Mi Amigo De La Infancia Me Coge Duro Parte 1

Meu Amigo de Infância Me Fodeu Com Tudo Parte 1
Com o Selo do Prazer e do Morbo…
Olá a todos, galera porra-louca, sou um cara com vontade de dividir minhas histórias e as de pessoas próximas a mim, com vocês… este, como todos os meus relatos, é feito para vocês, para seu prazer, mas preciso esclarecer algumas coisas: muitas dessas histórias não são de minha autoria, outras sim, outras são fantasias que eu tive ou alguém próximo a mim me confessou, outras são reais, mas não minhas – relatos de outras pessoas que me confessam e, no fim, consigo convencê-las a me deixar publicar, claro, com nomes e lugares diferentes para proteger a identidade delas. Por isso não digo quem é quem, qual é meu ou qual não é, qual é real e qual não é. Acho que isso deixa mais interessante e faz a gente pensar. São muitas histórias que tenho, mas pouco tempo para contar. Espero que as que posso publicar sejam do seu agrado. Sem mais delongas, aproveitem.

Antes de tudo, meu nome é Marujenia, mas me apresento: me chamam de Maru, tenho 18 anos, meu cabelo é loiro e meus olhos são verdes, minha pele é branca, macia e lisa – cuido bem dela. Tenho 1,68m, sou magra, meus peitos são normais, nem pequenos nem grandes – eu os preferiria maiores, mas não crescem por mais massagem ou exercício que eu faça. Acho que minha única opção é a cirurgia, quando tiver meu próprio dinheiro para fazer. Mas o que mais se destaca em mim é minha bunda. Meu namorado diz que ela é empinada igual a de um pato, minhas nádegas são duras e redondinhas – anos de academia e muita dieta. Minhas medidas no fim são 89-60-94. E bem firme, acreditem, com minhas pernas bem durinhas.

Vou contar minha história! Ou melhor, uma parte dela, a mais pervertida e gostosa. Isso começou a acontecer alguns anos atrás.

Amo meu namorado, mas de vez em quando precisava sair de perto dele – ele é, às vezes, muito intenso, vocês me entendem, tipo, me come bem e quase sempre, sempre que podemos. Desde que perdi minha virgindade aos 16… Anos atrás, numa festa de uma amiga, percebi que sexo era a melhor coisa. Desde aquele momento, tenho feito sexo, com meu namorado e só com ele, e não é por causa dele, simplesmente os outros caras não me atraem. Aarón é um cara bonito da minha idade, olhos verdes claros, cabelo preto bem escuro, pele branca, magro, carinhoso comigo e minha família adora ele. Com isso, percebi uma coisa. Eu amo sexo! Tanto que às vezes sou eu que procuro a situação com meu namorado. E nossa, como eu adorava provocar os outros homens que passavam do meu lado, na academia, na universidade, na rua, no metrô, enfim, em qualquer lugar. Desde a minha primeira vez, não parei de curtir o sexo, mas sempre fiz de forma normal, ou seja, nada de boquetes de nenhum tipo e nada pelo meu bumbum, sempre tive medo da ideia, por sorte meu namorado nunca me pediu nada que eu não quisesse, por isso eu o amo.

Bem, vamos continuar com minha história. Isso começou quando eu tinha 18 anos, decidi depois da universidade ir visitar um amigo no trabalho dele. Eu estava entediada e fui até o negócio dele, que ficava mais ou menos perto da universidade, e talvez ele depois me desse carona para casa. Meu amigo se chamava Lucas, ele tem 30 anos, e vão dizer que é muito velho para ser um amigo de infância, mas sim, eu vivia praticamente na casa dele e quando meus pais saíam, ele era minha babá, foi assim até meus pais verem que eu já era grandinha o suficiente para me cuidar sozinha. Sou filha única e tanto meu pai quanto minha mãe trabalham. Enfim, meu amigo Lucas era muito gente boa com todo mundo, todo mundo gostava dele, apesar da idade, ele não tinha se casado, mas nossa, ele já tinha tido namoradas.

E aqui devo admitir que sempre me incomodaram as namoradas dele. Éramos como irmãos, certamente, e eu sempre via os defeitos delas, defeitos que ele não via, mas ele só dizia quando eu falava que aquela mulher não era boa para ele:

— Calma, Maru, vamos ver — ele dizia, super tranquilo.

A verdade é que ele era mais tranquilo que a mandíbula de cima. Ele era muito tranquilo nessas coisas, enfim, ele era meu amigo e admito que sempre gostei dele, mas vejam a diferença de idade, façam as contas. Quando éramos crianças, ele sempre tentava me fazer parecer pior, não me dava atenção, até nos meus 15 anos. Ele foi meu cavalheiro, contra a vontade do meu namorado, então obviamente ele não tinha intenções antes, mas eu já era uma mulher, devia ter mais chance.

Vou descrevê-lo: tem 1,85m, muito mais alto que meu namorado. Meu namorado tinha minha altura, eu de salto era mais alta que ele, e isso o incomodava muito. Ele não era magro, mas também não era gordo nem tinha barriga de cerveja, era normal nesse sentido, mas tinha as costas largas e braços fortes, muito musculoso - não por malhar, mas pelo trabalho. Cabelo castanho meio cacheado, olhos castanhos escuros, pele branca meio bronzeada. A personalidade dele era, como dizer, cativante. Sempre que podia, eu ia até o negócio dele para ficar com ele, ou quando ele terminava de trabalhar, passava para me levar para casa no carro. Moramos no mesmo bairro, mas mais ou menos separados. Ele perdeu os pais alguns anos atrás, então não teve escolha senão assumir o negócio dos pais, que era uma ferragem, e com ele no comando, já vendia até produtos para casa.

Naquela sexta-feira, cheguei no trabalho dele. Os funcionários me conheciam, então me deixaram entrar sem problemas. Cumprimentei todos e fui para o escritório dele. Ele estava lá, quando me viu sorriu, e aquele sorriso tão lindo me derreteu.

— Ah, olá, Maru, como você está?!

— Bem, e você, Lucas!

— Bem, bem, tudo bem. Senta, quer alguma coisa?

— Não, nada.

— E essa visita, para que eu sou bom?! — ele disse. Eu pensei: "Huuuuss, não me faça falar, gostoso".

— Ah, não, era para ver se quando você terminasse, me levava para casa.

— Ah, claro, claro.

Lá estávamos no escritório dele, conversando sobre tudo e sobre nada. Não sei como a conversa chegou em relacionamentos, e aí eu descobri que ele não tinha nada sério na época. Isso me alegrou. Por algum motivo, me deu na telha de inventar um jogo, sou muito brincalhona. Ele topou, já que naquela hora não tinha mais ninguém no trabalho, ele estava fechando. Convenci ele a jogarmos um jogo de verdade ou mentira: quem adivinasse se o que a outra pessoa disse era mentira ou verdade ganhava uma recompensa. O que a outra pessoa pedisse, do jeito que ela quisesse. Na primeira rodada, ele ganhou; na segunda, fui eu. Eu pedi um beijo na bochecha, e ele me pediu pra pular como um sapinho. Devo dizer que eu estava de saia. Pulei umas 10 vezes, e ele ficou me olhando de todos os ângulos, como se desejasse que eu tivesse peitos maiores.

Depois, na última rodada, já estávamos no carro dele. Ele ganhou e me pediu um beijo. E eu, sem pensar, beijei ele. Com certeza ele achou que seria como o outro, que meu beijo seria na bochecha. Na hora, me aproxiei do rosto dele rapidinho. Senti uns nervos, como na minha primeira vez. Minhas pernas tremiam, e minha pele ficou arrepiada. Plantei um beijo na boca dele que o surpreendeu demais. Literalmente comi a boca dele, como ele gosta de dizer.

O Lucas ficou de todas as cores. Gostei disso, ele ficou bonitinho assim. Eu também senti meu rosto queimar e não sabia onde me enfiar quando caiu a ficha do que eu tinha feito. Terminei o beijo e, sem trocar uma palavra, ele me levou pra casa. Me deixou bem na porta, se despediu de mim sem sair do carro. Na minha mente, já começava a calcular como meu dia ia terminar, ou melhor, como eu *queria* que terminasse. Eu estava muito excitada, mas *muito* excitada mesmo.

Tinha decidido. Não aguentava mais. Desculpa, meu namorado Aarón era um cara legal, mas eu não aguentava mais. Eu ia transar com ele. Ia transar com o Lucas. Cheguei em casa e fui direto pro banheiro me arrumar perfeita. Primeiro, dei um trato na minha buceta. Tinha que estar perfeita. Não deixei um único pelinho sem depilar, pra não aparecer aqueles fiapos que já estavam crescendo. Tomei um banho bem demorado, me tratei como uma rainha e tentei não pensar muito pra minha excitação dar uma abaixada, mesmo sabendo que era impossível. Era só o que eu pensava enquanto estava com ele no carro. Sem dizer nada, eu sentia o volume dele entre as pernas, era enorme, isso me fez molhar minha buceta e encharcar minha calcinha, não conseguia parar de pensar nisso, por mais que tentasse. Terminei de me arrumar e me vesti, depois de experimentar umas quatro calcinhas fio-dental, optei por uma preta minúscula que só cobria minha buceta, bem, não tanto assim porque meus lábios ameaçavam sair pela lateral dela, essa era perfeita, era de renda, uma das mais sexy que eu tinha, gostava de como ficava em mim porque fazia minha bunda parecer ainda mais empinada, mais perfeita. Coloquei uma minissaia preta de tecido macio, gostava porque ao caminhar ela balançava no ritmo dos meus passos, bem curtinha que deixava minhas pernas à mostra, que também eram parte do meu arsenal de sedução, e uma camiseta justinha preta com um sutiã de renda preto que fazia meus seios parecerem ainda maiores, enfim, estava toda de preta para a caçada.

Feito isso, saí de casa, disse aos meus pais que ia encontrar umas amigas e que voltaria cedo, eles me deixaram sair, eram pais bem permissivos. Saí em busca do Lucas, que já devia estar em casa, fui caminhando, eram 6h, tinha muita gente na rua nas calçadas conversando ou brincando com as crianças, outros correndo, e todos me olhavam ao passar, isso me deixava ainda mais excitada. Quando cheguei, o rosto dele se iluminou, ele deu seu melhor sorriso, toquei a campainha e quando ele saiu, tinha uma cara de cansado, mas ao me ver sorriu surpreso.

—Maru, o que você faz aqui…!? Que surpresa, você está linda!

—Ah, obrigada, ah, eu, bem, eu… —Na verdade, não sabia o que dizer, que desculpa poderia dar para aparecer na casa dele assim vestida naquela hora.

—Ah, entra, entra. —Disse ele por fim. Eu entrei, ele tinha uma casa linda, tão bonita quanto a nossa. —Quer alguma coisa?

—Sim, por favor!

Notei que ele não parava de me olhar como nunca havia feito antes, isso me deixava ainda mais excitada, me deixava inquieta. Ele colocou música e foi tomar banho porque me explicou que havia tido um dia pesadíssimo, me indicou que me servisse algo para… tomar enquanto ele voltava. Eu, mais nervosa que nunca. Quando ele voltou, estava impecável, recém-perfumado, cheirando muito gostoso, com uma bermuda preta e uma camiseta preta também, os dois estávamos de preto, isso me fez rir. Ele estava muito apetitoso. Notava seus braços nus, suas costas largas me deleitavam, ele tinha pernas grossas e musculosas também. Sentou-se ao meu lado na mesa da sala de jantar da casa dele, começamos a conversar sobre nossos dias, ele pegou um dos copos que eu já tinha servido e, para sua surpresa, era champanhe. Pela expressão dele, não desgostou da minha escolha.

— O que estamos comemorando, linda?! — ele disse.

— Já vamos ver. — respondi em tom pícaro.

Ele sorriu, o ambiente era perfeito, eu amava tudo que estava acontecendo, o que ele me dizia e o que eu dizia a ele, até nossas risadas, e retribuí com um doce sorriso. Tomamos algumas taças enquanto conversávamos, e depois mais uma, até que percebi que já tínhamos acabado a garrafa e ele foi buscar outra. Ele não parava de olhar meus peitinhos e minhas pernas, nesse momento notei que as bolhas tinham subido rápido à minha cabeça porque, sem pensar duas vezes, me joguei em cima dele, devorei sua boca de novo e ele, já menos surpreso com meu arroubo, começou a me beijar e tocar como se pedisse a mesma coisa que eu. Suas mãos acariciavam minhas pernas e subiam até minha bunda por baixo da minha saia, eu sentia minha pele esquentar sob seu toque e arrepiar-se. Sua mão esquerda estava na minha cintura, eu em cima dele no sofá da sala, beijando-o, enquanto com a mão direita ele apertava minha bunda, envolvia sua mão grande bem na minha nádega, apertando com firmeza e metendo a mão por dentro da minha calcinha fio dental preta minúscula.

— Ahhh, ahhh, ahhh, ahhh, ahhh, ahhh, ahhh. — Eu gemia entre beijos e carícias, Lucas era o melhor. — Gostosooo ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ahh, ah, ahh, ahh, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah.

— Você é uma putinha mesmo, minha rainha. — Suas palavras me despertaram, sim, eu gostava de sexo, mas que me... Se falassem assim, eu ficava irritada.
— Lucas, não quero que a gente termine assim. — falei, mas sem oferecer qualquer resistência.

Ele ignorou minhas palavras e levantou minha camisa, deixando-me apenas com meu sutiã de renda. Ao ver, ele sorriu.
— Nossa, Maru, querida, você tem estilo. — disse. Eu fiquei corada que nem uma boba, mas ele, sem que eu percebesse, tirou meu sutiã com uma facilidade incrível, desabotoou fácil e arrancou de uma vez. — Assim você fica melhor.

Colocou minhas tetinhas na boca, primeiro uma, depois a outra, sem parar de apertar a que estava livre com as mãos. Meus mamilos já estavam bem durinhos e eretos, doíam até.
— Ah, ah, ah, ah, ah… Mmmnnn, ah, ah, ah, ah, ah, ah… assim, ah, ah, ah, ah, ah… assim que eu gosto, ah, ah, ah…

— Você gosta? — Lucas me perguntou.
— Siiim, ah, ah, ah, ah, Lucas, ah, ah, ah, ah… sim, assim eu gosto muito, que gostoso, ah, ah, ah, ah… — não conseguia evitar dizer.

— Você tem umas tetinhas muito gostosas e lindas, Maru. — ele falava enquanto chupava, apertava e mordiscava.

Eu acariciava o pau dele por cima do shorts. Então ele me colocou de pé e tirou minha saia. Para não perder meu bundinha com o fio dental minúsculo, me virou de costas.
— O que achou da minha bundinha, Lucas? — perguntei, balançando ela.

Ele me olhou com uma luxúria que eu nunca tinha visto em ninguém. Seus olhos castanhos brilhavam, e seu sorriso era diferente do normal. Isso me deu um pouco de medo, mas ao mesmo tempo me deixou ainda mais excitada.
— Não… nota. — ele disse.

Eu não acreditei, olhei de novo. Eu estava semi-nua, mais que semi-nua, só estava usando meu fio dental preto minúsculo — aquele que fazia meu namorado gozar sem nem começar. Estava mostrando minha bunda, o maior desejo que um homem poderia ter ao me ver. Ele estava sentado no sofá, com os braços abertos no encosto, e eu estava apoiada na mesa da sala. Ele sorria para mim.
— Não… não gosta da minha bunda? — perguntei, quase chorando.

— Isso mesmo, não gosto! Não gosta! Eu adoro!!! Isso me fez voltar à vida. —Que bunda linda você tem! Dava pra notar com seus jeans e saias, mas com esse fio dental fica muito mais gostosa, dá pra ver que malha bastante na academia.

—É mesmo! —disse orgulhosa, sorrindo.

Ele deu um beijo na minha bunda que me arrepiou toda, não esperava por aquilo, que delícia, em cada nádega, me beijava com ternura e paixão, o Aarón nunca tinha feito isso. Me virou, me beijou de novo na boca, me abraçou e, me levantando com facilidade, me sentou em cima da mesa. Imediatamente puxou minha calcinha de lado e começou a beijar minha buceta depilada.

—Haaaaa, ha, haaaa, ha, haaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, não, ha, ha, ha, ha, não, ha, ha, não, assim não ha, ha, ha, haa, haaaaa, não gosto ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha. —Tentei empurrá-lo porque não gostava de sexo oral de jeito nenhum, me sentia estranha, mas já era tarde, ele estava com a boca na minha buceta, e a verdade é que eu estava gostando.

—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haa. —O jeito que ele beijava minha buceta era incrível, como eu sentia a língua dele se mexendo lá embaixo, me deixava louca, e como ele chupava meu clitóris, não aguentei e gozei, apertei minhas pernas na cabeça dele e soltei um gemido forte. —Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. —Não acreditava, tinha acabado de gozar só com uma chupada na cara dele, mas ele não parava, era incrível. Nunca tinha acontecido algo tão incrível comigo. —Ha, ha, ha, haa, haaaa, ha, ha para ha, ha, ha, ha para, para, você me mata ha, ha, ha, ha, você vai me deixar louca ha, ha, ha, haa.

—Essa é a ideia, putinha. —Disse Lucas, e de novo aquilo me perturbou um pouco.

Sem soltar, me fazendo sentir coisas que nunca tinha sentido, a mistura de álcool e tesão estavam fazendo efeito, junto, claro, com o jeito que ele me tocava, estava permitindo algo que nunca, jamais aceitava. Lucas sabia onde enfiar a língua porque em menos de dois minutos me senti explodir de excitação e tesão de novo e pedi a gritos entre gemidos prazer.
--Ha, ha, ha, ha, ha, ha já, ha, ha, ha já, já, já, já, já, já, já me come logo, já!!! Não aguento mais, me come logo!!! Já mete isso!!! Ha, ha, ha, ha, ha, haa.
Ele não me deu atenção e continuou com seu trabalho. Com todas as minhas forças, empurrei ele para trás e puxei a bermuda para baixo de uma vez, e a cueca no segundo impulso. Quando vi aquele pau quase morri, o pau do Aarón não era nem de perto parecido com aquela coisa, era um pau que em outra oportunidade pude medir e tinha 22 cm, mas o surpreendente era a grossura, era grosso e venoso, branco e depilado, o que o fazia parecer ainda maior, e estava meio ereto.
--O que foi, surpresa, Maru querida? A do seu namorado não é tão grande! --Disse ele rindo. Sem perder tempo, agarrei com as duas mãos, tentando fazer ele ficar totalmente duro. --Amor, se você chupar, ele levanta. --Ele disse, e eu olhei assustada.
--Eu, eu, eu… Eu não faço essas coisas.
--Sério?! --Disse surpreso, e eu baixei a cabeça.
--É, não faço, nunca fiz, não gosto, não sei, e além do mais o seu é muito grande, não conseguiria mesmo se quisesse.
--Conseguiria sim, você tem uma boca perfeita, eu sei o que estou falando. E me diga, também nunca chuparam você, certo?
--Haaaa, eu não, nunca… Jamais. --Falei envergonhada, ele acariciou minha cabeça e aos poucos me colocou de joelhos.
--Bom, mas você gostou, e não pense em mentir, você gozou duas vezes e se tivesse deixado eu continuar, uma terceira vez você também teria gozado. Eu sentia meu rosto vermelho e quente, certamente era verdade.
--É verdade, mas… mas.
--Mas nada, Maru querida, só relaxa.
Continuei masturbando ele, mas não conseguia deixar totalmente duro, era uma coceira estranha que eu sentia, já a curiosidade também, e as palavras do Lucas ecoavam na minha cabeça. Estava a ponto de explodir de tesão e aquele pau imenso não ficava ereto. Alguns minutos depois, eu mesma enfiei a cabecinha daquele pau na minha boquinha, uma coisa era falar, outra era fazer, apoiei nos meus lábios e abri completamente. minha boca.
— Como… como eu faço? — perguntei. Lucas respondeu.
— É como chupar um picolé, usa a língua, cuidado com os dentes.

Fechei meus olhos e enfiei aquela cabeçona na minha boca com enorme dificuldade. No começo, deixei minha boca parada e continuei punhetando ele com as duas mãos. A reação foi imediata: aquela cabeçona começou a crescer na minha boca e eu já não conseguia deixá-la quieta. Comecei a chupar e passar a língua como se fosse um picolé de morango. E comecei a gostar.

— Eu te disse que você não pode dizer não sem experimentar — disse Lucas. Eu não disse nada e continuei com o que estava fazendo. — Aaah, siiim, aaah… assim… não, não, cuidado com os dentes, Maru. Faz devagar, calma — ele dizia enquanto acariciava minha cabeça.

— Des… desculpa — falei.

Tirei da minha boca o pau enorme dele e notei que aquele pirocão, agora completamente ereto, era ainda maior. Sentia minha buceta queimar de tesão, porque o tempo todo que chupava o pau do Lucas, ele não tirava os dedos de dentro de mim, movendo-os esplendidamente.

— Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha… — devia admitir que suas mãos enormes e fortes também eram muito suaves e sutis na hora de dar prazer.

— Não aguento mais isso, Lucas — disse desesperada. — Me come, me come agora! Não aguento mais.

— Tudo bem, minha rainha, é o que vamos fazer — disse Lucas.

— Mas devagar, por favor, esse pau é muito grande.

— Só relaxa e aproveita — ele disse.

Novamente me sentou na mesa, tirando a calcinha que ainda estava vestindo, depois me deitou em cima da mesa. Ele colocou minhas pernas nos ombros e apoiou aquele monstro na minha buceta, mas, logo antes de me penetrar, brincou com a cabeçona dele, subindo e descendo pela minha buceta, me deixando delirando de desejo. Ele era safado, não havia dúvida. Finalmente me penetrou e o fez bem devagar, como eu havia pedido, tomando muito cuidado.

— Aaah, aaah, aaah… gostoso, ha, ha, ha… siiim… Aaaaaah…

Aquele pau enorme lentamente abriu caminho dentro de mim, me abrindo mais e mais a cada… vez. Quando minha buceta começou a se acostumar com o tamanho dele, Lucas começou a se mover cada vez mais rápido, fazendo eu sentir em cada centímetro que ele entrava dentro de mim um prazer inimaginável. Ele se movia rápido dentro de mim para depois ir mais devagar. Isso me deixava louca. Depois ele começou a se mover mais constante, com mais força e precisão, isso me fazia delirar, ele não parava, eu estava ficando louca, estava suando como nunca, sentia todo meu corpo transpirar de paixão e como estava quente.

—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha. —Não conseguia parar de gemer. —Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha… Já vou gozar, vou gozar, vou gozar, vou gozar, jáaaaaa não aguento mais. —Mas ele não parava de me enfiar, na verdade fazia ainda mais forte. —Lucas ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, não aguento mais, vou gozar, ai Deussssssssssssssssssss.

Eu terminei gozando aos jorros, três jorros na verdade, estava exausta, já não aguentava mais, foi mais que incrível, nunca tinha acontecido isso comigo. Ele tirou o pau de mim, e eu respirava pesadamente, enquanto via ele beber champanhe da garrafa, deu vontade de beber também.

—Ai, meu amor, como você me fez gozar. —Falei agitada, recuperando o fôlego.

Naquele momento meu novinho explode porque contraio muito forte minha buceta quando sinto o êxtase, fazendo com que não tenham outra alternativa a não ser gozar, mas aquele pau era diferente, aquele pirocão já estava muito apertado e Lucas não terminou. Isso me perturbou, e muito. Com minhas pernas ainda tremendo de orgasmo, me levanto da mesa e fico de pé no chão apoiando minhas mãos na mesa e deixando toda minha bundinha à vista para ele admirar. Eu ainda estava muito cansada, ainda me recuperando da última, mas ele queria mais. Imediatamente ele desceu até minha buceta e começou a chupar de novo e dessa vez alternou entre ela e meu cuzinho, me deixando a mil novamente para uma nova penetração.

—Haaaaaaaaaa, haaaaa, haaaaa, haaaaa, haaaaa, haaaaa, haaaaa, haaaaa, haaaaaa, Mmmmnnn… ha, ha que gostoso ha, haa, ha, haaaaaa… Lucas, você é incrível! Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha sim ha, haaa, ha, ha, haaaaaa… que delícia, adorei! Ha, ha, ha, ha, haa, ha, ha.
–Nunca tinha acontecido isso comigo, eu estava tão quente como antes de começar e já tinha tido uns orgasmos impressionantes, e era no plural, porque foi assim mesmo.
–Me come agora, quero você dentro de mim de novo. – eu disse.
Lucas me obedecendo me penetrou, mas não sem antes brincar com a cabecinha dele por toda a minha buceta, puta que pariu, ele adora me deixar delirando, quando finalmente enfiou não pude evitar suspirar de alegria.
–Haaaaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii gostosoooooooooooo Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
De novo ele começou a se mover dentro de mim, aquela pica que encaixava perfeitamente. Agora Lucas mais solto e aproveitando meu tesão começou a brincar com o dedo no meu cuzinho, imediatamente eu falei, ao notar o que ele poderia querer.
–Isso aí não, a bunda é minha e isso aí eu não gosto, você já me fez colocar essa pica na minha boca, mas até aí foi o limite, nada mais. Por favor Lucas, não me peça mais.
Essas súplicas não adiantaram nada porque logo depois do que eu disse, ele tirou da buceta, pegou minhas duas mãos e colocou nas minhas costas, fazendo minha bunda empinar mais, eu tentei me soltar mas era impossível, Lucas era muito forte, tentei me soltar e ele me disse.
–Relaxa por favor, confia em mim, você gostou de chupar, e definitivamente gostou que eu chupasse, viu que não é tão ruim, você vai ver que vai gostar.
–Por favor, não por aí não.
–Vamos fazer uma aposta, um jogo, você gosta de jogos, né?
–Sim. – falei com medo.
–Bom, você vai ver, o jogo é assim. – disse Lucas. –Vamos testar, se eu conseguir fazer a cabecinha entrar e não doer, a gente continua, senão a gente para. aqui.
—Mas só a cabeça? Perguntei.
—Claro, só a cabeça! —Ele disse, acariciando minha bunda.
—Mas essa não é uma cabeça normal, é uma cabeçona, vai doer do mesmo jeito.
—Calma, você vai gostar.
—Como você sabe disso?
—Porque você é uma putinha no cio.
—Não me chame assim. —Falei irritada.
—Não se irrite, é com carinho.
—Não me chame assim. —Repeti.
Pensei comigo: isso nunca vai entrar na minha bunda, e claro que não gosto que me chamem de puta, e sem pensar mais aceitei, ainda não sei porquê. Então ele soltou as mãos das minhas costas.
—Bom, primeiro fique como está, assim seu cuzinho fica perfeito, e temos que prepará-lo para não doer.
—Tá bom. —Disse mais calma. E, na verdade, excitada.
Ele começou a chupar minha buceta e meu cuzinho de novo. Ficou um bom tempo nisso e eu, como uma louca no cio, gemendo com as mãos dele, ele era um gênio nisso. Depois de um tempo, parou de brincar com um dedo para meter dois dentro da minha bunda, e eu disse:
—Não, chega. —Falei de repente, excitada. —Vamos ver se entra, estou com muito tesão e quero que você continue me comendo.
—Para entrar direitinho, tem que preparar o terreno.
E sem dar atenção aos meus pedidos, continuou com a língua e os dedos no meu cuzinho, de vez em quando lembrava da minha buceta, que já estava pegando fogo, e dava uns beijinhos, mas o centro da atenção era meu cuzinho. Nesse momento, já tinha três dedos no meu cuzinho e dava para ver que ele gostava, bem, não o julgava, era meu maior atributo. Eu suspirava quando os dedos dele se moviam dentro de mim.
—Finalmente. —Ele disse, e eu me assustei ao ouvir.
Ele se levantou com os dedos ainda no meu cuzinho, começou a penetrar minha buceta, que já tinha desacostumado com o tamanho daquela coisa, e me fez soltar um gritinho.
—Mais devagar, amor.
Ele se moveu um tempo devagar e outro mais rápido e forte, e então tirou os dedos do meu cuzinho e, colocando aquele monstro nele, começou a empurrar para dentro.
—Aaaaaai. —Me queixei. —Viu? Não entra, chega, eu ganhei. Continue comendo minha buceta, papi.
Ele parecia não me ouvir. Empurrou mais forte e naquele momento senti meu cuzinho rasgando e aquela cabeçona entrando nas minhas entranhas.
—Aiiii, dói, para. — eu disse. —Tá doendo, tira, tira, tá ardendo! Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Aaaaaaaaaaaaaaaaaa!
Ele não me deu ouvidos e continuou empurrando, o que fez aquilo entrar cada vez mais fundo, e cada movimento que eu fazia para me soltar era mais um centímetro que aquela coisa entrava.
—Ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, não, não, não, não, para, dói. — eu dizia com lágrimas nos olhos, sentindo que ele ia me matar literalmente.
—Se acalma, já entrou mais da metade, relaxa que a gente deixa um pouquinho e depois tira. — ele falou super tranquilo, claro, quem não estava sendo destruído por dentro era ele, e o que mais me aterrorizava era ele dizer que já tinha entrado quase metade, isso era o que mais me apavorava.
Eu tentei me acalmar e relaxar, relaxei o máximo que pude e aquilo foi entrando cada vez mais, e minha bunda foi se acostumando a tê-lo dentro. Então ele começou a se mover, primeiro devagar, mas mesmo assim eu sentia como se estivesse sendo destruída por dentro, e depois cada vez mais rápido.
—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha.
Devo confessar que a mistura de dor e prazer me encantou e comecei a curtir, ainda mais quando meu querido Lucas começou a enfiar os dedos na minha buceta fervendo. Ficamos assim um bom tempo e eu sentia que meu cuzinho minúsculo estava arrebentado, doía muito, mas eu gostava e não me importava, estava muito quente. Não sei quando a dor foi diminuindo e virou prazer, não sei quando parei de gritar para ele parar e comecei a pedir mais.
—Aaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, aaaaaaaaaa.
Não aguentei muito mais e seus dedos habilidosos me levaram a outro orgasmo e ainda mais potente que os outros, e naquele instante senti meu cuzinho sendo enchido de porra.
—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Continua…

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