainda não acredito em tudo que está rolando. Ela passa a ponta dos dedos suavemente no meu pau, da cabeça até o meu púbis depilado. Acho que ouço ela gemer quando faz isso, e eu, claro, quase sem conseguir respirar.
− Tá bem, querido? - ela pergunta, dessa vez acariciando meu peito de leve.
− Tô, mas muito excitado.
− É normal, querido. Mas não quis que você gozasse ainda. Uma coisa que você precisa aprender desde o começo é a não gozar nunca antes da sua mina. Lembra que é ela quem vem primeiro, entende o quanto isso é importante?
- Claro, mas é que agora não sei se vou conseguir me segurar e…
- Eu sei, meu amor. Não tô falando que é fácil, por isso quero que você vá aprendendo. É normal que você se descontrole.
- E agora, tô indo bem?
- Tá indo perfeito, gato, e quero que isso seja muito especial pra você. Mas nunca, nunca esqueça que primeiro você tem que excitar sua parceira ao máximo. Nunca deixe uma mina na mão. Hoje quero que vocês dois aprendam a controlar seus corpos e saibam dar e receber prazer. Um dia vocês vão me agradecer.
Claro que esse dia é especial, mas será que vai ficar só nisso? A partir de hoje, ninguém vai esquecer tudo que tá rolando, e não sei se isso é bom ou ruim. O importante, vendo o tesão dela, é que eu curta.
- Você vai aguentar, né, meu amor? - ela fala de novo, passando a ponta dos dedos de leve no meu pau. Arrepio todo quando sinto eles na minha cabecinha.
- Não prometo, mãe. - respondo meio sem fôlego.
Carla sai da cozinha de novo, mas minha mãe não tira a mão. Ela fica olhando pra gente, toda extasiada. E eu, ao mesmo tempo, vendo ela se aproximar. De novo, posso curtir o balanço daquela cintura chegando perto, sorrindo, com os peitos balançando e aquela bucetinha raspada. Porra, minha irmã é sensacional. Que puta raba que ela tem!
- Senta do lado do seu irmão, gata. - manda a mãe.
Depois de servir as taças e dar um gole cada um num brinde, fico sentado no sofá com essas duas gostosas. Mamãe larga a taça e conversa com minha irmã enquanto eu acaricio o mamilo dela, bem perto do meu rosto.
- Tava contando pro seu irmão que é importante ele saber se controlar e não gozar, se antes não tiver deixado ela excitada. Por isso, acho que ele precisa aprender a controlar o corpo primeiro. - ela completa, fazendo dois ou três movimentos no meu pau.
− Eu tô excitada. - Carla acrescenta, caso ainda houvesse alguma dúvida.
Reparo na bucetinha dela e vejo que brilha extraordinariamente, o que indica que a excitação dela é real. Adoro vê-la assim, com os pezões duros, as bochechas coradas, os olhos brilhando e a xota encharcada.
− Agora, filho, você vai conferir de pertinho. - mamãe completa.
Mesmo ficando com vontade de que continuassem me punhetando, não desgosto da ideia de admirar as bucetas delas de perto. As duas sentam juntas na mesinha de madeira que está na frente do sofá e, na minha frente, abrem as pernas, me oferecendo a imagem impactante de duas lindas xotas. Quando eu imaginaria ter duas gostosas tão perto, com as pernas totalmente abertas e só enfeitadas com seus saltos altos? Mamãe me convida a me ajoelhar e observar cada uma das respectivas bucetas. Nunca tive a oportunidade de ver uma, e muito menos duas, tão de perto.
− Vem, chega mais, querido - ela me convida a começar pela dela.
A buceta da mamãe é encorpada, com uns pelinhos muito bem aparados ao redor da vulva. Os lábios maiores dela se destacam, deixando à mostra umas dobras que me lembram uma flor.
− Toca, meu amor! - ela me convida.
Aproximo meus dedos trêmulos diante dessa visão impactante e os pouso levemente sobre o púbis dela. Começo a acariciar esses lábios que são macios, tenros e quentes. Olho nos olhos da mamãe, e ela confirma com a cabeça que estou indo bem. Então minha mão se abre caminho naquela parte que esconde a bucetinha dela, e ela me ajuda abrindo mais com os dedos, esticando para cada lado. Aí surge diante dos meus olhos algo parecido com as portas do paraíso. Uma ppk rosada, aberta, suculenta, com um brilho espetacular e um buraquinho tentador. Meus dedos pousam ali e, quando olho para cima, mamãe fecha os olhos levemente. Acho que ela gosta. Então lembro do botãozinho e procuro por ele, aproximando ainda mais meu rosto dessa ppk a apenas Uns dez centímetros, vejo que no alto dos lábios dela esconde uma espécie de bolinha rosa e acho que é esse o gatilho, porque assim que passo a ponta dos dedos, mamãe começa a gemer. Ela segura meu pulso e com esse gesto indica pra não continuar tão direto ou ela vai gozar na hora.
− Você gosta, Nacho? - ela me pergunta.
− Muito, mamãe. É lindo.
− Obrigada, filho. Lembra que essa parte é muito sensível e você tem que ir devagar, primeiro certificando que a mulher em questão está excitada.
− Mas vocês estão. - afirmo com segurança.
− Claro, mas mesmo assim você tem que ir devagar, nunca se adiantar, até que ela praticamente mostre todos os sinais de que está pronta. Você precisa ter certeza. Tá vendo como está inchado? Tá sentindo? - ela diz e em seguida pega minha mão e leva de volta pra vulva inchada dela.
− Sim, tá inchado. Muito.
− Essa é a primeira evidência. Depois os mamilos, certifica que estão duros, até meio ásperos.
É um convite pra eu beliscá-los e eles estão realmente rígidos. Adoro apalpar eles e sentir essa dureza entre meus dedos. Por um momento olho pra Carla, que está sentada do lado da mamãe, e noto a respiração ofegante dela. Sem dúvida ela tá super tarada esperando a vez dela.
− Depois você passa o dedo na rachinha e confere que está lubrificada. Tá sentindo? - continua com as explicações minha mãe.
− Assim? - pergunto passando meu dedo pela bucetinha macia, fazendo ela soltar um suspiro.
− Assim, meu amor, você tá indo muito bem. Agora mexe em tudo, menos aqui - ela acrescenta apontando pro clitóris dela.
− Tô fazendo certo? - pergunto de novo, alucinado, enquanto acaricio os lábios dela e toda a rachinha ensopada.
− Sim, filho, assim, mas bem suave, não aperta... Agora chega perto pra sentir o cheiro.
− Tem um cheiro maravilhoso, mamãe. - digo quando percebo aquele aroma com meu rosto a poucos centímetros daquele lugar.
− Grava isso, querido, esse é o cheiro de uma mulher excitada.
− Sim, é bem forte. Claro, a gente exala aquele cheirão tão característico quando tá excitada. Agora, cê tá pronto pra chupar?
— Sim — falo, arregalando os olhos, sem acreditar direito.
— Vai fundo, meu amor. Faz isso.
Então crio coragem e aproximo meu rosto ainda mais. O cheiro me embriaga de novo, igualzinho a mãe fala, é um aroma indescritível, de mar, de paraíso, de mulher… Minha língua se aproxima e dou a primeira lambida naquela bucetinha que a mãe recebe com outro gemido mais intenso que o normal, acariciando meu cabelo em sinal de aprovação. Levanto os olhos pra ver minha irmã, e ela tá com uma mão se tocando na própria buceta e a outra num dos peitos. Naquela hora, queria ter quatro mãos, duas bocas, duas línguas, pra satisfazer as duas. A mãe aperta minha cabeça de novo pra eu não me distrair, e eu me entrego de vez, lambendo outra vez o comprimento daqueles lábios grandes, também os pequenos, e meus dedos brincam entrando e saindo daquela gruta tão aberta e gostosa. Ouvir ela gemer a cada lambida que eu dou é o melhor presente que posso ganhar, porque entendo que tô mandando muito bem. Os sucos dela se misturam com minha saliva, e percebo que a mãe tá cada vez mais molhada. O gosto vai mudando, além de quente, sinto levemente salgado e bem grosso na minha língua, no céu da boca. Outra lambida bem perto do botãozinho, e um segundo depois um roçar direto naquele clitóris que se mexe ao contato com minha língua. Aí a mãe não aguenta mais, prende as pernas no meu rosto e goza entre suspiros, gemidos e uma respiração ofegante.
— Que filho maravilhoso, cê mandou superbem! — fala ela, finalmente, depois de se recuperar, sem parar de acariciar meu cabelo.
— Sério que fiz direito? — pergunto, mesmo sabendo a resposta no fundo.
— Nota dez. Aprendeu direitinho. Agora é tua vez de praticar com sua irmã, igual fez comigo. Faz ela gozar gostoso, meu bem!
Não hesito nem um segundo e, depois de sair de entre as coxas da mãe, me ajoelho. entre os da minha irmãzinha linda, que parece estar esperando. As pernas perfeitas dela estão bem abertas e um pouco trêmulas, prontas pra receber minhas carícias. Quero viver esse momento e fazer durar o máximo possível, porque com a mamãe foi curto demais. Começo a acariciar as coxas dela, aquela maciez suave e delicada da pele, pra depois deslizar pela parte interna e me demorar na virilha.
Quando levanto o olhar, vejo o corpo nu da mamãe, que está em pé nos gravando com o celular. Ela sorri pra mim e pisca um olho.
Continuo animado no meu trabalho, esticando a mão direita que sobe pela barriga lisa da Carla, brincando levemente com o umbigo dela e depois agarrando um dos peitos redondos pra acariciar e sentir aquela suavidade tão gostosa. O mamilo roça duro entre meus dedos, sinal claro da excitação dela, como a mamãe tinha dito, e continuo brincando com as pontas dos dedos, sentindo aquela maciez tão nova pra mim. Ela suspira. Então minha outra mão descobre aquela buceta toda depilada, reparando que é bem mais fechada do que a outra que acabei de devorar. A pele dela é ainda mais lisa e sem pelos, a rachinha aparece perfeitamente. Vejo que os lábios maiores quase não se destacam, igual os da mamãe, mas o comprimento da vulva também brilha num tom rosado. Abro um pouco mais aquela xereca tão bonita e descubro o buraquinho bem menor.
Olho nos olhos da Carla, e ela está me encarando fixamente com um brilho fora do normal. As mãos dela se agarram na mesinha como se quisesse não cair diante do que está por vir. Não consigo evitar aproximar minha língua pra roçar aquela rachinha fechada tão linda, e quando encosto, minha irmãzinha solta um suspiro longo. Eu não dou conta: entre os peitos dela, as coxas, as panturrilhas, os quadris, e me esforçando com a língua pra explorar as dobras desde a virilha até aquele buraquinho tão apertado que aparece a cada lambida. Mal toco um pouco no botãozinho, que também é bem menor que o da mamãe. Carla entra em êxtase, acariciando meu cabelo como minha mãe fez antes, e curtindo um orgasmo que quase a pega tão de surpresa quanto a mim. Minha alegria foi pro saco, porque, mesmo querendo fazer durar por muito tempo, minha irmã goza com minha cabeça presa entre as coxas dela, minha língua recebendo todos os sucos deliciosos enquanto acaricio uns peitos que me parecem divinos. Minha irmã está em transe, o corpo todo tremendo, a pele arrepiada, os bicos durinhos como pedras e a buceta dela vazando mais e mais líquidos que eu me apresso em lamber de novo. Esse néctar tem um gosto delicioso.
Olho pra minha pica que continua dura e firme, tá igual a uma mola, e ver a Carla que se deitou na mesa e ainda tá sentindo os últimos espasmos de prazer é melhor que qualquer coisa. Adoraria foder ela agora!
Tô nesse pensamento quando minha mãe me convida pra sentar no sofá com ela, observando o corpo da Carla deitado na mesa se recuperando daquele orgasmo intenso, ainda cheia de tremores. É uma imagem linda e eu me sinto orgulhoso de ter dado tanto prazer pra ela.
— Que lindo você fez, querido! Gostou? — diz minha mãe acariciando de novo minha pica, que fica mais tensa ao sentir os dedos dela.
— Muito, mãe. É a melhor coisa que já me aconteceu na vida.
— Fico feliz, meu amor. Agora vamos esperar sua irmã se recuperar. A gente goza mais rápido, mas mesmo assim, você tem que ter paciência e esperar. A paciência vai te dar mais prazer do que você imagina.
Adoro essa sabedoria da minha mãe, parece uma verdadeira expert em sexo. Ela serve mais duas taças e a gente brinda com o espumante por essa façanha de ter feito as duas gozarem com maestria, e isso eu devo à minha mãe, que sempre se preocupa em me educar da melhor forma.
— Como tá, meu amor? — pergunta pra filha enquanto ela se senta de novo na mesa com o corpo brilhando de suor.
— Maravilhosa!, nunca tinha tido um orgasmo assim — completa, olhando nos meus olhos em seguida. Grande sorriso.
- Genial, Carla, isso significa que o Nacho fez um bom trabalho… acho que devemos dar a recompensa dele, não é?
Essa frase da mamãe e a confirmação da minha irmã só indicam que chegou minha vez, meu momento tão esperado em que vou receber prazer dessas duas gostosas que me deixam louco. Não tenho consciência do que vai acontecer, só sei o que é isso pelos filmes pornô que devoro no meu computador, mas agora… Agora eu sou o protagonista!
- Preparado? - pergunta mamãe enquanto me convida a colocar minha bunda na beirada do sofá e meu pau em riste para ser atendido pelas duas mulheres que se ajoelham aos meus pés.
Claro que estou preparado, nem precisa falar, e é que estou esperando esse momento tão desejado que não consigo acreditar que vai rolar de imediato.
A mão da mamãe começa a me punhetar devagar, fazendo o tamanho do meu pau crescer entre os dedos dela enquanto cada sacudida fica mais intensa.
- Viu que maravilha, Carla? - pergunta mamãe orgulhosa, balançando minha vara.
- Sim, tá enorme. - acrescenta a outra, me dando um sorriso safado.
- Agora é a hora de você sentir que ele tá pronto. - diz mamãe de repente, com o corpo da filha dela pelado colado no dela, bem atenta a cada instrução. - Verifica como ele tá duro.
A mão de Carla assume o controle e eu sinto de novo a maciez dos dedos finos dela, com unhas compridas, que estão segurando firme meu mastro duro. Me sinto no céu.
- Sente a tensão e os espasmos que ele dá? - acrescenta nossa professora experiente.
- Sim, tá no talo.
- Então é o momento exato pra ele receber sua boca.
Não consigo acreditar no que estou ouvindo da boca da nossa mãe. Ela tá mandando a Carla chupar meu pau ali e naquele instante, não é brincadeira, não. É um sonho, é totalmente real... Uau, que momento!
Minha irmã sorri e parece empolgada com essa ideia. Naquele momento, ela abaixa a cabeça, pronta pra chupar meu pau, mas bem na hora em que os lábios dela vão bater na cabeça dura da minha glande, mamãe a segura... Nãooooo...! - grito pra dentro de mim, preso numa tensão acumulada.
- Espera, querida, primeiro dá beijinhos na ponta, em todo o comprimento, senão ele vai gozar num segundo e não é isso que a gente quer. - completa a instrutora. - é importante que você faça um bom trabalho, como ele fez com a gente.
Carla obedece de novo e sinto os lábios dela pousarem na ponta da minha glande, dessa vez sem freio, aquilo é supremo, divino, maravilhoso, depois a língua dela percorre todo o falo até chegar nas minhas bolas. Ela faz como as garotas que eu vejo nos sites pornô da internet naqueles vídeos que eu tanto gosto, mas a realidade supera a ficção, não só porque minha irmã tá beijando e lambendo meu pau, mas porque a imagem é muito mais foda que qualquer filme. Quero que o mundo pare nesse instante!
Os olhos das duas garotas se encontram em algo que parece combinado e Carla enfia uma das minhas bolas na boca dela enquanto segura meu pau entre os dedos, me encarando nos olhos, esperando ver minhas reações. Nunca imaginei isso e a sensação é ainda mais alucinante. Os lindos olhos de Carla me olham brilhando enquanto a boca dela prende minha bola esquerda.
Que loucura! - já não sei se isso sai da minha cabeça ou da minha boca, quase não consigo coordenar meus movimentos, minhas sensações...
Depois a língua dela vai subindo pelo tronco até pousar na glande sem parar de me encarar nos olhos, em umas instruções que parece ter bem aprendido, pra depois abrir a boca e enfiar toda a cabecinha entre os lábios. A língua da minha irmã brinca com meu pau, caprichando no freio, dando lambidas por todo lado. Mamãe sorri orgulhosa. Ainda dá tempo de tirar uma foto da ponta da minha pica enfiada na boca da filha dela. Depois larga o celular e, acariciando a cabeça da aluna, faz com que ela pare por um momento de me chupar, o que significa que é ela quem assume o lugar, aproveitando pra dar instruções de onde colocar os dedos, como posicionar os lábios, como trabalhar com a língua... A boca da mãe é tão experiente que sinto na hora a diferença da filha, e não que a garota fizesse mal, mas é que a mãe consegue me dar ainda mais prazer em cada lambida. Se continuar assim, com esse tesão e essa habilidade, vou explodir em pouco tempo. Ela percebe claramente a proximidade do orgasmo e tira minha pica da boca, piscando um olho, pra indicar à filha como continuar.
— Olha, além de lubrificar ele mesmo, você tem que colocar mais saliva, viu?
Em seguida, a mãe solta um fio com uma boa porção de saliva que cai como uma cascata suave na minha glande, e depois espalha com a língua. Porra! Minha irmã copia a mãe, fazendo exatamente a mesma coisa, e me olha brincalhona enquanto sinto a saliva dela escorrer dos lábios até a ponta do meu pau, que tá prestes a estourar. Carla chupa a ponta e depois a mãe segura o queixo dela pra trocar saliva, meus próprios fluidos e um beijo intenso que as duas dão ajoelhadas aos meus pés. A mãe beija a filha sem parar de me punhetar, mas consegue me manter nessa tensão perfeitamente, sabendo como me deixar no limite sem explodir.
Ver duas gostosas se beijando enquanto uma bate punheta pra você não tem preço. Mas se isso já era sublime, o fato de que, numa piscada combinada, as duas enchem as línguas de saliva e passam pelos lados da minha pica, da ponta até a base e vice-versa, é algo muito difícil de descrever.
Depois vão se alternando, e enquanto uma enfia a ponta na boca, a outra lambe minhas bolas, ou enquanto uma dá mordidinhas por todo o comprimento, a outra brinca com a língua no meu frênulo. Que maravilha!
Se alguma vez sonhei que duas mulheres chupam meu pau ao mesmo tempo, nunca pensei que fosse acontecer no dia do meu aniversário, e muito menos que elas fossem minha mãe e minha irmã.
As duas mulheres se enfiam no meu pau e continuam chupando sem parar. Que imagem! As duas caras delas lá embaixo, tão gostosas, com os lábios inchados, os olhos brilhando, peladas… Isso é foda. Olho pra mesa e vejo que a câmera ainda tá gravando, sem dúvida isso vai ser o melhor filme da minha vida.
Minha mãe se afasta um instante e acaricia meu peito, me olhando na cara, que deve estar desfigurada, enquanto Carla continua chupando e chupando meu pau sem descanso.
— Nacho, querido, tenta não gozar ainda, aguenta, campeão. — me incentiva a prof.
— Não sei se vou aguentar muito. — respondo entre suspiros.
— Quanto mais você segurar, mais prazer vai sentir depois. Entendo que você nunca imaginou ter duas mulheres chupando seu pau assim, mas tenta se controlar, pensa em outra coisa e depois o prazer vai multiplicar.
Mas como é que eu vou pensar em outra coisa se tô vendo Carla lambendo minha glande, minhas bolas e com a língua percorrendo todo o comprimento do meu pau, enquanto mamãe vai se alternando com ela, em chupadas, mordidinhas, lambidas, sugadas…? Eu só consigo repetir:
— Deus, Deus, Deus!
Elas se beijam de vez em quando e voltam ao ataque no meu pau, alternando as chupadas ou trocando de boca. Enquanto uma chupa meu pau, a outra morde meu mamilo, depois quando uma lambe todo o comprimento da minha vara, a outra passa a língua em círculos na ponta.
— Coitadinho, acho que ele não aguenta mais — diz Carla de repente quando vê minha cara desfigurada tentando não soltar toda a pressão acumulada.
— Ele tem que aguentar — insiste mamãe, convicta. Agora, filha, tenta engolir ele inteiro.
— Mas… — interrompe a outra — é muito grande.
— Abre devagar a boca e adapta toda sua boca e a garganta, suavemente, e imagina que você engole algo devagar, como fizemos outro dia com a banana. Lembra?
Elas me surpreendem de novo, porque ensaiaram até um boquete com uma banana. Tô alucinando por uns momentos.
Mãe, depois de falar essas palavras, coloca em prática as teorias dela e enfia meu pau na boca, colocando a língua por baixo. Em seguida, vai deslizando os lábios até que todo o meu membro entra na garganta dela. Os lábios dela esticam, se abrindo no meu pedaço enorme de carne. Não acredito! Meu pau desapareceu dentro da boca da mamãe! Tá completamente dentro!
Suspiro quando mãe tira a boca de repente, e um fio grosso de saliva acompanha essa saída da garganta dela, misturado com meus próprios fluidos.
— Agora você, querido — convida minha irmã, ofegante e soltando uma boa porção de saliva.
Claro, ela segue os passos, primeiro dando várias chupadas seguidas, me fazendo ver o céu. Depois, enfia a cabeça e uma boa parte do meu pau, vendo a boca dela se abrir devagar, exatamente como foi ensinado. Os lábios dela ficam mais finos, se adaptando a essa nova largura. Tira a boca por um momento, pega uma boa bocada de ar e tenta de novo. Outra vez, a boca dela se agarra e agora vai mais fundo, quase três quartos. Tira a boca e um fio de saliva se junta à minha cabeça. Ela me olha… é maravilhoso ver esse sorriso e essa boca que tá me chupando como os anjos. Terceira tentativa, e agora até que um suspiro grande sai do nariz dela pra pegar ar, e depois enfia quase inteiro, mesmo sem ter conseguido igualar a professora dela, eu vejo estrelas enquanto ela tira a boca entre engasgos.
— Devagar, filha… — orienta a mentora dela. — Não se obceca, isso é questão de prática.
Carla limpa a saliva dos lábios, sorri pra mim de novo e engole meu pau de volta, enquanto mãe cuida das minhas bolas. Quando as duas me olham, eu quero morrer de prazer, aquela imagem dos olhos dela fixos nos meus, que às vezes não consigo evitar fechar, mas quero continuar olhando como elas dividem minha pica, mesmo sabendo que não vou aguentar por mais tempo, apesar de tentar ao máximo atrasar minha gozada.
— Não aguento mais — falo entre bufadas.
Mamãe separa a boca da Carla da minha pica e, assim que faz isso, aquele pau duro fica ainda mais tenso e o orgasmo chega quase sem controle. O primeiro jato vai direto na cara da minha irmã, batendo numa das sobrancelhas dela e parte da testa; o segundo vai direto no queixo dela, bem perto da boca; o terceiro jato a mamãe direciona pra própria boca dela, entrando grande parte daquele líquido branco e grosso que pousa na língua dela. Os últimos vão pras tetonas dela, deixando ela toda melada. Dá pra ver que elas estão entre nervosas e eufóricas por terem me feito gozar daquele jeito.
— Que quantidade!.. — diz Carla, catando com os dedos a porra que já caiu na pálpebra esquerda dela, piscando o olho e sentindo uma certa coceira.
Mamãe está saboreando o sêmen que caiu nos lábios e na língua dela. Fico de cara, porque ela engole sem reclamar; em seguida, com a própria língua, recolhe a grande quantidade de porra que caiu na sobrancelha da minha irmã. A do queixo ela pega com os dedos e oferece pra Carla, que fica me encarando. Tô feliz pra caralho vendo aquela cena, mas quando ela segura o pulso da mamãe e começa a chupar os dedos dela de um jeito tão safado, isso faz minha pica dar um pulinho e meu coração voltar a bater forte. As duas engolem tudo, sem deixar nada.
Quase morri vendo aquilo, minhas duas garotas amadas, depois de me fazerem o boquete dos meus sonhos, estão devorando minha porra, dividindo e curtindo.
Me jogo no sofá recebendo carícias das minhas duas garotas pelo corpo todo. Fecho os olhos, assimilando completamente essa maravilha que tô vivendo e que ainda não acredito.
CONTINUA…
TODOS OS PERSONAGENS SÃO MAIORES DE IDADE E ESTA HISTÓRIA NÃO É MINHA, SÓ QUERO COMPARTILHAR COM A COMUNIDADE PORINGERACAPÍTULO ANTERIOR:http://www.poringa.net/posts/relatos/2962285/Mi-madre-mi-hermana-y-la-fiesta-de-cumpleanos-4.html
CAPÍTULO 4 (Que não pare a festa)
Será que é verdade que isso tudo não passa do começo? Já nem sei se consigo alucinar mais…
Mamãe se aproxima de mim, tira minha mão do meu volume pra me dar prazer diretamente com a dela. Agora não se limita a passar os dedos pelo comprimento, mas agarra aquele pau e esfrega e aperta com toda a vontade. Depois me beija do mesmo jeito que fez com a Carla. Quase caí de costas. Nossas línguas se cruzam, nossos lábios se perseguem e nossas salivas se trocam num amasso delicioso. Eu tenho que me segurar na bunda dela e aproveito também pra amassar aqueles peitões enormes. Sem soltar o abraço, ela diz:
— Agora é a nossa vez de descobrir nosso presente. Passa a câmera pra sua irmã.
Carla, que continua imóvel e completamente pelada no centro do quarto, demora pra reagir. Acho que tá na expectativa do que vai descobrir se eu ficar nu igual a elas. Mamãe coloca as mãos na minha cueca, pronta pra baixar, do mesmo jeito que eu fiz há alguns minutos com as calcinhas delas, e eu me afasto involuntariamente pra trás, ainda meio sem graça.
— Schssss. — Ela coloca o dedo adornado com uma unha compridíssima no centro dos meus lábios e, com certeza, não aceita um não como resposta.
Nesse momento, um monte de pensamentos passa pela minha cabeça, mas o mais óbvio é que minha mãe vai me deixar pelado ali mesmo, na frente dela e da minha irmã, que eu observo e admiro de novo com aquele corpo perfeito. Ela tá sorrindo, sem dúvida quer ver a mamãe em ação e, claro, eu todo nu.
Olho pra minha mãe, pelada na minha frente, pra admirar de novo aquelas curvas e aquele corpo tão bem proporcionado, e alucino mais uma vez. Igual à Carla, que é impressionante vestida, mas pelada é uma deusa. Mamãe agarra minha cueca e, devagar, vai deslizando pelos meus quadris. Viro a cabeça de novo pra Carla, que tá observando atentamente toda a operação. Ela tá intrigada pra ver o que se esconde debaixo da minha única peça. prenda, embora a verdade é que tem pouco pra esconder.
− Caralho! - mamãe pula ao ver que meu pau saltou na frente do nariz dela como uma mola. Tá bem duro, grande e mais ereto do que nunca.
A visão de ter minha mãe ali agachada, com as coxas abertas, a buceta dela enfeitada com uma tirinha de pelinhos bem aparados e esses peitões que roçam levemente minhas pernas fazem meu pau dar um pulo diante do olhar atento dela.
Vejo que a Carla ficou paralisada sem tirar fotos, tapa a boca com a mão, acho que ninguém imaginaria que esse momento chegaria, nem elas mesmas, mesmo tendo planejado tudo nos mínimos detalhes.
Agora mamãe se levanta e observa meu pau que aponta quase quarenta e cinco graus na direção desses peitos lindos que me deixam alucinado. Ela molha os lábios sem tirar os olhos do meu brinquedo duro. Depois dá a volta em mim e examina meu corpo inteiro, reparando em cada detalhe, olhando meus peitorais, minha bunda, meu pau...
− Viu, Carla, como teu irmão é gostoso? - pergunta pra filha, que responde com um aceno de cabeça.
Mamãe fica na minha frente e solta um suspiro de admiração, principalmente pro meu pau pulsando. Ela vai se aproximando devagar. Primeiro os peitos dela batem no meu peito, depois meu pau duro no umbigo dela e em seguida sinto a buceta quente dela mais embaixo, roçando a parte de cima da minha coxa esquerda. Ela me agarra pelo pescoço e me beija, como a gente fez antes, com toda a paixão. Minha mão vai pra bunda dela, adoro estar assim, é como estar no céu, tenho certeza. Meu pau pulsa entre nossos corpos e ela sente a dureza. Ouço ela ronronar enquanto nossas línguas brincam dentro e fora das nossas bocas.
− Meu filho, que pau você tem!, vai enlouquecer mais de uma. - ela sussurra no meu ouvido.
Depois olha pra Carla, que tá segurando o celular com uma mão fazendo um vídeo e com a outra se tocando levemente a bucetinha. Ela tem que estar com o tesão lá em cima, igual a mim.
— Vem cá, filha, chega mais!
Carla larga a câmera de novo e vem na nossa direção. Mamãe pega no meu pau com a mão dela, o que me faz soltar um suspiro baixinho.
— Viu que coisa mais gostosa, Carla? — ela diz.
— Sim. — responde minha irmã sem tirar os olhos do meu pau, que tá durasso.
— Finalmente você vê ele ao vivo. É como você imaginava?
— Acho que é maior — minha irmã completa, e depois me olha nos olhos enquanto eu percorro toda a anatomia linda dela.
Me sinto sortudo por tê-las, mas também orgulhoso por elas verem minha ferramenta grande e bonita… Sempre achei ela bem normal, mas o fato de duas mulheres tão especiais admirarem teu pau assim faz a gente se sentir mais que feliz.
— Então, o que você acha? É bonito, né? — ela pergunta pra minha irmã, puxando a pele pra trás devagar e deixando a cabeça do meu pau aparecer.
— Sim. — Carla responde, molhando os lábios com a língua.
— E o teu irmão parecia que tava esperando esse momento, porque raspou tudo — ela completa, passando os dedos no meu púbis e nas minhas bolas, tudo lisinho, me fazendo tremer.
Carla sorri ao ver meu constrangimento, e mamãe não para de acariciar meu pau com muita suavidade. É tipo uma punheta em câmera lenta que me deixa louco.
— É maior que o de plástico, né? hahaha... — minha mãe fala de repente, sem soltar meu pau.
— Sim, muito maior!… — a outra confirma.
— De plástico? — pergunto confuso.
— Sim, querido, a Carla experimentou um consolo que eu dei pra ela. — mamãe fala com a maior naturalidade do mundo.
— Um consolo?
— Sim, — mamãe continua, sem parar de acariciar minhas bolas e o comprimento do meu pau, que continua dando espasmos. — ela ganhou o presente de aniversário dela, esse foi o adianto, um pau de plástico, que ela já se apegou… hahahaha.
— Mamãe! — Carla protesta, envergonhada, mas sem tirar os olhos do meu pau. Riste.
— É verdade, filha, no começo você teve um pouco de dificuldade, mas desde que conseguimos te desvirginar, agora é seu brinquedo favorito, não é?
Não sei se a mamãe está meio bêbada ou se o bêbado sou eu, porque não acredito no que estou ouvindo da boca dela nem em tudo que está acontecendo nesta noite mágica. Olho pra minha pica e vejo que a mamãe continua agarrada nela, como se não quisesse soltar nunca. Mas ainda é difícil pra mim aceitar que a Carla usou um vibrador pra perder o hímem e que está brincando com esse negócio há um tempão. Acho que minha pica vai explodir a qualquer momento.
— Quer tocar nela? — a mamãe pergunta pra Carla, apontando pra aquela barra de carne que balança entre os dedos dela.
Minha irmã me olha, como se estivesse pedindo permissão, e eu pareço estar implorando pra ela fazer isso logo, não queria nada mais naquele momento. Quando a mamãe solta minha pica, ela quica como se fosse uma catapulta, e a Carla fica perplexa com aquele movimento. Vejo ela pelada na minha frente e ainda não acredito. Minha linda irmã vai me bater uma punheta!
— Pega nela! — incentiva a filha, que ainda está indecisa.
A ordem da mamãe não demora mais, e a mão da minha irmãzinha finalmente envolve minha pica. Porra, que sensação mais alucinante! Adoro sentir os dedos finos dela apertando ela. Sem dúvida, ela deve sentir a pulsação, e eu quero ficar assim pra sempre. Minha mãe sorri vendo minha cara e a da filha dela, que agora balança suavemente meu pau duro. Os dedos da Carla são mais longos e finos que os da minha mãe, e eu adoro esse calor que sinto no meu cilindro ereto.
— E aí, como é que tá? — comenta a mamãe.
Não sei se a pergunta é pra mim ou pra Carla, mas nós dois respondemos ao mesmo tempo.
— Bem!
— Kkkkkk... já vi que não desagrada nenhum dos dois. — completa nossa professora de sexo improvisada.
Nós três pelados no meio da sala, e o celular gravando um vídeo apoiado na mesa. Já tô doido pra ver. Mas não quero me mexer daqui. essa posição. Nesse momento, mamãe pega o pulso de Carla e começa um movimento oscilante que faz meu pau se mexer numa punheta monumental, proporcionada pelas minhas duas garotas.
− Vê como a pele se move pra trás? - ela indica, instruindo-a nessa nova tarefa.
− Sim. Fica mais duro quando eu mexo. - minha irmã acrescenta.
− Claro, já te disse que é isso que excita eles. O que você sente masturbando seu primeiro pau? - ela pergunta de repente.
− Me sinto estranha.
Eu também estou, mas sem acreditar que as duas estão me tocando. Enquanto Carla me bate uma lentamente com seus dedinhos finos, a outra acaricia minhas bolas e as massagens com doçura. Se isso é um sonho, não quero acordar!
− Olha a glande, vê que linda, como brilha. Eles gostam que você acaricie assim com o dedo e roce o freio aqui, tá vendo?
− Sim.
− Depois, você estende os dedos pelo comprimento e também tem que acariciar os ovos deles, isso adoram, né, querido? - ela me pergunta sem parar de acariciá-los.
− Sim! - respondo com dificuldade, extasiado ao sentir a mão de Carla acariciando as partes mais sensíveis do meu membro.
Olho pra ela e vejo que tem as bochechas vermelhas e um brilho nos olhos que me encanta. Suas pernas juntas, tão longas, estão tão perto de mim... O peito dela se move agitado numa respiração acelerada.
− Ahhh! - solto um gemido forte quando Carla pega o ritmo e me bate uma com gosto. Meu coração sai pela boca direto ao sentir os dedos delicados da minha irmã em volta do meu pau, me masturbando cada vez mais rápido. Ela tá gostando desse movimento e eu, nem se fala.
− Sobe e desce, devagar, vai mais devagar ou ele vai gozar num piscar de olhos - mamãe explica.
É verdade, se minha irmã continuar nessa empolgação, eu gozo num segundo. Então ela obedece, me olha nos olhos por uns instantes e depois fica com a vista fixa nessa ferramenta minha que continua cheio de tesão. Ela desvia o olhar de novo pros meus olhos e nós dois curtimos aquele momento porque, inevitavelmente, a gente se sorri.
Mamãe acaricia minhas coxas enquanto continuo sendo punhetado pela minha outra garota, que se esforça nisso mesmo sem ter experiência. A verdade é que ninguém antes, além de mim, tinha tocado na minha pica. Ela faz devagar, observando como minha cabeça aparece e desaparece a cada movimento.
— Finalmente você tem uma pica na mão, o que achou? — pergunta mamãe pra filha dela.
— Tô gostando… muito! — responde nervosa, e as duas riem.
Depois mamãe me olha com aqueles olhões e aquele sorriso, com aquele jeito de mãe e ao mesmo tempo cara de tesão, pelo menos é o que me parece.
— Sabe, filho? Sua irmã tava morrendo de vontade desse momento. Tava tão nervosa pra chegar que agora parece que não acredita. Acho que nem você.
— É.
— Você deve ter notado ela estranha esses dias, bom, eu também, porque tava nervosa com tudo isso. E agora você tá descobrindo o que um homem e uma mulher devem sentir… bom, duas mulheres e um homem, hehe.
— Ainda não tô acreditando. — respondo.
De novo as duas riem, e é verdade, não acredito que tô nessa situação nem que elas tão tão excitadas e nervosas quanto eu naquele momento.
Eu me sinto orgulhoso, claro, e como eu disse, meu pau não é nada demais, é normal, mas acho que pra ver pela primeira vez, ela deve estar alucinando, igual eu vendo esses corpos esculturais nus do meu lado.
— Assim, amor, devagar, você tá indo muito bem — vai instruindo nossa professora do prazer pra filha dela.
Eu tô no paraíso por ter essas mulheres do meu lado participando desse trio mágico, que eu nunca sonhei viver na vida real.
Da ponta da minha pica sai a primeira gota de líquido pré-seminal, que Carla observa atentamente, meio surpresa, depois olha pra mamãe que, com toda naturalidade, aproxima os dedos na minha cabeça pra apertar de leve, e a gota vai crescendo pra virar uma boa porção de líquido transparente que agora se depositou entre os dedos dela. Carla continua descendo e subindo a pele do meu prepúcio bem devagar, sem parar de olhar pro meu pau e pros dedos melados da mãe.
— Olha, isso significa que o homem tá preparado e totalmente lubrificado, igual acontece com você quando fica excitada. — explica a mãe.
Depois ela passa o polegar na ponta e aperta junto com a mão da Carla por baixo da glande, fazendo sair mais daquele líquido transparente. A mãe recolhe com a ponta dos dedos e começa a brincar com aquela meleca viscosa que passa de um dedo pro outro.
Aí, a Carla solta meu membro de repente e ele balança pra cima e pra baixo ao parar de sentir aquela mão doce. O motivo é que ela quer dividir com a mãe o líquido que saiu de mim segundos antes. As duas ficam passando entre os dedos. Aquela visão, pra mim, é maravilhosa.
— Tá vendo que grosso? Prova, vai ver que gostoso. — sugere minha mãe com naturalidade.
Minha irmã fica enrolando no começo, mas quando a mãe chupa um dos dedos dela e faz com tanto tesão, entende que tem que participar e provar aquele fluxo cristalino. Carla aproxima a ponta da língua de um dedo da mãe e chupa devagar, me fazendo tremer ao ver como estavam saboreando daquele jeito tão sensual. De repente se abraçam e compartilham agora aquele elixir entre as bocas, me deixando ainda mais pasmo. Elas chegam bem perto de mim, dá pra sentir o calor delas, e continuam com as línguas brincando pra fora das bocas, transferindo o líquido misturado com a própria saliva, aquilo me enlouquece. Acaricio a cabeça das duas em sinal de agradecimento.
A mãe então segura meu pau e oferece pra filha, que pega o bastão com prazer, enquanto a primeira acaricia minhas bolas me olhando fixo nos olhos. Aproximo minha boca da dela e sinto de novo os lábios da mãe, dessa vez mais quentes e com o gosto misturado da boca dela, da minha, da minha irmã e do Poção que segundos antes compartilharam. Sinto a tensão que mostra que estou excitado demais, quase explodindo. Minha mãe, a professora expert em sexo, percebe na hora e tira a mão da Carla do meu pau. Ela franze a testa como se tivessem tirado um doce dela. Eu também fico na vontade, claro, porque adoraria continuar sentindo os dedos da minha garota divina me acariciando sem parar.
− Temos que parar um instante, querido, senão seu irmão vai gozar - ela avisa pra mamãe.
Porra, era exatamente o que eu queria, mas parece que os planos da mamãe são outros.
− Calma, filho, depois você solta tudo que tem aí dentro - ela completa, acariciando meus ovos com carinho.
Sinto a boca dela de novo na minha e me sinto plenão, esperando que esse momento chegue logo.
− Venham, vamos sentar um pouco no sofá e tomar mais uma dose, assim a gente relaxa. Entendo que vocês estão confusos, excitados, estranhos… e de quebra a bateria do celular carrega.
Carla vai pra cozinha pegar outra garrafa, porque a anterior durou dois assaltos. Acho que bebemos demais. Ver ela andar pelada é um espetáculo, e a música é o som dos saltos dela no assoalho de madeira. Ela vira antes de entrar na cozinha. Parece que sabe que estou olhando.
Mamãe senta do meu lado e eu observo o corpo dela com mais atenção. Essas tetonas, as curvas harmônicas, a buceta tão linda. Ainda não acredito em tudo que está rolando. Ela passa a ponta dos dedos suavemente no meu pau, da cabeça até o meu púbis depilado. Acho que ouço ela gemer quando faz isso, e eu, claro, quase sem conseguir respirar.
− Tá bem, querido? - ela pergunta, dessa vez acariciando meu peito de leve.
− Tô, mas muito excitado.
− É normal, querido. Mas não quis que você gozasse ainda. Uma coisa que você precisa aprender desde o começo é a não gozar nunca antes da sua mina. Lembra que é ela quem vem primeiro, entende o quanto isso é importante?
- Claro, mas é que agora não sei se vou conseguir me segurar e…
- Eu sei, meu amor. Não tô falando que é fácil, por isso quero que você vá aprendendo. É normal que você se descontrole.
- E agora, tô indo bem?
- Tá indo perfeito, gato, e quero que isso seja muito especial pra você. Mas nunca, nunca esqueça que primeiro você tem que excitar sua parceira ao máximo. Nunca deixe uma mina na mão. Hoje quero que vocês dois aprendam a controlar seus corpos e saibam dar e receber prazer. Um dia vocês vão me agradecer.
Claro que esse dia é especial, mas será que vai ficar só nisso? A partir de hoje, ninguém vai esquecer tudo que tá rolando, e não sei se isso é bom ou ruim. O importante, vendo o tesão dela, é que eu curta.
- Você vai aguentar, né, meu amor? - ela fala de novo, passando a ponta dos dedos de leve no meu pau. Arrepio todo quando sinto eles na minha cabecinha.
- Não prometo, mãe. - respondo meio sem fôlego.
Carla sai da cozinha de novo, mas minha mãe não tira a mão. Ela fica olhando pra gente, toda extasiada. E eu, ao mesmo tempo, vendo ela se aproximar. De novo, posso curtir o balanço daquela cintura chegando perto, sorrindo, com os peitos balançando e aquela bucetinha raspada. Porra, minha irmã é sensacional. Que puta raba que ela tem!
- Senta do lado do seu irmão, gata. - manda a mãe.
Depois de servir as taças e dar um gole cada um num brinde, fico sentado no sofá com essas duas gostosas. Mamãe larga a taça e conversa com minha irmã enquanto eu acaricio o mamilo dela, bem perto do meu rosto.
- Tava contando pro seu irmão que é importante ele saber se controlar e não gozar, se antes não tiver deixado ela excitada. Por isso, acho que ele precisa aprender a controlar o corpo primeiro. - ela completa, fazendo dois ou três movimentos no meu pau.
− Eu tô excitada. - Carla acrescenta, caso ainda houvesse alguma dúvida.
Reparo na bucetinha dela e vejo que brilha extraordinariamente, o que indica que a excitação dela é real. Adoro vê-la assim, com os pezões duros, as bochechas coradas, os olhos brilhando e a xota encharcada.
− Agora, filho, você vai conferir de pertinho. - mamãe completa.
Mesmo ficando com vontade de que continuassem me punhetando, não desgosto da ideia de admirar as bucetas delas de perto. As duas sentam juntas na mesinha de madeira que está na frente do sofá e, na minha frente, abrem as pernas, me oferecendo a imagem impactante de duas lindas xotas. Quando eu imaginaria ter duas gostosas tão perto, com as pernas totalmente abertas e só enfeitadas com seus saltos altos? Mamãe me convida a me ajoelhar e observar cada uma das respectivas bucetas. Nunca tive a oportunidade de ver uma, e muito menos duas, tão de perto.
− Vem, chega mais, querido - ela me convida a começar pela dela.
A buceta da mamãe é encorpada, com uns pelinhos muito bem aparados ao redor da vulva. Os lábios maiores dela se destacam, deixando à mostra umas dobras que me lembram uma flor.
− Toca, meu amor! - ela me convida.
Aproximo meus dedos trêmulos diante dessa visão impactante e os pouso levemente sobre o púbis dela. Começo a acariciar esses lábios que são macios, tenros e quentes. Olho nos olhos da mamãe, e ela confirma com a cabeça que estou indo bem. Então minha mão se abre caminho naquela parte que esconde a bucetinha dela, e ela me ajuda abrindo mais com os dedos, esticando para cada lado. Aí surge diante dos meus olhos algo parecido com as portas do paraíso. Uma ppk rosada, aberta, suculenta, com um brilho espetacular e um buraquinho tentador. Meus dedos pousam ali e, quando olho para cima, mamãe fecha os olhos levemente. Acho que ela gosta. Então lembro do botãozinho e procuro por ele, aproximando ainda mais meu rosto dessa ppk a apenas Uns dez centímetros, vejo que no alto dos lábios dela esconde uma espécie de bolinha rosa e acho que é esse o gatilho, porque assim que passo a ponta dos dedos, mamãe começa a gemer. Ela segura meu pulso e com esse gesto indica pra não continuar tão direto ou ela vai gozar na hora.
− Você gosta, Nacho? - ela me pergunta.
− Muito, mamãe. É lindo.
− Obrigada, filho. Lembra que essa parte é muito sensível e você tem que ir devagar, primeiro certificando que a mulher em questão está excitada.
− Mas vocês estão. - afirmo com segurança.
− Claro, mas mesmo assim você tem que ir devagar, nunca se adiantar, até que ela praticamente mostre todos os sinais de que está pronta. Você precisa ter certeza. Tá vendo como está inchado? Tá sentindo? - ela diz e em seguida pega minha mão e leva de volta pra vulva inchada dela.
− Sim, tá inchado. Muito.
− Essa é a primeira evidência. Depois os mamilos, certifica que estão duros, até meio ásperos.
É um convite pra eu beliscá-los e eles estão realmente rígidos. Adoro apalpar eles e sentir essa dureza entre meus dedos. Por um momento olho pra Carla, que está sentada do lado da mamãe, e noto a respiração ofegante dela. Sem dúvida ela tá super tarada esperando a vez dela.
− Depois você passa o dedo na rachinha e confere que está lubrificada. Tá sentindo? - continua com as explicações minha mãe.
− Assim? - pergunto passando meu dedo pela bucetinha macia, fazendo ela soltar um suspiro.
− Assim, meu amor, você tá indo muito bem. Agora mexe em tudo, menos aqui - ela acrescenta apontando pro clitóris dela.
− Tô fazendo certo? - pergunto de novo, alucinado, enquanto acaricio os lábios dela e toda a rachinha ensopada.
− Sim, filho, assim, mas bem suave, não aperta... Agora chega perto pra sentir o cheiro.
− Tem um cheiro maravilhoso, mamãe. - digo quando percebo aquele aroma com meu rosto a poucos centímetros daquele lugar.
− Grava isso, querido, esse é o cheiro de uma mulher excitada.
− Sim, é bem forte. Claro, a gente exala aquele cheirão tão característico quando tá excitada. Agora, cê tá pronto pra chupar?
— Sim — falo, arregalando os olhos, sem acreditar direito.
— Vai fundo, meu amor. Faz isso.
Então crio coragem e aproximo meu rosto ainda mais. O cheiro me embriaga de novo, igualzinho a mãe fala, é um aroma indescritível, de mar, de paraíso, de mulher… Minha língua se aproxima e dou a primeira lambida naquela bucetinha que a mãe recebe com outro gemido mais intenso que o normal, acariciando meu cabelo em sinal de aprovação. Levanto os olhos pra ver minha irmã, e ela tá com uma mão se tocando na própria buceta e a outra num dos peitos. Naquela hora, queria ter quatro mãos, duas bocas, duas línguas, pra satisfazer as duas. A mãe aperta minha cabeça de novo pra eu não me distrair, e eu me entrego de vez, lambendo outra vez o comprimento daqueles lábios grandes, também os pequenos, e meus dedos brincam entrando e saindo daquela gruta tão aberta e gostosa. Ouvir ela gemer a cada lambida que eu dou é o melhor presente que posso ganhar, porque entendo que tô mandando muito bem. Os sucos dela se misturam com minha saliva, e percebo que a mãe tá cada vez mais molhada. O gosto vai mudando, além de quente, sinto levemente salgado e bem grosso na minha língua, no céu da boca. Outra lambida bem perto do botãozinho, e um segundo depois um roçar direto naquele clitóris que se mexe ao contato com minha língua. Aí a mãe não aguenta mais, prende as pernas no meu rosto e goza entre suspiros, gemidos e uma respiração ofegante.
— Que filho maravilhoso, cê mandou superbem! — fala ela, finalmente, depois de se recuperar, sem parar de acariciar meu cabelo.
— Sério que fiz direito? — pergunto, mesmo sabendo a resposta no fundo.
— Nota dez. Aprendeu direitinho. Agora é tua vez de praticar com sua irmã, igual fez comigo. Faz ela gozar gostoso, meu bem!
Não hesito nem um segundo e, depois de sair de entre as coxas da mãe, me ajoelho. entre os da minha irmãzinha linda, que parece estar esperando. As pernas perfeitas dela estão bem abertas e um pouco trêmulas, prontas pra receber minhas carícias. Quero viver esse momento e fazer durar o máximo possível, porque com a mamãe foi curto demais. Começo a acariciar as coxas dela, aquela maciez suave e delicada da pele, pra depois deslizar pela parte interna e me demorar na virilha.
Quando levanto o olhar, vejo o corpo nu da mamãe, que está em pé nos gravando com o celular. Ela sorri pra mim e pisca um olho.
Continuo animado no meu trabalho, esticando a mão direita que sobe pela barriga lisa da Carla, brincando levemente com o umbigo dela e depois agarrando um dos peitos redondos pra acariciar e sentir aquela suavidade tão gostosa. O mamilo roça duro entre meus dedos, sinal claro da excitação dela, como a mamãe tinha dito, e continuo brincando com as pontas dos dedos, sentindo aquela maciez tão nova pra mim. Ela suspira. Então minha outra mão descobre aquela buceta toda depilada, reparando que é bem mais fechada do que a outra que acabei de devorar. A pele dela é ainda mais lisa e sem pelos, a rachinha aparece perfeitamente. Vejo que os lábios maiores quase não se destacam, igual os da mamãe, mas o comprimento da vulva também brilha num tom rosado. Abro um pouco mais aquela xereca tão bonita e descubro o buraquinho bem menor.
Olho nos olhos da Carla, e ela está me encarando fixamente com um brilho fora do normal. As mãos dela se agarram na mesinha como se quisesse não cair diante do que está por vir. Não consigo evitar aproximar minha língua pra roçar aquela rachinha fechada tão linda, e quando encosto, minha irmãzinha solta um suspiro longo. Eu não dou conta: entre os peitos dela, as coxas, as panturrilhas, os quadris, e me esforçando com a língua pra explorar as dobras desde a virilha até aquele buraquinho tão apertado que aparece a cada lambida. Mal toco um pouco no botãozinho, que também é bem menor que o da mamãe. Carla entra em êxtase, acariciando meu cabelo como minha mãe fez antes, e curtindo um orgasmo que quase a pega tão de surpresa quanto a mim. Minha alegria foi pro saco, porque, mesmo querendo fazer durar por muito tempo, minha irmã goza com minha cabeça presa entre as coxas dela, minha língua recebendo todos os sucos deliciosos enquanto acaricio uns peitos que me parecem divinos. Minha irmã está em transe, o corpo todo tremendo, a pele arrepiada, os bicos durinhos como pedras e a buceta dela vazando mais e mais líquidos que eu me apresso em lamber de novo. Esse néctar tem um gosto delicioso.
Olho pra minha pica que continua dura e firme, tá igual a uma mola, e ver a Carla que se deitou na mesa e ainda tá sentindo os últimos espasmos de prazer é melhor que qualquer coisa. Adoraria foder ela agora!
Tô nesse pensamento quando minha mãe me convida pra sentar no sofá com ela, observando o corpo da Carla deitado na mesa se recuperando daquele orgasmo intenso, ainda cheia de tremores. É uma imagem linda e eu me sinto orgulhoso de ter dado tanto prazer pra ela.
— Que lindo você fez, querido! Gostou? — diz minha mãe acariciando de novo minha pica, que fica mais tensa ao sentir os dedos dela.
— Muito, mãe. É a melhor coisa que já me aconteceu na vida.
— Fico feliz, meu amor. Agora vamos esperar sua irmã se recuperar. A gente goza mais rápido, mas mesmo assim, você tem que ter paciência e esperar. A paciência vai te dar mais prazer do que você imagina.
Adoro essa sabedoria da minha mãe, parece uma verdadeira expert em sexo. Ela serve mais duas taças e a gente brinda com o espumante por essa façanha de ter feito as duas gozarem com maestria, e isso eu devo à minha mãe, que sempre se preocupa em me educar da melhor forma.
— Como tá, meu amor? — pergunta pra filha enquanto ela se senta de novo na mesa com o corpo brilhando de suor.
— Maravilhosa!, nunca tinha tido um orgasmo assim — completa, olhando nos meus olhos em seguida. Grande sorriso.
- Genial, Carla, isso significa que o Nacho fez um bom trabalho… acho que devemos dar a recompensa dele, não é?
Essa frase da mamãe e a confirmação da minha irmã só indicam que chegou minha vez, meu momento tão esperado em que vou receber prazer dessas duas gostosas que me deixam louco. Não tenho consciência do que vai acontecer, só sei o que é isso pelos filmes pornô que devoro no meu computador, mas agora… Agora eu sou o protagonista!
- Preparado? - pergunta mamãe enquanto me convida a colocar minha bunda na beirada do sofá e meu pau em riste para ser atendido pelas duas mulheres que se ajoelham aos meus pés.
Claro que estou preparado, nem precisa falar, e é que estou esperando esse momento tão desejado que não consigo acreditar que vai rolar de imediato.
A mão da mamãe começa a me punhetar devagar, fazendo o tamanho do meu pau crescer entre os dedos dela enquanto cada sacudida fica mais intensa.
- Viu que maravilha, Carla? - pergunta mamãe orgulhosa, balançando minha vara.
- Sim, tá enorme. - acrescenta a outra, me dando um sorriso safado.
- Agora é a hora de você sentir que ele tá pronto. - diz mamãe de repente, com o corpo da filha dela pelado colado no dela, bem atenta a cada instrução. - Verifica como ele tá duro.
A mão de Carla assume o controle e eu sinto de novo a maciez dos dedos finos dela, com unhas compridas, que estão segurando firme meu mastro duro. Me sinto no céu.
- Sente a tensão e os espasmos que ele dá? - acrescenta nossa professora experiente.
- Sim, tá no talo.
- Então é o momento exato pra ele receber sua boca.
Não consigo acreditar no que estou ouvindo da boca da nossa mãe. Ela tá mandando a Carla chupar meu pau ali e naquele instante, não é brincadeira, não. É um sonho, é totalmente real... Uau, que momento!
Minha irmã sorri e parece empolgada com essa ideia. Naquele momento, ela abaixa a cabeça, pronta pra chupar meu pau, mas bem na hora em que os lábios dela vão bater na cabeça dura da minha glande, mamãe a segura... Nãooooo...! - grito pra dentro de mim, preso numa tensão acumulada.
- Espera, querida, primeiro dá beijinhos na ponta, em todo o comprimento, senão ele vai gozar num segundo e não é isso que a gente quer. - completa a instrutora. - é importante que você faça um bom trabalho, como ele fez com a gente.
Carla obedece de novo e sinto os lábios dela pousarem na ponta da minha glande, dessa vez sem freio, aquilo é supremo, divino, maravilhoso, depois a língua dela percorre todo o falo até chegar nas minhas bolas. Ela faz como as garotas que eu vejo nos sites pornô da internet naqueles vídeos que eu tanto gosto, mas a realidade supera a ficção, não só porque minha irmã tá beijando e lambendo meu pau, mas porque a imagem é muito mais foda que qualquer filme. Quero que o mundo pare nesse instante!
Os olhos das duas garotas se encontram em algo que parece combinado e Carla enfia uma das minhas bolas na boca dela enquanto segura meu pau entre os dedos, me encarando nos olhos, esperando ver minhas reações. Nunca imaginei isso e a sensação é ainda mais alucinante. Os lindos olhos de Carla me olham brilhando enquanto a boca dela prende minha bola esquerda.
Que loucura! - já não sei se isso sai da minha cabeça ou da minha boca, quase não consigo coordenar meus movimentos, minhas sensações...
Depois a língua dela vai subindo pelo tronco até pousar na glande sem parar de me encarar nos olhos, em umas instruções que parece ter bem aprendido, pra depois abrir a boca e enfiar toda a cabecinha entre os lábios. A língua da minha irmã brinca com meu pau, caprichando no freio, dando lambidas por todo lado. Mamãe sorri orgulhosa. Ainda dá tempo de tirar uma foto da ponta da minha pica enfiada na boca da filha dela. Depois larga o celular e, acariciando a cabeça da aluna, faz com que ela pare por um momento de me chupar, o que significa que é ela quem assume o lugar, aproveitando pra dar instruções de onde colocar os dedos, como posicionar os lábios, como trabalhar com a língua... A boca da mãe é tão experiente que sinto na hora a diferença da filha, e não que a garota fizesse mal, mas é que a mãe consegue me dar ainda mais prazer em cada lambida. Se continuar assim, com esse tesão e essa habilidade, vou explodir em pouco tempo. Ela percebe claramente a proximidade do orgasmo e tira minha pica da boca, piscando um olho, pra indicar à filha como continuar.
— Olha, além de lubrificar ele mesmo, você tem que colocar mais saliva, viu?
Em seguida, a mãe solta um fio com uma boa porção de saliva que cai como uma cascata suave na minha glande, e depois espalha com a língua. Porra! Minha irmã copia a mãe, fazendo exatamente a mesma coisa, e me olha brincalhona enquanto sinto a saliva dela escorrer dos lábios até a ponta do meu pau, que tá prestes a estourar. Carla chupa a ponta e depois a mãe segura o queixo dela pra trocar saliva, meus próprios fluidos e um beijo intenso que as duas dão ajoelhadas aos meus pés. A mãe beija a filha sem parar de me punhetar, mas consegue me manter nessa tensão perfeitamente, sabendo como me deixar no limite sem explodir.
Ver duas gostosas se beijando enquanto uma bate punheta pra você não tem preço. Mas se isso já era sublime, o fato de que, numa piscada combinada, as duas enchem as línguas de saliva e passam pelos lados da minha pica, da ponta até a base e vice-versa, é algo muito difícil de descrever.
Depois vão se alternando, e enquanto uma enfia a ponta na boca, a outra lambe minhas bolas, ou enquanto uma dá mordidinhas por todo o comprimento, a outra brinca com a língua no meu frênulo. Que maravilha!
Se alguma vez sonhei que duas mulheres chupam meu pau ao mesmo tempo, nunca pensei que fosse acontecer no dia do meu aniversário, e muito menos que elas fossem minha mãe e minha irmã.
As duas mulheres se enfiam no meu pau e continuam chupando sem parar. Que imagem! As duas caras delas lá embaixo, tão gostosas, com os lábios inchados, os olhos brilhando, peladas… Isso é foda. Olho pra mesa e vejo que a câmera ainda tá gravando, sem dúvida isso vai ser o melhor filme da minha vida.
Minha mãe se afasta um instante e acaricia meu peito, me olhando na cara, que deve estar desfigurada, enquanto Carla continua chupando e chupando meu pau sem descanso.
— Nacho, querido, tenta não gozar ainda, aguenta, campeão. — me incentiva a prof.
— Não sei se vou aguentar muito. — respondo entre suspiros.
— Quanto mais você segurar, mais prazer vai sentir depois. Entendo que você nunca imaginou ter duas mulheres chupando seu pau assim, mas tenta se controlar, pensa em outra coisa e depois o prazer vai multiplicar.
Mas como é que eu vou pensar em outra coisa se tô vendo Carla lambendo minha glande, minhas bolas e com a língua percorrendo todo o comprimento do meu pau, enquanto mamãe vai se alternando com ela, em chupadas, mordidinhas, lambidas, sugadas…? Eu só consigo repetir:
— Deus, Deus, Deus!
Elas se beijam de vez em quando e voltam ao ataque no meu pau, alternando as chupadas ou trocando de boca. Enquanto uma chupa meu pau, a outra morde meu mamilo, depois quando uma lambe todo o comprimento da minha vara, a outra passa a língua em círculos na ponta.
— Coitadinho, acho que ele não aguenta mais — diz Carla de repente quando vê minha cara desfigurada tentando não soltar toda a pressão acumulada.
— Ele tem que aguentar — insiste mamãe, convicta. Agora, filha, tenta engolir ele inteiro.
— Mas… — interrompe a outra — é muito grande.
— Abre devagar a boca e adapta toda sua boca e a garganta, suavemente, e imagina que você engole algo devagar, como fizemos outro dia com a banana. Lembra?
Elas me surpreendem de novo, porque ensaiaram até um boquete com uma banana. Tô alucinando por uns momentos.
Mãe, depois de falar essas palavras, coloca em prática as teorias dela e enfia meu pau na boca, colocando a língua por baixo. Em seguida, vai deslizando os lábios até que todo o meu membro entra na garganta dela. Os lábios dela esticam, se abrindo no meu pedaço enorme de carne. Não acredito! Meu pau desapareceu dentro da boca da mamãe! Tá completamente dentro!
Suspiro quando mãe tira a boca de repente, e um fio grosso de saliva acompanha essa saída da garganta dela, misturado com meus próprios fluidos.
— Agora você, querido — convida minha irmã, ofegante e soltando uma boa porção de saliva.
Claro, ela segue os passos, primeiro dando várias chupadas seguidas, me fazendo ver o céu. Depois, enfia a cabeça e uma boa parte do meu pau, vendo a boca dela se abrir devagar, exatamente como foi ensinado. Os lábios dela ficam mais finos, se adaptando a essa nova largura. Tira a boca por um momento, pega uma boa bocada de ar e tenta de novo. Outra vez, a boca dela se agarra e agora vai mais fundo, quase três quartos. Tira a boca e um fio de saliva se junta à minha cabeça. Ela me olha… é maravilhoso ver esse sorriso e essa boca que tá me chupando como os anjos. Terceira tentativa, e agora até que um suspiro grande sai do nariz dela pra pegar ar, e depois enfia quase inteiro, mesmo sem ter conseguido igualar a professora dela, eu vejo estrelas enquanto ela tira a boca entre engasgos.
— Devagar, filha… — orienta a mentora dela. — Não se obceca, isso é questão de prática.
Carla limpa a saliva dos lábios, sorri pra mim de novo e engole meu pau de volta, enquanto mãe cuida das minhas bolas. Quando as duas me olham, eu quero morrer de prazer, aquela imagem dos olhos dela fixos nos meus, que às vezes não consigo evitar fechar, mas quero continuar olhando como elas dividem minha pica, mesmo sabendo que não vou aguentar por mais tempo, apesar de tentar ao máximo atrasar minha gozada.
— Não aguento mais — falo entre bufadas.
Mamãe separa a boca da Carla da minha pica e, assim que faz isso, aquele pau duro fica ainda mais tenso e o orgasmo chega quase sem controle. O primeiro jato vai direto na cara da minha irmã, batendo numa das sobrancelhas dela e parte da testa; o segundo vai direto no queixo dela, bem perto da boca; o terceiro jato a mamãe direciona pra própria boca dela, entrando grande parte daquele líquido branco e grosso que pousa na língua dela. Os últimos vão pras tetonas dela, deixando ela toda melada. Dá pra ver que elas estão entre nervosas e eufóricas por terem me feito gozar daquele jeito.
— Que quantidade!.. — diz Carla, catando com os dedos a porra que já caiu na pálpebra esquerda dela, piscando o olho e sentindo uma certa coceira.
Mamãe está saboreando o sêmen que caiu nos lábios e na língua dela. Fico de cara, porque ela engole sem reclamar; em seguida, com a própria língua, recolhe a grande quantidade de porra que caiu na sobrancelha da minha irmã. A do queixo ela pega com os dedos e oferece pra Carla, que fica me encarando. Tô feliz pra caralho vendo aquela cena, mas quando ela segura o pulso da mamãe e começa a chupar os dedos dela de um jeito tão safado, isso faz minha pica dar um pulinho e meu coração voltar a bater forte. As duas engolem tudo, sem deixar nada.
Quase morri vendo aquilo, minhas duas garotas amadas, depois de me fazerem o boquete dos meus sonhos, estão devorando minha porra, dividindo e curtindo.
Me jogo no sofá recebendo carícias das minhas duas garotas pelo corpo todo. Fecho os olhos, assimilando completamente essa maravilha que tô vivendo e que ainda não acredito.
CONTINUA…
8 comentários - Minha mãe, minha irmã e a festa de 5 anos