Finalmente consegui completar a terceira parte, tava meio sem inspiração mas espero que a espera tenha valido a pena, lembrem de comentar e apoiar com críticas, agradeço muito por ambas as coisas. Agora o relato:
Passaram-se os dias e minha mulher tava feliz, acordava cedo, preparava o café da manhã pra todo mundo sempre sorrindo, já não evitava mais meu sobrinho e por mais estranho que pareça não tinha parado de transar comigo... embora fosse óbvio que a buceta dela tava cada dia mais larga e às vezes parecia meio irritada. Eu sabia que era corno na minha própria casa e acho que meu sobrinho sabia que eu sabia, porque às vezes eu percebia ele me olhando com um sorrisinho de deboche quando falava sobre minha mulher e o quanto ela trabalhava em casa e essas coisas. Eu viciei nos vídeos, toda noite, quando todo mundo dormia, revisava as gravações. Fui testemunha de como meu sobrinho foi subjugando minha esposa a ponto de ter ela completamente dominada pela pica dele, minha mulher fazia tudo que ele pedia, chegou a vestir parte do vestido de noiva dela pra ele comer ela, me ligava no escritório só porque meu sobrinho tinha tesão em eu falar qualquer coisa enquanto ela chupava a pica dele e muito mais, mas o que mais doía era que minha esposa topava tudo isso com um gosto e uma dedicação que eu nunca vi em nenhum outro aspecto do nosso casamento, parecia que ela tava tentando me compensar ou me manter satisfeito. Claro que eu sabia, tinha vigiado de perto cada trepada da minha esposa com meu sobrinho, sempre terminavam com ele mandando ela me tratar bem pra eu não desconfiar de nada, e tirando o fato de que agora minha esposa me chifrava com um moleque que podia ser nosso filho e que na verdade tava morando na nossa casa como se fosse, eu não tinha nenhuma reclamação do comportamento da minha esposa, tava resignado... A rotina em casa continuava a mesma de sempre, eu ia trabalhar de manhã, meu sobrinho ia pra aula. e minha mulher ficava em casa, a única diferença era que enquanto eu não estava, eles se entregavam à paixão de forma escandalosa.
Passaram-se uns dois meses quando minha esposa recebeu uma ligação do irmão dela, o aniversário da nova esposa dele estava chegando e eles iam dar uma grande festa na casa deles, obviamente precisavam da nossa presença, especialmente do meu sobrinho. Minha mulher estava nervosa, acho que ela tinha medo de que o sobrinho voltasse a morar com o pai e a madrasta e que isso a separasse do seu macho, então nos dias antes da festa os encontros deles foram frenéticos, eles treparam praticamente na casa toda e em todas as posições imagináveis e algumas vezes nas minhas costas. À noite, eu via tudo isso e acabava comendo minha mulher com raiva, ela parecia gostar do sexo comigo, porém assim que eu dormia, minha mulher se levantava e se trancava no quarto do meu sobrinho. Assim que percebi isso, comecei a fingir que dormia e quando minha mulher saía para se encontrar com o jovem garanhão dela, eu me levantava e colava o ouvido na porta. Eu ouvia como os quadris do meu sobrinho batiam contra a bunda da minha esposa, o som molhado das carnes e os gemidos abafados da minha mulher. Os sussurros do meu sobrinho me enchiam de tesão e ciúmes: "O que foi tia, a piroca de merda do tio já não te satisfaz mais?" Mmmm era a única resposta da minha mulher. Depois, vendo o vídeo, percebi que enquanto supostamente dormia no meu quarto, se minha mulher e o sobrinho dela trepavam, minha mulher estava sempre tapando a boca ou mordendo algum travesseiro, tendo visto como o sexo entre os dois era selvagem, era natural que minha mulher gritasse e fizesse barulho, além de que se eu não estava por perto, meu sobrinho costumava falar bem alto gritando todo tipo de obscenidades e insultos, sempre tratando minha mulher de puta. Mesmo quando eu não estava em casa, ele se referia a ela como sua puta, sua tia puta ou sua vadiazinha. Depois de quase uma hora de estar transando, de ouvir como minha mulher abafava seus gemidos de prazer e seus orgasmos, e de ouvir meu sobrinho falar todo tipo de obscenidades pra minha mulher. Meu sobrinho deu um tapa sonoro na bunda da tia dele e disse: "já chega, putinha minha, vai dormir, que amanhã tem festa na casa do seu irmão e quero você descansada". "Sim, meu amor", disse minha mulher. Esse foi meu sinal de saída, e me retirei pro meu quarto. Desde aquele momento, virou costume: sempre que podia, eu vigiava meu sobrinho. Eu tinha virado um voyeur.
No dia seguinte, minha mulher, o sobrinho dela e eu fomos pra casa do irmão dela. Minha mulher usava um vestido de festa preto, com um decote revelador mas não escandaloso. Ela tava espetacular. A casa do meu cunhado é ampla, de dois andares, tem um quintal enorme que foi decorado pra ocasião. Assim que chegamos, meu cunhado saiu pra nos receber: "Irmã, cunhado, bem-vindos", disse ele, evitando mencionar o filho. "Como ele tá se comportando, meu rapaz?", perguntou finalmente, olhando pro Carlos, com um sorriso mas com uns olhos extremamente desconfiados que me pareceram muito familiares. Minha mulher cumprimentou o irmão e disse que o Carlos se comportava muito bem e que era um rapaz excelente, que sempre ajudava ela em casa. Bem que eu sabia como ele ajudava. "É", disse meu cunhado, "bom, fico feliz que estejam todos aqui". Cumprimentou o filho com um aperto de mão e disse que ficava muito feliz dele estar ali e que esperava que logo pudesse voltar pra casa. Meu sobrinho respondeu: "Claro que sim, pai. Vou dar meu melhor pra me dar melhor com a Jéssica e a Paula". Entramos na casa, onde estava a nova esposa do meu cunhado. "Jéssica, querida, olha quem está aqui". A Jéssica veio da cozinha. Era uma mulher bem atraente, 1,60 de altura, com uma bunda espetacular e uns peitos médios mas bem firmes, pele branca e cabelo preto bem liso que caía solto até os... ombros. "Olá", ela nos disse, "estamos muito felizes que vocês vieram", nos cumprimentando a mim e à minha esposa com dois beijos nas bochechas, mas mantendo distância do meu sobrinho, limitou-se a dizer de um jeito bem falso que era um prazer tê-lo em casa novamente. Carlos então perguntou pela Paula, sua meia-irmã, e Jessica, franzindo a testa, disse que ela estava no quarto e que desceria a qualquer momento. Fomos todos para o quintal e ocupamos lugares numa mesa, e depois de um tempo apareceu Paula, a meia-irmã. Paula era uns dois anos mais velha que Carlos, mais alta que a mãe, tinha peitos pequenos, mas pelo que pude ver, tinha um belo par de bundas. O cabelo dela estava preso num rabo de cavalo, e ela vestia um conjunto de calça preta meio justa e blusa branca. Percebi como ela sorriu ao ver meu sobrinho, e eu sabia bem por quê. Ela se aproximou e cumprimentou todo mundo com dois beijos. "É um prazer ver todos vocês de novo", ela disse, era uma moça muito educada e simpática. Depois de uma conversa sem importância, fomos para o quintal e a festa começou.
Minha esposa e eu dançamos e bebemos, enquanto meu sobrinho passava o tempo conversando com o pai e a esposa dele. Logo depois, minha mulher e eu sentamos, meu sobrinho veio até nós e perguntou se estávamos gostando da festa. Dissemos que sim, que era uma festa muito boa. "Fico muito feliz", ele respondeu, "me permite tirar essa linda gostosa para dançar?", disse meu sobrinho se referindo à minha esposa. Eu estava meio bêbado e as palavras do meu sobrinho me tiraram do meu torpor alcoólico. "Claro que sim", respondi, "vai em frente, querida", disse para minha esposa, "dança com seu sobrinho", falei exagerando minha embriaguez, pensando que assim daria mais liberdade para meu sobrinho agir. Minha esposa e meu sobrinho foram para a pista de dança improvisada, e eu fiquei sentado, fingindo beber. Percebi como minha esposa dançava com o sobrinho tentando disfarçar o melhor que podia, mas meu sobrinho aproveitava o momento. pra esfregar o volume na minha esposa, que de vez em quando virava a cabeça como se vigiasse pra ninguém notar nada. Depois de um tempinho de "dança", meu sobrinho pareceu sussurrar algo no ouvido dela, e logo trouxe ela pra mesa onde eu fingia estar bem bêbado. O volume nas calças do meu sobrinho era visível, mas a festa já tava tão animada nesse ponto que pouca gente prestava atenção, mas eu percebi como atraía os olhares de algumas mulheres, entre elas, umas vizinhas, amigas da madrasta dele e a irmã dele. Talvez por isso ele não dançou mais com minha mulher, porque assim que terminou, trouxe ela de volta pra mesa, agradeceu e disse que ela dançava muito bem, e eu sabia bem como eles eram bons "dançando" juntos, depois disso ele se desculpou e foi dançar com outras mulheres. A festa seguiu normal por mais algumas horas, meu sobrinho dançou com praticamente todas as mulheres gostosas da festa e nada teria sido fora do comum se não fosse um incidente que aconteceu quase no final.
Ainda fingindo estar bêbado, falei pra minha esposa que precisava ir ao banheiro. Levantei e entrei em casa, lá dentro não tinha muita gente, algum convidado descansava na sala e mais um ou outro que já tava indo embora. Fui pro banheiro do segundo andar, sempre tomando cuidado pra não fazer barulho. Abri a porta, mijei, lavei o rosto e me clareei, porque mesmo fingindo que tava bebendo, o que eu tinha tomado no começo já tinha dado uma leve na cabeça. Tirei um minuto pra descansar um pouco e foi nisso que ouvi passos vindo pelo corredor, eram duas pessoas tentando não fazer barulho. Apaguei a luz e encostei o ouvido na porta, consegui ouvir uma mulher falando pra alguém se apressar. Quando eles se afastaram um pouco, abri a porta de leve e vi que era meu sobrinho e a irmã dele, que foram pro quarto do fundo. Saí do banheiro e me aproximei em silêncio, enquanto isso A festa continuava no quintal. Ao chegar na porta, prestei atenção nos sons que vinham do quarto e consegui ouvir claramente o barulho característico de uma mulher chupando um pau com todo entusiasmo, enquanto ouvia meu sobrinho dizer: "assim mesmo, irmãzinha, já estava com saudade da sua boquinha de puta." Resolvi arriscar um pouco e empurrei a porta. Para minha sorte, a cama estava bem ao lado e dava pra ver meu sobrinho sentado na cama da meia-irmã dele, com o pau apontando pro teto, enquanto chupavam o membro dele com muito entusiasmo. A enteada do meu cunhado chupava como se a vida dependesse disso. Meu sobrinho, que até aquele momento estava deitado recebendo as atenções da meia-irmã, se sentou e pegou ela pelo cabelo, enquanto dizia: "pronto, irmãzinha, é hora de te dar seu prêmio." Ao que a meia-irmã respondeu: "você não sabe como senti sua falta, irmãozinho", enquanto se levantava e abaixava a calça junto com a tanga até os tornozelos, se inclinando e apoiando as mãos na cama. A vista era impressionante, o que faltava de peito na Paula sobrava de rabo. Meu sobrinho se ajoelhou atrás da bunda da irmã e, abrindo as nádegas dela, começou a lamber e lubrificar com saliva todo o cu dela. Enquanto Paula, de olhos fechados e um sorriso de satisfação, curtia tudo que o "irmãozinho" fazia, meu sobrinho se levantou e, com um empurrão firme e sem aviso, enfiou o pau no cu da "irmãzinha". "Assim, irmãozinho, assim", dizia Paula, "você não sabe como senti falta desse pau, meu amor." "O que foi, irmãzinha? Seu namorado não te come tão bem quanto eu?" "Você sabe que não, irmãozinho. Você sabe que desde a primeira vez que me comeu, sou só sua." Ao que meu sobrinho respondeu dando um tapa sonoro na bunda dela e acelerando o ritmo da foda.
Por minha parte, eu estava tão excitado que mal consegui distinguir o som de alguém subindo as escadas, então tive que pensar rápido e me escondi em um dos quartos. laterais. O que veio em seguida foram uns passos rápidos de salto alto, obviamente era uma mulher. Colei o ouvido e tentei escutar. Os passos ficaram mais sorrateiros até pararem de se ouvir, mas não quis sair do meu esconderijo até ter certeza de que tudo tinha passado. Depois de um momento em que tudo que eu ouvia eram os gemidos de prazer da Paula e a batida da bunda dela contra o quadril do meu sobrinho, finalmente escutei uma voz diferente dizendo bem alto: "Que porra vocês estão fazendo?". Na hora, soube que era a esposa do meu cunhado. A discussão que se seguiu foi caótica, mas não escandalosa, dava pra ver que a última coisa que minha cunhada queria era fazer um barraco, ainda mais com tantos convidados. Pelo que foi dito, pude confirmar que não era a primeira vez que minha cunhada pegava meu sobrinho e a filha dela nessa situação, e que era por isso que tinham mandado ele morar com a gente por um tempo. Depois de uns minutos que pareceram uma eternidade, ouvi minha cunhada mandar a filha dela para o primeiro andar e dizer ao meu sobrinho que precisava ter uma conversa muito séria com ele. Escutei os passos apressados da minha sobrinha se afastando e, em seguida, minha cunhada repreendendo severamente meu sobrinho. Meu sobrinho não falava nada, só ficava ouvindo o que a madrasta dele dizia. As ameaças da minha cunhada eram das mais variadas: que iam mandar ele pra um internato, que iam botar ele pra fora de casa, que o pai dele ia ficar sabendo, que na primeira vez ela não contou a verdade, mas que agora ele ia ver o que ia acontecer. Toda essa lengalenga histérica continuou sem parar até que, aparentemente, a paciência do meu sobrinho acabou. De repente, ele disse: "Cala a boca, Jéssica". Falou no mesmo tom de voz que usava quando estava comendo alguma mulher que ia dominar, um tom autoritário que geralmente funcionava muito bem pra subjugar. Minha cunhada ficou em silêncio por uns segundos, erro fatal, talvez se tivesse reagido na hora teria tido uma chance, mas meu sobrinho percebeu o silêncio dela como uma brecha e um sinal de fraqueza, então a próxima coisa que ouvi foi um tapa bem forte. Primeiro pensei que a Jessica tinha batido no meu sobrinho, mas depois ouvi ela gemendo e soube que o Carlos tinha batido na madrasta dele. Depois disso, ele disse: "cala a boca, puta, vamos pro seu quarto, precisamos conversar como mãe e filho". Ao dizer isso, virei instintivamente e percebi que era o quarto dos meus cunhados, então me escondi rápido no armário. Naquele momento, a única coisa que passava pela minha cabeça era fugir na primeira oportunidade, a situação estava super desconfortável. Tinha sido excitante no começo, mas agora era realmente estranho. A luz acendeu e ouvi eles fecharem a porta e trancarem. Eu estava preso com eles. Minha cunhada estava em choque, parecia uma boneca de pano. Meu sobrinho, que já estava com o pau pra fora da calça, sentou ela na cama. "Muito bem, mamãe, você já falou, agora é minha vez de falar." Dito isso, começou a bater com o pau no rosto da madrasta, enquanto dizia que estava cansado da atitude dela, de se fazer de difícil e santinha quando sabia muito bem que a filha dela e ela mesma eram um par de putas, e que ele podia ver que, mais do que raiva por ele comer a irmã dela, o que ela sentia era inveja. Minha cunhada então reagiu e tentou se soltar, enquanto gritava que ele era um animal e que ia contar tudo pro pai dela. Aproveitando as reclamações, meu sobrinho conseguiu enfiar o pau na boca da Jessica. "Sente o gosto do meu pau, mamãe, sabe por que ele tem um gosto tão forte? Porque tava no cu da sua filhinha, a putinha." A Jessica respondia empurrando e tentando se soltar. O pau do meu sobrinho começava a entrar cada vez mais, primeiro invadindo toda a boca e depois chegando até a garganta da madrasta. Minha cunhada A mulher que no começo se mostrava completamente agressiva foi, aos poucos, diminuindo o ímpeto e parou de bater no meu sobrinho, até finalmente aceitar o fato de que o enteado estava comendo ela de boca. Meu sobrinho parou de reclamar e agredir verbalmente a madrasta e começou a dizer que ela era uma excelente chupadora e que era uma pena não se darem melhor, porque ele sabia que ela era uma mulher que sabia apreciar uma boa rola como a dele, mas que de agora em diante eles se dariam bem e aproveitariam bons momentos como mãe e filho, assim como ele fazia com a irmã dela. Dito isso, enfiou o mais fundo que pôde a rola na garganta da madrasta, que nessa altura já estava com o rosto vermelho e os olhos completamente lacrimejando e vermelhos, a maquiagem tinha escorrido e o batom agora cobria parte da rola do enteado. Depois de alguns segundos, meu sobrinho tirou a rola da boca da minha cunhada, e ela começou a respirar ofegante, obviamente o baita pau do enteado estava sufocando ela. — Carlos, por favor — disse minha cunhada, enquanto tentava olhar no rosto dele, mas sem conseguir desviar o olhar da rola dele, que continuava dura e por vezes parecia pular. Meu sobrinho aproximou o rosto do dela e disse: — Por favor o quê, puta? — e beijou ela à força enquanto levantava o vestido dela e enfiava a mão por baixo da calcinha fio dental. Minha cunhada, completamente dominada pela situação, correspondeu ao beijo e abriu as pernas. — Agora sim, mamãe, fica de quatro que não temos muito tempo. Minha cunhada obedeceu rapidamente e não disse nada. Meu sobrinho arrancou a calcinha fio dental com violência e, com a mesma violência, de um só empurrão, enfiou o pauzão na buceta dela. Eu não conseguia ver muito, mas minha cunhada parecia sofrer e curtir o momento ao mesmo tempo. — Tá apertadinha, mamãe, aposto que meu pai não tem um tão grande quanto o meu — minha cunhada apenas gemeu, e o enteado deu um tapa sonoro na bunda dela enquanto dizia que... quando ele falasse com ela, ela responderia, ao que Jéssica respondeu: por favor, não me bate. Meu sobrinho empurrou o pau dele ainda mais fundo na madrasta e disse: quem te faz melhor, meu pai ou eu? Minha cunhada gemeu e acabou dizendo: você me faz melhor e tem ele maior e mais grosso que seu pai, me come, filho da puta, me come! Que que cê tá sentindo, mamãe? disse meu sobrinho. Cê gosta de sentir o pau do seu enteado enfiado na sua buceta? Sinto você me mordendo com a xota, você é uma puta completa. Minha cunhada só gemia e dizia que sim, que adorava tudo que ele fazia e que ele era de longe o melhor homem com quem ela já tinha estado. Assim ficaram por uns dez minutos, até que meu sobrinho começou a acelerar muito o ritmo, destruindo completamente a madrasta, que já tinha a maquiagem toda borrada e as nádegas completamente vermelhas e com marcas de mãos das palmadas que meu sobrinho dava nela. Me escuta, mamãe, disse meu sobrinho, não gosto de gozar tão rápido, mas não podemos deixar os convidados esperando, é hora de gozar. Dito isso, meu sobrinho empurrou firmemente os quadris e enfiou o pau por completo nas profundezas da vagina da madrasta. Ao sentir isso, Jéssica soltou um ayyyyy bem prolongado e começou a bater no colchão da cama com os dois punhos. Filho da puta, você vai me deixar grávida, disse, antes de desabar no colchão. Depois do episódio, meu sobrinho deu um último tapa na bunda dela e disse: descansa um pouco e se arruma, você parece uma puta barata que foi estuprada. Quero que você fale com meu pai sobre minha volta pra casa, e que fique pra daqui a duas semanas, entendeu? Sim, disse Jéssica, submissa. Sim, o quê? Sim, meu amor. Muito bem, disse Carlos, e beijou ela selvagemente. Meu sobrinho se arrumou um pouco e saiu do quarto. Depois de um tempo, minha cunhada fez o mesmo, não sem antes abrir a janela e arrumar a cama, que tinha ficado coberta de fluidos e esperma. Depois de alguns minutos, eu mesmo saí. Minha esposa me perguntou se onde eu tinha me metido, respondi que tinha ido no banheiro e acabado dormindo, fingindo ainda estar bêbado, embora na verdade estivesse mais sóbrio do que nunca.
Passaram-se os dias e minha mulher tava feliz, acordava cedo, preparava o café da manhã pra todo mundo sempre sorrindo, já não evitava mais meu sobrinho e por mais estranho que pareça não tinha parado de transar comigo... embora fosse óbvio que a buceta dela tava cada dia mais larga e às vezes parecia meio irritada. Eu sabia que era corno na minha própria casa e acho que meu sobrinho sabia que eu sabia, porque às vezes eu percebia ele me olhando com um sorrisinho de deboche quando falava sobre minha mulher e o quanto ela trabalhava em casa e essas coisas. Eu viciei nos vídeos, toda noite, quando todo mundo dormia, revisava as gravações. Fui testemunha de como meu sobrinho foi subjugando minha esposa a ponto de ter ela completamente dominada pela pica dele, minha mulher fazia tudo que ele pedia, chegou a vestir parte do vestido de noiva dela pra ele comer ela, me ligava no escritório só porque meu sobrinho tinha tesão em eu falar qualquer coisa enquanto ela chupava a pica dele e muito mais, mas o que mais doía era que minha esposa topava tudo isso com um gosto e uma dedicação que eu nunca vi em nenhum outro aspecto do nosso casamento, parecia que ela tava tentando me compensar ou me manter satisfeito. Claro que eu sabia, tinha vigiado de perto cada trepada da minha esposa com meu sobrinho, sempre terminavam com ele mandando ela me tratar bem pra eu não desconfiar de nada, e tirando o fato de que agora minha esposa me chifrava com um moleque que podia ser nosso filho e que na verdade tava morando na nossa casa como se fosse, eu não tinha nenhuma reclamação do comportamento da minha esposa, tava resignado... A rotina em casa continuava a mesma de sempre, eu ia trabalhar de manhã, meu sobrinho ia pra aula. e minha mulher ficava em casa, a única diferença era que enquanto eu não estava, eles se entregavam à paixão de forma escandalosa.
Passaram-se uns dois meses quando minha esposa recebeu uma ligação do irmão dela, o aniversário da nova esposa dele estava chegando e eles iam dar uma grande festa na casa deles, obviamente precisavam da nossa presença, especialmente do meu sobrinho. Minha mulher estava nervosa, acho que ela tinha medo de que o sobrinho voltasse a morar com o pai e a madrasta e que isso a separasse do seu macho, então nos dias antes da festa os encontros deles foram frenéticos, eles treparam praticamente na casa toda e em todas as posições imagináveis e algumas vezes nas minhas costas. À noite, eu via tudo isso e acabava comendo minha mulher com raiva, ela parecia gostar do sexo comigo, porém assim que eu dormia, minha mulher se levantava e se trancava no quarto do meu sobrinho. Assim que percebi isso, comecei a fingir que dormia e quando minha mulher saía para se encontrar com o jovem garanhão dela, eu me levantava e colava o ouvido na porta. Eu ouvia como os quadris do meu sobrinho batiam contra a bunda da minha esposa, o som molhado das carnes e os gemidos abafados da minha mulher. Os sussurros do meu sobrinho me enchiam de tesão e ciúmes: "O que foi tia, a piroca de merda do tio já não te satisfaz mais?" Mmmm era a única resposta da minha mulher. Depois, vendo o vídeo, percebi que enquanto supostamente dormia no meu quarto, se minha mulher e o sobrinho dela trepavam, minha mulher estava sempre tapando a boca ou mordendo algum travesseiro, tendo visto como o sexo entre os dois era selvagem, era natural que minha mulher gritasse e fizesse barulho, além de que se eu não estava por perto, meu sobrinho costumava falar bem alto gritando todo tipo de obscenidades e insultos, sempre tratando minha mulher de puta. Mesmo quando eu não estava em casa, ele se referia a ela como sua puta, sua tia puta ou sua vadiazinha. Depois de quase uma hora de estar transando, de ouvir como minha mulher abafava seus gemidos de prazer e seus orgasmos, e de ouvir meu sobrinho falar todo tipo de obscenidades pra minha mulher. Meu sobrinho deu um tapa sonoro na bunda da tia dele e disse: "já chega, putinha minha, vai dormir, que amanhã tem festa na casa do seu irmão e quero você descansada". "Sim, meu amor", disse minha mulher. Esse foi meu sinal de saída, e me retirei pro meu quarto. Desde aquele momento, virou costume: sempre que podia, eu vigiava meu sobrinho. Eu tinha virado um voyeur.
No dia seguinte, minha mulher, o sobrinho dela e eu fomos pra casa do irmão dela. Minha mulher usava um vestido de festa preto, com um decote revelador mas não escandaloso. Ela tava espetacular. A casa do meu cunhado é ampla, de dois andares, tem um quintal enorme que foi decorado pra ocasião. Assim que chegamos, meu cunhado saiu pra nos receber: "Irmã, cunhado, bem-vindos", disse ele, evitando mencionar o filho. "Como ele tá se comportando, meu rapaz?", perguntou finalmente, olhando pro Carlos, com um sorriso mas com uns olhos extremamente desconfiados que me pareceram muito familiares. Minha mulher cumprimentou o irmão e disse que o Carlos se comportava muito bem e que era um rapaz excelente, que sempre ajudava ela em casa. Bem que eu sabia como ele ajudava. "É", disse meu cunhado, "bom, fico feliz que estejam todos aqui". Cumprimentou o filho com um aperto de mão e disse que ficava muito feliz dele estar ali e que esperava que logo pudesse voltar pra casa. Meu sobrinho respondeu: "Claro que sim, pai. Vou dar meu melhor pra me dar melhor com a Jéssica e a Paula". Entramos na casa, onde estava a nova esposa do meu cunhado. "Jéssica, querida, olha quem está aqui". A Jéssica veio da cozinha. Era uma mulher bem atraente, 1,60 de altura, com uma bunda espetacular e uns peitos médios mas bem firmes, pele branca e cabelo preto bem liso que caía solto até os... ombros. "Olá", ela nos disse, "estamos muito felizes que vocês vieram", nos cumprimentando a mim e à minha esposa com dois beijos nas bochechas, mas mantendo distância do meu sobrinho, limitou-se a dizer de um jeito bem falso que era um prazer tê-lo em casa novamente. Carlos então perguntou pela Paula, sua meia-irmã, e Jessica, franzindo a testa, disse que ela estava no quarto e que desceria a qualquer momento. Fomos todos para o quintal e ocupamos lugares numa mesa, e depois de um tempo apareceu Paula, a meia-irmã. Paula era uns dois anos mais velha que Carlos, mais alta que a mãe, tinha peitos pequenos, mas pelo que pude ver, tinha um belo par de bundas. O cabelo dela estava preso num rabo de cavalo, e ela vestia um conjunto de calça preta meio justa e blusa branca. Percebi como ela sorriu ao ver meu sobrinho, e eu sabia bem por quê. Ela se aproximou e cumprimentou todo mundo com dois beijos. "É um prazer ver todos vocês de novo", ela disse, era uma moça muito educada e simpática. Depois de uma conversa sem importância, fomos para o quintal e a festa começou.
Minha esposa e eu dançamos e bebemos, enquanto meu sobrinho passava o tempo conversando com o pai e a esposa dele. Logo depois, minha mulher e eu sentamos, meu sobrinho veio até nós e perguntou se estávamos gostando da festa. Dissemos que sim, que era uma festa muito boa. "Fico muito feliz", ele respondeu, "me permite tirar essa linda gostosa para dançar?", disse meu sobrinho se referindo à minha esposa. Eu estava meio bêbado e as palavras do meu sobrinho me tiraram do meu torpor alcoólico. "Claro que sim", respondi, "vai em frente, querida", disse para minha esposa, "dança com seu sobrinho", falei exagerando minha embriaguez, pensando que assim daria mais liberdade para meu sobrinho agir. Minha esposa e meu sobrinho foram para a pista de dança improvisada, e eu fiquei sentado, fingindo beber. Percebi como minha esposa dançava com o sobrinho tentando disfarçar o melhor que podia, mas meu sobrinho aproveitava o momento. pra esfregar o volume na minha esposa, que de vez em quando virava a cabeça como se vigiasse pra ninguém notar nada. Depois de um tempinho de "dança", meu sobrinho pareceu sussurrar algo no ouvido dela, e logo trouxe ela pra mesa onde eu fingia estar bem bêbado. O volume nas calças do meu sobrinho era visível, mas a festa já tava tão animada nesse ponto que pouca gente prestava atenção, mas eu percebi como atraía os olhares de algumas mulheres, entre elas, umas vizinhas, amigas da madrasta dele e a irmã dele. Talvez por isso ele não dançou mais com minha mulher, porque assim que terminou, trouxe ela de volta pra mesa, agradeceu e disse que ela dançava muito bem, e eu sabia bem como eles eram bons "dançando" juntos, depois disso ele se desculpou e foi dançar com outras mulheres. A festa seguiu normal por mais algumas horas, meu sobrinho dançou com praticamente todas as mulheres gostosas da festa e nada teria sido fora do comum se não fosse um incidente que aconteceu quase no final.
Ainda fingindo estar bêbado, falei pra minha esposa que precisava ir ao banheiro. Levantei e entrei em casa, lá dentro não tinha muita gente, algum convidado descansava na sala e mais um ou outro que já tava indo embora. Fui pro banheiro do segundo andar, sempre tomando cuidado pra não fazer barulho. Abri a porta, mijei, lavei o rosto e me clareei, porque mesmo fingindo que tava bebendo, o que eu tinha tomado no começo já tinha dado uma leve na cabeça. Tirei um minuto pra descansar um pouco e foi nisso que ouvi passos vindo pelo corredor, eram duas pessoas tentando não fazer barulho. Apaguei a luz e encostei o ouvido na porta, consegui ouvir uma mulher falando pra alguém se apressar. Quando eles se afastaram um pouco, abri a porta de leve e vi que era meu sobrinho e a irmã dele, que foram pro quarto do fundo. Saí do banheiro e me aproximei em silêncio, enquanto isso A festa continuava no quintal. Ao chegar na porta, prestei atenção nos sons que vinham do quarto e consegui ouvir claramente o barulho característico de uma mulher chupando um pau com todo entusiasmo, enquanto ouvia meu sobrinho dizer: "assim mesmo, irmãzinha, já estava com saudade da sua boquinha de puta." Resolvi arriscar um pouco e empurrei a porta. Para minha sorte, a cama estava bem ao lado e dava pra ver meu sobrinho sentado na cama da meia-irmã dele, com o pau apontando pro teto, enquanto chupavam o membro dele com muito entusiasmo. A enteada do meu cunhado chupava como se a vida dependesse disso. Meu sobrinho, que até aquele momento estava deitado recebendo as atenções da meia-irmã, se sentou e pegou ela pelo cabelo, enquanto dizia: "pronto, irmãzinha, é hora de te dar seu prêmio." Ao que a meia-irmã respondeu: "você não sabe como senti sua falta, irmãozinho", enquanto se levantava e abaixava a calça junto com a tanga até os tornozelos, se inclinando e apoiando as mãos na cama. A vista era impressionante, o que faltava de peito na Paula sobrava de rabo. Meu sobrinho se ajoelhou atrás da bunda da irmã e, abrindo as nádegas dela, começou a lamber e lubrificar com saliva todo o cu dela. Enquanto Paula, de olhos fechados e um sorriso de satisfação, curtia tudo que o "irmãozinho" fazia, meu sobrinho se levantou e, com um empurrão firme e sem aviso, enfiou o pau no cu da "irmãzinha". "Assim, irmãozinho, assim", dizia Paula, "você não sabe como senti falta desse pau, meu amor." "O que foi, irmãzinha? Seu namorado não te come tão bem quanto eu?" "Você sabe que não, irmãozinho. Você sabe que desde a primeira vez que me comeu, sou só sua." Ao que meu sobrinho respondeu dando um tapa sonoro na bunda dela e acelerando o ritmo da foda.
Por minha parte, eu estava tão excitado que mal consegui distinguir o som de alguém subindo as escadas, então tive que pensar rápido e me escondi em um dos quartos. laterais. O que veio em seguida foram uns passos rápidos de salto alto, obviamente era uma mulher. Colei o ouvido e tentei escutar. Os passos ficaram mais sorrateiros até pararem de se ouvir, mas não quis sair do meu esconderijo até ter certeza de que tudo tinha passado. Depois de um momento em que tudo que eu ouvia eram os gemidos de prazer da Paula e a batida da bunda dela contra o quadril do meu sobrinho, finalmente escutei uma voz diferente dizendo bem alto: "Que porra vocês estão fazendo?". Na hora, soube que era a esposa do meu cunhado. A discussão que se seguiu foi caótica, mas não escandalosa, dava pra ver que a última coisa que minha cunhada queria era fazer um barraco, ainda mais com tantos convidados. Pelo que foi dito, pude confirmar que não era a primeira vez que minha cunhada pegava meu sobrinho e a filha dela nessa situação, e que era por isso que tinham mandado ele morar com a gente por um tempo. Depois de uns minutos que pareceram uma eternidade, ouvi minha cunhada mandar a filha dela para o primeiro andar e dizer ao meu sobrinho que precisava ter uma conversa muito séria com ele. Escutei os passos apressados da minha sobrinha se afastando e, em seguida, minha cunhada repreendendo severamente meu sobrinho. Meu sobrinho não falava nada, só ficava ouvindo o que a madrasta dele dizia. As ameaças da minha cunhada eram das mais variadas: que iam mandar ele pra um internato, que iam botar ele pra fora de casa, que o pai dele ia ficar sabendo, que na primeira vez ela não contou a verdade, mas que agora ele ia ver o que ia acontecer. Toda essa lengalenga histérica continuou sem parar até que, aparentemente, a paciência do meu sobrinho acabou. De repente, ele disse: "Cala a boca, Jéssica". Falou no mesmo tom de voz que usava quando estava comendo alguma mulher que ia dominar, um tom autoritário que geralmente funcionava muito bem pra subjugar. Minha cunhada ficou em silêncio por uns segundos, erro fatal, talvez se tivesse reagido na hora teria tido uma chance, mas meu sobrinho percebeu o silêncio dela como uma brecha e um sinal de fraqueza, então a próxima coisa que ouvi foi um tapa bem forte. Primeiro pensei que a Jessica tinha batido no meu sobrinho, mas depois ouvi ela gemendo e soube que o Carlos tinha batido na madrasta dele. Depois disso, ele disse: "cala a boca, puta, vamos pro seu quarto, precisamos conversar como mãe e filho". Ao dizer isso, virei instintivamente e percebi que era o quarto dos meus cunhados, então me escondi rápido no armário. Naquele momento, a única coisa que passava pela minha cabeça era fugir na primeira oportunidade, a situação estava super desconfortável. Tinha sido excitante no começo, mas agora era realmente estranho. A luz acendeu e ouvi eles fecharem a porta e trancarem. Eu estava preso com eles. Minha cunhada estava em choque, parecia uma boneca de pano. Meu sobrinho, que já estava com o pau pra fora da calça, sentou ela na cama. "Muito bem, mamãe, você já falou, agora é minha vez de falar." Dito isso, começou a bater com o pau no rosto da madrasta, enquanto dizia que estava cansado da atitude dela, de se fazer de difícil e santinha quando sabia muito bem que a filha dela e ela mesma eram um par de putas, e que ele podia ver que, mais do que raiva por ele comer a irmã dela, o que ela sentia era inveja. Minha cunhada então reagiu e tentou se soltar, enquanto gritava que ele era um animal e que ia contar tudo pro pai dela. Aproveitando as reclamações, meu sobrinho conseguiu enfiar o pau na boca da Jessica. "Sente o gosto do meu pau, mamãe, sabe por que ele tem um gosto tão forte? Porque tava no cu da sua filhinha, a putinha." A Jessica respondia empurrando e tentando se soltar. O pau do meu sobrinho começava a entrar cada vez mais, primeiro invadindo toda a boca e depois chegando até a garganta da madrasta. Minha cunhada A mulher que no começo se mostrava completamente agressiva foi, aos poucos, diminuindo o ímpeto e parou de bater no meu sobrinho, até finalmente aceitar o fato de que o enteado estava comendo ela de boca. Meu sobrinho parou de reclamar e agredir verbalmente a madrasta e começou a dizer que ela era uma excelente chupadora e que era uma pena não se darem melhor, porque ele sabia que ela era uma mulher que sabia apreciar uma boa rola como a dele, mas que de agora em diante eles se dariam bem e aproveitariam bons momentos como mãe e filho, assim como ele fazia com a irmã dela. Dito isso, enfiou o mais fundo que pôde a rola na garganta da madrasta, que nessa altura já estava com o rosto vermelho e os olhos completamente lacrimejando e vermelhos, a maquiagem tinha escorrido e o batom agora cobria parte da rola do enteado. Depois de alguns segundos, meu sobrinho tirou a rola da boca da minha cunhada, e ela começou a respirar ofegante, obviamente o baita pau do enteado estava sufocando ela. — Carlos, por favor — disse minha cunhada, enquanto tentava olhar no rosto dele, mas sem conseguir desviar o olhar da rola dele, que continuava dura e por vezes parecia pular. Meu sobrinho aproximou o rosto do dela e disse: — Por favor o quê, puta? — e beijou ela à força enquanto levantava o vestido dela e enfiava a mão por baixo da calcinha fio dental. Minha cunhada, completamente dominada pela situação, correspondeu ao beijo e abriu as pernas. — Agora sim, mamãe, fica de quatro que não temos muito tempo. Minha cunhada obedeceu rapidamente e não disse nada. Meu sobrinho arrancou a calcinha fio dental com violência e, com a mesma violência, de um só empurrão, enfiou o pauzão na buceta dela. Eu não conseguia ver muito, mas minha cunhada parecia sofrer e curtir o momento ao mesmo tempo. — Tá apertadinha, mamãe, aposto que meu pai não tem um tão grande quanto o meu — minha cunhada apenas gemeu, e o enteado deu um tapa sonoro na bunda dela enquanto dizia que... quando ele falasse com ela, ela responderia, ao que Jéssica respondeu: por favor, não me bate. Meu sobrinho empurrou o pau dele ainda mais fundo na madrasta e disse: quem te faz melhor, meu pai ou eu? Minha cunhada gemeu e acabou dizendo: você me faz melhor e tem ele maior e mais grosso que seu pai, me come, filho da puta, me come! Que que cê tá sentindo, mamãe? disse meu sobrinho. Cê gosta de sentir o pau do seu enteado enfiado na sua buceta? Sinto você me mordendo com a xota, você é uma puta completa. Minha cunhada só gemia e dizia que sim, que adorava tudo que ele fazia e que ele era de longe o melhor homem com quem ela já tinha estado. Assim ficaram por uns dez minutos, até que meu sobrinho começou a acelerar muito o ritmo, destruindo completamente a madrasta, que já tinha a maquiagem toda borrada e as nádegas completamente vermelhas e com marcas de mãos das palmadas que meu sobrinho dava nela. Me escuta, mamãe, disse meu sobrinho, não gosto de gozar tão rápido, mas não podemos deixar os convidados esperando, é hora de gozar. Dito isso, meu sobrinho empurrou firmemente os quadris e enfiou o pau por completo nas profundezas da vagina da madrasta. Ao sentir isso, Jéssica soltou um ayyyyy bem prolongado e começou a bater no colchão da cama com os dois punhos. Filho da puta, você vai me deixar grávida, disse, antes de desabar no colchão. Depois do episódio, meu sobrinho deu um último tapa na bunda dela e disse: descansa um pouco e se arruma, você parece uma puta barata que foi estuprada. Quero que você fale com meu pai sobre minha volta pra casa, e que fique pra daqui a duas semanas, entendeu? Sim, disse Jéssica, submissa. Sim, o quê? Sim, meu amor. Muito bem, disse Carlos, e beijou ela selvagemente. Meu sobrinho se arrumou um pouco e saiu do quarto. Depois de um tempo, minha cunhada fez o mesmo, não sem antes abrir a janela e arrumar a cama, que tinha ficado coberta de fluidos e esperma. Depois de alguns minutos, eu mesmo saí. Minha esposa me perguntou se onde eu tinha me metido, respondi que tinha ido no banheiro e acabado dormindo, fingindo ainda estar bêbado, embora na verdade estivesse mais sóbrio do que nunca.
5 comentários - Meu Sobrinho Pauzudo Parte 3