Mi madre, mi hermana y la fiesta de cumpleaños 1

Minha mãe, minha irmã e a festa de aniversário

TODOS OS PERSONAGENS SÃO MAIORES DE IDADE E ESTA HISTÓRIA NÃO É MINHA, SÓ QUERO COMPARTILHÁ-LA COM A COMUNIDADE PORINGUEIRA

CAPÍTULO I (A surpresa)Me espreguiço. Olho o relógio: São oito e quinze. Hoje é finalmente meu aniversário de dezoito anos e me levanto como sempre, com meu mastro no máximo pedindo guerra e, assim como todos os dias, começo a endireitá-lo com duas ou três sacudidas da minha mão. Não há nada mais gostoso que uma boa masturbação matinal, né?

Ao meu pau não é preciso mais que um par de toques, porque logo ele fica no máximo. Hoje o vejo maior que o normal, talvez porque faço 18 anos ou porque ontem me raspei inteiro, como meu grande amigo Rafa recomendou, e ele tem razão, parece muito maior. Deus, olho meu pau e está esplêndido. Se ao menos pudesse estar dentro de uma boceta macia. Que vontade de me estrear, caralho!

Acho que é errado eu falar do meu pau, que, aliás, também não é uma coisa do outro mundo, acho que está dentro do normal, mas o fato é que hoje eu olho para ele e o vejo inchado, desejoso tanto quanto eu de se adentrar pela primeira vez em um coelhinho macio e quente. Não sei o que se sente, mas é uma daquelas coisas que só de imaginar, estou convencido de que é melhor do que sonhado.

Como disse, meu pau não precisa de muitos estímulos, mas também é verdade que minha cabeça ajuda bastante na tarefa; Agora estou imaginando minha irmã, vendo-a exatamente como a descobri ontem saindo do quarto com sua calcinha pequena e aquela camiseta justinha de alcinha. Ela sempre foi objeto dos meus olhares lascivos, é algo que não consigo evitar, e com seus 19 primaveras ela é uma gostosa de cair o queixo, e não digo isso só por ser minha irmã. Para piorar minha situação, ela está muito estranha ultimamente, mais brincalhona que o normal, como se não fosse mais eu quem a vê como a musa das minhas punhetas, mas ela mesma quem me estimula com seu jeito de andar, seus movimentos meio inocentes, seus aparentes descuidos deixando a porta do quarto aberta… Não, não, ainda não tive tempo de vê-la nua, mas estou louco por isso, mesmo que seja por um segundo e é que ela tem um corpo perfeito: suas horas de academia, sua figura esbelta e alta e ser capitã do time de vôlei ajudaram bastante.

Outra das minhas musas é, sem dúvida, a mamãe, que com apenas quarenta anos recém-completados é uma madura pra colecionar, porque sempre se manteve muito bem. O fato de ser alta, muito ativa e dinâmica moldou uma figura que quase não perdeu nada com o tempo. Se a isso somarmos uns peitos enormes e muito bem colocados, pra que contar mais?

Porra, deitado na cama assim, eu sempre gosto de prestar uma homenagem às minhas fantasias e especialmente às minhas duas mulheres favoritas. Às vezes penso na vizinha do lado ou em alguma colega da escola, mas tenho que reconhecer que a maioria das minhas punhetas são em homenagem à minha irmã Carla e à minha mãe… se elas soubessem!

No começo, pra ser sincero, tive meus reparos morais e tudo mais… me sentia estranho e cheio de dúvidas éticas ou sei lá, mas com uma mãe e uma irmã que estão tão gostosas, é difícil não se sentir tentado a dedicar uma boa masturbação pra elas. Algumas vezes eu quis apagar da minha mente esses pensamentos impuros sobre minha irmã ou minha mãe, mas hoje em dia eu me rendo aos fatos, já que as duas são demais pros meus pensamentos fracos. Deve ser por ter duas bucetas em casa, não tem como evitar que os hormônios disparem. E não é à toa, não sou só eu que acho minha mãe uma madura super sexy ou minha irmã uma jovem mais que apetitosa…, isso é confirmado por muitos dos meus amigos que me invejam por ter esses dois bombons em casa.

− Vamos, dorminhoco, você vai se atrasar.

Porra! É a voz da mamãe do outro lado da porta do meu quarto. Se ela abrir, me pega com o pau na mão olhando pro teto e me masturbando que nem um macaco, pensando nela, justamente. O susto foi enorme, porque eu estava totalmente absorto. O caso é que perdi o tesão e fui direto pro chuveiro, Pronto para começar um novo dia. Tento colocar ordem na minha mente e parar de pensar em putarias, mas é bem difícil não ter sexo na cabeça o tempo todo. Bom, hoje logo cedo tenho inglês, e por falar nisso, a professora, Luisa, também está muito gostosa. Porra, tô um tarado, só vejo mulheres que dão vontade de foder.

Depois do meu banho revigorante, visto-me e vou para a cozinha tomar café da manhã. Ouço barulho e minha mãe conversando com minha irmã, e me pergunto se elas lembraram do meu aniversário ou provavelmente esqueceram completamente, só faltava isso… Enfim!

Entro na cozinha e levo um susto enorme. Está toda decorada com balões, bandeirinhas e um cartaz grande que diz "Parabéns, Nacho!"… pois é, caralho, elas lembraram. Que foda!

— Feliz aniversário! — repetem em uníssono minhas duas garotas, com um grande sorriso em cada um de seus rostos lindos…

Mamãe ainda está de camisola e dá pra ver que não usa muita coisa por baixo. Com certeza não usa sutiã, porque seus peitões balançam sempre que ela fala ou se mexe, sem falar nos mamilos que marcam claramente no tecido fino. Embaixo, me pergunto: será que está de calcinha? De repente, sem tempo para reagir, ela se aproxima e me dá um beijo bem na boca… pra falar a verdade, me pegou totalmente de surpresa e fiquei paralisado. Ela ri e repete:

— Parabéns, querido!

Gostei dessa surpresa e acho que raras vezes mamãe me beijou na boca, e menos ainda desse jeito, com uma doçura nos lábios macios que fez meu pau endurecer na hora. Sentei na cadeira e escondi o volume rapidamente debaixo da mesa. Com certeza não foi um beijo carinhoso, mas algo que me pareceu cheio de sensualidade. Definitivamente, tô tarado.

Tão absorto estou com essa surpresa da mamãe que não percebo que minha irmã está à minha direita com seu bunda perfeita apoiada na bancada, morrendo de rir ao ver minha cara de espanto. Porra, agora que volto a Olha só, que gostosa ela está! Acho que cada dia mais. Não, eu já falo que ultimamente, além de me deixar maluco com o corpo dela, esses movimentos safados me enlouquecem. Ela acabou de chegar da corrida e está com aquela calça preta justíssima que faz a roupa grudar nas curvas dela de um jeito alucinante e aquela camiseta branca de esporte que é um top apertado e dá pra ver que ela está meio suada. Meus olhos vão inevitavelmente pra essas coxas enfiadas na calça justa e depois eu fico obcecado olhando aquela virilha perfeita e a bucetinha que dá pra ver marcando através do tecido. Minha nossa, essa mina me deixa doido. Que pena que seja minha irmã, mas tenho que reconhecer, como todos os meus amigos dizem, que ela é uma gostosa do caralho. Tomara que eu arrume uma namorada que seja tão incrível quanto ela. Essa imagem da minha irmã de calça justa vai fazer parte de mais uma das minhas memoráveis punhetas. Hoje à noite a masturbação vai ser por você, irmã! - penso comigo mesmo. Olho nos olhos dela e acho que ela percebeu que eu estava olhando fixamente pra aquela curvatura que se forma no alto das coxas dela, no centro do paraíso, mas curiosamente não só ela não fica irritada, como ainda me dá outro sorriso.

Mãe me tira do devaneio. Também a vejo hoje mais bonita que o normal. Com aquele camisolão, acima do joelho, mas tão leve, que mostra as redondezas que se escondem por baixo. Quando ela vira, vejo que ela está mesmo de calcinha, que marca com a costura no bumbum dela e que bumbum, aliás, meu Deus... fico doido!

Como eu disse, mamãe se conserva maravilhosamente bem, com um corpo bem esbelto e bastante proporcional. Ela não passa despercebida por nenhum homem e isso dá pra ver nos olhares lascivos que ela sempre recebe. Ela ficou viúva muito jovem, já que meu pai morreu quando eu era só um garoto e ela não reconstruiu a vida com nenhum outro homem, mas a verdade é que pretendentes e abelhudos nunca faltaram. O fato de ter criado dois filhos não tirou nem um pouco da beleza dela, além de um rosto lindo, com uns olhos enormes cor de avelã, uma boca perfeita, cabelo longo castanho e curvas bem proporcionadas. A verdade é que ela realmente se cuida e tal, mas mesmo assim, ela já vem de fábrica com uma beleza espetacular. Seus peitos volumosos são seu ponto forte e ela sabe explorá-los com roupas mais justas ou decotes generosos, algo que eu agradeço em primeiro lugar. No corpo dela pode não haver a carne firme e juvenil da minha irmã Carla, isso é claro, mas como digo, muitas quarentonas gostariam de ter o corpo que a mamãe tem. Pra mim, ela está gostosa pra caralho.

Quando ela me beijou, sua grande massa em forma de tetas logicamente pressionou contra meu peito e, mesmo sendo errado dizer que gosto disso além do carinho de mãe, devo confessar que me deixa excitado, e muito. Serão meus 18 anos carregados de testosterona? Acho que sou um doente, definitivamente, especialmente considerando que estou falando da minha mãe. Aquelas tetas vêm à minha mente e as imagino pulando ao meu redor, e meus pensamentos vão além, sonhando que meu pau se posiciona entre elas para fazer uma espanhola dentro daquele canal adorado.

− Vamos, Carla, cumprimente seu irmão. – comenta mamãe, me acordando das minhas fantasias sujas.

Minha irmã me olha e o que menos espero é que ela siga as instruções da mãe. O fato é que ela deixa o copo de suco na bancada e começa a andar em minha direção. Não será verdade? Pois é, vejo os lindos quadris da minha irmã balançando enquanto se aproxima e a vejo com mais erotismo do que nunca... Ela apoia uma mão no meu ombro e vai me beijar na boc…? Puta merda, ela fez mesmo! E de que jeito! Meu pau deu um pulo. Possivelmente durou dois ou três segundos, mas deliciosos. Devo estar com cara de bobo porque as duas se olham e caem na gargalhada.

Minha irmã está simplesmente incrível e, como digo, hoje está ainda mais gostosa que o normal. Ela é uma mina impressionante, confirmado, como comentei, pelos tarados dos meus amigos, incluindo o Rafa. que fica me devorando com o olhar toda vez que vem em casa e mesmo ela não tendo o par de tetas da mamãe, vem equipada com um corpo incrível e rosto de boneca. Tem certa semelhança com a mãe, mas são diferentes. Carla é morena, cabelo comprido até a cintura, olhos castanhos claros e lábios carnudos. A bunda deve ser a parte mais incrível, redonda, empinada e as coxas, caralho… parece que não estou falando da minha irmã! mas voltamos ao assunto anterior e os neurônios derretidos que tenho e mesmo que a gente brigue de vez em quando, uma coisa não anula a outra: Ela está uma gostosa e não consigo evitar sentir atração pelo corpo perfeito dela… A gente não é de pedra, porra!

− Ficou com cara de bobo — completa a sacana da Carla, sorridente.

A verdade é que não esperava que as duas mulheres me parabenizassem daquele jeito nesta manhã de aniversário, mas esses beijos foram muito estranhos. Produzem dentro de mim sensações contraditórias difíceis de assimilar.

− Bom, já temos um homem em casa, querida, e bem crescidinho que está. — comenta minha mãe sorrindo para mim. — Dezoito anos já, como o tempo passa! — acrescenta.

O "crescidinho" ela diz principalmente pelos meus 1,85m de altura e um físico forte, já que jogo basquete desde a infância. Não sou um marombeiro exatamente, mas é verdade que me mantenho fortão. A altura herdei da mamãe, que também é uma mulher alta, o mesmo que Carla, que pegou essa qualidade, o que permitiu que ela fosse uma das melhores jogadoras de vôlei do colégio, mas também admirada, pela beleza extraordinária, claro.

− Pensei que vocês não iam lembrar! — digo finalmente, depois do impacto matinal, olhando para todos os lados a quantidade de balões e guirlandas que enfeitam a cozinha e com as quais me surpreenderam nesta manhã.

− Como vamos esquecer, querido? — repete mamãe segurando meu queixo e beijando meus lábios de novo, suavemente… daquele jeito tão estranho e… incrível.

Minha irmã me olha e parece estar morrendo de rir ao ver minha cara de surpresa, mas não é pra menos, garanto a vocês.

− Bom, eu vou tomar banho que tenho muita confusão no escritório - diz a mamãe de repente - esta tarde quando eu voltar a gente comemora seu aniversário como manda o figurino, que não se faz 18 anos todos os dias.

− E meu presente? - pergunto de repente.
Já sei, já sei, sou um materialista, mas porra é que as coisas têm que ficar claras, senão depois podem passar batido. As duas se olham e soltam uma risada boba. O que será que prepararam?

− O presente, esta noite, amor, não se preocupa, que você vai ter e vai gostar, te prometo - intervém minha mãe. - além disso fiz o cheesecake que você tanto gosta.

− Já podiam me dar o presente agora. - insisto meio manhoso e até brega, diria eu.
De novo elas se desmancham de rir. O que será que me deram de presente? Voltam o olhar pra mim e depois a rir pela enésima vez num olhar cúmplice. Tô começando a ficar chateado.

− Agora não dá, Nacho, é impossível, tem que ser esta tarde. Você vai gostar muito, muito, muito… já vai ver. - diz a mamãe com um tom de emoção e me dá um tapinha carinhoso com os dedos no nariz.

Não sei se já falei que minha mãe se emociona fácil mas é que pra ela nós somos seus dois olhinhos: o direito e o esquerdo e não há nada mais importante pra ela do que nós dois. Foi muito complicado pra ela nos criar depois da morte do papai. Não só soube superar a perda e a adversidade, mas foi capaz de cuidar da gente a cada instante. Ela começou a trabalhar e a cuidar da gente ao mesmo tempo, com dedicação total e agora que eu chego na maioridade, isso significa algo muito especial pra ela. Percebo no brilho do olhar dela.

Ela tem orgulho de nós dois e nós também dela, naturalmente.

− A que horas é a festa? – pergunto.

− Quando sair do treino, vem logo pra casa, que amanhã tem aula. – acrescenta com sua coletilla de mãe.

− E não podem me adiantar nada do presente? Uma pista? - insisto eu, teimoso.

− Não, não podemos, mas sua irmã e eu temos tudo muito bem preparado. Não seja impaciente, cara. Além disso, queremos celebrar que vocês dois já são adultos.

Olho para minha irmã e tento tirar mais informações dela. Ela sorri de novo daquele jeito que a torna tão atraente e tão desejável. Sempre fomos cúmplices em quase tudo e, como temos pouca diferença de idade, compartilhamos quase tudo, principalmente quando éramos crianças. Depois, ela se tornou uma mulher e já não estamos sempre juntos como antes, mas continuamos sendo, acima de tudo, "bons irmãos", mesmo que eu tenha sonhos lascivos pensando nela.

− Carla, me diz do que se trata, pelo menos... o console? O celular novo?... - insisto de forma chata, com minha cara de menino bonzinho. Reconheço que fico enchendo o saco.

Minha irmã fica vermelha e desvia o olhar, certamente não quer estragar a surpresa, e percebo certo nervosismo em seus movimentos. Sem me dizer nada, ela sai da cozinha e dispara para seu quarto. Meus olhos se fixam na sua bunda linda, que balança de um jeito adorável, e eu sonho em poder tocá-la, acariciá-la, baixar aquela legging, apalpar diretamente aquele traseiro gostoso... Porra, lá vou eu de novo!

Fico na cozinha pensando no que podem ter preparado para mim, e volta a lembrança daquele beijo que ambas me deram como se não fosse nada. Nunca tinha sentido os lábios delas sobre os meus, e foi algo mais que um selinho, algo mais que um beijo fraternal e carinhoso. Acaricio meu pau por cima da calça, e ele está estralando. Hoje à noite vou me dar mais uma homenagem, pensando nelas. Tenho que reconhecer que sou um cara de sorte, vivendo com essas duas gostosas.

CONTINUA......

PRÓXIMO CAPÍTULO:http://www.poringa.net/posts/relatos/2961742/Mi-madre-mi-hermana-y-la-fiesta-de-cumpleanos-2.htmlOlá a todos os poringeros que leram o relato. Gostaria de propor um jogo... Comentem com uma foto de alguém parecido com algum dos personagens. Ou seja, uma foto de alguém que se pareça com a Carla... Com a mãe... E com o Nacho.

16 comentários - Mi madre, mi hermana y la fiesta de cumpleaños 1

defenitivamente Monica es mi personaje como la madre de clara ....si fuera por mi seria todos los personajes jajajrelato
Monica, está muy buena, cuantas pajas me he pegado en su honor.
Clara ..... y sobre el pibe no voya poner ninguna foto jajaja disculpe Morenas gostosas
Nacho podría ser tranquilamente Jordi en niño polla jajajajaja
Definitivamente la madre.... la diosa de Kendra Lust