O amigo do meu marido não tem código

Uma manhã recebo uma ligação do meu marido me dizendo que à noite queria convidar um velho amigo dele do colégio pra jantar, que morava no interior e não via há muito tempo.
Essa noite foi que conheci o Eduardo, desde o primeiro momento não simpatizei muito com ele, um homem grande, forte, meio mal-humorado e que me olhava do jeito que aqueles caras na rua olham quando estão prestes a soltar uma cantada grosseira. Durante o jantar eles conversaram muito sobre os tempos de estudante e as histórias deles. Dava pra ver que tinham sido muito parceiros na juventude. Eduardo agora morava no interior, mas tinha acabado de se divorciar e tinha vindo pra capital pra fazer uma série de entrevistas numa empresa importante. Ele contou que ainda não tinha arrumado onde nem como ia passar a noite. Enquanto eu servia a sobremesa na cozinha, o Javier chegou perto e me pediu pra convidarmos o Eduardo pra dormir em casa, que ele dormiria no quarto que a gente usava como escritório e que não seriam mais do que um par de noites até ele definir a situação. Eu falei que achava que a gente ia se sentir meio desconfortável, mas diante da insistência dele, aceitei. Eduardo ficou muito feliz ao saber do nosso convite e, já mais relaxados por saber onde ele ia passar a noite, a gente se dedicou a conversar e tomar uns drinks nos conhecendo melhor. A gente não costuma beber, mas sempre temos umas bebidas fortes aqui pra caso role de tomar com algum convidado. Desinibidos pelo álcool, começamos a falar mais à vontade. Eduardo comentou que, apesar de estar de acordo com a separação da esposa, estava sentindo muita falta dela no aspecto sexual, já que costumavam transar todo dia. A gente zoou ele, dizendo que ele ia ter que voltar aos tempos de adolescente e que parecia exagero essa história de transar todo dia. Finalmente fomos pra cama, eu me sentia desconfortável e estranha ao mesmo tempo por ter em casa um cara que me olhava tão fixamente, como se não se importasse em me deixar incomodada. A gente estava falando sobre isso. Com meu marido no quarto, quando fiquei com sede e desci até a cozinha pra pegar água, me servi e quando passei na frente da porta do escritório vi a luz do abajur acesa, me deu na telha de olhar pra ver se o Eduardo tinha caído no sono com a luz ligada e o que vi me congelou. Recostado numa poltrona, ele tava se tocando gostoso, batendo uma punheta olhando uma revista ou algo assim. Fiquei petrificada olhando, ele se masturbava com um pau escuro e vermelho, enorme. Minha curiosidade pra ver como ele se punhetava era terrível, mas minha vergonha falou mais alto e voltei pro quarto toda alvoroçada contar pro meu marido.

- Você não sabe! Passei pelo escritório e o Eduardo tá se masturbando pra caralho!
- Não acredito! Que safado!

A conversa continuou até que eu contei que ele tinha um pau enorme, meu marido disse que já sabia, e então eu comecei a matá-lo de perguntas, finalmente e depois de muitas voltas ele confessou que na adolescência eles tinham sido muito amigos e que começaram a se encontrar escondidos pra ver revistas pornográficas e se masturbar. Eu não acreditava, continuei perguntando, faminta por informações, e ele acabou me contando que na escola o chamavam de burro por causa do pedaço enorme que ele calçava. Naquela noite fizemos amor como não fazíamos há tempos, e mesmo tentando evitar, não consegui segurar uns gemidos na hora de gozar.

No outro dia, como todas as manhãs, bem cedo, meu marido foi trabalhar. Eduardo ainda estava na cama porque a entrevista dele era mais perto do meio-dia, igual ao meu horário de trabalho. Eu estava na cozinha preparando o café da manhã quando o Eduardo levantou e entrou na cozinha, me cumprimentou e sentou na mesa atrás de mim. Me senti muito desconfortável porque sentia os olhos dele percorrendo todo o meu corpo. Conversamos sobre o tempo até que ele me pediu desculpas pela noite passada. Tentei fingir que não entendia, mas ele esclareceu que tinha percebido que eu o descobrira se masturbando. Em vão eu disse que não. Ele continuou se desculpando, dizendo que não conseguia evitar, que desde a separação dele, tava com muito tesão, ainda mais tendo uma mulher tão linda e fogosa como eu do lado. Pedi pra ele se tocar e entender que tava na casa do amigo, falando com a mulher dele. Ele respondeu que era natural aquilo acontecer, assim como foi natural a trepada que a gente tinha dado com meu marido à noite, que tinha nos ouvido e teve que se segurar pra não entrar no nosso quarto, que ainda agora de manhã tava muito excitado, e na mesma hora mostrou o volume que marcava a calça dele. Pedi pra ele ter código e moral, já que eu era a esposa do amigo que tava dando abrigo pra ele, e ele, como se tivesse razão, me pediu que pelo menos deixasse ele bater uma punheta me olhando. Eu não acreditava no que via e ouvia, ele abaixou a calça e começou a se masturbar, pedindo pra eu mostrar um pouco do meu corpo lindo enquanto com a outra mão tentava me tocar. Gritei e saí da cozinha, dizendo que ia contar tudo pro meu marido, enquanto evitava olhar praquele pau que parecia ainda maior do que na noite anterior. Naquela mesma tarde contei o episódio pro meu marido, mas tentei suavizar, não contando que ele tinha tirado o pau e tentado me tocar. Ele me tranquilizou e disse que ia falar com o Eduardo, que sabia que ele era bem tarado, mas que era um cara legal e não desrespeitaria um amigo. Acabei brigando com meu marido, chamando ele de idiota, mas claro, não tinha contado todos os detalhes.
Naquela noite, Eduardo não voltou pra jantar e chegou na hora de dormir. Meu marido ficou um tempão falando com ele no escritório, e eu ouvindo da sala como, no começo, os termos foram pesados, mas depois terminaram conversando como bons amigos. Fui me deitar e mais tarde levantei pra ver por que meu marido não tinha voltado pra cama. Cheguei perto do escritório, dava pra ouvir os dois falando baixinho. Estavam vendo vídeos pornô na internet e comentando, como nos velhos tempos. Não podia acreditar, fiquei espiando eles, dava pra ver que tava rolando um tesão danado entre os dois pelos comentários, num momento falaram de mim.
– Puta que pariu, tua esposa é uma gostosa, me deixou a mil.
– Já falamos disso, não se estende, minha esposa é sagrada, não enche o saco.
– Mas olha meu pau, vê como ele fica.
– Chega, vamos continuar vendo essas gatinhas do vídeo e para de falar assim, o único que vai comer minha esposa sou eu, entendeu? A situação me deixou muito excitada, eu era tipo o objeto de desejo daqueles dois babacas, subi pro quarto pra esperar meu marido e dar uma trepada de campeão, mas o tempo passou e ele não subiu, acabei dormindo. Quando acordei, de madrugada, ele dormia do meu lado. Tentei animá-lo mas tava completamente apagado, pensei que o otário tinha batido uma punheta com o amigo vendo aqueles filmes e tava perdendo essa gostosona pegando fogo.
De manhã tentei recuperar o sexo perdido da noite anterior, mas levantamos muito tarde e meu marido teve que sair correndo pro trabalho.
Ainda excitada, voltei a dormir e comecei a ter um sonho terrivelmente erótico, excitante, tava quase gozando quando acordei e vi que do meu lado na cama, pelado, se masturbando e me tocando, estava Eduardo. Sim, do jeito que tô contando. O que senti não dá pra descrever em palavras: medo, estupor, excitação, loucura, tudo ao mesmo tempo. Ele me pediu pra não estragar tudo, pra deixar ele continuar, que nós dois estávamos nos divertindo muito. Gritei perguntando se ele era louco, enquanto tentava me cobrir com as mãos. Ele implorou pra eu deixar pelo menos ele se masturbar me olhando, coisa que fazia enquanto eu olhava congelada. Meus gritos e insultos foram se apagando enquanto ele lentamente batia punheta e me encarava.
– Tu não tem código, sou a esposa do teu amigo, filho da puta.
– Você me atrai demais, mostra um pouquinho dos peitos, vai, só um pouquinho.

Vai, deixa eu te ver um pouquinho melhor.
– O que mais você quer ver se eu já tô nua?
– Tira as mãos dos peitos e deixa eu ver eles só um pouquinho, vai, minha rainha.
Sem parar de insultá-lo, mas sem me mexer da cama, aos poucos comecei a abrir minhas mãos e mostrar meus peitos até os mamilos, ele batia punheta lentamente me olhando como hipnotizado, igual me olhava desde que me conheceu.
Lentamente foi se aproximando e me pediu pra ajudá-lo, disse que quanto mais cedo gozasse, mais rápido iria embora.
Aos poucos fui mostrando meu corpo pra aquele degenerado e ele foi se aproximando até acariciar um dos meus peitos.
– Cê tá louco? Não me toca, degenerado.
– Vai, não seja assim, me ajuda um pouco, deixa eu te tocar só um pouquinho, tá? Começou a acariciar meus peitos terminando de desabotoar minha camisola.

Enquanto isso ele tinha aproximado o pau da minha mão e esfregava ele contra ela. Minha tesão já superava meu senso de dignidade e pegando aquele pau comecei a bater punheta pra ele. Era muito excitante. Não sei explicar como, mas num instante estávamos os dois nos masturbando mutuamente, minha mão cheia com aquela barra de carne subia e descia enquanto eu olhava no rosto dele e me assustava com os olhos dele que se cravavam na minha buceta que ele acariciava expertamente com dois dedos.
– Vamos ficar mais confortáveis, vem deitar.

Me deixou com muito tesão desde que te vi e soube que você era bem gostosa.

Me dá muita vergonha contar, mas de repente eu estava chupando aquele pau como uma puta em chamas enquanto ele acariciava meu clitóris e se ajeitava pra gente fazer um 69 perfeito.
Ficamos assim uns minutos onde chupei ele da base até a cabeça do pau sem parar de bater punheta, mas num momento tive um segundo de lucidez e me levantei.
- Vai embora, não podemos estar fazendo isso na minha própria cama de casada.
Ele me abraçou e enquanto enfiava ele duro entre minhas pernas e começava a roçar a ponta em mim me disse. – Sim, aqui me deixa mais com tesão, onde seu marido sempre te fode.

Eu não sabia por que ele estava dizendo aquilo, se porque minha buceta estava inundada ou porque minha boca tinha ficado aberta e me babava toda como se tivesse drogada.
- Sem camisinha não, espera, você é louco?
- Sim, assim me excita mais, você sente melhor.

Ele começou a me comer selvagemente, primeiro eu por cima dele, depois de lado e finalmente ele por cima de mim, claro, sem camisinha.
- Se não gosta, vadia, para de gritar, parece que eu tô te matando.
- Não. Os vizinhos haaa... vão nos ouvir... haaa sim, sim.
- Quer que eu te leve pra te comer na sacada, minha vadia?
- Não, por favor. Faz comigo o que quiser, mas aqui na cama, lá fora não.

Ele começou um mete e tira brutal, não sei quanto tempo durou, mas me arrancou acho que mais de dois orgasmos. Todos suados, enroscados nos lençóis, ele tirou o pau e, como se estivéssemos num filme pornô, gozou por todo o meu corpo, dois ou três jatos de porra, acho que eu ria e chorava ao mesmo tempo.

Quando terminamos, voei pro banheiro e comecei a tomar banho. Eduardo entrou e se enfiou pelado junto comigo no chuveiro.
- Por favor, me entende, não quero te ver mais, vai embora, te imploro.
- Não gostou de mim? Vem que eu te ensabôo. Me conta o que você mais gostou, porque se me excitar de novo, vou te comer aqui no banheiro.
- Sabe que eu gostei muito, mas isso está muito, muito errado, não faz assim.

Saí do banheiro meio seca e comecei a me vestir enquanto ele me apalpava toda com as mãos e o pau dele agora mole, mas ainda enorme. Me vesti ainda com o corpo molhado e fui trabalhar assim. Na entrada, cruzei com uns vizinhos e senti que todos me olhavam torto.

Já no trabalho, resolvi ligar pro meu marido. Não sabia o que fazer, sempre contávamos tudo um pro outro, mas dessa vez era um pouco mais complicado confessar tudo. Falei que o Eduardo tinha me olhado muito em casa e que eu estava muito desconfortável. Ele tentou me acalmar, disse que o Eduardo era muito tarado, mas que já tinha falado com ele e eu podia ficar tranquila. Começamos a gritar um com o outro no telefone, eu já estava quase tendo um ataque de nervos, prestes a gritar que o amigo dele tinha me comido. inesquecível na nossa cama
– Eduardo deu uma baita punheta ontem à noite também, fica tranquila.
– Você me garante isso? Viu? Você também bateu uma com ele ontem?
– Se quiser, a gente conversa isso com mais calma em casa, meu amor. Agora não.

O que tava rolando comigo era incrível, finalmente convenci ele a não jantarmos em casa naquela noite e, de quebra, dar um ultimato no Eduardo pra arrumar outro lugar pra dormir.

Fomos jantar num restaurante em Puerto Madero, mas pra minha surpresa, Eduardo pagou o jantar como agradecimento por ter ficado em casa. Um cínico. Eu tinha mil perguntas pra fazer pro meu marido, começando por saber exatamente que tipo de relação ele tinha tido com esse Eduardo, mas com ele presente era impossível falar de qualquer coisa profunda. O jantar seguiu num clima formal a noite toda. Eu nervosíssima, à beira de um verdadeiro ataque de nervos. Eduardo estava exultante, tomamos uns vinhos caríssimos e depois pedimos, acho, duas garrafas de champanhe. Eu, pra me acalmar, bebia e bebia. Os dois faziam piadas de duplo sentido, meu marido se achava muito engraçado e eu pensava: se você soubesse o puta corno que sou, o que rolou hoje. Bebi tanto que num momento decidi ir ao banheiro. Tava sentada no vaso urinando e tentando organizar as ideias quando senti alguém entrando no banheiro e, em seguida, batendo várias vezes na porta. Quase sem roupa, abri a porta e vi, aterrorizada, Eduardo entrando comigo no pequeno cubículo, onde mal cabia um vaso, e nós dois apertados.

– Você é sem noção. Como é que vem aqui?
– Qual é? Somos amigos, já nos conhecemos…
– Não vai querer nada de novo, né? Bebemos muito. E ele desabotoou a calça. Já tava duro e se posicionou na minha frente pra que o pau enorme ficasse pra fora da cueca e aparecesse pela braguilha aberta.
– O que você tá fazendo, Eduardo? É louco?
– Vem, gostosa… Vem buscar o que te devo desde de manhã.

E acho que é essa. a parte que mais me envergonha. Eu disse que não, mas fui lenta e inexoravelmente em direção à virilha do Eduardo, e engoli de uma bocada a grossa piroca.
Ajoelhada entre as pernas do Eduardo, chupei e engoli piroca com uma vontade que até então nunca tinha experimentado. Eu o punhetava de cima a baixo e a tinha dentro da minha boca.
-Essas tetonas que você tem me deixam louco…, não via a hora de o corno se distrair…
-Não fala assim… recriminei.
-Mas ele é... Quantas vezes você fez ele de corno, bebê?

E apoiou a mão na minha cabeça e pressionou para baixo, para que eu continuasse chupando a piroca.
-Ele te comeu de novo esses dias?
Neguei com a cabeça, sem soltar a piroca.
-Que merda isso. Nossa, que lindo corno vamos fazer, nena.
Desta vez não disse nada. Continuei comendo piroca sem soltar.
-E ele acha que eu canso de bater punheta na internet, né?
Parei o movimento de cabeça sobre a piroca, sem tirar a boca do pedaço, e concordei.
-Coração, isso é muito errado… De agora em diante quem vai te comer sou eu, tá?
-Nem sonhe, nunca mais, essa é sua despedida, aproveita bem.
Ele segurou meu rosto com as duas mãos e me parou. Apalpou meus peitos por cima do decote, e as pernas e a bunda por baixo da saia.
-Que gostosa que você está… Você merece muita piroca…
Eduardo levantou minha saia, abaixou a tampa do vaso com grande destreza, sentou, se deliciou com meus peitos, me fez girar para ver minha bunda grandona e redonda.
-Puta, como vou te comer…
-Não. E dez segundos depois eu estava sentada sobre o mastro do Eduardo, de costas para ele, com a calcinha puxada para o lado, recebendo sem piedade.
-E agora, enquanto você cavalga minha piroca, vai me dizer a verdade…
Eu subia e descia naquela piroca bem devagar, gozando cada centímetro.
Ele parou o movimento quando eu estava bem em cima, me impedindo de descer.
Eu estava louca.
-Que piroca boa você tem, filho da puta… Eu continuava subindo e descendo, enfiando a piroca.
Eduardo me pegou pelos cabelos e começou a imprimir força e velocidade na foda.
Eu ofegava alto, embora já se ouvisse que tinha mais alguém no banheiro. Ele tirou de dentro de mim, me fez girar e me sentou no pau dele, mas de frente pra ele. A penetração não era tão profunda, mas ele via meu rosto e meus peitos.
— Que gostosa você tá, meu amor…! Vou te convidar pra comer mais vezes, sabia?
Eu estava prestes a gozar e só implorei:
— Não para… não para, por favor… acaricia minha bunda e me dá duro… me dá com tudo…
Um minuto depois eu estava gozando em cima do pau do Eduardo, em cima do vaso, enfiada como nunca. Eduardo gozou cinco minutos depois, de quatro, com a visão da minha bunda em primeiro plano. gozando toda a minha bunda.O amigo do meu marido não tem código

16 comentários - O amigo do meu marido não tem código

ESo pasa por dejar entrar al zorro al gallinero jajajaa
Buen relato, van diez puntos
Buenisimo ... Me gustó mucho.

Estás re buena .... hermosa!!

sexi
como siempre me la has puesto dura, te follaría sin compasión
Estas preciosa no sabes cuanto m gustaría lamer tu colita tan linda q tienes
gracias , te gusta mi cola
Dios leei esto en el auto y me quedo como pilar de acero mamaita que rica estas
Toda tu m encantas ojala puedas subir fotitos tuyas con menos ropa y enfocando tu colita q ha d ser un manjar d dioses
Solo el amigo? Ninguno de los dos tiene códigos.
Que linda carita tenes bombona, me encantaria verla con mi pija en la boca.
Me paso cuando invitaba a mi amigo a casa. La cogia con la mirada. Una vez el caradura le pidió unos masajes a mi mujer jaja