Otro Suegro Calientito 1

Outro Sogro Gostoso 1
Com Selo de Prazer e Tesão
História de Ficção
Crônicas dos Sogros

Olá, pessoal porradeiro, sou um cara com vontade de compartilhar minhas histórias e as de pessoas próximas a mim com vocês… Este, como todos os meus relatos, é feito para vocês, para o prazer de vocês, mas preciso esclarecer algumas coisas: muitas dessas histórias não são de minha autoria, outras são, outras são fantasias que eu ou alguém próximo a mim teve e me confessou, outras são reais, mas não minhas — relatos de outras pessoas que me contam e que no fim eu consigo convencer a deixar publicar, claro, com nomes e lugares diferentes para proteger a identidade delas. Por isso, não digo quem é quem, qual é meu ou qual não é, qual é real e qual não é. Acho que isso torna tudo mais interessante e faz a galera pensar. São muitas as histórias que tenho, mas pouco tempo para contar. Espero que as que consigo publicar sejam do agrado de vocês. Sem mais delongas, aproveitem.

Laura e Dário são recém-casados que foram para um cruzeiro no Caribe na lua de mel. Laura estava muito alucinada com essa viagem, adorava os luxos que seu marido recém lhe dava, e ele não se importava em aproveitar isso. A coisa ficou meio tensa para Laura quando o marido disse que para a viagem iria o pai dele, ou seja, o sogro de Laura. Ela não entendia — era a lua de mel dela, por que teria que dividir isso com um estranho? Mas foi assim mesmo. Ela também não pôde fazer muita coisa; o marido a convenceu fácil, com a desculpa de que o pai não pôde estar no casamento e só a conhecia de fotos e do que o marido contava.

Para ela, era estranho, mas não quis dizer nada. Era óbvio que o marido era muito apegado ao pai, e ela não queria arrumar uma briga besta na lua de mel. Os dias foram normais. Ela foi apresentada ao sujeito: era um homem alto, mais que o filho, com traços idênticos. Sim, se o marido envelhecesse, ficaria idêntico ao pai. E não é que… Mal era um senhor bonito, tinha olhos castanho-escuros brilhantes, cabelo completamente branco platinado, bigode grosso e branco, mãos grandes e fortes. Quando cumprimentou ele, sentiu na mão que era um homem durão. O nome dele também era Dario. Ela o chamou de senhor Dario, mas ele disse pra chamá-lo de só Dario, ou sogro. Ela decidiu chamá-lo de sogro pra evitar problemas e confusões. As coisas começaram a complicar bem rápido.

Laura pensou que era só cumprimentá-lo e ele ia ficar na dele, mas não. Dia após dia, o sogro estava lá, e o pior é que parecia que ele a devorava com o olhar, como se a despisse com os olhos. Isso a deixava incomodada. Mais de uma noite ela se deitou com vontade de contar pro marido o que estava rolando, mas ao ver como ele falava do pai, ela se segurava. Pensava: “Talvez seja imaginação! E se não for isso? E daí que todos os homens do cruzeiro e as mulheres me olhavam?” Ela dizia, e era verdade. Laura tinha um corpaço, fruto da genética, comer saudável, muito exercício e o santo bisturi.

Ela era loira, cabelo comprido e liso bem cuidado, pele branca, corte perfeito, boa figura, olhos verdes felinos, peitos grandes e duros graças à medicina, cintura fina, abdômen trincado, bunda empinada de tanto malhar na academia, pernas longas e grossas. Ela media uns 1,78, o marido tinha 1,80. Mas o sogro tinha 1,89, magro e tarado como ninguém. As medidas dela eram 94-60-96, com os peitos feitos e um rabo trabalhado. Era uma gostosa. Ela pensou que a lua de mel seria como a de qualquer recém-casado, mas não foi.

— Uau, esse iate é uma belezinha, não acha, love? — Perguntou o marido, animado.
— Isso mesmo, love, vamos nos divertir aqui! — Disse ela, dando um beijo nele. Sentindo o olhar do sogro por trás.

Foi quando a bolsa dela caiu e ela se abaixou pra pegar. Sentiu o olhar do sogro atravessando a bunda dela. Ela se levantou na hora e seguiu em frente, se sentindo estranha. Alcançou o marido dela e se enroscou no braço dele.
— Hushhh, vi uma parada muito foda. — Disse o sogro se aproximando do casal.
— Eu sei, pai, olha, tem muito turista, é uma boa época. — Disse o filho distraído do que o pai realmente tava vendo.
O sogro não conseguia parar de pensar no corpaço daquela gostosa e em como ia se acabar nela. Depois de um café da manhã leve e uma conversa tranquila, onde o sogro não tirou os olhos do decote da nora nem por um segundo, resolveram ir pra piscina.
— Tô muito feliz que você conseguiu vir, pai. — Disse o filho sorrindo pro pai, que devolveu o sorriso enquanto tomava um gole.
— Eu mais, filho... pode crer, eu mais. — Disse com um tom malicioso. A nora ouviu e se arrepiou, mas tentou se acalmar. Ela tava determinada a não deixar isso afetá-la, então resolveu vestir o biquíni e pegar um sol. Foi quando o sogro reparou nela e não conseguia mais segurar a vontade de tocar naquela mulher do lado dele, mas o filho tava ali por perto.
— A piscina é bonita, não acha, filho?
— Sim, pai, vou nela, você não vai?
— Vou descansar um pouco aqui, mas vai, filho. — Disse o pai, ansioso pra ele ir embora. E foi o que aconteceu, o filho foi dar um mergulho. Ele esperou um pouco, controlando a vontade.
— Nossa, o sol tá forte, Laura, não acha? — Quando viu que era a hora, o sogro fez o movimento dele.
— Ah, sim, forte mesmo. — Disse ela, meio atordoada do sogro ter puxado assunto.
— Não quer um protetor solar?
— Não, obrigada, tô bem.
— Não, não, imagina, deixa que eu passo! — Se apressou o sogro antes que Laura falasse qualquer coisa.
O sogro começou a acariciar a bunda dela, a passar a mão pelo corpo devagar, espalhando o protetor solar suavemente, e Laura se deixou levar, relaxou, porque aquelas mãos grandes não eram nada desajeitadas. Quando baixou a guarda, foi a hora que Dário percebeu e partiu pra cima, e foi o que fez. As mãos dele eram grandes e firmes, e ele sabia muito bem o que tinha que fazer. Começou primeiro relaxando Laura, pouco a pouco. segurando a mesma vontade de comer, já na sua juventude, tinha parido muitas fêmeas por sua impaciência, dessa vez o velho lobo, não só era ardente e desejoso, mas também precavido, suas mãos se concentraram nos ombros dela, depois nas costas, descia suavemente passando o protetor solar devagar enquanto sua sexy nora gemia relaxada sabendo o que ia rolar, suas mãos se moviam suavemente mas com firmeza ao mesmo tempo, Laura se confiou; erro fatal, ele começou a acariciar suas costas, sua cintura medindo ela com as mãos, depois desceu para suas pernas firmes e torneadas, massageou até suas panturrilhas, até os dedos dos pés, era bom dando massagem nos pés, ela gemia baixinho, Dario sorriu por isso, continuou na dele suavemente, depois subiu até os ombros dela e deixou uma das mãos ali, a esquerda, e com a mão direita desceu até a axila, a esquerda seguiu pela outra, roçaram seus peitos, Laura não disse nada, era a hora, Dario subiu as mãos até os ombros dela, deixou firme a mão esquerda e a direita, bom, essa mão deslizou até a bunda dela, as nádegas, mas por baixo do biquíni, foi aí que Laura se agitou, tentou se levantar de repente, mas não conseguiu, não conseguiu porque Dario, o sogro dela, tinha a mão esquerda bem firme sobre ela.
— Dario, o que você tá fazendo? — perguntou ela surpresa.
— Hooo… desculpa, Laura querida, foi culpa do bronzeado, minha mão escorregou. — disse ele descendo os dedos ainda mais, seus dedos grandes, longos e grossos bem dentro das nádegas dela, acariciando o cu e a buceta dela, fazendo Laura gemer sem saber o que fazer, sentiu medo com toda certeza, ele esfregava as pontas dos dedos na buceta dela, no cu dela. — Minhas mãos atrapalhadas mais suas curvas, bom, minha mão acabou batendo no final… desculpa. — disse ele suavemente, Laura não sabia o que dizer ou fazer, se gritar ou o que podia fazer.
— É melhor você parar, Dario, haaaa hoooo. — gemeu Laura. — Seu filho pode nos ver, me solta já haaaaa. — gemeu ela. Ela apertando os dentes, mordendo os lábios. —Por favoooor, paraaaa, haaaaa. Gemeu, estava prestes a gozar, mas Darío parou, o filho dele tava vindo.
Darío, o filho, vinha sorrindo, sem saber o que tava rolando nem o que ia rolar. “Pobre idiota!”
—Ô pai, Laura, a água tá uma delícia, não querem dar um mergulho?
—Não, obrigado, filho. —Disse o pai, colocando a mão no ombro dele. —Nesse pouco tempo, sua esposa e eu nos aproximamos mais.
—Ah, que bom! —Disse o filho, olhando pra esposa. —Love, cê tá bem, se sente bem? Tá vermelha.
—É do sol. —Disse ela, atordoada.
—Ah, se quiser, te levo pro quarto.
—Não, não se preocupa comigo, vou deitar sozinha.
—Tem certeza?
—Sim, claro, love, continua aproveitando a piscina. —Disse a esposa, dando um beijo na bochecha dele. O sogro agarrou ela na cintura na hora, com mais força do que devia, e deu um beijo na bochecha dela, sim, mas bem perto da boca. Ela ficou atordoada dele fazer aquilo na frente do filho, mas pelo visto o filho não percebeu nada.
—Descansa, Laura, sim. —Disse o sogro, encarando ela com os olhos azuis claros, depois olhou pro filho. —Ah, filho, me disseram que o cassino desse cruzeiro é fantástico.
—Ah, sério? —Os olhos do filho brilharam enquanto a esposa se retirava, atordoada com o que tava rolando.

Laura: no quarto dela, tomou um banho enquanto a água quente acariciava a pele dela. Ela se tocava, usava a buceta, mordia os lábios, tinha ficado excitada, principalmente por causa da piscina, que quase gozou ali. Não acreditava nisso, era impossível, como podia estar acontecendo? Assustou ela o que sentiu, durou mais do que devia no banho, gemeu como nunca, se tocou como nunca, usou a buceta, os peitos, a bunda. Depois se secou e deitou na cama, se cobriu com os lençóis e tentou dormir, mas toda vez que fechava os olhos, só via o sogro tocando ela.

O marido jogou e ganhou no cassino acompanhado do pai. O pai convidou ele pra um jantar à noite, ele e a Esposa, Sena aceitou claramente sem saber o que o marido queria. Ele comprou pra esposa um vestido sexy e caro, com tudo em jogo, comprou um terno de gala, foi pro quarto, comeu e bebeu, olhou pra esposa nua deitada. Assim que ela acordou, ele contou sobre o jantar, ela sorriu. A boba achou que seria um jantar só dos dois. Por dentro, ele feliz; por dentro, ela duvidosa. Não sabia o que tava rolando, não sabia o que sentia, se sentia mal. O marido era um homem bom, correto, doce, e satisfazia ela em tudo, tratava ela bem, era perfeito. Mas mesmo assim, ela gozou quando o pai dele comeu ela na frente de todo mundo na piscina, em plena luz do dia. Gozou ainda mais quando ele beijou ela quase na boca na frente do marido e nada aconteceu. Não sabia o que sentir ou fazer, não queria fazer escândalo, mas não sabia como o sogro ia se comportar pro que vinha.

O sogro, por outro lado; Darío, o pai, tava se preparando pra grande noite. Se perfumou e se vestiu elegante: uma calça azul escura, sapatos pretos, camisa branca e jaqueta azul escura, e com os envelopes, um azul pro filho, outro rosa pra nora. Se olhou no espelho e disse:
— É só mais uma mulher.

A nora, por sua vez, se vestiu com o vestido que o marido comprou: um vestido preto com as costas nuas, o cabelo loiro solto nos ombros, se maquiou bem e colocou um colar lindo de prata e ouro que o marido deu, seus sapatos de salto alto, preto, e tava pronta. O vestido era curto e justo, mostrando as curvas que ela tinha. Tava não só linda, mas gostosa. O marido, por outro lado, um smoking preto bem elegante. Quando saíram do quarto, ela saiu inspirando que a noite ia ser tranquila e linda. E bom, foi por muitas coisas.

A comida era deliciosa, o vinho supremo, o lugar encantado, a música de primeira, mas tinha um terceiro na jogada, um terceiro convidado que ela não contou: o sogro jantava com eles. Ela não só dançou e conversou com o marido, mas também com o sogro. Mas estar ali... propaso, a mão dele na cintura dela nunca desceu pra bunda, e nunca colou o corpo dela no dele, mesmo assim, ela se sentia desconfortável. As coisas estavam tão tranquilas. Foi quando o sogro, sem querer, derrubou a taça de vinho no filho dele.

— Ah, desculpa, filho, não foi minha intenção, sou um desastrado.
— Não se preocupe, pai, vou ao banheiro me limpar, até porque já tô apertado. — Disse o filho se levantando da mesa. A esposa dele se apavorou.
— Falando nisso, eu também vou ao toalete. — Disse a esposa.

Os dois se levantaram e foram embora, deixando o sogro sentado sozinho. Ele esperou todo mundo sair, serviu mais três taças de vinho, respirou fundo e pensou: "Me perdoa, filho, mas isso não dá mais pra aguentar." E fez: tirou os envelopes azul e rosa, colocou o azul na bebida do filho e o rosa na da nora, sem ninguém perceber. Depois disso, um tempo depois, eles apareceram. O sogro pediu mais uma dança pra nora, dançou sem se passar, só esperando o momento doce. O marido dela só bebia. Quando a comida chegou, comeram até a sobremesa e continuaram conversando numa boa, numa boa mesmo. Foi quando o tempo passou e o filho começou a se sentir muito bêbado.

— Acho melhor eu subir e deitar. — Disse o filho. — Já tô meio tonto. — O pai sorriu.
— Relaxa, filho, é melhor eu te levar. O que você acha… Laura?
— É, verdade, além do mais, eu não conseguiria levá-lo.

O sogro só concordou, riu e ajudou o filho a se levantar e andar. Tirou ele do restaurante e levou até o quarto. A nora seguia atrás, de olho. Quando finalmente chegaram no quarto e o pai deixou o filho na cama descansando e tirou os sapatos dele, a esposa disse:

— Dario, valeu por isso, eu nunca conseguiria.

Laura se sentia estranha, se sentia sufocada, quente, meio excitada, mas não entendia. Sentia vontade de se tocar, de tomar banho também, sentia um monte de coisas. Só esperava que o sogro fosse embora pra tomar um banho de água fria, gelada se possível. Se sentia esquisita, ardia por dentro. pele.
—Não, disso aí você não tem nada que me agradecer. — Disse o sogro enquanto arrumava o marido dela. Depois olhou pra ela e sorriu. Por algum motivo, ela sorriu de volta.
— Embora um obrigado fosse pouco. — Disse ela sorrindo. — Eu nunca conseguiria, talvez um beijinho… — foi quando o sogro sorriu pra ela, passou as mãos nos próprios lábios e no peito.
— Bom, eu pediria outra recompensa. — Disse o sogro, foi quando ele se levantou e abraçou ela, puxando de repente contra o corpo dele, grudando os dois bem juntos. Laura ainda não tinha caído na real do que estava rolando.
— Não falei no jantar, mas… Laura, você está linda… está perfeita pra comer.
— Ah, Dario, acho que você já devia ir, está tarde! — Laura não entendia o que tava acontecendo, as mãos dela estavam no peito dele tentando se afastar, mas não conseguia, não tinha forças.
Só quero uma recompensa, vamos começar com um beijo. Dizia Dario. Enquanto as mãos grandes e experientes dele percorriam o corpo dela, a bunda dele levantava o vestido dela, Laura não conseguia se soltar, estava atordoada com o que tava rolando.
— Tá brincando, né? — Laura estava aterrorizada, mas também excitada, lembrando dos dias loucos na faculdade.
— Você acha! — Disse o sogro, levando uma das mãos entre as pernas dela, subindo o vestido, e a outra no pescoço dela, fazendo com que ela não pudesse fazer nada diante do beijo que ele daria. No começo, ela tentou recusar.
Mas não conseguia, as mãos dela no peito dele tentavam se separar, mas ele tinha ela bem agarrada. No início, ele só beijava os lábios dela, depois começou a morder os lábios e a meter a língua dentro da boca dela. Ela, aos poucos, começou a ceder espaço, erro terrível.
— Hooo, Dario, seu filho está ali mesmo. — Disse ela de olhos fechados.
— Ele está bem dormindo, não vai acordar, pode crer. — Enquanto ele dizia isso, beijava ela, acariciava o corpo dela, beijava o pescoço, os peitos, o decote.
— Chega, é melhor você parar, lembra, você é meu sogro.
— E daí? Agora só quero fazer você gritar de prazer.
Laura não sabia O que dizer sobre isso, não fazia ideia, ela não sabia como se comportar diante daquilo.
— E se você não fizer direito, vou contar pra ele o da piscina! — Ela se lembrou.
— Pe... mas se foi você quem começou.
— Você não me parou. — Disse o sogro, enquanto a beijava. — E em quem meu filho vai acreditar? Em mim, o pai dele, que o criou desde sempre, ou em você, a nova namorada dele?
— Você não pode fazer isso comigo. — Disse Laura, assustada.
— Você quem decide! — Disse o sogro, empurrando-a para a cama. Ela se sentou, e foi quando ele tirou o pau pra fora. Laura ficou olhando, nunca tinha visto um pau tão grande, era enorme, os olhos dela arregalaram. Dario sorriu.
— Infelizmente, meu filho não saiu tão dotado quanto eu, é uma pena, mas aqui estou eu pra cuidar de você. — Dario se sentia o tal. — Vamos, começa a chupar agora. — Disse com autoridade.
Laura demorou pra obedecer, mas começou a fazer. Primeiro foi devagar com as mãos, depois começou a chupar como devia, passando a língua, saboreando. Ela pensava: “Se eu fizer ele gozar rápido, ele me deixa em paz.” Ela fazia o melhor que podia, e se perdeu. Em algum ponto do boquete, perdeu a vontade de que ele gozasse rápido, e num certo momento começou a gostar. Lamia todo aquele pedaço, aquele pau grosso, fácil de mais de 20 centímetros de comprimento, era como o antebraço de um homem no tamanho. Ela continuou chupando enquanto o sogro gemia.
— Hoooooooo, haaaaa sim haaaaa assim sim, assim, Deus, que gostoso você faz, Laura, como você sabe, maaaaaaa haaaaaaaaaaa.
Ela só se concentrava no que tava fazendo, só se importava em fazer o dela, não prestava atenção no que o sogro dizia. Só conseguia se perguntar quando terminaria, quando ele gozaria, porque já era muito tempo. Foi quando o sogro agarrou ela pela nuca com força, pegou no cabelo dela e começou a meter na boca dela. Ela tentou se afastar, mas não conseguia, era difícil, o sogro era muito forte. Ela empurrava, custava a respirar, foi quando ele gozou dois jatos. como nenhum outro jamais havia sentido, por sua busca de ar, acabou engolindo uma grande quantidade, outra parte, acabou cuspindo no chão na calça do sogro, com o rosto vermelho e quase sufocada estava a nora de Darío, ele olhava e seu pau só agora começava a ganhar força. Ela começava a se excitar, sua língua passava por todo o esplendor do pau de Darío, que estava mais que aproveitando, segurava ela pelo pescoço, já nessa posição.
— Haaaa, haaaaaa. Haaaa sim, assim você faz bem Laurita, você é a melhor, Laurita querida, huuuy que língua, pa yummy haaaaaaa. — Gemeu Darío, essas palavras excitavam ainda mais Laura.
— Mmmmm, Mmm, Mmmmm, haaaaaa, haaaaaaa, gaaaaaa, gaaaaag, gaaaaag, gsma, Mmmmm, ha, Mmmmmnnn, ha, gsgam, Mmmmm, msnm, amajj, jaha, aha, amsma, ams, amsma, Mmmmm, Mmmmnnn, Mmmmmmnnn — Era só o que Laura dizia.
— Sabe, amor, Laurita me enlouquece, saber que sua boquinha deliciosa teve o prazer de provar meu pau, logo hoje, a verdade é que a excitação é sem dúvida a melhor que já tive na vida… haaaaas… e olha que já tive experiências excitantes, haaaaaa sim, assim faz devagar, essa língua é um encanto, amor haaaaaa… sim assim… haaaaaa saboreia meu pau, amor haaaaaaa. — Foi quando ele segurou a cabeça dela com firmeza, fez ela engolir o pau inteiro e disse Darío. — HAAAAAAAAAAAAAAASI ASSIM VEM LAURITA… HAAAAAAAAAAAH… OHHHHH…..RAIOS HAAAAAAAAAA.

Darío acabou gozando uma grande quantidade de porra dentro da boca de Laura, ela tentou se separar, mas ele a segurava tão colada no pau dele, que não teve escolha, para não se afogar, teve que engolir. Quando Darío percebeu que ela já tinha engolido tudo, ele a soltou, ela estava de joelhos tossindo, tentando pegar ar, o sabor não era desagradável, isso nunca na vida dela, nos momentos mais loucos na faculdade, ela não tinha feito aquilo, olhou para o sogro de pé diante dela com um sorriso egocêntrico, convencido, com o cabelo completamente branco, não era um homem feio aos seus idade, com um pau daqueles, ainda de pé, pronta pra continuar, ela respirou fundo, lambeu os lábios, ainda tinha porra neles e disse.
—Eu… eu nunca tinha deixado ninguém gozar na minha boca antes. —Disse Laura refletindo sobre o que tinha acontecido.
—Bom, love… sempre tem uma primeira vez e essa não foi tão ruim, sei que você gostou do gosto. —Disse o sogro dela, Laura não respondeu. Não sabia o que pensar.
—Agora vira de costas e se abaixa. —Disse o sogro, e ela sabia o que vinha, olhou pra ele com olhos arregalados.
—O quê… mas você acabou de gozar pra caralho…. Como é pos… ficou perplexa quando viu o pau do sogro dela ereto, orgulhoso, ainda ativo, ele sorriu.
Ela não tinha se preocupado nem por um segundo que na cama atrás dela dormia o marido, mas sim que o sogro não aguentava mais, mas a verdade era que Darío ainda queria mais. O sogro dela riu.
—São as vantagens, love, de ter uma vida ativa…. Nunca parei numa só transa, preciso de mais, e ainda mais quando tenho uma mulher gostosa na minha frente. —Laura se sentiu lisonjeada. —Agora vira de costas.
Laura, submissa e excitada, se levantou e virou sem discutir, e se inclinou apoiando na cama pra que a bunda dela ficasse empinada. Darío deu um tapa nela, e ela gemeu,
—Aaaaa…. Aaaaaaa.
—Agora me pede.
—O quê??? —Laura não entendia, se virou pra olhar o sogro.
—Me pede pra te comer e me pede com carinho.
—Cê tá louco, Darío, e eu não…
—Você não o quê, olha sua posição e olha onde você tá, você tá prestes a ser infiel, a ser comida como nunca pelo seu sogro na frente do filho dele, seu marido.
—Eu não, eu… não haaaai deus. —Disse Laura vendo a cena, Darío olhou firme pra ela.
—Você vai ser minha e vou te fazer sentir mulher, vou te levar a prazeres que nunca te levaram antes, mas você tem que ser carinhosa e me pedir com carinho. —Laura tava com tesão, não, Laura tava no fogo, não aguentava mais, a buceta molhada dela pedia um pau aos berros, pra ser específico o do sogro, olhou pro esposo dormido, roncando, era um cara legal, um bom homem, trata ela bem, mas o sogro dela era um homem de verdade, e ela tava prestes a ter um aneurisma com a situação.
—¿E aí!? —O sogro pressionava ela, enquanto acariciava as nádegas dela e passava a ponta do dedo pela buceta dela, por cima da calcinha fio-dental minúscula.
—Haaaa… haaaaa…. Haaaaa. —Laura gemia com o contato.
No fim, ela virou pro sogro depois de pensar, por longos minutos em que ele acariciava as nádegas grandes dela, fazendo ela tremer.
—Por favor, Dario, me come com força, por favor, Dario, me fode gostoso…. —Dario olhou pra ela por uns segundos que pra Laura foram uma eternidade e sorriu.
—O que você mandar, amor.
Foi quando, sem aviso, ele enfiou o pau dela até o fundo na buceta dela, as paredes se abriram, a boceta dela não tava acostumada a sentir um pedaço de carne tão grande.
—Haaaaaaaaaaa. Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. —Ela exclamou surpresa, ao se sentir tão cheia.
Dario segurou a cintura dela com firmeza e começou a se mover sem parar, enquanto ela apertava as mãos na cama, fechava os olhos e, com a boca aberta, soltava gemidos que eram uma loucura.
—Haaaaaaaaa, ha, haaaaaaaa, haaaaaaa, ha, ha, haaaaaaaaa, ha, haaaaaaaa, haaaa, ha, haaaaaaaaaa, ha, haaaaaaa, ha, haaaaaaaaaa, ha, haaaaaaaa, haaaaaaaaa, ha, ha, haaaaaaa, ha, haaaaaaaaaaaaa, ha, haaaaaa, ha, haaaaaa, ha, haaaaaaaaaa, ha, haaaaaaaaaaa.
—Tá gostando, né? Haaaa
—Ha, ha, ha, ha, ha, siiiim ha, ha, ha, ha sim, siiiim, que gostoso pra caralho, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaa… gostoso ha, ha, ha, ha, ha, ha.
—¿O quanto?!
—Haaaaaaaaa, ha, ha, ha muito, muito Dario haaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha.
—É uma pena que meu querido filho não tenha saído premiado na roleta da genética e não tenha um pau como o meu, e uma virilidade como a minha, não acha?
—Sim, Siiiiim, siiiim, Haaaaaaay siiiim, haaaaaaa, sim, Siiiiim, Siiiiim… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha. — Laura nunca tinha sentido tanto prazer na vida.
Darío segurava ela pelo pescoço e a fazia parar enquanto ele, com a cintura, se movia para enfiar o pau até o fundo. Darío passava a língua no pescoço de Laura e ela gemia como uma louca.
— Haaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, haa, haaaaaaa, ha, ho, ho, ho, ho, hoooo Deus hoooo o Deus ho, ho, hoooooooo Deus, eu vou gozar, não aguento! Haaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha. — Nunca na vida ela tinha gozado, só tinha ouvido falar das amigas, nunca tinha tido tanto orgasmo numa sentada só. — Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, ela terminou gozando com um gemido forte, pensando só no sogro e não no marido, mas o sogro disse uma coisa que a surpreendeu.
— Tô me sentindo mal por ele.
— Haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha. — Ela continuava gemendo pelo sogro, ele não parava.
— Tô me sentindo mal por ele… pelo meu filho, seu marido.
— Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha. — Ela gemia e não conseguia evitar pensar que o sogro queria parar de comer ela bem na hora que ela tava no clima. — Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha.
— Tô me sentindo mal pelo meu filho… por que você não pega o pau dele e dá um boquete bem dado?!
— Haaaaaaa, ha, ha, ha, ha que ha, ha, ha, haa haaaaa não, não, isso não. — Era uma loucura, Laura sabia, mas o sogro começou a meter mais forte e disse de novo, com força:
— Faz isso agora!!!
Ela obedeceu como uma boa submissa. Tirou o pau da calça do marido, viu a diferença de tamanhos, e era óbvio: a diferença era que numa mão cabia fácil o do marido, o do sogro ela usava as duas. Colocar na boca o do marido, mesmo duro, não era problema; estando assim dormindo, era um passeio. Já o do sogro, mesmo dormindo, era grande e duro, era quase impossível. Começou a bater uma pra ele, a masturbar pra ele ganhar um pouco de tamanho. O marido continuava dormindo, mas o pau dele no fim até levantou um pouco. Depois disso, ele começou a acariciar ela e então enfiou na boca dela, onde ela começou a saborear, a passar a língua. Língua no corpo dela, chupando ela como sempre fazia. Sentia ela pequena na boca, depois de ter tido o pau do Darío dentro dela por uns minutos, mas ele pediu e ela obedeceu, ela começou a se excitar, chupando com mais paixão, foi quando o sogro disse atrás dela:
— Haaaaaaa sim haaaaa vou gozar sim haaaaaaa.
— Não dentro de mim, não tô no meu período haaaaaaaaaaaaaa não Darío… haaaaaaaaaaaaaaaaaai.
Ela terminou exclamando quando sentiu o esperma do sogro enchendo ela toda por dentro, foi nessa mesma hora que o pau do marido dela cuspiu um pouco de esperma e encheu o rosto dela, o marido não acordou, o marido não fez nada, ele continuava dormindo. Passaram uns minutos e o sogro se desgrudou dela, ela também tinha gozado, estava ali de joelhos com o rosto descansando no colo do marido corno ainda dormindo, ouviu quando o sogro saiu, não sem antes dar um beijo na bochecha dela e uma palmada na bunda, ela ainda sentia o esperma quente do sogro dentro dela, e assim terminou aquela noite.
Continua…

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