Minha mãe, minha irmã e a festa de aniversário
TODOS OS PERSONAGENS SÃO MAIORES DE IDADE E ESSA HISTÓRIA NÃO É MINHA, SÓ QUERO COMPARTILHAR COM A COMUNIDADE PORINGERA
CAPÍTULO I (A surpresa)Acordo. Olho o relógio: marca oito e quinze. Hoje é finalmente meu aniversário de dezoito anos e levanto como sempre, com o pau durasso pedindo guerra e, igual todo dia, começo a endireitá-lo com duas ou três batidas na mão. Não tem nada mais gostoso que uma boa punheta matinal, né?
Meu rabo não precisa de mais que uns toques, porque já fica durasso na hora. Hoje ele parece maior que o normal, talvez porque tô fazendo 18 ou porque ontem me depilei inteiro, como meu grande amigo Rafa recomendou, e ele tem razão, parece bem maior. Porra, olho pro meu pau e ele tá esplêndido. Se eu pudesse estar dentro de uma bucetinha macia. Que vontade de estrear, caralho!
Acho que é errado ficar falando do meu pau, que, aliás, também não é nenhuma maravilha, acho que tá dentro do normal, mas o caso é que hoje olho pra ele e vejo ele inchado, desejoso tanto quanto eu de entrar pela primeira vez numa bucetinha macia e quentinha. Não sei como é a sensação, mas é daquelas coisas que só de imaginar, tenho certeza que são melhores que o sonhado.
Como eu disse, meu pau não precisa de muito estímulo, mas também é verdade que minha cabeça ajuda bastante no serviço; agora tô imaginando minha irmã, vendo ela igual ontem descobri saindo do quarto dela com aquelas calcinhas pequenininhas e aquela camiseta justa de alcinha. Ela sempre foi alvo dos meus olhares safados, é algo que não consigo evitar, e com seus 19 anos é uma gostosa de dar orgulho, e não falo isso só porque ela é minha irmã. Pra piorar meus males, ela tá uns dias muito estranha, mais brincalhona que o normal, como se realmente não fosse mais eu que a vejo como a musa das minhas punhetas, mas é ela mesma que me estimula com seus andares, seus movimentos meio inocentes, seus descuidos aparentes deixando a porta do quarto aberta... Não, não, ainda não tive tempo de ver ela pelada, mas tô morrendo de vontade, mesmo que seja por um segundo. É que ela tem um corpo perfeito: as horas de academia, a silhueta elegante e alta, e ser capitã do time de vôlei ajudaram pra caralho.
Outra das minhas musas é, sem dúvida, a minha mãe, que com apenas quarenta anos é uma coroa daquelas de colecionar, porque sempre se cuidou muito bem. O fato de ser alta, muito ativa e dinâmica, moldou nela um corpo que quase não perdeu nada com o tempo. Se a isso a gente soma umas tetas enormes e bem colocadas, então, pra quê mais?
Porra, assim deitado na cama, adoro sempre prestar uma homenagem às minhas fantasias e, especialmente, às minhas duas mulheres favoritas. Às vezes penso na vizinha do lado ou em alguma colega do colégio, mas tenho que admitir que a maioria das minhas punhetas é em homenagem à minha irmã Carla e à minha mãe… se elas soubessem!
No começo, pra ser sincero, tive meus escrúpulos morais e tudo mais… me sentia estranho e cheio de dúvidas éticas ou sei lá, mas com uma mãe e uma irmã que são tão gostosas, é difícil não se sentir tentado a dedicar uma boa masturbação pra elas. Já quis apagar da minha mente esses pensamentos impuros sobre minha irmã ou minha mãe, mas hoje em dia me rendo aos fatos, porque as duas são demais pros meus pensamentos fracos. Deve ser por causa daquela parada de ter duas bucetas em casa, que a gente não consegue evitar que os hormônios explodam. E não é por nada, não sou só eu que acho minha mãe uma coroa super sexy ou minha irmã uma novinha mais que apetitosa… isso é confirmado por muitos dos meus amigos, que me invejam por ter esses dois tesouros em casa.
— Vamos, dorminhoco, que você vai se atrasar.
Porra! É a voz da minha mãe do outro lado da porta do meu quarto. Se ela abre, me pega com a pica na mão, olhando pro teto e batendo uma como um macaco, pensando nela, justamente. O susto foi da porra, porque eu tava totalmente vidrado. O caso é que cortou o clima e eu vou pro chuveiro. Pronto pra começar um novo dia. Tento colocar ordem na minha mente e parar de pensar em putaria, mas é foda não ter sexo o tempo todo na cabeça. Vamos lá, hoje de manhã cedo tenho inglês, e a professora, Luísa, também é uma gostosa. Porra, tô um tarado, só vejo mulher que dá pra foder.
Depois do meu banho reparador, me visto e vou pra cozinha tomar café. Ouço minha mãe e minha irmã mexendo nas coisas e conversando, e me pergunto se elas lembraram do meu aniversário ou se esqueceram completamente, o que me faltava… Enfim!
Entro na cozinha e levo um susto enorme. Ela tá toda decorada com balões, bandeirolas e um cartaz enorme que diz: "Parabéns, Nacho!"... pois é, porra, elas lembraram. Que foda!
— Feliz aniversário! — repetem em uníssono minhas duas garotas, com um sorrisão em cada um dos seus rostos lindos…
Mamãe ainda tá de camisola e dá pra ver que tem pouca coisa por baixo. Com certeza não usa sutiã, porque os peitões dela balançam quando ela fala ou se mexe, sem contar os bicos que marcam claramente no tecido fino. Embaixo, me pergunto: será que ela tá de calcinha? De repente, sem tempo de reagir, ela se aproxima e me dá um beijo na boca… a verdade é que me pega totalmente de surpresa e eu fico paralisado. Ela ri e repete:
— Parabéns, querido!
Gostei dessa surpresa e acho que poucas vezes mamãe me beijou na boca, e menos ainda desse jeito, com uma doçura dos lábios dela, que fez eu ficar duro na hora. Sentei na cadeira e escondi o volume rapidamente debaixo da mesa. Com certeza não foi um beijo inocente, mas algo que me pareceu cheio de safadeza. Definitivamente, tô tarado.
Tão vidrado tô com essa surpresa da mamãe que nem percebo que minha irmã tá à minha direita, com a bunda perfeita apoiada na bancada, se cagando de rir ao ver minha cara de espanto. Porra, agora que olho pra ela de novo… Olha, que gostosa que ela tá! Cada dia mais, juro. Não, se eu já tô dizendo que ultimamente, além de me enlouquecer o corpo dela, os movimentos safados dela me deixam doido. Acabou de voltar da corrida e tá usando aquela legging preta tão justa que gruda nas curvas dela de um jeito alucinante, e aquela camiseta esportiva branca que é um top apertado, e dá pra ver que ela tá meio suada. Meus olhos vão inevitavelmente pra essas coxas enfiadas na legging apertada, e depois fico olhando obcecado pra essa virilha perfeita e essa bucetinha que se desenha por baixo do tecido. Nossa, essa mina me deixa doente. Que pena que é minha irmã, mas tenho que admitir, como todos meus amigos falam, a putaria que ela tem. Tomara que eu arrume uma namorada que seja tão incrível quanto ela. Essa imagem da minha irmã de legging vai fazer parte de mais uma das minhas masturbações memoráveis. Essa noite a punheta é por você, irmã! – penso comigo mesmo. Olho nos olhos dela e acho que ela percebeu que eu tô olhando besta pra aquela curva no alto das coxas, no meio do paraíso, mas curiosamente ela não só não se irrita, como me dá outro sorriso.
Mamãe me tira do devaneio. Também tô achando ela hoje mais bonita que o normal. Com aquela camisola, acima do joelho, mas tão leve que mostra as redondezas escondidas debaixo. Quando ela se vira, vejo que ela tá de calcinha sim, que marca a costura na bunda dela, e que bundão, aliás, Meu Deus… tô ficando doente!
Como eu disse, mamãe se conserva maravilhosamente bem, com um corpo muito esbelto e bem proporcionado. Ela não passa despercebida pra nenhum homem, e isso dá pra ver nos olhares safados que sempre jogam pra ela. Ficou viúva muito nova, porque meu pai morreu quando eu era só um moleque, e ela nunca refez a vida com outro homem, mas a verdade é que pretendentes e babões nunca faltaram. O fato de ter criado dois filhos não tirou um pingo da beleza dela, além de um rostinho… Lindo, com uns olhos enormes cor de avelã, uma boca perfeita, um cabelão moreno e umas curvas bem proporcionadas. A verdade é que ela se cuida e tal, mas mesmo assim, ela já vem de fábrica com uma beleza espetacular. Os peitões volumosos são o ponto forte dela e ela sabe explorar isso com roupas mais justas ou decotes generosos, algo que eu agradeço primeiro. No corpo dela, pode não ter aquela carne firme e jovem da minha irmã Carla, isso é claro, mas como eu disse, muita coroa queria ter o corpo que a minha mãe tem. Pra mim, ela é uma gostosa.
Quando ela me beijou, aquela massa enorme de peitos grudou, logicamente, no meu peito, e embora seja errado dizer que isso me agrada além da ternura de uma mãe, tenho que confessar que me excita, e muito. Serão meus 18 anos cheios de testosterona? Acho que sou um doente, definitivamente, ainda mais se a pessoa em questão é minha mãe. Vêm à minha mente aqueles peitos e eu os imagino pulando ao meu redor, e meus pensamentos vão além, sonhando com meu pau se colocando entre eles pra fazer um espanhol naquele canal adorado.
— Vamos, Carla, dá os parabéns pro seu irmão. — comenta a mamãe, me tirando das minhas fantasias sujas.
Minha irmã me olha e o que menos espero é que ela siga as instruções da mãe. O fato é que ela larga o copo de suco na pia e começa a andar na minha direção. Não é que é verdade? Pois é, vejo as cadeiras lindas da minha irmã balançando enquanto se aproxima, e a vejo com mais erotismo do que nunca... Ela apoia uma mão no meu ombro e... vai me beijar na boc...? Buceta, ela beijou! Porra, e de que jeito! Meu pau deu um pulo. Durou uns dois ou três segundos, mas deliciosos. Devo estar com cara de bobo, porque as duas se olham e caem na gargalhada.
Minha irmã tá demais e, como eu disse, hoje ela tá ainda mais gostosa do que o normal. É uma mina impressionante, confirmado, como eu comentei, pelos tarados dos meus amigos, incluindo o Rafa. que ele devora ela com os olhos toda vez que chega em casa, e mesmo que ela não tenha os peitões da mãe, ela tem um corpo incrível com cara de menina. Tem uma certa semelhança com a mãe, embora sejam diferentes. Carla é morena, cabelo comprido até a cintura, olhos castanhos claros e lábios carnudos. A bunda deve ser a parte mais incrível, redonda, empinada e as coxas, Porra… parece que não tô falando da minha irmã! Mas voltando ao que eu tava dizendo, com os neurônios todos bagunçados que eu tenho, e mesmo que a gente viva de briga de vez em quando, o respeito não tira a admiração: Ela é muito gostosa e não consigo evitar sentir atração pelo corpo perfeito dela… Porque ninguém é de pedra, porra!
− Ficou com cara de bobo - fala a provocadora da Carla, sorrindo.
A verdade é que eu não esperava que as duas mulheres me parabenizassem desse jeito nesta manhã do meu aniversário, mas aqueles beijos foram muito estranhos. Causam em mim sensações confusas, difíceis de processar.
− Bom, agora temos um homem em casa, filha, e bem crescidinho ele tá. - comenta minha mãe sorrindo pra mim. - Dezoito aninhos já, como o tempo passa! - completa.
O "crescidinho" ela fala principalmente por causa do meu 1,85 de altura e por eu ser meio forte, já que jogo basquete desde os infantis. Não sou um bombadinho, mas é verdade que sou bem fortão. O tamanho herdei da minha mãe, que também é uma mulher alta, igual a Carla, que puxou essa qualidade, o que fez dela uma das melhores jogadoras de vôlei do colégio, e também admirada, pela beleza extraordinária dela, claro.
− Pensei que vocês iam esquecer! - falo finalmente, depois do impacto matinal, olhando pra tudo quanto é balão e enfeite que decoram a cozinha, com as quais me surpreenderam nesta manhã.
− Como a gente vai esquecer, querido? - repete mamãe segurando meu queixo e beijando meus lábios de novo, devagar… daquele jeito tão estranho e Incrível.
Minha irmã me olha e parece estar se acabando de rir ao ver minha cara de surpresa, mas não é pra menos, juro pra vocês.
— Bom, vou tomar um banho que tenho muita correria no escritório — minha mãe fala de repente — hoje à tarde quando eu voltar a gente comemora seu aniversário como Deus manda, porque um não faz 18 anos todo dia.
— E meu presente? — pergunto de repente.
Eu sei, eu sei, sou um materialista, mas pussy é que as coisas têm que ficar claras, senão depois podem passar batido. As duas se olham e soltam uma risadinha besta. O que será que elas prepararam?
— O presente, hoje à noite, love, não se preocupa, que você vai ter e vai gostar, te prometo — minha mãe intervém. — Além disso, fiz a torta de queijo que você tanto gosta.
— Já podiam me dar o presente agora. — insisto, meio mimado e até brega, diria.
Elas se acabam de rir de novo. O que será que me deram? Olham pra mim e depois caem na risada pela enésima vez, com um olhar cúmplice. Tô começando a ficar irritado.
— Agora não dá, Nacho, é impossível, tem que ser hoje à tarde. Você vai gostar muito, muito, muito… já vai ver. — minha mãe fala com um tom emocionado e me dá um tapinha carinhoso com os dedos no nariz.
Não sei se já falei que minha mãe se emociona fácil, mas é que pra ela nós somos os dois olhinhos dela: o direito e o esquerdo, e nada é mais importante pra ela do que nós dois. Foi muito difícil pra ela nos criar depois da morte do papai. Ela não só conseguiu superar a perda e a adversidade, como também cuidou de nós a cada instante. Ela trabalhou e cuidou da gente ao mesmo tempo, com total dedicação, e agora que eu tô fazendo 18 anos, isso é algo muito especial pra ela. Dá pra ver no brilho do olhar dela.
Ela tem orgulho de nós dois, e nós também temos dela, claro.
— Que horas é a festa? — pergunto.
— Quando você sair do treino, volta logo, porque amanhã tem aula. — ela completa com seu coletilha de mãe.
— E não dá pra adiantar alguma coisa do presente? Uma pista? — insisto, teimoso.
— Não, não dá, mas sua irmã e eu preparamos tudo direitinho. Não seja impaciente, homem. Além disso, queremos comemorar que vocês dois já são adultos.
Olho pra minha irmã e tento arrancar mais informações dela. Ela sorri de novo daquele jeito que a deixa tão gostosa e tão desejável. Sempre fomos cúmplices em quase tudo e, como a diferença de idade é pequena, compartilhamos quase tudo, principalmente quando éramos crianças. Depois, ela se tornou mulher e não estamos mais sempre juntos, como antes, mas continuamos sendo, acima de tudo, "bons irmãos", mesmo que eu tenha sonhos lascivos pensando nela.
— Carla, me fala qual é a dessa parada, pelo menos: o videogame? O celular novo?... — insisto de forma chata, com minha cara de bonzinho. Reconheço que fico enchendo o saco.
Minha irmã fica vermelha e desvia o olhar, provavelmente não quer estragar a surpresa, e percebo um certo nervosismo nos movimentos dela. Sem me dizer nada, sai da cozinha e dispara pro quarto dela. Meus olhos grudam na bunda linda dela, que balança num ritmo adorável, e eu sonho em poder tocar, acariciar, descer aquela legging, passar a mão direto naquele rabo perfeito… Porra, lá vou eu de novo!
Fico na cozinha pensando no que elas podem ter preparado pra mim, e volta a lembrança daquele beijo que as duas me deram, como quem não quer nada. Nunca tinha sentido os lábios das duas nos meus, e foi mais que um selinho, mais que um beijo fraternal e carinhoso. Passo a mão no pau por cima da calça e ele tá durasso. Essa noite vou me dar mais uma homenagem, pensando nelas. Tenho que admitir que sou um cara de sorte morando com essas duas gostosas.
CONTINUA......
PRÓXIMO CAPÍTULO:http://www.poringa.net/posts/relatos/2961742/Mi-madre-mi-hermana-y-la-fiesta-de-cumpleanos-2.htmlFala aí, seus poringueiros que leram o conto. Queria propor um jogo... comentem com uma foto de alguém parecido com algum dos personagens. Tipo, uma foto de alguém que se pareça com a Carla... com a mãe... e com o Nacho.
TODOS OS PERSONAGENS SÃO MAIORES DE IDADE E ESSA HISTÓRIA NÃO É MINHA, SÓ QUERO COMPARTILHAR COM A COMUNIDADE PORINGERA
CAPÍTULO I (A surpresa)Acordo. Olho o relógio: marca oito e quinze. Hoje é finalmente meu aniversário de dezoito anos e levanto como sempre, com o pau durasso pedindo guerra e, igual todo dia, começo a endireitá-lo com duas ou três batidas na mão. Não tem nada mais gostoso que uma boa punheta matinal, né?
Meu rabo não precisa de mais que uns toques, porque já fica durasso na hora. Hoje ele parece maior que o normal, talvez porque tô fazendo 18 ou porque ontem me depilei inteiro, como meu grande amigo Rafa recomendou, e ele tem razão, parece bem maior. Porra, olho pro meu pau e ele tá esplêndido. Se eu pudesse estar dentro de uma bucetinha macia. Que vontade de estrear, caralho!
Acho que é errado ficar falando do meu pau, que, aliás, também não é nenhuma maravilha, acho que tá dentro do normal, mas o caso é que hoje olho pra ele e vejo ele inchado, desejoso tanto quanto eu de entrar pela primeira vez numa bucetinha macia e quentinha. Não sei como é a sensação, mas é daquelas coisas que só de imaginar, tenho certeza que são melhores que o sonhado.
Como eu disse, meu pau não precisa de muito estímulo, mas também é verdade que minha cabeça ajuda bastante no serviço; agora tô imaginando minha irmã, vendo ela igual ontem descobri saindo do quarto dela com aquelas calcinhas pequenininhas e aquela camiseta justa de alcinha. Ela sempre foi alvo dos meus olhares safados, é algo que não consigo evitar, e com seus 19 anos é uma gostosa de dar orgulho, e não falo isso só porque ela é minha irmã. Pra piorar meus males, ela tá uns dias muito estranha, mais brincalhona que o normal, como se realmente não fosse mais eu que a vejo como a musa das minhas punhetas, mas é ela mesma que me estimula com seus andares, seus movimentos meio inocentes, seus descuidos aparentes deixando a porta do quarto aberta... Não, não, ainda não tive tempo de ver ela pelada, mas tô morrendo de vontade, mesmo que seja por um segundo. É que ela tem um corpo perfeito: as horas de academia, a silhueta elegante e alta, e ser capitã do time de vôlei ajudaram pra caralho.
Outra das minhas musas é, sem dúvida, a minha mãe, que com apenas quarenta anos é uma coroa daquelas de colecionar, porque sempre se cuidou muito bem. O fato de ser alta, muito ativa e dinâmica, moldou nela um corpo que quase não perdeu nada com o tempo. Se a isso a gente soma umas tetas enormes e bem colocadas, então, pra quê mais?
Porra, assim deitado na cama, adoro sempre prestar uma homenagem às minhas fantasias e, especialmente, às minhas duas mulheres favoritas. Às vezes penso na vizinha do lado ou em alguma colega do colégio, mas tenho que admitir que a maioria das minhas punhetas é em homenagem à minha irmã Carla e à minha mãe… se elas soubessem!
No começo, pra ser sincero, tive meus escrúpulos morais e tudo mais… me sentia estranho e cheio de dúvidas éticas ou sei lá, mas com uma mãe e uma irmã que são tão gostosas, é difícil não se sentir tentado a dedicar uma boa masturbação pra elas. Já quis apagar da minha mente esses pensamentos impuros sobre minha irmã ou minha mãe, mas hoje em dia me rendo aos fatos, porque as duas são demais pros meus pensamentos fracos. Deve ser por causa daquela parada de ter duas bucetas em casa, que a gente não consegue evitar que os hormônios explodam. E não é por nada, não sou só eu que acho minha mãe uma coroa super sexy ou minha irmã uma novinha mais que apetitosa… isso é confirmado por muitos dos meus amigos, que me invejam por ter esses dois tesouros em casa.
— Vamos, dorminhoco, que você vai se atrasar.
Porra! É a voz da minha mãe do outro lado da porta do meu quarto. Se ela abre, me pega com a pica na mão, olhando pro teto e batendo uma como um macaco, pensando nela, justamente. O susto foi da porra, porque eu tava totalmente vidrado. O caso é que cortou o clima e eu vou pro chuveiro. Pronto pra começar um novo dia. Tento colocar ordem na minha mente e parar de pensar em putaria, mas é foda não ter sexo o tempo todo na cabeça. Vamos lá, hoje de manhã cedo tenho inglês, e a professora, Luísa, também é uma gostosa. Porra, tô um tarado, só vejo mulher que dá pra foder.
Depois do meu banho reparador, me visto e vou pra cozinha tomar café. Ouço minha mãe e minha irmã mexendo nas coisas e conversando, e me pergunto se elas lembraram do meu aniversário ou se esqueceram completamente, o que me faltava… Enfim!
Entro na cozinha e levo um susto enorme. Ela tá toda decorada com balões, bandeirolas e um cartaz enorme que diz: "Parabéns, Nacho!"... pois é, porra, elas lembraram. Que foda!
— Feliz aniversário! — repetem em uníssono minhas duas garotas, com um sorrisão em cada um dos seus rostos lindos…
Mamãe ainda tá de camisola e dá pra ver que tem pouca coisa por baixo. Com certeza não usa sutiã, porque os peitões dela balançam quando ela fala ou se mexe, sem contar os bicos que marcam claramente no tecido fino. Embaixo, me pergunto: será que ela tá de calcinha? De repente, sem tempo de reagir, ela se aproxima e me dá um beijo na boca… a verdade é que me pega totalmente de surpresa e eu fico paralisado. Ela ri e repete:
— Parabéns, querido!
Gostei dessa surpresa e acho que poucas vezes mamãe me beijou na boca, e menos ainda desse jeito, com uma doçura dos lábios dela, que fez eu ficar duro na hora. Sentei na cadeira e escondi o volume rapidamente debaixo da mesa. Com certeza não foi um beijo inocente, mas algo que me pareceu cheio de safadeza. Definitivamente, tô tarado.
Tão vidrado tô com essa surpresa da mamãe que nem percebo que minha irmã tá à minha direita, com a bunda perfeita apoiada na bancada, se cagando de rir ao ver minha cara de espanto. Porra, agora que olho pra ela de novo… Olha, que gostosa que ela tá! Cada dia mais, juro. Não, se eu já tô dizendo que ultimamente, além de me enlouquecer o corpo dela, os movimentos safados dela me deixam doido. Acabou de voltar da corrida e tá usando aquela legging preta tão justa que gruda nas curvas dela de um jeito alucinante, e aquela camiseta esportiva branca que é um top apertado, e dá pra ver que ela tá meio suada. Meus olhos vão inevitavelmente pra essas coxas enfiadas na legging apertada, e depois fico olhando obcecado pra essa virilha perfeita e essa bucetinha que se desenha por baixo do tecido. Nossa, essa mina me deixa doente. Que pena que é minha irmã, mas tenho que admitir, como todos meus amigos falam, a putaria que ela tem. Tomara que eu arrume uma namorada que seja tão incrível quanto ela. Essa imagem da minha irmã de legging vai fazer parte de mais uma das minhas masturbações memoráveis. Essa noite a punheta é por você, irmã! – penso comigo mesmo. Olho nos olhos dela e acho que ela percebeu que eu tô olhando besta pra aquela curva no alto das coxas, no meio do paraíso, mas curiosamente ela não só não se irrita, como me dá outro sorriso.
Mamãe me tira do devaneio. Também tô achando ela hoje mais bonita que o normal. Com aquela camisola, acima do joelho, mas tão leve que mostra as redondezas escondidas debaixo. Quando ela se vira, vejo que ela tá de calcinha sim, que marca a costura na bunda dela, e que bundão, aliás, Meu Deus… tô ficando doente!
Como eu disse, mamãe se conserva maravilhosamente bem, com um corpo muito esbelto e bem proporcionado. Ela não passa despercebida pra nenhum homem, e isso dá pra ver nos olhares safados que sempre jogam pra ela. Ficou viúva muito nova, porque meu pai morreu quando eu era só um moleque, e ela nunca refez a vida com outro homem, mas a verdade é que pretendentes e babões nunca faltaram. O fato de ter criado dois filhos não tirou um pingo da beleza dela, além de um rostinho… Lindo, com uns olhos enormes cor de avelã, uma boca perfeita, um cabelão moreno e umas curvas bem proporcionadas. A verdade é que ela se cuida e tal, mas mesmo assim, ela já vem de fábrica com uma beleza espetacular. Os peitões volumosos são o ponto forte dela e ela sabe explorar isso com roupas mais justas ou decotes generosos, algo que eu agradeço primeiro. No corpo dela, pode não ter aquela carne firme e jovem da minha irmã Carla, isso é claro, mas como eu disse, muita coroa queria ter o corpo que a minha mãe tem. Pra mim, ela é uma gostosa.
Quando ela me beijou, aquela massa enorme de peitos grudou, logicamente, no meu peito, e embora seja errado dizer que isso me agrada além da ternura de uma mãe, tenho que confessar que me excita, e muito. Serão meus 18 anos cheios de testosterona? Acho que sou um doente, definitivamente, ainda mais se a pessoa em questão é minha mãe. Vêm à minha mente aqueles peitos e eu os imagino pulando ao meu redor, e meus pensamentos vão além, sonhando com meu pau se colocando entre eles pra fazer um espanhol naquele canal adorado.
— Vamos, Carla, dá os parabéns pro seu irmão. — comenta a mamãe, me tirando das minhas fantasias sujas.
Minha irmã me olha e o que menos espero é que ela siga as instruções da mãe. O fato é que ela larga o copo de suco na pia e começa a andar na minha direção. Não é que é verdade? Pois é, vejo as cadeiras lindas da minha irmã balançando enquanto se aproxima, e a vejo com mais erotismo do que nunca... Ela apoia uma mão no meu ombro e... vai me beijar na boc...? Buceta, ela beijou! Porra, e de que jeito! Meu pau deu um pulo. Durou uns dois ou três segundos, mas deliciosos. Devo estar com cara de bobo, porque as duas se olham e caem na gargalhada.
Minha irmã tá demais e, como eu disse, hoje ela tá ainda mais gostosa do que o normal. É uma mina impressionante, confirmado, como eu comentei, pelos tarados dos meus amigos, incluindo o Rafa. que ele devora ela com os olhos toda vez que chega em casa, e mesmo que ela não tenha os peitões da mãe, ela tem um corpo incrível com cara de menina. Tem uma certa semelhança com a mãe, embora sejam diferentes. Carla é morena, cabelo comprido até a cintura, olhos castanhos claros e lábios carnudos. A bunda deve ser a parte mais incrível, redonda, empinada e as coxas, Porra… parece que não tô falando da minha irmã! Mas voltando ao que eu tava dizendo, com os neurônios todos bagunçados que eu tenho, e mesmo que a gente viva de briga de vez em quando, o respeito não tira a admiração: Ela é muito gostosa e não consigo evitar sentir atração pelo corpo perfeito dela… Porque ninguém é de pedra, porra!
− Ficou com cara de bobo - fala a provocadora da Carla, sorrindo.
A verdade é que eu não esperava que as duas mulheres me parabenizassem desse jeito nesta manhã do meu aniversário, mas aqueles beijos foram muito estranhos. Causam em mim sensações confusas, difíceis de processar.
− Bom, agora temos um homem em casa, filha, e bem crescidinho ele tá. - comenta minha mãe sorrindo pra mim. - Dezoito aninhos já, como o tempo passa! - completa.
O "crescidinho" ela fala principalmente por causa do meu 1,85 de altura e por eu ser meio forte, já que jogo basquete desde os infantis. Não sou um bombadinho, mas é verdade que sou bem fortão. O tamanho herdei da minha mãe, que também é uma mulher alta, igual a Carla, que puxou essa qualidade, o que fez dela uma das melhores jogadoras de vôlei do colégio, e também admirada, pela beleza extraordinária dela, claro.
− Pensei que vocês iam esquecer! - falo finalmente, depois do impacto matinal, olhando pra tudo quanto é balão e enfeite que decoram a cozinha, com as quais me surpreenderam nesta manhã.
− Como a gente vai esquecer, querido? - repete mamãe segurando meu queixo e beijando meus lábios de novo, devagar… daquele jeito tão estranho e Incrível.
Minha irmã me olha e parece estar se acabando de rir ao ver minha cara de surpresa, mas não é pra menos, juro pra vocês.
— Bom, vou tomar um banho que tenho muita correria no escritório — minha mãe fala de repente — hoje à tarde quando eu voltar a gente comemora seu aniversário como Deus manda, porque um não faz 18 anos todo dia.
— E meu presente? — pergunto de repente.
Eu sei, eu sei, sou um materialista, mas pussy é que as coisas têm que ficar claras, senão depois podem passar batido. As duas se olham e soltam uma risadinha besta. O que será que elas prepararam?
— O presente, hoje à noite, love, não se preocupa, que você vai ter e vai gostar, te prometo — minha mãe intervém. — Além disso, fiz a torta de queijo que você tanto gosta.
— Já podiam me dar o presente agora. — insisto, meio mimado e até brega, diria.
Elas se acabam de rir de novo. O que será que me deram? Olham pra mim e depois caem na risada pela enésima vez, com um olhar cúmplice. Tô começando a ficar irritado.
— Agora não dá, Nacho, é impossível, tem que ser hoje à tarde. Você vai gostar muito, muito, muito… já vai ver. — minha mãe fala com um tom emocionado e me dá um tapinha carinhoso com os dedos no nariz.
Não sei se já falei que minha mãe se emociona fácil, mas é que pra ela nós somos os dois olhinhos dela: o direito e o esquerdo, e nada é mais importante pra ela do que nós dois. Foi muito difícil pra ela nos criar depois da morte do papai. Ela não só conseguiu superar a perda e a adversidade, como também cuidou de nós a cada instante. Ela trabalhou e cuidou da gente ao mesmo tempo, com total dedicação, e agora que eu tô fazendo 18 anos, isso é algo muito especial pra ela. Dá pra ver no brilho do olhar dela.
Ela tem orgulho de nós dois, e nós também temos dela, claro.
— Que horas é a festa? — pergunto.
— Quando você sair do treino, volta logo, porque amanhã tem aula. — ela completa com seu coletilha de mãe.
— E não dá pra adiantar alguma coisa do presente? Uma pista? — insisto, teimoso.
— Não, não dá, mas sua irmã e eu preparamos tudo direitinho. Não seja impaciente, homem. Além disso, queremos comemorar que vocês dois já são adultos.
Olho pra minha irmã e tento arrancar mais informações dela. Ela sorri de novo daquele jeito que a deixa tão gostosa e tão desejável. Sempre fomos cúmplices em quase tudo e, como a diferença de idade é pequena, compartilhamos quase tudo, principalmente quando éramos crianças. Depois, ela se tornou mulher e não estamos mais sempre juntos, como antes, mas continuamos sendo, acima de tudo, "bons irmãos", mesmo que eu tenha sonhos lascivos pensando nela.
— Carla, me fala qual é a dessa parada, pelo menos: o videogame? O celular novo?... — insisto de forma chata, com minha cara de bonzinho. Reconheço que fico enchendo o saco.
Minha irmã fica vermelha e desvia o olhar, provavelmente não quer estragar a surpresa, e percebo um certo nervosismo nos movimentos dela. Sem me dizer nada, sai da cozinha e dispara pro quarto dela. Meus olhos grudam na bunda linda dela, que balança num ritmo adorável, e eu sonho em poder tocar, acariciar, descer aquela legging, passar a mão direto naquele rabo perfeito… Porra, lá vou eu de novo!
Fico na cozinha pensando no que elas podem ter preparado pra mim, e volta a lembrança daquele beijo que as duas me deram, como quem não quer nada. Nunca tinha sentido os lábios das duas nos meus, e foi mais que um selinho, mais que um beijo fraternal e carinhoso. Passo a mão no pau por cima da calça e ele tá durasso. Essa noite vou me dar mais uma homenagem, pensando nelas. Tenho que admitir que sou um cara de sorte morando com essas duas gostosas.
CONTINUA......
PRÓXIMO CAPÍTULO:http://www.poringa.net/posts/relatos/2961742/Mi-madre-mi-hermana-y-la-fiesta-de-cumpleanos-2.htmlFala aí, seus poringueiros que leram o conto. Queria propor um jogo... comentem com uma foto de alguém parecido com algum dos personagens. Tipo, uma foto de alguém que se pareça com a Carla... com a mãe... e com o Nacho.
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