Na noite de sábado, a mão dele começou a percorrer meu corpo, a boca dele beijava meu pescoço, ele se colocou atrás de mim e tirou o lenço que cobria meus olhos.
Sábado à noite, saio com uma amiga: “noite de cervejas e conversas”, como costumamos chamar. Com o passar das horas, esses momentos ficam cada vez mais animados. Um ou outro se aproxima pra tentar entrar na conversa de amigas e quem sabe conseguir uma pegada, mas só conseguiam um “oi” pra depois ficarem perdidos num código especial que não conseguem entender.
Uma caneca que sai cumprimenta outra que acabou de chegar, e assim as cervejas e as conversas aumentam de intensidade. Logicamente, como sempre, olhar e criticar o ambiente é super normal. A gente olha, compara, faz suposições e, num dado momento, as duas olhamos pra um cara ao mesmo tempo, que também estava olhando pra nossa mesa. Com um meio sorriso, ele fez questão de mostrar que sabia do que a gente podia estar falando. A gente continuou na nossa mesmo assim.
As cervejas continuavam chegando. As pessoas continuavam se aproximando pra conversar. Alguém começa a cantar músicas antigas de rock nacional e o clima foi ficando divertido. Começamos a dançar no meio da galera, corpos roçando outros corpos num espaço apertado. Num momento em que eu dançava de olhos fechados, perto da minha amiga, sinto alguém colar nas minhas costas e apoiar as mãos na minha cintura, se apertando mais em mim. Sinto a pessoa dançando acompanhando meus movimentos; a pélvis dela colada na minha bunda, os lábios dela colados no meu pescoço. Eu só me deixo levar. Escutei ele sussurrar no meu ouvido um “oi”. Ele me ajudou a virar, sem me soltar. Aí percebi quem era o cara que estava me segurando e fazendo sentir a presença dele; era o mesmo que antes tinha dado aquele meio sorriso cúmplice. Sorri pra ele e continuei dançando.
A boca dele agora estava na minha bochecha, as mãos dele me abraçaram pra me grudar mais nele. Nossos corpos já não seguiam o ritmo da música, mas o próprio ritmo deles. Quando os músicos fizeram uma pausa, fomos até a mesa que ela ocupava com minha amiga. Ela não estava lá. Ele sentou do meu lado, pedimos algo pra beber e começamos a conversar sobre os assuntos banais de sempre: vida, trabalho, gostos, etc; mas a gente fazia isso bem coladinho um no outro. Às vezes roçávamos os lábios até não aguentar mais e grudávamos eles de vez, pra depois separar de novo e continuar a conversa. Eu tava muito excitada com a situação, meu coração batia acelerado, e várias vezes tive que me concentrar pra caralho pra não deixar transparecer que eu tava nervosa e ansiosa ao mesmo tempo.
Ficamos assim por um bom tempo até que minha amiga se aproximou, querendo me falar algo. Levantei, fui até ela e me aproximei pra ouvir. Ela disse que ia com uns amigos continuar a festa, que não voltaria até de manhã bem tarde, com certeza, e por isso me deixou as chaves do apartamento dela (lugar onde eu tava morando temporariamente). Ela se despediu de mim com um beijo estalado e saiu com um grupo de 4 pessoas.
Voltei pra mesa, meio preocupada com a situação e a responsabilidade de ficar no apartamento dela, sozinha. Por isso, falei pra ele que precisava ir. Não queria dar muitas explicações, já que ia ficar sozinha. Ele disse: —te levo. Não aceitei, então me despedi com um beijo tímido na boca e fui em direção à saída. Percebi que ele não tava me seguindo, provavelmente tinha ficado ofendido porque eu disse pra ele não me acompanhar, mas que nada!
Saí na rua, caminhei até a esquina e esperava um táxi. Quase sem fazer barulho, ele se aproximou e disse que não ia me deixar ir sozinha. Eu me assustei tanto que me virei como se fosse bater nele até reconhecê-lo. Na hora, ele me abraçou e me apertou contra o corpo dele. Me beijou de novo. Eu me entreguei àqueles beijos e àqueles braços. Meu corpo queria o que minha cabeça dizia que não devia ser. Logicamente, meu corpo e minha adrenalina venceram.
Entrei no carro dele, coloquei minha jaqueta e minha bolsa no banco de trás. Virei. pra colocar o cinto de segurança e foi nesse momento que percebi que ele estava me olhando. Aí perguntei se tinha algo errado e ele só sorriu pra mim, ligou o carro e começou a dirigir.
Quando chegamos, agradeci, bem segura de mim mesma, pelo gesto de me trazer, e quando me inclinei pra trás pra pegar a bolsa e a jaqueta, ele segurou meu rosto e me beijou de novo. Dessa vez, meu corpo me disse que não devia parar, que era pra me deixar levar, e foi assim que comecei a me entregar aos lábios dele. Descemos do carro, quase sem falar nada, peguei a chave da minha amiga e abri a porta. Enquanto procurava o interruptor, ele fechou a porta. Me virei e senti ele me agarrar com força, os lábios dele grudaram nos meus de novo, agora bem mais intensos. A língua dele invadiu minha boca, a respiração dele estava acelerada, igual a minha. As mãos dele começaram a tocar meus peitos, mas não com a mesma empolgação da boca, e sim devagar. Agora ele se afastou da minha boca, me empurrou levemente contra a parede e começou a lamber meus bicos por cima da roupa, eles estavam totalmente duros com tanta paixão. Tentei segurar a cabeça dele, mas ele não deixou, colocou minhas mãos na parede e disse, com voz firme:
— Quero que confie em mim, não vou te machucar, mas quero que você seja minha, do meu jeito. Quero te possuir de um jeito que você nunca experimentou, mas pra isso você tem que se deixar levar, fazer o que eu mandar.
Eu fiquei meio perturbada com aquilo, não sabia no que estava me metendo, mas bem lá no fundo, queria continuar o jogo. Balancei a cabeça pra cima e pra baixo em sinal de aprovação. Ele pegou um lenço que minha amiga tinha pendurado no cabideiro e com ele vendeu meus olhos. Eu estava excitada, tremendo, com a respiração bem acelerada. Senti as mãos dele desabotoando meu cinto e minha calça. Ele me levou até uma cadeira, antes de me sentar, baixou minha calça e a calcinha fio dental. Eu me sentia vulnerável, mas tinha que continuar. Ele me sentou e terminou de tirar minha calça. Agora cuidou da minha blusa, tirou ela e fez o mesmo com meu sutiã. Ajudou a Me recostei no encosto da cadeira. As mãos dele agora percorriam meu corpo, tocando minha pele, apertando meus peitos, minhas coxas, o começo da minha buceta. Eu só gemia baixinho com tanta paixão.
Ele abriu minhas pernas devagar, e por uns instantes não senti mais nada. Só o barulho da roupa caindo no chão, e uns movimentos aqui e ali. Comecei a tremer. Tava tão alterada que, quando senti as mãos dele de novo no meu pescoço, levei um susto danado. Aí ouvi a voz dele outra vez, dizendo pra eu me acalmar, que meu corpo ia sentir uma experiência inesquecível. Agora senti ele colocar o corpo dele entre minhas pernas, e as mãos dele seguraram meu pescoço de novo. A boca dele voltou a me beijar, a língua dele voltou a explorar a minha. A respiração dele tava acelerada, mas no tom de voz não dava pra perceber. Os lábios dele começaram a descer, primeiro pelo meu pescoço, depois pelo meu peito, lambendo cada centímetro deles. A boca dele continuou descendo, brincou com meu umbigo e depois com a entrada da minha buceta.
A boca dele começou a lamber meus lábios, roçando meu clitóris, soprando de leve, fazendo meu corpo viver aquelas experiências que ele disse no começo que eu ia sentir. Os dedos dele entraram dentro de mim, sentiram a umidade que eu tinha lá dentro. Quando ele tirou, fez uma pausa, uma pausa que pareceu eterna, e aí senti os lábios dele de novo na minha boca, agora com um gosto especial, o gosto do meu próprio mel.
Os dedos dele entraram de novo na minha buceta, agora me fazendo tremer de prazer. Ele mexia, enfiando e tirando, cada vez mais rápido, até conseguir o que queria: me fazer gozar num orgasmo bem barulhento. Gozei nos dedos dele, me recostei toda no encosto da cadeira e minha boca pedia aos gritos pra recuperar o fôlego dele, por isso ficou aberta, procurando ar.
Fiquei assim uns instantes, ainda de olhos vendados e completamente pelada, não sentia ele, não ouvia nem um movimento, até que senti ele se aproximando ainda mais. mais no meu corpo, parando na minha frente. Ele pediu, sussurrando no meu ouvido, que eu me ajoelhasse; me pegou pelo pescoço e me puxou para frente, e foi assim que fui sentindo minha boca se encher, que ele estava colocando o pau dele dentro. Eu respondi recebendo bem obedientemente. As mãos dele agora se colocaram atrás da minha cabeça para ele guiar os movimentos que lhe dariam prazer. O corpo dele ia pra frente e pra trás, meus lábios percorriam todo o tronco do pau dele, minha língua lambia, as sensações inexplicáveis que meus sentidos provocavam ao ter meus olhos vendados faziam minha excitação chegar ao limite.
O ar estava carregado de sons: os que minha boca provocava ao lamber o pau dele e os gemidos dele, agora cada vez mais altos.
As mãos dele não paravam de segurar minha cabeça, apertando ainda mais contra o corpo dele. Num momento, com a voz rouca, ele disse que não aguentava mais, foi aí que a pressão das mãos dele diminuiu, na mesma hora, e sem pensar eu pedi, implorei pra ele me penetrar, que queria ser dele naquele exato instante.
Ele me ajudou a levantar, e aí não senti mais ele, fiquei desorientada, não tinha barulho ao meu redor, comecei a tremer, não sabia se ele tinha me deixado sozinha ou se tinha acontecido algo. Lá estava eu, totalmente nua, parada na escuridão total por causa da venda que me impedia de ver. Perguntei onde estava, perguntei se estava sozinha, e quando tentei tirar o lenço dos meus olhos, senti as mãos dele de novo. Levei outro susto.
Ele sussurrou no meu ouvido que estava ali, que estava me observando completamente nua, completamente indefesa. Ele se afastou de novo, agora senti que ele sentava atrás, na cadeira que me abrigou instantes antes quando ele percorreu meu corpo.
Não soube o que fazer, me senti desfalecer, era como se uma parte de mim quisesse que o jogo acabasse, mas outra mais forte, mais dominante, se excitava ao saber que ele estava me observando, que ele decidiria como e quando continuar. O som da voz dele rompeu o O silêncio que reinava ao nosso redor. Ele disse que queria ver como minhas mãos percorriam meu corpo. Timidamente, coloquei minhas mãos no meu pescoço e, lentamente, fui descendo até o centro dos meus peitos. Fui percorrendo sua redondeza, roçando com meus dedos meus mamilos.
Aos poucos, fui me soltando, deixando a timidez de lado, e comecei a me tocar como sabia fazer na solidão de algumas noites no meu quarto. Os dedos de uma das minhas mãos agora apertavam os mamilos entre eles, enquanto a outra mão descia lentamente até minha buceta; minhas pernas se abriram levemente e aquela mão começou a brincar com meu clitóris, a saborear aqueles fluidos que já estavam escorrendo, fruto da excitação do momento.
Meu corpo estava totalmente eclipsado, meus olhos imersos na escuridão por causa da venda que me impedia de ver, e minhas mãos na tarefa de me dar prazer. Em um momento, minhas pernas não respondiam mais diante do tremor do meu corpo, foi aí que me senti cair ao perder a estabilidade, e foram os braços dele que me seguraram e me guiaram até onde ele estava, me ajudaram a sentar no colo dele, a me deitar sobre seu corpo, sentindo em minhas costas seu peito ofegante. Agora, as mãos dele substituíram as minhas e não demoraram muito para provocar um orgasmo barulhento e fantástico.
Ele deixou meu corpo apoiado no dele, sua mão começou a percorrer meu corpo ainda agitado, sua boca beijava delicadamente meu pescoço. Ele me ajudou a levantar, se posicionou atrás de mim e, delicadamente, tirou a venda que cobria meus olhos. Me virou e começou a me beijar, nossos corpos nus estavam colados, nossas línguas brincando de guerra, nossas mãos percorrendo o corpo que tinham à frente, uma conjunção de desejos que se transformaram em pele naqueles minutos.
Não percebi como chegamos até a parede, mas quando minhas costas sentiram o frio do cimento, minha pele se arrepiou. Firmemente, ele me virou e fez com que minhas mãos se apoiassem contra a parede. Pegou minha cintura e afastou minha raba para fora, eu só... Me deixei acomodar. Roguei, supliquei pra ele me penetrar e ele não me fez esperar muito mais. Senti o pau dele entrando dentro da minha buceta, como uma estaca pulsante, bem duro e grosso, bem fundo em mim. Um gemido escapou da minha boca naquele instante, e outro mais entrecortado da dele.
Aí ele começou a se mexer, metia e tirava o pau com força, eu sentia minhas pernas tremendo, não conseguia aguentar tanto prazer. Não conseguia controlar meus gemidos, assim como também não consegui controlar o gozo antes dele, mas foi só um instante antes de sentir ele enchendo meu interior com a essência dele.
Com minhas mãos ainda na parede, estava conseguindo respirar, minha boca aberta buscando o fôlego perdido no prazer. O corpo dele foi se desgrudando de mim devagar, sem parar de beijar minhas costas. Sentia a respiração dele ofegante. Me virei e beijei ele, desesperadamente, os braços dele voltaram a rodear minha cintura, o corpo dele a se colar no meu.
Abraçados, nos deixamos cair no tapete, acomodei meu corpo como quem busca proteção naquele homem que me fez sentir uma experiência única, como ele tinha prometido. A boca dele se aproximou do meu ouvido e sussurrou que aquilo não ia acabar ali, que ainda tinha muito mais…
Publicado por buscona18
Sábado à noite, saio com uma amiga: “noite de cervejas e conversas”, como costumamos chamar. Com o passar das horas, esses momentos ficam cada vez mais animados. Um ou outro se aproxima pra tentar entrar na conversa de amigas e quem sabe conseguir uma pegada, mas só conseguiam um “oi” pra depois ficarem perdidos num código especial que não conseguem entender.
Uma caneca que sai cumprimenta outra que acabou de chegar, e assim as cervejas e as conversas aumentam de intensidade. Logicamente, como sempre, olhar e criticar o ambiente é super normal. A gente olha, compara, faz suposições e, num dado momento, as duas olhamos pra um cara ao mesmo tempo, que também estava olhando pra nossa mesa. Com um meio sorriso, ele fez questão de mostrar que sabia do que a gente podia estar falando. A gente continuou na nossa mesmo assim.
As cervejas continuavam chegando. As pessoas continuavam se aproximando pra conversar. Alguém começa a cantar músicas antigas de rock nacional e o clima foi ficando divertido. Começamos a dançar no meio da galera, corpos roçando outros corpos num espaço apertado. Num momento em que eu dançava de olhos fechados, perto da minha amiga, sinto alguém colar nas minhas costas e apoiar as mãos na minha cintura, se apertando mais em mim. Sinto a pessoa dançando acompanhando meus movimentos; a pélvis dela colada na minha bunda, os lábios dela colados no meu pescoço. Eu só me deixo levar. Escutei ele sussurrar no meu ouvido um “oi”. Ele me ajudou a virar, sem me soltar. Aí percebi quem era o cara que estava me segurando e fazendo sentir a presença dele; era o mesmo que antes tinha dado aquele meio sorriso cúmplice. Sorri pra ele e continuei dançando.
A boca dele agora estava na minha bochecha, as mãos dele me abraçaram pra me grudar mais nele. Nossos corpos já não seguiam o ritmo da música, mas o próprio ritmo deles. Quando os músicos fizeram uma pausa, fomos até a mesa que ela ocupava com minha amiga. Ela não estava lá. Ele sentou do meu lado, pedimos algo pra beber e começamos a conversar sobre os assuntos banais de sempre: vida, trabalho, gostos, etc; mas a gente fazia isso bem coladinho um no outro. Às vezes roçávamos os lábios até não aguentar mais e grudávamos eles de vez, pra depois separar de novo e continuar a conversa. Eu tava muito excitada com a situação, meu coração batia acelerado, e várias vezes tive que me concentrar pra caralho pra não deixar transparecer que eu tava nervosa e ansiosa ao mesmo tempo.
Ficamos assim por um bom tempo até que minha amiga se aproximou, querendo me falar algo. Levantei, fui até ela e me aproximei pra ouvir. Ela disse que ia com uns amigos continuar a festa, que não voltaria até de manhã bem tarde, com certeza, e por isso me deixou as chaves do apartamento dela (lugar onde eu tava morando temporariamente). Ela se despediu de mim com um beijo estalado e saiu com um grupo de 4 pessoas.
Voltei pra mesa, meio preocupada com a situação e a responsabilidade de ficar no apartamento dela, sozinha. Por isso, falei pra ele que precisava ir. Não queria dar muitas explicações, já que ia ficar sozinha. Ele disse: —te levo. Não aceitei, então me despedi com um beijo tímido na boca e fui em direção à saída. Percebi que ele não tava me seguindo, provavelmente tinha ficado ofendido porque eu disse pra ele não me acompanhar, mas que nada!
Saí na rua, caminhei até a esquina e esperava um táxi. Quase sem fazer barulho, ele se aproximou e disse que não ia me deixar ir sozinha. Eu me assustei tanto que me virei como se fosse bater nele até reconhecê-lo. Na hora, ele me abraçou e me apertou contra o corpo dele. Me beijou de novo. Eu me entreguei àqueles beijos e àqueles braços. Meu corpo queria o que minha cabeça dizia que não devia ser. Logicamente, meu corpo e minha adrenalina venceram.
Entrei no carro dele, coloquei minha jaqueta e minha bolsa no banco de trás. Virei. pra colocar o cinto de segurança e foi nesse momento que percebi que ele estava me olhando. Aí perguntei se tinha algo errado e ele só sorriu pra mim, ligou o carro e começou a dirigir.
Quando chegamos, agradeci, bem segura de mim mesma, pelo gesto de me trazer, e quando me inclinei pra trás pra pegar a bolsa e a jaqueta, ele segurou meu rosto e me beijou de novo. Dessa vez, meu corpo me disse que não devia parar, que era pra me deixar levar, e foi assim que comecei a me entregar aos lábios dele. Descemos do carro, quase sem falar nada, peguei a chave da minha amiga e abri a porta. Enquanto procurava o interruptor, ele fechou a porta. Me virei e senti ele me agarrar com força, os lábios dele grudaram nos meus de novo, agora bem mais intensos. A língua dele invadiu minha boca, a respiração dele estava acelerada, igual a minha. As mãos dele começaram a tocar meus peitos, mas não com a mesma empolgação da boca, e sim devagar. Agora ele se afastou da minha boca, me empurrou levemente contra a parede e começou a lamber meus bicos por cima da roupa, eles estavam totalmente duros com tanta paixão. Tentei segurar a cabeça dele, mas ele não deixou, colocou minhas mãos na parede e disse, com voz firme:
— Quero que confie em mim, não vou te machucar, mas quero que você seja minha, do meu jeito. Quero te possuir de um jeito que você nunca experimentou, mas pra isso você tem que se deixar levar, fazer o que eu mandar.
Eu fiquei meio perturbada com aquilo, não sabia no que estava me metendo, mas bem lá no fundo, queria continuar o jogo. Balancei a cabeça pra cima e pra baixo em sinal de aprovação. Ele pegou um lenço que minha amiga tinha pendurado no cabideiro e com ele vendeu meus olhos. Eu estava excitada, tremendo, com a respiração bem acelerada. Senti as mãos dele desabotoando meu cinto e minha calça. Ele me levou até uma cadeira, antes de me sentar, baixou minha calça e a calcinha fio dental. Eu me sentia vulnerável, mas tinha que continuar. Ele me sentou e terminou de tirar minha calça. Agora cuidou da minha blusa, tirou ela e fez o mesmo com meu sutiã. Ajudou a Me recostei no encosto da cadeira. As mãos dele agora percorriam meu corpo, tocando minha pele, apertando meus peitos, minhas coxas, o começo da minha buceta. Eu só gemia baixinho com tanta paixão.
Ele abriu minhas pernas devagar, e por uns instantes não senti mais nada. Só o barulho da roupa caindo no chão, e uns movimentos aqui e ali. Comecei a tremer. Tava tão alterada que, quando senti as mãos dele de novo no meu pescoço, levei um susto danado. Aí ouvi a voz dele outra vez, dizendo pra eu me acalmar, que meu corpo ia sentir uma experiência inesquecível. Agora senti ele colocar o corpo dele entre minhas pernas, e as mãos dele seguraram meu pescoço de novo. A boca dele voltou a me beijar, a língua dele voltou a explorar a minha. A respiração dele tava acelerada, mas no tom de voz não dava pra perceber. Os lábios dele começaram a descer, primeiro pelo meu pescoço, depois pelo meu peito, lambendo cada centímetro deles. A boca dele continuou descendo, brincou com meu umbigo e depois com a entrada da minha buceta.
A boca dele começou a lamber meus lábios, roçando meu clitóris, soprando de leve, fazendo meu corpo viver aquelas experiências que ele disse no começo que eu ia sentir. Os dedos dele entraram dentro de mim, sentiram a umidade que eu tinha lá dentro. Quando ele tirou, fez uma pausa, uma pausa que pareceu eterna, e aí senti os lábios dele de novo na minha boca, agora com um gosto especial, o gosto do meu próprio mel.
Os dedos dele entraram de novo na minha buceta, agora me fazendo tremer de prazer. Ele mexia, enfiando e tirando, cada vez mais rápido, até conseguir o que queria: me fazer gozar num orgasmo bem barulhento. Gozei nos dedos dele, me recostei toda no encosto da cadeira e minha boca pedia aos gritos pra recuperar o fôlego dele, por isso ficou aberta, procurando ar.
Fiquei assim uns instantes, ainda de olhos vendados e completamente pelada, não sentia ele, não ouvia nem um movimento, até que senti ele se aproximando ainda mais. mais no meu corpo, parando na minha frente. Ele pediu, sussurrando no meu ouvido, que eu me ajoelhasse; me pegou pelo pescoço e me puxou para frente, e foi assim que fui sentindo minha boca se encher, que ele estava colocando o pau dele dentro. Eu respondi recebendo bem obedientemente. As mãos dele agora se colocaram atrás da minha cabeça para ele guiar os movimentos que lhe dariam prazer. O corpo dele ia pra frente e pra trás, meus lábios percorriam todo o tronco do pau dele, minha língua lambia, as sensações inexplicáveis que meus sentidos provocavam ao ter meus olhos vendados faziam minha excitação chegar ao limite.
O ar estava carregado de sons: os que minha boca provocava ao lamber o pau dele e os gemidos dele, agora cada vez mais altos.
As mãos dele não paravam de segurar minha cabeça, apertando ainda mais contra o corpo dele. Num momento, com a voz rouca, ele disse que não aguentava mais, foi aí que a pressão das mãos dele diminuiu, na mesma hora, e sem pensar eu pedi, implorei pra ele me penetrar, que queria ser dele naquele exato instante.
Ele me ajudou a levantar, e aí não senti mais ele, fiquei desorientada, não tinha barulho ao meu redor, comecei a tremer, não sabia se ele tinha me deixado sozinha ou se tinha acontecido algo. Lá estava eu, totalmente nua, parada na escuridão total por causa da venda que me impedia de ver. Perguntei onde estava, perguntei se estava sozinha, e quando tentei tirar o lenço dos meus olhos, senti as mãos dele de novo. Levei outro susto.
Ele sussurrou no meu ouvido que estava ali, que estava me observando completamente nua, completamente indefesa. Ele se afastou de novo, agora senti que ele sentava atrás, na cadeira que me abrigou instantes antes quando ele percorreu meu corpo.
Não soube o que fazer, me senti desfalecer, era como se uma parte de mim quisesse que o jogo acabasse, mas outra mais forte, mais dominante, se excitava ao saber que ele estava me observando, que ele decidiria como e quando continuar. O som da voz dele rompeu o O silêncio que reinava ao nosso redor. Ele disse que queria ver como minhas mãos percorriam meu corpo. Timidamente, coloquei minhas mãos no meu pescoço e, lentamente, fui descendo até o centro dos meus peitos. Fui percorrendo sua redondeza, roçando com meus dedos meus mamilos.
Aos poucos, fui me soltando, deixando a timidez de lado, e comecei a me tocar como sabia fazer na solidão de algumas noites no meu quarto. Os dedos de uma das minhas mãos agora apertavam os mamilos entre eles, enquanto a outra mão descia lentamente até minha buceta; minhas pernas se abriram levemente e aquela mão começou a brincar com meu clitóris, a saborear aqueles fluidos que já estavam escorrendo, fruto da excitação do momento.
Meu corpo estava totalmente eclipsado, meus olhos imersos na escuridão por causa da venda que me impedia de ver, e minhas mãos na tarefa de me dar prazer. Em um momento, minhas pernas não respondiam mais diante do tremor do meu corpo, foi aí que me senti cair ao perder a estabilidade, e foram os braços dele que me seguraram e me guiaram até onde ele estava, me ajudaram a sentar no colo dele, a me deitar sobre seu corpo, sentindo em minhas costas seu peito ofegante. Agora, as mãos dele substituíram as minhas e não demoraram muito para provocar um orgasmo barulhento e fantástico.
Ele deixou meu corpo apoiado no dele, sua mão começou a percorrer meu corpo ainda agitado, sua boca beijava delicadamente meu pescoço. Ele me ajudou a levantar, se posicionou atrás de mim e, delicadamente, tirou a venda que cobria meus olhos. Me virou e começou a me beijar, nossos corpos nus estavam colados, nossas línguas brincando de guerra, nossas mãos percorrendo o corpo que tinham à frente, uma conjunção de desejos que se transformaram em pele naqueles minutos.
Não percebi como chegamos até a parede, mas quando minhas costas sentiram o frio do cimento, minha pele se arrepiou. Firmemente, ele me virou e fez com que minhas mãos se apoiassem contra a parede. Pegou minha cintura e afastou minha raba para fora, eu só... Me deixei acomodar. Roguei, supliquei pra ele me penetrar e ele não me fez esperar muito mais. Senti o pau dele entrando dentro da minha buceta, como uma estaca pulsante, bem duro e grosso, bem fundo em mim. Um gemido escapou da minha boca naquele instante, e outro mais entrecortado da dele.
Aí ele começou a se mexer, metia e tirava o pau com força, eu sentia minhas pernas tremendo, não conseguia aguentar tanto prazer. Não conseguia controlar meus gemidos, assim como também não consegui controlar o gozo antes dele, mas foi só um instante antes de sentir ele enchendo meu interior com a essência dele.
Com minhas mãos ainda na parede, estava conseguindo respirar, minha boca aberta buscando o fôlego perdido no prazer. O corpo dele foi se desgrudando de mim devagar, sem parar de beijar minhas costas. Sentia a respiração dele ofegante. Me virei e beijei ele, desesperadamente, os braços dele voltaram a rodear minha cintura, o corpo dele a se colar no meu.
Abraçados, nos deixamos cair no tapete, acomodei meu corpo como quem busca proteção naquele homem que me fez sentir uma experiência única, como ele tinha prometido. A boca dele se aproximou do meu ouvido e sussurrou que aquilo não ia acabar ali, que ainda tinha muito mais…
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