Continuando… Leia os anteriores para acompanhar a história e entender o que aconteceu.
Estando no meu quarto, bateu um remorso profundo e um sentimento de culpa que parecia que o mundo estava desabando, que eu tinha cometido o pior erro da minha vida. Queria que não tivesse acontecido, que fosse só mais uma fantasia, mas ao me ver sem calcinha e com a buceta e as pernas ainda molhadas do sêmen do Luis, senti que era algo irreversível, que tinha acontecido, e o pior de tudo é que eu tinha gostado e aproveitado. Lembrar do prazer que senti me excitava e eu recordava com uma certa satisfação, minha buceta se arrepiada quando lembrava dos orgasmos que ele tinha me dado.
Mas o que aconteceu me fazia duvidar de mim mesma, dos meus valores, dos meus princípios, da minha imagem, do meu prestígio. Me sentia suja, traidora, sentia que era uma mulher fácil e safada, tinha descoberto que o sexo aventureiro me transformava, me tornava uma puta sem pudor nem tabus.
Ainda sentada na beira da minha cama, lembrava que quando meu marido chegou e a gente estava no bar comendo o petisco (eu quase não comi nada), me atrevi a tomar três rodadas de pisco sour, pra ganhar coragem e força, e enquanto eles conversavam, eu observava o Luis e meu marido, queria encontrar aquilo que fez o Luis me excitar tanto, se eu tinha um marido bonito, muito bem conservado, com uma personalidade definida, muito seguro de si, alegre, gentil comigo, complacente, carinhoso comigo e com meus filhos, na cama era completo, a gente tem sexo criativo e prazeroso, não me faltava mais sexo, pelo menos era o que eu achava. Luis é um rapaz alegre, simpático, conversador, um pouco mais baixo que meu marido, mas fisicamente um pouco mais atlético, vai à academia e corre todas as manhãs, mas na verdade não era muito mais que meu marido, nem um símbolo sexual. Nem sabia se a pica dele era melhor que a do meu marido, porque nem tinha visto nem tocado, só tinha sentido e aproveitado. use the word: pussy, senti diferente sim, mas também não achei excepcional a ponto de dizer que é a melhor coisa que ela tem. O que me perturbava mesmo eram os olhares dele, eram muito profundos, até atrevidos, diria. Ele tinha um domínio da situação, sabia lidar com piadas e gestos de menino fofo e metido, acho que isso o tornava muito atraente.
Quis fugir dessa loucura e entrei no chuveiro, comecei a lavar o corpo inteiro e fiquei use the word: pussy uma vez atrás da outra, como se quisesse limpar o que tinha acontecido, como se o banho e o sabão pudessem lavar minha culpa. Fiquei uns trinta minutos debaixo d'água, depois fui dormir só de roupão. Queria que meu marido me possuísse, mas não por tesão, e sim por um sentimento profundo de culpa, queria limpar o que tinha rolado. Na real, sexo eu já não queria mais, o que eu tinha tido já era suficiente pra essa noite.
Me joguei na cama e, muito envergonhada e mergulhada nos meus pensamentos, lágrimas de dor e arrependimento escorreram. Não sabia o que ia acontecer com minha vida depois dessa experiência, não sabia se aquilo terminava ali ou era o começo de algo que eu não ia conseguir controlar. E pensando, acabei dormindo profundamente, nem senti quando meu marido veio pra cama, acho que foi bem tarde e ele meio tonto.
Quando acordei, Ramon estava do meu lado, me abraçando e ainda de roupa. Olhei pra ele e fiquei na cama pensando, não sabia o que fazer nem como agir. Sentia que meu marido e meus filhos, quando acordassem, e até a empregada quando chegasse, iam me olhar e ver no meu corpo as marcas do que eu tinha feito. Sentia que seria julgada pelos olhares deles e não sabia como reagir nem como me justificar. É igual quando a gente na adolescência dá o primeiro beijo ou é tocada pela primeira vez, parece que todo mundo tá te olhando e sabe o que você fez.
Mas, na real, tudo continuava igual. Meu marido, quando acordou, era o mesmo de sempre, carinhoso e amoroso. Meus filhos vieram como sempre e se Botaram pra brincar, nada tinha mudado, isso me acalmou, percebi que era eu a perturbada, e era a única que tinha mudado e que agora tinha um problema sério pra resolver.
Eu tinha gostado de ser penetrada pelo Luis, e ainda mais do jeito que ele fez, relembrar esses momentos me enche de satisfação e me excitava, sinto um formigamento na minha buceta e sinto um vazio, como se estivesse faltando aquele pedaço de carne que me fez gozar, não sentia remorso pelo prazer sentido, me sentia mal pelo meu marido, pelos meus filhos, pelas consequências dessa escorregada, pela minha própria imagem, sentia medo de ser julgada, de todo mundo ficar sabendo e me ver como uma puta ou uma adúltera que machuca a família, sentia medo de não conseguir controlar a situação e isso trazer consequências pra todos, por isso, decidi cortar aquilo pela raiz, porque não queria machucar as pessoas que mais amo.
Sabia que em algum momento ia encontrar o Luis e pra isso deveria estar preparada pra assumir a responsabilidade e deixar como um deslize, uma aventura ou o que for, mas deveria terminar ali, por mais prazer e satisfação que tivesse sentido, por mais excitação que me cause lembrar do momento, afinal tem meu marido pra me satisfazer e me fazer gozar.
Hoje sábado ia ser um dia de praia, de família, já tínhamos planejado antes, por isso decidimos sair cedo pra ir no supermercado e comprar algumas coisas pra levar pra uma casa de praia que fica no sul da cidade, é uma casa que estou trabalhando e tínhamos autorização do dono pra usar enquanto reformávamos a decoração. A gente usava alguns fins de semana, por isso colocamos na caminhonete o necessário pra um fim de semana na praia e fomos na caminhonete do Ramón, porque era maior e mais confortável.
Eu estava usando um vestido de algodão soltinho de alças e um pouco acima do joelho, um sutiã de renda meia-taça e uma calcinha fio-dental branca pequena e, além disso, coloquei uma Calça legging justa no meio da coxa de algodão (tipo lycra), esse jeito de me vestir me deixa mais jovem e ainda realça minha figura.
Já na saída da cidade, recebi a ligação de um dos trabalhadores que tinha num prédio de um bairro residencial (encarregado da obra naquele prédio) e ele disse que não tinha recebido o depósito para pagar o pessoal. Tinha 20 pessoas trabalhando no local porque estávamos com 7 apartamentos instalando a cozinha, os armários e os banheiros, que já estavam quase prontos, só faltavam os retoques finais para entregar entre segunda e terça.
Liguei pra minha contadora, que é quem me ajuda com essas coisas, e ela disse que eu não tinha assinado aquele cheque por engano e que na noite anterior tinha tentado falar comigo (como é que eu ia atender se estava sendo feliz?). Tinha que resolver esse problema, porque os trabalhadores recebem semanalmente e são muito encrenqueiros e não gostam de esperar, ainda mais agora que era o último dia de trabalho pra maioria.
Não fizeram o depósito pra pagar o pessoal de Surco, falei pro meu marido, vamos procurar um banco pra fazer a transferência porque o pessoal vai linchar o Jesus (encarregado), completei.
Tem um banco perto, ele disse, senão você pode fazer pela internet, acho que é mais fácil. Eu estava com o notebook do meu marido, que também tem chip de internet móvel.
Quando fui pegar minha bolsa, não achei meu porta-cartões nem minha carteira. Preciso voltar pra casa, porque não trouxe meus documentos nem os cartões do banco CCC (onde tenho as contas dos trabalhos que faço), só tenho meu cartão de débito do Banco DDD, falei envergonhada e preocupada. Também não consigo fazer pela internet porque não trouxe o cartão com as senhas, completei.
Não costumo levar cartões quando não preciso fazer movimentações ou quando estou com meu marido, geralmente é ele quem faz os pagamentos, só por precaução é que levo um cartão de débito. de conta pessoal e dinheiro em espécie, os documentos foi um lapso, embora quase nunca precise deles, só minha carteira de motorista.
Vi a irritação do Ramón e a dos meus filhos quando percebemos que era muito necessário voltar pra casa, por isso falei:
— Eu volto de táxi e resolvo essas pendências, você vai pra praia com as crianças e a Hilda (empregada). Foda-se, quando terminar a papelada, as crianças vão ficar de saco cheio, porque tenho que ir numa agência do shopping (atendem o dia todo aos sábados), se não der tempo de ir em alguma perto de casa ou da obra (só atendem até as 13h).
— É melhor a gente voltar, as crianças vão entender — ele disse —, além disso, a gente faz isso mais rápido de carro, ainda dá tempo de ir pra praia — falou meio puto, mas sem me recriminar.
O negócio é que decidimos que ele continuaria e eu voltaria sozinha, depois encontraria eles. Não era a primeira vez que um de nós ia na frente e depois se reunia.
Por sorte, tinha um táxi de agência ali, então peguei e fui pra casa.
……
Quando descia do táxi, o Luis estava na porta da minha casa e me viu chegar.
— Oi, Guiss — disse ele, sorrindo e todo animado, e se aproximou pra me dar um beijo na bochecha.
— Me engole, terra! — pensei na hora. Sabia que ia encontrar ele de novo, mas nunca imaginei que seria naquele momento, não estava preparada pra isso.
— Oi — respondi, toda perturbada, e fiquei vermelha de vergonha, porque veio na minha cabeça o que tinha rolado no dia anterior. Fiquei calada e nervosa, não sabia como agir nem o que dizer, só baixei a cabeça e lembrei como tinha aproveitado, como tinha me entregado sem reservas e me senti uma puta, uma mulher quente e safada. Essas lembranças provocaram umas sensações na minha entreperna e senti que me molhava, senti que minha buceta estava vazia, como se sentisse falta de estar enfiada na pica do Luis.
Eu tinha me martirizado com sentimentos de culpa quase a noite toda e durante o De manhã, eu tinha pensado que isso ia acabar, que não ia continuar, e agora não sabia o que dizer ou fazer. Mais ainda, eu estava ficando excitada, a presença do Luís estava me agradando, mas nesse momento minha racionalidade falou mais alto e decidi não ceder aos meus instintos animais.
Eu estava procurando vocês porque o Ramón me disse que iam para a praia e me convidou pra passar o dia com vocês, ele disse, me tirando do meu desconcerto.
Pensei que já tinham ido, porque acabei dormindo por causa das bebidas, mas que bom que ainda encontro vocês, ele completou.
Dentro do meu desconcerto e atrapalhação, e na esperança de que ele fosse embora logo, falei inocente:
O Ramón já está na praia, eu voltei por causa de uma emergência, acho que fica pra outra oportunidade, estou com pressa e preciso ir ao banco, sinto muito não poder te atender, completei. (inconscientemente, tinha mandado a mensagem de que estava sozinha)
Dizendo isso, me apressei em abrir a porta de casa porque estava com pressa e também sentia a necessidade de me afastar dele, de que não estava preparada pra olhar na cara dele ou ter uma conversa mais séria e que isso acabasse. Além disso, me sentia fraca, sentia que a presença dele me excitava.
Entrei em casa rapidamente e, antes de fechar a porta, me virei pra me despedir, mas vi que ele tinha se aproximado e não me deu tempo de me despedir; ele entrou e fechou a porta.
Isso me desconcertou, quis reagir pedindo pra ele ir embora, mas o Luís me abraçou e me apertou contra a porta e me deu, pela primeira vez, um beijo na boca que me deixou ainda mais paralisada.
No começo, fiquei imóvel e não correspondi ao beijo, mas também não o afastei de mim, porque sentir o corpo dele colado no meu avivava a excitação que eu tinha, e ter os lábios dele grudados nos meus era gostoso. Embora racionalmente quisesse resistir e afastá-lo, a sensação gostosa me deixou tão fraca que abri a boca pra receber o beijo dele. Foi uma aceitação das intenções dele e dos meus desejos, e assim começou um novo encontro. Beijamos com luxúria, com erotismo, ele começou a devorar minha boca, eu correspondia, cruzávamos nossas línguas e abríamos a boca o máximo possível para nos sentir. Como esse homem beija, que vontade eu tinha de devorá-lo, que doce e gostosa era a boca dele, e assim ficamos por vários minutos, não sei quantos.
No começo, só nos comíamos de beijos e nos abraçávamos e apertávamos como se quiséssemos nos unir pela boca e fundir nossos corpos, meu Deus, como eu estava ficando excitada, que vontade de tê-lo, que vontade de abraçá-lo, de tocar o corpo inteiro dele.
Sabia que estávamos sozinhos e não havia medo de alguém chegar ou nos descobrir, por isso me deixei levar pelos desejos, pela vontade, já não importava mais nada. Ele, por sua vez, também estava muito excitado, muito emocionado, que não parava de me beijar e me abraçar.
Depois dessa expressão frenética de afeto, nos olhamos nos olhos e ele me disse:
— Pensar que sempre gostei de você, que fiquei apaixonado por você desde o primeiro dia que te vi, mas sentia que tinha chegado tarde e que nunca poderia te ter porque você já era de outro homem. Saber você ao meu lado me emociona e me faz muito feliz, quanto sonhei com esse beijo e com ter você, como sua simples presença me excita — falou bem ternamente e me abraçou com força e muito carinho.
Eu me deitei no peito dele e respondi:
— Você me enlouqueceu, me bagunçou toda, porque eu não deveria estar aqui com você, deveria estar com o Ramón, deveria estar com minha família, no entanto, estou aqui. Não sei o que está acontecendo comigo, porque amo muito meu marido, e curto estar ao lado dele, nunca me faltou nada com ele, mas você me transformou, me deixou doida porque gosto de estar ao seu lado, não consigo te rejeitar, apesar de sentir que isso não está certo, que estamos fazendo uma besteira — acrescentei com voz de tristeza, reprovação e lamento, embora deitada no peito dele, abraçando-o forte como quem diz que adoro aquele momento.
— Não sei o que vai acontecer daqui pra frente — falei olhando nos olhos dele —, não é Amor, o que sinto por você é porque amo meu marido, mas gosto de estar do seu lado, me excita suas mãos, sua boca, adicionei.
Ele me deu um beijo suave, me abraçou com muita força e ternura e me disse:
"Não espero que você se apaixone por mim agora, só sinto que devemos aproveitar o agora, já vemos o que acontece e fazemos mais pra frente, a única coisa que sei é que não vou fazer nada que você não goste ou te machuque."
E me abraçou de novo e me deu um beijo profundo que eu correspondi, eu gostava daquele momento, me excitava os beijos e abraços dele, senti que não havia mais tempo pra lamentar ou me arrepender, e por isso aproveitava o momento.
Voltamos a nos beijar e assim fomos até a sala e sentamos no sofá de três lugares, e ali entre beijos e abraços eu acabei deitada e entregue totalmente a ele, eu estava de barriga pra cima e ele ajoelhado no chão me beijando e acariciando.
Ele começou a tocar meu corpo, senti as mãos dele passando nos meus peitos e descendo até acariciar minha bunda por cima da calcinha, e essas carícias me excitavam muito, como eu gostava de como me transformava.
Ele baixou as alças do meu vestido e soltou meu sutiã, deixando meus peitos no ar, que ele começou a acariciar e beijar com suavidade, lambia meus peitos e chupava devagar meus mamilos, que jeito de me excitar, que jeito de me levar ao céu, como eu aproveitava o momento.
Acariciei o corpo dele e levantei a camisa dele pra acariciar e beijar a pele dele, consegui tirar e beijar o peito dele, o pescoço, os braços e o abdômen.
Depois de um tempo, senti as mãos dele levantando meu vestido e ele começou a acariciar minha perna e passar a mão na minha entreperna, me levantava e agarrava minha bunda com força por cima da calcinha que já tava molhada, porque eu tava com uma excitação terrível, me sentia uma puta com necessidade de carícias, beijos e uma boa pica.
Ele enfiou as mãos dentro da calcinha e começou a brincar com minha buceta por cima de uma fio dental, eu abri as pernas pra facilitar os dedos dele. acaricie minha buceta, pra que ela fizesse de mim o que quisesse, eu tava disposta a fazer qualquer coisa pra chegar ao prazer completo, tava entregue totalmente a ele, sentia que meu corpo queria sexo e mais sexo, eu tava voando de prazer, ele era meu e eu era dele.
Daí um tempo ele baixou minha calça legging deixando a calcinha fio dental e abriu minhas pernas primeiro pra me olhar e ver minha calcinha enfiada dentro da minha pussy e ver que eu tava molhada pra caralho. Depois ele esfregou com os dedos e bem devagar enfiou os dedos, primeiro um e depois dois, eu fazia movimentos pélvicos pra aproveitar aqueles dedos e enquanto isso puxava ele pra beijar, pra chupar a língua dele no ritmo dos dedos, que prazer, que doce é dar pra alguém que não é seu marido, que doce e tasty era ter outro homem só pra mim, essa sensação de ter dois homens só pra mim me excitava ainda mais, me deixava louca e fez eu chegar a um primeiro orgasmo maravilhoso e agora sim eu expressei violentamente, porque beijava com frenesi a boca do Luis, cruzei as pernas pra sentir como entrava e saía os dedos do meu amante e comecei a gemer forte, tava muito agitada
Ufffff, ufffff, ufffff, continua, continua não para por favor que vou tocar o céu,
Uffff ufffff, queeeeeeeeeeeeeee gostoooooooooooooooooso, gemia com voz suave mas de mulher arrecha, de slut que chega ao prazer que busca
Como eu gosto de te fazer gozar, como excita te ver assim, toda arrecha, toda uma slut, falou Luis
Que o Luis me chame de slut fez eu explodir, chegar ao meu primeiro orgasmo e como na primeira vez que ele me tocou, sair um monte de fluido, sentia que escorria
Luis me beijou e tirou os dedos da buceta e enfiou na minha boca, e comecei a chupar os dedos dele, eu queria mais, tava só começando, por isso deslizei pro tapete e puxei ele pra deitar do meu lado, tinha muito espaço, e pela primeira vez passei a mão na pica dele por cima do short que ele usava, senti que a pica dele tava dura, que Tava dura, comecei a bater uma pra ele por cima da roupa e ele chupava meus peitos, me beijava os lábios, o pescoço.
Ele afrouxou o short dele como me convidando pra pegar no pelo, então meti minha mão dentro da cueca dele e segurei pela primeira vez aquela pica gostosa, na hora senti uma corrente elétrica pelo corpo todo que me deu um segundo orgasmo, senti minha buceta tremendo e molhando pra caralho, como eu gozava.
Segurei o pau dele com força e comecei a passar a mão enquanto durava meu orgasmo, tava delicioso, sentia coisas que nunca tinha sentido com meu marido, sentia outro tipo de prazer, sentia que aqui eu era uma puta, uma mulher totalmente sem vergonha e sem limites, naquela hora eu faria qualquer coisa que o Luís pedisse, não tinha barreira nenhuma. Queria mais, queria ser penetrada, queria aquela carne dentro da minha pussy, queria que me fodesse, que me arrebentasse, que abrisse todos os meus buracos.
Abaixei o short e a cueca dele e pela primeira vez vi o pau dele, vi ele lindo naquela hora, vi que era um pau maravilhoso, gostei da presença dele, tinha uma cabeça grossa e grande, parecia a cabeça de uma jiboia, que era o que deixava ele atraente e excitante.
O pinto dele é um pouco menor que o do meu marido, uns 17 ou 18 centímetros, o do meu marido tem 20, era quase da mesma grossura (nem muito nem pouco), mas aquela cabeça era extraordinária, fiquei apaixonada e comecei a bater uma pra ele, descendo e subindo a pele do prepúcio pra aquela cabeça ficar mais linda, imponente e excitante, agora sei porque sentia aquele pau diferente na minha buceta, aquela cabeça é que roça as paredes da minha xota e é que me dá a sensação de ter uma pica grossa e enorme dentro. Minha pussy se contraía, queria ser penetrada, queria sentir aquela cabeça roçando meu clitóris.
— Me penetra, Luís, mete essa maravilha, não aguento mais — falei, e tirei a calcinha oferecendo minha pussy com as pernas abertas pra ele olhar minha pussy se contraindo e super molhada. molhada.
Levanta e vamos pro bar, quero te pegar no mesmo lugar de ontem, ela me disse, e falando isso me puxou suavemente pelo braço e me levou até o bar e me colocou na mesma posição do dia anterior, eu de pé apoiada no encosto de uma das cadeiras oferecendo minha bunda pra ela, mas dessa vez eu não olhava pra janela, e sim pro reflexo dos dois no espelho que tinha na minha frente.
Ela tirou o short e a cueca e eu vi que a pica dela dura apontava pra minha bunda como uma lança brilhante procurando o estojo, levantei a saia do vestido até a cintura, abri as pernas, empurrei a bunda pra trás e ofereci pra ela me penetrar, não queria esperar mais.
Pronto, mete esse falo em mim, papacito, não me faz sofrer, por favor, eu falei.
Você gosta dessa pica?, ela perguntou fazendo movimentos pélvicos como se estivesse metendo.
Siiiiiiiiiiim, amor, ela é linda, mete logo em mim.
Luis aproximou o pênis da entrada da minha buceta e esfregava a glande em toda a minha buceta, isso sim era uma maravilha, aquela cabecinha me fazia vibrar de prazer, esfregava meu clitóris, meus lábios vaginais, que prazer, ela não tinha metido e eu já tava no céu, fazia movimentos pélvicos pra sentir mais aquele pedaço de carne, como brincava com minha buceta, como me desesperava, eu abria as pernas o máximo que podia e empurrava minha bunda pra trás na intenção de enfiar toda aquela pica, mas Luis recuava e só deixava a ponta na entrada da minha buceta, mas tava me matando de prazer, como eu amava aquele momento, realmente tinha perdido a razão por uma pica, só importava transar, me arrebentar toda, me rasgar a xota, eu aguentava tudo, qualquer coisa, a glande esfregando a entrada da minha buceta e meu clitóris me fez gozar num outro orgasmo, numa gozada de louca, de desenfreado sexual, eu já tava fora de mim, só me importava o prazer.
Uffffff, uffffff, ufffff, que pica gostosa!, não para!, não para que eu vou gozar de novo. veeeeeeeeeeeego!!! gritei bem alto
Naquele momento, no auge do orgasmo, senti ele enfiar a pica toda de uma vez só e isso é indescritível, veio uma sequência de orgasmos, não parava, não sei quantas gozadas eu tive, senti que minha buceta era um mar, saía uma quantidade enorme de fluidos, e Luis começou a bombar com força e assim me segurou por um bom tempo, eu curtia, me contorcia, me movia no ritmo das estocadas pra enfiar aquele pau com mais força, não sei que barbaridades eu falava e gemia, mas não queria que ele parasse, os orgasmos ficavam mais curtos e violentos, nunca tinha sentido aquele prazer, nem tinha tido orgasmos tão seguidos.
Luis também tava curtindo, pelo espelho eu via ele muito concentrado e ouvia ele gemer de prazer, me puxava pela cintura, me puxava os peitos, me apertava as nádegas, até que senti ele meter com mais violência, com mais rapidez, deslizei minha mão até minha virilha e senti aquele falo entrando e saindo quente e molhado da minha pussy, era ainda mais excitante tocar ele quando entrava e saía, queria que ele me inundasse com o esperma dele, queria sentir ele quente,
Me gooooooorrooooooo, gritei com força
Daaaaaaaaaaaaaaaai, encheeeeeeeeeeeeee, quiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii Beijo e abraço, foi um dos momentos mais prazerosos, nunca tinha sentido orgasmos tão seguidos que me deixaram morta, muito exausta.
Sentamos no sofá por um instante, estávamos muito cansados e com muita sede.
— Tô com sede, quero um refri — falei.
— Vou preparar uma dose — ele disse.
— O que você quiser — respondi.
Ele se levantou nu, e eu vi aquele pau cabeçudo balançando enquanto ele entrava no bar. Fiquei contemplando enquanto ele preparava pisco com refrigerante branco, limão e gelo.
Nisso, senti meu celular tocando dentro da bolsa. Eu tinha deixado na porta de casa quando o Luís me abraçou, e naquele momento lembrei do motivo pelo qual tinha vindo, do motivo pelo qual tinha voltado pra casa.
Corri pra atender, pensando que era meu marido, mas era o Jesus, encarregado da obra. Ele me avisou que tinha um motim, que os trabalhadores estavam esperando o pagamento e não queriam esperar até segunda.
Falei que tinha tido um imprevisto, mas que em menos de uma hora levaria o dinheiro em espécie, e que por favor ele convencesse eles.
Eu tinha chegado há uma hora e quinze em casa, pensando em ficar menos de cinco minutos, mas por ser uma puta irresponsável e tarada, deixei o tempo passar.
Olhei meu celular e tinha umas cinco chamadas perdidas do meu marido. Isso me preocupou, mas não liguei pra ele naquele instante, porque sentia a porra do Luís escorrendo pela minha buceta. Eu estava semi nua e, o mais importante, satisfeita, feliz, bem comida. Não sentia arrependimento. Coloquei a mão na minha buceta e senti que tinha esperma, e deixei ali.
Luís me trouxe a taça de bebida e disse:
— Vamos brindar por esse momento, pelo prazer que você me deu.
— Vamos brindar por isso e por essa pica linda que você tem — falei, olhando pro pau dele e acariciando com a mão livre. E tomamos a bebida de um gole só.
— Temos que ir rápido — falei. — Tão me esperando na obra e querem linchar o Jesus, mas antes tenho que ir no banco — completei.
— Te acompanho, não Quero te deixar sozinha, pelo menos até você ir pra praia, ele me disse.
Então se veste, senão vou acabar comendo aquela maravilha de novo, falei brincando. Dá um trato no banheiro da vista, eu vou subir pra me trocar, falei.
Fui pro meu quarto e entrei no chuveiro pra limpar o suor e lavar a buceta, não gostava de ficar suada, embora se o Luis pedisse, com certeza eu teria guardado o sêmen dele por mais tempo na minha buceta.
Decidi vestir a mesma roupa, não podia trocar pra não levantar suspeitas, só troquei de tanguinha, coloquei uma branca transparente e pequenininha, e assim desci pra sala, levando o vestido na mão, porque tinha deixado o sutiã e a bermuda na sala. Não sentia vergonha, aliás, gostei que o Luis me visse assim porque agora sentia que era mulher dele, a putinha dele, e por isso tinha que me mostrar.
O Luis já tinha tomado banho e se vestido, mas quando me viu, se aproximou e disse:
— Como você é linda, se continuar assim, a gente vai sair só daqui a uma hora, ele completou.
— Adoraria, falei, mas as obrigações me chamam, completei.
Ele chegou perto, me abraçou e me deu um beijo. Recebi aquele beijo como agradecimento, mas quando ele me apertou, senti que o pau dele endurecia de novo, e senti que minha buceta ficava inquieta, com vontade de mais. Por isso me afastei e coloquei o sutiã e o vestido, e ia vestir a bermuda, mas ele segurou minha mão e disse:
— Você veste depois, leva na bolsa. O que eu quero mesmo é que você coloque isso, ele disse, e me mostrou a tanguinha vermelha que eu tinha usado ontem e jogado no lixo do bar. Não sei quando ele pegou, mas agora estava limpa e ele me entregava.
— Como você conseguiu isso?
— Isso não importa, mas quero que você vista agora e sempre que estiver comigo. Você vai dar um jeito de me mostrar, esse vai ser o sinal pra eu ir até você, pra aproveitarmos nossos momentos.
— Essa tanguinha não tapa nada, é tão pequenininha que praticamente vou estar pelada, falei. Eu disse: não posso ir assim pro trabalho, tem os funcionários e acho muito escandaloso e perigoso se eu não colocar a bermuda. Completei.
Era uma tanga pequena, a menor que eu tinha, eram tiras que só tinham uma florzinha na frente, mas na verdade não tapava nada, só enfiava na bunda. E usei a palavra: buceta, usava quando queria seduzir o Ramón, ou quando a gente brincava, e agora seria nosso código de mensagens com o Luis.
Não importa o que tapa, mas o que significa, ele disse e me puxou pra perto dele, abaixou a tanga que eu tava usando e ele mesmo colocou a tanga vermelha em mim e completou:
Assim você está linda e assim vou sempre lembrar de você.
Não fiz mais comentários, aceitei com um sorriso safado a sugestão dele e arrumei a sala e o bar bem rápido. As duas tangas (a que eu tava usando antes de foder, que tava bem molhada, e a que eu tinha colocado no meu quarto) enfiei na minha bolsa junto com a bermuda e fomos pra garagem. E antes de sair pra subir na caminhonete, ele me abraçou, me deu um beijo e levantou minha saia, agarrou minha bunda com força dizendo:
Isso é meu, porque me faz feliz, quero assim, com essa tanga ou sem nada...
De novo eu tava excitada, mas tinha que ir pagar o pessoal, por isso saímos pela porta da garagem na minha caminhonete que tem vidros escuros, não queria que as pessoas nos vissem e muito menos que vissem o Luis saindo da minha casa, e ele entendeu assim, por isso reclinou o banco e fomos embora.
------------------------
Essas primeiras entregas foram as que marcaram as regras dessa relação extraconjugal, por isso vou contar o que aconteceu depois desse encontro, mas vai ser outra hora pra não encher o saco de vocês.
Estando no meu quarto, bateu um remorso profundo e um sentimento de culpa que parecia que o mundo estava desabando, que eu tinha cometido o pior erro da minha vida. Queria que não tivesse acontecido, que fosse só mais uma fantasia, mas ao me ver sem calcinha e com a buceta e as pernas ainda molhadas do sêmen do Luis, senti que era algo irreversível, que tinha acontecido, e o pior de tudo é que eu tinha gostado e aproveitado. Lembrar do prazer que senti me excitava e eu recordava com uma certa satisfação, minha buceta se arrepiada quando lembrava dos orgasmos que ele tinha me dado.
Mas o que aconteceu me fazia duvidar de mim mesma, dos meus valores, dos meus princípios, da minha imagem, do meu prestígio. Me sentia suja, traidora, sentia que era uma mulher fácil e safada, tinha descoberto que o sexo aventureiro me transformava, me tornava uma puta sem pudor nem tabus.
Ainda sentada na beira da minha cama, lembrava que quando meu marido chegou e a gente estava no bar comendo o petisco (eu quase não comi nada), me atrevi a tomar três rodadas de pisco sour, pra ganhar coragem e força, e enquanto eles conversavam, eu observava o Luis e meu marido, queria encontrar aquilo que fez o Luis me excitar tanto, se eu tinha um marido bonito, muito bem conservado, com uma personalidade definida, muito seguro de si, alegre, gentil comigo, complacente, carinhoso comigo e com meus filhos, na cama era completo, a gente tem sexo criativo e prazeroso, não me faltava mais sexo, pelo menos era o que eu achava. Luis é um rapaz alegre, simpático, conversador, um pouco mais baixo que meu marido, mas fisicamente um pouco mais atlético, vai à academia e corre todas as manhãs, mas na verdade não era muito mais que meu marido, nem um símbolo sexual. Nem sabia se a pica dele era melhor que a do meu marido, porque nem tinha visto nem tocado, só tinha sentido e aproveitado. use the word: pussy, senti diferente sim, mas também não achei excepcional a ponto de dizer que é a melhor coisa que ela tem. O que me perturbava mesmo eram os olhares dele, eram muito profundos, até atrevidos, diria. Ele tinha um domínio da situação, sabia lidar com piadas e gestos de menino fofo e metido, acho que isso o tornava muito atraente.
Quis fugir dessa loucura e entrei no chuveiro, comecei a lavar o corpo inteiro e fiquei use the word: pussy uma vez atrás da outra, como se quisesse limpar o que tinha acontecido, como se o banho e o sabão pudessem lavar minha culpa. Fiquei uns trinta minutos debaixo d'água, depois fui dormir só de roupão. Queria que meu marido me possuísse, mas não por tesão, e sim por um sentimento profundo de culpa, queria limpar o que tinha rolado. Na real, sexo eu já não queria mais, o que eu tinha tido já era suficiente pra essa noite.
Me joguei na cama e, muito envergonhada e mergulhada nos meus pensamentos, lágrimas de dor e arrependimento escorreram. Não sabia o que ia acontecer com minha vida depois dessa experiência, não sabia se aquilo terminava ali ou era o começo de algo que eu não ia conseguir controlar. E pensando, acabei dormindo profundamente, nem senti quando meu marido veio pra cama, acho que foi bem tarde e ele meio tonto.
Quando acordei, Ramon estava do meu lado, me abraçando e ainda de roupa. Olhei pra ele e fiquei na cama pensando, não sabia o que fazer nem como agir. Sentia que meu marido e meus filhos, quando acordassem, e até a empregada quando chegasse, iam me olhar e ver no meu corpo as marcas do que eu tinha feito. Sentia que seria julgada pelos olhares deles e não sabia como reagir nem como me justificar. É igual quando a gente na adolescência dá o primeiro beijo ou é tocada pela primeira vez, parece que todo mundo tá te olhando e sabe o que você fez.
Mas, na real, tudo continuava igual. Meu marido, quando acordou, era o mesmo de sempre, carinhoso e amoroso. Meus filhos vieram como sempre e se Botaram pra brincar, nada tinha mudado, isso me acalmou, percebi que era eu a perturbada, e era a única que tinha mudado e que agora tinha um problema sério pra resolver.
Eu tinha gostado de ser penetrada pelo Luis, e ainda mais do jeito que ele fez, relembrar esses momentos me enche de satisfação e me excitava, sinto um formigamento na minha buceta e sinto um vazio, como se estivesse faltando aquele pedaço de carne que me fez gozar, não sentia remorso pelo prazer sentido, me sentia mal pelo meu marido, pelos meus filhos, pelas consequências dessa escorregada, pela minha própria imagem, sentia medo de ser julgada, de todo mundo ficar sabendo e me ver como uma puta ou uma adúltera que machuca a família, sentia medo de não conseguir controlar a situação e isso trazer consequências pra todos, por isso, decidi cortar aquilo pela raiz, porque não queria machucar as pessoas que mais amo.
Sabia que em algum momento ia encontrar o Luis e pra isso deveria estar preparada pra assumir a responsabilidade e deixar como um deslize, uma aventura ou o que for, mas deveria terminar ali, por mais prazer e satisfação que tivesse sentido, por mais excitação que me cause lembrar do momento, afinal tem meu marido pra me satisfazer e me fazer gozar.
Hoje sábado ia ser um dia de praia, de família, já tínhamos planejado antes, por isso decidimos sair cedo pra ir no supermercado e comprar algumas coisas pra levar pra uma casa de praia que fica no sul da cidade, é uma casa que estou trabalhando e tínhamos autorização do dono pra usar enquanto reformávamos a decoração. A gente usava alguns fins de semana, por isso colocamos na caminhonete o necessário pra um fim de semana na praia e fomos na caminhonete do Ramón, porque era maior e mais confortável.
Eu estava usando um vestido de algodão soltinho de alças e um pouco acima do joelho, um sutiã de renda meia-taça e uma calcinha fio-dental branca pequena e, além disso, coloquei uma Calça legging justa no meio da coxa de algodão (tipo lycra), esse jeito de me vestir me deixa mais jovem e ainda realça minha figura.
Já na saída da cidade, recebi a ligação de um dos trabalhadores que tinha num prédio de um bairro residencial (encarregado da obra naquele prédio) e ele disse que não tinha recebido o depósito para pagar o pessoal. Tinha 20 pessoas trabalhando no local porque estávamos com 7 apartamentos instalando a cozinha, os armários e os banheiros, que já estavam quase prontos, só faltavam os retoques finais para entregar entre segunda e terça.
Liguei pra minha contadora, que é quem me ajuda com essas coisas, e ela disse que eu não tinha assinado aquele cheque por engano e que na noite anterior tinha tentado falar comigo (como é que eu ia atender se estava sendo feliz?). Tinha que resolver esse problema, porque os trabalhadores recebem semanalmente e são muito encrenqueiros e não gostam de esperar, ainda mais agora que era o último dia de trabalho pra maioria.
Não fizeram o depósito pra pagar o pessoal de Surco, falei pro meu marido, vamos procurar um banco pra fazer a transferência porque o pessoal vai linchar o Jesus (encarregado), completei.
Tem um banco perto, ele disse, senão você pode fazer pela internet, acho que é mais fácil. Eu estava com o notebook do meu marido, que também tem chip de internet móvel.
Quando fui pegar minha bolsa, não achei meu porta-cartões nem minha carteira. Preciso voltar pra casa, porque não trouxe meus documentos nem os cartões do banco CCC (onde tenho as contas dos trabalhos que faço), só tenho meu cartão de débito do Banco DDD, falei envergonhada e preocupada. Também não consigo fazer pela internet porque não trouxe o cartão com as senhas, completei.
Não costumo levar cartões quando não preciso fazer movimentações ou quando estou com meu marido, geralmente é ele quem faz os pagamentos, só por precaução é que levo um cartão de débito. de conta pessoal e dinheiro em espécie, os documentos foi um lapso, embora quase nunca precise deles, só minha carteira de motorista.
Vi a irritação do Ramón e a dos meus filhos quando percebemos que era muito necessário voltar pra casa, por isso falei:
— Eu volto de táxi e resolvo essas pendências, você vai pra praia com as crianças e a Hilda (empregada). Foda-se, quando terminar a papelada, as crianças vão ficar de saco cheio, porque tenho que ir numa agência do shopping (atendem o dia todo aos sábados), se não der tempo de ir em alguma perto de casa ou da obra (só atendem até as 13h).
— É melhor a gente voltar, as crianças vão entender — ele disse —, além disso, a gente faz isso mais rápido de carro, ainda dá tempo de ir pra praia — falou meio puto, mas sem me recriminar.
O negócio é que decidimos que ele continuaria e eu voltaria sozinha, depois encontraria eles. Não era a primeira vez que um de nós ia na frente e depois se reunia.
Por sorte, tinha um táxi de agência ali, então peguei e fui pra casa.
……
Quando descia do táxi, o Luis estava na porta da minha casa e me viu chegar.
— Oi, Guiss — disse ele, sorrindo e todo animado, e se aproximou pra me dar um beijo na bochecha.
— Me engole, terra! — pensei na hora. Sabia que ia encontrar ele de novo, mas nunca imaginei que seria naquele momento, não estava preparada pra isso.
— Oi — respondi, toda perturbada, e fiquei vermelha de vergonha, porque veio na minha cabeça o que tinha rolado no dia anterior. Fiquei calada e nervosa, não sabia como agir nem o que dizer, só baixei a cabeça e lembrei como tinha aproveitado, como tinha me entregado sem reservas e me senti uma puta, uma mulher quente e safada. Essas lembranças provocaram umas sensações na minha entreperna e senti que me molhava, senti que minha buceta estava vazia, como se sentisse falta de estar enfiada na pica do Luis.
Eu tinha me martirizado com sentimentos de culpa quase a noite toda e durante o De manhã, eu tinha pensado que isso ia acabar, que não ia continuar, e agora não sabia o que dizer ou fazer. Mais ainda, eu estava ficando excitada, a presença do Luís estava me agradando, mas nesse momento minha racionalidade falou mais alto e decidi não ceder aos meus instintos animais.
Eu estava procurando vocês porque o Ramón me disse que iam para a praia e me convidou pra passar o dia com vocês, ele disse, me tirando do meu desconcerto.
Pensei que já tinham ido, porque acabei dormindo por causa das bebidas, mas que bom que ainda encontro vocês, ele completou.
Dentro do meu desconcerto e atrapalhação, e na esperança de que ele fosse embora logo, falei inocente:
O Ramón já está na praia, eu voltei por causa de uma emergência, acho que fica pra outra oportunidade, estou com pressa e preciso ir ao banco, sinto muito não poder te atender, completei. (inconscientemente, tinha mandado a mensagem de que estava sozinha)
Dizendo isso, me apressei em abrir a porta de casa porque estava com pressa e também sentia a necessidade de me afastar dele, de que não estava preparada pra olhar na cara dele ou ter uma conversa mais séria e que isso acabasse. Além disso, me sentia fraca, sentia que a presença dele me excitava.
Entrei em casa rapidamente e, antes de fechar a porta, me virei pra me despedir, mas vi que ele tinha se aproximado e não me deu tempo de me despedir; ele entrou e fechou a porta.
Isso me desconcertou, quis reagir pedindo pra ele ir embora, mas o Luís me abraçou e me apertou contra a porta e me deu, pela primeira vez, um beijo na boca que me deixou ainda mais paralisada.
No começo, fiquei imóvel e não correspondi ao beijo, mas também não o afastei de mim, porque sentir o corpo dele colado no meu avivava a excitação que eu tinha, e ter os lábios dele grudados nos meus era gostoso. Embora racionalmente quisesse resistir e afastá-lo, a sensação gostosa me deixou tão fraca que abri a boca pra receber o beijo dele. Foi uma aceitação das intenções dele e dos meus desejos, e assim começou um novo encontro. Beijamos com luxúria, com erotismo, ele começou a devorar minha boca, eu correspondia, cruzávamos nossas línguas e abríamos a boca o máximo possível para nos sentir. Como esse homem beija, que vontade eu tinha de devorá-lo, que doce e gostosa era a boca dele, e assim ficamos por vários minutos, não sei quantos.
No começo, só nos comíamos de beijos e nos abraçávamos e apertávamos como se quiséssemos nos unir pela boca e fundir nossos corpos, meu Deus, como eu estava ficando excitada, que vontade de tê-lo, que vontade de abraçá-lo, de tocar o corpo inteiro dele.
Sabia que estávamos sozinhos e não havia medo de alguém chegar ou nos descobrir, por isso me deixei levar pelos desejos, pela vontade, já não importava mais nada. Ele, por sua vez, também estava muito excitado, muito emocionado, que não parava de me beijar e me abraçar.
Depois dessa expressão frenética de afeto, nos olhamos nos olhos e ele me disse:
— Pensar que sempre gostei de você, que fiquei apaixonado por você desde o primeiro dia que te vi, mas sentia que tinha chegado tarde e que nunca poderia te ter porque você já era de outro homem. Saber você ao meu lado me emociona e me faz muito feliz, quanto sonhei com esse beijo e com ter você, como sua simples presença me excita — falou bem ternamente e me abraçou com força e muito carinho.
Eu me deitei no peito dele e respondi:
— Você me enlouqueceu, me bagunçou toda, porque eu não deveria estar aqui com você, deveria estar com o Ramón, deveria estar com minha família, no entanto, estou aqui. Não sei o que está acontecendo comigo, porque amo muito meu marido, e curto estar ao lado dele, nunca me faltou nada com ele, mas você me transformou, me deixou doida porque gosto de estar ao seu lado, não consigo te rejeitar, apesar de sentir que isso não está certo, que estamos fazendo uma besteira — acrescentei com voz de tristeza, reprovação e lamento, embora deitada no peito dele, abraçando-o forte como quem diz que adoro aquele momento.
— Não sei o que vai acontecer daqui pra frente — falei olhando nos olhos dele —, não é Amor, o que sinto por você é porque amo meu marido, mas gosto de estar do seu lado, me excita suas mãos, sua boca, adicionei.
Ele me deu um beijo suave, me abraçou com muita força e ternura e me disse:
"Não espero que você se apaixone por mim agora, só sinto que devemos aproveitar o agora, já vemos o que acontece e fazemos mais pra frente, a única coisa que sei é que não vou fazer nada que você não goste ou te machuque."
E me abraçou de novo e me deu um beijo profundo que eu correspondi, eu gostava daquele momento, me excitava os beijos e abraços dele, senti que não havia mais tempo pra lamentar ou me arrepender, e por isso aproveitava o momento.
Voltamos a nos beijar e assim fomos até a sala e sentamos no sofá de três lugares, e ali entre beijos e abraços eu acabei deitada e entregue totalmente a ele, eu estava de barriga pra cima e ele ajoelhado no chão me beijando e acariciando.
Ele começou a tocar meu corpo, senti as mãos dele passando nos meus peitos e descendo até acariciar minha bunda por cima da calcinha, e essas carícias me excitavam muito, como eu gostava de como me transformava.
Ele baixou as alças do meu vestido e soltou meu sutiã, deixando meus peitos no ar, que ele começou a acariciar e beijar com suavidade, lambia meus peitos e chupava devagar meus mamilos, que jeito de me excitar, que jeito de me levar ao céu, como eu aproveitava o momento.
Acariciei o corpo dele e levantei a camisa dele pra acariciar e beijar a pele dele, consegui tirar e beijar o peito dele, o pescoço, os braços e o abdômen.
Depois de um tempo, senti as mãos dele levantando meu vestido e ele começou a acariciar minha perna e passar a mão na minha entreperna, me levantava e agarrava minha bunda com força por cima da calcinha que já tava molhada, porque eu tava com uma excitação terrível, me sentia uma puta com necessidade de carícias, beijos e uma boa pica.
Ele enfiou as mãos dentro da calcinha e começou a brincar com minha buceta por cima de uma fio dental, eu abri as pernas pra facilitar os dedos dele. acaricie minha buceta, pra que ela fizesse de mim o que quisesse, eu tava disposta a fazer qualquer coisa pra chegar ao prazer completo, tava entregue totalmente a ele, sentia que meu corpo queria sexo e mais sexo, eu tava voando de prazer, ele era meu e eu era dele.
Daí um tempo ele baixou minha calça legging deixando a calcinha fio dental e abriu minhas pernas primeiro pra me olhar e ver minha calcinha enfiada dentro da minha pussy e ver que eu tava molhada pra caralho. Depois ele esfregou com os dedos e bem devagar enfiou os dedos, primeiro um e depois dois, eu fazia movimentos pélvicos pra aproveitar aqueles dedos e enquanto isso puxava ele pra beijar, pra chupar a língua dele no ritmo dos dedos, que prazer, que doce é dar pra alguém que não é seu marido, que doce e tasty era ter outro homem só pra mim, essa sensação de ter dois homens só pra mim me excitava ainda mais, me deixava louca e fez eu chegar a um primeiro orgasmo maravilhoso e agora sim eu expressei violentamente, porque beijava com frenesi a boca do Luis, cruzei as pernas pra sentir como entrava e saía os dedos do meu amante e comecei a gemer forte, tava muito agitada
Ufffff, ufffff, ufffff, continua, continua não para por favor que vou tocar o céu,
Uffff ufffff, queeeeeeeeeeeeeee gostoooooooooooooooooso, gemia com voz suave mas de mulher arrecha, de slut que chega ao prazer que busca
Como eu gosto de te fazer gozar, como excita te ver assim, toda arrecha, toda uma slut, falou Luis
Que o Luis me chame de slut fez eu explodir, chegar ao meu primeiro orgasmo e como na primeira vez que ele me tocou, sair um monte de fluido, sentia que escorria
Luis me beijou e tirou os dedos da buceta e enfiou na minha boca, e comecei a chupar os dedos dele, eu queria mais, tava só começando, por isso deslizei pro tapete e puxei ele pra deitar do meu lado, tinha muito espaço, e pela primeira vez passei a mão na pica dele por cima do short que ele usava, senti que a pica dele tava dura, que Tava dura, comecei a bater uma pra ele por cima da roupa e ele chupava meus peitos, me beijava os lábios, o pescoço.
Ele afrouxou o short dele como me convidando pra pegar no pelo, então meti minha mão dentro da cueca dele e segurei pela primeira vez aquela pica gostosa, na hora senti uma corrente elétrica pelo corpo todo que me deu um segundo orgasmo, senti minha buceta tremendo e molhando pra caralho, como eu gozava.
Segurei o pau dele com força e comecei a passar a mão enquanto durava meu orgasmo, tava delicioso, sentia coisas que nunca tinha sentido com meu marido, sentia outro tipo de prazer, sentia que aqui eu era uma puta, uma mulher totalmente sem vergonha e sem limites, naquela hora eu faria qualquer coisa que o Luís pedisse, não tinha barreira nenhuma. Queria mais, queria ser penetrada, queria aquela carne dentro da minha pussy, queria que me fodesse, que me arrebentasse, que abrisse todos os meus buracos.
Abaixei o short e a cueca dele e pela primeira vez vi o pau dele, vi ele lindo naquela hora, vi que era um pau maravilhoso, gostei da presença dele, tinha uma cabeça grossa e grande, parecia a cabeça de uma jiboia, que era o que deixava ele atraente e excitante.
O pinto dele é um pouco menor que o do meu marido, uns 17 ou 18 centímetros, o do meu marido tem 20, era quase da mesma grossura (nem muito nem pouco), mas aquela cabeça era extraordinária, fiquei apaixonada e comecei a bater uma pra ele, descendo e subindo a pele do prepúcio pra aquela cabeça ficar mais linda, imponente e excitante, agora sei porque sentia aquele pau diferente na minha buceta, aquela cabeça é que roça as paredes da minha xota e é que me dá a sensação de ter uma pica grossa e enorme dentro. Minha pussy se contraía, queria ser penetrada, queria sentir aquela cabeça roçando meu clitóris.
— Me penetra, Luís, mete essa maravilha, não aguento mais — falei, e tirei a calcinha oferecendo minha pussy com as pernas abertas pra ele olhar minha pussy se contraindo e super molhada. molhada.
Levanta e vamos pro bar, quero te pegar no mesmo lugar de ontem, ela me disse, e falando isso me puxou suavemente pelo braço e me levou até o bar e me colocou na mesma posição do dia anterior, eu de pé apoiada no encosto de uma das cadeiras oferecendo minha bunda pra ela, mas dessa vez eu não olhava pra janela, e sim pro reflexo dos dois no espelho que tinha na minha frente.
Ela tirou o short e a cueca e eu vi que a pica dela dura apontava pra minha bunda como uma lança brilhante procurando o estojo, levantei a saia do vestido até a cintura, abri as pernas, empurrei a bunda pra trás e ofereci pra ela me penetrar, não queria esperar mais.
Pronto, mete esse falo em mim, papacito, não me faz sofrer, por favor, eu falei.
Você gosta dessa pica?, ela perguntou fazendo movimentos pélvicos como se estivesse metendo.
Siiiiiiiiiiim, amor, ela é linda, mete logo em mim.
Luis aproximou o pênis da entrada da minha buceta e esfregava a glande em toda a minha buceta, isso sim era uma maravilha, aquela cabecinha me fazia vibrar de prazer, esfregava meu clitóris, meus lábios vaginais, que prazer, ela não tinha metido e eu já tava no céu, fazia movimentos pélvicos pra sentir mais aquele pedaço de carne, como brincava com minha buceta, como me desesperava, eu abria as pernas o máximo que podia e empurrava minha bunda pra trás na intenção de enfiar toda aquela pica, mas Luis recuava e só deixava a ponta na entrada da minha buceta, mas tava me matando de prazer, como eu amava aquele momento, realmente tinha perdido a razão por uma pica, só importava transar, me arrebentar toda, me rasgar a xota, eu aguentava tudo, qualquer coisa, a glande esfregando a entrada da minha buceta e meu clitóris me fez gozar num outro orgasmo, numa gozada de louca, de desenfreado sexual, eu já tava fora de mim, só me importava o prazer.
Uffffff, uffffff, ufffff, que pica gostosa!, não para!, não para que eu vou gozar de novo. veeeeeeeeeeeego!!! gritei bem alto
Naquele momento, no auge do orgasmo, senti ele enfiar a pica toda de uma vez só e isso é indescritível, veio uma sequência de orgasmos, não parava, não sei quantas gozadas eu tive, senti que minha buceta era um mar, saía uma quantidade enorme de fluidos, e Luis começou a bombar com força e assim me segurou por um bom tempo, eu curtia, me contorcia, me movia no ritmo das estocadas pra enfiar aquele pau com mais força, não sei que barbaridades eu falava e gemia, mas não queria que ele parasse, os orgasmos ficavam mais curtos e violentos, nunca tinha sentido aquele prazer, nem tinha tido orgasmos tão seguidos.
Luis também tava curtindo, pelo espelho eu via ele muito concentrado e ouvia ele gemer de prazer, me puxava pela cintura, me puxava os peitos, me apertava as nádegas, até que senti ele meter com mais violência, com mais rapidez, deslizei minha mão até minha virilha e senti aquele falo entrando e saindo quente e molhado da minha pussy, era ainda mais excitante tocar ele quando entrava e saía, queria que ele me inundasse com o esperma dele, queria sentir ele quente,
Me gooooooorrooooooo, gritei com força
Daaaaaaaaaaaaaaaai, encheeeeeeeeeeeeee, quiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii Beijo e abraço, foi um dos momentos mais prazerosos, nunca tinha sentido orgasmos tão seguidos que me deixaram morta, muito exausta.
Sentamos no sofá por um instante, estávamos muito cansados e com muita sede.
— Tô com sede, quero um refri — falei.
— Vou preparar uma dose — ele disse.
— O que você quiser — respondi.
Ele se levantou nu, e eu vi aquele pau cabeçudo balançando enquanto ele entrava no bar. Fiquei contemplando enquanto ele preparava pisco com refrigerante branco, limão e gelo.
Nisso, senti meu celular tocando dentro da bolsa. Eu tinha deixado na porta de casa quando o Luís me abraçou, e naquele momento lembrei do motivo pelo qual tinha vindo, do motivo pelo qual tinha voltado pra casa.
Corri pra atender, pensando que era meu marido, mas era o Jesus, encarregado da obra. Ele me avisou que tinha um motim, que os trabalhadores estavam esperando o pagamento e não queriam esperar até segunda.
Falei que tinha tido um imprevisto, mas que em menos de uma hora levaria o dinheiro em espécie, e que por favor ele convencesse eles.
Eu tinha chegado há uma hora e quinze em casa, pensando em ficar menos de cinco minutos, mas por ser uma puta irresponsável e tarada, deixei o tempo passar.
Olhei meu celular e tinha umas cinco chamadas perdidas do meu marido. Isso me preocupou, mas não liguei pra ele naquele instante, porque sentia a porra do Luís escorrendo pela minha buceta. Eu estava semi nua e, o mais importante, satisfeita, feliz, bem comida. Não sentia arrependimento. Coloquei a mão na minha buceta e senti que tinha esperma, e deixei ali.
Luís me trouxe a taça de bebida e disse:
— Vamos brindar por esse momento, pelo prazer que você me deu.
— Vamos brindar por isso e por essa pica linda que você tem — falei, olhando pro pau dele e acariciando com a mão livre. E tomamos a bebida de um gole só.
— Temos que ir rápido — falei. — Tão me esperando na obra e querem linchar o Jesus, mas antes tenho que ir no banco — completei.
— Te acompanho, não Quero te deixar sozinha, pelo menos até você ir pra praia, ele me disse.
Então se veste, senão vou acabar comendo aquela maravilha de novo, falei brincando. Dá um trato no banheiro da vista, eu vou subir pra me trocar, falei.
Fui pro meu quarto e entrei no chuveiro pra limpar o suor e lavar a buceta, não gostava de ficar suada, embora se o Luis pedisse, com certeza eu teria guardado o sêmen dele por mais tempo na minha buceta.
Decidi vestir a mesma roupa, não podia trocar pra não levantar suspeitas, só troquei de tanguinha, coloquei uma branca transparente e pequenininha, e assim desci pra sala, levando o vestido na mão, porque tinha deixado o sutiã e a bermuda na sala. Não sentia vergonha, aliás, gostei que o Luis me visse assim porque agora sentia que era mulher dele, a putinha dele, e por isso tinha que me mostrar.
O Luis já tinha tomado banho e se vestido, mas quando me viu, se aproximou e disse:
— Como você é linda, se continuar assim, a gente vai sair só daqui a uma hora, ele completou.
— Adoraria, falei, mas as obrigações me chamam, completei.
Ele chegou perto, me abraçou e me deu um beijo. Recebi aquele beijo como agradecimento, mas quando ele me apertou, senti que o pau dele endurecia de novo, e senti que minha buceta ficava inquieta, com vontade de mais. Por isso me afastei e coloquei o sutiã e o vestido, e ia vestir a bermuda, mas ele segurou minha mão e disse:
— Você veste depois, leva na bolsa. O que eu quero mesmo é que você coloque isso, ele disse, e me mostrou a tanguinha vermelha que eu tinha usado ontem e jogado no lixo do bar. Não sei quando ele pegou, mas agora estava limpa e ele me entregava.
— Como você conseguiu isso?
— Isso não importa, mas quero que você vista agora e sempre que estiver comigo. Você vai dar um jeito de me mostrar, esse vai ser o sinal pra eu ir até você, pra aproveitarmos nossos momentos.
— Essa tanguinha não tapa nada, é tão pequenininha que praticamente vou estar pelada, falei. Eu disse: não posso ir assim pro trabalho, tem os funcionários e acho muito escandaloso e perigoso se eu não colocar a bermuda. Completei.
Era uma tanga pequena, a menor que eu tinha, eram tiras que só tinham uma florzinha na frente, mas na verdade não tapava nada, só enfiava na bunda. E usei a palavra: buceta, usava quando queria seduzir o Ramón, ou quando a gente brincava, e agora seria nosso código de mensagens com o Luis.
Não importa o que tapa, mas o que significa, ele disse e me puxou pra perto dele, abaixou a tanga que eu tava usando e ele mesmo colocou a tanga vermelha em mim e completou:
Assim você está linda e assim vou sempre lembrar de você.
Não fiz mais comentários, aceitei com um sorriso safado a sugestão dele e arrumei a sala e o bar bem rápido. As duas tangas (a que eu tava usando antes de foder, que tava bem molhada, e a que eu tinha colocado no meu quarto) enfiei na minha bolsa junto com a bermuda e fomos pra garagem. E antes de sair pra subir na caminhonete, ele me abraçou, me deu um beijo e levantou minha saia, agarrou minha bunda com força dizendo:
Isso é meu, porque me faz feliz, quero assim, com essa tanga ou sem nada...
De novo eu tava excitada, mas tinha que ir pagar o pessoal, por isso saímos pela porta da garagem na minha caminhonete que tem vidros escuros, não queria que as pessoas nos vissem e muito menos que vissem o Luis saindo da minha casa, e ele entendeu assim, por isso reclinou o banco e fomos embora.
------------------------
Essas primeiras entregas foram as que marcaram as regras dessa relação extraconjugal, por isso vou contar o que aconteceu depois desse encontro, mas vai ser outra hora pra não encher o saco de vocês.
1 comentários - Nunca diga nunca 3